Dinâmicas

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Dinâmicas

  1. 1. Dinâmicas Sapato apertado Dinâmica para conversar sobre colocar-se no lugar do/a outro/a Objetivo: compreender as nossas diferenças; coloca-se no lugar do outro. Formar um círculo; tirar os sapatos; trocar o sapato do pé direito com o colega do lado. Calçar os sapatos trocados, olhar para os pés calçados, andar pela sala, ocupar todos os espaços da sala andando no ritmo da música (mais lenta, mais rápida, correndo...). Retomar o lugar inicial, sentar e destrocar os sapatos. Fazer com o grupo a descrição da dinâmica passo a passo. Conversar com o grupo sobre os sentimentos provocados, relacionando-os com o passo a passo da dinâmica (ficar descalço, trocar os sapatos, calçar o sapato do outro, olhar para os pés, andar e correr com o sapato do outro...) - O que nos provocou estranhamento? Por quê? - O que significou andar com o sapato do outro? Foi fácil/difícil? - Como podemos relacionar isso com a nossa vida; com a dificuldade de colocar-se no lugar do outro; com nossas exigências e nossos preconceitos? - Se todos somos diferentes, por que temos tanta dificuldade de conviver com diferenças?
  2. 2. A teia da amizade Dinâmica de apresentação do grupo Objetivo: favorecer a apresentação dos integrantes de um grupo. - Dispor os participantes em círculo. O coordenador toma um novelo (rolo, bola) de cordão ou lã. Em seguida prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mão. - Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. Assim, logo após de se apresentar brevemente, dizendo quem é, de onde vem, o que faz etc., joga o novelo para uma das pessoas à sua frente. Esta pessoa apanha o novelo e, após enrolar a linha em um dos dedos, irá repetir o que lembra sobre a pessoa que terminou de se apresentar e que lhe atirou o novelo. Depois, essa segunda pessoa irá se apresentar, dizendo quem é, de onde vem, o que faz. - Continuar, até que todos do grupo se conheçam. Como cada um atirou o novelo adiante, no final haverá no interior do círculo uma verdadeira teia de fios que os une uns aos outros. - Pedir para as pessoas dizerem o que observaram; o que significa a teia; o que aconteceria se um deles soltasse seu fio. - Por último, que mensagem tiramos desta teia da amizade?
  3. 3. Amigo é o que guia e desafia Dinâmica sobre Amizade Objetivo: Despertar para a importância que temos na vida das pessoas que estão ao nosso redor e da confiança que precisa existir na caminhada do grupo. 1. Clarear os passos: Convidar os participantes a formar duplas, ficando um ao lado do outro. A dupla combina quem será o cego e quem será o guia. O cego fecha livremente seus olhos e é auxiliado pelo guia. O guia, de olhos abertos, dá o seu ombro ou a sua mão e o ajuda. Enquanto isso, estar atento aos sentimentos que experimenta: - Como cego, o que sente ao ser auxiliado? / Como guia, o que sente enquanto auxiliador? 2. Caminhando: As duplas (cego e guia) seguem por diversos caminhos, inclusive passando por obstáculos, se o guia assim o quiser. Deixa-se um tempo para que haja a vivência necessária. Depois, o animador da dinâmica orienta para que se mudem os papéis: quem é cego torna-se agora guia e quem guiava, é o cego. E a dinâmica segue por alguns minutos. 3. Partilha: O animador da dinâmica dá um sinal de parada e as duplas voltam à sala, para partilharem com o grupo a experiência feita: o que sentiram como cegos e como guias? Como isso se aplica à
  4. 4. nossa vida e à vida do grupo? E em nossas relações de amizade? 4. Após as conclusões, finalizar com o “Poema do Amigo Aprendiz” L1 - Quero ser seu amigo... (Quero ser sua amiga...) L2 - Nem demais e nem de menos. Nem tão longe e nem tão perto. Na medida mais precisa que eu puder. L1 - Mas amar-te, sem medida. E ficar na tua vida. Da maneira mais discreta que eu souber. L2 - Sem tirar-te a liberdade. Sem jamais te sufocar. Sem forçar tua vontade. L1 - Sem falar quando for hora de calar. E sem calar quando for hora de falar. L2 - Nem ausente e nem presente por demais. Simplesmente, calmamente, ser-te paz... L1 - É bonito ser amigo... (É bonito ser amiga). Mas, confesso, é tão difícil aprender L2 - E por isso eu te suplico paciência. Vou encher este teu rosto de lembranças! Dá-me um tempo de acertar nossas distâncias! T - Quem encontrou um amigo... Tem “o maior tesouro que a vida nos poderia dar...”. Adaptação do material produzido pela PJ/RS.
  5. 5. Entrevista comigo mesmo daqui a dez anos Dinâmica que possibilita o aparecimento das fantasias dos jovens em relação ao futuro. Objetivos: Possibilitar o aparecimento das fantasias dos jovens em relação ao futuro; discutir as metas que gostariam de alcançar durante os próximos dez anos. Desenvolvimento: 1. Grupo em círculo, sentado. 2. Pedir que fechem os olhos e pensem na pessoa que são hoje. O facilitador deve dizer a data do dia, incluindo o ano. 3. Solicitar que deem um salto no tempo e se imaginem dez anos depois. Visualizar-se nesse novo tempo: como estão, o que estão fazendo, com quem estão. Tempo. 4. Dizer ao grupo que, ao abrir os olhos, todos, inclusive o facilitador, estarão dez anos mais velhos. O facilitador fala a data do dia acrescida de mais dez anos. Abrir os olhos. 5. Cada participante deve contar ao grupo o que realizou nesses dez anos, como está em sua vida pessoal e profissional, o que conseguiu, como se sente. 6. Quando todos tiverem falado de si, pedir que fechem novamente os olhos e se recordem de como eram dez anos atrás. O facilitador diz a data do dia e do ano atual, trazendo-os de volta. 7. Abrir os olhos e reencontrar-se no presente. 8. Plenário - discutir os seguintes pontos:
  6. 6. - É difícil imaginar o futuro? Por quê? - O que mais lhe chamou a atenção em você mesmo e/ou nos demais? - O que é preciso para realizar seus sonhos? O que você pode fazer agora para que esses sonhos se transformem em realidade? 9. Fechamento: o facilitador pontua para o grupo que as escolhas que fazemos no presente são orientadas pela visão de futuro que projetamos para nós mesmos. Publicado no livro “Aprendendo a ser e a conviver”, Editora FTD. Pedidos: (11) 64121905. Fonte: Projeto Memorial Pirajá - Bahia

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