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PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO
FUNDAMENTAL OLAVO BILAC
Bruna Mesquita Lamas – A3C/2013
A escola ensina a
arte de aprender e,
acima de tudo,
ensina a viver!
Jeniffer Silveira Camargo –
18B/2013
“Tudo o que a gente puder fazer no sentido de
convocar os que vivem em torno da escola, e
dentro da escola, no sentido de participarem, de
tomarem um pouco o destino da escola na mão,
também. Tudo o que a gente puder fazer nesse
sentido é pouco ainda, considerando o trabalho
imenso que se opõe diante de nós, que é o de
assumir esse país democraticamente.”
Paulo Freire
2
ÍNDICE
Dados de Identificação .......................................................................................................04
Apresentação ......................................................................................................................04
Projeto Político Pedagógico ................................................................................................05
Histórico ..............................................................................................................................06
Diagnóstico .........................................................................................................................07
Filosofia ..............................................................................................................................08
Missão .................................................................................................................................11
Visão ....................................................................................................................................11
Valores .................................................................................................................................11
Objetivo Geral......................................................................................................................12
Objetivo Específico Anos Iniciais e Etapas Iniciais EJA.......................................................12
Objetivo Específico de Artes ...............................................................................................12
Objetivo Específico de Ciências ..........................................................................................13
Objetivo Específico de Educação Física ............................................................................13
Objetivo Específico de Ensino Religioso .............................................................................13
Objetivo Específico de Geografia ........................................................................................13
Objetivo Específico de História ...........................................................................................14
Objetivo Específico de Inglês ..............................................................................................15
Objetivo Específico de Matemática .....................................................................................15
Objetivo Específico de Português .......................................................................................15
Objetivo Específico de Música ............................................................................................15
Metodologia .........................................................................................................................16
Organização Administrativa da Escola
Regimento Escolar...................................................................................................16
Direitos e Deveres dos Alunos ................................................................................17
Corpo Docente.........................................................................................................19
Coordenação pedagógica ...................................................................................19
Orientação educacional............................................................................................20
Conselho escolar......................................................................................................21
Reunião Pedagógica ...............................................................................................21
Conselho de Classe ................................................................................................21
3
Horário de Funcionamento .................................................................................................22
Níveis de Ensino e Organização ........................................................................................22
Avaliação Escolar ...............................................................................................................24
Projetos da Escola
Projetos Institucionais .............................................................................................25
Projetos Complementares ......................................................................................26
Referências Bibliográficas ..................................................................................................27
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL OLAVO BILAC
ENDEREÇO: Rua Professor Paulo Zanotta da Cruz, 276
CEP: 96040-340
TELEFONE: (53) 32716500
EMAIL: bilac02@gmail.com
CNPJ: 01932273/0001-37
APRESENTAÇÃO
A Escola Municipal de Ensino Fundamental Olavo Bilac possui pré-escolar, ensino
fundamental regular e Educação de Jovens e Adultos.
O Espaço Escolar constitui-se da seguinte forma:
10 salas de aula;
3 banheiros femininos para alunos e 1 para cadeirante;
3 banheiros masculinos para alunos e 1 para cadeirante;
2 banheiros para professores e funcionários;
2 banheiros para pré e 1º ano;
Biblioteca;
Laboratório de Informática;
Laboratório de Ciências;
Sala de Vídeo;
Sala de Apoio Pedagógico;
Cozinha;
Refeitório;
Despensa;
Área de serviço;
Direção e Orientação;
Secretaria;
Espaço do xeróx;
Sala dos Professores;
Peça para material de Educação Física.
4
EQUIPE DIRETIVA GESTÃO 2012, 2013 e 2014:
DIRETORA: Márcia Beatriz Riechel Schlesener
VICE DIRETORA: Lizete Pereira Wille
COORDENADORA ANOS INICIAIS: Simone Soares Radtke
COORDENADORA ANOS FINAIS: Luciana Quadrado Peres
COORDENADORA EJA: Juliana Brochado Da Luz
ORIENTADORA EDUCACIONAL: Marilda Hepp Zielke
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
A construção do Projeto Político Pedagógico é prevista na LDB nos artigos
12, Inciso I (“Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as
do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: I – elaborar sua proposta
pedagógica.”) e no Artigo 13, Inciso I, que define as atribuições dos professores
(“participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino”)
e Inciso II (“elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica
do estabelecimento de ensino”).
A elaboração do Projeto Político Pedagógico deve contar com a efetiva
participação da comunidade escolar para que o seu êxito seja assegurado de
acordo com a realidade da escola.
Para isso, é imprescindível a eficiência na comunicação desse projeto para
que todos os envolvidos no processo possam entendê-lo de forma clara e objetiva.
A assimilação da proposta irá gerar a adesão e o envolvimento de todos na sua
execução.
O êxito do Projeto também passa pela sua sustentação financeira e
institucional, o que exige dos gestores pleno domínio dos recursos disponíveis.
Também é fundamental o acompanhamento constante da implantação do Projeto
Político Pedagógico para avaliações e correções de rumo sempre que ocorrer
alguma distorção em relação aos objetivos e também para aprimorar alguma meta
no decorrer da sua execução.
O Projeto Pedagógico da Escola Olavo Bilac surge a partir da necessidade
de realizar um trabalho que proporcione uma tomada de consciência do educando
e do educador como sujeitos de suas próprias ações, melhorando sua postura no
âmbito escolar, nas relações intra e interpessoais e na aprendizagem. Segundo
Freire,” a conscientização é um compromisso histórico(...), implica que os homens
assumam seu papel de sujeitos que fazem e refazem o mundo. Exige que os
homens criem sua existência com um material que a vida lhes oferece.”
5
HISTÓRICO
Em 13 de maio de 1937, iniciou o funcionamento da Escola Salis Goulart,
situada a Avenida Pinheiro Machado, bairro Fragata.
Esse estabelecimento de ensino mudou de nome e local de funcionamento:
passou a chamar-se Grupo Escolar Olavo Bilac, por meio do Decreto nº26, de 26
de dezembro de 1975, localizando-se à rua Paulo Zanotta da Cruz, 276, num
terreno com 92.760m². O prédio era composto por seis salas de aula, secretaria,
cozinha e seis banheiros, sendo dois femininos e quatro masculinos.
No dia 08 de dezembro de 1986, a escola passou a chamar-se Escola
Municipal de 1º Grau Incompleto Olavo Bilac e, em 14 de janeiro de 1999, passou
finalmente à Escola Municipal de Ensino Fundamental Olavo Bilac.
No ano de 2000 foram construídos um refeitório, uma cozinha maior e uma
despensa, ficando a antiga cozinha sendo secretaria e a antiga secretaria,
biblioteca.
No final de 2004 iniciou-se a obra de ampliação. Em 2005 foi implantada a
5ª série, mas precisou adiar o início das aulas do pré escolar para que a nova série
usasse essa sala em função do atraso na conclusão da obra, que ocorreu em
outubro deste mesmo ano. Com essa ampliação a escola cresceu bastante,
recebendo mais seis salas de aula, um laboratório de Ciências ( na antiga cozinha
e refeitório), uma área de serviço próximo a cozinha e refeitório amplo. Uma das
salas de aula da frente do prédio passou a ser sala de professores e na outra
funciona a direção e a orientação. A antiga secretaria passou a ser a sala de apoio
pedagógico. Uma sala grande ficou destinada para o laboratório de informática e
outra ainda maior para a biblioteca. No pátio dos fundos foi construída uma área
coberta. Os antigos banheiros masculinos sofreram adaptações para destinarem-
se ao funcionamento da pré-escola; já os banheiros femininos passaram a ser dos
professores e os alunos receberam banheiros novos , com adaptações para
portadores de necessidades especiais.
No ano de 2006 e 2007, houve acréscimo de mais uma série, e em 2008,
realiza-se a 1ª formatura da 8ª série. Nesse ano a escola participou do projeto
piloto da Secretaria Municipal da Educação com a implantação do 1º ano do ensino
fundamental de 9 anos.
Hoje já está em funcionamento o sétimo ano e foi extinta a sexta série. Até
2016, terá sido implantado por completo o ensino fundamental de 9 anos, conforme
tabela abaixo:
6
200
8
1º ano 1ª série 2ª série 3ª série 4ª série 5ª série 6ª série 7ª série 8ª série
200
9
1º ano 2º ano 2ª série 3ª série 4ª série 5ª série 6ª série 7ª série 8ª série
201
0
1º ano 2º ano 3º ano 3ª série 4ª série 5ª série 6ª série 7ª série 8ª série
2011 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 4ª série 5ª série 6ª série 7ª série 8ª série
201
2
1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano 5ª série 6ª série 7ª série 8ª série
201
3
1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano 6º ano 6ª série 7ª série 8ª série
201
4
1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano 6º ano 7º ano 7ª série 8ª série
201
5
1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano 6º ano 7º ano 8º ano 8ª série
201
6
1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano 6º ano 7º ano 8º ano 9º ano
Quem foi Olavo Bilac
Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (Rio de Janeiro, 16 de
dezembro de 1865 — Rio de Janeiro, 28 de dezembro de 1918) foi um jornalista e
poeta brasileiro, membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Criou a
cadeira 15, cujo patrono é Gonçalves Dias.
Conhecido por sua atenção a literatura infantil e, principalmente, pela
participação cívica, era republicano e nacionalista; também era defensor do serviço
militar obrigatório. Bilac escreveu a letra do Hino à Bandeira e fez oposição ao
governo de Floriano Peixoto. Foi membro-fundador da Academia Brasileira de
Letras, em 1896. Em 1907, foi eleito "príncipe dos poetas brasileiros", pela
revista Fon-Fon. Bilac, autor de alguns dos mais populares poemas brasileiros, é
considerado o mais importante de nossos poetas parnasianos. No entanto, para o
crítico João Adolfo Hansen, "o mestre do passado, do livro de poesia escrito longe
do estéril turbilhão da rua, não será o mesmo mestre do presente, do jornal, a
crônica, assuntos cotidianos do Rio, prontinho para intervenções de Agache e a
erradicação da plebe rude, expulsa do centro para os morros"
“A Pátria não é a raça, não é o meio, não é o conjunto dos aparelhos econômicos e
políticos: é o idioma criado ou herdado pelo povo”.
DIAGNÓSTICO
7
A visão que a comunidade possui da escola é de um espaço acolhedor e de
uma instituição ainda pequena em relação a outras da cidade, o que aproxima o
educando dos docentes, direção e funcionários. Mantém a expectativa que sua
finalidade envolve o educar e o cuidar. Em alguns momentos o cuidar sobrepõe o
educar no desejo dos responsáveis, causando conflito em relação ao papel da
escola; conflito esse que acaba interferindo na sala de aula, quando o professor
ocupa seu horário procurando resgatar questões disciplinares ao invés de
desenvolver sua ação pedagógica.
Em geral a comunidade é presente, interessada e participativa, o que é
reforçado por um movimento permanente para que as famílias se façam presentes
na escola através de reuniões, festas comemorativas, palestras e outros.
O nível sócio econômico da comunidade é de classe média baixa, e os pais
na sua maioria trabalham no comércio, outros realizam trabalhos autônomos. Ainda
há um número razoável na construção civil. Algumas mães são domésticas e um
pequeno número não trabalha, dedicando-se ao trabalho do lar e o cuidado com os
filhos.
Nossos alunos almejam por atividades extra classe, diferenciadas, aulas
mais dinâmicas, suprindo a cópia pela cópia. Mas por outro lado percebemos,
enquanto docentes, uma falta de estímulo e motivação, quando atividades
diferenciadas são propostas.
FILOSOFIA
Ao trabalhar com o aluno, não apenas a construção dos conhecimentos,
mas valores fundamentais como: honestidade, justiça, lealdade, solidariedade,
companheirismo, sinceridade e amizade ajudaremos o seu crescimento como
pessoa e como agente transformador de sua realidade.
A ideologia de nossa escola é oferecer um ensino de qualidade, que ajude
na formação de um cidadão justo, crítico, consciente e conhecedor dos limites e de
sua realidade. Almejamos um bom entrosamento entre professores, direção,
alunos e responsáveis. Que se proporcione um ambiente acolhedor e prazeroso
para todos envolvidos no processo educacional.
Hoje vale tudo para aprender. Isso vai além da “reciclagem” e da atualização
de conhecimentos e muito mais além da “assimilação” de conhecimentos. A
sociedade do conhecimento possui múltiplas oportunidades de aprendizagem:
parcerias entre o público e o privado (família, empresa, associações, etc...),
avaliações permanentes; debate público; autonomia da escola; generalização da
8
inovação. As consequências para a escola e para a educação em geral são
enormes: ensinar a pensar; saber comunicar-se; saber pesquisar; ter raciocínio
lógico; fazer sínteses e elaborar ações teóricas; saber organizar o seu próprio
trabalho; ter disciplina para seu próprio trabalho; ser independente e autônomo;
saber articular o conhecimento com a prática; ser aprendiz autônomo e a distância.
Para tanto, é necessário que se adote uma filosofia que abarque o que
caracteriza de fato o trabalho desenvolvido no ambiente escolar. Para isso, não é
possível basear-se apenas em um autor. Com estudos realizados pela comunidade
escolar, foi possível visualizar que o eixo principal de trabalho está baseado na
relação que o aluno estabelece com o professor, com os colegas, com o meio e
com ele próprio, dentro de um contexto significativo na busca do saber intelectual.
Foram adotados pensamentos de quatro autores que fundamentam esse eixo de
trabalho. São eles Piaget, Vigotski, Freinet e Freire. Embora existam algumas
diferenças na ordem em que acontece a aprendizagem, segundo estes, a ideia
principal baseia-se na relação que a criança, o adolescente e o adulto
estabelecem com o meio em que vivem.
Os principais pressupostos da teoria epistemológica de Jean Piaget
revolucionaram a maneira de conceber o desenvolvimento humano e contribuíram
na construção de novas teorias pedagógicas na medida em que o sujeito passa a
ser visto como capaz de construir o conhecimento na interação com o meio físico e
social. Assim, a concepção de inteligência “[...] como desenvolvimento de uma
atividade assimiladora cujas leis funcionais são dadas a partir da vida orgânica e
cujas sucessivas estruturas que lhe servem de órgãos são elaboradas por
interação dela própria com o meio exterior” (PIAGET, 1987, p. 336), fundamenta
teoricamente muitas investigações no campo educacional em busca de novas
práticas pedagógicas embasadas no construtivismo.
Diante dos estudos de Piaget e os aportes teóricos da concepção
construtivista, cabe destacar as principais contribuições para os processos de
ensino e aprendizagem da Língua Portuguesa. Essa concepção de aprendizagem
justifica o que acontece com a aquisição da leitura e da escrita, nos anos iniciais do
ensino fundamental, em que o foco principal é o aluno no seu processo de
construção de aprendizagem, exigindo do professor uma atitude mediadora entre o
ambiente linguístico e a realidade de cada aluno, proporcionando meios para que
este possa evoluir nos níveis de alfabetização. Cabe ressaltar que cada aluno
possui o seu tempo de aprendizagem e que este processo continua nos anos
iniciais seguintes, onde precisam ser supridas todas as dificuldades alfabético-
9
ortográficas para que o aluno avance sem problemas nas etapas finais.
Vygotsky entende que a aprendizagem de signos, que irão formar a escrita
de palavras, frases, textos, a compreensão de numerais, sequência, conservação
de quantidade, ocorre com a participação em situações de interação social com
pessoas mais competentes no uso desses sistemas de símbolos. Desta forma, o
desenvolvimento passa por uma fase externa.
“O desenvolvimento individual consiste, em boa parte, no acesso
progressivo a esses signos e sistemas de signos ou, em outras palavras, na
aprendizagem progressiva dos signos e sua utilização.” A estrutura cognitiva
desenvolve-se pelo uso de signos. Quanto mais instrumentos e signos se
aprendem, mais se amplia a gama de atividades que o sujeito pode aprender.
Desta forma, Vygostky enfoca a interação social; enquanto que Piaget
enfoca o indivíduo como unidade de análise. Diferentemente de Piaget, para
Vygotsky não é preciso esperar determinadas estruturas mentais se formarem para
que a aprendizagem de um conceito seja possível. É o ensino que desencadeia a
formação de estruturas mentais necessárias à aprendizagem. É preciso, no
entanto, não ultrapassar a capacidade cognitiva do aprendiz quando se busca criar
novas estruturas mentais. Ou seja, respeitar a ZDP (ZONA DE
DESENVOLVIMENTO PROXIMAL) que pode ser definida como a diferença entre o
nível do que a pessoa é capaz de fazer com a ajuda de outros (parceiro mais
capaz, pai, mãe, professor, etc) e o nível das tarefas que pode fazer por si só.
As propostas de ensino de Celestian Freinet estão baseadas em
investigações a respeito da maneira de pensar da criança e de como ela construía
seu conhecimento. Através da observação constante ele percebia onde e quando
tinha que intervir e como despertar a vontade de aprender do aluno. De acordo
com Freinet, a aprendizagem através da experiência seria mais eficaz, porque se o
aluno fizer um experimento e der certo, ele o repetirá e avançará no procedimento;
porém não avançará sozinho, precisará da cooperação do professor.
A interação professor-aluno é essencial para a aprendizagem. Estar em
contato com a realidade em que vive o aluno é fundamental. As práticas atuais de
jornal escolar, troca de correspondência, trabalhos em grupo, aula-passeio são
ideias defendidas e aplicadas por Freinet desde os anos 20 do século passado.
Além das técnicas pedagógicas, o aspecto político e social ao redor da
escola não deve ser ignorado pelo educador. Isto porque sua pedagogia traz em
seu bojo a preocupação com a formação de um ser social que atua no presente. O
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professor deve mesclar seu trabalho com a vida em comunidade, criando as
associações, os conselhos, eleições, enfim as várias formas de participação e
colaboração de tudo na formação do aluno, direcionando o movimento pedagógico
em defesa da fraternidade, respeito e crescimento de uma sociedade cooperativa e
feliz.
A educação de jovens e adultos é entendida como sendo uma forma de
ressarcir os cidadãos que não tiveram na infância a oportunidade de frequentarem
a escola normal, devido a questões de trabalho, ou seja, muitas das pessoas que
hoje se utilizam da EJA é porque anteriormente tiverem que abrir mão da escola
para trabalharem e assim ajudarem no sistema de suas famílias. Porém a
Educação de Jovens e Adultos não deve ter como finalidade somente a
alfabetização, aos sujeitos dessa devem ser dispensada a atenção ao que refere-
se a escrita, leitura e interpretação de mundo e como esse educando deve agir
nesse Mundo. Segundo Freire, “por que não discutir com os alunos a realidade
concreta a que se deva associar a disciplina cujo o conteúdo se ensina, a realidade
agressiva em que a violência é a constante e a convivência das pessoas é muito
maior com a morte do que com a vida? Por que não estabelecer uma "intimidade"
entre o saberes curriculares fundamentais aos alunos e a experiência social que
eles têm como indivíduos? Por que não discutir as implicações políticas e
ideológicas de um tal descaso dos dominantes pelas áreas pobres da cidade? A
ética de classe embutida neste descaso?” (1996, p.30)
A partir da afirmação de Freire, cabe ao professor do EJA levar em
consideração todo o contexto em que o aluno esta inserido. Então ao educador
que trabalha com a educação de Jovens e Adultos ter em mente que a EJA é um
direito e que a mesma deve ser planejada, elaborada e constituída de bons
conteúdos, os quais possam ser relacionados com a ambiência do jovem e do
adulto, sendo que o conhecimento que ambos trazem de suas experiências
cotidianas não podem ser deixadas de lado.
MISSÃO
Ampliar significativamente os saberes dos alunos para que seus
aprendizados contribuam de fato em suas vivências dentro e fora da escola, para
que os mesmos possam se emancipar frente aos seus saberes.
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VISÃO
Ser reconhecida pelos alunos para parceira nos enfrentamentos
emergentes da comunidade, adquirindo ferramentas para serem sujeitos dos
espaços onde trabalham, estudam e moram, para que no processo possam não
reconhecer a escola como possibilidade do vir a ser, mas sim como valorização e
conhecimento de si e do outro que circula nas diferentes relações deste espaço.
VALORES
Consciência crítica;
Solidariedade;
Afeto;
União;
Perseverança;
Coragem;
Respeito;
Ética;
Comprometimento
OBJETIVO GERAL
A EMEF Olavo Bilac, no decorrer deste trabalho e com compromisso,
participação dos pais e professores, quer melhorar o desempenho dos educandos,
oferecendo um ensino de qualidade, que os prepare para a vida em sociedade,
contribuindo para a aquisição do saber intelectual, de valores éticos e espírito
crítico.
OBJETIVO ESPECÍFICO ANOS INICIAIS E ETAPAS INICIAIS EJA
Proporcionar atividades e um ambiente de aprendizado adequado e atrativo
para que os alunos possam adquirir os conteúdos correspondentes a cada ano do
ensino fundamental, de forma agradável, relacionando sempre que possível os
conteúdos com sua realidade. Possibilitar ao aluno a interação em um grupo com
pessoas de diferentes culturas, praticando bons hábitos de convivência.
Despertar o prazer diante da aquisição de novos conhecimentos e desafios, assim
como o gosto pela leitura.
12
OBJETIVO ESPECÍFICO DE ARTES
A disciplina de Arte tem como objetivos principais desenvolver o
conhecimento sobre arte e seu contexto de produção histórico e a apreciação
estética de bens artísticos, aliado ao desenvolvimento da produção pessoal e
coletiva do educando. Deste modo, tem como meta valorizar e apreciar bens
artísticos de diferentes culturas e povos em diferentes momentos da história da
humanidade até a contemporaneidade.
OBJETIVO ESPECÍFICO DE CIÊNCIAS
Os objetivos da disciplina de Ciências no ensino fundamental são
concebidos para que o aluno desenvolva competências que lhe permitam
compreender o mundo e atuar como indivíduo e como cidadão, utilizando
conhecimentos de natureza científica e tecnológica.
OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO FÍSICA
Desenvolver através da prática desportiva o conhecimento teórico-prático
acerca do esporte ensinado, bem como as habilidades motoras e capacidades
físicas inerentes ao desenvolvimento motor do educando e valores intrínsecos ao
esporte, tais como o espírito de equipe, respeito às regras, saber competir
saudavelmente.
OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
Reconstrução do homem e do mundo por meio do despertar das
habilidades muitas vezes adormecidas e do resgate de valores essenciais a uma
vida de qualidade.
OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA DE GEOGRAFIA
Perceber o espaço geográfico como o resultado da relação sociedade-
natureza, refletindo sobre as mudanças nas paisagens geográficas e sobre os
problemas sociais nas suas diferentes dimensões espaciais, desenvolvendo assim
a capacidade de refletir e analisar criticamente o espaço, sendo representado nas
diversas formas de avaliações.
13
OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA
Formar cidadãos críticos e participativos, através da compreensão das
diferentes sociedades que se formaram ao longo da História, localizando e
construindo conceitos de temporalidade dos fatos históricos. Estimular o aluno a
formar opinião sobre os diferentes assuntos e notícias que fazem parte da
sociedade atual, identificando possíveis problemas e soluções para o
desenvolvimento de uma sociedade mais justa e democrática.
OBJETIVO ESPECÍFICO DA DICIPLINA DE INGLÊS
A disciplina pretende despertar no aluno o interesse pelo estudo de uma
língua estrangeira em um mundo globalizado, além de ajudá-lo a poder fazer uso
da língua inglesa em situações do dia a dia, tais como apresentar-se, perguntar e
responder sobre endereços, dar informações pessoais, falar de gostos e
preferências, descrever pessoas, situações, etc.
OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA
Contribuir para integração do aluno na sociedade em que vive,
proporcionando-lhe conhecimentos básicos de teoria e prática da Matemática,
estimulando a curiosidade, o interesse e a criatividade do aluno, para que ele
explore novas ideias e descubra novos caminhos na aplicação dos conceitos
adquiridos e na resolução de problemas. Desenvolver no aluno o uso do
pensamento, a capacidade de elaborar hipóteses, descobrir soluções, estabelecer
relações e tirar conclusões, através de atividades lúdicas e desafiadoras,
incentivando o gosto pela Matemática e o desenvolvimento do raciocínio.
OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS
Fazer com que o aluno desenvolva seu intelecto e suas habilidades
cognitivas. Trabalhar conhecimentos da língua materna fazendo com que os alunos
tenham domínio dos conteúdos textuais e gramaticais e saibam utilizá-los como
auxiliar para o trabalho redacional e para a análise interpretativa de textos verbais,
visuais, literários e não literários.
14
OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA DE MÚSICA
Proporcionar aos alunos, um maior contato com a música, através de
atividades que destaquem sua importância e mostrem como ela faz parte do nosso
cotidiano.
METODOLOGIA
A metodologia utilizada será através de aulas expositivas, atividades, uso do
livro didático e da sala de informática, vivências relacionadas ao conteúdo
estudado e pesquisas dentro e fora do ambiente escolar.
Cabe à escola expandir sua capacidade de uso, estimulando o
desenvolvimento de habilidades de se comunicar em diferentes gêneros discursos,
sobretudo naqueles que exigem o uso do registro formal e da norma padrão.
Será realizada através de experiências e vivencias integradas com a
aprendizagem dos alunos em todas as áreas deste processo para a proposta ter
êxito satisfatório durante os jogos, brincadeiras, trabalhos de pesquisas,
desenhos, conversas em grupos, dramatizações, jogos psicomotores, grandes e
pequenos jogos, exercícios de agilidade, atividades diferenciadas com recreação,
jogos de percepção motora e sensorial, passeios educativos e lúdicos, gincanas,
competições internas, apresentações artísticas, tecnologia, explanação de jogos,
relatos de brinquedos antigos, dinâmicas educativas e de integração, jogos de
construção de sucatas, musicas infantis e atualidade e um bate papo informal,
regras esportivas e recreativas.
Em outras palavras a opinião do aluno no que se refere às questões de
âmbito global, inserindo-o dentro deste contexto será avaliada e considerada
desde que ele tenha se apropriado dos conteúdos trabalhados.
Serão trabalhados em todos os componentes curriculares os temas abaixo,
conforme Art.16, da Resolução nº 7, de 14 de dezembro de 2010:
a) Temas transversais (PCNs): Ética, Meio Ambiente, Saúde, Pluralidade Cultural e
Orientação Sexual
b) Direitos e deveres das crianças e adolescentes (de acordo com o Estatuto da
Criança e do Adolescente – Lei nº 8.069/90)
c) Preservação do meio ambiente (nos termos da Política Nacional de Educação
15
Ambiental – Lei nº 9.795/99)
d) Direitos dos Idosos (Lei nº10.741/2003)
e) Educação para o Trânsito (Lei nº 9.503/97)
f) Educação para o consumo, educação fiscal, trabalho, ciência e tecnologia e
diversidade cultural (Resolução nº7, de 14 de dezembro de 2010)
g) História e as culturas indígena e afro-brasileira (Lei nº 11.645/2008)
h) Música (Lei nº 9.394/96)
ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DA ESCOLA
REGIMENTO ESCOLAR
São as normas e regras que regulamentam todo o funcionamento da escola:
A escola organiza seus planos de estudo em consonância com os princípios
norteadores da legislação vigente, a política educacional da mantenedora, a
filosofia e objetivo da escola. Os planos de estudo são analisados e aprovados
pela SMED;
Os professores, através do planejamento coletivo no início de cada ano letivo,
definirão estratégias coerentes para cada área de saber. São elaborados de acordo
com a proposta pedagógica e os planos de estudo. A metodologia de ensino é
desenvolvida através de projetos, aulas interativas, pesquisas, fundamentada no
objetivo da aprendizagem, adequando-se a realidade dos alunos, levando-os a
pensar, questionar para que possam interagir entre si e com o mundo.
Para o EJA, cada professor decide junto com o grupo, o método ou processo
para conduzir a aprendizagem, procurando inserir no conteúdo programático a
história de vida do aluno, pois como um trabalhador, busca na escola um
complemento na construção de sua prática social.
Para a educação infantil, a escola adota o regime escolar anual e para o ensino
fundamental, o regime escolar anual seriado. Em 2008, a escola passou a oferecer
o ensino fundamental de 9 anos, concomitante ao ensino fundamental de 8 anos,
até a extinção deste.
Para a EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS, é adotado o regime por etapas:
etapas iniciais: consistem em quatro etapas, cada uma com 300 horas mínimas
correspondendo aos anos iniciais do ensino fundamental; etapas finais: consistem
em quatro etapas, cada uma com 400 horas mínimas, correspondendo aos anos
finais do ensino fundamental. Tanto etapas iniciais como finais exigem 100 dias
letivos, caracterizando-se na modalidade semestral.
16
 A matrícula da escola compreende: admissão de alunos novos; admissão de
alunos por transferência; admissão de alunos sem comprovação de escolaridade.
A idade de ingresso no ensino fundamental de 9 anos obedece aos critérios
estabelecidos pela mantenedora.
A idade de ingresso na educação de jovens e adultos é de 15 anos,
conforme parecer do Conselho Municipal de Educação. A matrícula desses alunos
independe da escolarização anterior(a classificação é feita na própria escola)
DIREITOS E DEVERES DOS ALUNOS
Toda organização deve possuir um conjunto de normas e regras que
regulem a sua atividade, impondo limites, estabelecendo direitos e deveres.
Isso funciona com Estado (Constituição), com organizações diversas
(estatutos), com empresas e também funciona com estabelecimentos escolares.
No caso de escolas, denomina-se regimento escolar o documento, discutido
e aprovado pelos seus participantes e que reúne as "Normas Regimentais Básicas"
descrevendo as regras de funcionamento da instituição e para a convivência das
pessoas que nela atuam.
O regimento escolar, enquanto documento administrativo e normativo
fundamenta-se nos propósitos, princípios definidos na proposta pedagógica da
escola, na legislação geral do país e, especificamente, na legislação educacional.
Por ter caráter de documento legal, sua vigência (ou modificação) só
passam a valer, como muitas leis comuns, a partir do primeiro dia do ano seguinte
à sua elaboração ou modificação.
A modificação do regimento escolar deve obedecer às mesmas normas que
a modificação da legislação comum, não podendo, simplesmente, suprimir ou
anexar novo texto, sem observar expressamente o que foi substituído, suprimido
ou acrescido.
São direitos dos alunos:
- receber educação nos princípios de liberdade, solidariedade humana,
transformando-o para exercer com plena consciência sua cidadania;
- expor suas dificuldades na aprendizagem bem como receber atendimento
adequado;
- ter acesso aos recursos materiais e didáticos da Escola, sempre orientados pelo
professor responsável;
- ser respeitado por seus educadores, participar das atividades curriculares;
- apresentar sugestão relativa à melhoria da vida escolar;
- escolher o professor conselheiro da turma;
17
- participar da elaboração e avaliação do plano global através de seus
representantes;
- ser sujeito do processo ensino aprendizagem.
São deveres dos alunos:
- ter responsabilidades com entrega de trabalhos, respeitando prazos e datas de
avaliações;
- conhecer, respeitar e cumprir as normas regimentais da Escola;
- comparecer assídua e pontualmente à Escola, participando das atividades
curriculares;
- comunicar ao professor e a Direção à necessidade de saídas antecipadas,
justificadas pelos pais;
- justificar faltas pelo seu responsável.
- zelar pela conservação do prédio mobiliário, equipamento, material bibliográfico
da Escola, sob pena do responsável ou próprio aluno compensar os estragos ou
dano causado;
- cooperar na manutenção da ordem e limpeza do ambiente escolar;
- prestigiar os colegas investidos das funções de representantes de turma e no
conselho escolar;
- ter adequado comportamento social concorrendo para o bom nome da escola;
- tratar com respeito e cordialidade direção, professores, funcionários e colegas;
- entregar aos pais as comunicações da Escola, que poderá ser em agenda ou
bilhete e à Escola devidamente assinada;
- devolver, em tempo hábil os livros que retirar da biblioteca, bem como outros
materiais requisitados. Se perder livro de literatura, ressarci com outro livro de
mesmo valor, se perder livro didático, repõe o mesmo livro;
- trazer, consigo o material necessário as aulas. Participar de forma responsável e
ativa de todo o processo educativo;
- justificar sua falta no prazo devido para poder realizar avaliação atrasada;
- cumprir os demais regulamentos internos da Escola, emitidas pela direção ou
coordenação.
- caso o aluno traga objetivos de uso pessoal como celular, MP3, brinquedos, etc.,
a escola não se responsabiliza por perda ou furto. O porte de aparelhos eletrônicos
é de responsabilidade do aluno bem como seu uso adequado. Se houver
perturbação da aula, o aparelho será retirado do aluno e entregue apenas ao
responsável.
Encaminhamentos quando não observadas as normas de convivência:
18
Pelo não comprimento das normas presentes documento e as demais
contidas no regimento escolar, o aluno é passivo das seguintes sanções:
- advertência verbal pelo professor em classe;
- advertência verbal pelo diretor, orientador, coordenador ou outros funcionários da
instituição;
- advertência escrita pelo diretor, professor, orientador ou coordenador com retorno
do aluno à escola acompanhado do responsável, para a devida assinatura do
registro realizado;
É comunicado aos pais, pelo orientador ou diretor a reincidência do aluno
que já tenha tido três ocorrências. Caso não haja um resultado a partir desta
conduta, a Escola informara ao conselho tutelar o que está ocorrendo.
CORPO DOCENTE
É constituído por professores em exercício na escola e suas atribuições são:
Respeitar e cumprir as normas regimentais da escola;
Conhecer a realidade do aluno;
Elaborar os planejamentos em consonância com o Projeto Político Pedagógico;
Procurar integrar-se nas atividades da escola;
Avaliar e informar o desenvolvimento do aluno;
Participar das avaliações do plano global da escola;
Manter atualizados os diários de classe com anotações referentes a frequência
dos alunos, conteúdos desenvolvidos, resultados de avaliações, encerrando-os
convenientemente;
Estabelecer estratégias de recuperação paralela para sanar dificuldades que
possam surgir no processo ensino aprendizagem;
Procurar constantemente sua atualização e capacitação docente.
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
É exercida por professores eleitos de acordo com a legislação vigente,
possuindo as seguintes atribuições:
Acompanhar e orientar a ação político pedagógico na escola;
Participar da definição de concepção de educação adotada pela
instituição escolar e da forma como ela trabalha com o conhecimento e com o
processo de ensino aprendizagem;
19
Planejar, coordenar e presidir as reuniões pedagógicas, as quais são
realizadas uma a cada mês, nos sábados não letivos ou festivos;
Respeitar e cumprir as normas vigentes da escola;
Planejar e organizar recuperação paralela e os estudos de recuperação;
Contribuir para o aprimoramento do corpo docente;
Propor alterações no currículo quando necessário;
Articular-se com orientador e direção para o desenvolvimento de um
trabalho integrado;
Elaborar um plano de ação de acordo com as necessidades da escola;
Desenvolver estudos sobre temas relacionados ao currículo escolar,
conteúdos, metodologia, avaliação, entre outros;
Selecionar material e técnicas didáticas a serem usadas, juntamente com
os docentes;
Organizar a distribuição de turmas e horários dos professores;
Proporcionar a integração pedagógica escolaSMED.
ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
É exercida por profissional habilitado, possuindo as seguintes atribuições;
Acompanhar o aluno, pais e professores, no desenvolvimento do processo
ensino aprendizagem;
Articular-se com a direção e a coordenação na realização de todas as ações
escolares;
Realizar atendimento grupal as turmas, sempre que necessário;
Elaborar seu plano de ação, de acordo com as necessidades da escola;
Elaborar perfis das turmas e realizar pré conselho;
Oferecer informação profissional e vocacional aos alunos
Atender pais sempre que necessário;
Criar clima favorável ao entrosamento dos trabalhadores em educação, alunos e
suas famílias;
Assessorar todos os setores em assuntos pertinentes a sua função;
Respeitar e cumprir normas regimentais da escola;
Repassar ao grupo informações necessárias para o bom desenvolvimento do
trabalho;
Participar na organização de reuniões pedagógicas;
20
Auxiliar o aluno individualmente ou em grupo, a resolver problemas de
relacionamento;
Chamar os pais na escola, quando o aluno continuar apresentando problemas
de conduta;
Diagnosticar dificuldades de aprendizagem e encaminhar aos órgãos
competentes;
Oportunizar a realização de palestras, encontros, grupos de estudos.
CONSELHO ESCOLAR
A escola possui Conselho Escolar constituído desde Novembro/ 2009com
base na LDB 9394/96 e na Lei Orgânica Municipal. O Conselho Escolar tem peso
de decisão enquanto órgão máximo da instituição, de caráter deliberativo,
consultivo e normativo no referente a quaisquer assuntos relacionados à escola.
O Conselho é composto pelo diretor (membro nato), um representante dos
professores, um representante dos funcionários e um representante dos pais.
O mandato da equipe eleita tem duração de dois anos podendo ser
estendido por mais um mandato.
CONSELHO ESCOLAR MANDATO 09/11/2013 à 08/11/2015
PRESIDENTE: Maristela Damasceno Garcia (Professora)
TESOUREIRA: Nely Costa Medeiros (Funcionária)
SECRETÁRIA: Luciana Barcellos Collat Gonçalves (Representante dos Pais)
MEMBRO NATO: Márcia Beatriz Riechel Schlesener
REUNIÕES PEDAGÓGICAS
As reuniões pedagógicas são encontros entre professores e gestores,
geralmente direção e coordenação pedagógica, cujo objetivo é refletir sobre as
temáticas que envolvem a prática pedagógica no âmbito escolar tais como
planejamento, metodologia, disciplina, avaliação e conteúdos curriculares.
Elas ocorrem mensalmente, sendo realizada nos sábados, das 8h às 12h.
CONSELHO DE CLASSE
O Conselho de Classe consiste em uma atividade reflexiva, cooperativa e
democrática do processo educativo desenvolvido na escola. Com o objetivo de
analisar, acompanhar e avaliar o desempenho escolar do aluno, individualmente ou
21
em turma, solicitando tomadas de decisões frente às necessidades evidenciadas
no processo educativo.
O Conselho de Classe reúne-se a cada trimestre.
Participam do Conselho: o diretor da Escola; o coordenador pedagógico; o
orientador educacional; os professores da turma avaliada e alunos da turma
avaliada.
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:
A escola funciona em três turnos, sendo manhã e tarde pré escolar e ensino
fundamental regular e à noite a Educação de Jovens e Adultos.
MANHÃ TARDE NOITE
1º PERÍODO 07h50min às 08h35min 13h30min às 14h15min 18h45min às 19h30min
2º PERÍODO 08h35min às 09h20min 14h15min às 15h 19h30min às 20h15min
3º PERÍODO 09h20min às 10h05min 15h às 15:45 20h15min às 21h
RECREIO 10h05min às 10h20min 15h45min às 16h 21h às 21h10min
4º PERÍODO 10h20min às 11h05min 16h às 16h45min 21h10min às 21h55min
5º PERÍODO 11h05min às 11h50min 16h45min às 17h30min 21h55min às 22h50min
NÍVEIS DE ENSINO, ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA.
1- Educação Infantil -Pré-escolar
TURMAS MANHÃ TARDE NOITE TOTAL
PRÉ 1 1 - 2
2- Ensino Fundamental - Anos Iniciais
TURMAS MANHÃ TARDE NOITE TOTAL
1º ANO 1 1 - 2
2º ANO 1 1 - 2
3º ANO 1 2 - 3
4º ANO 1 1 - 2
5º ANO 1 1 - 2
3- Ensino Fundamental - Anos e Séries Finais
TURMAS MANHÃ TARDE NOITE TOTAL
6º ANO - 2 - 2
7º ANO 1 1 - 2
7ª SÉRIE 1 - - 1
8ª SÉRIE 2 - - 2
4- EJA – Educação de Jovens e Adulto no turno noturno – Etapas Iniciais
TURMAS MANHÃ TARDE NOITE TOTAL
1ª e 2ª ETAPAS - - 1 1
3ª e 4ª ETAPAS 1 1
5- EJA – Educação de Jovens e Adulto no turno noturno – Etapas Finais
TURMAS MANHÃ TARDE NOITE TOTAL
22
5ª ETAPA - - 1 1
6ª ETAPA - - 1 1
7ª ETAPA - - 1 1
8ª ETAPA - 1 1
ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR Nº DE HORAS DAS TURMAS DE
ANOS INICIAIS – 200 dias letivos, 800h - 20h semanais:
TURNO TURMAS NÚCLEO
COMUM: POR,
MAT,
ESO, CIÊ
ER EF ART ING MUS
MANHÃ P2A; A1A; A2A; A3A; A4A; A4B;
A5A
13h 1h 2h 2h 1h 1h
TARDE P2B; A1B; A2B; A3B;A4C; A5B 13h 1h 2h 2h 1h 1h
OBSERVAÇÃO: INGLÊS FUNCIONA COMO PROJETO
ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR Nº DE PERÍODOS DAS TURMAS DE
ANOS FINAIS – 200 dias letivos, 800h - 25 períodos semanais de 50min:
TURNO TURMAS POR MAT HIS GEO CIÊ EF ART ING ER MUS
MANHÃ 17 A; 18 A; 18 B 4 4 3 3 3 2 2 2 1 1
TARDE A6A; A6B; A7A; A7B 4 4 3 3 3 2 2 2 1 1
ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR Nº DE HORAS DAS TURMAS
DE EJA - ETAPAS INICIAIS:
100 dias letivos por semestre, somando 300 horas – 15h semanais
TURNO TURMAS NÚCLEO
COMUM: POR,
MAT,
ESO, CIÊ
ER EF ART
NOITE ETAPAS INICIAIS: E1A; E2A;E3A;
E4A
12h 1h 1h 1h
ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR Nº DE HORAS DAS TURMAS
DE EJA - ETAPAS FINAIS:
100 dias letivos por semestre, somando 400 horas – 25 períodos semanais
TURNO TURMAS PRÁTICAS
INTEGRA
POR MAT HIS GEO CIÊ EF ART ING ER
23
DAS
NOITE E5A; E6A; E7A;
E8A
4 3 3 3 3 3 1 1 2 1
AVALIAÇÃO ESCOLAR
É um processo sistemático, contínuo e cumulativo envolvendo a escola e a
família. A verificação do rendimento escolar compreende a avaliação do
aproveitamento do aluno nos aspectos qualitativos e aspectos quantitativos.
O ano letivo do ensino regular é dividido em três trimestres:
1º trimestre: 30 pontos;
2º trimestre: 30 pontos;
3º trimestre: 40 pontos.
Devem ser feitos, no mínimo três instrumentos de avaliação, para cada
período (trimestre).
O aluno é aprovado ao longo do ano letivo se obtiver o somatório de 60
pontos. No primeiro e no segundo ano do ensino fundamental de 9 anos, os
resultados da avaliação são expressos em parecer descritivo, sem retenção do
aluno. A partir do terceiro ano, os resultados são expressos em nota, totalizando
100 pontos, com o mínimo para aprovação de 60%.
O resultado da avaliação da pré-escola é expresso através de pareceres
descritivos nos quais deve constar o acompanhamento do desenvolvimento da
criança.
Na EJA, etapas iniciais, 1ª e 2ª etapas, a avaliação é realizada ao longo do
processo, pelo julgamento de dados coletados sobre o desempenho do aluno e
registrado em uma ficha de registro de observação e acompanhamento do aluno.
Na 3ª e 4ª etapas, o aluno é avaliado com nota, cujo valor equivale a avaliação do
restante da escola, tendo que somar 60 pontos, dentro de um total de 100, para ser
considerado aprovado.
Na primeira e segunda etapa da EJA, o professor elabora um parecer
descritivo, registrando o aproveitamento do aluno, na terceira etapa o instrumento
de avaliação resultará em uma nota geral com no mínimo 60% de aproveitamento.
A escola registra e considera a avaliação que o aluno trouxer de outra
escola e o avalia a partir de sua transferência.
Dentro dos pontos de cada trimestre, ensino regular, ou semestre, EJA, o
aluno é avaliado nos aspectos qualitativos em 10% da pontuação.
24
PROJETOS DA ESCOLA
PROJETOS INSTITUCIONAIS:
PROJETO OBJETIVO FUNCIONAMENTO
Biblioteca Ampliar e qualificar as relações de
leitura enquanto possibilidade de
emancipação dos sujeitos.
Os alunos retiram livros dentro de um
período determinado, sendo que, se
houver extravio, o aluno fica
impedido de retirar, até que o mesmo
faça a reposição do livro. Espaço
destinado também para estudo e
pesquisa de alunos e professores.
Laboratório de
Informática
Possibilitar ao aluno o uso da
informática como ferramenta de
trabalho e recurso pedagógico.
O uso do computador como
ferramenta de trabalho, deve estar
integrado em um projeto
interdisciplinar. Desse modo os
alunos virão para o laboratório, com
um projeto feito pelo professor da
turma, previamente agendado e
estabelecido.
Apoio
Pedagógico
Anos
Iniciais
Proporcionar uma recuperação rápida
e individualizada para o aluno que
enfrenta dificuldades na compreensão
dos conteúdos desenvolvidos em sala
de aula, nas disciplinas de Português e
Matemática, buscando suprir com
atividades diferenciadas, a dificuldade
apresentada.
Serão atendidos os alunos de 1º ao
3º ano, com dificuldades de
aprendizagem, no turno inverso, com
encaminhamento pela professora
titular, conforme forem detectadas
estas dificuldades. Os alunos serão
atendidos em pequenos grupos,
proporcionando um atendimento
individualizado.
Apoio De
Matemática
Anos
Finais
Oferecer apoio pedagógico aos alunos
de 6º ano até a 8ªº série para suprir as
dificuldades que virão a surgir, pela
falta e constante troca de professores
de Matemática em 2013. Solicitação
também realizada na reunião de pais e
comprometimento por parte da escola
em oferecer o apoio.
Serão atendidos todos alunos que
apresentarem dificuldades, dos
turnos manhã e tarde com
atendimento em turno inverso, dentro
da carga horária disponível de cada
professor.
Laboratório De
Ciências
Propiciar aos alunos o processo
de investigação científica, através das
práticas experimentais,levando o
educando a compreender conceitos
básicos, manipular materiais, seres
vivos, objetos e instrumentos, além de
desenvolver a capacidade de resolver
problemas.
Dias da semana de realização do
projeto: Segundas-feiras à tarde e
terças-feiras pela manhã.
Horário de realização do projeto:
13:30 às 17:30 e 07:50 às 11:50.
Turmas e turnos que serão
atendidos: A2A, A3A, A4A, A5A, A7A,
17 A, 18 A, 18B (manhã)
A3B, A3C, A4B e A5B, A6A, A6B e
25
A7A. (tarde)
Números de alunos envolvidos no
projeto: em torno de 160 alunos.
PROJETOS COMPLEMENTARES:
PROJETO OBJETIVO FUNCIONAMENTO
Cinema Estimular a mediação entre a
sociedade da informação e os alunos,
no sentido de possibilitar que, pelo
desenvolvimento da reflexão, adquira a
sabedoria necessária à permanente
construção do humano
Manhã e tarde, com agendamento
prévio com a professora do projeto.
Serão atendidos até 25 alunos por
sessão, sendo oferecido à todas as
turmas da escola
Crie, Cante e
Encante
Promover o nome da escola através do
projeto de música e canto, com
apresentações artísticas e culturais,
tanto em nossa comunidade do bairro
COHAB Fragata, bem como em todo o
município de Pelotas.
Uma vez na semana, em horário
vespertino.
Serão ofertadas 30 vagas, por
inscrição, para alunos de todas as
idades
DTG Cel. Bento
Gonçalves
Oportunizar aos alunos o convívio com
a cultura gaúcha dentro do espaço
escolar, valorizando as tradições e
participando de eventos dentro e fora
do espaço escolar.
Uma vez na semana, em horário
vespertino.
Serão ofertadas 30 vagas, de 6 à 17
anos.
FUTSAL Promover ás crianças e adolescentes
da comunidade escolar a experiência
da formação de equipes e a vivência
em eventos esportivos, segundo uma
concepção educativa que concebe o
esporte seja qual for sua
manifestação, como mais um
instrumento de formação integral do
indivíduo.
Manhã e tarde com atendimento em
turno inverso.
Serão ofertadas 60 vagas, para
alunos nas categorias Mirim, Infantil
e Infanto.
26
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
FREINET, Celestian. (1969): A educação pelo trabalho. Lisboa: Editorial
Presença (1o Volume).
FREIRE, Paulo. Educação e atualidade brasileira/ Fundadores do Instituto Paulo
Freire; organização José Eustáquio Romão; depoimentos Paulo Rosas, Cristina
Helniger Freire.- 2.ed.-São Paulo:Cortez:Instituto Paulo Freire,2002.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática
educativa/ São Paulo: Paz e Terra, 1996(Coleção Leitura)
LARA, Tiago A. A Razão Historicizada Capítulo IV- 1999 - recorte/SEED.
MARQUES, Mário Osório. Escola, aprendizagem e docência: imaginário Social
e Intencionalidade Política. In: VEIGA, Ilma Passos Alencastro (org). Projeto
Político-Pedagógico da Escola: Uma Construção Possível. Campinas, SP: Papirus,
1999
PIAGET, Jean. O nascimento da inteligência na criança. 4. ed. Rio de Janeiro:
Zahar, 1982. 389 p.
SAVIANI, Demerval. Sentido da pedagogia e o papel do pedagogo. In: Revista
ANDE,São Paulo, nº 9, 1985.
VYGOTSKY, L. S. (1984) A Formação Social da Mente São Paulo: Martins
Fontes.
VYGOTSKY, L. S. (1987) Pensamento e Linguagem. São Paulo, Martins Fontes.
http://www.conteudoescola.com.br/regimento/43;direitos e deveres dos alunos.
pdf;www.eb1-fogueteiro-n1.rcts.pt/.../DOCALUNOS/...
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  • 1. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL OLAVO BILAC Bruna Mesquita Lamas – A3C/2013 A escola ensina a arte de aprender e, acima de tudo,
  • 2. ensina a viver! Jeniffer Silveira Camargo – 18B/2013 “Tudo o que a gente puder fazer no sentido de convocar os que vivem em torno da escola, e dentro da escola, no sentido de participarem, de tomarem um pouco o destino da escola na mão, também. Tudo o que a gente puder fazer nesse sentido é pouco ainda, considerando o trabalho imenso que se opõe diante de nós, que é o de assumir esse país democraticamente.” Paulo Freire 2
  • 3. ÍNDICE Dados de Identificação .......................................................................................................04 Apresentação ......................................................................................................................04 Projeto Político Pedagógico ................................................................................................05 Histórico ..............................................................................................................................06 Diagnóstico .........................................................................................................................07 Filosofia ..............................................................................................................................08 Missão .................................................................................................................................11 Visão ....................................................................................................................................11 Valores .................................................................................................................................11 Objetivo Geral......................................................................................................................12 Objetivo Específico Anos Iniciais e Etapas Iniciais EJA.......................................................12 Objetivo Específico de Artes ...............................................................................................12 Objetivo Específico de Ciências ..........................................................................................13 Objetivo Específico de Educação Física ............................................................................13 Objetivo Específico de Ensino Religioso .............................................................................13 Objetivo Específico de Geografia ........................................................................................13 Objetivo Específico de História ...........................................................................................14 Objetivo Específico de Inglês ..............................................................................................15 Objetivo Específico de Matemática .....................................................................................15 Objetivo Específico de Português .......................................................................................15 Objetivo Específico de Música ............................................................................................15 Metodologia .........................................................................................................................16 Organização Administrativa da Escola Regimento Escolar...................................................................................................16 Direitos e Deveres dos Alunos ................................................................................17 Corpo Docente.........................................................................................................19 Coordenação pedagógica ...................................................................................19 Orientação educacional............................................................................................20 Conselho escolar......................................................................................................21 Reunião Pedagógica ...............................................................................................21 Conselho de Classe ................................................................................................21 3
  • 4. Horário de Funcionamento .................................................................................................22 Níveis de Ensino e Organização ........................................................................................22 Avaliação Escolar ...............................................................................................................24 Projetos da Escola Projetos Institucionais .............................................................................................25 Projetos Complementares ......................................................................................26 Referências Bibliográficas ..................................................................................................27 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL OLAVO BILAC ENDEREÇO: Rua Professor Paulo Zanotta da Cruz, 276 CEP: 96040-340 TELEFONE: (53) 32716500 EMAIL: bilac02@gmail.com CNPJ: 01932273/0001-37 APRESENTAÇÃO A Escola Municipal de Ensino Fundamental Olavo Bilac possui pré-escolar, ensino fundamental regular e Educação de Jovens e Adultos. O Espaço Escolar constitui-se da seguinte forma: 10 salas de aula; 3 banheiros femininos para alunos e 1 para cadeirante; 3 banheiros masculinos para alunos e 1 para cadeirante; 2 banheiros para professores e funcionários; 2 banheiros para pré e 1º ano; Biblioteca; Laboratório de Informática; Laboratório de Ciências; Sala de Vídeo; Sala de Apoio Pedagógico; Cozinha; Refeitório; Despensa; Área de serviço; Direção e Orientação; Secretaria; Espaço do xeróx; Sala dos Professores; Peça para material de Educação Física. 4
  • 5. EQUIPE DIRETIVA GESTÃO 2012, 2013 e 2014: DIRETORA: Márcia Beatriz Riechel Schlesener VICE DIRETORA: Lizete Pereira Wille COORDENADORA ANOS INICIAIS: Simone Soares Radtke COORDENADORA ANOS FINAIS: Luciana Quadrado Peres COORDENADORA EJA: Juliana Brochado Da Luz ORIENTADORA EDUCACIONAL: Marilda Hepp Zielke PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A construção do Projeto Político Pedagógico é prevista na LDB nos artigos 12, Inciso I (“Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: I – elaborar sua proposta pedagógica.”) e no Artigo 13, Inciso I, que define as atribuições dos professores (“participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino”) e Inciso II (“elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino”). A elaboração do Projeto Político Pedagógico deve contar com a efetiva participação da comunidade escolar para que o seu êxito seja assegurado de acordo com a realidade da escola. Para isso, é imprescindível a eficiência na comunicação desse projeto para que todos os envolvidos no processo possam entendê-lo de forma clara e objetiva. A assimilação da proposta irá gerar a adesão e o envolvimento de todos na sua execução. O êxito do Projeto também passa pela sua sustentação financeira e institucional, o que exige dos gestores pleno domínio dos recursos disponíveis. Também é fundamental o acompanhamento constante da implantação do Projeto Político Pedagógico para avaliações e correções de rumo sempre que ocorrer alguma distorção em relação aos objetivos e também para aprimorar alguma meta no decorrer da sua execução. O Projeto Pedagógico da Escola Olavo Bilac surge a partir da necessidade de realizar um trabalho que proporcione uma tomada de consciência do educando e do educador como sujeitos de suas próprias ações, melhorando sua postura no âmbito escolar, nas relações intra e interpessoais e na aprendizagem. Segundo Freire,” a conscientização é um compromisso histórico(...), implica que os homens assumam seu papel de sujeitos que fazem e refazem o mundo. Exige que os homens criem sua existência com um material que a vida lhes oferece.” 5
  • 6. HISTÓRICO Em 13 de maio de 1937, iniciou o funcionamento da Escola Salis Goulart, situada a Avenida Pinheiro Machado, bairro Fragata. Esse estabelecimento de ensino mudou de nome e local de funcionamento: passou a chamar-se Grupo Escolar Olavo Bilac, por meio do Decreto nº26, de 26 de dezembro de 1975, localizando-se à rua Paulo Zanotta da Cruz, 276, num terreno com 92.760m². O prédio era composto por seis salas de aula, secretaria, cozinha e seis banheiros, sendo dois femininos e quatro masculinos. No dia 08 de dezembro de 1986, a escola passou a chamar-se Escola Municipal de 1º Grau Incompleto Olavo Bilac e, em 14 de janeiro de 1999, passou finalmente à Escola Municipal de Ensino Fundamental Olavo Bilac. No ano de 2000 foram construídos um refeitório, uma cozinha maior e uma despensa, ficando a antiga cozinha sendo secretaria e a antiga secretaria, biblioteca. No final de 2004 iniciou-se a obra de ampliação. Em 2005 foi implantada a 5ª série, mas precisou adiar o início das aulas do pré escolar para que a nova série usasse essa sala em função do atraso na conclusão da obra, que ocorreu em outubro deste mesmo ano. Com essa ampliação a escola cresceu bastante, recebendo mais seis salas de aula, um laboratório de Ciências ( na antiga cozinha e refeitório), uma área de serviço próximo a cozinha e refeitório amplo. Uma das salas de aula da frente do prédio passou a ser sala de professores e na outra funciona a direção e a orientação. A antiga secretaria passou a ser a sala de apoio pedagógico. Uma sala grande ficou destinada para o laboratório de informática e outra ainda maior para a biblioteca. No pátio dos fundos foi construída uma área coberta. Os antigos banheiros masculinos sofreram adaptações para destinarem- se ao funcionamento da pré-escola; já os banheiros femininos passaram a ser dos professores e os alunos receberam banheiros novos , com adaptações para portadores de necessidades especiais. No ano de 2006 e 2007, houve acréscimo de mais uma série, e em 2008, realiza-se a 1ª formatura da 8ª série. Nesse ano a escola participou do projeto piloto da Secretaria Municipal da Educação com a implantação do 1º ano do ensino fundamental de 9 anos. Hoje já está em funcionamento o sétimo ano e foi extinta a sexta série. Até 2016, terá sido implantado por completo o ensino fundamental de 9 anos, conforme tabela abaixo: 6
  • 7. 200 8 1º ano 1ª série 2ª série 3ª série 4ª série 5ª série 6ª série 7ª série 8ª série 200 9 1º ano 2º ano 2ª série 3ª série 4ª série 5ª série 6ª série 7ª série 8ª série 201 0 1º ano 2º ano 3º ano 3ª série 4ª série 5ª série 6ª série 7ª série 8ª série 2011 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 4ª série 5ª série 6ª série 7ª série 8ª série 201 2 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano 5ª série 6ª série 7ª série 8ª série 201 3 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano 6º ano 6ª série 7ª série 8ª série 201 4 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano 6º ano 7º ano 7ª série 8ª série 201 5 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano 6º ano 7º ano 8º ano 8ª série 201 6 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano 6º ano 7º ano 8º ano 9º ano Quem foi Olavo Bilac Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (Rio de Janeiro, 16 de dezembro de 1865 — Rio de Janeiro, 28 de dezembro de 1918) foi um jornalista e poeta brasileiro, membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Criou a cadeira 15, cujo patrono é Gonçalves Dias. Conhecido por sua atenção a literatura infantil e, principalmente, pela participação cívica, era republicano e nacionalista; também era defensor do serviço militar obrigatório. Bilac escreveu a letra do Hino à Bandeira e fez oposição ao governo de Floriano Peixoto. Foi membro-fundador da Academia Brasileira de Letras, em 1896. Em 1907, foi eleito "príncipe dos poetas brasileiros", pela revista Fon-Fon. Bilac, autor de alguns dos mais populares poemas brasileiros, é considerado o mais importante de nossos poetas parnasianos. No entanto, para o crítico João Adolfo Hansen, "o mestre do passado, do livro de poesia escrito longe do estéril turbilhão da rua, não será o mesmo mestre do presente, do jornal, a crônica, assuntos cotidianos do Rio, prontinho para intervenções de Agache e a erradicação da plebe rude, expulsa do centro para os morros" “A Pátria não é a raça, não é o meio, não é o conjunto dos aparelhos econômicos e políticos: é o idioma criado ou herdado pelo povo”. DIAGNÓSTICO 7
  • 8. A visão que a comunidade possui da escola é de um espaço acolhedor e de uma instituição ainda pequena em relação a outras da cidade, o que aproxima o educando dos docentes, direção e funcionários. Mantém a expectativa que sua finalidade envolve o educar e o cuidar. Em alguns momentos o cuidar sobrepõe o educar no desejo dos responsáveis, causando conflito em relação ao papel da escola; conflito esse que acaba interferindo na sala de aula, quando o professor ocupa seu horário procurando resgatar questões disciplinares ao invés de desenvolver sua ação pedagógica. Em geral a comunidade é presente, interessada e participativa, o que é reforçado por um movimento permanente para que as famílias se façam presentes na escola através de reuniões, festas comemorativas, palestras e outros. O nível sócio econômico da comunidade é de classe média baixa, e os pais na sua maioria trabalham no comércio, outros realizam trabalhos autônomos. Ainda há um número razoável na construção civil. Algumas mães são domésticas e um pequeno número não trabalha, dedicando-se ao trabalho do lar e o cuidado com os filhos. Nossos alunos almejam por atividades extra classe, diferenciadas, aulas mais dinâmicas, suprindo a cópia pela cópia. Mas por outro lado percebemos, enquanto docentes, uma falta de estímulo e motivação, quando atividades diferenciadas são propostas. FILOSOFIA Ao trabalhar com o aluno, não apenas a construção dos conhecimentos, mas valores fundamentais como: honestidade, justiça, lealdade, solidariedade, companheirismo, sinceridade e amizade ajudaremos o seu crescimento como pessoa e como agente transformador de sua realidade. A ideologia de nossa escola é oferecer um ensino de qualidade, que ajude na formação de um cidadão justo, crítico, consciente e conhecedor dos limites e de sua realidade. Almejamos um bom entrosamento entre professores, direção, alunos e responsáveis. Que se proporcione um ambiente acolhedor e prazeroso para todos envolvidos no processo educacional. Hoje vale tudo para aprender. Isso vai além da “reciclagem” e da atualização de conhecimentos e muito mais além da “assimilação” de conhecimentos. A sociedade do conhecimento possui múltiplas oportunidades de aprendizagem: parcerias entre o público e o privado (família, empresa, associações, etc...), avaliações permanentes; debate público; autonomia da escola; generalização da 8
  • 9. inovação. As consequências para a escola e para a educação em geral são enormes: ensinar a pensar; saber comunicar-se; saber pesquisar; ter raciocínio lógico; fazer sínteses e elaborar ações teóricas; saber organizar o seu próprio trabalho; ter disciplina para seu próprio trabalho; ser independente e autônomo; saber articular o conhecimento com a prática; ser aprendiz autônomo e a distância. Para tanto, é necessário que se adote uma filosofia que abarque o que caracteriza de fato o trabalho desenvolvido no ambiente escolar. Para isso, não é possível basear-se apenas em um autor. Com estudos realizados pela comunidade escolar, foi possível visualizar que o eixo principal de trabalho está baseado na relação que o aluno estabelece com o professor, com os colegas, com o meio e com ele próprio, dentro de um contexto significativo na busca do saber intelectual. Foram adotados pensamentos de quatro autores que fundamentam esse eixo de trabalho. São eles Piaget, Vigotski, Freinet e Freire. Embora existam algumas diferenças na ordem em que acontece a aprendizagem, segundo estes, a ideia principal baseia-se na relação que a criança, o adolescente e o adulto estabelecem com o meio em que vivem. Os principais pressupostos da teoria epistemológica de Jean Piaget revolucionaram a maneira de conceber o desenvolvimento humano e contribuíram na construção de novas teorias pedagógicas na medida em que o sujeito passa a ser visto como capaz de construir o conhecimento na interação com o meio físico e social. Assim, a concepção de inteligência “[...] como desenvolvimento de uma atividade assimiladora cujas leis funcionais são dadas a partir da vida orgânica e cujas sucessivas estruturas que lhe servem de órgãos são elaboradas por interação dela própria com o meio exterior” (PIAGET, 1987, p. 336), fundamenta teoricamente muitas investigações no campo educacional em busca de novas práticas pedagógicas embasadas no construtivismo. Diante dos estudos de Piaget e os aportes teóricos da concepção construtivista, cabe destacar as principais contribuições para os processos de ensino e aprendizagem da Língua Portuguesa. Essa concepção de aprendizagem justifica o que acontece com a aquisição da leitura e da escrita, nos anos iniciais do ensino fundamental, em que o foco principal é o aluno no seu processo de construção de aprendizagem, exigindo do professor uma atitude mediadora entre o ambiente linguístico e a realidade de cada aluno, proporcionando meios para que este possa evoluir nos níveis de alfabetização. Cabe ressaltar que cada aluno possui o seu tempo de aprendizagem e que este processo continua nos anos iniciais seguintes, onde precisam ser supridas todas as dificuldades alfabético- 9
  • 10. ortográficas para que o aluno avance sem problemas nas etapas finais. Vygotsky entende que a aprendizagem de signos, que irão formar a escrita de palavras, frases, textos, a compreensão de numerais, sequência, conservação de quantidade, ocorre com a participação em situações de interação social com pessoas mais competentes no uso desses sistemas de símbolos. Desta forma, o desenvolvimento passa por uma fase externa. “O desenvolvimento individual consiste, em boa parte, no acesso progressivo a esses signos e sistemas de signos ou, em outras palavras, na aprendizagem progressiva dos signos e sua utilização.” A estrutura cognitiva desenvolve-se pelo uso de signos. Quanto mais instrumentos e signos se aprendem, mais se amplia a gama de atividades que o sujeito pode aprender. Desta forma, Vygostky enfoca a interação social; enquanto que Piaget enfoca o indivíduo como unidade de análise. Diferentemente de Piaget, para Vygotsky não é preciso esperar determinadas estruturas mentais se formarem para que a aprendizagem de um conceito seja possível. É o ensino que desencadeia a formação de estruturas mentais necessárias à aprendizagem. É preciso, no entanto, não ultrapassar a capacidade cognitiva do aprendiz quando se busca criar novas estruturas mentais. Ou seja, respeitar a ZDP (ZONA DE DESENVOLVIMENTO PROXIMAL) que pode ser definida como a diferença entre o nível do que a pessoa é capaz de fazer com a ajuda de outros (parceiro mais capaz, pai, mãe, professor, etc) e o nível das tarefas que pode fazer por si só. As propostas de ensino de Celestian Freinet estão baseadas em investigações a respeito da maneira de pensar da criança e de como ela construía seu conhecimento. Através da observação constante ele percebia onde e quando tinha que intervir e como despertar a vontade de aprender do aluno. De acordo com Freinet, a aprendizagem através da experiência seria mais eficaz, porque se o aluno fizer um experimento e der certo, ele o repetirá e avançará no procedimento; porém não avançará sozinho, precisará da cooperação do professor. A interação professor-aluno é essencial para a aprendizagem. Estar em contato com a realidade em que vive o aluno é fundamental. As práticas atuais de jornal escolar, troca de correspondência, trabalhos em grupo, aula-passeio são ideias defendidas e aplicadas por Freinet desde os anos 20 do século passado. Além das técnicas pedagógicas, o aspecto político e social ao redor da escola não deve ser ignorado pelo educador. Isto porque sua pedagogia traz em seu bojo a preocupação com a formação de um ser social que atua no presente. O 10
  • 11. professor deve mesclar seu trabalho com a vida em comunidade, criando as associações, os conselhos, eleições, enfim as várias formas de participação e colaboração de tudo na formação do aluno, direcionando o movimento pedagógico em defesa da fraternidade, respeito e crescimento de uma sociedade cooperativa e feliz. A educação de jovens e adultos é entendida como sendo uma forma de ressarcir os cidadãos que não tiveram na infância a oportunidade de frequentarem a escola normal, devido a questões de trabalho, ou seja, muitas das pessoas que hoje se utilizam da EJA é porque anteriormente tiverem que abrir mão da escola para trabalharem e assim ajudarem no sistema de suas famílias. Porém a Educação de Jovens e Adultos não deve ter como finalidade somente a alfabetização, aos sujeitos dessa devem ser dispensada a atenção ao que refere- se a escrita, leitura e interpretação de mundo e como esse educando deve agir nesse Mundo. Segundo Freire, “por que não discutir com os alunos a realidade concreta a que se deva associar a disciplina cujo o conteúdo se ensina, a realidade agressiva em que a violência é a constante e a convivência das pessoas é muito maior com a morte do que com a vida? Por que não estabelecer uma "intimidade" entre o saberes curriculares fundamentais aos alunos e a experiência social que eles têm como indivíduos? Por que não discutir as implicações políticas e ideológicas de um tal descaso dos dominantes pelas áreas pobres da cidade? A ética de classe embutida neste descaso?” (1996, p.30) A partir da afirmação de Freire, cabe ao professor do EJA levar em consideração todo o contexto em que o aluno esta inserido. Então ao educador que trabalha com a educação de Jovens e Adultos ter em mente que a EJA é um direito e que a mesma deve ser planejada, elaborada e constituída de bons conteúdos, os quais possam ser relacionados com a ambiência do jovem e do adulto, sendo que o conhecimento que ambos trazem de suas experiências cotidianas não podem ser deixadas de lado. MISSÃO Ampliar significativamente os saberes dos alunos para que seus aprendizados contribuam de fato em suas vivências dentro e fora da escola, para que os mesmos possam se emancipar frente aos seus saberes. 11
  • 12. VISÃO Ser reconhecida pelos alunos para parceira nos enfrentamentos emergentes da comunidade, adquirindo ferramentas para serem sujeitos dos espaços onde trabalham, estudam e moram, para que no processo possam não reconhecer a escola como possibilidade do vir a ser, mas sim como valorização e conhecimento de si e do outro que circula nas diferentes relações deste espaço. VALORES Consciência crítica; Solidariedade; Afeto; União; Perseverança; Coragem; Respeito; Ética; Comprometimento OBJETIVO GERAL A EMEF Olavo Bilac, no decorrer deste trabalho e com compromisso, participação dos pais e professores, quer melhorar o desempenho dos educandos, oferecendo um ensino de qualidade, que os prepare para a vida em sociedade, contribuindo para a aquisição do saber intelectual, de valores éticos e espírito crítico. OBJETIVO ESPECÍFICO ANOS INICIAIS E ETAPAS INICIAIS EJA Proporcionar atividades e um ambiente de aprendizado adequado e atrativo para que os alunos possam adquirir os conteúdos correspondentes a cada ano do ensino fundamental, de forma agradável, relacionando sempre que possível os conteúdos com sua realidade. Possibilitar ao aluno a interação em um grupo com pessoas de diferentes culturas, praticando bons hábitos de convivência. Despertar o prazer diante da aquisição de novos conhecimentos e desafios, assim como o gosto pela leitura. 12
  • 13. OBJETIVO ESPECÍFICO DE ARTES A disciplina de Arte tem como objetivos principais desenvolver o conhecimento sobre arte e seu contexto de produção histórico e a apreciação estética de bens artísticos, aliado ao desenvolvimento da produção pessoal e coletiva do educando. Deste modo, tem como meta valorizar e apreciar bens artísticos de diferentes culturas e povos em diferentes momentos da história da humanidade até a contemporaneidade. OBJETIVO ESPECÍFICO DE CIÊNCIAS Os objetivos da disciplina de Ciências no ensino fundamental são concebidos para que o aluno desenvolva competências que lhe permitam compreender o mundo e atuar como indivíduo e como cidadão, utilizando conhecimentos de natureza científica e tecnológica. OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO FÍSICA Desenvolver através da prática desportiva o conhecimento teórico-prático acerca do esporte ensinado, bem como as habilidades motoras e capacidades físicas inerentes ao desenvolvimento motor do educando e valores intrínsecos ao esporte, tais como o espírito de equipe, respeito às regras, saber competir saudavelmente. OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO Reconstrução do homem e do mundo por meio do despertar das habilidades muitas vezes adormecidas e do resgate de valores essenciais a uma vida de qualidade. OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA DE GEOGRAFIA Perceber o espaço geográfico como o resultado da relação sociedade- natureza, refletindo sobre as mudanças nas paisagens geográficas e sobre os problemas sociais nas suas diferentes dimensões espaciais, desenvolvendo assim a capacidade de refletir e analisar criticamente o espaço, sendo representado nas diversas formas de avaliações. 13
  • 14. OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA Formar cidadãos críticos e participativos, através da compreensão das diferentes sociedades que se formaram ao longo da História, localizando e construindo conceitos de temporalidade dos fatos históricos. Estimular o aluno a formar opinião sobre os diferentes assuntos e notícias que fazem parte da sociedade atual, identificando possíveis problemas e soluções para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e democrática. OBJETIVO ESPECÍFICO DA DICIPLINA DE INGLÊS A disciplina pretende despertar no aluno o interesse pelo estudo de uma língua estrangeira em um mundo globalizado, além de ajudá-lo a poder fazer uso da língua inglesa em situações do dia a dia, tais como apresentar-se, perguntar e responder sobre endereços, dar informações pessoais, falar de gostos e preferências, descrever pessoas, situações, etc. OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA Contribuir para integração do aluno na sociedade em que vive, proporcionando-lhe conhecimentos básicos de teoria e prática da Matemática, estimulando a curiosidade, o interesse e a criatividade do aluno, para que ele explore novas ideias e descubra novos caminhos na aplicação dos conceitos adquiridos e na resolução de problemas. Desenvolver no aluno o uso do pensamento, a capacidade de elaborar hipóteses, descobrir soluções, estabelecer relações e tirar conclusões, através de atividades lúdicas e desafiadoras, incentivando o gosto pela Matemática e o desenvolvimento do raciocínio. OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS Fazer com que o aluno desenvolva seu intelecto e suas habilidades cognitivas. Trabalhar conhecimentos da língua materna fazendo com que os alunos tenham domínio dos conteúdos textuais e gramaticais e saibam utilizá-los como auxiliar para o trabalho redacional e para a análise interpretativa de textos verbais, visuais, literários e não literários. 14
  • 15. OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA DE MÚSICA Proporcionar aos alunos, um maior contato com a música, através de atividades que destaquem sua importância e mostrem como ela faz parte do nosso cotidiano. METODOLOGIA A metodologia utilizada será através de aulas expositivas, atividades, uso do livro didático e da sala de informática, vivências relacionadas ao conteúdo estudado e pesquisas dentro e fora do ambiente escolar. Cabe à escola expandir sua capacidade de uso, estimulando o desenvolvimento de habilidades de se comunicar em diferentes gêneros discursos, sobretudo naqueles que exigem o uso do registro formal e da norma padrão. Será realizada através de experiências e vivencias integradas com a aprendizagem dos alunos em todas as áreas deste processo para a proposta ter êxito satisfatório durante os jogos, brincadeiras, trabalhos de pesquisas, desenhos, conversas em grupos, dramatizações, jogos psicomotores, grandes e pequenos jogos, exercícios de agilidade, atividades diferenciadas com recreação, jogos de percepção motora e sensorial, passeios educativos e lúdicos, gincanas, competições internas, apresentações artísticas, tecnologia, explanação de jogos, relatos de brinquedos antigos, dinâmicas educativas e de integração, jogos de construção de sucatas, musicas infantis e atualidade e um bate papo informal, regras esportivas e recreativas. Em outras palavras a opinião do aluno no que se refere às questões de âmbito global, inserindo-o dentro deste contexto será avaliada e considerada desde que ele tenha se apropriado dos conteúdos trabalhados. Serão trabalhados em todos os componentes curriculares os temas abaixo, conforme Art.16, da Resolução nº 7, de 14 de dezembro de 2010: a) Temas transversais (PCNs): Ética, Meio Ambiente, Saúde, Pluralidade Cultural e Orientação Sexual b) Direitos e deveres das crianças e adolescentes (de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei nº 8.069/90) c) Preservação do meio ambiente (nos termos da Política Nacional de Educação 15
  • 16. Ambiental – Lei nº 9.795/99) d) Direitos dos Idosos (Lei nº10.741/2003) e) Educação para o Trânsito (Lei nº 9.503/97) f) Educação para o consumo, educação fiscal, trabalho, ciência e tecnologia e diversidade cultural (Resolução nº7, de 14 de dezembro de 2010) g) História e as culturas indígena e afro-brasileira (Lei nº 11.645/2008) h) Música (Lei nº 9.394/96) ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DA ESCOLA REGIMENTO ESCOLAR São as normas e regras que regulamentam todo o funcionamento da escola: A escola organiza seus planos de estudo em consonância com os princípios norteadores da legislação vigente, a política educacional da mantenedora, a filosofia e objetivo da escola. Os planos de estudo são analisados e aprovados pela SMED; Os professores, através do planejamento coletivo no início de cada ano letivo, definirão estratégias coerentes para cada área de saber. São elaborados de acordo com a proposta pedagógica e os planos de estudo. A metodologia de ensino é desenvolvida através de projetos, aulas interativas, pesquisas, fundamentada no objetivo da aprendizagem, adequando-se a realidade dos alunos, levando-os a pensar, questionar para que possam interagir entre si e com o mundo. Para o EJA, cada professor decide junto com o grupo, o método ou processo para conduzir a aprendizagem, procurando inserir no conteúdo programático a história de vida do aluno, pois como um trabalhador, busca na escola um complemento na construção de sua prática social. Para a educação infantil, a escola adota o regime escolar anual e para o ensino fundamental, o regime escolar anual seriado. Em 2008, a escola passou a oferecer o ensino fundamental de 9 anos, concomitante ao ensino fundamental de 8 anos, até a extinção deste. Para a EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS, é adotado o regime por etapas: etapas iniciais: consistem em quatro etapas, cada uma com 300 horas mínimas correspondendo aos anos iniciais do ensino fundamental; etapas finais: consistem em quatro etapas, cada uma com 400 horas mínimas, correspondendo aos anos finais do ensino fundamental. Tanto etapas iniciais como finais exigem 100 dias letivos, caracterizando-se na modalidade semestral. 16
  • 17.  A matrícula da escola compreende: admissão de alunos novos; admissão de alunos por transferência; admissão de alunos sem comprovação de escolaridade. A idade de ingresso no ensino fundamental de 9 anos obedece aos critérios estabelecidos pela mantenedora. A idade de ingresso na educação de jovens e adultos é de 15 anos, conforme parecer do Conselho Municipal de Educação. A matrícula desses alunos independe da escolarização anterior(a classificação é feita na própria escola) DIREITOS E DEVERES DOS ALUNOS Toda organização deve possuir um conjunto de normas e regras que regulem a sua atividade, impondo limites, estabelecendo direitos e deveres. Isso funciona com Estado (Constituição), com organizações diversas (estatutos), com empresas e também funciona com estabelecimentos escolares. No caso de escolas, denomina-se regimento escolar o documento, discutido e aprovado pelos seus participantes e que reúne as "Normas Regimentais Básicas" descrevendo as regras de funcionamento da instituição e para a convivência das pessoas que nela atuam. O regimento escolar, enquanto documento administrativo e normativo fundamenta-se nos propósitos, princípios definidos na proposta pedagógica da escola, na legislação geral do país e, especificamente, na legislação educacional. Por ter caráter de documento legal, sua vigência (ou modificação) só passam a valer, como muitas leis comuns, a partir do primeiro dia do ano seguinte à sua elaboração ou modificação. A modificação do regimento escolar deve obedecer às mesmas normas que a modificação da legislação comum, não podendo, simplesmente, suprimir ou anexar novo texto, sem observar expressamente o que foi substituído, suprimido ou acrescido. São direitos dos alunos: - receber educação nos princípios de liberdade, solidariedade humana, transformando-o para exercer com plena consciência sua cidadania; - expor suas dificuldades na aprendizagem bem como receber atendimento adequado; - ter acesso aos recursos materiais e didáticos da Escola, sempre orientados pelo professor responsável; - ser respeitado por seus educadores, participar das atividades curriculares; - apresentar sugestão relativa à melhoria da vida escolar; - escolher o professor conselheiro da turma; 17
  • 18. - participar da elaboração e avaliação do plano global através de seus representantes; - ser sujeito do processo ensino aprendizagem. São deveres dos alunos: - ter responsabilidades com entrega de trabalhos, respeitando prazos e datas de avaliações; - conhecer, respeitar e cumprir as normas regimentais da Escola; - comparecer assídua e pontualmente à Escola, participando das atividades curriculares; - comunicar ao professor e a Direção à necessidade de saídas antecipadas, justificadas pelos pais; - justificar faltas pelo seu responsável. - zelar pela conservação do prédio mobiliário, equipamento, material bibliográfico da Escola, sob pena do responsável ou próprio aluno compensar os estragos ou dano causado; - cooperar na manutenção da ordem e limpeza do ambiente escolar; - prestigiar os colegas investidos das funções de representantes de turma e no conselho escolar; - ter adequado comportamento social concorrendo para o bom nome da escola; - tratar com respeito e cordialidade direção, professores, funcionários e colegas; - entregar aos pais as comunicações da Escola, que poderá ser em agenda ou bilhete e à Escola devidamente assinada; - devolver, em tempo hábil os livros que retirar da biblioteca, bem como outros materiais requisitados. Se perder livro de literatura, ressarci com outro livro de mesmo valor, se perder livro didático, repõe o mesmo livro; - trazer, consigo o material necessário as aulas. Participar de forma responsável e ativa de todo o processo educativo; - justificar sua falta no prazo devido para poder realizar avaliação atrasada; - cumprir os demais regulamentos internos da Escola, emitidas pela direção ou coordenação. - caso o aluno traga objetivos de uso pessoal como celular, MP3, brinquedos, etc., a escola não se responsabiliza por perda ou furto. O porte de aparelhos eletrônicos é de responsabilidade do aluno bem como seu uso adequado. Se houver perturbação da aula, o aparelho será retirado do aluno e entregue apenas ao responsável. Encaminhamentos quando não observadas as normas de convivência: 18
  • 19. Pelo não comprimento das normas presentes documento e as demais contidas no regimento escolar, o aluno é passivo das seguintes sanções: - advertência verbal pelo professor em classe; - advertência verbal pelo diretor, orientador, coordenador ou outros funcionários da instituição; - advertência escrita pelo diretor, professor, orientador ou coordenador com retorno do aluno à escola acompanhado do responsável, para a devida assinatura do registro realizado; É comunicado aos pais, pelo orientador ou diretor a reincidência do aluno que já tenha tido três ocorrências. Caso não haja um resultado a partir desta conduta, a Escola informara ao conselho tutelar o que está ocorrendo. CORPO DOCENTE É constituído por professores em exercício na escola e suas atribuições são: Respeitar e cumprir as normas regimentais da escola; Conhecer a realidade do aluno; Elaborar os planejamentos em consonância com o Projeto Político Pedagógico; Procurar integrar-se nas atividades da escola; Avaliar e informar o desenvolvimento do aluno; Participar das avaliações do plano global da escola; Manter atualizados os diários de classe com anotações referentes a frequência dos alunos, conteúdos desenvolvidos, resultados de avaliações, encerrando-os convenientemente; Estabelecer estratégias de recuperação paralela para sanar dificuldades que possam surgir no processo ensino aprendizagem; Procurar constantemente sua atualização e capacitação docente. COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA É exercida por professores eleitos de acordo com a legislação vigente, possuindo as seguintes atribuições: Acompanhar e orientar a ação político pedagógico na escola; Participar da definição de concepção de educação adotada pela instituição escolar e da forma como ela trabalha com o conhecimento e com o processo de ensino aprendizagem; 19
  • 20. Planejar, coordenar e presidir as reuniões pedagógicas, as quais são realizadas uma a cada mês, nos sábados não letivos ou festivos; Respeitar e cumprir as normas vigentes da escola; Planejar e organizar recuperação paralela e os estudos de recuperação; Contribuir para o aprimoramento do corpo docente; Propor alterações no currículo quando necessário; Articular-se com orientador e direção para o desenvolvimento de um trabalho integrado; Elaborar um plano de ação de acordo com as necessidades da escola; Desenvolver estudos sobre temas relacionados ao currículo escolar, conteúdos, metodologia, avaliação, entre outros; Selecionar material e técnicas didáticas a serem usadas, juntamente com os docentes; Organizar a distribuição de turmas e horários dos professores; Proporcionar a integração pedagógica escolaSMED. ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL É exercida por profissional habilitado, possuindo as seguintes atribuições; Acompanhar o aluno, pais e professores, no desenvolvimento do processo ensino aprendizagem; Articular-se com a direção e a coordenação na realização de todas as ações escolares; Realizar atendimento grupal as turmas, sempre que necessário; Elaborar seu plano de ação, de acordo com as necessidades da escola; Elaborar perfis das turmas e realizar pré conselho; Oferecer informação profissional e vocacional aos alunos Atender pais sempre que necessário; Criar clima favorável ao entrosamento dos trabalhadores em educação, alunos e suas famílias; Assessorar todos os setores em assuntos pertinentes a sua função; Respeitar e cumprir normas regimentais da escola; Repassar ao grupo informações necessárias para o bom desenvolvimento do trabalho; Participar na organização de reuniões pedagógicas; 20
  • 21. Auxiliar o aluno individualmente ou em grupo, a resolver problemas de relacionamento; Chamar os pais na escola, quando o aluno continuar apresentando problemas de conduta; Diagnosticar dificuldades de aprendizagem e encaminhar aos órgãos competentes; Oportunizar a realização de palestras, encontros, grupos de estudos. CONSELHO ESCOLAR A escola possui Conselho Escolar constituído desde Novembro/ 2009com base na LDB 9394/96 e na Lei Orgânica Municipal. O Conselho Escolar tem peso de decisão enquanto órgão máximo da instituição, de caráter deliberativo, consultivo e normativo no referente a quaisquer assuntos relacionados à escola. O Conselho é composto pelo diretor (membro nato), um representante dos professores, um representante dos funcionários e um representante dos pais. O mandato da equipe eleita tem duração de dois anos podendo ser estendido por mais um mandato. CONSELHO ESCOLAR MANDATO 09/11/2013 à 08/11/2015 PRESIDENTE: Maristela Damasceno Garcia (Professora) TESOUREIRA: Nely Costa Medeiros (Funcionária) SECRETÁRIA: Luciana Barcellos Collat Gonçalves (Representante dos Pais) MEMBRO NATO: Márcia Beatriz Riechel Schlesener REUNIÕES PEDAGÓGICAS As reuniões pedagógicas são encontros entre professores e gestores, geralmente direção e coordenação pedagógica, cujo objetivo é refletir sobre as temáticas que envolvem a prática pedagógica no âmbito escolar tais como planejamento, metodologia, disciplina, avaliação e conteúdos curriculares. Elas ocorrem mensalmente, sendo realizada nos sábados, das 8h às 12h. CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe consiste em uma atividade reflexiva, cooperativa e democrática do processo educativo desenvolvido na escola. Com o objetivo de analisar, acompanhar e avaliar o desempenho escolar do aluno, individualmente ou 21
  • 22. em turma, solicitando tomadas de decisões frente às necessidades evidenciadas no processo educativo. O Conselho de Classe reúne-se a cada trimestre. Participam do Conselho: o diretor da Escola; o coordenador pedagógico; o orientador educacional; os professores da turma avaliada e alunos da turma avaliada. HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: A escola funciona em três turnos, sendo manhã e tarde pré escolar e ensino fundamental regular e à noite a Educação de Jovens e Adultos. MANHÃ TARDE NOITE 1º PERÍODO 07h50min às 08h35min 13h30min às 14h15min 18h45min às 19h30min 2º PERÍODO 08h35min às 09h20min 14h15min às 15h 19h30min às 20h15min 3º PERÍODO 09h20min às 10h05min 15h às 15:45 20h15min às 21h RECREIO 10h05min às 10h20min 15h45min às 16h 21h às 21h10min 4º PERÍODO 10h20min às 11h05min 16h às 16h45min 21h10min às 21h55min 5º PERÍODO 11h05min às 11h50min 16h45min às 17h30min 21h55min às 22h50min NÍVEIS DE ENSINO, ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA. 1- Educação Infantil -Pré-escolar TURMAS MANHÃ TARDE NOITE TOTAL PRÉ 1 1 - 2 2- Ensino Fundamental - Anos Iniciais TURMAS MANHÃ TARDE NOITE TOTAL 1º ANO 1 1 - 2 2º ANO 1 1 - 2 3º ANO 1 2 - 3 4º ANO 1 1 - 2 5º ANO 1 1 - 2 3- Ensino Fundamental - Anos e Séries Finais TURMAS MANHÃ TARDE NOITE TOTAL 6º ANO - 2 - 2 7º ANO 1 1 - 2 7ª SÉRIE 1 - - 1 8ª SÉRIE 2 - - 2 4- EJA – Educação de Jovens e Adulto no turno noturno – Etapas Iniciais TURMAS MANHÃ TARDE NOITE TOTAL 1ª e 2ª ETAPAS - - 1 1 3ª e 4ª ETAPAS 1 1 5- EJA – Educação de Jovens e Adulto no turno noturno – Etapas Finais TURMAS MANHÃ TARDE NOITE TOTAL 22
  • 23. 5ª ETAPA - - 1 1 6ª ETAPA - - 1 1 7ª ETAPA - - 1 1 8ª ETAPA - 1 1 ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR Nº DE HORAS DAS TURMAS DE ANOS INICIAIS – 200 dias letivos, 800h - 20h semanais: TURNO TURMAS NÚCLEO COMUM: POR, MAT, ESO, CIÊ ER EF ART ING MUS MANHÃ P2A; A1A; A2A; A3A; A4A; A4B; A5A 13h 1h 2h 2h 1h 1h TARDE P2B; A1B; A2B; A3B;A4C; A5B 13h 1h 2h 2h 1h 1h OBSERVAÇÃO: INGLÊS FUNCIONA COMO PROJETO ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR Nº DE PERÍODOS DAS TURMAS DE ANOS FINAIS – 200 dias letivos, 800h - 25 períodos semanais de 50min: TURNO TURMAS POR MAT HIS GEO CIÊ EF ART ING ER MUS MANHÃ 17 A; 18 A; 18 B 4 4 3 3 3 2 2 2 1 1 TARDE A6A; A6B; A7A; A7B 4 4 3 3 3 2 2 2 1 1 ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR Nº DE HORAS DAS TURMAS DE EJA - ETAPAS INICIAIS: 100 dias letivos por semestre, somando 300 horas – 15h semanais TURNO TURMAS NÚCLEO COMUM: POR, MAT, ESO, CIÊ ER EF ART NOITE ETAPAS INICIAIS: E1A; E2A;E3A; E4A 12h 1h 1h 1h ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR Nº DE HORAS DAS TURMAS DE EJA - ETAPAS FINAIS: 100 dias letivos por semestre, somando 400 horas – 25 períodos semanais TURNO TURMAS PRÁTICAS INTEGRA POR MAT HIS GEO CIÊ EF ART ING ER 23
  • 24. DAS NOITE E5A; E6A; E7A; E8A 4 3 3 3 3 3 1 1 2 1 AVALIAÇÃO ESCOLAR É um processo sistemático, contínuo e cumulativo envolvendo a escola e a família. A verificação do rendimento escolar compreende a avaliação do aproveitamento do aluno nos aspectos qualitativos e aspectos quantitativos. O ano letivo do ensino regular é dividido em três trimestres: 1º trimestre: 30 pontos; 2º trimestre: 30 pontos; 3º trimestre: 40 pontos. Devem ser feitos, no mínimo três instrumentos de avaliação, para cada período (trimestre). O aluno é aprovado ao longo do ano letivo se obtiver o somatório de 60 pontos. No primeiro e no segundo ano do ensino fundamental de 9 anos, os resultados da avaliação são expressos em parecer descritivo, sem retenção do aluno. A partir do terceiro ano, os resultados são expressos em nota, totalizando 100 pontos, com o mínimo para aprovação de 60%. O resultado da avaliação da pré-escola é expresso através de pareceres descritivos nos quais deve constar o acompanhamento do desenvolvimento da criança. Na EJA, etapas iniciais, 1ª e 2ª etapas, a avaliação é realizada ao longo do processo, pelo julgamento de dados coletados sobre o desempenho do aluno e registrado em uma ficha de registro de observação e acompanhamento do aluno. Na 3ª e 4ª etapas, o aluno é avaliado com nota, cujo valor equivale a avaliação do restante da escola, tendo que somar 60 pontos, dentro de um total de 100, para ser considerado aprovado. Na primeira e segunda etapa da EJA, o professor elabora um parecer descritivo, registrando o aproveitamento do aluno, na terceira etapa o instrumento de avaliação resultará em uma nota geral com no mínimo 60% de aproveitamento. A escola registra e considera a avaliação que o aluno trouxer de outra escola e o avalia a partir de sua transferência. Dentro dos pontos de cada trimestre, ensino regular, ou semestre, EJA, o aluno é avaliado nos aspectos qualitativos em 10% da pontuação. 24
  • 25. PROJETOS DA ESCOLA PROJETOS INSTITUCIONAIS: PROJETO OBJETIVO FUNCIONAMENTO Biblioteca Ampliar e qualificar as relações de leitura enquanto possibilidade de emancipação dos sujeitos. Os alunos retiram livros dentro de um período determinado, sendo que, se houver extravio, o aluno fica impedido de retirar, até que o mesmo faça a reposição do livro. Espaço destinado também para estudo e pesquisa de alunos e professores. Laboratório de Informática Possibilitar ao aluno o uso da informática como ferramenta de trabalho e recurso pedagógico. O uso do computador como ferramenta de trabalho, deve estar integrado em um projeto interdisciplinar. Desse modo os alunos virão para o laboratório, com um projeto feito pelo professor da turma, previamente agendado e estabelecido. Apoio Pedagógico Anos Iniciais Proporcionar uma recuperação rápida e individualizada para o aluno que enfrenta dificuldades na compreensão dos conteúdos desenvolvidos em sala de aula, nas disciplinas de Português e Matemática, buscando suprir com atividades diferenciadas, a dificuldade apresentada. Serão atendidos os alunos de 1º ao 3º ano, com dificuldades de aprendizagem, no turno inverso, com encaminhamento pela professora titular, conforme forem detectadas estas dificuldades. Os alunos serão atendidos em pequenos grupos, proporcionando um atendimento individualizado. Apoio De Matemática Anos Finais Oferecer apoio pedagógico aos alunos de 6º ano até a 8ªº série para suprir as dificuldades que virão a surgir, pela falta e constante troca de professores de Matemática em 2013. Solicitação também realizada na reunião de pais e comprometimento por parte da escola em oferecer o apoio. Serão atendidos todos alunos que apresentarem dificuldades, dos turnos manhã e tarde com atendimento em turno inverso, dentro da carga horária disponível de cada professor. Laboratório De Ciências Propiciar aos alunos o processo de investigação científica, através das práticas experimentais,levando o educando a compreender conceitos básicos, manipular materiais, seres vivos, objetos e instrumentos, além de desenvolver a capacidade de resolver problemas. Dias da semana de realização do projeto: Segundas-feiras à tarde e terças-feiras pela manhã. Horário de realização do projeto: 13:30 às 17:30 e 07:50 às 11:50. Turmas e turnos que serão atendidos: A2A, A3A, A4A, A5A, A7A, 17 A, 18 A, 18B (manhã) A3B, A3C, A4B e A5B, A6A, A6B e 25
  • 26. A7A. (tarde) Números de alunos envolvidos no projeto: em torno de 160 alunos. PROJETOS COMPLEMENTARES: PROJETO OBJETIVO FUNCIONAMENTO Cinema Estimular a mediação entre a sociedade da informação e os alunos, no sentido de possibilitar que, pelo desenvolvimento da reflexão, adquira a sabedoria necessária à permanente construção do humano Manhã e tarde, com agendamento prévio com a professora do projeto. Serão atendidos até 25 alunos por sessão, sendo oferecido à todas as turmas da escola Crie, Cante e Encante Promover o nome da escola através do projeto de música e canto, com apresentações artísticas e culturais, tanto em nossa comunidade do bairro COHAB Fragata, bem como em todo o município de Pelotas. Uma vez na semana, em horário vespertino. Serão ofertadas 30 vagas, por inscrição, para alunos de todas as idades DTG Cel. Bento Gonçalves Oportunizar aos alunos o convívio com a cultura gaúcha dentro do espaço escolar, valorizando as tradições e participando de eventos dentro e fora do espaço escolar. Uma vez na semana, em horário vespertino. Serão ofertadas 30 vagas, de 6 à 17 anos. FUTSAL Promover ás crianças e adolescentes da comunidade escolar a experiência da formação de equipes e a vivência em eventos esportivos, segundo uma concepção educativa que concebe o esporte seja qual for sua manifestação, como mais um instrumento de formação integral do indivíduo. Manhã e tarde com atendimento em turno inverso. Serão ofertadas 60 vagas, para alunos nas categorias Mirim, Infantil e Infanto. 26
  • 27. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: FREINET, Celestian. (1969): A educação pelo trabalho. Lisboa: Editorial Presença (1o Volume). FREIRE, Paulo. Educação e atualidade brasileira/ Fundadores do Instituto Paulo Freire; organização José Eustáquio Romão; depoimentos Paulo Rosas, Cristina Helniger Freire.- 2.ed.-São Paulo:Cortez:Instituto Paulo Freire,2002. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa/ São Paulo: Paz e Terra, 1996(Coleção Leitura) LARA, Tiago A. A Razão Historicizada Capítulo IV- 1999 - recorte/SEED. MARQUES, Mário Osório. Escola, aprendizagem e docência: imaginário Social e Intencionalidade Política. In: VEIGA, Ilma Passos Alencastro (org). Projeto Político-Pedagógico da Escola: Uma Construção Possível. Campinas, SP: Papirus, 1999 PIAGET, Jean. O nascimento da inteligência na criança. 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1982. 389 p. SAVIANI, Demerval. Sentido da pedagogia e o papel do pedagogo. In: Revista ANDE,São Paulo, nº 9, 1985. VYGOTSKY, L. S. (1984) A Formação Social da Mente São Paulo: Martins Fontes. VYGOTSKY, L. S. (1987) Pensamento e Linguagem. São Paulo, Martins Fontes. http://www.conteudoescola.com.br/regimento/43;direitos e deveres dos alunos. pdf;www.eb1-fogueteiro-n1.rcts.pt/.../DOCALUNOS/... 27
  • 28. 28