Técnicas de reprodução medicamente assistidas final

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Trabalho de meus alunos 12º

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Técnicas de reprodução medicamente assistidas final

  1. 1. Técnicas de reprodução medicamente assistidas
  2. 2. Infertilidade <ul><li>Incapacidade temporária ou permanente em conceber um filho e em levar uma gravidez até ao seu termo natural. </li></ul><ul><li>Após um período de um ano em que um casal tem relações sexuais regularmente e desprotegidas sem ocorrer uma gravidez, é considerado infértil. </li></ul>
  3. 3. Reprodução Assistida <ul><li>Inseminação artificial ou IUI </li></ul><ul><li>Fertilização in vitro ou IVF </li></ul><ul><li>Injecção intra-citoplasmática de espermatozóides ou ICSI </li></ul>
  4. 4. Fertilização in vitro <ul><li>O que é? </li></ul><ul><ul><li>Na fertilização in vitro, os ovócitos são recolhidos a partir dos ovários, sendo de seguida fecundados com espermatozóides em meio laboratorial. Os embriões assim obtidos são posteriormente transferidos para o útero da mulher. </li></ul></ul><ul><ul><li>É especialmente utilizada para infertilidade não explicada ou quando a mulher não tem trompas ou estas estão danificadas. </li></ul></ul>
  5. 5. <ul><li>Primeiro Bebé Proveta </li></ul><ul><ul><li>O nascimento da primeira criança (Louise Brown) por uma técnica de Reprodução Medicamente Assistida resultou de um tratamento de FIV realizado em Inglaterra, em 25 de Julho de 1978; </li></ul></ul><ul><li>Primeiro Bebé Proveta Português </li></ul><ul><ul><li>Em 1986 nasceu no Hospital Santa Maria o primeiro bebé resultante de RMA português – Carlos Saleiro. </li></ul></ul>
  6. 6. <ul><li>Taxas de Sucesso </li></ul><ul><ul><li>As taxas de sucesso são variáveis, dependendo da idade da mulher e da causa da infertilidade. Por norma, esta taxa é de 29%. </li></ul></ul><ul><li>Reacções adversas ao tratamento </li></ul><ul><ul><li>Reacção adversa moderada </li></ul></ul><ul><ul><li>Síndrome de Hiperestimulação Ovárica </li></ul></ul><ul><ul><li>Gravidez ectópica </li></ul></ul>
  7. 8. Inseminação Artificial <ul><li>O que é? </li></ul><ul><ul><li>Transferência mecânica de espermatozóides, previamente recolhidos, tratados e seleccionados para o interior do aparelho genital feminino, na altura da ovulação. Pode utilizar-se, em caso de infertilidade masculina, esperma de um dador. </li></ul></ul>
  8. 9. <ul><li>A Inseminação Artificial surgiu por volta do séc. XVIII, devido a estudos de um médico Inglês – Hunter. Foi largamente utilizada nos anos 70. </li></ul><ul><li>Foi inserida em Portugal nos anos 80. </li></ul><ul><li>Taxa de sucesso nos anos 70 – 2% a 4 % </li></ul><ul><li>Taxa de sucesso actual – 1 em cada 3 tentativas </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Há duas modalidades de IA: </li></ul><ul><ul><li>Inseminação Artificial Intra-Cervical – requer presença de muco cervical para migração dos espermatozóides; </li></ul></ul><ul><ul><li>Inseminação Artificial Intra-Uterina – não necessita da presença de muco cervical, sendo os espermatozóides colocados directamente no útero. </li></ul></ul>
  10. 11. <ul><li>Reacções adversas ao tratamento – As reacções são semelhantes às reacções da Fertilização In Vitro : </li></ul><ul><ul><li>Reacção adversa moderada </li></ul></ul><ul><ul><li>Síndrome de Hiperestimulação Ovárica </li></ul></ul><ul><ul><li>Gravidez ectópica </li></ul></ul>
  11. 13. Injecção intra-citoplasmática de espermatozóides <ul><li>O que é? </li></ul><ul><ul><li>Consiste em injectar um único espermatozóide directamente dentro do óvulo, promovendo assim a fecundação. </li></ul></ul><ul><ul><li>É utilizada em situações de: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>baixo número de espermatozóides, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>baixa mobilidade, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>obstrução dos canais </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>etc. </li></ul></ul></ul>
  12. 14. <ul><ul><li>Em 1992 surgiram os primeiros nascimentos obtidos por esta nova técnica, desenvolvida por uma equipa de Bruxelas e que revolucionou o tratamento da infertilidade masculina. </li></ul></ul><ul><ul><li>A generalização da utilização deste método fez com que aumentassem as taxas de fecundação, passando-se a obter maiores taxas de gravidez evolutiva muito mais elevadas. </li></ul></ul>
  13. 15. <ul><li>Taxa de Sucesso </li></ul><ul><ul><li>Dependendo da idade da mulher e da causa de infertilidade do casal, com embriões frescos a taxa é de 29.4%; para embriões congelados, a taxa diminui para 18%. </li></ul></ul>
  14. 16. <ul><li>Etapas </li></ul><ul><ul><li>Preparação dos ovócitos: </li></ul></ul><ul><ul><li>Preparação do sémen; </li></ul></ul><ul><ul><li>Preparação para a microinjecção: </li></ul></ul>
  15. 17. <ul><li>Reacções adversas ao tratamento – As reacções são semelhantes às reacções da Fertilização In Vitro e da Inseminação Artificial: </li></ul><ul><ul><li>Reacção adversa moderada </li></ul></ul><ul><ul><li>Síndrome de Hiperestimulação Ovárica </li></ul></ul><ul><ul><li>Gravidez ectópica </li></ul></ul>
  16. 19. Problemas associados à RMA <ul><li>Recurso à RMA como primeira opção, sem comprovar a infertilidade do casal; </li></ul><ul><li>Famílias instáveis; </li></ul><ul><li>Recurso a esperma e ovócitos de terceiros; </li></ul><ul><li>Exploração económica de dadores; </li></ul><ul><li>Problemas de consanguinidade; </li></ul><ul><li>Barrigas de aluguer – maternidade bipartida e exploração económica; </li></ul>
  17. 20. <ul><li>Inseminação e fecundação post-mortem; </li></ul><ul><li>Impossibilidade de conhecimento dos pais biológicos (desconhecimento do historial médico familiar, etc.); </li></ul><ul><li>Selecção de embriões e diagnóstico pré-implantatório; </li></ul><ul><li>Criopreservação de embriões; </li></ul><ul><li>Utilização de embriões para fins científicos. </li></ul><ul><li>A RMA e a religião </li></ul>
  18. 21. <ul><li>Trabalho Realizado por: </li></ul><ul><ul><li>Adriano Malheiro nº1 </li></ul></ul><ul><ul><li>Ana Carvalho nº2 </li></ul></ul><ul><ul><li>Sofia Moreira nº28 </li></ul></ul><ul><ul><li>Isabel Teixeira nº30 </li></ul></ul><ul><ul><li>Rui Neves nº32 </li></ul></ul>

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