Motivação para a poesia

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Motivação para a poesia

  1. 1. Chama-se POESIA a um conjunto de poemas. Um livro de poemas é um livro de POESIA.
  2. 2. Vamos criar uma frase para cada imagem.
  3. 3. Acróstico: é uma forma textual, onde uma letra pode formar, uma palavra ou frase.
  4. 4. • • • • • • • • • • • • • • • • TUDO AO CONTRÁRI0 O menino do contra queria tudo ao contrário: deitava os fatos na cama e dormia no armário. Das cascas dos ovos fazia uma omelete; para tomar banho usava a retrete. Andava, corria de pernas para o ar; se estava contente, punha-se a chorar. Molhava-se ao sol, secava na chuva e em cada pé usava uma luva. Escrevia no lápis com um papel; achava salgado o sabor do mel. No dia dos anos teve dois presentes: um pente com velas e um bolo com dentes.
  5. 5. Abecedário sem juízo • • • • • • • • • • A é a Ana, a cavalo numa cana. B é o Beto, quer armar em esperto. C é a Cristina, nada fora da piscina. D é o Diogo, com chichi apaga o fogo. E é a Eva, olha o rabo que ela leva. F é o Francisco, come as conchas do marisco. G é a Graça, ai mordeu-lhe uma carraça! H é a Helena, é preta, diz que é morena. I é o Ivo, põe na mosca um curativo. J é o Jacinto, faz corridas • • • • • • • • • N é o Napoleão, dorme dentro do colchão. O é a Olga, todos os dias tem folga. P é a Paula, entra de burro na aula. Q é o Quintino, que na missa faz o pino. R é o Raul, a beber a tinta azul. S é a Sofia, engasgada com uma enguia. T é a Teresa, come debaixo da mesa. U é o Urbano, que caiu dentro do cano. V é a Vera, com as unhas de
  6. 6. A minha casinha FIZ UMA CASINHA DE CHOCOLATE, TAPEI-A POR CIMA COM UM TOMATE. PUS-LHE UMA JANELA DE REBUÇADO E MAIS UMA PORTA DE PÃO TORRADO. PUS-LHE UM CHUPA-CHUPA NA CHAMINÉ A FAZER DE NEVE, AÇUCAR PILÉ A MINHA CASINHA BEM SABOROSA… COMI-A AO ALMOÇO, SOU TÃO GULOSA! » Luísa Ducla Soares
  7. 7. A língua do nhem • Havia uma velhinha que andava aborrecida pois dava a sua vida para falar com alguém. • E estava sempre em casa a boa velhinha resmungando sozinha: nhem-nhem-nhem-nhem-nhemnhem... • O gato que dormia no canto da cozinha escutando a velhinha, principiou também • a miar nessa língua e se ela resmungava, o gatinho a acompanhava: nhem-nhem-nhem-nhem-nhemnhem... • Depois veio o cachorro da casa da vizinha, pato, cabra e galinha de cá, de lá, de além, • e todos aprenderam a falar noite e dia naquela melodia nhem-nhem-nhem-nhemnhem-nhem... • De modo que a velhinha que muito padecia por não ter companhia nem falar com ninguém, • ficou toda contente, pois mal a boca abria tudo lhe respondia: nhem-nhem-nhem-nhemnhem-nhem... • Cecília Meireles, Ou isto ou aquilo, Nova Fronteira

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