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Portefólio – Técnicas de Apoio à Gestão, Escola Profissional Cristóvão Colombo - Funchal_escola_profissional_cristovao_colombo

  1. 1. Reflexão Linear – 1ª Parte Formação Modular (Escolar) A presente reflexão visa dar seguimento ao já iniciado portfólio reflexivode aprendizagens. De forma linear, o presente objectivo tem como fundamentoa realização de uma abordagem geral a todo o meu actual percurso deformação EFA. Assim, todo o raciocínio que se segue apresenta um relatosequencial e pormenorizado aos conteúdos existentes no interior dosseparadores em anexo, que fizeram e fazem parte dos desafios oriundos daoportunidade a mim confiada, relativa ao agora findo curso de Educação eFormação para Adultos: EFA – Técnicas de Apoio à Gestão. Disciplina: Cidadania e ProfissionalidadeUnidades: Liberdade e Responsabilidade Democrática Processos Identitários Deontologia e Princípios Éticos Liberdade e Responsabilidade Democrática Dra. Rafaela Fernandes A importância da presente Unidade centrou-se no facto de que paraalém de eu ter aperfeiçoado e aumentado os meus conhecimentos na áreapolítica, a presente UFCD, deu-me a oportunidade de reflectir e debater sobretemas de extrema importância relativa à estrondosa realidade em que vivemos,toda ela repleta de carências sociais que assolam e comprometem a justiça eos princípios de equidade, para com a sociedade, em tempos difíceis e deduvidosa sustentabilidade política. A sociedade civil; os direitos humanos; a globalização e a construção dademocracia são factores da história da humanidade que se encontramfrequentemente em busca de aperfeiçoamento. O papel das instituições nasociedade tem como princípio abonar esses factores, que só eles podemgarantir a liberdade e a dignidade humana. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 1
  2. 2. Nas 50 horas de formação relativas à presente Unidade, o confrontoparalelo entre o Estado no século XXI e a Idade Média foram os elementosmais debatidos durante as sessões. O conceito Estado começou a surgir a partir da evolução das famílias,desde as tribos; ao clã; à polis grega; ao feudalismo; ao absolutismo e até àrevolução francesa.- A polis grega nasceu no século 8 a.C. dando início a uma nova era e a umpasso importante para o desenvolvimento da democracia, onde a economia e atecnologia floresceram. As cidades-estado; a comunidade limitada; aindependência e a autonomia exigiam dos seus membros lealdade total. Noentanto, o direito de cidadania apenas abrangia uma minoria da população.- Feudalismo, o feudo era um pequeno Estado, dominado pelo senhor feudal,que era o dono das terras que explorava. Apenas o rei era mais poderoso queos senhores feudais. O poder nessa altura estava fracamente centralizado.A partir do século XVII, até a Revolução Francesa (1789), o Absolutismo foi oregime da centralização onde os soberanos concentravam todos os poderes,ficando os cidadãos excluídos de qualquer participação e controle na vidapública. Foi criada uma espécie de aliança entre o “trono e o altar” – o clero e anobreza. A base social do Absolutismo era o privilégio: das honras, dasriquezas e dos poderes, de estarem reservados a um pequeno grupo depessoas.- A Revolução Francesa (1789-1799) foi o acontecimento mais importante daEra Moderna. A Revolução é considerada como o acontecimento que deu inícioà Idade Contemporânea. Aboliu a servidão e os direitos feudais e proclamou osprincípios universais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade. O sufrágiouniversal surgiu com a revolução francesa. Antes da reivindicação burguesa, opovo não tinha direito à escolha dos seus representantes. Pelo contrário, o votoera censitário, constituindo um direito da minoria detentora das riquezas e dopoder. O sufrágio universal deslocou o eixo do poder político, possibilitando aopovo a participação na escolha dos seus representantes. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 2
  3. 3. Dificuldades Quando se constrói objectivos maciços para um determinado fim equando enfrentamos os desafios de frente para a causa, com optimismo, comvontade e com forte espírito de iniciativa, as dificuldades que possam surgir àmedida que se desenvolve todo o seu processamento serão ultrapassadas coma normalidade de quem procura saber aquilo que quer e aquilo que não quer,para a sua vida. Essas dificuldades quando encaradas de frente só enriquecemo nosso grau de aprendizagem. Foi este o princípio que me orientou durantetodo o curso. Neste desafio reflexivo e de forma a evitar ambientesdepressivos, pouco mais irei falar sobre a palavra: dificuldade. Porém, foi ela, adificuldade, durante as sessões, a responsável por estar eu agora apto aelaborar o presente portfólio; a que tornou possível a minha curiosidade e omeu interesse por toda a matéria abordada. A dificuldade é a responsável pelaminha prestação; a dificuldade é a responsável pela pessoa que sou; adificuldade é a responsável pela minha vida! O presente portfólio é a minhapresente dificuldade! Para além do confronto paralelo entre o Estado no século XXI e a IdadeMédia, na presente UFCD, foram abordados temas relativos à Democraciaactual; ao papel da sociedade civil na Democracia; ao compromisso Cidadão –Estado; à Liberdade – Tolerância, Intolerância e todos os seus obstáculos. Foiuma Unidade voltada para o debate e para pesquisa. A Constituição daRepública Portuguesa; a Assembleia da República; o regime DemocráticoPortuguês; durante as sessões, foram temas que pela via electrónica por nósforam pesquisados e analisados. Foi uma UFCD com resultados muito satisfatórios. A experiência política,de que todos nós conhecemos, da formadora Dr.ª Rafaela Fernandes e do seupapel activo perante a causa pública, foi bastante importante na medida emque todos os seus conhecimentos e todos os seus alertas a nós transmitidos,que combinam com a actualidade político-social, são uma mais-valia para oaumento das nossas competências e dos nossos conhecimentos relativos aosaspectos de extrema importância no papel, por cada um, a representarfuturamente perante a sociedade. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 3
  4. 4. Processos Identitários Dra. Paula Esteves A presente Unidade foi dedicada à reflexão, ao debate, ao trabalho degrupo e ao visionamento de algumas peças em vídeo sobre temas, tais como: - A emigração/Imigração; a comunidade cigana; a Carta Social Europeia;a defesa dos direitos humanos; os princípios de conduta; o direito de cidadaniae direito à cidadania; as competências cívicas e lealdade comunitária; osprincípios de igualdade e equidade; o “outro” e as minhas obrigações éticas; ojogo pedagógico – temores e esperanças. A ligação das realidades abordadas na presente UFCD, com as demaisque completam a Disciplina: cidadania e profissionalidade têm como objectivo oaperfeiçoamento da Democracia. Têm, também, como objectivo sensibilizar-mee alertar-me para a minha participação activa em propósito desseaperfeiçoamento; em propósito do combate pela defesa desses princípios. Todos nós temos conhecimento que nos últimos tempos a sociedade,habitante da nossa esfera, tendencialmente tem vindo a tornar-se cada vezmais manhosa e capitalista. Mas, também, todos nós conhecemos que aglobalização, para além dos aspectos negativos que constrói, permite, numaspecto positivo e através dos meios de comunicação cada vez maissofisticados, cada vez mais velozes e cada vez mais ao alcance de todos, apossibilidade de todos nós participarmos na luta activa contra esses abusosoriginados pelos poderosos capitalistas. Permite, também, a possibilidade deque cada vez mais a nossa mensagem ganhe voz e finalmente possa serouvida. O vasto leque das redes sociais, existentes na Internet, recentementejá nos provou que com a voz do povo são até capazes de derrubar regimes deditadura política de longa duração. As recentes manifestações do povo Árabenos países do Oriente são um exemplo perfeito desta realidade. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 4
  5. 5. Nas 50 horas de formação relativas à presente Unidade – ProcessosIdentitários – foram abordados temas relativos à importância do meucomportamento perante o “outro”. Princípios de conduta relativos:- À empatia: forma de conhecer os outros especialmente em meio social.- À solidariedade: vertente institucional que visa responder a problemas como apobreza e a exclusão social, a deterioração das condições económicas daspopulações.- À reacção compassiva: Compaixão. A compaixão combina com o desejo dealiviar ou minorar o sofrimento de outra pessoa, que leva a comportamentosaltruístas. Durante as sessões abordamos, também, temas relativos à imigração. Odebate sobre a questão: “será que as leis existentes são suficientes para aintegração dos imigrantes?” nos deu a oportunidade de pesquisar alguns sitesda Internet relativos a páginas como: o Conselho Português para os refugiados;o Acordo de Schengen; a Lei 23/07 de 4 de Julho, tudo com o objectivo dediagnosticar as suas vantagens e as suas desvantagens. Os conceitos ética e moral, durante esta UFCD, esteve presente emtodos os temas debatidos e aqui apresentados. Enquanto que a ética se regepor princípios; por valores; pela responsabilidade; por um conjunto de valores eprincípios e por critérios condutas, a moral rege-se pela consciência; pelaeducação; pelos valores individuais. A moral recorre ao exame à consciênciaenquanto a ética distingue o bem do mal. O respeito; a responsabilidade; o desempenho; a lealdade; o dever; aintegridade e a dedicação ao serviço são os pilares fundamentais que emsociedade devemos todos apresentar de modo a garantir um futuro sustentávele repleto de valores. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 5
  6. 6. Deontologia e Princípios Éticos Dra. Paula Esteves UFCD dedicada às regras deontológicas, aos princípios éticos e àconduta profissional. A importância das regras que regem todas as actividadesé o resultado da justiça diária aplicada a todos os profissionais do trabalho(pessoas) e a todos os consumidores e utentes de serviços. Ficando, assim,privilegiados a qualidade, os colaboradores, os consumidores e toda asociedade. Os valores, a educação; os juízos de facto; os juízos de valores foramtemas que, durante as aulas, a sua importância foi analisada ao pormenor.Todos os valores são de um grau elevado de importância. Os juízos de valorpor nós imputados, aos outros, são o espelho da nossa imagem. O ser humanoé por natureza um ser social, para se poder viver em sociedade temos de seraceites por ela, isso implica necessariamente a adopção de um conjunto deregras e valores pelos quais toda a sociedade se rege. Sendo assim, os conceitos de valores; a hierarquização de valores; apolaridade dos valores; os juízos de valor; o conceito moral e ética; a ética naorganização; a conduta profissional; os códigos de conduta profissional; a éticaempresarial; os juízos de facto; a análise etimológica; a deontologia e direitoshumanos; a responsabilidade social; os 3 P da sustentabilidade empresarial e oProtocolo de Quioto, foram os temas que dominaram todas as 50 horas dapresente Unidade. A hierarquização dos valores é muito subjectiva. Não é de igual paraigual. Na hora da decisão, cada um vai escolher aquilo que acha mais próprio.A palavra valor costuma ser aplicada apenas no sentido positivo, mas o valor étudo aquilo sobre o qual recai o significado de positivo e negativo. Os nossosvalores tendem a organizar-se em termos de oposição ou polaridade. Embora ovalor seja tudo aquilo sobre o qual recai o acto de estima positiva ounegativamente. Valor é tanto o bem, como o mal, o justo como injusto. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 6
  7. 7. A conduta profissional não é mais que o resultado de um conjunto denormas que regem todas as actividades. A análise destas normas foi por nósdebatida durante as sessões. Uma reflexão em grupo e sua apresentação foiuma realidade resultante desta UFCD. No grupo em que participei escolhemoscomo temas: a conduta do professor; a conduta dos engenheiros civis; asnormas profissionais que regem as actividades, onde cada elemento do grupotrabalhou o tema de acordo com a sua situação profissional. Foi também pornós criado um código de conduta para um curso EFA. Posso afirmar quedepois de concluído este processo, tomei a liberdade de publicar esta nossareflexão na Internet, no conhecido espaço “slideshare” e até 25/02/2011 jáhaviam 13.328 visitas ao raciocínio, dos quais, 126 fizeram “download”. Osnúmeros aqui apresentados espelham a importância destas normas nasociedade. Espelham, também, a importância da Internet no apoio à interacçãoglobal que cada vez mais atrai elementos afectos à aprendizagem de várioscantos do planeta. A visualização de duas peças em vídeo, uma sobre os direitos humanosque denunciava casos de corrupção e casos de exploração de pessoas erespectiva violação de direitos humanos e outra sobre a história da natureza,sua evolução e sustentabilidade, foram momentos marcantes, diria atéchocantes, que serviram de alerta e de apelo para que todos nós nos juntemosna luta contra as tendências resultantes de uma sociedade cada vez maisgananciosa e capitalista. O Protocolo de Quioto que foi adoptado em 11 de Dezembro de 1997,em Quioto. Foi, também, um tema analisado nas 50 horas que completaram apresente UFCD, sendo que este protocolo foi considerado como o maisimportante instrumento na luta contra as alterações climáticas. Finda esta Unidade, completou-se assim toda a Disciplina de Cidadaniae Profissionalidade. Saio desta experiência mais rico em conhecimentos e aomesmo tempo mais sensível perante a dura realidade que atormenta o mundoe ciente da destruição que o “fenómeno” pessoas estão, cada vez mais,praticando contra tudo e contra todos. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 7
  8. 8. Disciplina: Cultura, Língua e ComunicaçãoUnidades: Cultura, Comunicação e Média Culturas de Urbanismo e Mobilidade Cultura da Língua e Comunicação Língua Estrangeira – Iniciação Língua Estrangeira – Continuação Cultura, Comunicação e Media Prof.ª Mónica Machado UFCD voltada para a importância do papel dos mass-media nasociedade. Onde, durante as sessões, foram abordados temas de extremautilidade para o nosso dia-a-dia, relativos aos media e às suas manipulações.Todos sabemos que nos dias de hoje, para sobrevivermos em sociedade, anecessidade de interagirmos com o meio próximo/distante é cada vez maiselevada.Os dois tópicos abaixo espelham a importância da presente Unidade: - Poder e contra poder dos media / os media e a política. - O impactopositivo/negativo que estes dois poderes podem provocar na sociedade. - Artigos de opinião / crítica / crónica. - A necessidade de feedback dopovo na luta contra as inclinações dos poderes acima descritos, através dassuas reflexões críticas. Nas 50 horas que completaram a presente Unidade, o debate, apesquisa electrónica, e ainda, a elaboração individual reflexiva dos artigos:opinião; crítica e crónica foram os componentes que tivemos a oportunidade deabordar, nesta UFCD, com o objectivo de alcançar o melhor aproveitamentopossível. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 8
  9. 9. Todos sabemos que actualmente o mercado de trabalho está cada vezmais exigente e o nosso ambicionado espaço profissional encontra-se cada vezmais concorrido. Estes são factos que nunca devem passar despercebidos.Esta dura realidade obriga-nos a todos a aumentar constantemente as nossascompetências, obriga-nos a todos a uma maior flexibilidade nas nossas acçõese na nossa procura por um futuro mais próspero. Na vertente profissional e deforma a garantirmos o nosso espaço estável na sociedade, se existe algumprincípio que do qual nunca podemos abdicar, é o princípio de fazer-seacompanhar de um “Curriculum Vitae” sempre actualizado. Todas asexigências do mundo do trabalho tornam este documento, que relata todo onosso percurso profissional e académico, num documento de bolsoindispensável. O “Curriculum Vitae”, a sua estrutura e os seus vários tipos, foramtambém temas que fizeram parte desta Unidade e que eu tive a oportunidadede os estudar. Todos os artigos individuais por mim elaborados na presente UFCDforam publicados num espaço virtual (blogue) que é de minha autoria:http://semilhas.blogs.sapo.pt/tag/epcc. Como artigo de opinião trabalhei num tema que o seu título revela asua extrema importância: a “adopção de crianças por casais do mesmo sexo”.Nesta ponderada reflexão procurei enquadrar-me com a realidade da nossasociedade, estando ciente dos direitos que devem ser iguais para todos erespeitando as orientações de cada um. Mas, sobretudo, trabalhei o tema,colocando-me sempre no lugar da criança, sempre procurando por umraciocínio que vá ao encontro dos seus direitos e que todas as minhas sincerasfrases estejam do lado dos interesses que garantem dignidade e respeito pelainfância, que a sua salvaguarda é da responsabilidade de todos! EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 9
  10. 10. No artigo: crónica, reflecti sobre um tema que actualmente temprovocado entre os madeirenses algumas controvérsias, que nos dias difíceisque vivemos a sua realidade é, por muitos, repreensível. As decisões políticasdos nossos governantes em relação às construções de recintos desportivos,que as suas execuções provocam megalómanos despesismos de dinheirospúblicos, foram os tópicos por mim usados para elaborar a respectiva crónica.Não escolhi o tema por ser “do contra”; não escolhi o tema por possuir hábitosdo “deita a baixo”. Escolhi o tema porque como cidadão tenho o direito dedenunciar tudo aquilo que venha contra os interesses comuns a todos. O título:“Marítimo da madeira futebol SAD” também não foi escolhido por acaso. Fuidurante largos anos sócio de bancada cativa do referido clube, que por amor àcamisola da minha parte exigia uma anuidade monetária considerável. E comoverdadeiro maritimista que sou não aceito esta vergonha, não aceito que o meuclube esteja a contribuir para a destruição dos princípios da democracia; nãoaceito que estejam a usar o meu clube para interesses pessoais usando amáscara pública para obter a ingénua aceitação dos contribuintes. Sempre fuicontra as Sociedades Anónimas Desportivas (SAD). Os seus accionistasapenas se aproveitam das farturas que o desporto rei proporciona. Um clube de futebol possui uma equipa técnica; possui umaequipa directiva e possui uma série de atletas. Todos a trabalharem para si epara os seus accionistas. Usufruindo de subsídios públicos para expandir a suariqueza? Aqui, qual o papel dos adeptos? Qual o papel dos sócios que pagamquotas? Qual o papel dos cidadãos? (...) Pois, uns a comer e os outros a ver… Com isto, elaborei e publiquei a crónica, online, com objectivo decompletar o meu dever perante a UFCD e, ao mesmo tempo, com o objectivode denunciar aquilo que entendo por ser uma vergonha. Mesmo estando cienteda democracia de represálias do mundo pequeno em que vivemos. Foram os parágrafos acima, as testemunhas de tudo aquilo que trabalheinas 50 horas da Unidade: Cultura, Comunicação e Media. Esta foi tambémuma experiência com resultados da minha parte bastante satisfatórios. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 10
  11. 11. Culturas de Urbanismo e Mobilidade Prof.ª Mónica Machado A presente Unidade dividiu-se em duas partes. Sendo a primeira: aMobilidade, onde se destacaram: as causas, as consequências, os impactos,os factores e os demais problemas oriundos de fluxos migratórios. Dasdiversidades culturais e da sua história. A segunda parte virou-se para oUrbanismo, onde foram abordados diversos temas relativos aos modos de vidamais sedentários, ao seu conceito, aos seus problemas, à sua organização,etc. Os tópicos da presente UFCD evidenciam a realidade cultural e urbanaem que vivemos, que é fruto do esforço dos nossos antepassados e que todosnós devemos, de forma sustentável, preservar garantindo comodidade àsgerações vindouras. Ao longo da história da humanidade sempre houve factores queobrigaram as populações a movimentarem-se de um lado para o outro. A estefenómeno chamamos: migração. A migração designa-se por deslocações depopulação de uma área para outra durante um determinado período de tempo(mais de 3 meses). O impacto provocado pela migração de povos provém de algumascausas: - Naturais; sócio culturais; religiosas; económicas; políticas; bélicas;turísticas/recreativas. Todo este processo migratório provoca algumas consequências: - Altera o equilíbrio demográfico; introduz alterações na estrutura sócio-económica do país; cria contrastes, cada vez mais marcados, entre regiões. Nas áreas de origem, assiste-se ao envelhecimento da população e àdiminuição de população activa. Nas áreas de destino, verifica-se, peloaumento da natalidade o rejuvenescimento da população. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 11
  12. 12. Na parte virada para o Urbanismo, da presente Unidade, foramabordados temas relativos à formação de cidades, ao seu conceito, à suacomposição e à sua história. A Lei nº 11/82 de Junho (componentes que delimitam uma cidade); ostipos de plantas urbanas; as principais aglomerações em Portugal; as relaçõesentre campo e cidade; os impactos do crescimento urbano também foramtemas por nós pesquisados durante as sessões. A carta de reclamação, o seu conceito, a sua estrutura e conselhos deredacção juntou-se a todo o conteúdo que fez parte das 50 horas da presenteUFCD. A Unidade terminou com um trabalho individual relativo aos “Factores deidentidade cultural”. Escolhi a Freguesia onde resido (Calheta) como destino areflectir sobre o tema. Os meus conhecimentos sobre os factores culturais daFreguesia, associados a algumas pesquisas, foram as ferramentas que euutilizei para elaborar o trabalho que me foi proposto. Foi uma experiênciaduplamente satisfatória. Primeiro, porque tive a oportunidade de mostrar aoscolegas a cultura do meu “cantinho”. Segundo, porque fiquei a conhecer aindamais sobre a Calheta, sobre a sua história e sobre a sua cultura. Este esforçocompletou-se com a respectiva apresentação aos colegas e à formadora. Oespaço “slideshare”, existente na Internet, foi o destino final dado ao trabalhopela minha pessoa realizado, ficando lá à disponibilidade de todos. Ficou assim concluída mais esta etapa relativa à UFCD: Culturas deUrbanismo e Mobilidade. Foi uma “camada” de temas desenvolvidos, ondeneles aprendi muitas coisas novas. Os novos conhecimentos provenientesdestas 50 horas deram viabilidade a todo o meu esforço e a toda a minhaexpectativa em relação aos meus objectivos. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 12
  13. 13. Cultura da Língua e Comunicação Prof.ª Mónica Machado Durante as 50 horas que completaram a presente Unidade foraminúmeros os tópicos relativos à língua portuguesa que, durante esse tempo,nós abordamos. Com o objectivo de dar o seguimento evoluído aos princípiosde Camões e com recurso aos sumários lançados na plataforma “oghma”, ostemas abaixo anunciam os conteúdos da UFCD: - Escrita autobiográfica e intimista – características; A Biografia eAutobiografia; Retrato e auto-retrato; Classe de palavras – substantivo eadjectivo; Verbos (tempos e modos); Regras ortográficas; As memórias –características; Diário – características e conceito; A carta informal comoescrita intimista e autobiográfica – características e estrutura; Classe depalavras – determinantes e pronomes (subclasses); Pontuação; Acentuação;Palavras homógrafas e homónimas; Conectores; a frase coordenada esubordinada; A comunicação e seus elementos; Diferenças entre informação ecomunicação; Vantagens e desvantagens da comunicação escrita e dacomunicação oral; Novo acordo ortográfico; Barreiras à comunicação humana;Níveis de língua e funções da linguagem… Ao longo das sessões e através de algumas leituras relativas a obras deescritores conceituados, fomos esclarecendo e de acordo com os tópicosacima mencionados, todas as características que identificam a línguaportuguesa. Seguidamente, foi-nos dada a escolha entre os artigos: memória,biografia ou auto-biografia para que, durante uma sessão e de acordo com umtema à nossa escolha, improvisássemos um texto com objectivo testar ascapacidades e a qualidade da escrita de cada um. Gostei da experiência.Escolhi o primeiro tema relatando alguns episódios por mim vividos no início dadécada de 80 e assim reactivando com alguma alegria alguns factos da minhainfância que se encontravam guardados no baú da minha memória. “Piscinasnaturais” foi o título em aula concedido ao artigo e que mais tarde em casa,conjuntamente com o texto fora editado, herdando, assim, um novo nome:“Calvos pequeninos – nus de pele branca” sendo publicado no blogue:“http://semilhas.blogs.sapo.pt/tag/epcc” que é de minha autoria. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 13
  14. 14. Sabendo que existe ainda muito para aprender, o gosto pela escrita, daminha parte, já provém da adolescência, já provém dos outros tempos deestudante. No último ano (8º ano) que frequentei a Escola Preparatória daCalheta, a actual Escola Básica e Secundária da Calheta, em 88/89, um grupode professores deu existência a um jornal quinzenal ao qual lhe deram o nomede “EPC inovação”. Lembro-me que o credenciado matutino “Diário deNotícias” na altura destacou a novidade. O objectivo do periódico eraacompanhar todo o desenvolvimento do estabelecimento de ensino. O meuartigo de poesia crítica relativo a temas que tinham a ver com a escola, nestejornal, era uma referência. No final do ano fui até chamado a palco para serpresenteado. Tenho esperança e acredito que um dia terei a oportunidade dereaver todos esses raciocínios de adolescente. Lembro-me que depois deabandonar os estudos ainda fui convidado a participar no referido jornal, factoque já não chegou a se realizar. Para além de escrever para o “EPC inovação”,escrevi algumas peças de teatro, a pedido de colegas, para serem, por estes,representadas nas festas que comemoravam o final dos períodos escolares. Ofacto de nos ser confiado e o prazer de assistir algo por nós criado, aos 15anos, é de uma satisfação que os seus efeitos indescritíveis ficam cravados namemória! Para terminar a presente reflexão, relativa à Unidade: Culturas daLíngua e Comunicação e para ser coerente comigo próprio tenho de afirmarque houve factos, nesta UFCD, que não tolero. Aceitei a oportunidade para seravaliado de acordo com as minhas competências e não para ser forçosamentehumilhado. Tenho até pena daquilo que alguns jovens estudantes de hojepossam estar sujeitos. Os exames devem ter o objectivo da procura decompetências que os avaliam de acordo com as suas capacidades e não oobjectivo, através de armadilhas, da procura daquela imagem rigorosa dodocente, da qual só alimenta o país faz de conta que habitamos. Esta foi, detodas, a Unidade que menos gostei. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 14
  15. 15. Língua Estrangeira (Inglês) – 100 horas Dr.ª Maria José Gonçalves Com a evolução global; com as novas exigências do mercado detrabalho e com as suas constantes actualizações que ao longo dos anoscriaram necessidades de recurso aos desafios existentes além fronteiras, onosso futuro pessoal e profissional, cada vez mais, obrigar-nos-á a que todostenhamos conhecimentos maciços na língua mais falada do planeta, o Inglês. Apresente UFCD preparou-nos para eventuais necessidades (deu-nos bases)para quando formos confrontados (a tempo inteiro) com o idioma. Acredito queno futuro, o desconhecimento básico da língua Inglesa, em todo o Portugal,associar-se-á ao analfabetismo. Hoje, qualquer indivíduo tem à sua disposição alternativas que podemajudar na aprendizagem, ou no aperfeiçoamento, de qualquer línguaestrangeira. Esta realidade provém das vantagens oriundas da muito debatidaglobalização; provém das vantagens da moderna era tecnológica; provém dosmais variados espaços existentes na Internet que possuem ferramentas deapoio aos utilizadores que ambicionam conhecimentos em outras línguas. Paraalém de, actualmente, o acesso à formação em contexto presencial, nesta eem outras áreas, ser uma realidade que está cada vez mais ao alcance detodos. Ou seja, não aprende quem não quer! As lições do presente curso relativas à língua estrangeira, Inglês,dividiram-se em duas Unidades – Iniciação e Continuação – sendo, cada umadelas, composta por uma carga horária de 50 unidades. Uma vez que já havia frequentado aulas de Inglês no meu percursoescolar entre os anos 1985/88 (5º - 8ª ano), esta nova oportunidade foi por mimenfrentada como não sendo de todo uma novidade. No entanto, os princípios aque me predispus, à partida para o presente desafio, levaram a que dedicassetoda a minha atenção e todo o meu empenho de forma a aproveitar o tempooportuno para aprender e desenvolver novos conceitos da língua Inglesa. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 15
  16. 16. Sendo que a primeira UFCD foi virada para a iniciação do Inglês, ostópicos abaixo anunciam temas abordados durante as sessões: - Verbs: To be and To have; Colours; Seasons; Hours; Construction ofsentences; Questions and answers. A segunda UFCD foi virada para a continuação / aperfeiçoamento, ostópicos abaixo anunciam temas abordados durante essas sessões: - Daily Routines / The verbs related to routine; Present Simple in theaffirmative, negative and interrogative form; Questions: When, Where, What…;Exercises to pratice – Writing and Speaking; Present continuos form; Informalconversation; Daily activities; Build questions and answers; Likes and dislikes;Hobbies and free times activities; Food and drinks; Directions; Prepositions ofplace. Inicialmente, ponderei sobre uma provável elaboração da presentereflexão, referente às Unidades de língua estrangeira, em Inglês. No entanto ede acordo com a mensagem que desejo fazer passar para esse lado, faço-onuma das línguas que, também, nas lições fora importante no esclarecimentode todas as curiosidades e de todas as dúvidas acerca da matéria. Ou seja, emPortuguês. Atendendo ao programa previsto para estas duas UFCD’s, das quais,com muito empenho e com muito esforço consegui obter bom aproveitamento,arriscar-me à filosofia “folclore” e de um modo “teatral” fingir que em 100 horasconsigo reflectir ao ponto de elaborar um raciocínio em Inglês que faça passara minha mensagem e que vos convença, estaria de todo a não ser sincero. Ostrabalhos em Inglês colocados no separador, em anexo, relativo às presentesUnidades provam o meu grau de competências adquiridas. Já a mim foi garantido através de algumas conversas com pessoasconhecidas, emigrantes em Inglaterra, que as bases do Inglês aprendido naescola e que levaram consigo para o estrangeiro, juntamente com a bagagem ecom a esperança, foram muito importantes para que rapidamenteconseguissem dialogar com normalidade o idioma exigido fora de portas. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 16
  17. 17. Congratulo a formadora Dr.ª Maria José Gonçalves pela forma usadapara enfrentar as diferentes realidades dos formandos perante osconhecimentos já possuídos, por cada um, em Inglês. A sua estratégia para aemissão dos conteúdos, abordados durante as lições, moldou-se de acordo aoaperfeiçoamento daquelas competências que cada aluno já possuía. Exigindoda sua parte algum sacrifício acrescido. Foram duas Unidades comaproveitamento, da minha parte, muito satisfatório. No final, testemunhei algunslamentos de colegas, os quais subscrevo, de que o número de horas dedicadasà aprendizagem do Inglês devia prolongar-se devido à sua importância edevido ao ambiente cativante criado nestas Unidades. A minha reflexão relativa à Disciplina: Cultura, Língua e Comunicação,fica aqui concluída. Todo o meu esforço para tornar possível o “melhor de mim”é no sentido de massificar as minhas competências relativamente àquilo queaprendi e, também, no sentido de vos apresentar as minhas ideias fazendo-oda forma que mais gosto: através da escrita! Disciplina: Sociedade, Tecnologia e CiênciaUnidades: Redes de Informação e Comunicação Modelos Urbanísticos e Mobilidade Sociedade, Tecnologia e Ciência Redes de Informação e Comunicação Formadora: Carina Sobrinho 50 Horas foram a duração que, da responsabilidade da formadoraCarina Sobrinho e relativamente à Disciplina Sociedade Tecnologia e Ciência,obteve esta primeira Unidade – Redes de Informação e Comunicação. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 17
  18. 18. Como referi na ficha em anexo à presente reflexão: “Entendo que, apresente Unidade deveria ter sido abordada no início da presente formação enão no final como se procedeu. É quase frustrante dois anos após o iníciodeste curso nós voltarmos às origens, ficando, assim, no final expostos a aulasbásicas do software Office. Contudo, de forma alguma quero retirar importânciaàs mesmas, entendo apenas que se desenquadraram no tempo. Deixo, assim,o apontamento, mesmo sabendo que a crítica atrás exposta se refere apenas auma parte da Unidade agora em reflexão.” Breves noções acerca das ondas mecânicas e das ondaselectromagnéticas, bem como das comunicações rádio, precederam uma sériede trabalhos individuais e de grupo e, ainda, as suas apresentações aoscolegas e à formadora, dominaram a quase totalidade desta UFCD. Os trabalhos realizados durante a Unidade agora em reflexão dividiram-se por temas que, respeitando os critérios de evidência a desenvolver, forampropostos pela responsável pedagógica. Uma reflexão escrita individual relativa às novas tecnologias(comunicações e rádio) iniciou uma série de trabalhos que através de critériospróprios, nós, formandos, apresentamos as nossas convicções econhecimentos acerca do tema em questão e que, o meu caso, encontra-sesituado no separador 05 deste portefólio, em anexo à corrente reflexão. O segundo trabalho realizado desenvolveu-se em grupos de doisformandos. O tema a reflectir baseou-se na resposta às cinco questõesimpostas no panfleto a nós cedido. Quais as tecnologias usadas em contextoprivado, a utilização do telemóvel vs status social, as consequências do mesmonas relações sociais, a nossa compreensão relativamente aos componentes deum telemóvel e ainda o nosso ponto de vista acerca da precisão das ondaselectromagnéticas em aplicações tecnológicas foram os tópicos que durantequatro horas, em grupos de dois, nós trabalhamos. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 18
  19. 19. O derradeiro trabalho de grupo realizado, de forma escrita eposteriormente apresentado aos colegas e à formadora, com apoio de umaapresentação em Power-Point, obedeceu aos tópicos abaixo apresentados:- A constituição e a evolução dos computadores;- A utilização dos computadores de acordo com perfis de literacia e perfissociais;- O aparecimento de novos contextos/qualificações profissionais dada aevolução tecnológica. Desta forma ficou concluída a UFCD – Redes de Informação eComunicação, que apesar de construtivamente aqui ter apresentado umacrítica/sugestão, considero que nela reflecti sobre temas da actualidadeclassificados como sendo de extrema importância, deixando-me, assim,bastante satisfeito. Modelos Urbanísticos e Mobilidade Formadora: Carina Sobrinho No início do presente percurso de formação, quando corria ainda o anode 2010 e da responsabilidade da professora Mónica Machado, obtivemos umaUFCD cujo os temas estão relacionados com a Unidade agora em reflexão –Urbanismo e Mobilidade. Enquanto nesta primeira, os seus conteúdosvoltaram-se para: “as causas, as consequências, os impactos, os factores e osdemais problemas oriundos de fluxos migratórios, das diversidades culturais eda sua história; os modos de vida mais sedentários, o seu conceito, os seusproblemas e sua organização”, a presente UFCD, da responsabilidadepedagógica da formadora Carina Sobrinho que durou 50 horas, inclinou-separa os conceitos urbanísticos voltados para as famílias, para o confrontopessoa humana/urbanismo, para o controlo de custos/qualidade na construçãodas suas habitações e para os seus importantes alertas que visam evitarcustos desnecessários, oriundos de sonhos irrealistas que podem comprometero futuro e o bem estar daqueles informalmente menos preparados. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 19
  20. 20. A presente Unidade começou com o debate sobre a reabilitação da ZonaVelha da Cidade do Funchal, sobre o Ilhéu de Câmara de Lobos e sobre outraszonas centrais / citadinas, bem como, sobre a sua importância e os seus prós econtras. Através de debate e de encontro de opiniões, os temas atrásindicados, foram alvo de análise teórica antes de se dar início aotrabalho/reflexão escrita sobre o tema: “Construção e Arquitectura”. Os sistemas naturais de ventilação, o modelo ecológico dodesenvolvimento, os fluxos de matéria e de energia fizeram parte dosconteúdos iniciais desta UFCD. É importante destacar a colaboração de umjovem Doutorado em engenharia civil que, a convite da Formadora,disponibilizou-se a dar o seu importante contributo para que nós formandosobtivéssemos conhecimentos técnicos acerca dos tópicos acima destacados. Na reflexão imposta pela Tutora da Unidade acerca do tema acimaanunciado, “Construção e Arquitectura”, procurei transmitir, através da minhaapresentação aos colegas e baseando-me na experiência profissional quepossuo na área, as minhas convicções e a minha forma de olhar para arealidade em reflexão, evitando, sempre, recrear um assunto por todosconsiderado de extrema importância. O trabalho em questão encontra-se norespectivo separador em anexo ao presente raciocínio. O modelo ecológico do desenvolvimento – adaptação; necessidade;satisfação; habitat e espaço. Os fluxos de matéria e energia – circulação eeficiência. A densidade populacional – área urbana; êxodo rural e a migração,através de aulas teóricas, preencheram a parte final desta Unidade: ModelosUrbanísticos e Mobilidade. A importância dos temas, os conhecimentos desenvolvidos, osconhecimentos adquiridos e a etapa ultrapassada com sucesso deixaram-mebastante satisfeito. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 20
  21. 21. Sociedade, Tecnologia e Ciência Formadora: Carina Sobrinho Sendo que à data da conclusão do presente portfólio a Unidade:Sociedade Tecnologia e Ciência ainda não obteve o seu início, a minhareflexão, acerca da mesma, baseia-se apenas numa pequena previsão acercados seus conteúdos, manifestando, desta forma, as minhas expectativas emrelação a estas 50 horas de formação que se aproximam. Após uma consulta ao referencial de competências chave para apresente UFCD, disponível no “site” da ANQ (Agencia Nacional deQualificação), coloco abaixo os objectivos a atingir durante a realização dapresente UFCD: - “Conceitos nucleares para a compreensão e desenvolvimento dosvários ramos das ciências; - Aspectos metodológicos elementares da ciência enquanto práticasocial e modo específico de produção de conhecimento; - Processos através dos quais a ciência se integra e participa nassociedades; - Compreensão dos processos e conhecimentos científicos como basede um novo tipo de cultura e de desenvolvimento social.”Após esta pesquisa efectuada, o meu grau de curiosidade, em relação aosnovos conhecimentos a adquirir, eleva-se. Fico a aguardar com optimismoestas 50 horas que serão da responsabilidade pedagógica da FormadoraCarina Sobrinho.http://www.catalogo.anq.gov.pt/PDF/QualificacaoReferencialPDF/656/EFA/duplacertificacao/345033_RefEFAQuirino José do Nascimento Vieira28/08/2011 EPCC: 2009 / 2011 EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 21
  22. 22. Reflexão Linear – 2ª Parte Formação Tecnológica (Profissional) Com o objectivo de dar continuidade ao processo de reflexão anteriorque se desenvolveu de acordo com a formação modular (Escolar), relativa aopresente curso EFA, os raciocínios desta segunda parte são dedicados àformação tecnológica (Profissional), composta por uma série de UFCD’s queperfazem as doze Disciplinas do presente curso que foi leccionado por váriosFormadores. Com o propósito de fazer passar para o vosso lado aquilo quedesenvolvi e aprendi durante esta oportunidade, a reflexão que se segueencontra-se dividida por Formadores, sendo que, no seguimento dos seusconteúdos, o ciclo descritivo apresentado logicamente que interliga entre sitodas essas Unidades, das doze Disciplinas. Dr.ª Luísa PintoUnidades:- Estrutura e Comunicação Organizacional – 25 h. (Disciplina: Economia 01)- Médias, Percentagens e Proporcionalidades – 25 h. (Disciplina: Cont. 02)- Fundamentos da Contabilidade – 50 h. (Disciplina: Contabilidade 04)- Operações de Fim de Exercício – 25 h. (Disciplina: Contabilidade 04)- Fluxos de Gestão Financeira – 50 h. (Disciplina: Contabilidade 04)- Vencimentos – 25 h. (Disciplina: Contabilidade 09) A orientação estrutural das organizações e a sua esquematização foi o“pontapé de saída” para um longo percurso de formação profissional que valeu-se do objectivo de nos garantir certificação de forma a alastrarmos os nossoshorizontes perante o, cada vez mais, concorrido mercado de trabalho. Paraalém da presente oportunidade nos aumentar matéria curricular, sem dúvidaque esta montanha de novos conhecimentos adquiridos, eleva-nos aquilo quede mais importante devemos possuir em elevado grau para podermos viver emsociedade, eleva-nos a auto-estima. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 22
  23. 23. Organização é uma combinação de esforços individuais que têm comofinalidade realizar propósitos colectivos. Sabendo que existem organizaçõessem fins lucrativos, as denominadas empresas têm como fim o lucro para osseus constituintes e colaboradores. A obtenção de lucros e a ambição decrescimento; a sobrevivência; o objectivo de proporcionar condições aos seuscolaboradores; a prestação de serviços à comunidade (produzindo ecomercializando); e a colaboração com entidades diversas são as finalidadesdas empresas. São várias as finalidades sociais que as empresas procuram cumprir: - Procuram dedicar parte do seu tempo aos colaboradores cedendo-lheso necessário para sobreviverem e para se promoverem social eindividualmente. - Em relação à comunidade procuram colaborar no seu desenvolvimentoeconómico e melhorando as condições sociais e ambientais. - Para com as restantes entidades como o Estado, Instituiçõesfinanceiras e outras empresas procuram cooperar e provocar odesenvolvimento mútuo. A Missão é o objectivo que a empresa pretende para si própria enquantoque a finalidade é o objectivo de carácter geral pretendido para ela,colaboradores e comunidade em geral. As empresas podem ser classificadas quanto à dimensão, à actividadeexercida, à propriedade, ao sector de actividade económica, à forma jurídica eà localização. A estrutura de funcionamento nas empresas é uma definição de funçõesdentro da empresa e a repartição das várias tarefas pelas diferentes pessoas. Enquanto que a estrutura é a organização dos serviços que permitemrealizar as acções para concretizar objectivos, o organograma é a formaesquemática de representar essa estrutura e a correspondente organização. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 23
  24. 24. Nesta UFCD inicial foram ainda abordados temas relativos à hierarquia;à departamentalização e à comunicação nas empresas. Finda a Unidade relativa à Estrutura e Comunicação Organizacional, aUnidade: Médias, Percentagens e Proporcionalidades completou as 25 horasseguintes que foram as responsáveis pela matéria que o seu valor espelha aimportância dos seus cálculos no nosso dia-a-dia. A média é uma medida que permite analisar uma amostra evidenciandoo que nela é mais significativo. Existem duas formas de fazer o cálculo damédia: a média aritmética simples e a média aritmética ponderada. Enquantoque nos cálculos da primeira nenhum dos elementos da amostra se repete, noscálculos da segunda existem elementos da amostra que se repetem. Sabendo que a porção é um bocado de um todo e a proporção é acomparação entre porções, nesta UFCD foram também abordados temasrelativos ao uso da “regra dos 3 simples”, regra esta, que permite calcularporções, fazendo comparações, que se resolvem ao igualar o produto dosmeios com o produto dos extremos. Os descontos comerciais e os descontos financeiros fizeram tambémparte das 25 horas dedicadas à Unidade agora em reflexão. Concluídas as duas primeiras UFCD’s leccionadas pela Dr.ª Luísa Pinto,as UFCD’s: Fundamentos da Contabilidade; Operações de Fim de Exercício eFluxos de Gestão Financeira pertenceram às 125 horas seguintes sobresponsabilidade da mesma Formadora. A data da realização das presentes Unidades colidiu com a data emque o Plano Oficial de Contas (POC) foi substituído pelo Sistema deNormalização Contabilística (SNC), coincidência que considero vantajosa, umavez que, nas lições tivemos oportunidade de abordar os dois planos de contas.Assim, as noções adquiridas do antes e do agora, preparam-nos para quefuturamente num plano profissional estejamos à altura das diferentesrealidades que possam surgir, quer no Quadro de Contas antigo, quer noQuadro de Contas recente já em vigor. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 24
  25. 25. A evolução da contabilidade e o seu papel; A normalizaçãocontabilística; O POC e o SNC; As tarefas de um contabilista; Os tipos decontabilidade; Os princípios contabilísticos; O património – Divisão em MassasGerais e Massas Parciais; As equações fundamentais da contabilidade e dobalanço; A variação das contas do balanço inicial ao balanço final; As contasde resultados: Os custos e os proveitos e as regras de movimentação dascontas foram os tópicos desenvolvidos na primeira porção de 50 horasdedicadas aos fundamentos da contabilidade. O objectivo da normalização contabilística aponta para que todas asempresas executem a contabilidade da mesma forma para que possam sercomparadas e para que todos possam interpretar o que nelas se passa. As funções da contabilidade consistem em registar documentos; emcontrolar tudo o que se passa na empresa; em avaliar a situação da empresa;em prever o que vai acontecer no futuro; em analisar o que deve ser feito e emapurar as não conformidades em relação ao previsto. Os propósitos da contabilidade geral, fiscal / financeira ou externa e ospropósitos da contabilidade analítica, de custos ou interna, foram esclarecidosdurante a presente Unidade, bem como todos os passos realizados pelocontabilista no processamento do seu trabalho. O conceito: Património e todos os seus elementos deram início àestrutura patrimonial que esquematiza a realidade funcional das empresas. Sendo que o activo é composto por bens e direitos, o passivo compõe-se pelo capital próprio e pelas obrigações. Contabilisticamente, a sua equaçãofundamental é calculada pelo activo menos o passivo, sendo o seu resultadodenominado por capital próprio. O balanço é um mapa elaborado pela contabilidade que mostra asituação da empresa num determinado momento e é de elaboração obrigatóriaem 31/12 de cada ano. A Unidade: Fundamentos da Contabilidade concluiu-se com exercíciosrelativos às diversas variações de contas e à elaboração dos seus balanços. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 25
  26. 26. Como seguimento da prévia Unidade: “Fundamentos da Contabilidade”,as 25 horas que se sucederam foram dedicadas à UFCD: Operações de Fimde Exercício, sendo que, as suas sessões foram dedicadas na suageneralidade à resolução de exercícios práticos e à resolução de problemas. Obalancete e o IVA, das compras e das vendas, foram as novidades a inserir nosprocessos reflexivos abordados nestas lições. O “Razão”; os créditos e os débitos; as regras de movimentação decontas; os lançamentos correntes; a abordagem ao processamento de saláriose a abordagem ao trabalho de início e fim de exercício foram os tópicosdesenvolvidos através de exercícios durante toda a Unidade. A UFCD que concluiu a Disciplina 04, Fluxos de Gestão Financeira, todaela, leccionada pela Dr.ª Luísa Pinto obteve a duração de 50 horas. Os fluxos (movimentos) que dão origem às entradas e saídas dedinheiro nas empresas, que fazem parte das suas actividades diárias, foram ostópicos que dominaram a presente Unidade. As compras; as vendas; os gastos; os descontos e as devoluções, bemcomo, o balancete rectificado; o apuramento de resultados; a demonstração deresultados; o balanço e seus anexos; o IVA das compras e das vendas foramos temas responsáveis por completar, através da resolução de exercícios, todaesta Unidade. As regras dos cálculos que estruturam toda a movimentação das contasexigem muito empenho da parte de quem quer aprender. A realidade daDisciplina que agora finda e face à importância que as aprendizagens nelaalcançadas podem trazer no meu futuro profissional, faz com que todo o meuesforço, no sentido de obter o melhor aproveitamento possível, viabilize osmeus objectivos e as minhas expectativas em relação à presente oportunidade. Após esta etapa em que fui submetido aos conceitos contabilísticos e àssuas movimentações, sem dúvida que, além de apto, senti-me curioso pelasnovidades e pelos desafios que se seguiram. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 26
  27. 27. A derradeira Unidade, “Vencimentos”, leccionada pela Dr.ª Luísa Pinto,pertenceu à Disciplina 09. Os seus temas correspondem à vertente teórica daUnidade vizinha: “Aplicações Informáticas da Gestão de Pessoal”. 25 Horas foram a duração disponível para que todos tivéssemos aoportunidade de desenvolver e aprender coisas novas relativas às realidadesque fazem parte do processamento de salários. A remuneração base; as horas extra e o trabalho nocturno foram osconceitos base abordados logo no início das sessões. Os subsídios que constam no recibo dos vencimentos, nomeadamente,o subsídio de refeição; o subsídio de férias e de natal, bem como os todos osdescontos que constam no mesmo recibo (segurança social e IRS), e tambémos abonos diversos, fizeram parte desses conteúdos que iniciaram a presenteUFCD. Sendo que a remuneração base, ilíquida ou bruta é o valor acordadocom a entidade patronal e que consta no contrato de trabalho, a remuneraçãolíquida é o valor que o colaborador na realidade vai receber ao final de cadamês, ou seja, valor ilíquido + abonos – descontos. Os conceitos de descontos e abonos; as percentagens a se efectuar porcada desconto, bem como, breves noções relativas ao IRS dominaram apresente UFCD na totalidade. Foi esta, também, uma UFCD em que obtive umaproveitamento, da minha parte, bastante satisfatório. Concluo, assim, a minha reflexão relativa às Unidades leccionadas pelaDr.ª Luísa Pinto. Da minha parte foi uma experiência muito positiva. As minhasexpectativas e os meus objectivos, à partida para estas etapas, eram bastanteelevados. A dimensão de temas abordados, as aprendizagens obtidas, oaproveitamento alcançado e a forma como se processou todo este percurso,comprova a minha elevada satisfação por fazer parte desta oportunidade que amim foi confiada. À formadora aqui deixo os meus parabéns! EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 27
  28. 28. Dr. Pedro SantanaUnidades:- Planeamento e Áreas Funcionais – 25 h. (Disciplina: Economia 01)- Administração das Organizações – 25 h. (Disciplina: Economia 01)- Juros Simples e Juro Composto – 25 h. (Disciplina: Contabilidade 02)- Técnicas de Marketing – 50 h. (Disciplina: Economia 03)- Plano de Marketing – 50 h. (Disciplina: Economia 05)- Processos de Recrutamento – 50 h. (Disciplina: Economia 07)- Métodos e Técnicas de Análise – 50 h. (Disciplina: Contabilidade 11)- Gestão de Produção – 50 h. (Disciplina: Contabilidade 11) Para mim que já trabalhei por conta própria e sendo a presente Unidade,a primeira dedicada ao planeamento e à construção de objectivos eindicadores, as novidades abordadas durante estas sessões ajudaram-me atirar algumas conclusões. Não será por acaso que a falta de um bomplaneamento pode-se considerar “meio caminho andado” para encontrarmos achave do insucesso profissional. Embora as minhas expectativas queprecederam a presente formação já fossem bastante elevadas, foi nesta UFCDque comecei a gostar a sério desta oportunidade que a mim foi confiada. As características dos objectivos e a construção de indicadores deprodutividade e de qualidade iniciaram as 25 horas dedicadas à presenteUFCD. Sendo que os indicadores servem para medir objectivos, as suascaracterísticas (“SMART”) servem para a construção dos mesmos. As funções da gestão consistem em planear, executar, controlar eactuar. A gestão consiste em maximizar os recursos disponíveis de forma aobter os melhores resultados possíveis. As técnicas de aproveitamento do tempo e a gestão das tarefas quepodem ser feitas em simultâneo, usando o “diagrama de Gant” (cronograma),foram-nos transmitidas através da execução de todos os passos necessáriospara a preparação um mouse de chocolate. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 28
  29. 29. A missão; os valores; a estratégia e os objectivos são a baseresponsável pelos vários esquemas que se sucederam, durante a presenteUnidade. Sendo estes, os responsáveis por todo o mecanismo que controlatoda a gestão organizacional. Sabendo que o conceito missão é bastante abrangente e aqui apenasreferindo-me ao lado empresarial, a missão tem por objectivo o porquê da suaexistência. Quem somos; o que fazemos e como fazemos, são as trêsquestões a responder para dar início a todo o trabalho que, por parte doempreendedor, tem como fim o sucesso profissional. A análise SWOT consiste em diagnosticar, através de tabela própria, ospontos fortes e os pontos fracos em ambiente interno, as ameaças e asoportunidades em ambiente externo para que posteriormente e através deoutro esquema, denominado por “balanced scorecard”, possa ser activado oplano de acção que tem como propósito os princípios que respeitam as regrasdo bom planeamento. Durante a presente Unidade todos os tópicos acima descritos e a aindaos diversos organogramas que estruturam os vários tipos existentes dedepartamentalização, designadamente: geográficos; clientela; funções eproduto, dominaram as primeiras 25 horas disponíveis para dar iniciação aovasto leque de aprendizagens relativas ao curso em processamento. A matéria abordada na Unidade anterior (Planeamento e ÁreasFuncionais) teve seguimento na Unidade que agora apresento: Administraçãodas Organizações, também esta composta por 25 horas. Um sistema é um conjunto de elementos ou órgãos que compõem osistema. Estão dinamicamente inter-relacionados, cada elementodesenvolvendo uma actividade ou função e tendo como fim atingir um ou maisobjectivos. As necessidades do sistema/organização são: - Entradas/insumos/”inputs” - Processamento (transformação dos insumos) - Saídas/resultados/”outputs”. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 29
  30. 30. O parágrafo anterior anuncia o ambiente interno que se associa à gestãona elaboração do diagnóstico que visa o estudo da organização em relação atodos os ambientes que à rodeia. Na continuação do esquema, agora em reflexão, o ambiente operativovisa diagnosticar todas as vertentes externas que têm influência directa com aorganização. Já o ambiente contextual, através da análise PEST, visa odiagnóstico das vertentes externas que exercem influência indirecta com aorganização. Sendo que, para efeitos da boa gestão, o diagnóstico atrás apresentadoprecede a análise SWOT abordada na UFCD anterior, esta, que fornece dadospara a elaboração do esquema de objectivos estratégicos com vista a criaçãode indicadores a colocar nos 4 pilares (processos; financeiro; pessoas eclientes) que rodeiam a missão; a estratégia e os valores no “balancedscorecard”. Todos os conceitos teóricos abordados nestas duas últimas Unidadesabriram-me a porta para “mergulhar” no restante processo de aprendizagemrelativo ao curso agora em fase de reflexão. Sendo os Juros Simples e Juro Composto a Unidade que se seguiu,esta também leccionada pelo Dr. Pedro Santana, as 25 horas que àcompletaram foram voltadas para o cálculo financeiro, onde, nas aulas, tiveoportunidade de desenvolver alguns exercícios, calculando-os através dassuas respectivas fórmulas. Sendo que na presente UFCD consegui provar amim próprio que sou capaz de ultrapassar positivamente qualquer desafio deextrema carga matemática. As definições do capital; do tempo e do juro, bem como, a definição docusto de oportunidade do capital foram os temas que abriram a presenteUFCD. Regime de juro simples é quando mutuário* paga ao mutuante** o valordo juro no final de cada período de capitalização, mantendo-se o capitalconstante enquanto durar o empréstimo.* - Quem recebe o empréstimo. ** - Quem concede o empréstimo. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 30
  31. 31. No Regime de juro composto o mutuário não paga o valor do juro aomutuante no fim de cada período de capitalização, retendo-o e adicionando-oao capital, formando assim um novo capital. O desconto bancário é uma operação através da qual o credor recebeda instituição bancária, antes da data o seu vencimento, o valor nominaldeduzido de uma parcela que é composta por encargos legais e/ou contratuaisestipulados para a operação. Todos os exercícios resolvidos durante as lições tiveram como objectivoa realidade dos cálculos a efectuar em regime de juros simples e em regime dejuro composto. Com esta pequena apreciação termino a apresentação daquela que foi aUnidade que testou as minhas qualidades matemáticas. As UFCD’s: Técnicas de Marketing e Plano de Marketing completaramas 100 horas seguintes da responsabilidade pedagógica do Dr. Pedro Santana. O Marketing consiste em reunir um conjunto de meios de que dispõeuma organização para promover, nos públicos pelos que se interessa, oscomportamentos favoráveis à realização dos seus próprios objectivos. Apromoção, o preço, o produto e os canais de distribuição são os 4 P’s relativosàs técnicas de Marketing. Sendo que, o Marketing Mix é o responsável pelainterligação desses 4 pilares. Os estudos de Marketing; o Marketing estratégico e o Marketing opcionalforam os temas que abriram esta longa maratona de conteúdos quecompletaram as 100 horas dedicadas à Unidade agora em reflexão. Todos ostrabalhos responsáveis para dar vida aos objectivos duma pizzaria, durantealgumas sessões, foram as cobaias, através de fórmulas próprias, para ocálculo do ponto morto. O ponto morto é o nível de actividade no qual aempresa equilibra a sua exploração. Exprime-se em quantidades a vender, emvolume de vendas a realizar ou em meses de actividade. Os custos fixos, oscustos variáveis e a margem, bem como, o descrito na frase anterior são oselementos que determinam a política de preço num produto. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 31
  32. 32. A evolução ao Marketing; o mercado; o mercado em valor; os estudosde mercado; a segmentação; a política do produto; o ciclo de vida do produto:os tipos de mercado e as gamas de produto; as estratégias de comunicação eo Marketing internacional dominaram as primeiras 50 horas das Unidadesdedicadas ao Marketing. A estrutura geral do plano de Marketing; as principais informações doplano de Marketing; a análise das envolventes (interna e externa); os objectivosde Marketing; o Marketing Mix; a definição do mercado alvo; o posicionamentoda marca e/ou produto; a previsão do investimento; o orçamento decomunicação e o orçamento do produto completaram as restantes horas daspresentes Unidades. Nesta UFCD ainda houve tempo para uma abordagem aos passos quecompõem o mapa de meios libertos para o cálculo do valor, liberto, disponívelpara pagar o investimento. A presente Unidade, Técnicas de Marketing e para efeitos deavaliação/trabalho de grupo, juntou-se à Unidade vizinha: Plano de Marketing.O grupo, no qual colaborei, optou por dar seguimento ao Projecto deInvestimento que havia já antes sido feito em Unidade própria. Este trabalhorealizado foi referente a uma loja de pronto-a-vestir e de criação de marcaprópria: “Fashion-Palace”, onde escolhemos a Rua do Dr. Fernão Ornelas –Funchal para a localização da sua sede. Desta forma e apostando no comérciotradicional elaboramos o nosso Plano de Marketing. Foi uma experiênciabastante interessante. A descrição do produto; a descrição da concorrência; a descrição domercado; os canais de distribuição; o preço e a comunicação foram os tópicosa respeitar, no trabalho acima mencionado, que abrangem toda a matériarelativa às políticas de Marketing. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 32
  33. 33. Na minha opinião o elevado número de elementos por grupo (6)dificultou a que chegássemos ao final de todas as decisões em mútuo acordo,para os conteúdos a colocar no raciocínio em conjunto (Plano de Marketing).Os diferentes objectivos lançados por cada adulto, para a presente formação,poderão estar relacionados com o “problema”. Ainda assim, achei as Unidadesbastante positivas no que toca à aprendizagem concebida relativamente àspolíticas de Marketing. O empenho e as competências evidentes no Formadorforam determinantes para que o meu aproveitamento, bastante satisfatório,obtivesse viabilidade. “Processos de Recrutamento” foi o nome da UFCD que, daresponsabilidade do Dr. Pedro Santana, se seguiu. 50 Horas foram a suaduração. Os princípios gerais de Gestão de Recursos Humanos (GRH); o PlanoIntegrado de Gestão de Recursos Humanos; a avaliação de RH; o sistema derecompensas; o recrutamento; a selecção; os tipos e os subtipos derecrutamento – as suas vantagens e desvantagens foram os temas quedominaram todas as sessões relativas à presente Unidade. O principal objectivo da Gestão de pessoas consiste em tirar maiorpartido possível dos Recursos Humanos nas organizações. A qualidade, aquantidade e o tempo são factores que sendo bem planeados, quando postosem prática, podem trazer benefícios lucrativos para as organizações e para oscolaboradores, quer em recompensas, quer em ascensão na carreira. A gestãode pessoas consiste, também, em maximizar os recursos de forma a obter osmelhores resultados possíveis. Os objectivos do Plano Integrado de Recursos Humanos (PIRH)constituem-se de forma a diagnosticar a oferta e a procura de pessoas. O PIRHé o “mecanismo” que controla toda a gestão de recursos humanos nasorganizações. O melhor para o colaborador e o melhor para a empresa são osobjectivos – chave do Plano Integrado de Recursos Humanos. Sendo que o sistema de avaliação do desempenho permite odiagnóstico das competências do colaborador; permite uma melhor política de EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 33
  34. 34. recompensas; permite que os colaboradores possam progredir na carreira;permite uma melhor rotação de colaboradores e permite diagnosticar asnecessidades de formação. Já os principais objectivos de um sistema derecompensas têm como propósito a equidade salarial; a aplicação do sistemade recompensas de forma que os colaboradores possam produzir ao máximodas suas limitações e permite que, de uma forma hierárquica, quanto maiselevada for a recompensa maior será o grau de responsabilidade docolaborador. As principais fases de um plano de formação são: o diagnóstico asnecessidades de formação dos colaboradores; a elaboração do plano de acçãopreliminar, ou seja, a elaboração de um “caderno de encargos” para aformação que permita um orçamento de custos; que permita o diagnóstico dotempo necessário para a formação; a sua calendarização; o tipo de formação equal a entidade formadora. O plano de formação acompanha a vida da organização tendo a suafase de planeamento; de controlo e de execução. Os tipos e os subtipos de recrutamento, as suas vantagens edesvantagens foram, através de pesquisa electrónica, os temas queprecederam o teste de avaliação final relativo ao módulo agora apresentado. A criação de uma empresa de raiz para a satisfação do desafio lançadopelo Tutor da Unidade foi, da minha parte e durante a derradeira sessão, otema desenvolvido para responder aos tópicos exigidos relativamente aosprincípios que regem a política dos Recursos Humanos. Esta foi, também, uma UFCD em que, da minha parte, o aproveitamentoé considerado bastante satisfatório. Métodos e Técnicas de Análise – 50 Horas que foram dedicadas àsanálises ao balanço e às demonstrações de resultados. Foi esta, a penúltimaUFCD da responsabilidade pedagógica do Dr. Pedro Santana. As técnicas de análise económica; os princípios da análise económica; aanálise às demonstrações financeiras e a análise aos documentos financeiros EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 34
  35. 35. deram, de forma teórica, início à temática que precedeu a longa maratona deindicadores considerados óbvios para o apoio às referidas análises. Sempre partindo do princípio que, os capitais permanentes (activosfixos) devem ser financiados por capitais de igual maturidade, ou seja, pormeios próprios e por capitais alheios a médio/longo prazo. E que, por sua vez,os activos correntes devem ser financiados por capitais de igual natureza,nomeadamente, pelos passivos correntes (capitais alheios a curto prazo). Sendo assim, entendo que a presente Unidade dividiu-se em quatropartes, finalizando com um teste de avaliação de conhecimentos. Os indicadores de solvabilidade, que preencheram a acima anunciadaprimeira fatia de horas, servem para medir o grau de autonomia financeira, asolvabilidade geral, a estrutura do endividamento, a liquidez geral, a liquidezreduzida, a liquidez imediata, a cobertura dos encargos financeiros, a coberturado serviço da dívida e o prazo de recuperação da dívida constantes no balançoe na demonstração de resultados dos finais de cada ano das organizações,comparando-os entre si (o corrente ano com os anteriores), com o propósito deencontrar as soluções que possam ser consideradas mais viáveis para acorrida às metas definidas como estratégicas. A segunda parte dos indicadores, que medem a rendibilidadeproveniente da ligação das realidades existentes no balanço e nademonstração de resultados, dedicou-se à rendibilidade do activo, àrendibilidade bruta das vendas, ao efeito dos custos fixos, à rotatividade doactivo, à rendibilidade do capital próprio e ao efeito alavanca financeira. Os indicadores de funcionamento – rotação das existências, prazomédio de recebimentos, prazo médio de pagamentos e o cálculo do ciclo decaixa, precederam a quarta e última parte de indicadores voltados para osdiagnósticos de risco. O grau de alavanca operacional (GAO), o grau dealavanca financeira (GAF), o grau de alavanca combinado (GAC), o pontocrítico e a margem de segurança são responsáveis por dar apoio à leitura e àanálise aos riscos evidentes nos balanços e nas demonstrações de resultados. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 35
  36. 36. Foram realizados, durante estas sessões, vários exercícios práticos,individualmente e em grupo, para que nos pudéssemos inteirar das fórmulas eda forma como calcular todos esses indicadores. Uma análise a váriasrealidades organizacionais, com a ajuda dos indicadores atrás calculados,finalizou a UFCD agora apresentada. Os resultados por mim obtidos,relativamente a conhecimentos adquiridos no decorrer destas horas, deixaram-me bastante satisfeito. Gestão da Produção, a derradeira UFCD da responsabilidade doformador Dr. Pedro Santana. Como podemos espreitar nos tópicosenumerados no parágrafo abaixo e até hoje, data de finais de Agosto de 2011,dia em que concluo a elaboração do presente Portfólio, esses tópicos, retiradosdos sumários que foram lançados na plataforma “oghma”, relativos à presenteUnidade que ainda se encontra no seu início, são insuficientes para que eupossa opinar acerca dos seus conteúdos e acerca dos mesmos em relação àsminhas expectativas. No entanto, estou confiante que não darei o meu tempopor perdido, o Formador ao longo destes dois últimos anos deixou provasclaras de que possui competências e aptidões extremas, bem como muito boacapacidade emocional e pedagógica para trabalhar em horário pós-laboral. Os tópicos iniciais relativos ao início da presente UFCD:1 - Conceitos fundamentais da gestão da produção;2 - Conceitos elementares da gestão da produção;3 - Organização dos postos de trabalho… Tentarei assistir ao maior número de sessões possível e tentarei,sobretudo, acatar o máximo de novos conhecimentos. E assim termino a minha apreciação às Unidades leccionadas peloFormador Dr. Pedro Santana. Foram algumas, muitas, horas onde muitoacerca da gestão se desenrolou. Tudo isto, com certeza que mudará a minhaforma de “olhar” e “caminhar” para o futuro. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 36
  37. 37. Dr.ª Maria João CarreiraUnidades:- Legislação Laboral – 25 h. (Disciplina: Economia 01)- Legislação Comercial – 50 h. (Disciplina: Contabilidade 02) Nas 25 horas destinadas à consulta do Código Laboral, as suas sessõesforam, na generalidade, abordadas de forma teórica. As Leis que determinamos direitos do trabalhador e do empregador, bem como os pontos essenciais doCódigo do Trabalho – As obrigações e direitos do empregado e do empregadordominaram o decorrer da presente UFCD. A importância dos Artigos e dos pormenores descritos no Código doTrabalho, a sua consulta e a sua leitura, foram os objectivos a nos sertransmitidos. Sendo assim, a presente Unidade organizou-se pela sequência abaixomencionada: Direito ao Trabalho: - Conceito e princípios gerais - Direitos e deveres das partes Contrato de Trabalho: - Elementos essenciais a um contrato - Formas de cessação - Condições de celebração e de caducidade - Duração e Organização do tempo de trabalho: férias e faltas - Vicissitudes contratuais. A exploração das Leis do Código do Trabalho e a importância dalegislação em vigor na defesa dos direitos do trabalhador foi o “assunto”, emaulas, mais debatido. No final da presente Unidade fomos submetidos a umteste de avaliação. Da minha parte obtive bom aproveitamento. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 37
  38. 38. Findas as 25 horas dedicadas ao Código do Trabalho, a Unidadeseguinte, também da responsabilidade da Dr.ª Maria João carreira obteveduração de 50 horas e toda ela direccionada para o Código das SociedadesComerciais. Os Artigos de carácter geral (que se aplicam a todos os tipos desociedades): - Personalidade - Capacidade - Forma e partes do Contrato de Sociedade e os seus elementos - Actas - Administração e fiscalização – Deveres Fundamentais - Relato e apresentação de Contas / Falta de apresentação de Contas - Inviabilidade das deliberações - Responsabilidade civil - Solidariedade na responsabilidade - Cláusulas Nulas - Acção da Sociedade As sociedades por quotas: - Características - Responsabilidade dos Sócios - Conteúdo do Contrato - Firma “Lda.” - Capital Social (5000€) - Contribuição de Indústria - Gerência - Fiscalização EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 38
  39. 39. As sociedades anónimas: - Características - Número de Sócios - Firma “SA” - Capital Social (50.000€) - Contribuição de Indústria - Órgãos - Conselho de Administração - Fiscalização - Comissão de Auditoria Foram os temas, acima mencionados, que controlaram o decorrer dapresente UFCD. Sendo este, todo o processo que dominou, através da sualeitura detalhada e através da exposição e esclarecimento de dúvidas, as 50horas agora em reflexão. Termino, desta forma, o meu testemunho destinado às 75 horas daresponsabilidade pedagógica da Dr.ª Maria João Carreira em que aoportunidade de “passar a pente fino” os Códigos: do Trabalho e dasSociedades Comerciais poderá ser-me útil futuramente, uma vez que, as mais-valias adquiridas acerca desta matéria e face a minha actual posiçãoprofissional colocam os meus objectivos para o futuro, novamente em fase deactualizações… Dr.ª Idalina MartinsUnidade:- Qualidade – Instrumento de Gestão – 25 h. (Disciplina: Economia 03) A importância da implementação do Sistema de Gestão e Qualidade nasempresas é hoje o espelho do empenho dos gestores; dos colaboradores e dosdemais influentes directos de todas as organizações em propósito docrescimento mútuo empresarial. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 39
  40. 40. Os conteúdos abordados na presente UFCD foram sem dúvida umamais-valia adquirida no sentido de mentalizar “crânios” organizando-os, numavertente profissional, de forma que estes se habituem cada vez mais àqualidade. Sendo a norma de referência para certificar as empresas em qualidade:NP EN ISO 9001: 2008, os seus requisitos; as suas auditorias e todos os seusprocedimentos foram durante as 25 horas, relativas à presente Unidade, amatéria que agora apresento nesta minha reflexão. A qualidade é o somatório de todas as propriedades e característicasde um produto ou serviço que lhe conferem a possibilidade de satisfazer asnecessidades implícitas e explícitas de um cliente. Os principais objectivos do decorrer da presente UFCD estiveramvoltados para toda a realidade pela qual passa uma empresa que pretendeimplementar o SGQ, ou obter o certificado de qualidade. Inicialmente, aentidade responsável pela certificação procede a uma fase de diagnóstico quetem como fim a comparação da norma com a realidade da empresa. Apreparação do SGQ (Sistema de Gestão de Qualidade) é o passo que sesegue e que consiste em documentar por escrito todas as práticasempresariais. A passagem dos documentos escritos, atrás referidos, para aprática faz parte do passo seguinte e denomina-se pela Implementação doSGQ. A auditoria interna é uma espécie de auto-diagnóstico que visa acomparação da norma com a realidade da empresa, após os passos atrásmencionados, e que têm como objectivo preparar a organização para aauditoria da responsabilidade da entidade certificadora. O plano de acçãocorrectivo (PAC) é o plano que tem como propósito a selecção dos problemas(das não conformidades) oriundos das fases atrás mencionadas. Quem ecomo, são as questões a procurar resposta para corrigir essas nãoconformidades identificadas nas auditorias. Todos os passos atrás descritos,bem como, a cronologia de todas as auditorias (interna; prévia; concessão;acompanhamento; renovação; expansão e a sua estruturação esquemáticafizeram parte dos temas que dominaram as 25 horas dedicadas ao SGQ. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 40
  41. 41. O conceito e a evolução histórica; a garantia de qualidade; os princípiosde qualidade. A qualidade na organização – gestão do espaço e do tempo; asinalização de esforços; a identificação de pessoas; os instrumentos de apoio àgestão: o modelo de auto-avaliação; o balanced scorecard e os objectivos:identificar o conceito e os princípios subjacentes à gestão de qualidade; apromoção da qualidade na organização; o enunciado e a aplicação dasferramentas de gestão na organização foram os conteúdos programáticos quedominaram na totalidade a presente UFCD, esta que findou com um teste deavaliação. Da minha parte obtive aproveitamento satisfatório. Foi esta tambémuma Unidade onde adquiri novos conhecimentos que foram os responsáveispor viabilizar os objectivos por mim traçados para a presente etapa. Dr. Vítor FreitasUnidades:- Princípios de Fiscalidade – 50 h. (Disciplina: Contabilidade 06)- IRS – 25 h. (Disciplina: Contabilidade 06)- IRC – 50 h. (Disciplina: Contabilidade 06)- Imposto sobre o Património – 25 h. (Disciplina: Contabilidade 06)- Instituições Bancárias – 25 h. (Disciplina: Economia 05) Nunca descurando a elevada importância das restantes Disciplinas quecompletam o corrente percurso de formação, a Disciplina 06 na qual consta apresente UFCD, em minha opinião, foi se calhar a portadora da realidade quemais se confronta com a nossa vida pessoal e profissional. Realidade, esta,que são os Impostos. Uma Unidade “puxadinha” no que toca ao seu vasto epormenorizado conteúdo, no entanto, com resultados de aprendizagem, daminha parte, muito satisfatórios. No decorrer desta primeira Unidade relativa à Disciplina agora emreflexão, a Disciplina 06, foram abordados temas relativamente aos princípiosde fiscalidade e aos Artigos existentes no Código do IVA (CIVA). EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 41
  42. 42. O Direito Fiscal é um ramo do Direito que se ocupa do estudo dasNormas Jurídicas relativas ao imposto. Sendo que o imposto é uma prestaçãopecuniária; definitiva; unilateral; coactiva sem carácter de sanção; exigida peloEstado e com fins públicos. Os impostos directos são aqueles que visam atingirmanifestações imediatas de capacidade contributiva, como por exemplo: IRC eIRS. Já os impostos indirectos visam atingir manifestações mediatas dacapacidade contributiva. Exemplos: IVA; IMI; IMT e IS. O imposto real é objectivo (ex: IMT) e os impostos pessoais sãosubjectivos, pois têm em consideração as realidades pessoais doscontribuintes (ex: IRS). O princípio da legalidade; o princípio da tipicidade (tem de estar previstona Lei); o princípio da igualdade; o princípio da proporcionalidade e o princípioda não retroactividade (devem ser tributados factos futuros e nunca ospassados) são os princípios constitucionais tributários. As fontes de Direito; a Doutrina administrativa; a elisão fiscal e oselementos da relação jurídico-social (sujeito activo, passivo, contribuinte edevedor do imposto) foram também definições que ficaram esclarecidas noinício da presente UFCD. Na interpretação da Lei temos de ter em conta a letra da Lei; opensamento legislativo; a unidade do sistema jurídico (não se “agarrar” a um sóArtigo relativo ao imposto “IVA”, mas sim a todo o “CIVA”). O contextotemporal, o contexto em que foi criada essa Lei também é um elemento emconsideração para uma boa interpretação da Lei. O IVA é o imposto sobre o valor acrescentado, para ser tributado o IVA avenda, a compra ou a prestação de serviços deverá ter incidência objectiva;localizada em Portugal; ser uma transmissão de bens ou prestação de serviçose de natureza onerosa (paga em dinheiro). O Artigo: 9º, que relata as situações que isenta o IVA; o Artigo 18ª, querelata as taxas aplicadas nas Regiões (PT, RAM e RAA); o Artigo 6º,Localizações; os Artigos 19º e 20º relativos ao direito à dedução e o Artigo 21ª– exclusão à dedução foram, estes, os Artigos que, durante as sessões, maisforam passados a pente fino. Um teste “sumativo” fechou as 50 horasdedicadas ao CIVA. Da minha parte obtive excelente aproveitamento. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 42
  43. 43. Concluídas as 50 horas da primeira Unidade da Responsabilidade do Dr.Vítor Freitas, as 25-30 horas que se seguiram foram dedicadas ao ImpostoSobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS). O nº1 do Artigo 1º do CIRS relata a base de incidência do imposto: - “O imposto sobre o rendimento das pessoas singulares (IRS) incidesobre o valor anual dos rendimentos das categorias seguintes, mesmo quandoprovenientes de actos ilícitos, depois de efectuadas as correspondentesdeduções e abatimentos: - Categoria A – Rendimentos do trabalho dependente; - Categoria B – Rendimentos empresarias e profissionais; - Categoria E – Rendimentos de capitais; - Categoria F – Rendimentos prediais; - Categoria G – Rendimentos patrimoniais; - Categoria H – Pensões.” Os conteúdos abordados na presente Unidade concentraram-se à voltada fórmula que logo no início a sua estrutura revelou os passos a percorrerpara a conclusão do objectivo. A consulta a todos os Artigos; a exposição de dúvidas; a resolução deexercícios relativos ao Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Singulares eum teste de avaliação final completaram as 30 horas disponíveis para apresente Unidade. Durante uma sessão e em altura própria, através dasdeclarações electrónicas existentes no “site” das Finanças, tivemosoportunidade para acompanhar o preenchimento de alguns anexosesclarecendo dúvidas relativas aos passos a realizar para os seuspreenchimentos por via electrónica. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 43
  44. 44. O Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) preencheuas 50 horas que sucederam as destinadas ao IRS (30h). A presente UFCD foitambém da responsabilidade pedagógica do Dr. Vítor Freitas. De acordo com o Artigo 1º, o presente imposto incide sobre osrendimentos obtidos, mesmo quando provenientes de actos ilícitos, no períodode tributação, pelos respectivos sujeitos passivos, nos termos do Código doImposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (CIRC). Considera-setitular de rendimentos as pessoas colectivas sujeitas ao presenteimposto que apresentam rendimentos à actividade económicadesenvolvida. Sabendo que a tributação do IRC incide sobre o Resultado Fiscal, osexercícios praticados ao longo destas 50 horas tiveram como objectivoretirarmos dos resultados apresentados contabilisticamente pelas empresastodos os lançamentos na contabilidade que não são, por Lei, aceitesfiscalmente, acrescendo, assim, esses valores ao lucro tributável. O quadro 07e o quadro 10 do Modelo 22 da respectiva declaração de rendimentosacompanharam-nos durante toda a presente Unidade. Sabendo que a importância do presente imposto incide sobre todo oCIRC, destaco abaixo apenas alguns Artigos sobre os quais, durante as lições,foram expostas e esclarecidas dúvidas acerca da matéria: A incidência Real do imposto (CIRC) recai sobre: Artigo:1º -Pressuposto do imposto; Artigo: 2º - Sujeitos passivose Artigo: 3º - Base do imposto. No Capítulo II – Isenções: Artigo 9º - Estado, Regiões Autónoma, autárquicas locais, suasassociações de direito público e federações e instituições de segurançasocial e Artigo10º - Pessoas colectivas de utilidade pública e desolidariedade social. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 44
  45. 45. Capítulo III – Determinação da matéria colectável: Artigo: 22º - Subsídios relacionados com activos não correntes;Artigo: 34º - Gastos não dedutíveis para efeitos fiscais; Artigos: 35º e36º (Relativos às perdas por imparidade); Artigo: 44º - Quotizações afavor de associações empresariais; Artigo: 45º - Encargos nãodedutíveis para encargos fiscais; Artigo: 46º - Conceito de mais-valiase de menos-valias; Artigo: 48º - Reinvestimento dos valores derealização; Artigo: 64º - Correcções ao valor de transmissão dedireitos reais sobre bens imóveis e Artigo: 65º - Pagamentos aentidades não residentes sujeitas a um regime fiscal previligiado. Capítulo IV – Taxas: Artigo: 87º - Taxas; Artigo: 87º- A - Derrama e Artigo: 88º -Taxas de tributação autónoma. Capítulo V – Liquidação: Foi realizada uma abordagem geral desde oArtigo: 89º até ao Artigo: 123º onde ficaram esclarecidos os passos eas percentagens a “cobrar” sobre o valor tributário. Um teste de avaliação final concluiu a presente UFCD destinadaao IRC. Da minha parte obtive bom aproveitamento. Foram 50 horasonde aprendi muitas coisas acerca do imposto agora em reflexão. As 25 horas seguintes, da responsabilidade pedagógica do formadorVítor Freitas, destinadas ao Imposto Municipal sobre os Imóveis e ao ImpostoMunicipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis, preencheram os temasque dominaram a totalidade da UFCD: Imposto Sobre o Património. Através dereflexões elaboradas em grupo e de acordo com os Artigos descritos nosCódigos que controlam os referidos Impostos, as suas conclusões foramdebatidas através das apresentações ao formador e aos colegas. Assim seconcluiu a Unidade em que ficaram os formandos encarregados de “unir” atotalidade dos Artigos, estes que estavam divididos pelos grupos, e interligar osseus raciocínios com o propósito final a abordagem da totalidade dos tópicosexigidos para a conclusão do agora realizado objectivo. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 45
  46. 46. A incidência dos Impostos: IMI; IMT e o Imposto do selo, as suasisenções; os valores patrimoniais tributários e a determinação dos seus valorestributáveis, bem como: as taxas; a liquidação; a cobrança; as garantias e afiscalização foram, no decorrer da presente Unidade, passadas a pente fino.Foi esta, também, uma UFCD onde os novos conhecimentos adquiridos e aconsolidação daqueles que já possuía, relativamente a esta matéria, são pormim considerados muito positivos. Na derradeira Unidade, leccionada pelo Formador Vítor Freitas, a suatemática inclinou-se para uma abordagem teórica de todos os conceitos quedominam a vertente financeira da sociedade. O Banco, os meios de pagamentoe os créditos foram alguns dos tópicos desenvolvidos no decorrer da presenteUFCD. Um trabalho de grupo, de consulta tecnológica, voltado para aelaboração de simulações de crédito habitação, em várias instituiçõesbancárias, bem como, as suas respectivas análises e ainda um teste deavaliação individual, fecharam as 25 horas disponíveis para a aquisição denovos conhecimentos relativos às Instituições Bancárias. As Instituições de crédito; o Banco; o Banco Mundial; os meios depagamento; os cheques (cruzado, não à ordem e visado); as notas e moedas;as transferências Bancárias; o crédito; o crédito (habitação, de consumo e paraoutros afins); as garantias (real e pessoal) e ainda as Taxas – TAE; TAEG;TANB; TANL; Taxa de Esforço; Spread e Euribor foram os tópicosdesenvolvidos durante a totalidade da UFCD agora em reflexão. A presente UFCD fechou uma longa “maratona” da responsabilidadepedagógica do formador Vítor Freitas. “Maratona”, esta, voltada para osdeveres fiscais e para, finalmente, as realidades bancárias. Foram 175 horasque presenciei na totalidade e onde aprendi muita coisa nova. O rigor e oempenho pedagógico do ainda jovem formador estão de parabéns. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 46
  47. 47. Formador: César RosaUnidades:- Aplicações Informáticas de Contabilidade – 25 h. (Disciplina: Contabilidade 09)- Aplicações Informáticas de Gestão – 25 h. (Disciplina: Contabilidade 09)- Aplicações Info. de Gestão de Pessoal – 25 h. (Disciplina: Contabilidade 09) Quando na Disciplina 04 tínhamos abordado os temas relativos àContabilidade na sua vertente teórica, a presente UFCD, pertencente àDisciplina 09, virou-se para as suas aplicações informáticas. Além do facto dese “clarificar” aquilo que havíamos aprendido nas Unidades anteriores relativasaos conceitos teóricos contabilísticos, a presente UFCD, deu-nos aoportunidade de adquirirmos novos conhecimentos a partir das aplicaçõesexistentes no Primavera Software. 25 Horas foram a duração da presenteUnidade da responsabilidade do formador César Rosa. As ferramentas do Primavera Software; o Plano de Contas; o Plano deIVA; os Diários, Documentos e os Movimentos Bancários; os Extractos e osBalancetes; a Ligação entre o Plano de Contas e o Plano de IVA; os Centrosde Custo e as Chaves de Repartição foram os temas que controlaram todas assessões dedicadas às aplicações informáticas de Contabilidade. De modo a adaptar o número de computadores disponíveis em sala portodos os formandos, foram criados grupos de dois elementos. Ficando, assim,traçado o “esquema” para aquisição de novos conhecimentos que perdurou portoda a formação relativa ao referido software. Foi uma experiência positiva ebastante satisfatória. A presente Unidade, toda ela composta por exercícios práticos eesclarecimento de dúvidas, findou com um teste de avaliação. Da minha parteo aproveitamento, quer na aquisição de novos conhecimentos, quer em notaconseguida no papel, foi muito positivo. 25 Horas foram a duração da UFCD seguinte: Aplicações Informáticasde Gestão, esta também da responsabilidade pedagógica do formador CésarRosa. EFA – Técnicas de Apoio à gestão | Escola Profissional Cristóvão Colombo | 2009 / 2011 47

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