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  • Bernardo  O nosso trabalho é sobre a Reforma e a Contra Reforma
  • Filipe
  • Rocha  Começamos com a Reforma
  • Rocha  A reforma protestante, que surgiu no séc. 16 foi um movimento reformista cristão, que começou quando martinho lutero, através das 95 teses, e originando protestos contra a doutrina da igreja catolica, propôs a reforma do cristianismo, cuja doutrina se baseia nas 5 solas: sola fide (apenas a fé), sola scriptura (apenas a escritura), solus christus (apenas cristo), sola gratia (apenas a graça) e soli deo gloria (glória apenas a deus)
  • Belo  Os objectivos da reforma eram a reforma significativa no catolicismo, para que a Igreja voltasse à sua pureza inicial, pois a igreja era imoral por causa do luxo e opulencia do clero, por causa dos papas portarem se como reis, não eram castos, e por isso não praticavam o celibato, e casavam-se, as indulgencias, papas não clerigos e reliquias demais.
  • Paiva: a mudança de mentalidade do séc. 16 nas sociedades europeias no campo religioso foi que a igreja, que na idade media era respeitada e omnipotente, no renascimento era criticada e efraquecida, pois, devido à corrupção e ignorancia dos clerigos, o que causava insatisfação, e tudo isto propunha a reforma
  • Filipe
  • Rocha: as consequencias de reforma na europa foram o aparecimento da religiões protestantes, principalmente no norte da europa, o que fez a igreja catolica iniciar a contra reforma, que é outra consequencia da reforma
  • Belo: As cnsequencias da reforma na peninsula iberica e em portugal, que estavam a grande distância do norte da europa, que era onde se concentrava o reformismo protestante, que fez a igreja iniciar a contra reforma, que fez com que as autoridades religiosas tornassem a península iberica impenetravel ao reformismo protestante
  • Paiva: Neste documento vê-se que os papas tinham comportamentos muito pouco dignos: não eram castos (casavam-se) e ganhavam bens materiais com as nomeações
  • Filipe
  • Rocha: Neste documento está expressa uma das grandes ideologias da doutrina defendida por lutero: as boas obras não fazem o homem bom
  • Belo: Neste documento está outra ideologia de lutero: o fundamental é a fé
  • Paiva: Não podíamos pôr aqui todas as teses, mas só o facto de serem 95 teses, significa que a igreja tinha muitos defeitos nesse tempo.
  • Filipe
  • Filipe
  • Rocha: a contra reforma dividia-se em duas partes: a renovação interna e o combate à reforma. A renovação interna tinha como objectivo redefinir a doutrina da igreja e a disciplina do clero. A parte do combate à reforma tinha como objectivos combater e impedir o avanço do protestantismo
  • Belo: Como se viu anteriormente, a contra- reforma divide-se em renovação interna e combate à reforma. A parte do combate à reforma, através do concilio de trento, originou que o index, a inquisição e a companhia de jesus atacasssem e perseguissem a doutrina protestante, que fazia parte da reforma, que originou a parte do combate à reforma, mas alguns autores consideram que nada teve a ver com a parte da renovação interna, e por isso a reforma não originou completamente a contra-reforma.
  • Paiva: As principais entidades da contra- reforma foram os papas, nomeadamente leão X, os membros das ordens religiosas, como a companhia de jesus e os dominicanos, que faziam parte da inquisição. Estas entidades perseguiam os reformadores, que estavam, portanto indirectamente relacionados co a contra reforma
  • Filipe
  • Rocha: As consequências da contra reforma na peninsula iberica foram a estagnação cultural e financeira. A estagnação cultural deveu-se ao facto do ensino ser controlado pela companhia de jesus e pelo facto da inquisição, através do index, fazer uma vigia da cultura. A inquisição também perseguia os judeus, o que levou à estagnação financeira, pois eles possuíam dinheiro e eram intelectuais.
  • Belo: Neste documento vê-se que, o concilio de trento, a única coisa que mudou foi a ultima frase, mas, como mais nada mudou, a igreja católica separou-se da protestante
  • Paiva: Neste documento estão as regras para que alguém entrasse e permanecesse na companhia de jesus, e que se baseavam na obediência absoluta
  • Filipe
  • Rocha: Este documento é um testemunho de uma pessoa que foi presa pela inquisição, e que a caracteriza, e, no fim, apresenta uma justificação para tal.
  • Belo: Este documento prova que havia uma vigia de cultura, e portanto uma revisão dos livros antes de serem impressos. Os livros podiam ser emendados, ou proibidos. Este livro “os lusiadas”, provavelmente foi apenas emendado, pois, como diz no texto, o autor mostou nele muito engenho e sabedoria.
  • Paiva
  • Filipe
  • Rocha
  • Belo
  • Paiva
  • Filipe
  • Filipe
  • Belo
  • Rocha: Vê-se aqui, primeiro que o cristianismo é a religião mais praticada no mundo, e dentro desta, os protestantes são o segundo maior, e dentro deste, o dominante é o luteranismo
  • Filipe
  • Paiva: Existe um monumento em Genebra, na Suiça, o muro dos reformadores, onde estão 4 deles: joão calvino, John knox, teodoro de besa e guilherme farel
  • Trabalho final (por finalizar)

    1. 2. A Reforma e a Contra-Reforma
    2. 3. Introdução <ul><li>O que é a Reforma? </li></ul><ul><li>Quais os seus objectivos? </li></ul><ul><li>Que factores impulsionaram esse movimento? </li></ul><ul><li>Quais foram as principais entidades desse movimento? </li></ul><ul><li>Quais as suas consequências: </li></ul><ul><li> Na Europa </li></ul><ul><li> Na Península Ibérica </li></ul><ul><li> Em Portugal </li></ul><ul><li>O que é a Contra-Reforma? </li></ul><ul><li>Quais os objectivos desse movimento? </li></ul><ul><li>Quais as suas origens? </li></ul><ul><li>Que pessoas tiveram mais influência nesse movimento? </li></ul><ul><li>O que é que esse movimento originou: </li></ul><ul><li> Na Europa </li></ul><ul><li> Na Península Ibérica </li></ul><ul><li> Em Portugal </li></ul><ul><li>No trabalho também iremos colocar algumas imagens , resumos na forma de esquemas , e, no fim do trabalho, biografias de algumas entidades importantes relativas ao tema, alguns documentos , uma síntese , as fontes e, possivelmente, algumas curiosidades . </li></ul>
    3. 4. A Reforma Figuras 1 e 2 – Martinho Lutero pregando
    4. 5. O que é a Reforma? Século XVI Martinho Lutero Movimento reformista Cristão Protestos contra a doutrina da Igreja Católica 95 Teses Reforma do Cristianismo Através Propondo Sola fide; Sola scriptura; Solus christus; Sola gratia; Soli Deo gloria 5 Solas Originando REFORMA PROTESTANTE
    5. 6. Quais os seus objectivos? Reforma significativa no Catolicismo Igreja Voltasse Pureza inicial Imoral Luxo e opulência do Clero Não eram castos Muitas relíquias Papas não Clérigos Indulgências Papas a portarem-se como reis OBJECTIVOS DA REFORMA
    6. 7. Que factores impulsionaram esse movimento? Século XVI Sociedades Europeias Campo religioso Igreja Idade Média Renascimento Respeitada e Omnipotente Criticada e enfraquecida REFORMA Insatisfação Corrupção e ignorância dos clérigos MUDANÇA DE MENTALIDADE
    7. 8. Quais foram as principais entidades desse movimento? Reformadores Como por exemplo Martinho Lutero João Calvino John Knox Fig.4_João Calvino Henrique VIII, Rei de Inglaterra PRINCIPAIS ENTIDADES DA REFORMA Papa Leão X Fig.3_Martinho Lutero Fig.5_John Knox Fig.6_Henrique VIII de Inglaterra
    8. 9. Quais as suas consequências na Europa? Europa Contra-Reforma Aparecimento de religiões protestantes Norte da Europa Igreja Católica Fig.7_territórios da Europa Protestantes (azul) e Católicos (verde) CONSEQUÊNCIAS DA REFORMA
    9. 10. Quais as suas consequências na Península Ibérica? Península Ibérica e Portugal Norte da Europa Impenetrável Reformismo Protestante Grande distância Contra-Reforma Autoridades religiosas CONSEQUÊNCIAS DA REFORMA
    10. 11. Documentos Documento 1 No dia 20 de Setembro de 1492, o Papa Alexandre VI nomeou vinte cardeais, […] entre os quais o seu próprio filho, César Bórgia; e também o filho de Gabriel de Cesarini, irmão do seu genro; e ainda um elemento da família Farnese, parente da bela Júlia, sua amante; e muitos outros. Graças a estas nomeações, segundo se diz, Alexandre VI recebeu mais de cem mil ducados.   Stefano Infessura, Diário da Cidade de Roma, Século XVI
    11. 12. Documentos Documento 2 Júlio II foi um Papa dotado de coragem e firmeza invulgares, mas impetuoso e de ambição desmedida […]. Tudo isto seria digno de um grande louvor se se tratasse de um príncipe secular. Ou ainda se ele tivesse colocado o entusiasmo que pôs no engrandecimento temporal da Igreja pela força das armas ao serviço da pureza e da perfeição espiritual do povo de Deus.   Francisco Guicciardini, História da Itália, 1535
    12. 13. Documentos Documento 3 Todos somos pecadores. Mas é um erro pensar-se que este mal se pode curar com as boas obras. A experiência mostra-nos que as nossas obras, por muito grandes que sejam, não nos impedem de pecar. As boas obras não fazem o homem bom. Mas, se o homem for bom, fará boas obras.   Lutero, Comentário à Epístola aos Romanos
    13. 14. Documentos Documento 4 Deverás possuir uma fé profunda e confiante em Deus. Graças a ela, triunfarás das tentações e serás recto, verdadeiro, pacífico e justo; assim, cumprirás os mandamentos.   Lutero, A Liberdade do Cristão
    14. 15. Documentos Documento 5 […] 19. Ainda não parece ter sido provado que todas as almas do purgatório tenham certeza de sua salvação e não receiem por ela, não obstante nós teremos absoluta certeza disto. […] 38. Entretanto se não deve desprezar o perdão e a distribuição por parte do papa. Pois, conforme declarei, o seu perdão constitui uma declaração do perdão divino. […] 57. Que não são bens temporais, é evidente, porquanto muitos pregadores a este não distribuem com facilidade, antes os ajuntam. […] 76. Bem ao contrário, afirmamos que a indulgência do papa nem mesmo o menor pecado venial pode anular no que diz respeito à culpa que constitui. […] 95. E assim esperem mais entrar no reino dos céus através de muitas tribulações do que facilitados diante de consolações infundadas.     Lutero, 95 Teses
    15. 16. A Contra-Reforma Figura 8 – Inquisição Figura 9 – Concílio de Trento
    16. 17. O que é a Contra-Reforma? Século XVI Movimento da Igreja Católica Combate à Reforma Renovação interna Meios utilizados Inquisição Realização do Concílio de Trento Índex Fig.10_Índex Fig.11_Santo Inácio de Loyola Companhia de Jesus CONTRA-REFORMA
    17. 18. Quais os objectivos desse movimento? Renovação interna Combate à Reforma Combater/ impedir o avanço do Protestantismo Redefinir Doutrina da Igreja Disciplina do Clero OBJECTIVOS DA CONTRA-REFORMA
    18. 19. Quais as suas origens? Combate à Reforma Renovação interna Reforma Concílio de Trento Índex Originando Inquisição Companhia de Jesus Doutrina Protestante Atacavam e impediam CONTRA-REFORMA
    19. 20. Que pessoas tiveram mais influência nesse movimento? Reformadores Ordens religiosas Leão X Papas Nomeadamente Perseguiam Dominicanos Companhia de Jesus Inquisição Fig.12_Papa Leão X PRINCIPAIS ENTIDADES DA CONTRA-REFORMA
    20. 21. O que é que esse movimento originou na Europa? Europa Estilo Barroco Externamente Mais definida Austeridade protestante Doutrina eclesiástica Internamente Perseguições Pessoas que apoiavam a doutrina protestante Reformadores Imaginação, invenção, sumptuosidade e contrastes Opondo-se Itália Fig.13_Barroco Italiano CONSEQUÊNCIAS DA CONTRA-REFORMA
    21. 22. O que é que esse movimento originou na Península Ibérica? Península Ibérica Estagnação cultural Inquisição Índex Vigia da cultura Ensino Companhia de Jesus Estagnação financeira Judeus Perseguia CONSEQUÊNCIAS DA CONTRA-REFORMA
    22. 23. Documentos Documento 6  O Santo Concílio ordena que […], nos assuntos da fé e dos costumes, ninguém […] tenha a audácia de interpretar as Sagradas Escrituras com um sentido diverso daquele que lhe dá a Santa Madre Igreja. […] Praticai boas obras, porque Deus é justo e não esquecerá as boas acções e a caridade praticada em Seu nome. […]  A Igreja deve introduzir cerimónias, luzes, ornamentos, para despertar o espírito dos fiéis, através desses sinais vivos de piedade e de religião […]. Os bispos devem ser irrepreensíveis no seu comportamento, sóbrios e castos   Decretos do Concílio de Trento. 1545-1563
    23. 24. Documentos Documento 7 Aquele que desejar tornar-se num soldado de Deus na nossa Ordem […] deverá […] consagrar-se à propagação da fé, pregando publicamente, ensinando a palavra de Deus, fazendo exercícios espirituais e acções piedosas e, sobretudo, dando às crianças uma educação religiosa […]. Se o Papa nos enviar a propagar a fé, ou a converter as almas entre os infiéis, mesmo que seja às Índias, deveremos obedecer-lhe sem reservas […]. Os membros da Companhia de Jesus devem distinguir-se por uma obediência absoluta, verdadeira, cega, renunciando à sua própria vontade.   Inácio de Loyola, Regra da Companhia de Jesus, 1540
    24. 25. Documentos Documento 8 Se sabem ou ouviram que algum cristão tenha dito ou feito alguma coisa contra a nossa Santa Fé Católica, ou seja simpatizante da seita de Lutero, Calvino, ou outro herege, que seja condenado pela Santa Fé Apostólica; […] Se sabem ou ouviram que alguma pessoa faça feitiçarias […]. Se sabem ou ouviram que alguma pessoa exerça astrologia, leia ou tenha livros dela ou de outra arte de adivinhar […]. Se sabem ou ouviram que alguma pessoa tenha ou leia livros proibidos […]. Deverão denunciá-lo ao Santo Ofício […]. E se não o fizerem, serão sujeitos à pena de excomunhão maior.   Edital da Fé
    25. 26. Documentos Documento 9 Fui preso apesar de estar inocente. […] Em cento e cinquenta presos da Inquisição nem cinco são culpados. […] As provas de culpa fazem-se à força das torturas que eles praticam, até em meninos com oito anos ou pouco mais. […] Estive preso perto da Casa do Tormento e pude ouvir a crueldade com que se obtinha a confissão e ouvir o queixume dos atormentados. […] Por esta razão [os presos] confessam o que nunca tinham feito ou sequer sonhado, e culpam por cúmplices quantas pessoas lhes vêm à cabeça […] apenas para se verem livres da tortura. […] Tudo isso acontece pelo ódio que os cristãos-velhos têm aos cristãos-novos.   De um processo da Inquisição, 1605
    26. 27. Documentos Documento 10 Vi, por mandado do Ilustríssimo e Reverendíssimo Senhor Arcebispo de Lisboa, Inquisidor-Geral destes reinos, Os Lusíadas, de Luís de Camões, […] o qual livro, assim emendado como agora vai, não tem cousa contra a fé e os bons costumes, e pode imprimir- -se. E o autor mostrou nele muito engenho e sabedoria.   Frei Bartolomeu Ferreira. 1572
    27. 28. Biografias <ul><li>Nasceu a 10 de Novembro de 1483 em Eisleben </li></ul><ul><li>Sacerdote Agostiniano </li></ul><ul><li>Professor de teologia </li></ul><ul><li>Percursor da Reforma Protestante </li></ul><ul><li>Em 1517 publica as 95 Teses </li></ul><ul><li>Não se retractou ao Papa Leão X nem a Carlos V </li></ul><ul><li>Foi excomungado e expulso do Sacro Império Romano-Germânico </li></ul><ul><li>Escondeu-se traduziu a Bíblia para alemão </li></ul><ul><li>Morreu a 18 de Fevereiro de 1546 em Eisleben </li></ul>
    28. 29. Biografias <ul><li>Nasceu a 10 de Julho de 1509 em Noyon </li></ul><ul><li>Teólogo cristão francês </li></ul><ul><li>Grande influência na Reforma Protestante </li></ul><ul><li>Doutrina: Calvinismo </li></ul><ul><li>Morreu a 27 de Maio de 1564 em Genebra </li></ul>
    29. 30. Biografias Fig.14_Ulrich Zwinglio <ul><li>Nasceu a 1 de Janeiro de 1484 em Wildhaus, Cantão de São Galo </li></ul><ul><li>Morreu a 10 de Outubro de 1531 em Kappel am Albis </li></ul><ul><li>Teólogo suíço </li></ul><ul><li>Principal líder da Reforma Protestante na Suiça </li></ul><ul><li>Relativamente ao Estudo teológico chegou a conclusões semelhantes às de Lutero sem a sua influência </li></ul>
    30. 31. Biografias <ul><li>Nasceu em 1514 em Haddington, East Lothian </li></ul><ul><li>Reformador escocês </li></ul><ul><li>Líder da Reforma na Escócia </li></ul><ul><li>Apoiante do Calvinismo </li></ul><ul><li>Morreu a 24 de Novembro de 1572 em Edimburgo </li></ul>
    31. 32. Biografias <ul><li>Nasceu a 11 de Dezembro de 1475 </li></ul><ul><li>Giovanni di Lorenzo de Medici </li></ul><ul><li>Família abastada Médici </li></ul><ul><li>Filho de Lorenzo de Medici </li></ul><ul><li>Papa desde 1513 até à sua morte </li></ul><ul><li>Último Papa não-sacerdote </li></ul><ul><li>Morreu a 1 de Dezembro de 1521 </li></ul>
    32. 33. Síntese final Norte da Europa Sul da Europa Objectivos Objectivos Papas/ Ordens religiosas Consequências Mudança de mentalidade Reformadores Perseguiam Impedir Impedir Impedir REFORMA CONTRA-REFORMA
    33. 34. Síntese final 1443 Nasce o Papa Júlio II 1475 Nasce o Papa Leão X 1483 Nasce Martinho Lutero 1484 Nasce Ulrich Zwinglio 1491 Nasce Santo Inácio de Loyola 1509 Nasce João Calvino 1513 Morre o Papa Júlio II 1514 Nasce John Knox 1517 Martinho Lutero prega na porta de uma igreja de Wittenberg, Alemanha, 95 teses críticas contra a Igreja Católica. Este facto dá início à Reforma. 1519 Ulrich Zwingli inicia a Reforma na Suiça. 1521 Lutero é expulso da Igreja; Morre o Papa Leão X 1531 Morre Ulrich Zwinglio 1532 João Calvino inicia o movimento Protestante em França. 1534 Inácio de Loyola funda os jesuítas [Companhia de Jesus]. 1536 Dissolução dos mosteiros em Inglaterra. 1541 John Knox leva a Reforma para a Escócia. 1546 Morre Martinho Lutero 1549 Um novo livro de orações, o Book of Common Prayer, é introduzido em Inglaterra. 1556 Morre Santo Inácio de Loyola 1562 Guerras religiosas em França entre Católicos e Huguenotes (Protestantes). 1564 Morre João Calvino; nasce Guilherme Farel 1568 Revolta dos Protestante holandeses contra o domínio Espanhol 1572 Morre John Knox 1588 Derrota da Invencível Armada junto das costas britânicas. 1598 O Édito de Nantes dá aos Protestantes e Católicos em França direitos iguais.
    34. 35. Curiosidades <ul><li>Dia da Reforma Protestante  O dia da Reforma Protestante é um dia que é celebrado pelos Luteranos e por outras igrejas cristãs que tiveram origem na Reforma Protestante iniciada por Martinho Lutero, no dia 31 de Outubro de 1483 e que teve final no ano de 1546. </li></ul>
    35. 36. Curiosidades
    36. 37. Curiosidades
    37. 38. Curiosidades
    38. 39. FONTES: Fontes Bibliográficas Enciclopédia da História Mundial: Da Idade da Pedra ao Século XXI, Lisboa, Parragon Books, 2005, pp. 118-119. DINIZ, Maria Amélia; TAVARES, Adérito; CALDEIRA, Arlindo M.; História História oito Parte 1, lisboa editora, 2010, pp 72-77 SARAIVA, José Hermano, História Universal, Europa séculos XVI-XVIII, volume VI, Lisboa, Publicações Alfa, 1985, pp 90-91 pp 94-98.
    39. 40. FONTES:PPT’s 4Shared, &quot;Free File Sharing&quot; Página consultada a 19 de Março de 2011, <http://www.4shared.com/document/ZLezAUWL/Histria_Geral_PPT_-_Reforma_Pr.htm>. EJT, &quot;Crescendo e Educando&quot; Página consultada a 19 de Março de 2011, <www.juvencioterra.com.br/virtual/reforma.ppt>. SlidesPowerPoint, &quot;Portal de Slides em Powr Point&quot; Página consultada a 19 de Março de 2011, <http://slidespowerpoint.googlepages.com/ReformaProtestante.ppt>. Soaulas.com,(NTD) Página consultada a 19 de Março de 2011, <http://soaulas.com/banco_aulas/262_652reforma1ano.ppt>.
    40. 41. FONTES: Imagens Figura 1  Pedro Henrique Martins, &quot;Alvo, mais que neve&quot;, página consultada no dia 14 de Março de 2011, <http://pedrohenrique-martins.blogspot.com/2010/10/as-95-teses-contra-o-comercio-das.html>. Figura 2  Semperreformanda - Teologia, Apologética Evangélica, &quot;Teologia e Apologética Evangélica em Portugal. Reflexões bíblicas e sociais à luz das Escrituras&quot; Página consultada a 19 de Março de 2011, <http://semperreformanda-teologia.blogspot.com/>. Figura 3  A tela da reflexão, &quot;História, Literatura, Cultura Afro, Formação Política e Sindical&quot; Página consultada a 19 de Março de 2011, <http://manmessias21.blogspot.com/2010_05_01_archive.html>. Figura 4  Blog do Will, &quot;Um canal aberto para repensarmos o Cristianismo&quot; Página consultada a 19 de Março de 2011,<http://blogdowilll.wordpress.com/biografias/>. Figura 5  Segredo de Davi, &quot;3 anos seguindo segundo o coração de Deus&quot; Página consultada a 19 de Março de 2011, <http://segredodedavi.blogspot.com/2010/04/vida-de-john-knox.html>. Figura 6  A tela da reflexão, &quot;História, Literatura, Cultura Afro, Formação Política e Sindical&quot; Página consultada a 19 de Março de 2011, <http://manmessias21.blogspot.com/2010_05_01_archive.html>. Figura 7  Wikipédia, &quot;A Enciclopédia livre&quot;, página consultada no dia 23 de Fevereiro de 2011, <http://pt.wikipedia.org/wiki/Reforma_Protestante>. Figura 8  FMLO, “Santa Inquisição” Página consultada a 19 de Março de 2011, <http://www.fmlo.com.br/inquisi.htm>. Figura 9  Blogger, “Renascimento Cultural” Página consultada a 19 de Março de 2011, <http://www.fmlo.com.br/inquisi.htm>. Figura 10  Wikipédia, &quot;a Enciclopédia Livre&quot;, página consultada a 27 de Março de 2011, <http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Index_Librorum_Prohibitorum_1.jpg>. Figura 11  Blog do Católico &quot;Creio na Igreja una, santa, Católica e Apostólica&quot;, página consultada no dia 27 de Março de 2011, <http://blog-do-catolico.blogspot.com/2010/11/frase-santo-inacio-de-loyola.html>. Figura 12  Diocese do Funchal, &quot;Porque, se temos sido unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente também o seremos na semelhança da sua ressurreição&quot;, página consultada no dia 27 de Março de 2011, <http://www.diocesedofunchal.pt/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=13&Itemid=36>. Figura 13  Blogger, &quot;Historia del Arte&quot;, Mari Luz Página consultada a 19 de Março de 2011, <http://luz-historia-arte.blogspot.com/2009_05_01_archive.html>. Figura 14  Igreja Ortodoxa Hispânica, “Igreja Una Santa Católica e Apostólica”, página consultada no dia 25 de Abril de 2011, <http://www.igrejaortodoxahispanica.com/Textos/A_Reforma_Protestante.html>.
    41. 42. FONTES: Documentos Documento 1  DINIZ, Maria Amélia; TAVARES, Adérito; CALDEIRA, Arlindo M.; História História oito Parte 1, lisboa editora, 2010, pp 73 Documento 2  DINIZ, Maria Amélia; TAVARES, Adérito; CALDEIRA, Arlindo M.; História História oito Parte 1, lisboa editora, 2010, pp 73 Documento 3  DINIZ, Maria Amélia; TAVARES, Adérito; CALDEIRA, Arlindo M.; História História oito Parte 1, lisboa editora, 2010, pp 73 Documento 4  DINIZ, Maria Amélia; TAVARES, Adérito; CALDEIRA, Arlindo M.; História História oito Parte 1, lisboa editora, 2010, pp 73 Documento 5  Portal da História, “Onde o passado encontra o futuro”, página consultada a 25 de Abril de 2011, <http://www.arqnet.pt/portal/teoria/teses.html>. Documento 6  DINIZ, Maria Amélia; TAVARES, Adérito; CALDEIRA, Arlindo M.; História História oito Parte 1, lisboa editora, 2010, pp 75 Documento 7  DINIZ, Maria Amélia; TAVARES, Adérito; CALDEIRA, Arlindo M.; História História oito Parte 1, lisboa editora, 2010, pp 75 Documento 8  Externato Marista de Lisboa, Prova escrita de História, 8º ano, 2º teste do 2º período lectivo, 2010-2011, documento H Documento 9  DINIZ, Maria Amélia; TAVARES, Adérito; CALDEIRA, Arlindo M.; História História oito Parte 1, lisboa editora, 2010, pp 77 Documento 10  DINIZ, Maria Amélia; TAVARES, Adérito; CALDEIRA, Arlindo M.; História História oito Parte 1, lisboa editora, 2010, pp 77
    42. 43. FONTES: Sites Algo Sobre,Página consultada a 20 de Março de 2011, <http://www.algosobre.com.br/historia/reforma-e-contra-reforma.html>. Colégio web, página consultada a 20 de Março de 2011, <http://www.colegioweb.com.br/historia/a-reforma-e-a-contra-reforma.html>. História de tudo, página consultada a 23 de Fevereiro de 2011, <http://www.historiadetudo.com/contra-reforma.html>. Infopédia, &quot;Enciclopédia e dicionários Porto Editora&quot;,Página Consultada a 20 de Março de 2011, <http://www.infopedia.pt/$contra-reforma>. Sapo, página consultada a 23 de Fevereiro de 2011, <Infopédia, &quot;Enciclopédia e dicionários Porto Editora&quot;,Página Consultada a 20 de Março de 2011, <http://neh.no.sapo.pt/documentos/a%20contra%20reforma.htm>. Sua Pesquisa, página consultada a 23 de Março de 2011, <http://www.suapesquisa.com/protestante/>. Orbita Starmédia, página consultada a 27 de Março de 2011, <http://orbita.starmedia.com/achouhp/historia/reforma_religiosa.htm>.

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