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  2. 2. Deusinvisível e imutável até que ele tinhaabraçadoque «Mediadorentre Deuseohomem, o própriohomem,CristoJesus,''o qual é sobre todos,Deusbenditoparasempre,''o caminho,a verdade eavida."noentanto,ele nãoao mesmotempocompreenderomistérioda Encarnação, e ele falhouporumtempopara atingira qualquercoisamaiordoque Adoptianism.PensouemCristo",comode um homemde excelente sabedoria,'virginborne superandooutroshomens,umexemploparanósde'eontemningcoisastemporaisparaa obtençãoda imortalidade."Totalmentecertezadaimutabilidade doVerboDivino,elefoi incapazde crer que Ele comia,bebia,dormia,andou,regozijou-se,estavatriste,e discursou;e por issosentiu-secompelido(contraarianose Apollinarians) parainsistirnumacompleta humanidade emCristo,paraque taisaçõese experiênciasseriaapropriado(Conf.vii.24,25). Embora fortemente influenciadapelaNeo-platonismo,que geralmente feitapara monofisismo,Agostinhofoi umDyophysitedotipomaispronunciada.Noentanto,seriade procurar emvão emseusescritospara qualquerdefiniçãoprecisadasrelaçõesdodivinoe do humanona Pessoade Cristo,ouda maneiraemque o Logos divinoeohomemJesusestavam unidosemumaúnica personalidade.Ele vigiadocuidadosamentecontraqualqueradmissãode uma misturade divindade e humanidade,bemcomocontraa suposiçãode que a humanidade de Cristoé convertidoemDivindade.Ele chamaahumanidade de Cristo'vestuário,''templo', 'veículo','instrumento'Emvirtude de suaassociaçãocom a Divindade,aalmade Cristo possuíaconhecimentoperfeitodesde oinício.;e Suarenúnciade conhecimento sobre este ou aquele eraporcausa de Seusdiscípulos.Noentanto,Agostinhonegouliberdadede escolha para a humanidade de Cristo,que elefezsujeitosapredestinação.Ele consideravaa encarnaçãodo Logos,se necessário,afimde que nossasalmaspodemse tornar Seus membros,e que o diabopode servencidopelamesmanaturezaque ele tinhaseduzido.A encarnaçãofoi o trabalhode todaa Trindade,eoVerboestavaemnenhumarelaçãomais próximacomo Filhoque feztodaa Trindade (cf.Harnack,Dogmengesch.Iii.116[tradução Inglêsv.226]). A frase seguinte é altamentesignificativa: 'Deusassumiu(suscepit) nossanatureza,ouseja,aalma racional e carne dohomem, Cristo, por uma suposiçãosingularmentemaravilhosoe maravilhosamente singular,que,semméritos de sua própriajustiçatendoprecedido,eletransforma-se assimFilhode Deusdesdeoinício emque ele começoua serhomem,que ele mesmo(ohomemCristo) e daPalavrapode ser uma pessoa'(de Correptione etGratia,30). Agostinhoparece nunca teralcançadoa-outforjadoe auto-consistente completamente cristologia.Ele nãotinhacertezase a Encarnação foi necessáriaparaa redençãodohomem, concebendopossível que Deuspoderiaterescolhidooutrocaminho.Ocorpode Cristoque ele consideravacomoumaparte da massaadâmica,que foi constituídoumcorpopeloato de assunção,concebidoporMaria não pelaconcupiscênciacarnal,maspelafé espiritual (Dorner, Pers.[Nota:.Persa] de Cristo,ii.i.398). PelaEncarnação nossasalmasse tornarem membros de Cristo,e o diaboé vencidopelamesmanaturezaque ele seduziu.Como,de acordocomo planodivinodaredençãoCristodeve necessidadescomprahomensamaldiçoadopelopecado com Sua própriamorte,Ele assumiuumcorpo humanocom todosos afetose as enfermidades
  3. 3. humanas,incluindoamortalidade,massemconcupiscência.Aoassumiranaturezahumana Ele limpou-lo."Ele tornou-sehomemparaque Ele possanosfazerdeuses."Noentanto,Ele não renuncioua"formade Deus",mascontinuoucomo Pai no céu,enquantoJesusfoi peregrinasobre aterra. Seuesvaziamentofoi meramente umaocultação.ComoSãoPaulo, Agostinhocolocouamaiorestresse sobre ahumilhaçãoenvolvidosnaEncarnação,a vida humana,e a obediênciaaté à morte;e,no entanto,insistiuque anaturezadivinacomosendo absolutamente imutável sópoderiase juntarcomsimpatiacomo serhumanoem sofrimento psíquicoe físico.A obra expiatóriade Cristo,ele pensouemcomoaredençãodopoderdo- diaboque tinhatomadoa sua morada nas almashumanasabandonadasporDeuspor causa do pecado,e que foi concebidocomotendoumaespécie de direitoadquiridolostão-tanto quantoa reconciliaçãocomDeus.Aorecebera penalidade dopecado,e nãotomandosobre si a culpa (culpa),Ele apagoutanto penalidadee culpapara nós.A morte de Cristopossuíapoder expiatórioporcausade seunascimentovirginal,imaculadajustiçae obediênciavoluntáriaa Deus.A morte físicade Cristolibertaoscrentesdamorte eterna. Lado a ladocom o aumentode Cristode Agostinhofoi suadisposiçãoparaexaltara Igrejae seussacramentos.Ele supôsque osbenefíciosforjadoparaohomematravésda Encarnação e sofrimentosde Cristose tornamdisponíveisparaohomemapenaspormeiodossacramentos, dos quais,aIgrejaé o únicodistribuidor. 2. GregórioMagno [Nota:reatde Cranmer Bíblia'Grande' 1539.] não eraum pensadororiginal sobre questõescristológicas.Ele foi muitoalémAgostinhoemseuecclesiasticisme sacramentalismo,e aomesmotempoque professaserumdevotoseguidorde Agostinho, muitodebilitadosuasdoutrinasemreproduzi-los.Emseuensinamentosobre aobraexpiatória de Cristo,ele definiumaisestresse doque Agostinhosobre opoderlegítimododiabosobre a humanidade,eoresgate pagoaele porCristona Sua morte.O homem-Deus,virgem-nascidoe semconcupiscência,ele consideravatantoummediadorentre Deuse oshomens,e um exemploparanós.A obra expiatóriade Cristo,nãovalerparaa salvaçãohumana,a menosque o homemenche-se porumavidade humildade e sofrimentoque oque restoudossofrimentos de Cristo."Aquele que se esforçaparaserresgatadoe governarcomEle deve sercrucificado." 'SemintervaloRedentoroferece umholocaustoparanós,namedidaemque,semcessarEle mostra ao Pai sua encarnaçãoemnossofavor; desde suaencarnaçãoé umaofertapor nossa limpeza:e quandoEle se mostroucomoo homem, ao intervir,Ele lavouosdefeitosdo homem.E pelomistériodaSuahumanidade Ele perenemente oferecesacrifício, porque essas falhastambémque ele purificadistânciasãoeternas"(Moral.I.24). Ele colocoumuitoestresse sobre aconstante intercessãode Cristo;maseste erasupostoser mediadaporanjos,santos,esmola,massas,e poroutras formasde obras meritórias.Na verdade,ele estavatãosuplantoupelaeficáciade formassacramentaise dosacrifício
  4. 4. contínuo,que ele considerouamorte de Cristocomo nãoabsolutamente necessárioparao homem,a redenção.Deusque noscrioupode ternos livroudasconseqüênciasdopecadosem a morte de Cristo.Ele pensounamorte de Cristocomo uma exposiçãodoamordivino,e como um exemplocomoqual a nos ensinaranão temeras desgraçase sofrimentosdeste mundo, mas simpara evitarterrenaboasorte.Sua visãosacrificial daCeiadoSenhor,comseus acompanhamentossacerdotais,enervadomuitoasuaconcepçãoda pessoade Cristoe doseu significadohistórico.Neste ritoosofrimentode Cristoé repetidocontinuamente paraanossa reconciliação,"todaaCristosendoemcada parte" doselementosconsagrados.Naspalavras de Harnack: 'Cristocomo uma pessoaé esquecido.Ele é umgrande títulona dogmática...;mas as questões fundamentaisdasalvaçãonãosãorespondidasemrelaçãoaele,e na vidaa pessoabatizada temde valer-se de "meios"que existem, emparte,ladoaladocom ele (Cristo),emparte,sem ele,ouapenastero seucrachá '(Dogmengesch.iii.241 f.[traduçãoInglêsv.271]). Medo e esperançatomar o lugarda fé e do amor;medoda puniçãotoma o lugarde arrependimentodopecado.Assim, otipomedievalde piedadeascéticafoi totalmente estabelecida(cf.Harnack,lc). 3. A vigorosamente levoumovimentoAdoptianistnaEspanhadurante osúltimosanosdo século8, provavelmente influenciadapelaSaracenpensei, levouAlcuíno,apoiadoporCarlos Magno e do Conselho,de Frankfurt(794),paraexporcomo o ensinocristológicadaIgreja franca , emoposiçãoà doutrinanestoriana,acusadode estarenvolvidonoAdoptianismde bisposElipandusde Toledoe Félix de Urgel, umadoutrinamal se distingue daEutychianism. Alcuínoinsistiuque Cristonãoé 'homem',maso 'homem-Deus';que ele nãoé "emtudo semelhanteanóssempecado,"mas "emmuitascoisas."Ele ensinouque nauniãododivinoe do humanoda personalidade humanafoi apagado(deleri) ouconsumidos(consumi) pelo Divinoe que a personalidadedivinatomouolugarda personalidadehumanadestruída."Na hipótese de carne porDeusa pessoado homempereceu,e nãoa natureza"(adv.Felicem,2. 12). AssimAdoptianismprovocouumareaçãona Igrejado Ocidente contraumextremo,bem como contra a interpretaçãonatural e apropriadadoSímbolode Calcedônia;e enquantoele não levouauma aceitaçãogeneralizadadosEutychianismpuro,ele chegouperigosamente pertode eliminardaWesterncristologiaaconcepçãoda humanidade real e completade Cristo. Temsidoapontadopor Dorner,com uma visãoadmirável (ii.I.270 e ss.),Que,emboraCristo continuouaser consideradopelaIgrejagregacomoa sabedoriade Deusrevelada,e estresse foi colocadasobre seuofícioproféticoempregadonodifusãode iluminaçãocomo consubstanciadona"fé ortodoxa",naIgrejalatinaEle foi consideradodurante aépoca medieval comooprimeiroe acimade tudoum Rei,o cristianismofoi considerado comoum
  5. 5. meiode obterpodere da hierarquiaerasupostotersidonomeadopeloCristoparaocupar o seulugar,governaremseulugar, virtualmente parasubstituí-lonogovernopessoal,e para abolirqualquerrelaçãosexual diretaentre Ele e oscrentes.Já não eracomunhãopessoal do crente com Cristopensadocomoo bemsupremo,oumesmocomouma possibilidade.Tendo fundadoa Igrejae dotou-ocom plenospoderes,Cristonãoeramaisnecessáriocomouma presençapessoal,e foi consideradodeistically.Se umsobrenatural pessoal e altamente simpáticafoi desiderated,este encontrava-senaVirgemMaria,que jáhaviasidoexaltadoem proporçõesquase divina.A Igrejapassouaser consideradacomoa atual encarnaçãovivade Cristo. 4. Em seguidaàde Agostinho,a influênciamaispotente emmedieval cristologianoOcidente foi a do escritordesconhecido(provavelmente ativodurante osúltimosanosdo6 cent.) Cuja hierarquiaeclesiástica,HierarquiaCelestial,NomesDivinos,e teologiamísticaforam creditadosDionísio,oAreopagita,convertidoporSãoPaulo,porocasiãoda sua visitaaAtenas. O escritorfoi completamente imbuídocomopensamentoneoplatônicoPlotino,Proclo, Jâmblico,etc.,e efetuouumesquemamagníficoe altamente impressionantedateosofia Christianemumabase neoplatônica.Ocréditodessasobrasfoi bastante reforçadapela suposiçãode que elesconstituíamosensinamentosesotéricosdoapóstoloPaulo,que eram muitoespiritual e exaltadoparaopovode seutempo.EmOs NomesDivinos(ii.10): 'O Filhoé tudo emtodose a cabeça de todas as coisas...,poisEle é a plenitudee coesãode todasas coisas,e Ele conservae firmemente ligaaspartespelatotalidade,e Ele é parte nem toda para Ele estáacima estes,mas tanto a parte eo todocomo tendoabraçado todasas coisas;poisEle é exaltadoacimadanatureza,e é anteriorao nexode causalidade;e Ele é o perfeitoentre nósimperfeito,e imperfeitaentre osanjosperfeitoscomosendosuperperfecte anteperfect,e nãotendonenhumpontode comparaçãocom elesnoque dizrespeitoa perfeição;e Ele é o princípioformativonascoisastachearforma comoo criador e ordenador de todas as formas,e semforma emrelaçãoàs coisasque receberamformacomo estando acima de forma". Muito maisé ditopor meiode enfatizaraabsolutatranscendênciae imanênciarelativado Filho. Essa visãode Cristoe do mundoparece impediracrençaem umEncarnação específica;masa devoçãode pseudo-DionísioaocredodaIgrejae seusensode realidade docristianismo históricodeteve emalgumamedidade puraDocetism.Ele manteve,portanto,que aDivindade de Jesusna sua bondade superiorveiomesmoànossanaturezae realmente assumiua substânciada nossacarne,para que o Deus Altíssimopoderiaserchamadode homem,a essênciasuper-essencial brilhandoassimsaíada humanidade .Ele comunicou-se anós,sem misturaou alteração,sofrendonenhumdanode Suahumilhaçãoindizível.Ele erasobrenatural
  6. 6. na nossanatural,super-essencialnoque pertence ànossaessência,e Ele possuíade uma maneiraúnicatudoo que é nosso,de nós,e acimade nós.Fiel àsua concepçãopanteístade que Deuspode sernomeadocom osnomesde todas as Suascriaturas, pseudo-Dionísioafirma que Ele que é o autor dohomemera verdadeiramentehomem, comoatodaa Suanatureza. No entanto,Ele nãoera apenasohomem, e não apenasemrelaçãoao supra-homem;masEle é,na verdade,ohomemacimade homense de acordo com oshomens,ou,emoutras palavras,Ele é o homemarquetípicode quemtodososhomensindividuaissãoascópias irreais.De umaforma sobre-humanaEle realizouatoshumanos.Ele eraumhomem humanamente nascido,masohomemacimadohomem;homeme na medidaemque nele Deushaviase tornado,Ele desenvolveuumaenergiadivino-humano(Ep.adCaium, iv.).O pseudo-Dionísioachei praticamenteimpossívelencontrarqualquerlugarnoUniversoparao Deus-homemJesusCristo,assim, vagamentee Doceticallyconcebido(Dorner).Paraatribuir- lhe umlugar na esferaterrenaseriadegradante;paracolocá-lonaordemcelestial envolveria Docetism.Semsermuitodispostosafazê-lo,ele praticamente abandonouoCristohistórico, mantendoapenasaeterna.Essesescritosfigurouemgrande parte nascontrovérsias cristológicasnoOriente durante osséculos 7e 8. 5. Máximo o Confessor(d.662),emboraum acérrimodefensordaDyothelitism, ensinouuma formade misticismoderivadoemgrande parte dopseudo-Dionísio.BanidopeloImperador Oriental porcausa de sua oposiçãointransigente aoMono-thelitism, ele fezCarthage acena de suas atividadesposteriores,eapartirdeste terrenovantajosodifundidoemtodaaIgreja ocidental,omisticismopseudo-dionisíaco.Ele considerouopseudo-Dionísiocomoosanto reveladordosmistériosdivinos,comoo"todo-santo',o' grande santo,"o "-reveladorDeus',e ele nãotinhanenhumadúvidaquantoàsua identidade comconversoateniense de SãoPaulo. Quase igualmente comoAreopagita,Maximuscai emconcepçõespanteístase Docetic. A plenitudedaDivindade,que estava emCristo,pornatureza,é noscristãospelagraça, na medidaemque a sua naturezaé capaz de recebê-lo.Homemnacontado seuamor a Deus torna-se a Deuspor Deus;por contade seuamor ao homemque ele é homemparahomem. Cristoé continuamentee de sua própriavontade misticamente nascido,poisele é feitocarne na e atravésda redimido.OLogosse tornouo FilhodoHomem, a fimde que pudesse fazer deusese homens,filhosde Deus. A Encarnação dificilmentepode serditotersidoconsideradoporMaximuscomomaisdoque uma teofania,e foi de formalimitadaparaJesus.Se osúltimosparticipadoDivinomais completadoque os outroshomens,é somente porque Suanaturezaprendeu-lomais plenamente(cf.Dorner,ii.I.228 e ss.).A misturaheterogêneade Neo-platônicamisticismo pseudo-dionisíacoe mistagogiacomDyothelitismemMaximusabriuaporta larga no Ocidente,bemcomonoOriente paraa influênciadaantiga.
  7. 7. 6. Que a influênciadoAreopagitae daMaximus foi trazidopoderosamente parasuportar sobre a ortodoxiadoOriente é manifesto,naFonte de Conhecimentode JoãoDamasceno(d. Cerca de 754), que aindaintransigentementemantidaapersistênciade duasvontadesema Pessoade Cristo(Cristounidosdispostosemcorrespondênciacomcada uma dasduas naturezas),bemcomoa liberdade de suavontade humana.A fórmulapseudo-dionisíaco, "energiadivino-humano",ele entendidacomoimplicandoumaDivinoe umaatividade humanacada permanentemente diferenciadodo outro;noentanto,ele estavaemumgrande esforçopara demonstrara unidade dasduasnaturezas(cf.Dorner,ii.i.210). A permeaçãoda naturezahumanapeloDivinoenvolvidoemsuaconcepçãoa divinizaçãodohumano.Ele ilustra a relaçãodo divinoe dohumanoem Cristopelapermeaçãode ferropelocalor.Ointelecto humanode Cristo,emvirtude deste permeação,participoudoconhecimentoDivinoall- compreendendodesdeoinício.Ele temumavisãoDocéticada representaçãoNTque Jesus cresciaem sabedoriae favor.Assimtambémele consideraDoceticallyasoraçõesde Cristo. Deusque constitui apersonalidade emCristo,nãohouve ocasiõesde oração,excetopara fornecerumexemploparanóse para honrar a Deus.No entanto,ele estavamuitolongede aceitara idéiade que Eutychianatributosdivinosforamcomunicadosànaturezahumana. Quandoa carne se tornou a carne da Palavra,e a almade Jesusa alma doWord, a natureza humanapermaneceuinalteradaemessência.Apenascomo fundamentodacomunhãodo divinoe dohumanoera a carne do SenhorenriquecidopelasatividadesDivinas.Éevidente que este grande pensador,cujafonte de conhecimentoaindaé normativanaIgrejagrega,não conseguiuobterumavisãoperfeitamente consistente dasrelaçõesdodivinoe do humanona Pessoade Cristo. 7. Os pontosde vistado pseudo-Dionísioe Maximusreapareceuentre osmongesdoMonte Athossobre o meiodocent 14. (Hesicastas,Quietists),e ocasionouacontrovérsiahesicasta,os principaisadversáriosseremoslíderesdo partidoque estavapromovendoauniãocoma Igreja Latina.A causa do Hesychastsfoi habilmente defendidaporNicolausCabasilas,bispode Tessalônica,e porMarcus Eugenicus,arcebispode Éfeso.A cristologiade Cabasilasé altamente transcendental.Ele consideravaCristocomoolugar de descansodosanseios humanosque são direcionadosparaobemmaior,já que o pastoluxuriante dospensamentos, como o eternobemincorporadoscomotempo.Embora ele apegou-seàdoutrinade Calcedôniade duasnaturezase duasvontades,ele aindaconsideravaoWordcomo super- essencial,mesmonaencarnaçãoe da humanidade de Cristocomosobre-humanae deificado apesarde substânciasemelhantecoma gente.OssacramentosdaIgrejaque ele considerava como os canaisatravésdosquaisa vidajorra de Cristopara nós.O batismorepresentaa geração emnósda novavidade Cristo.Tudo o que pertence àsalvaçãodo homemfoi realizadopelamorte e ressurreiçãode Cristo.Batismosimplesmente transfere aeficácia salvadorapara o indivíduo.A purificaçãodanaturezahumanarealizadanaEncarnação de Cristoé realizadaemcadacristão por seuparticipandodanaturezadivino-humanapresente na Eucaristia.ApropriandoCristonestafesta,entramosemumarelaçãode sangue com Deuse Cristo;e comoa humanidade de Cristotornou-se endeusadonaEncarnação,o mesmo acontece com oscrentes,participandoDele.
  8. 8. 8. No Ocidente,JoãoEscotoErígena(d. Cercade 880), traduzido,sobo patrocíniode Carlos,o Calvo,osescritospseudo-dionisíaco,atravésdaqual,bemcomopelosescritosde Maximus, ele haviasidoprofundamente influenciado.Pormeiodele,amísticaneoplatônicafoi transplantadoparao Ocidente,e chegouaexercerumainfluênciamarcadano pensamento cristológicomaistarde.Seusensinamentosforamaindamaisabertamentepanteístadoque os de seusmestresorientais,e suanegaçãodarealidade daexistênciaderivadae suaDocetism profundatornamextremamente difíceisde interpretarmuitodalinguagemnaqual ele se esforçapara dar um certo valorpara os fatoshistóricosdaredenção.Emboraafirmandoque Cristotomousobre Si a formade servoe da naturezahumanaem suatotalidade,ele mostra de uma só vezcomo seusacordosde linguagemcomo usodo sensocomumao dizerque a naturezahumanaque o Verboassumiucontémemsi poucoa todovisível e criaçãoinvisível.A missãode Cristofoi para chamar de voltaosefeitossobre ascausas,e,portanto,para evitar-se a causalidade de perecer.Assim,assumindoe renovandoanaturezahumana Ele renovado toda a criação visível e invisível.Aoassumire renovaranaturezahumana,portanto,com o seu conteúdouniversal,Cristolevantou-aemsi mesmoacimade tudoque é visível,e converteu-o emsua divindade.Ele salvoutodaanaturezahumana que Ele inteiramente assumido inteiramente emsi mesmoe inteiramente emtodaacorrida. A humanidade inteiraé exaltado Nele e estásentadoàdireitade Deus,tendo-se tornadoDeusnele.Émanifestoque tais concepçõesde encarnaçãonão deixamlugarparavistasevangélicosde pecadoouredenção. Por seureconhecimentoaparente davidahistóricade Cristo,ele podetersignificadoapenas para expora crença emuma teofania,que teve oefeitode promovere facilitarosurgimento de homensacimateofaniasaoarquetípico(cf.Dorner,ii.Ii.294 ff .). 9. Um tipomuitomaisevangélicodamísticacristologiaé encontradonosescritosde Hugode São Victor(d.1114) e Richard de São Victor(d.1173). Neles,ateosofiade Erígenafoi transformadaemdiversãoêxtase dopróprioDeus.Elesforamincapazesde encontrar satisfaçãona doutrinadaIgrejada transubstanciaçãodopão e dovinhono corpoe no sangue de Cristo,como a formaem que Cristopossaser apreciado,masansiavaporuma união espiritual comCristo,atransubstanciaçãodocrente por umaexaltaçãoemêxtase emuma uniãomística com Cristo.A cristologiade Hugoe Richardfoi claramente que dopseudo- Dionísioe de Erígena; mas com elesaEncarnação foi concebidode maisdistintamente como um fatohistórico,e a uniãoextáticadocrente com Cristonão tão claramente envolvemperda de consciênciaindividual e absorçãovirtual. 10. Ascaracterísticas panteístasdo ensinode Erígenaencontradooseudesenvolvimentomais extremoemAmalricde Bena(d.1204), que identificouDeuscomomundoe com o homem. No entanto,ele nãototalmenteignorarohistórico,e sustentouque Deusse reveloucomoPai Abraão,como Filhode Maria,e como EspíritoSanto diariamente emnós.Ele declarouque nós somosos membrosnaturaisde Cristo,porque aalma idênticade Cristohabitaemtodosos homensbons.Exaltaçãoespiritualde Cristohabitaemnósnosemancipade todaobrigação moral,e fazcom que os pecadosda carne indiferente.
  9. 9. 11. Mais profundamentefilosófica,masnãomenosdestrutivoparaa cristologiadaNT e para a verdadeirareligiãoeraomisticismodoMestre Eckhart(dc [Nota:.Circa,cerca de] 1327). Ele se recusoua reconhecerqualquerdistinçãoentre ohomeme Deus,nanaturezaou empessoas. Todas as criaturasque ele consideravacomoum"puronada." Todo crente é o filhounigênito de Deusno mesmosentidoemque issoé verdade de Cristo."Tudooque Deuso Pai deua Seu Filhounigênitonanaturezahumana,Ele temdadototal para mim.Aqui euexcetonada,nem sindicatonemsantidade.''Tudoo que diza Sagrada Escrituraa respeitode Cristotambémé absolutamente verdadeirode todohomembom."Geraçãoeternaaplica-seatodobom homem,tantoquantoa Cristo.Na verdade,ohomem, assimcomoDeuspode-se dizerque criouo céuea terra,e de ter geradoo Verboeterno. 12. JohnTauler(d.1361), temosum modoaltamente neoplatônicade pensamentocombinado com o reconhecimentomaisdevotoe sincerodaEncarnaçãoe os sofrimentospropiciatórios de Cristocomo absolutamente necessárioparanossasalvação.Serde Cristoé a causa, essênciae princípioemrelaçãoa todasas coisas.Ele é a vidados vivos,aressurreiçãodos mortos,o restauradorda deformadase desordenadaque corromperame estragou-se pelo pecado,o início de toda a luz,a iluminaçãode todosaquelesque sãoiluminados,orevelador de obscuridade de acordopara o que é bom para nóssaber,e no iníciode todoo começo.Seu seré inconcebível e inqualificável,e semnomes.Aotornar-se carne e fazerexpiaçãopora culpada humanidade Ele é o seuRedentor.OEspíritoSanto,tomoudo sangue maispurodo coração virginal de Maria, que estavaradiante coma chama poderosade amor, e criou de um corpo poucoperfeitamente purocomtodososseusmembros,e umaalma limpapura,e uniu- losjuntos. Esta almae do corpo,a PessoadoFilhode Deus,que é a Palavraeternae a reflexão da glóriado Pai,doverdadeiroamore misericórdia,porcausado nossobem-aventurança, tomousobre si e unidoscomEle na unidade daa Pessoa.Assim, oVerbose fezcarne e habitou com a gente.A humanidade de Cristoque ele consideravacomomesmonahumilhação permeadopeloDivino,e partilhanaposse e usodos atributosdivinos.Omesmoeraverdade mesmoquandoEle sofreue morreuna cruz. De acordo com os seuspoderesinferioresaalma de Cristofoi sujeitoanecessidades.Deste pontode vista,ele poderiadizerque nemumagota de Sua Divindade veioporummomentoparaa ajudade suapobre humanidade agonizante emtodas as suasnecessidadese de seussofrimentosindizíveis.Taulernuncaestácansadode enfatizaraimportânciada morte de Cristo.Ele falade todaa raça humana comocaído em morte eternae eternaira de Deus,com a perda doEspírito Santo,o Consolador.Cristorompeu as cadeiasda morte eternaemSua morte na cruz, e fezuma completapaze da reconciliação entre o homemeoPai Celestial.Estareconciliaçãoé confirmadapelodomdoEspíritoSanto. Os sofrimentose morte de Cristo,que ele consideravacomoumequivalente paraa culpa do homem,comoum cumprimentodalei que estávamossobaobrigaçãode cumprir,emque Ele sofreuemnossolugare emnossonome.Taulerhabitoucomgrande persistênciae com pathosnotável sobre osdetalhesdossofrimentosde Cristoe doSeuamorinfinitoparaas almasdos homens.Nãovai serpossível daraqui quaisqueroutrasfasesdopensamento cristológicomística.
  10. 10. 13. Scholasticcristologiapróximaexige atenção.Anselmode Cantuária(.D1109), emalguns aspectos,omais importante dosteólogos medievais,efetuounenhumanovateoriadaPessoa de Cristo;mas a sua teoriasatisfaçãoda Expiação,envolvendooabandonodasuposiçãode que a morte de Cristofoi umresgate pago ao diabo,e baseando-se anecessidade damorte do homem-Deusnopesoinfinitode pecadoe suaofensainfinitaparaa honra de Deus,era um importante contributoparaa soteriologia.Satisfaçãoparaa majestade divinanãopoderiaser feitapelohomem,vendoque ele é finito,oupeloFilhode Deussozinho,vendoque Ele devia nenhumasatisfação;masdeve serfeitapeloDeus-homem.Enquantoperpetuandoosmodos de pensamentoagostiniano,comohaviamsidomodificadoporGregórioMagno [Nota:reatde Cranmer"Grande"Bíblia1539.], Alcuíno,etc.,Anselmofoi tambémmuitoinfluenciadopela semi-panteísmoneoplatônicode Erígena.Emoposiçãoà tritheismde Roscellinus,que lhe pareciaexigiraEncarnação do Pai,do Filhoe do Espírito,e não do Filhosozinho,comomeiode redençãodohomem,ele insistiuque eraimpossível paraoPai eo Espíritopara tornar-se homem.A Encarnação meramente realizadoauniãodaspersonalidadesdivinase humanas,e não a uniãoda naturezadivinae humana.A DivinaPessoatornou-se homeme formouuma Pessoacoma humanidade assumida,masnãoa natureza.Nãohouve transformaçãoda divindade nahumanidadeoudahumanidade emDivindade.Nãoé anaturezadivina,masa PessoadoFilhotornou-se homem.Se aPessoaDivinasozinhoe nãoa naturezaDivina participoudaEncarnação, é evidenteque nãopodemosfalardastrêsPessoasque se tornou homememCristo,a não serque sustentamque váriaspessoaspoderiamtornar-seuma pessoa(Dornerii,.Ip442 ff.).Anselmcomoumrealistainsistiuque,naencarnaçãodo Logos uniu-se nãocomum homemindividual,mascoma humanidade impessoal,neste opondoos nominalistas,que insistiuemque ahumanidade de Cristoeraindividual e pessoal. 14. Abelard(d.1142) eraessencialmenteSabellianemsuadoutrinadaTrindade,e insistiuem que,sendoimutável,Deusnãopoderiaterse tornadoalgoque Ele não era eternamente.Ele rejeitoutaisexpressõescomo"Deusé ohomem","Man se tornou Deus"Ele afirmou"Deus não se tornounada na e atravésda Encarnação" Ele preferiudizer,comefeito,"nohomem Jesus,Deustrabalhou'..;que "emJesusa sabedoriade Deusse revelou,de formaaconduzir os homensasalvaçãopeladoutrinae exemplo"(TheologiaChristiana,iv.13).Este pensouque nunca estácansadode iteraçãoe impositivo,que tudooque oSenhorfezna carne erapara a nossainstruçãoa título de exemplo.Istoinclui suacaminhada,aSua morte e Sua ressurreição. Ele considerouEncarnação,nosentidoprópriodotermocomo impensável e impossível,por causa de sua concepçãoda onipresençae daimutabilidade de Deus. 14. Abelard(d.1142) eraessencialmenteSabellianemsuadoutrinadaTrindade,e insistiuem que,sendoimutável,Deusnãopoderiaterse tornadoalgoque Ele não era eternamente.Ele rejeitoutaisexpressõescomo"Deusé ohomem","Man tornou-se aDeus.' Ele afirmou"Deus não se tornounada na e atravésda Encarnação." Ele preferiudizer,comefeito,"nohomem Jesus,Deustrabalhou';que "em Jesusasabedoriade Deusse revelou,de formaa conduziros homensa salvaçãopeladoutrinae exemplo"( TheologiaChristiana,iv.13). Este pensouque nunca estácansadode iteraçãoe impositivo,que tudooque oSenhorfezna carne erapara a nossainstruçãoa título de exemplo.Istoinclui suacaminhada,aSua morte e Sua ressurreição.
  11. 11. Ele considerouEncarnação,nosentidoprópriodotermocomo impensável e impossível,por causa de sua concepçãoda onipresençae daimutabilidade de Deus. 15. PeterLombard(d.1160), em suassentenças,que se tornouo livro-textodaescolástica medieval e,portanto,exerceuumainfluênciamodeladorasobre pensamentoescolástico depois,pediue procurouresponderquase todasasperguntaspossíveisrespeitandoCristo. Seugrande mestre foi Joãode Damasco; mas ele estavabemfamiliarizadocomopensamento agostiniano,e,semdúvida,comasobrasde Anselme Abelardo.Ele tambémfoi umpouco familiarizadocommodosNeo-platônicosde pensamentosemsersuplantouporeles.Ele não vê razão por que o Pai ouo Espírito Santonão poderiaterse tornado encarnado,masencontra adequaçãoespecial nofatode que Aquele que criouomundodeveriaentregá-lo,de que aquele que começouapartir de outro,emvez doque aquele que é auto-existente deve ser enviadoemamissãode resgate.Teriasidomenosadequadaparaele,que é Pai no céupara se tornar Filhonaesferada revelação.A naturezahumanaque oFilhoassumiucorpo compreendidoe alma,asubstânciadahumanidade.Estahumanidade,que eraimpessoal, estavalivre de qualquermanchade pecado;ainda,porque Ele assimoquisesse,aobrigaçãode puniçãoque se agarrou a humanidade emgeral permaneceu.Emboranoque respeitaàsua carne,ele descende de Adãoe Abraão,Ele nãopecouem Adão,nãohavendoa concupiscência emsua concepção.Surge entãoa pergunta,se a personalidade ouanaturezadoFilhoassumiu a humanidade.Comoele sentiuanecessidade de manterque oFilho,comodistinguidodoPai e doEspírito,tornou-se encarnado,e comoa naturezaé o que as pessoasda Divindade têm emcomum,enquantopersonalidade conotaasdistinçõesnaDivindade somente, que ele pudesse responderque apersonalidade e nãoa naturezadoFilhoassumiuahumanidade (contraAgostinho).Masele parece terentendidoque,eme pormeiodoFilhoda natureza divinacomoa própriatais unidoscom, e apropriadospara si,a humanidade.Noentanto,de acordo com Joãode Damascoe os teólogosAntioquenosda4ª cento.,Ele pensouque aconselhávelparaevitara expressão"anaturezadivinase fezcarne '.Ao discutiraindamaiso significadodaEncarnação,ele rejeitaaEutychiane as vistasnestorianasdauniãode Divinae humanana pessoade Cristo.Ele negaque fora das duasnaturezasfoi formadauma única naturezacomposto.A Palavrade Deus,pelocontrário,foi simplesmente vestidocomcorpoe almacomo de ummanto,a fimde que Ele pode apareceremuma forma acomodadosparaa visãohumana.Assim,ele virtualmentenegaarealidade daunião,e reduzidoaummero teofaniaaEncarnação do Filho.A humanidade estásendoconsideradacomoumelementonão essencial,acidental doFilhode Deus, oseufimeoobjetivoeraapenasode manifestação,e Deuspoderpara o efeitoterusadooutrosmeiosparaajudar o homemdoque a da Encarnação. Ele consideravaobramediadorade CristocomorealizadoporSuahumanidade só, a naturezadivinarestante apartpor si só. SomosreconciliadoscomoFilhocomocom o Pai e com o Espírito.Toda a Trindade apaga os nossospecadosatravésdamediaçãoda humanidade de Cristo.A obra de expiaçãoé realizadaprincipalmente,se nãoexclusivamente,porCristoem Sua humanidade,estabelecendoporseussofrimentosofatoda reconciliaçãode Deus,e, despertando,assim, noshomensoamora Deuse um desejode seguiroexemplode Cristode amor a Deuse auto -sacrifice paraoshomens.Emalgumaspassagens,ele parece praticamente negarque Deus se tornouobjectivamente umhomememCristo,e paramanterque a humanidade de Deuseraumaconcepçãopuramente subjetivadamente humana.Alémdisso,
  12. 12. a reconciliaçãonãofoi realmente efetuadaporCristo,masDeusquisque a Sua vidae da morte deve serconsideradocomopropiciatório.Suanegaçãodapersonalidade paraa humanidade de Cristoexigiuasuanegaçãodo crescimentode Cristoemgraça e sabedoria. Negaçãode PedroLombardo,que Deustornou-se qualquercoisaatravésdaEncarnação, que Ele não era antes,envolveadoutrinamaiscompletaoperadaporseussucessorese conhecido na históriadasdoutrinascomoNihilianism.Estaconclusãojáhaviasidoalcançado por Abelardo(veracima);masa ortodoxiageral de PeterLombarddeuimportânciaacrescida. 16. Gerhohde Reichersberg(d.1169) protestaramfervorosamente contraoNestorianismoou Nihilianismenvolvidonosensinamentosde Abelardoe PeterLombard,e sustentouque "o homemnascidodavirgemmãe é,na verdade,tambémaser chamadodo Altíssimo,não apenasna naturezada Palavrasempre maisalto,mastambémemSua naturezahumanaque foi exaltadoaté mesmoaopontode estar com Deus,o Pai." Ele alegouparaa humanidade de Cristo'a mesmaglória,onipotência,omnisapience,omnivirtue,omnimajesty,que pertencem ao Pai Altíssimo",e considerouque« ohomememCristoé para seradoradocom adoração "no sentidomaiselevado."Cristo,que estáemtodaparte,de acordo como Ele quer,nãopode sertrancado em umlugar,por maisbela ou desejável."Ocorpode Cristo"de modocresceu, tornou-se tãodilatada,que encheuomundointeiro."Maisumavezele falado corpode Cristo como "umcorpo espiritual que ultrapassoutodasaslimitaçõesde tempoe espaço."Assim, vemosneste teólogoalemãoumaforte reaçãocontra nominalismofrancesaparaorealismo de Eutychianisme neoplatonismo,que erairao máximoextremonomisticismoalemão(ver acima) e para se perpetuarnoLuteranismo. 17. Tomás de Aquino(d.1274) construídasobre os alicercesde seusantecessoresScholastic,e foi muitoinfluenciadoemsuacristologiapelasobrasde Joãode Damasco,e os pseudo- Dionísio.Comoa maioriadosteólogosmedievais,elenegouanecessidade daEncarnaçãosem pecadohumano;no entanto,ele guardavacuidadosamentecontrarepresentando-ocomoum meroacidente que respeitaDeus,umamerasuposiçãode carne porDeuscomo uma peçade roupa.Ele insistiuemumauniãopessoal de Deuscoma humanidade;e aindanegouque 'a Pessoadivinaque assume umanatureza humanaque nãopoderiaassumiroutra.'"Aquiloque é incriadonãopode sercompreendidoporumacoisacriada."Enquantoele se opôsà Nihilianismde Abelardoe PeterLombard,ele aindaminimizouaparte tomadapelaessência divinanaEncarnação. Comoa maioriade seuspredecessoresmedievais,elenegoua personalidadedahumanidade emCristo.Personalidade que encontrounoLogoscomouma distinçãodivinamenteconferida.ComoPeterLombardtambém, ele afirmouque nãoa naturezadivina(oque implicariaoPai eoEspírito,bemcomo Filho),masapenasapessoa divinadoFilho,tornou-se,emqualquersentidounidocomahumanidade naEncarnação. Esta uniãoconcedeuahumanidade nadada naturezadivina,masapenasgraçastal criadocomo a humanidade foi capazde se apropriar."A almade Cristoé uma criatura,com uma capacidade finita."Estagraça da criaturafoi agraciado na perfeiçãonomomentodaEncarnação,em tal medidaque oseuaumentoé inconcebível.Oconhecimentode Cristonãoabraçar o conhecimentodivino,sendo"impossível paraqualquercriaturade compreenderaessência
  13. 13. Divina.' O que querque tenhasido,é,ou será,estavadentroda esferadacompreensãoda almade Cristona Palavra;mas nãoo conhecimentodopossível,envolvendoumconhecimento da essênciadivina.Assim, mesmoatempodojuízodivinoque CristoprofessadanãosaberEle realmente sabia,maseraignorante de somente emrelaçãoaoutros.Thomastambémnegou onipotênciaparaa almade Cristono mesmoterreno.Apenascomooinstrumentoda Divindade poderiaaalmahumanaexercerinfluênciasobre-humana.Ele afirmavaque em Cristohaviaduas vontades,adivina,que foi acausa ativade tudo o que Ele fez,e um ser humano,que erapuramente instrumental.Noserhumano,ele vai distinguiuentre o(sensual sensitiva) vontade e davontade racional,osex outrosdo que a Deusas coisasàs vezes dispostosquisesse,masnãocoisascontrárias;este últimoco-operacional e harmonizar perfeitamentecoma vontade doWord. Noentanto,enquantoaSua vontade humanaera livre,Cristonãotemo poderde decidirporsi mesmo,mas foi determinadoporDeus.Como PeterLombard,Thomasatribuídafunção mediadorade CristoaSua humanidade e nãoa sua divindade.Ele concordoucomamaioriade seusantecessoresem negaranecessidade da Encarnação e do sofrimentodoFilhopelasalvaçãodohomem, afirmandoque seminjustiça Deuspoderiaterperdoadolivrementepecadohumano.Noentanto,elereconheceua regularidade doplanode redençãorealmenteadotado.Omínimograude sofrimentopor parte do homem-Deusseriasuficiente.Ele encontradificuldadeemconciliarossofrimentosde Cristocom Sua benditafruição,e chegaà conclusãode que o aspectomaiselevado(a essência) dasuaalmacontinuouna fruiçãoperfeita,enquantoomenorsofreu.Éevidente que este grande pensador,rejeitandoEutychianism, Nestorianismo,e Adoptianism, não conseguiramchegara uma visãoauto-consistentedarelaçãoentre odivinoeohumanona Pessoade Cristo. 18. Devemosconcluirnossapesquisade Scholasticcristologiacomalgumaconta a contribuiçãode JohnDunsScotus(d. 1308). Embora Scotusdiferiamemmuitosaspectosde Thomas,e deuseunome a um partidoantagônicoaosúltimos(ScotistscontraTomistas),na cristologiaele estavacontenteemsuamaiorparte para seguirnocaminhoque tinhasidotão bembatidopor Thomase sua antecessores.Comoestes,ele afirmouque auniãododivinoe do humanoeraapenasuma relaçãomedidaemque o Divinoestavaemcausa,e que,parao Divinoparase tornar tudoo que não era eternoé inconcebível.Maisde Thomascolocou pressãosobre a relativaindependênciae separaçãodoser humanoemCristo.Independência ele consideradoindispensável àpersonalidade.Ele supôsque anaturezahumanade Cristoera tal que teriaatingidoapersonalidadeàparte da Palavra;aindauma personalidade dependente de Deus,e não,comoo Divino,incomunicável.Maisdoque Thomastambém manteve clarade Adoptianism, e protegidacontrao que representaahumanidade de Cristo como umacasca altruísta (Dorner).Ele consideraahumanidade de Cristo,emvirtude da predestinaçãoe dagraça divinacomoexaltadoauma dignidade nãopossuídapornatureza. Scotusteve uma idéiaexaltadadanaturezahumanacomo tal,e que lhe foi atribuídauma capacidade para o Divino,que lhe permitiu,atravésdaPalavraparaobteruma visãointuitiva de criação que pode ser ditopara serinfinitoemseuâmbito.NaEncarnaçãoa suscetibilidade éticainfinitodaalmahumanafoi preenchidoporDeusinfinito.Ele nãose importavacoma humanidade comomeramentepassivae instrumental.Aoaderir-secoma vontade doFilho que estavabuscandoa uniãocom a humanidade,avontade humanade Jesusnãoera passivo,
  14. 14. mas que estásendofeitoemcimapeloDivinodeterminou-se aaumentarasusceptibilidade ao Divino.Ele atribui àhumanidade de Cristocrescimentonoconhecimentoe vontade,e do sofrimentodaalmae do corpo. Ele consideracomomilagrosae inexplicável ofatode que a naturezadivinanãoengoliroserhumano,de modopraticamente aniquilá-lo,masfezcomque ele mantenhaasua verdadeirahumanidade.A necessidade de suporque ahumanidade de Cristoativana Encarnação, semdúvida,tinhaa vercom o estresse que Scotuscairsobre a imaculadaconcepçãode Maria, emquemestaatividade poderiaserassumida.Emalguns aspectosScotusavançoupara alémde qualquerdosteólogosescolásticosemseusesforços para resolverosmistériosdaEncarnação. 19. A cristologiadasseitasevangélicasdaépocamedieval (Petrobrusians,Henricianos, Arnoldistas,valdenses,Taborites,Lollards,e BohemianIrmãos) pode sercaracterizada,em geral,comoingenuamentebíblica,e accordantcom a dos professoresortodoxosda2ªe 3 séculos.Grande parte domedieval Evangélicacristologia,bemcomogrande parte do anabatistacristologiaque foi asua conseqüência,saboreoufortemente de Adoptianism.Este foi,semdúvida,emparte devidoàinfluênciageneralizadadosPaulicians,que foram transportadosemgrandesnúmerosdaArmêniapara a Bulgáriaaté o ImpériodoOriente durante a Idade Média.Todas as seitasevangélicasdoque eraprevistoomaiorestresse sobre a obediênciaaospreceitosde Cristo,especialmente oSermãodaMontanha,e emseguiro exemplode Cristo.Enquantoelesmantiveramahumanidadede Cristoconstantementediante deles,elesadoraramcomoDeus,repudiandototalmentetudoMariolatry,e todaa adoração de imagens,lugaressantos,santos,mártires,etc.Elesparecemnãoterse preocupadoemtudo sobre as relaçõesde o divinoeohumanonaPessoade Cristo,masse contentaramcom as representaçõesNTaceitosde formadevotae simplória.Éprovável que quase todoselesteria aceitosemhesitaçãoochamado CredodosApóstolos,masteriahesitadoemaceitaro chamadoCredo de Atanásio.Osinquisidoresfrequentementecobramosvaldensese partes relacionadascomnegandoaverdadeiradivindade de Cristo,apesarde teremareverência profundapara Ele e de bomgrado deramsuas vidaspara Ele.AsseitasCatharistic,seguindoos gnósticose maniqueístasdaépocaanterior,negouaverdadeiradivindade de Cristo (considerá-loumdosmuitosseresangélicosouemanações),e arealidade de suaEncarnação e do sofrimento. Visualizaçõesquiliásticas foramamplamenteprevalente entre asramificaçõesheréticasdos franciscanos,Joachimites,Olivists(seguidoresde PedroOlivi),Taborites,etc. 20. A disposiçãoidólatradasIgrejasCatólicasgregose romanosnostemposmedievaiscriou uma demandainsaciávelporobjetossagradosrelacionadoscomapessoae da vida de Cristo (artigosde vestuário,fragmentosdacruz,etc.),e,especialmente,pararetratose estatuetas produzidoapartir de vidapor contemporâneosoumilagrosamenteformado.NoOriente,os ícones,como existiamnoiníciodaIdade Média(final dacontrovérsiaiconoclasta),que tinha muitoantesde se convencionou,forneceuosmodelosparatodasas produçõesposteriores,e
  15. 15. poucoespaçofoi dado à imaginaçãodoartista ou a exploraçãode antiguidadesfraudulentas. No Ocidente licençailimitadafoi dadoa ambos.A imagemAbgar(verAbgar),se o que pretendianaquartacento.para ser um retratocontemporâneotinhasidopreservadaounão, tinhacertezade que sob as circunstânciaspara reaparecer nomedieval ocidental,e dificilmentepoderiatersidoesperadoque umaigrejaseriapermitidodesfrutarde um monopóliode umobjetoaomesmotempotãodesejável e tãofacilmentefeita.Nãohá nenhumfundamentosuficiente paraahistóriaque o lenço-retratopermaneceuemEdessaaté 944, de onde foi levadoparaConstantinopla,porordemimperial,e daífoi para a Itáliano dia 14 cent.,Presumivelmente emconexãocomasCruzadas.Nãoé provável que assimperecíveis um artigoteriadurado seisséculos,para nãofalardos mil anosque se passaram desde sua supostaremoçãode Edessa,e oseclesiásticosdaépocamedieval eramtãosemescrúpulosem fornecer-se comreceitasproduzindosantoobjetosque nenhumadependênciapodemser colocadosemsuas contasde suas fontes.Pode serseguramenteassumirque nemoromano,o genovês,nemoparisiense lenço-retratoé oque a longomorada emEdessa,e que todosiguais são de origemmedievaloumaistarde,emboraosgenovesesgozaahonra de tersido pronunciadoporgenuínoPioIX.Aindamaismanifestamentefalsae faltade antiguidade é o chamadoretrato Veronica,que dizemtersidotransferidosporBonifácioVIII.,Em1297, a partir doHospital doEspírito Santode SãoPedro,emRoma. Aquelesque têmsidoconcedido um vislumbre doobjetosagradorepresentá-locomoquase completamentedesbotada.A lendaé que uma mulherpiedosa(segundoalgunsamulhercuradado fluxode sangue), mudou-se de compaixãoporJesus,como,sangrandoe suando,Ele estavaindoparaa cruz, deu-lhe acabeça-de panoparaenxugaro rostocom, e que JesusimprimiuSeustraçosemcima dele e devolveuaelacomoum símbolodo amor.O nome Veronicafoi poralgumsupostosero equivalente latinodonome damulher;maspor outras,é entendidocomo"verdadeira imagem",comoetimologicamente poderia.A IgrejaRomanacanonizouestamulher puramente míticocomoSt. Veronica.A imagem, de acordocom cópiasfeitasantesque ele desapareceu,representaumrostobarbudooval com cabelosfinoschegandoaostemplos,de olhosfechados,e umaexpressãoumpoucoagoniado.A imageminartistictornou-se um modeloparaCorreggioe outrosartistasdo final da Idade Média.Ashistóriassobre aimagem- pano de suore, provavelmente,imagensque pretendemseraoriginal,pode ter encontrado lugarjá no 7º ou 8º cento.; mas aquelesque exibiunostemposmedievaise posterioresforam, provavelmente,de origempuramente medieval,e foram, semdúvida,produzidolivremente como eleseramnecessários.Romanãotinhapermissãoparamonopolizaroretrato'original' Veronica,Milãoe Jaentercolocadodiante reivindicaçõesrivais.Muitasoutrasimagens, igualmente carentesde autenticidadee comreivindicaçõessemelhantesparaa antiguidade, foramproduzidose exibidosdurante aIdade Média,retratosdaépoca anterior(quartacento. Em diante),sendoemsuamaiorparte tomadoscomo modelos.A representaçãosimbólicade Cristocomo umpeixe foi perpetuadonotempoanterior.CristocomooBom Pastor,com o rosto de um jovemimberbe,eraumaformacomumde representaçãodurante aIdade Média, como anteriormente.Éa opiniãode muitosque osartistasdoRenascimento,enquanto influenciado,emcertamedidapelosretratosmaisvelhos,chamoulivremente emmateriais pagãos,usandoprincipalmente as representaçõesanterioresdoaesculapiusparaajudara sua imaginaçãopara retrataro Cristoideal.Crucifixoscomrostoagoniadoe ferimentos hemorrágicosforamusados livrementedurante aIdade Média.Ele precisaapenasse dizerque
  16. 16. os partidosevangélicose Catharisticrepudiouveementementeousode imagensde Cristoe crucifixoscomoidolatrous.-See Cristonoart. Literature.-Escritosdosteólogoscujasopiniõessãoapresentados:obrassobre aHistóriadas Doutrinaspor Harnack (Inglêse Alemão),Baur,Seeberg,Thomasius(edSeeberg.),ELoofs; Bach , Dogmengesch.d.MA , 1873-5; Schwane,Dogmengesch.d.mittlcrenZeit,1882; Reuter, Gesch.d. AufklärungimMA , 1875-7; Dorner,Entwickelungsgesch.d.Lehre vdPessoaChristi , 1853 (tambémInglêstradução);funcionaemHistóriadaIgrejapelaK.Müller,Moller, Gieseler, Neander,Schaff,e Hase;art.em'Christologie,''Christusbilder',e sobre osteólogose os sistemasenvolvidosnaPRE[Nota:RE Real-Encyklopädieprotestopele..Theologicund Kirche] 3 [Nota:designaaediçãoespecial dotrabalhoreferido] ,e emHastings' Encyelopœdia de Religiãoe Ética; Gottschick,'StudienzurVersöhnungslehre d.MA 'em Zeitschr.f. Kirchengesch.xxii.,XXIII.,e XXIV .;Döllinger,Beitrage zurSektengesch. d.MA , 1890; Denifle, Archivf.Lit.- u. Kirchengesch.d.MA , 1885, e daí emdiante. FONTE DicionárioHastings'doNovoTestamento

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