Origem do nome ALGOZ

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Origem do nome ALGOZ

  1. 1. A lenda do Algoz Há muitos séculos atrás Pelas ruas da povoação Quis o povo do algôs Fazer uma procissão Numa das ruas por onde passava Havia frondosa oliveira Mas como impedia o trânsito Tornou-se uma grande canseira Chegou ali a procissão O santo no seu andor levavam Mas este ia muito alto E por ali não passavam Para poderem passar O ramo tinham de cortar Mas como a oliveira era de homem rico Não lhe quiseram desagradar Perante tal situação Cortaram a cabeça ao santo Em algozes se tornaram Certamente ninguém faria tanto
  2. 2. Diz a lenda, que assim “Algoz” se passou a chamar Mas a bem da verdade Ninguém o pode confirmar Fim!!!! Ana Raquel Nº1,Eva Sanches Nº8-8ºB Lenda de Algoz Nesta lenda descobrimos de onde provêm o nome Algoz. Conta a lenda que um homem chamado António Navarro, estava a ser chantageado por uma mulher do inferno e que em troca dos olhos do seu filho mais novo, dava-lhe tudo oque ele desejasse. Desde então que António nunca mais fora o mesmo, andara de cabeça pendida, olhar frio e desorientado. Acordava todas as manhãs agoniado, passando os dias a fugir às perguntas de Joana, sua esposa. Até que um dia, Joana ficara tão desconfiada, que chegou ao ponto de seguir o marido. Então, numa noite em que mais uma vez seu marido fugira à socapa, para se encontrar com tal mulher, ela saira atrás dele. António, ao chegar ao ponto de encontro, exigiu à mulher diabólica saber a razão do porquê de ela querer os olhos de seu filho. E ela respondera que somente aqueles olhos a podiam salvar da prisão em que vivia. Joana, ao ouvir tal atrocidade, correra para casa e escondera seus filhos numa gruta, o mais rápido possível. Na volta para casa, seu marido apercebera-se que seus filhos não se encontravam presentes. Ao reparar na sua ausência, ficou
  3. 3. apavorado, pois pensara que a mulher os tivesse levado. Joana manteve a calma para não se denunciar ao marido. António, enraivecido, correu para junto da mulher, pedindo justificações, mas esta calou-se. Na noite seguinte, Joana seguira-o novamente. Quando a mulher diabólica apareceu, negou tudo oque António dissera, entrando assim numa discussão acesa. Joana, para impedir que tal mulher fizesse mais alguma maldade à sua família, confrontou-a com a cruz do senhor e proclamou: “ Pois vai-te com Satanás eis aqui a cruz do senhor!”. Após tais palavras, a mulher foi engolida lentamente pelo solo imundo onde se encontrava. Nesse mesmo solo brotou tanta água que formou uma lagoa. A esse sítio passou a chamar-se Alagôs e, com o passar dos anos, ficou com o nome actual de Algoz. E contava-se ainda que, todos os anos, no fim do verão, a lagoa dava um estoiro e as águas saiam do leito, alagando os campos. Realizado por: Mariana Cabral, Susana Mestre e João Melo. 8ºC Algoz A origem do nome da povoação do Algoz divide as opiniões dos seus habitantes. Uns dizem que o nome deste local já existia no tempo dos romanos e que lhe foi dado por D. Fernando I, o rei Leão, quando ali passou a caminho de Silves. Um dos seus homens achou a povoação não muito importante, por isso nem valeria a pena ficar por lá muito tempo, ao que o rei disse em castelhano: “Algo és!”. E assim se ficou a chamar Algoes e depois Algoz. Mas outros afirmam, a pés juntos, uma outra versão. Quis, há seculos atrás, a junta de freguesia de Algos fazer uma procissão, que passava por todas as ruas da povoação. Dava para uma das ruas um grande ramo de uma grande e bonita Oliveira que impedia o trânsito a carros ou a cavalos.
  4. 4. Chegou ali a procissão, que levava um Santo no seu andor. O Santo ia muito alto e para passar tinham de cortar o ramo ou cortar a cabeça do Santo. Como o dono da oliveira era uma pessoa muito importante e não lhe queriam desagradar, optou-se pelo corte da cabeça do Santo. A população zangada com o ato, resolveu chamar aquela povoação de Algoz, que é o nome da pessoa que realiza a pena de morte, ou seja, uma pessoa cruel, neste caso uma povoação, para que a ofensa contra o Santo ficasse para sempre registada. 8ºA Catarina Lopes, Márcia Cabral

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