VACINAS

O que são vacinas?
Tags:agentes, doenças, histórico, imunidade, sistema imunitário, vacinas
As vacinas são substâ...
Onde vacinar?
Tags:clínicas particulares, locais de vacinação, posto de saúde, vacina
As vacinas consideradas obrigatórias...
A vacinação acontecerá no período de 8 de março a 21 de maio de 2010, perfazendo nove semanas de
trabalho, e acontecerá ao...
Gestantes
As grávidas são consideradas como grupo de risco para a Influenza pandêmica H1N1 porque, durante a
pandemia, den...
• Pessoas portadoras de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica:
Hipertensão
arterial
pulmonar;
V...
maiores de 32 semanas que apresentem dois ou mais fatores de risco: criança
institucionalizada, irmão em idade escolar, po...
Ao
nascer

BCG ID
Hepatite B

1º
mês

2
meses

1ª dose
1ª
dose

2ª
dose

Tríplice Bacteriana (DTP ou DTAPa) (1)

1ª
dose

...
* Desde março de 2010, as crianças de até dois anos de idade passaram a seren
imunizadas contra doenças como meningite, pn...
(6) A vacina contra a febre amarela deve ser indicada para habitantes de áreas
endêmicas
e
pessoas
que
vão
viajar para ess...
Meningocócica C
conjugada

Febre amarela

Dose única

Sem ev

Uma dose de dez em dez anos

1. Indic
ou mud
viagens
2. Vaci...
Fonte: SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES – SBIM

Leia mais:
http://www.calendariodevacinas.com.br/calendario-de-vacinaca...
3. A vacina contra hepatite A é vacina inativada, portanto sem evidências de riscos teóricos para a
gestante e o feto e nã...
ESPECIALMENTE
INDICADAS

Tríplice Viral
(sarampo,
caxumba e
rubéola)

sim

sim

sim

sim

sim

sim

sim

sim

sim

sim sim...
após, uma
dose de dT
(vacina dupla
bacteriana do
tipo adulto) a
cada dez
anos.
Com
esquema de
vacinação
básica
incompleto
...
Antes de ser erradicada com o uso maciço de vacinas, no final dos
anos 1970, a varíola matou 300 milhões de pessoas, conta...
Cunha Neto, diretor do Laboratório de Investigação Médica de Imunologia Clínica e Alergia da USP. Mas,
se para muitos a re...
ex-namorada de Jim Carrey e ex-coelhinha da Playboy, atribui o autismo de seu filho às vacinas e vai
frequentemente à TV c...
Fonte: Veja.com

Leia mais: http://www.calendariodevacinas.com.br/o-perigo-de-nao-vacinar-as-criancas/#ixzz24ifxB1iY
Vacinas - o que são?
Vacinas - o que são?
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Vacinas - o que são?

6.009 visualizações

Publicada em

O que são vacinas?

0 comentários
5 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
6.009
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
116
Comentários
0
Gostaram
5
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Vacinas - o que são?

  1. 1. VACINAS O que são vacinas? Tags:agentes, doenças, histórico, imunidade, sistema imunitário, vacinas As vacinas são substâncias derivadas ou quimicamente parecidas com o agente que provoca doenças. Ao ser vacinado, o sistema imunitário (de defesa) identifica a substância e automaticamente reage, promovendo uma ação de proteção com a produção de anticorpos (leucócitos) contra aquela substância. Se houver uma infecção, o sistema de defesa está equipado para agir rapidamente e de maneira eficaz, impedindo o desenvolvimento da doença ou, em alguns casos, contribuindo para que os sintomas sejam mais bandos. Hoje em dia existem vacinas para diversas doenças, como gripe, malária, poliomielite, febre amarela, rubéola, tétano, HPV, meningite, entre outras, e para determinados tipos de alergias. Histórico 1796 – Edward Jenner infecta James Phipps com cowpox e dá início ao processo de vacinação 1870 – Louis Pasteur cria a primeira vacina com bactéria viva atenuada 1937 – Iniciada a utilização da vacina contra a febre amarela 1961 – Início da produção da vacina liofilizada contra a varíola 1973 – Certificação internacional da erradicação da varíola no Brasil . Instituição do Programa Nacional de Imunização – PNI 1974 – Programa ampliado de Imunizações, criado pela OPAS/OMS 1977 – Definição das vacinas obrigatórias para menores de 1 ano, em todo o Brasil e aprovação do modelo da Caderneta de Vacinações 1980 – Extingue a obrigatoriedade da vacinação contra a varíola. Início dos Dias Nacionais contra a Paralisia Infantil 1983 – A estratégia de “Dias Nacionais de Vacinação” passa a ser recomendada pela OPAS e pelo Unicef e adotada por diversos países 1986 – Criação do “Zé Gotinha”, personagem símbolo da erradicação da poliomielite 1989 – Ocorrência do último caso de poliomielite no Brasil 1992 – Início da implantação da tríplice viral em todas as unidades da federação 1993 – Início da implantação dos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais 1998 – Ampliação da vacinação contra a Hepatite B em todo o Brasil 1999 – Brasil inicia uso da vacina contra o Haemophilus influenzae tipo B Leia mais: http://www.calendariodevacinas.com.br/category/oque/#ixzz24id9DPHD Por que vacinar? Tags:doenças, imunidade, proteção, vacinação, vacinas A vacinação é uma das ações de saúde pública mais importante dos últimos tempos. Estima-se que as vacinas impedem, anualmente, cerca de 3 milhões de mortes em todo o mundo. Benefícios das vacinas * Protegem milhões de pessoas contra a dor, sofrimento e a incapacitação permanente. * Economia para os indivíduos e governos, já que reduzem os custos com doença, medicamentos, cuidados hospitalares e perda de tempo de trabalho. * Reduzem a velocidade de disseminação da doença. * Erradicação de doenças * Reduzem o uso de medicamentos que combatam os microrganismos, prevenindo a resistência aos antibióticos Leia mais: http://www.calendariodevacinas.com.br/category/porque/#ixzz24idaM6nw
  2. 2. Onde vacinar? Tags:clínicas particulares, locais de vacinação, posto de saúde, vacina As vacinas consideradas obrigatórias, segundo o Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, podem ser encontradas nos Postos de Saúde e também são aplicadas durante campanhas nacionais, e não custam nada. Já as vacinas opcionais, que ainda não foram adotadas pelo governo, podem ser aplicadas em clínicas particulares, e têm preços variados. Nos dois casos, é necessário apresentar a carteirinha de vacinação. Leia mais: http://www.calendariodevacinas.com.br/category/onde/#ixzz24idvO1wa Tipos de Vacinas Tags:Doença, nome da vacina, Tipos de vacinas NOME DA VACINA DOENÇA BCG-ID Formas graves de tuberculose Salk (vacina de vírus inativados)* Paralisia infantil Sabin (vacina de vírus atenuados) Paralisia infantil Antipneumocócica conjugada heptavalente* Pneumonia, otite e meningite Antipneumocócica 23-valente* Pneumonia, otite e meningite Antimeningocócica C conjugada* Meningite meningocócica Hepatite A Hepatite A Hepatite B Hepatite B Hepatite A+B* Hepatite A e B DT (Dupla bacteriana) Difteria e tétano DTP (Tríplice bacteriana)** Difteria, tétano, coqueluche DTPa (Tríplice bacteriana acelular)** Difteria, tétano, coqueluche Hib Meningite por Haemophilus Tríplice viral Sarampo, rubéola e caxumba Palivizumabe Bronquiolite Varicela* Catapora Rotavírus Diarréias graves Raiva Raiva Influenza* Gripe Febre amarela Febre amarela HPV* Contra o Papilomavírus Humano Mulheres * Aplicadas em clínicas particulares Leia mais: http://www.calendariodevacinas.com.br/category/tipos-de-vacinas/#ixzz24ie8D5pU Calendário de Vacinas Vacinação Influenza H1N1 Tags:gripe a, gripe H1N1, gripe suina, vacina, vacinação
  3. 3. A vacinação acontecerá no período de 8 de março a 21 de maio de 2010, perfazendo nove semanas de trabalho, e acontecerá ao mesmo tempo em todo território nacional. Os grupos de maior risco serão vacinados em etapas. Serão cinco etapas envolvendo, em cada uma, um ou mais de um desses grupos, de acordo com o seguinte cronograma: Etapas e grupos selecionados Período de realização 1ª Etapa Trabalhador de saúde (1) 8 a 19 de março População indígena aldeada 2ª Etapa Gestante em qualquer idade gestacional Doentes crônicos 22 de março a 2 de abril Crianças com idade entre seis meses a menor de dois anos 3ª Etapa População de 20 a 29 anos 4ª Etapa População com mais de 60 anos com doenças crônicas 5ª Etapa População de 30 a 39 anos 5 a 23 de abril 24 de abril a 7 de maio 10 a 21 de maio Fonte: CGPNI/DEVEP/SVS/MS Para alguns grupos alvo que têm como especificidade a faixa etária será solicitada a apresentação de documento de identificação que comprove a idade. Para os portadores de doenças crônicas preexistentes a adesão será de iniciativa do próprio portador da doença, não sendo indicada a exigência de atestado médico para não burocratizar o acesso à vacinação. Já no caso das gestantes, também é esperada a adesão espontânea, confiando-se também na informação verbal da mulher, ou, de outra maneira, o encaminhamento a partir do pré-natal. Calendário Resumido Entenda Melhor Trabalhadores da Saúde Trabalhadores da Saúde são aqueles que estão na rede de serviços prestando atendimento diretamente à população, ou seja, aqueles que, em razão das suas funções, estão sob potencial risco de contrair a infecção pelo H1N1 no contato com possíveis doentes. Nesse sentido estão aí incluídos os trabalhadores da atenção básica (estratégia saúde da família e modelo tradicional), dos serviços de média e de alta complexidade (pequeno, médio e grande portes) e aqueles que atuam na vigilância epidemiológica, especialmente na investigação de casos e no laboratório. A vacinação dos trabalhadores da Saúde tem como principal finalidade proteger esse grupo de modo a garantir o funcionamento dos serviços de saúde na eventualidade de uma segunda onda da pandemia, ou seja, com os profissionais protegidos não haverá risco de colapso no atendimento da população pela rede de serviços. A vacinação dos trabalhadores da Saúde acontecerá nas duas primeiras semanas da operação, ou seja, no período de 8 a 19 de março. População Indígena A população indígena aldeada é sempre considerada como grupo prioritário na prevenção de qualquer doença respiratória. Os indígenas são considerados grupo prioritário, seja pela maior vulnerabilidade a infecções, seja pela maior dificuldade de acesso às unidades hospitalares. A vacinação iniciará no dia 8 de março e irá até 19 de março, dentro de uma programação que já é rotina no âmbito do Programa Nacional de Imunizações (PNI), em articulação com a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) e com o apoio de outras instituições.
  4. 4. Gestantes As grávidas são consideradas como grupo de risco para a Influenza pandêmica H1N1 porque, durante a pandemia, dentre as mulheres em idade fértil que apresentaram a síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em decorrência da Influenza H1N1, 22% eram gestantes. A vacinação será realizada a partir do dia 22 de março e enquanto durar a vacinação (até 21 de maio), ou seja, serão sete semanas para mobilização da mulher grávida a buscar a sala de vacinação dos serviços de Saúde. Depois desse período, as mulheres que engravidarem poderão se vacinar. Como será utilizada a vacina que não contém o adjuvante – substância imuno-estimulante que entra na composição de uma vacina – mulheres em qualquer idade gestacional poderão ser imunizadas. A vacina que contém o adjuvante só poderia ser administrada a partir do 2º trimestre da gravidez. O Ministério da Saúde optou por vacinar a gestante somente com a vacina sem adjuvante por dois motivos: não atrapalhar a operacionalização da vacinação e evitar que qualquer intercorrência na gestação de mulher inadvertidamente vacinada antes do 2º trimestre da gravidez viesse a ser atribuída à vacina. Não há risco em vacinar grávidas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e de acordo com os padrões de segurança declarados pelos laboratórios produtores, a vacina contra o vírus Influenza A H1N1 é segura para a gestante. Não há evidências de que a vacina possa causar dano ao feto ou afetar a capacidade reprodutiva, ou, também, sobre a ocorrência de aborto provocado pela vacina nos países em que esta foi administrada para o enfrentamento da pandemia. Portadores de Doenças Crônicas Na pandemia de 2009, dentre os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) pelo vírus Influenza H1N1 observou-se um alto percentual de pessoas com doenças crônicas. Os portadores de doenças respiratórias crônicas, por exemplo, foram o de maior frequência com 24,4% dos registros, seguido das doenças cadiovasculares e outras doenças crônicas. Essas situações caracterizam pessoas que precisam de proteção por já se encontrarem em situação de vulnerabilidade, podendo apresentar quadros de maior gravidade e morte. Até o momento estão incluídos nesse segmento: • Pessoas com grande obesidade (Grau III), incluídas atualmente nos seguintes parâmetros: - crianças com idade igual ou maior que dez anos com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 25; - criança e adolescente com idade maior de dez anos e menor de 18 anos com IMC igual ou maior que 35; - adolescentes e adultos com idade igual ou maior que 18 anos, com IMC maior de 40; • Indivíduos com doença respiratória crônica desde a infância (ex.: fibrose cística, displasia broncopulmonar); • Indivíduos asmáticos (portadores das formas graves, conforme definições do protocolo da Sociedade Brasileira de Pneumologia; • Indivíduos com doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (ex.: distrofia neuromuscular); • Pessoas com imunodepressão por uso de medicação ou relacionada às doenças crônicas; • Pessoas com diabetes; • Pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e outras doenças respiratórias crônicas com insuficiência respiratória crônica (ex.: fibrose pulmonar, sequelas de tuberculose, pneumoconioses); • Pessoas com doença hepática: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral; • Pessoas com doença renal: insuficiência renal crônica, principalmente em doentes em diálise; • Pessoas com doença hematológica: hemoglobinopatias; • Pessoas com terapêutica contínua com salicilatos, especialmente indivíduos com idade igual ou menor que 18 anos (ex.: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki); • Pessoas portadoras da síndrome clínica de insuficiência cardíaca;
  5. 5. • Pessoas portadoras de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica: Hipertensão arterial pulmonar; Valvulopatias; • Pessoas com cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular (fração de ejeção do ventrículo esquerdo [FEVE] menor do que 0.40); • Pessoa com cardiopatia hipertensiva com disfunção ventricular [FEVE] menor do que 0.40; • Pessoa com cardiopatias congênitas cianóticas; • Pessoas com cardiopatias congênitas acianóticas, não corrigidas cirurgicamente ou por intervenção percutânea; • Pessoas com miocardiopatias (Dilatada, Hipertrófica ou Restritiva); • Pessoas com pericardiopatias. Fonte: Ministério da Saúde Leia mais: http://www.calendariodevacinas.com.br/vacinacao-influenza-h1n1/#ixzz24ieQ5ksh Calendário de Vacinação de Prematuro Recomendações da Associação Brasileira de Imunizações (SBIm) – 2010 RECOMENDAÇÕES E CUIDADOS ESPECIAIS Deverá ser aplicada em recém-nascidos com peso maior ou igual a 2.000g. Aplicar ao nascer no esquema habitual de três doses (0, 1 e 6 meses). Naqueles com menos de 2.000g, aplicar esquema de 4 doses: 0, 1, 2 e Durante o período de circulação do Vírus Sincicial Respiratório. Iniciar o mais precocemente possível (aos 2 meses). Respeitando a idade cronológica: três doses aos 2, 4 e 6 meses e um reformço aos 15 m Respeitando a idade cronológica: duas doses aos 6 e 7 meses. Utilizar somente vacina inativada IPV em recém nascidos internados na unidade neonatal. Não utilizar a vacina em ambiente hospitalar. Preferencialmente utilizar vacinas acelulares. Devem ser aplicadas de acordo com a idade cronológica. ENTENDA MELHOR BCG – Poucos estudos mostram eventual diminuição da resposta imune ao BCG em menores de 1.500 g a 2.000 g. Por precaução aguardar 2.000 g ou idade de 1 mês para vacinar. HEPATITE B – Os RN de mães portadoras do vírus B devem receber ao nascer, além da vacina, imunoglobulina específica para Hepatite B (HBIG) na dose de 0,5 ml via intramuscular até no máximo 7 dias de vida. Devido à menor resposta à vacina em bebês nascidos com IG < 33 semanas e/ou com menos de 2.000 g, desconsidera-se a primeira dose e aplicam-se mais três doses (esquema 0, 1, 2 e a última dose de seis a 12 meses após a primeira dose). PALIVIZUMAB – Não se trata de uma vacina, mas de imunização passiva com anticorpo monoclonal contra o vírus sincicial respiratório, indicado para o prétermo de risco, nos meses de maior circulação do mesmo (março a setembro). É altamente recomendado para prematuros com idade gestacional menor de 28 semanas com até 1 ano de idade, e para RN com displasia broncopulmonar e cardiopatas em tratamento clínico nos últimos seis meses com até 2 anos de idade. É recomendado para os demais prematuros até o sexto mês de vida, especialmente para aqueles com idade gestacional de 29 a 32 semanas, ou
  6. 6. maiores de 32 semanas que apresentem dois ou mais fatores de risco: criança institucionalizada, irmão em idade escolar, poluição ambiental, anomalias congênitas de vias aéreas e doenças neuromusculares severas. Emprega-se a dose habitual de 15 mg/kg de peso, em cinco doses mensais consecutivas, aplicadas por via intramuscular. ANTIPNEUMOCÓCICA CONJUGADA – Recém-nascidos pré-termos e de baixo peso apresentam maior incidência de doença invasiva pneumocócica, sendo que o risco aumenta quanto menor a idade gestacional e o peso de nascimento. INFLUENZA – A indicação rotineira da vacina contra o influenza em lactentes de 6 a 23 meses, nos prematuros, é reforçada, pois estes apresentam maior morbidade e mortalidade pelo vírus. Deve-se sempre respeitar a sazonalidade da doença. Poliomielite – Devido ao risco teórico de disseminação do vírus vacinal em uma população de imunodeprimidos (UTI neonatal) o uso da vacina oral está contraindicado enquianto o RN permanecer no berçário. Rotavírus – Por se tratar de vacinas de vírus vivos atenuados, a imunização contra o rotavírus só deve ser realizada após a alta hospitalar, respeitando-se a idade limite para administração da primeira dose. Tríplice bacteriana – A utilização de vacinas acelulares reduz o risco de apnéias e episódios convulsivos pós aplicação da vacina tríplice bacteriana. Demais vacinas – O calendário infantil deve ser seguido de acordo com a idade cronológica. A resposta imune às demais vacinas pode ser menor, mas em geral atinge níveis satisfatórios de proteção. OBSERVAÇÕES Recém-nascido hospitalizado: Deverá ser vacinado com as vacinas habituais, desde que clinicamente estável. Evitar o uso de vacinas de vírus vivos: pólio oral e rotavírus. No caso da vacina contra o rotavírus não administrar antes de 6 semanas de vida. Profissionais de saúde e cuidadores: Todos os funcionários da Unidade Neonatal, pais e cuidadores devem ser vacinados contra o influenza e receber uma dose da vacina tríplice acelular do tipo adulto, a fim de evitar a transmissão da Bordetella pertussis ao RN. Vacinação em gestantes e puérperas: A imunização da gestante contra o influenza é uma excelente estratégia na prevenção da doença em RNs nos primeiros 6 meses de vida, época que ele ainda não pode receber a vacina. A prevenção do tétano neonatal não deve ser esquecida, e o momento do puerpério é oportuno para receber as vacinas contra doenças para as quais a puérpera é suscetível: hepatite B, hepatite A, rubéola, varicela e febre amarela. Fonte: SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES – SBIM Leia mais: http://www.calendariodevacinas.com.br/calendario-de-vacinacao-de-prematuro/#ixzz24ierv7ep Calendário de Vacinação da Criança Recomendações da Associação Brasileira de Imunizações (SBIm) – 2010 VACINAS
  7. 7. Ao nascer BCG ID Hepatite B 1º mês 2 meses 1ª dose 1ª dose 2ª dose Tríplice Bacteriana (DTP ou DTAPa) (1) 1ª dose Hemófilo B 1ª dose Poliomielite (vírus inativados) 1ª dose Rotavírus (2) 1ª dose Antipeneumocócia conjugada heptavalente (3) 1ª dose Antimeningocócica C conjugada (4) Influenza (gripe) (5) Poliomielite oral (vírus vivos atenuados) Febre amarela (6) Hepatite A Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) Varicela (catapora) (7) HPV (8) Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (dTpa) VACINAS 3 anos a BCG ID Hepatite B Tríplice Bacteriana (DTP ou DTAPa) (1) Hemófilo B Poliomielite (vírus inativados) Rotavírus (2) Antipeneumocócia conjugada heptavalente (3) Antimeningocócica C conjugada (4) Influenza (gripe) (5) Poliomielite oral (vírus vivos atenuados) Febre amarela (6) Hepatite A Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) Varicela (catapora) (7) HPV (8) Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (dTpa) DIAS N DE VA
  8. 8. * Desde março de 2010, as crianças de até dois anos de idade passaram a seren imunizadas contra doenças como meningite, pneumonia, sinusite e otite em todo o país atravpes das vacinas pneumocócica 10-valente e a anti-meningococo C VACINAS COMBINADAS: o uso da vacina combinada com seis componentes – vacinas contra hepatite B, tríplice bacteriana acelular, contra infecções por hemófilos do tipo b e contra a poliomielite (com vírus inativados) – deve ser adotado sempre que possível, com o intuito de diminuir o número de injeções e reduzir a frequencia e a intensidade de eventos adversos. VACINA QUÍNTUPLA (“PENTA ”): o uso da vacina combinada com cinco componentes – vacinas tríplice bacteriana acelular, contra infecções por hemófilos do tipo b e contra a poliomielite (com vírus inativados) – deve ser adotado sempre que possível, pelos mesmos motivos citados para a vacina sêxtupla, quando não se pretende incluir na administração a vacina contra a hepatite B. COMENTÁRIOS (1) O uso da vacina tríplice bacteriana acelular (DTPa) é preferível ao da vacina tríplice bacteriana de células inteiras (DTP), pois a sua eficiência é semelhante à da DTP e porque os eventos adversos associados com sua administração são menos freqüentes e menos intensos do que os induzidos pela DTP. Além disso, as apresentações combinadas à DTPa permitem o uso da vacina inativada contra poliomielite. (2) As vacinas contra infecções por rotavírus licenciadas para uso no Brasil devem ser indicadas o mais precocemente possível, a partir de seis semanas de idade. A vacina produzida pelo laboratório GSK está disponível na rede pública, no esquema: primeira dose aos 2 meses e a segunda dose aos 4 meses, sendo que a primeira dose não poderá ser aplicada após 14 semanas de vida e a segunda após 24 semanas de vida. A vacina produzida pelo laboratório MSD está disponível apenas na rede privada, com esquema de três doses: a primeira dose aos 2 meses, a segunda dose aos 4 meses e a terceira dose aos 6 meses, sendo que a primeira dose não poderá ser aplicada após 12 semanas de vida, a segunda após 22 semanas de vida e a terceira 32 semanas de vida. As vacinas contra o rotavírus estão contra-indicadas para imunodeprimidos. (3) Começar o esquema de vacinação com a vacina antipneumocócica conjugada heptavalente o mais precocemente possível (no segundo mês de vida). Quando a aplicação dessa vacina não tiver sido iniciada aos dois meses de vida, o esquema de sua administração varia conforme a idade em que a vacinação for iniciada: entre 7 e 11 meses de idade: duas doses com intervalo de dois meses, e terceira dose aos 15 meses de idade; entre 12 e 23 meses de idade: duas doses com intervalo de dois meses; a partir do segundo ano de vida, dose única, exceto em imunodeprimidos que devem receber 2 doses com intervalo de dois meses entre elas. (4) A vacina antimeningocócica C conjugada pode ser aplicada a partir dos 2 meses de idade. Recomenda-se iniciar a vacinação ainda no primeiro ano de vida visto a incidência e letalidade maior nessa faixa etária. Como as demais vacinas conjugadas é recomendada dose de reforço no segundo ano de vida. (5) A vacina contra a influenza (gripe) deve ser aplicada a partir dos 6 meses de idade, respeitando-se a sazonalidade da doença. VACINA SÊXTUPLA (“HEXA”):
  9. 9. (6) A vacina contra a febre amarela deve ser indicada para habitantes de áreas endêmicas e pessoas que vão viajar para essas regiões. (7) Estima-se que uma só dose da vacina contra a varicela induza imunidade contra a infecção em 70% a 90% das crianças que a receberam, e em 95% a 98%, contra as formas graves da doença. Contudo, não é incomum a ocorrência dessa virose em crianças já vacinadas. Portanto, recomenda-se duas doses da vacina com um intervalo mínimo de 3 a 4 meses. (8) A princípio, apenas as meninas deverão ser vacinadas. Sempre que possível, a vacina anti-HPV deve ser aplicada preferencialmente na adolescência, antes de iniciada a vida sexual, entre 11 e 12 anos de idade. Duas vacinas estão disponíveis no Brasil: Vacina Quadrivalente Recombinante contra o papilomavírus humano (tipos 6,11,16,18) da MSD, com esquemas de intervalos de 0-2-6 meses, indicada para meninas e mulheres de 9 a 26 anos de idade e a Vacina contra HPV oncogênico (16 e 18, recombinante, com adjuvante AS04), da GSK, com esquemas de intervalos de 0-1-6 meses em meninas e mulheres de 9 a 25 anos de idade. Fonte: SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES – SBIM Leia mais: http://www.calendariodevacinas.com.br/calendario-de-vacinacao-da-crianca/#ixzz24if1NiaG Calendário de Vacinação de Adolescentes Recomendações da Associação Brasileira de Imunizações (Sbim) – 2010 VACINAS Tríplice Viral (sarampo, rubéola e caxumba) ESQUEMA BÁSICO Dose única para adolescentes previamente vacinados. Duas doses (com intervalo mínimo de 4 meses entre elas) para aqueles que receberam anteriormente uma dose. Hepatite A Duas doses: A segunda seis meses após a primeira Vacinas contra as hepatites A, B e A+B Hepatite B Três doses: a segunda um mês depois da primeira e a terceira cinco meses depois da segunda Hepatites A+B Três doses: a segunda um mês depois da primeira e a terceira cinco meses depois da segunda HPV Para meninas a partir de 9 anos de idade na prevenção da infecção pelo papiloma vírus humano: até 26 anos em três doses, no esquema 0-2-6 meses com a vacina do laboratório MSD ou até 25 anos em três doses, no esquema 0-1-6 meses com a vacina do laboratório GSK. Com esquema de vacinação básico contra o tétano completo: reforço aos 14 anos com dTpa. Vacinas contra difteria, tétano e coqueluche Com esquema de vacinação básico contra o tétano incompleto: uma dose de dTpa a qualquer momento e completar a vacinação básica com uma ou duas doses da vacina dupla do tipo adulto (dT) de forma a totalizar três doses de vacina contendo o componente tetânico. Em ambos os casos, na impossibilidade do uso da vacina dTpa, substituir a mesma pela vacina dT. Varicela A partir dos 13 anos de idade: duas doses com intervalo de 2 meses. Influenza (gripe) Dose única anual Vacina 1. A va Hepatit imunida 2.Esqu crônico normal e a seg 3. Para aprese aplicad A princ deverã prefere A dispo uso em coquelu reduzir impacto Vacina
  10. 10. Meningocócica C conjugada Febre amarela Dose única Sem ev Uma dose de dez em dez anos 1. Indic ou mud viagens 2. Vaci doença 3. Vaci Fonte: SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES – SBIM Leia mais: http://www.calendariodevacinas.com.br/calendario-de-vacinacao-de-adolescentes/#ixzz24if9Nnwv Calendário de Vacinação de Adultos e Idosos Recomendações da Associação Brasileira de Imunizações (Sbim) – 2010 VACINAS Tríplice Viral (sarampo, rubéola e caxumba) ESQUEMA BÁSICO Uma ou duas doses (com intervalo mínimo de 4 meses) para mulheres até 49 anos, de acordo com Vacina histórico vacinal, de forma que todas recebam no mínimo duas doses na vida.Dose única para mulheres com mais de 49 anos. Hepatite ADuas doses: A segunda seis meses após a primeira Hepatite BTrês doses: a segunda um mês depois da primeira e a terceira cinco meses depois da segunda Vacinas contra as hepatites A, B e A+B HPV Vacinas contra difteria, tétano e coqueluche Hepatites A+B Três doses: a segunda um mês depois da primeira e a terceira cinco meses depois da segunda 1. A va Hepatit imunida 2.Esqu crônico normal e a seg 3. Para aprese aplicad Para mulheres na prevenção da infecção pelo papiloma vírus humano: até 26 anos em três doses, A princ no esquema 0-2-6 meses com a vacina do laboratório MSD ou até 25 anos em três doses, no deverã esquema 0-1-6 meses com a vacina do prefere laboratório GSK. Com esquema de vacinação básico completo: reforço com dtpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto) e após, uma dose de dt (vacina dupla bacteriana do tipo adulto) a cada dez anos. Com esquema de vacinação básico incompleto ou desconhecido (Com menos de três doses anteriores de vacina dT, DTP ou DTPa): completar o esquema de três doses, aplicando uma dose de dTpa e uma ou duas doses de dT. • O uso lactente para es • Deve• Uma bacteria Indicad imunod Varicela A partir dos 13 anos de idade: duas doses com intervalo de 2 meses. Influenza (gripe) Dose única anual Antipneumocócica23valente Dose única Recom pneum pneum AntimeningocócicaC conjugada Dose única Ainda q recome Uma dose de dez em dez anos 1. Indic ou mud viagens 2. Vaci doença 3. Vaci Febre amarela
  11. 11. Fonte: SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES – SBIM Leia mais: http://www.calendariodevacinas.com.br/calendario-de-vacinacao-de-adultos-e-idosos/#ixzz24ifMtcHC Calendário de Vacinação da Mulher Recomendações da Associação Brasileira de Imunizações (Sbim) – 2010 VACINAS ESQUEMAS HPV Para mulheres na prevenção da infecção pelo papiloma vírus humano: até 26 a 2-6 meses coma vacina do laboratório MSD ou até 25 anos em três doses, no esquema 0-1-6 meses com a vacina do laboratório GSK. Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) Uma ou duas doses (com intervalo mínimo de 4 meses) para mulheres até 49 vacinal, de forma que todas recebam no mínimo duas doses na vida. Dose única para mulheres com mais de 49 anos. Hepatite A Duas doses, com intervalo de seis meses após a primeira. Hepatites A, B ou A e B Hepatite B Três doses, com intervalos de um mês entre a primeira e a segunda e de seis (0-1-6). Hepatite A e B Três doses, com intervalos de um mês entre a primeira e a segunda e de seis (0-1-6). Vacinas contra difteria, tétano e coqueluche Com esquema de vacinação básica completo Reforço com dTpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto) e após, uma dos tipo adulto) a cada dez anos. Com esquema de vacinação Uma dose de dTpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto) e uma ou bacteriana do tipo para completar esquema de três doses. Para a gestante, mesmo que esteja com o esquema de vacinação contra recebido a última mais de cinco anos: uma dose da vacina dupla bacteriana do tipo adulto (dT). Varicela (catapora) A partir de 13 anos de idade: duas doses com intervalo de dois meses. Influenza (gripe) Dose única anual Febre Amarela Uma dose de dez em dez anos para quem vive ou vai se deslocar para áreas e Vacina antimeringocócica C conjugada Dose única Observação: Sempre que possível, evitar a aplicação de vacinas no primeiro trimestre de gravidez. Vacinas de vírus vivos (tríplice viral, varicela e febre amarela), se possível e de preferência devem ser aplicadas pelo menos um mês antes do início da gravidez e nunca durante a gestação. Comentários 1. Estão licenciadas duas vacinas contra o HPV. A Vacina Quadrivalente Recombinante contra o papilomavírus humano (tipos 6,11,16,18) da MSD, com esquemas de intervalos de 0-2-6 meses indicada para meninas e mulheres de 9 a 26 anos de idade e a Vacina contra HPV oncogênico (16 e 18, recombinante, com adjuvante AS04), da GSK, com esquemas de intervalos de 0-1-6 meses em meninas e mulheres de 9 a 25 anos de idade. 2. Vacina de vírus atenuados de risco teórico para o feto, portanto, contraindicada em gestantes.
  12. 12. 3. A vacina contra hepatite A é vacina inativada, portanto sem evidências de riscos teóricos para a gestante e o feto e não contra-indicada nessa fase. Deve ser preferencialmente aplicada fora do período da gestação, mas em situações de risco a exposição ao vírus não está contraindicada em gestantes. 4. A vacina Tríplice bacteriana do tipo adulto (dTpa) é vacina inativada, portanto sem evidências de riscos teóricos para a gestante e o feto e não contra-indicada nessa fase. O uso de dTpa em gestantes está recomendado por ora, somente em situações de risco especial para pertussis, definidas como: gestantes adolescentes; gestantes profissionais de saúde; mulheres grávidas que cuidam diretamente de crianças menores de 12 meses de idade; gestantes que vivem ou trabalhem em comunidades com alta prevalência de coqueluche. Para esses casos, o esquema recomendado é: Em gestantes previamente vacinadas (com pelo menos três doses de vacina contendo a antitetânica (dT, ATT, DTP ou DTPa): aplicar uma única dose de dTpa, de preferência no segundo ou terceiro trimestre da gestação. Em gestantes com vacinação incompleta ou desconhecida: aplicar uma dose de dTpa seguida de duas doses de dT com intervalo de dois meses entre elas. Nos casos em que não se justifique o uso de dTpa em gestantes, o esquema recomendado é: Em gestantes previamente vacinadas (com pelo menos três doses de vacina contendo a antitetânica (dT, ATT, DTP ou DTPa), tendo recebido a última dose há mais de cinco anos: aplicar uma dose de dT no segundo ou terceiro trimestre e uma dose de dTpa no pós-parto, seis meses após a dT. Em gestantes com vacinação incompleta: completar o esquema de três doses com uma ou duas doses de dT com intervalo de seis meses entre elas (se já recebeu duas ou uma dose anteriormente e respectivamente) no segundo ou terceiro trimestre e uma dose de dTpa no pós-parto, seis meses após a dT. Em gestantes com vacinação desconhecida: duas doses de dT com intevalo de dois meses entre elas e uma dose de dTpa no pós-parto, seis meses após a dT. 5. A gestante é grupo de risco para as complicações da infecção pelo influenza. 6. A vacina contra a febre amarela, apesar de vacina de vírus atenuado de risco teórico para o feto (e por isso contra-indicada para gestantes) em regiões onde a doença seja altamente endêmica e o risco da doença, portanto, supere os da vacina, deve ser aplicada mesmo durante a gestação. 7. A vacina meningocócica C conjugada é vacina inativada, portanto sem evidências de riscos teóricos para a gestante e o feto. No entanto, na gestação está indicada apenas nas situações de surtos da doença. Vale destacar que a amamentação não contra-indica a vacinação. Fonte: SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES – SBIM Leia mais: http://www.calendariodevacinas.com.br/calendario-de-vacinacao-da-mulher/#ixzz24ifWLIAf Calendário de Vacinação Ocupacional Recomendações da Associação Brasileira de Imunizações (Sbim) – 2010 VACINAS ESQUEMAS PROFISSIONAIS POR ÁREA DE ATUAÇÃO
  13. 13. ESPECIALMENTE INDICADAS Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola) sim sim sim sim sim sim sim sim sim sim sim sim Hepatite A Duas doses: A segunda seis sim meses após a primeira Hepatites A, B ou A e B Dose única sim sim sim sim - sim - sim sim - sim - sim sim - - sim - sim sim sim sim Hepatite B Três doses: a segunda um mês depois da primeira e a terceira cinco meses depois da segunda sim Hepatites A+B Três doses: a segunda um mês depois da primeira e a terceira cinco meses depois da segunda HPV Vacinas contra difteria, tétano e coqueluche Para mulheres na prevenção da infecção pelo papiloma vírus humano: até 26 anos em três doses, no esquema 0-26 meses com a vacina do laboratório MSD ou até 25 anos em três doses, no esquema 0-16 meses com a vacina do laboratório GSK. sim - Com esquema dTpa de vacinação básica completo Reforço com dTpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto) e - - - - - sim - - - - - dT dT dT dTpa dT - - dT - dT dT
  14. 14. após, uma dose de dT (vacina dupla bacteriana do tipo adulto) a cada dez anos. Com esquema de vacinação básica incompleto Uma dose de dTpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto) e uma ou duas doses de dT (vacina dupla bacteriana do tipo adulto). Varicela (catapora) A partir dos 13 anos de idade: duas doses sim com intervalo de 2 meses. Influenza Dose única anual Antimeningocócic a Dose única C conjugada Febre amarela Uma dose de dez em dez anos Três doses: a segunda sete Raiva (vacina dias depois da obtida em primeira e a cultura de células) terceira 14 a 21 dias após a segunda Febre tifoide Dose única da vacina polissacarídica capsular Vi, por via intramuscular ou subcutânea, para adultos e crianças a partir de dois anos de idade. - sim - sim - - - sim - - - sim sim sim sim sim sim sim sim sim sim sim sim - - sim - - - - - - - - - - - sim - - - - - sim sim - sim - - - - - sim - - - - - sim(5) sim sim Fonte: SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES – SBIM Leia mais: http://www.calendariodevacinas.com.br/calendario-de-vacinacao-ocupacional/#ixzz24ifeni55 O perigo de não vacinar as crianças Tags:Calendário de Vacinas, vacinas, vacinas em crianças
  15. 15. Antes de ser erradicada com o uso maciço de vacinas, no final dos anos 1970, a varíola matou 300 milhões de pessoas, contando apenas o século XX. O sarampo, uma doença altamente contagiosa, foi responsável por cerca de 2,6 milhões de mortes por ano, antes de 1980, época em que começaram as intensas campanhas de vacinação. Já os casos de poliomielite, doença que pode causar paralisia infantil, apresentaram uma queda de 99% desde 1988, quando, mais uma vez, a prevenção com vacina teve início. Criadas em 1796, pelo médico britânico Edward Jenner, as vacinas deram início a uma revolução na medicina preventiva – tornando possível evitar a ocorrência de doenças letais e contagiosas. Há quem, no entanto, na contramão de todas as evidências científicas, opte por não vacinar seus filhos. A lamentável ideia encontrou abrigo entre um grupo de pais, grande parte da classe média alta, que vem optando por não imunizar os filhos para doenças que deixaram de ser comuns, como o sarampo e a difteria. Alguns por acreditarem em teorias exóticas e fraudulentas, outros por medo de que a vacina prejudique a saúde da criança e outros ainda, por questões ideológicas, pensam resistir ao que seria uma imposição criada pela indústria farmacêutica. Por um motivo ou outro, a irresponsabilidade pode colocar em risco não só a saúde da criança, mas de todos à sua volta, alertam especialistas. “O que estamos percebendo é que há um aumento, mesmo que pequeno, no número de pais que buscam médicos que orientam a não vacinar a criança”, diz Eitan Berezin, presidente do Departamento Científico Infeccioso da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Apesar de representarem ainda uma pequena parcela da população brasileira, esses pais que optam por não imunizar os filhos para determinadas doenças se concentram nas classes mais altas da sociedade, aquelas que, pelo menos na teoria, tiveram e têm acesso a informação de boa qualidade. Entre os argumentos mais triviais para a recusa está o medo de que a vacina traga problemas sérios de saúde, como o autismo, e a sensação de que é desnecessário se prevenir contra doenças que têm ocorrência baixa. “Os riscos de a criança desenvolver uma complicação séria em função da vacina são muito menores do que os de ela contrair a doença. Não há nem comparação. E isso não é algo que eu acho ou acredito, é um fato comprovado cientificamente”, diz o pediatra americano Paul Offit, um dos maiores especialistas no assunto. Além de professor da Universidade da Filadélfia, é ex-membro do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, sigla em inglês) e autor dos livros Deadly Choices: How the Anti-Vaccine Movement Threatens Us All (Escolhas mortais: como o movimento anti-vacina ameaça a todos nós, sem edição em português) e Autism’s False Prophets: Bad Science, Risky Medicine, and the Search for a Cure (Falsos profetas do autismo: ciência ruim, medicina de risco e a procura pela cura, também sem edição em português). Abastados e desprotegidos — De acordo com um levantamento recente feito a pedido do Ministério da Saúde, e publicado no periódico médico Vaccine, 82,6% das crianças brasileiras tomaram todas as vacinas recomendadas até os 18 meses de idade. O estudo, que avaliou 17.295 crianças das 27 capitais, descobriu, no entanto, um dado inusitado: nas classes mais ricas das capitais mais ricas a vacinação era deficitária. Em São Paulo, por exemplo, 71% das crianças do estrato A (o mais rico) haviam recebido a imunização completa — enquanto no estrato E (o mais pobre), a cobertura era de 81%. “Uma das razões para essa discrepância é a ideia de que é exagero vacinar os filhos contra algumas doenças”, diz José Cassio de Moraes, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, membro do Comitê Técnico Assessor de Imunização do Ministério da Saúde e coordenador da pesquisa. As vacinas que costumeiramente são mais descartadas são a de sarampo, difteria, hepatite B e da gripe. “Desde a década de 1970 os casos dessas doenças são muito baixos. Esses pais nunca tiveram de lidar, de temer essas doenças, então deixam de vacinar acreditando que o filho não corre riscos”, diz Edécio
  16. 16. Cunha Neto, diretor do Laboratório de Investigação Médica de Imunologia Clínica e Alergia da USP. Mas, se para muitos a redução drástica nos casos dessas doenças é motivo para burlar o calendário básico de vacinação, para outros, ela pode significar sérias complicações de saúde. Imunidade coletiva — Há dentro dos programas de vacinação o que se costuma chamar de imunidade de rebanho. A ideia é que quando você vacina, no mínimo, 95% das crianças de uma comunidade, todas ficam protegidas. Nesses 5% restantes, explicam os especialistas, estariam aquelas que por algum motivo não podem tomar vacina. No grupo estão, segundo Renato Kfouri, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), crianças com câncer, aids, com insuficiência renal ou com outras doenças crônicas que comprometem o sistema imunológico. “Elas se protegem quando há a garantia de que as outras crianças não vão transmitir a doença para ela. Vacinar o filho é mais do que uma ação individual”, diz. Quando uma criança é vacinada, formas amenizadas ou mortas de vírus ou de bactérias que causam doenças são injetadas dentro do corpo. O sistema imunológico reconhece esses organismos e desenvolve anticorpos contra eles. Esses anticorpos ficam, então, armazenados dentro do batalhão de células de defesa do corpo, para combater a doença em caso de uma exposição futura. Se a criança não é vacinada, no entanto, ela obviamente se torna suscetível à doença — e pode se tornar um potencial agente de transmissão e até mesmo iniciar um surto. Vacinas demais? — É esse mecanismo usado para criar os anticorpos que preocupa algumas pessoas. Há quem diga que os riscos de efeitos adversos não valham a pena, se a criança tem uma saúde plena. “Não sou contra vacinar, mas acredito que existe hoje um exagero. Há vacinas demais”, afirma Liliane Azambuja, pediatra homeopata e criadora da comunidade virtual Tem Vacina D+. De acordo com a médica, as chamadas doenças da infância, como o sarampo, ajudam a fortalecer o sistema imunológico da criança saudável. “Cerca de 90% das crianças que chegam ao meu consultório têm algum tipo de alergia. Elas são mais atópicas do que as crianças de décadas atrás. Claro que há outros fatores envolvidos, mas a vacina tem um papel importante”, diz. Para a pediatra, seria ideal ainda que o calendário fosse repensado e as vacinas fossem dadas em períodos mais esparsos e tardios. A época de início da imunização mais adequada, seria, então, aos seis meses de idade, quando o sistema imunológico do bebê já está mais amadurecido. “Uma enorme quantidade de organismos inoculados é dado de uma vez a uma criança de meses. Acho isso muito agressivo, além de acreditar que possa ajudar a desenvolver doenças autoimunes”, diz Liliane. É bom lembrar que o sarampo é uma doença altamente contagiosa e, embora na maioria dos casos não coloque em risco crianças saudáveis, pode ser fatal para pessoas com o sistema imunológico sem resistência. Vizinhança de risco — Felizmente, o movimento antivacinação ainda engatinha no Brasil. Em países da Europa e nos Estados Unidos, no entanto, ele vem causando surtos que preocupam as autoridades de saúde. Grupos antivacinação sempre existiram, mas em 1998 ganharam o reforço que sempre esperaram. Um estudo publicado em um dos principais periódicos médicos do mundo, o britânico Lancet, de autoria do médico Andrew Wakefield, alegava que 12 crianças que eram normais até receberem a vacina tríplice viral se tornaram autistas depois de desenvolverem inflamações intestinais. O estrago provocado foi grande. Após a divulgação da pesquisa, muitos pais optaram por deixar de vacinar os filhos contra as doenças infantis. Como resultado, houve um aumento dos casos de sarampo na Europa e nos Estados Unidos, onde a ideia de que vacinas fazem mal também prosperou. Em 2008, tanto o País de Gales quanto a Inglaterra registraram epidemias de rubéola. O estudo, porém, era uma fraude. O jornalista Brian Deer desmascarou Wakefield, no British Medical Journal, ao provar que cinco das 12 crianças já tinham problemas de desenvolvimento, fato encoberto pelo médico. Várias pesquisas e investigações (britânica, canadense e americana) foram feitas depois do controvertido estudo, que só levou em conta a pequena amostragem de 12 crianças, e não encontraram relação entre o aparecimento do autismo e a vacina tríplice. Wakefield perdeu a licença médica, mas continua com certo prestígio nos Estados Unidos, onde vive e ainda defende a ideia de que vacinas podem causar autismo. Influenciada por Wakefield, uma celebridade de miolo mole chamada Jenny McCarthy, cujas grandes credenciais científicas incluem ser
  17. 17. ex-namorada de Jim Carrey e ex-coelhinha da Playboy, atribui o autismo de seu filho às vacinas e vai frequentemente à TV convencer os pais a não vacinarem seus filhos. O resultado da nefasta dupla ainda pode ser sentido em dois continentes. De acordo com o Centro Europeu para Prevenção e Controle de Doenças, em 2011 foram registrados 30.567 casos de sarampo em 29 países da Europa. Em 2009, foram 7.175. Nos Estados Unidos, o estado de Indiana registrou 14 casos de sarampo, em fevereiro, depois que duas pessoas contaminadas foram assistir aos jogos do Super Bowl. Dos contaminados, 13 não haviam sido imunizados. No Brasil, surtos do gênero ainda são pequenos. No estado de São Paulo, foram registrados, em 2011, 26 casos de sarampo. Desses, 60% ocorreram em pessoas não vacinadas — sete em crianças menores de um ano, cinco em indivíduos não vacinados por opção e quatro casos sem vacina documentada. Já na capital paulista foram 13 casos, com 10 ocorrendo em função da falta de vacina. O surto teve início em uma creche no bairro do Butantã, em seis bebês menores de um ano (idade indicada para a primeira dose), passando para quatro crianças com idades entre cinco e 10 anos (que não haviam sido imunizadas). “Esses surtos costumam acontecer em bolsões pequenos, porque essas crianças não vacinadas frequentam as mesmas escolas. Mas há sempre o risco, porque o vírus continua em circulação”, diz Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Dentro da lei — A garantia da vacinação está, no entanto, institucionalizada no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Consta no artigo quarto que é dever da família assegurar a efetivação dos direitos à saúde. Não há, no entanto, nenhuma fiscalização que obrigue os pais a vacinar corretamente os filhos. Mas, de acordo com Ricardo Cabezón, presidente da Comissão de Estudos do ECA da Ordem dos Advogados de São Paulo, cabe aos pais gerenciar esses direitos, e não dispor deles. “Se a criança vier a adoecer em função de uma falha na vacinação, isso pode levar à perda do poder familiar. Os pais podem responder por crime de abandono, omissão dolosa ou culposa”, diz. Para o advogado, há uma diferença entre a escolha pessoal entre diversos tratamentos (que podem ser guiados pelas crenças e filosofias dos pais) e a recusa dos mesmos. “Só se pode tomar uma decisão como essa quando há embasamento científico que o fundamente. Não vai vacinar porque tem medo de alguma complicação? Então, tenha todas as provas científicas emitidas por autoridades médicas”, diz. Do contrário, garante Cabezón, os pais correm o risco até mesmo de perder a guarda da criança. “Há uma série de medidas que um juiz pode tomar para garantir o direito da criança à saúde.”
  18. 18. Fonte: Veja.com Leia mais: http://www.calendariodevacinas.com.br/o-perigo-de-nao-vacinar-as-criancas/#ixzz24ifxB1iY

×