Aula morfofisiol. S. nervoso

1.660 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
1 comentário
2 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.660
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
39
Comentários
1
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Aula morfofisiol. S. nervoso

  1. 1. Morfofisiologia animal comparada II: sistema nervoso Profº Adriano Alvarenga
  2. 2. Comparando sistema nervoso Filo Cnidaria è animais radiais são os mais simples a apresentarem células nervosas verdadeiras = protoneurônio; Nervos organizados em forma de rede nervosa; Não apresentam sistema nervoso central (SNC).
  3. 3. Comparando sistema nervoso Animais bilaterais acelomados FILO PLATYHELMINTHES Par de gânglios anteriores com cordões nervosos longitudinais conectados por nervos transversais;
  4. 4. Comparando sistema nervoso Animais pseudocelomados: Filo Rotifera, Gastrotricha, Priapulida, Nematoda... Gânglios cerebrais ou anel nervoso circum-entérico conectados aos nervos anterior e posterior; Órgãos do sentido: poros ciliados, papilas, cerdas e alguns ocelos;
  5. 5. Comparando sistema nervoso FILO MOLLUSCA Gânglios pares: cerebral, pleural, pedioso, visceral; Cordões nervosos; Plexo subepidérmico; Gastrópodes e cefalópodes è gânglios centralizados em anel nervoso.
  6. 6. Comparando sistema nervoso FILO ANNELIDA Cordão nervoso ventral duplo; Par de gânglios com nervos laterais em cada metâmero; Cérebro = par de gânglios cerebróides com conectivos ao cordão;
  7. 7. Comparando sistema nervoso FILO ARTHROPODA Semelhante aos anelídeos; Gânglio cerebral dorsal conectado por um anel que circunda o tubo digestivo e uma cadeia nervosa ventral dupla constituída por gânglios segmentares; Gânglios fundidos em algumas espécies; Órgãos sensoriais bem desenvolvidos (olhos compostos, tato, olfato, audição, equilíbrio e quimiorrecepção).
  8. 8. Comparando sistema nervoso FILO ARTHROPODA Subfilo Crustacea Cérebro = par de gânglios supra-esofágicos que enviam nervos aos olhos e dois pares de antenas; Conectados ao gânglio supra-esofágico, existe fusão de 5 pares de gânglios de onde partem nervos para a boca, apêndices, esôfago e glândulas antenais; Cordão nervoso ventral duplo com um par de gânglios em cada somito, partindo nervos para os apêndices e músculos; Sistema sensorial: olhos compostos, estatocisto e cerdas táteis;
  9. 9. Comparando sistema nervoso FILO ARTHROPODA Subfilo Uniramia, principalmente classe Insecta Semelhante aos grandes crustáceos (tendência de fusão dos gânglios); Sistema nervoso estomadeano, semelhante ao SNA de vertebrados; Células neurosecretoras em diversas regiões do cérebro, com funções endócrinas, envolvidas principalmente no processo de muda e metamorfose;
  10. 10. Comparando sistema nervoso FILO ARTHROPODA Subfilo Uniramia, principalmente classe Insecta Mecanorrecepção (sensilas- podem ser cerdas ou processo piloso); Audição (sensilas em forma de pêlo e tímpano); Quimiorrecepção; Visão; Receptores de temperatura (antenas e pernas), umidade e propriocepção (posição do corpo) e gravidade;
  11. 11. Comparando sistema nervoso FILO ECHINODERMATA Anel circum-oral e nervos radiais; Geralmente 2 ou 3 sistemas de redes nervosas localizados em diferentes regiões do corpo, variando com o grau de desenvolvimento de acordo com o grupo; Ausência de cabeça e cérebro; Poucos órgãos sensoriais especializados, receptores táteis e químicos, pés ambulacrais, tentáculos terminais, fotorreceptores e estatocistos;
  12. 12. Comparando sistema nervoso FILO CHAETOGNATHA e HEMICHORDATA Plexo nervoso subepidérmico formando os cordões nervosos dorsal e ventral, com anel conectivo no colarinho;
  13. 13. Comparando sistema nervoso FILO CHORDATA Grupo craniata (subfilo vertebrata) Maioria dos invertebrados possuem cordão nervoso sólido situado ventralmente ao canal alimentar; Nos cordados o único cordão nervoso é tubular e dorsal ao canal alimentar;
  14. 14. Comparando sistema nervoso FILO CHORDATA Encéfalo altamente diferenciado e envolto por crânio cartilaginoso ou ósseo; 10 ou 12 pares de nervos cranianos com funções sensoriais e motoras; 1 par de nervos espinais para cada miótomo primitivo; Sistema nervoso autônomo (SNA); Órgãos do sentido especiais pares.
  15. 15. Comparando sistema nervoso Peixes - FILO CHORDATA Classe Myxini (feiticeiras) àCordão nervoso dorsal com diferenciado; encéfalo àAusência de cerebelo; à10 pares de nervos cranianos; àRaízes nervosas dorsais e ventrais unidas.
  16. 16. Comparando sistema nervoso Peixes - FILO CHORDATA Classe Cephalaspidomorphi (lampreias) - Cordão nervoso dorsal com encéfalo diferenciado; - Presença de cerebelo; - 10 pares de nervos cranianos; - Raízes nervosas dorsais e ventrais separadas.
  17. 17. Comparando sistema nervoso Peixes - FILO CHORDATA Classe Chondrichthyes Subclasse Elasmobranchii - Encéfalo com 2 lobos olfatórios; 2 hemisférios cerebrais; 2 lobos ópticos; Cerebelo; Medula oblongata; 10 pares de nervos cranianos; 3 pares de canais semicirculares.
  18. 18. Comparando sistema nervoso Peixes - FILO CHORDATA Classe Chondrichthyes- Subclasse Elasmobranchii Tubarões: Órgãos olfatórios grandes = detecção de substâncias em baixas concentrações 1 parte em 10 bilhões; sistema de linha lateral, detecção de vibrações de baixa frequência por mecanorreceptores especiais (neuromastos); Ampola de Lorenzini eletroreceptores para detectar o campo bioelétrico das presas;
  19. 19. Comparando sistema nervoso Peixes - FILO CHORDATA Ostheichthyes Classe Actinopterygii (nadadeiras raiadas) e classe Sarcopterygii (nadadeiras lobadas): - Sistema nervoso com lobos olfatórios; - Cérebro; - Lobos ópticos; - Cerebelo; - 10 pares de nervos cranianos; - 3 pares de canais semicirculares;
  20. 20. Comparando sistema nervoso FILO CHORDATA Classe Amphibia Receptores sensoriais aquáticos modificados para adaptação à vida terrestre: Ouvido à membrana timpânica (tímpano) e estribo (columela) que transmitem vibrações para o ouvido interno através do ar; Córnea tornou-se a principal superfície de refração da luz para visão fora da água, no lugar do cristalino; Surgimento de pálpebras (proteção) e glândulas lacrimais (lubrificação); Epitélio olfativo revestindo a cavidade nasal;
  21. 21. Comparando sistema nervoso FILO CHORDATA Classe Amphibia 3 partes do encéfalo: Telencéfalo = sentido do olfato; Mesencéfalo = sentido da visão; Rombencéfalo (cerebelo+medula oblonga) = cerebelo pouco desenvolvido à equilíbrio; medula à centro dos reflexos auditivos, respiração, deglutição e controle vasomotor; 10 pares de nervos cranianos;
  22. 22. Audição
  23. 23. Comparando sistema nervoso FILO CHORDATA Classe Reptilia Sistema nervoso significativamente mais complexo que dos anfíbios; Lobos ópticos na região dorsal do encéfalo; Telencéfalo maior em relação ao resto do encéfalo; Hipófise; Cerelelo; Medula oblonga; 12 pares de nervos cranianos;
  24. 24. Comparando sistema nervoso FILO CHORDATA Classe Reptilia Com exceção da audição, os demais sentidos são bem desenvolvidos; Órgão de jacobson (quimiorrecepção); Percepção de vibrações no solo; Fosseta loreal: órgão sensível ao calor, radiação de ondas infravermelho (5.000 a 15.000nm) animais endotermos emitem na faixa de 10.000nm; Experimentos demonstram distinção de 0,003°C sobre uma superfície.
  25. 25. Comparando sistema nervoso FILO CHORDATA Classe Aves Complexidade do sistema nervoso relacionada aos problemas de vôo, obtenção de alimentos, acasalarse, defender território, incubar e criar filhotes e distinguir entre co-específicos e inimigos;
  26. 26. Comparando sistema nervoso FILO CHORDATA Classe Aves - Córtex cerebral, delgado, sem fissura e pouco desenvolvido; - 12 pares de nervos cranianos; - Núcleo do cérebro (corpo estriado) é expandido no principal centro integrativo do encéfalo, controla atividade de comer, cantar, voar e aspectos reprodutivos complexos;
  27. 27. Comparando sistema nervoso FILO CHORDATA Classe Aves Encéfalo com hemisférios cerebrais, cerebelo e teto do mesencéfalo (lobos ópticos) bem desenvolvidos; Cerebelo = percepção da posição muscular, equilíbrio e auxilia na acuidade visual; Lobos ópticos = aparato de associação visual comparável ao córtex visual de mamíferos.
  28. 28. Comparando sistema nervoso FILO CHORDATA Classe Mamalia Encéfalo bem desenvolvido, especialmente o neopálio (neocórtex) com 12 pares de nervos cranianos;
  29. 29. Estrutura, função e organização neuronal Neurônios + células de suporte (da glia ou neuróglia) = sistema nervoso;
  30. 30. Estrutura, função e organização neuronal A bainha de mielina é a membrana celular de células gliais especializadas denominadas de oligodentrócitos, no SNC (encéfalo e medula espinhal) e Células de Schwann no SNP (nervos fora do encéfalo e da medula espinhal);
  31. 31. Neurônio motor ou motoneurônio à conduz impulsos do sistema nervoso para as fibras musculares;
  32. 32. Feixes de axônios que percorrem os tecidos do corpo são denominados de nervos; Gânglios = conjunto de corpos celulares neuronais, distribuídos ao longo do cordão nervoso; presentes em muitos invertebrados, controlam regiões específicas do animal; Nos vertebrados o cordão nervoso = medula espinal e os gânglios periféricos (fora do SNC);
  33. 33. Organização Neurônios sensoriais ou aferentes: transmitem informações captadas de estímulos externos (som, luz, pressão...) ou estímulos internos (pO2 sanguínea, posição/orientação da cabeça...); Interneurônios: conectam outros neurônios; Neurônios motores: conduzem sinais aos órgão efetores, contrações musculares e secreções glandulares;
  34. 34. Célula que conduz informação para um neurônio particular = pré-sináptica; Célula que recebe informação transmitida por uma sinapse de um neurônio particular = póssináptica a este neurônio; A maioria das transmissões sinápticas é realizada por neurotransmissores; Geralmente a porção da célula pós-sináptica possui canais iônicos ligante-dependentes; Detalhes em sinapse química!
  35. 35. Potencial de Ação (PA) Fases do potencial de ação: Despolarização (início e propagação do impulso elétrico); Repolarização; Hiperpolarização;
  36. 36. Potencial de Ação Potencial eletroquímico (EM) e concentração de alguns íons na célula: EM repouso = -90mV (mais negativo dentro); [Na+] èfora da célula = 145mM e dentro 12mM; [K+]è fora da célula 3,5mM e dentro 160mM;
  37. 37. Potencial de Ação Potencial de repouso = -90mV (pode variar de -20 a 100mV); Entrada rápida de Na+ èPotencial eletroquímico (EM) varia de -90mV para +35mV = DESPOLARIZAÇÃO; è interior fica mais positivo! REPOLARIZAÇÃO = é o retorno do potencial eletroquímico a -90mV è interior mais negativo! HIPERPOLARIZAÇÃO = ultrapassa o potencial de repouso, a célula aumenta ainda mais o seu (EM), ou seja, abaixo de -90mV;
  38. 38. Potencial de Ação Potencial limiar = mínimo de estímulo ou alteração do potencial eletroquímico necessário para disparar o PA; Período refratário (absoluto e relativo) = período entre dois PA, ou seja, não ocorre PA; necessário para que a célula possa ser repolarizada, para iniciar outro PA;
  39. 39. Potencial de ação Ocorre em insetos??? Apesar de concentrações iônicas incomuns, alguns insetos possuem o potencial de repouso e de ação dos nervos semelhante aos de outros animais; Como? O sistema nervoso dos insetos é envolto por uma bainha (perineuro) nervosa que separa o nervo do contato imediato com os fluidos extracelulares (hemolinfa); Provavelmente existe uma bomba de sódio que mantém a concentração elevada deste íon, independente das alterações da concentração da hemolinfa;
  40. 40. Nervos mielinizados de invertebrados Motivo pelo qual muitos invertebrados conseguem uma rápida condução dos impulsos: A) existência de axônios gigantes cuja condução rápida está ligada ao maior diâmetro das fibras; B) algumas fibras são revestidas por múltiplas camadas de bainha semelhante a mielinização dos nervos de vertebrados, observados em minhocas, insetos, caranguejos e pitus;
  41. 41. Neurônios mielinizados Condução saltatória do impulso através de fendas amielinizadas chamadas de nodos de Ranvier;
  42. 42. Diferença entre condução em neurônio mielinizado e não-mielinizado
  43. 43. Neurônios gigantes Presentes em lula, artrópodes, anelídeos e teleósteos = o diâmetro aumentado é responsável por reduzir a resistência longitudinal interna; São responsáveis pela ativação rápida e sincrônica dos reflexos locomotores, importantes durante escape ou resposta de fuga (ex.: barata e minhoca);
  44. 44. Sinapse
  45. 45. Tipos de sinapses Sinapses elétricas: Neurônio pré-sináptico é acoplado eletricamente ao neurônio pós-sináptico por proteínas particulares dentro das membranas; São muito mais rápidas; São relativamente raras; Sinapses químicas: PA do neurônio pré-sináptico causam liberação de neurotransmissor que se difunde através de um estreito espaço (fenda sináptica) que separa as membranas dos neurônios pré e pós-sinápticos; Já foram identificados mais de 50 neurotransmissores, que variam na forma de agir;
  46. 46. Exemplo de sinapse química Transmissão sináptica química rápida Junção neuromuscular, placa motora ou terminal motor: Liberação de acetilcolina (Ach) presente nas vesículas sinápticas e secretado por exocitose no LEC que separa o neurônio e o músculo, se ligando à proteínas específicas do receptor da membrana pós-sináptica;
  47. 47. Exemplo de sinapse química Transmissão sináptica química lenta Comunicação entre as células pré e póssinápticas é mais lenta que na junção neuromuscular; Neurotransmissores são sintetizados por 1 ou mais aa = aminas biogênicas; Contém apenas 1 aa = neuropeptídeos;
  48. 48. Exemplos de neurotransmissores Ach (neurônios que o liberam são chamados de colinérgicos); Norepinefrina, epinefreina e dopamina = catecolaminas; Ácido glutâmico; Ácido -aminobutírico (GABA) à sinapses motoras inibitórias de músculos de crustáceos e anelídeos, transmissor inibitório de SNC de vertebrados; Serotonina; Moléculas que imitam ação dos neurotransmissores = agonistas; Moléculas que bloqueiam a ação = antagonistas;
  49. 49. Exemplos de neurotransmissores Neuropeptídeos endógenos: Endorfina e encefalina: diminuem a percepção da dor e induzem a euforia. Ação semelhante aos opiáceos exógenos ópio e heroína; Liberação pelo cérebro após ingestão de alimentos, escutar músicas agradáveis, prática esportiva e outras situações prazerosas; Auxílio em estudos com efeito placebo ; o fato da pessoa acreditar no efeito da medicação em aliviar a dor faz com que ocorra a liberação de opióides endógenos;
  50. 50. Neuromoduladores São neurotransmissores capaz de afetar muitos neurônios vizinhos, indiretamente;
  51. 51. Modalidades de sinapses Sinapses excitatórias à aumentam a probabilidade de ocorrerem PA na célula póssináptica; Despolarizam a membrana norepinefrina e glutamato) pós-sináptica (ach, Sinapses inibitórias à reduzem a probabilidade de ocorrerem PA na célula pós-sináptica; Hiperpolarizam a membrana pós-sináptica, estabilizando-a contra a despolarização (ácido gamaaminobutírico GABA)
  52. 52. Mecanismos pós-sinápticos Receptores de Ach em junção neuromuscular de vertebrados: a) Receptores de Ach nicotínicos: a nicotina (alcalóide produzidos por plantas) imita a ação da Ach nos canais da Junção NM; b) Receptores de Ach muscarínicos: muscarina (isolada de cogumelo) ativa receptor encontrado em células alvo dos neurônios parassimpáticos (SNA) de vertebrados.
  53. 53. Organização do Sistema Nervoso de vertebrados SN = SNC (encéfalo e medula espinal) + SNP (receptores sensoriais, nervos sensoriais e gânglios) Divisão sensorial ou aferente trás informações para o interior do SNC Divisão motora ou eferente carreia informações para fora do SNC, até a periferia
  54. 54. Localização anatômica: SNC vs. SNP SNC à encéfalo + medula espinhal (encontrados dentro do eixo central do corpo); SNP à componentes que se estendem para o exterior do eixo central, em direção à periferia do corpo; Nervos cranianos: nervos do SNP que se originam diretamente do encéfalo; Nervos espinhais: nervos do SNP que emergem da medula espinhal;
  55. 55. Direção dos impulsos: Via aferente ou sensitiva (ascendente): conduzem impulsos nervosos em direção ao SNC; Via eferente ou motora (descendente): conduzem impulsos para longe do SNC;
  56. 56. Função: Autonômico vs. Somático a) Sistema nervoso Somático è funções voluntárias; b) Sistema nervoso autônomo è funções involuntárias;
  57. 57. Morfofisiologia do sistema nervoso SNC (encéfalo1 + medula espinhal2): 1) Encéfalo = cérebro + cerebelo + diencéfalo ( entre encéfalo ) + tronco encefálico;
  58. 58. Pituitária
  59. 59. Morfofisiologia do sistema nervoso Cérebro: Córtex cerebral = camada mais externa do encéfalo, envolvidas na aprendizagem, inteligência, consciência...); Corpo caloso = conjunto de fibras que conecta as duas metades do córtex cerebral;
  60. 60. Morfofisiologia do sistema nervoso Cérebro: c) Giros = dobras da superfície; d) Fissuras = ranhuras; e) Sulcos = ranhuras mais rasas; f) Fissura longitudinal = ranhura que divide o cérebro em hemisférios direito e esquerdo; Cada hemisfério é dividido em LOBOS;
  61. 61. Estruturas importantes do encéfalo Conjunto de camadas de tecido conjuntivo que reveste o encéfalo e a medula espinhal; Fluido, gordura e tecido conjuntivo são responsáveis por amortecimento e distribuição de nutrientes; Meningite (inflamação);
  62. 62. Anestesia Epidural
  63. 63. Estruturas importantes do encéfalo Fluido cerebroespinhal ou cefalorraquidiano (LCR): Líquido claro e escorregadio que banha o encéfalo protegendo-o das duras camadas internas do crânio e a medula, protegendo-a do canal vertebral; Responsável por amortecimento e indícios de participação em funções autonômicas (respiração e vômito); Infecção, inflamação, câncer de encéfalo = alteração de proteínas e da composição celular = diagnósticos de doenças!
  64. 64. Estruturas importantes do encéfalo Barreira hematoencefálica à barreira funcional que separa os capilares do encéfalo do próprio tecido nervoso; Estes capilares não possuem fenestras, são diferentes dos capilares do restante do corpo; Impedem a passagem de muitas drogas, íons, moléculas do sangue, para o encéfalo; Ivermectina não afeta gatos, cães... mas afeta insetos e parasitas; Exemplo da L-DOPA (Mal de Parkinson);
  65. 65. Algumas drogas conseguem burlar a barreira; Exemplo anfetamina;
  66. 66. Nervos cranianos (III ao XII se originam no tronco encefálico)
  67. 67. 2) Medula espinhal Continuação caudal do tronco encefálico; 31 pares de nervos espinais à condução de informações sensoriais e instruções motoras entre encéfalo e a periferia do corpo; Raízes nervosas dorsais possuem fibras sensoriais (aferentes); Raízes nervosas ventrais possuem fibras motoras (eferentes);
  68. 68. Sistemas sensoriais Vias sensoriais >> ativados por estímulos ambientais Os receptores no sistema visual, gustativo e auditivo são células epiteliais especializadas Os receptores do sistema somatossensorial e olfativo são neurônios de 1ª ordem Neurônios de 1ª ordem são os mais próximos aos receptores sensoriais e os de 4ª ordem, são os mais próximos ao SNC
  69. 69. Tipos de receptores Mecanorreceptores (ligados à pressão e inclui os barorreceptores) Fotorreceptores Quimiorreceptores Termorreceptores Nocirreceptores

×