Deficiência Auditiva e Disfunções Vestibulares Lívia Caetano Mariana Rachel Loureiro Marcelo D’Amado Sara
HISTOLOGIA DO APARELHO AUDITIVO
FUNÇÕES <ul><li>O órgão vestíbulo-coclear é responsável pela audição e equilíbrio </li></ul>
DIVISÕES <ul><li>O órgão vestíbulo-coclear ou aparelho auditivo é divido em três porções:  </li></ul><ul><li>Ouvido extern...
DIVISÕES: OUVIDO EXTERNO Constituído pelo pavilhão da orelha, meato acústico externo e membrana timpânica. Meato acústico ...
DIVISÕES: OUVIDO EXTERNO O  meato acústico externo  é um canal que segue do pavilhão da orelha até a membrana timpânica. M...
DIVISÕES: OUVIDO EXTERNO Meato acústico externo Membrana timpânica pavilhão A  membrana do tímpano  é responsável pela tra...
DIVISÕES: OUVIDO MÉDIO Constituído pelos  ossículos e músculos. Constituído por epitélio simples e pavimentoso, cujo a lâm...
DIVISÕES: OUVIDO MÉDIO M. estapédio Estribo M. Tensor do tímpano Bigorna Martelo Formada por três ossículos que são respon...
DIVISÕES: OUVIDO INTERNO Vestíbulo, cóclea e canais semicirculares. Formado por um labirinto ósseo e um membranoso, e entr...
DIVISÕES: OUVIDO INTERNO Vestíbulo Comunica-se com canais semicirculares e cóclea. Formado órgãos otolíticos que possuem d...
DIVISÕES: OUVIDO INTERNO Na mácula, sobre suas células, há uma camada de material gelatinoso e sobre este encontram-se otó...
DIVISÕES: OUVIDO INTERNO Canais semicirculares : epitélio pavimentoso simples e tecido conjuntivo. Células receptoras enco...
DIVISÕES: OUVIDO INTERNO Cóclea :  enrola-se em torno de um cone de tecido ósseo esponjoso, o modíolo. Possui uma rampa ou...
DIVISÕES: OUVIDO INTERNO Órgãos de Corti: são sensiveis a vibrações. Formados por células pilosas externas e internas. Fic...
DIVISÕES: OUVIDO INTERNO As células sensoriais internas tem forma de cálice, com estereocílios na superfície livre, enquan...
FUNÇÕES  Vestibular: Movimentos que mudam ângulo da cabeça, deslocam otólitos que por sua vez movem camada gelatinosa. Ess...
Perda Auditiva <ul><li>Perda auditiva é a falta de habilidade em perceber ou interpretar o som.  </li></ul><ul><li>Varia d...
Tipos de Surdez <ul><li>Surdez Nervosa: causada por um prejuizo da cóclea ou do Nervo Coclear; </li></ul><ul><li>Surdez de...
<ul><li>Surdez de Baixas Frequencias    Exposição prolongada a sons altos que causa dano no orgão de Corti </li></ul><ul>...
<ul><li>Surdez de Condução: causada por um prejuízo físicos das estruturas da orelha que conduzem sons para o cóclea; </li...
<ul><li>Surdez causada pelo sistema de condução da orelha média, aumentando a sua resistencia e dificultando a passagem de...
Surdez Congênita <ul><li>Hereditária/Genética </li></ul><ul><li>Causas Intrauterinas: Rubéola, Sífile, Toxoplasmose, Herpe...
As disfunções vestibulares são dividas em 2 grupos, de acordo com a localização da lesão: 1) Síndromes vestibulares perifé...
Síndromes Vestibulares  Periféricas Doença de Ménière: Doença do ouvido interno, de origem desconhecida na maioria das pes...
Vertigem Postural Paroxística Benigna (VPPB):  É o tipo mais comum, onde ocorrem breves e repentinos episódios de  vertige...
Ototoxicose: As drogas ototóxicas, como os antibióticos aminoglicosideos, pode produzir  lesão labirínticas bilateral . A ...
Síndromes Vestibulares  Centrais As lesões que acometem as vias vestibulares centrais são as mais variadas possíveis dentr...
<ul><li>acometimento precoce dos pares cranianos VIII, V, VII(fibras  sensitivas) </li></ul><ul><li>     acometimento de e...
<ul><li>II)   Síndrome da fossa posterior </li></ul><ul><li>quadro clínico  variável segundo localização da lesão: bulbo, ...
Diagnóstico O diagnóstico de disfunção vestibular é feito com a ajuda de anamnese e exame físico otorrinolaringológico, au...
<ul><li>As minhas referencias foram essas, vê se põe umas melhores: </li></ul><ul><li>http://www.nead.unama.br/site/bibdig...
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  1. 1. Deficiência Auditiva e Disfunções Vestibulares Lívia Caetano Mariana Rachel Loureiro Marcelo D’Amado Sara
  2. 2. HISTOLOGIA DO APARELHO AUDITIVO
  3. 3. FUNÇÕES <ul><li>O órgão vestíbulo-coclear é responsável pela audição e equilíbrio </li></ul>
  4. 4. DIVISÕES <ul><li>O órgão vestíbulo-coclear ou aparelho auditivo é divido em três porções: </li></ul><ul><li>Ouvido externo, ouvido médio e ouvido interno </li></ul>
  5. 5. DIVISÕES: OUVIDO EXTERNO Constituído pelo pavilhão da orelha, meato acústico externo e membrana timpânica. Meato acústico externo Membrana timpânica pavilhão O pavilhão da orelha é formado por cartilagem elástica, coberta por uma fina camada de pele de ambos os lados, contendo glândulas sebáceas. É importante na captação do som.
  6. 6. DIVISÕES: OUVIDO EXTERNO O meato acústico externo é um canal que segue do pavilhão da orelha até a membrana timpânica. Meato acústico externo Membrana timpânica pavilhão A parte mais externa do pavilhão por estar em continuação com o pavilhão, apresenta mesma estrutura de cartilagem. Mais internamente, porém, tem um arcabouço formado pelo osso temporal, revestido por pele rica em pêlos, glândulas sebaceas e ceruminosas. As duas glândulas citadas produzem o cerúmen, que juntamente com os pêlos conferem proteção ao aparelho auditivo.
  7. 7. DIVISÕES: OUVIDO EXTERNO Meato acústico externo Membrana timpânica pavilhão A membrana do tímpano é responsável pela transmissão das ondas sonoras para os ossículos do ouvido médio. A membrana timpânica é recoberta externamente por uma fina camada de pele, e internamente por um epitélio do tipo cúbico simples, e entre estas ainda há fibras colágenas e fibroblastos.
  8. 8. DIVISÕES: OUVIDO MÉDIO Constituído pelos ossículos e músculos. Constituído por epitélio simples e pavimentoso, cujo a lâmina própria encontra-se aderida ao periósteo. Apresenta uma comunicação com a faringe pela tuba auditiva, onde o epitélio apresenta-se prismático ciliado, e a medida que ocorre aproximação da faringe vai tornando-se pseudo-estratificado ciliado. Tuba auditiva
  9. 9. DIVISÕES: OUVIDO MÉDIO M. estapédio Estribo M. Tensor do tímpano Bigorna Martelo Formada por três ossículos que são responsáveis pela transmissão de vibrações mecânicas da membrana timpânica até ouvidoi nterno: Martelo, bigorna e estribo. Tais ossículos são revestidos por um tipo de epitélio pavimentoso simples. Os músculos constituintes são: o tensor do tímpano e o estribo que participam na regulação da condução do estímulo sonoro.
  10. 10. DIVISÕES: OUVIDO INTERNO Vestíbulo, cóclea e canais semicirculares. Formado por um labirinto ósseo e um membranoso, e entre eles uma perilinfa . Labirinto ósseo: formado por uma cavidade central, o vestíbulo. Labirinto membranoso: formado por epitélio de revestimento pavimentoso, possui endolinfa em seu interior. Labirinto ósseo Vestíbulo Canais semicirculares Cóclea Máculas
  11. 11. DIVISÕES: OUVIDO INTERNO Vestíbulo Comunica-se com canais semicirculares e cóclea. Formado órgãos otolíticos que possuem duas estruturas: sáculo e utrículo. Saculo e utrículo são formados por epitélio simples e pavimentoso, recoberto por fina camada de tecido conjuntivo. No interior dessa estruturas encontra-se endolinfa e em determinadas regiões observa-se um espessamento do epitélio, as máculas. Máculas: constituídas por células de sustentação e células receptoras (sensoriais), que contem estereocílios.
  12. 12. DIVISÕES: OUVIDO INTERNO Na mácula, sobre suas células, há uma camada de material gelatinoso e sobre este encontram-se otólitos. Otólitos constituem estruturas de carbonato de cálcio que ficam encrustadas nessa camada gelatinosa e movem-se de acordo com a angulação da cabeça.
  13. 13. DIVISÕES: OUVIDO INTERNO Canais semicirculares : epitélio pavimentoso simples e tecido conjuntivo. Células receptoras encontram-se na ampola.Os estereocilios localizam-se dentro da cúpula gelatinosa. Esses canais são preenchidos por endolinfa. Canal semicircular cúpula Cílios Endolinfa
  14. 14. DIVISÕES: OUVIDO INTERNO Cóclea : enrola-se em torno de um cone de tecido ósseo esponjoso, o modíolo. Possui uma rampa ou estria vestibular, média e timpânica. Há ainda uma membrana vestibular ou de Reisser(epitélio pavimentoso simples.)entre rampa média e vestibular, a membrana basilar entre rampa média e timpânica e órgãos de Corti sobre a membrana basilar.
  15. 15. DIVISÕES: OUVIDO INTERNO Órgãos de Corti: são sensiveis a vibrações. Formados por células pilosas externas e internas. Ficam sobre membrana basilar, com estereocílios ligado a membrana tectória.
  16. 16. DIVISÕES: OUVIDO INTERNO As células sensoriais internas tem forma de cálice, com estereocílios na superfície livre, enquanto as externas são alongadas, com estereocílios modificados, em contato com nervo coclear.
  17. 17. FUNÇÕES Vestibular: Movimentos que mudam ângulo da cabeça, deslocam otólitos que por sua vez movem camada gelatinosa. Esse movimento, dependendo da orientação, movimentará estereocílios num sentido em que gerará despolarização destas células ou inibição. Nos canais semicirculares, o movimento da endolinfa devido a rotação, movimentará cúpula, deslocando estereocílios das células que irão gerar também uma resposta por parte dessas células. Coclear: Quando estímulos sonoros entram pela janela oval da cóclea, ocorre uma movimentação do fluido coclear. Este por sua vez, vibra membrana basilar que se desloca em relação à tectória. Isso movimenta cílios, provocando despolarização, com consequente ativação ou inibição de neurônios que transmitirão esses impulsos gerando, posteriormente uma resposta auditiva.
  18. 18. Perda Auditiva <ul><li>Perda auditiva é a falta de habilidade em perceber ou interpretar o som. </li></ul><ul><li>Varia desde a dificuldade em ouvir sons suaves ou entender a fala até a completa surdez. </li></ul><ul><li>Todas as pessoas experimentam algum grau de perda auditiva já que isso faz parte do envelhecimento natural. </li></ul>
  19. 19. Tipos de Surdez <ul><li>Surdez Nervosa: causada por um prejuizo da cóclea ou do Nervo Coclear; </li></ul><ul><li>Surdez de Altas frequencias  Dano da base da cóclea (pessoas idosas) </li></ul>
  20. 20. <ul><li>Surdez de Baixas Frequencias  Exposição prolongada a sons altos que causa dano no orgão de Corti </li></ul><ul><li>Surdez de Todas as Frequencias  Sensibilidade do Órgão de Corti a antibioticos como Estreptomicina, Kanamicina e Cloromfenicol </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Surdez de Condução: causada por um prejuízo físicos das estruturas da orelha que conduzem sons para o cóclea; </li></ul><ul><li>Obstrução da orelha externa; </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Surdez causada pelo sistema de condução da orelha média, aumentando a sua resistencia e dificultando a passagem de ondas sonoras para a cóclea; </li></ul><ul><li>Causa comum é a fibrose da orelha media causada por infecções e osteoclerose. </li></ul>
  23. 23. Surdez Congênita <ul><li>Hereditária/Genética </li></ul><ul><li>Causas Intrauterinas: Rubéola, Sífile, Toxoplasmose, Herpes, e alguns medicamentos teratógenos; </li></ul>
  24. 24. As disfunções vestibulares são dividas em 2 grupos, de acordo com a localização da lesão: 1) Síndromes vestibulares periféricas , quando o comprometimento das funções auditiva e vestibular é no labirinto (síndromes endolabrirínticas) e/ou no VIII par craniano até sua entrada no tronco cerebral (síndromes retrolabirínticas). 2) Síndromes vestibulares centrais , quando o comprometimento das funções auditiva e vestibular ocorre a nível do tronco cerebral, em seus núcleos, vias e interrelações com outras estruturas do sistema nervoso, como o córtex temporal e o cerebelo. TIPOS DE DISFUNÇÃO VESTIBULAR
  25. 25. Síndromes Vestibulares Periféricas Doença de Ménière: Doença do ouvido interno, de origem desconhecida na maioria das pessoas, é causada por aumento de pressão da endolinfa, o fluido biológico que preenche os canais semicirculares (labirinto). Na crise os seguintes sintomas estão presentes: vertigens, zumbidos e hipoacusia. Muitas pessoas se queixam de uma sensação de pressão ou plenitude no ouvido afetado. A doença de Ménière raramente é bilateral (afeta os dois ouvidos em apenas 10% a 15% dos casos). Síndrome de Lermoyez: Variação da Doença de Menière onde a disacusia melhora durante ou após a crise vertiginosa. O zumbido pode estar ausente e há remissão total da perda auditiva após a crise.
  26. 26. Vertigem Postural Paroxística Benigna (VPPB): É o tipo mais comum, onde ocorrem breves e repentinos episódios de vertigem e/ou enjôo aos movimentos da cabeça(alterações rápidas de posição). Nesta doença ocorre um desprendimento de cristais minerais das células ciliares do órgão otolítico utricular, que flutuam livremente no canal semicircular posterior ou aderem à cúpula deste canal. Em geral, não é encontrada a causa, mas este distúrbio pode ser devido a trauma, infecções virais ou alterações isquêmicas ou degenerativas. Não há alterações auditivas Neuronite vestibular: Síndrome caracterizada por ocorrência de vertigem rotacional súbita e intensa prostração , acompanhadas de náuseas e vômitos , mas sem alterações auditivas . Pode-se observar a presença de nistagmo espontâneo e posicional do tipo periférico, bem como lateropulsão para o lado afetado, de modo que a pessoa passa a se manter imóvel, tendo-se em vista que a vertigem é persistente e pode piorar com movimentos da cabeça. Entre algumas causas, encontram-se o trauma craniano, a neuropatia diabética, a obstrução de artéria terminal labiríntica e, mais raramente, a esclerose múltipla e a encefalite do tronco cerebral.
  27. 27. Ototoxicose: As drogas ototóxicas, como os antibióticos aminoglicosideos, pode produzir lesão labirínticas bilateral . A relação dose/efeito é bem marcada e as tonturas em geral são não-rotatórias. Outras drogas cuja intoxicação leva a vertigem são os anticonvulsivantes, que também pode produzir nistagmo e ataxia, senso que os salicilatos levam a zumbido e vertigem, podendo ocorrer hipoacusia. A retirada dessa últimas drogas reverte os sintomas. Labirintite bacteriana: O quadro clínico é de vertigens intensas , náuseas e vômitos , associados à hipoacusia importante. Cefaléia , dor local , hipertermia e secreção purulenta podem estar presentes. É provável que esta se deva devido à extensão de uma infecção bacteriana do ouvido médio, meninges ou mastóide, podendo desenvolver-se também fístulas labirínticas que resultam da erosão secundária por infecção crônica ou colesteatoma.
  28. 28. Síndromes Vestibulares Centrais As lesões que acometem as vias vestibulares centrais são as mais variadas possíveis dentro das patologias do SNC (tumorais, degenerativas, infecciosas, vasculares, traumáticas, etc.), e podem ser classificadas de acordo com o local da lesão em :
  29. 29. <ul><li>acometimento precoce dos pares cranianos VIII, V, VII(fibras  sensitivas) </li></ul><ul><li>    acometimento de estruturas da fossa posterior, tronco cerebral e cerebelo </li></ul><ul><li>audição: perda variável, unilateral, e discriminação vocal muito ruim - sempre que houver uma deficiência auditiva neuro-sensorial unilateral pensar na possibilidade de ser um neurinoma acústico. </li></ul><ul><li>equilíbrio : muito acometido </li></ul><ul><li>nistagmo : importante e constante, pervertido, geralmente múltiplo </li></ul><ul><li>patologias mais comuns: </li></ul><ul><li>-neurinomas do VIII, VII (tumores benignos que se desenvolvem a partir das células de Schwann) </li></ul><ul><li>-meningiomas (tumores que se desenvolvem a partir das meninges) </li></ul><ul><li>-paragangliomas (neoplasias que surgem a partir do tecido paragangliônico do sistema nervoso autônomo) </li></ul><ul><li>-colesteatoma (tumor benigno que se desenvolve na parte alta do tímpano) </li></ul><ul><li>-cisticercose ( doença provocada pela ingestão de ovos da Taenia solium ) </li></ul><ul><li>-aracnoidites (inflamação aguda ou crônica da membrana aracnóide das meninges) </li></ul>I) Síndrome do ângulo ponto-cerebelar
  30. 30. <ul><li>II) Síndrome da fossa posterior </li></ul><ul><li>quadro clínico variável segundo localização da lesão: bulbo, protuberância, pedúnculo, ventrículos, cerebelo. </li></ul><ul><li>    Tontura geralmente não rotatória </li></ul><ul><li>      audição tonal pouco comprometida, com perda de discriminação </li></ul><ul><li>      tinitus (zumbido) : raros </li></ul><ul><li>III) Síndrome supra-tentorial </li></ul><ul><li>     </li></ul><ul><li>pobre em sinas otoneurológicos - pode haver alteração do nistagmo optocinético. </li></ul><ul><li>sintomatologia neurológica de acordo com topodiagnóstico </li></ul><ul><li>Exemplo: epilepsia vestibular (perda da consciência precedida por vertigem intensa, onde podem existir zumbidos. ) </li></ul>
  31. 31. Diagnóstico O diagnóstico de disfunção vestibular é feito com a ajuda de anamnese e exame físico otorrinolaringológico, audiometria, imitanciometria e exame vestibular. O exame vestibular é feito por intermedio da vectoelectronistagmografia. As disfunções vestibulares são particularmente comuns na população idosa. O aparecimento de queixas e até de alguns exames confirmando problemas vestibulares em faixas etárias mais jovens devem ser um foco de atenção, visto que podem ser parte da sintomática de complicações mais graves, como transtorno do panico.
  32. 32. <ul><li>As minhas referencias foram essas, vê se põe umas melhores: </li></ul><ul><li>http://www.nead.unama.br/site/bibdigital/pdf/artigos_revistas/120.pdf </li></ul><ul><li>http://www.sorocaba.pucsp.br/atn/apostilas/otorrino/apost_labirintopatias.htm </li></ul><ul><li>http://www.unifesp.br/dpsiq/polbr/ppm/especial04a.htm </li></ul><ul><li>http://www.scielo.br/scielo . php ? pid=S0034 -72992006000400013& script=sci_arttext </li></ul>

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