SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 9
MARCELO CAETANO
Escola EB 2,3/S de Mora
Professora: Vicência
Magalhães
Trabalho realizado por:
Carlos Lopes Nº3 9ºB
Sorri também
BIOGRAFIA
 Primeiro-ministro Portugal
 Mandato- 27 de Setembro de 1968 – 25 de Abril de 1974
 Antecessor(a)- António de Oliveira Salazar
 Sucessor(a)- António de Spínola (presidente da Junta de Salvação
Nacional)
 Vida
 Nascimento- 17 de Agosto de 1906
 Lisboa, Portugal
 Falecimento- 26 de outubro de 1980 (74 anos) Rio de Janeiro
 Partido- União Nacional, depois Ação Nacional Popular
 Profissão- Jurisconsulto e professor de Direito
INTRODUÇÃO
 Para este trabalhão que vai ser aqui mostrado, vou
falar em pontos muito importantes na nossa história
política, vou dar a conhecer( mesmo que tenha dito
qual o tema de trabalho) o revoluçionador da
liberalização de Portugal.
O MARCELISMO
LIBERALIZAÇÃO FRACASSADA:
 Foi na sequência de uma queda que Salazar ficou
incapacitado de continuar a governar e por isso foi
substituído no cargo por Marcelo Caetano, em 1968.
 O agora PM tentou uma “evolução na continuidade”,
tentou desenvolver , simultaneamente, uma politica
conservadora e renovadora, com o objetivo de assim obter
um consenso nacional, iniciando o período da chamada “
primavera marcelista”.
Das primeiras medidas do governo marcelista, destacam – se:
 a diminuição da ação da censura e da atuação repressiva da
polícia política;
 O regresso de alguns exilados políticos;
 a PIDE passou a chamar - se DGS( Direção -Geral de
Segurança);
 A censura designava – se agora por Exame Prévio;
…
 A política de Marcelo Caetano mostrou – se
extremamente cautelosa, assim, como se disse
anedoticamente e ele próprio comentou , fez sinal á
esquerda significava ceder em alguns pontos
menores e destituídos de perigo.
 Com as eleições para a Assembleia Nacional, em
1969, os Portugueses ambicionavam eleições
finalmente foi um conjunto de irregularidades que,
mais uma vez, culminariam com a eleição de todos
os deputados propostos pelo Governo.
GOVERNO MARCELISTA
Este recém – eleito governo marcelista promoveu
algumas reformas:
 No ensino, criou a escolaridade mínima obrigatória;
 Alargou a Previdência aos trabalhadores rurais;
 Impulsionou a abertura da economia portuguesa ao
investimento estrangeiro.
…
 Perante estas dificuldades, o regime assistiu ao
intensificar das lutas opositoras, nomeadamente a
dos movimentos estudantis que, a par de outras
contestações, culminavam com a revolução na
madrugada do dia 25 de abril de 1974, com a
instauração da democracia em Portugal.
CONCLUSÃO
 Como o trabalho já foi apresentado, e como não sei
se vocês gostaram só há mais um slide.
 Para vossa admiração não é um slide a dizer
FIM, mas sim um vídeo.
VÍDEO CENAS

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Portugal no primeiro pós-guerra.
Portugal no primeiro pós-guerra.Portugal no primeiro pós-guerra.
Portugal no primeiro pós-guerra.home
 
O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...
O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...
O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...Susana Cardoso Simões
 
Estado Novo Resumo
Estado Novo ResumoEstado Novo Resumo
Estado Novo ResumoEscoladocs
 
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunosVítor Santos
 
A Ditadura Salazarista
A Ditadura SalazaristaA Ditadura Salazarista
A Ditadura SalazaristaCarlos Vieira
 
O Pós 25 de Abril de 1974
O Pós 25 de Abril de 1974O Pós 25 de Abril de 1974
O Pós 25 de Abril de 1974racatta
 
A Oposição Democrática
A Oposição DemocráticaA Oposição Democrática
A Oposição DemocráticaSónia Cruz
 
A Era Estalinista
A Era EstalinistaA Era Estalinista
A Era EstalinistaRainha Maga
 
A 1º República
A 1º RepúblicaA 1º República
A 1º RepúblicaMaria Gomes
 
Do autoritarismo à Democracia
Do autoritarismo à DemocraciaDo autoritarismo à Democracia
Do autoritarismo à DemocraciaCarlos Vieira
 
Mundo capitalista
Mundo capitalistaMundo capitalista
Mundo capitalistahome
 
Estado novo
Estado novoEstado novo
Estado novocattonia
 
O Estado Novo
O Estado NovoO Estado Novo
O Estado NovoRui Neto
 

Mais procurados (20)

Salgueiro Maia
Salgueiro MaiaSalgueiro Maia
Salgueiro Maia
 
Salazar
SalazarSalazar
Salazar
 
Portugal no primeiro pós-guerra.
Portugal no primeiro pós-guerra.Portugal no primeiro pós-guerra.
Portugal no primeiro pós-guerra.
 
O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...
O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...
O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...
 
Estado Novo Resumo
Estado Novo ResumoEstado Novo Resumo
Estado Novo Resumo
 
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
 
Terceiro Mundo
Terceiro MundoTerceiro Mundo
Terceiro Mundo
 
A Ditadura Salazarista
A Ditadura SalazaristaA Ditadura Salazarista
A Ditadura Salazarista
 
O Pós 25 de Abril de 1974
O Pós 25 de Abril de 1974O Pós 25 de Abril de 1974
O Pós 25 de Abril de 1974
 
O Estado novo
O Estado novoO Estado novo
O Estado novo
 
A Oposição Democrática
A Oposição DemocráticaA Oposição Democrática
A Oposição Democrática
 
A Era Estalinista
A Era EstalinistaA Era Estalinista
A Era Estalinista
 
Os 3 D's
Os 3 D'sOs 3 D's
Os 3 D's
 
A 1º República
A 1º RepúblicaA 1º República
A 1º República
 
Do autoritarismo à Democracia
Do autoritarismo à DemocraciaDo autoritarismo à Democracia
Do autoritarismo à Democracia
 
Mundo capitalista
Mundo capitalistaMundo capitalista
Mundo capitalista
 
Estado novo
Estado novoEstado novo
Estado novo
 
O Estado Novo
O Estado NovoO Estado Novo
O Estado Novo
 
Cronologia prec
Cronologia precCronologia prec
Cronologia prec
 
Pós 25 de abril
Pós 25 de abrilPós 25 de abril
Pós 25 de abril
 

Destaque

O fim do regime
O fim do regime O fim do regime
O fim do regime Maria Gomes
 
Guerra Colonial
Guerra ColonialGuerra Colonial
Guerra ColonialJoão Lima
 
Do Estado Novo à Democracia
Do Estado Novo à DemocraciaDo Estado Novo à Democracia
Do Estado Novo à DemocraciaAna Barreiros
 
Marcello Caetano
Marcello CaetanoMarcello Caetano
Marcello CaetanoDani Duro
 
Biografia De AntóNio De Oliveira Salazar
Biografia De AntóNio De Oliveira SalazarBiografia De AntóNio De Oliveira Salazar
Biografia De AntóNio De Oliveira SalazarSílvia Mendonça
 
A guerra colonial portuguesa
A guerra colonial portuguesaA guerra colonial portuguesa
A guerra colonial portuguesaDavide Santos
 
Portugal após o 25 de abril
Portugal após o 25 de abrilPortugal após o 25 de abril
Portugal após o 25 de abrilmaria40
 
Guerra Colonial Portuguesa
Guerra Colonial PortuguesaGuerra Colonial Portuguesa
Guerra Colonial PortuguesaJorge Almeida
 
Do autoritarismo à democracia
Do autoritarismo à democraciaDo autoritarismo à democracia
Do autoritarismo à democraciacattonia
 
Historia a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumoHistoria a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumoEscoladocs
 
Presidentes da República
Presidentes da RepúblicaPresidentes da República
Presidentes da Repúblicaalimentacao
 
Amilcar cabral o heroi nacional-filosofia
Amilcar cabral   o heroi nacional-filosofiaAmilcar cabral   o heroi nacional-filosofia
Amilcar cabral o heroi nacional-filosofiaAldair Do Rosario
 

Destaque (20)

Biografia Marcelo Caetano
Biografia  Marcelo CaetanoBiografia  Marcelo Caetano
Biografia Marcelo Caetano
 
O fim do regime
O fim do regime O fim do regime
O fim do regime
 
Guerra Colonial
Guerra ColonialGuerra Colonial
Guerra Colonial
 
Do Estado Novo à Democracia
Do Estado Novo à DemocraciaDo Estado Novo à Democracia
Do Estado Novo à Democracia
 
Marcello Caetano
Marcello CaetanoMarcello Caetano
Marcello Caetano
 
Biografia De AntóNio De Oliveira Salazar
Biografia De AntóNio De Oliveira SalazarBiografia De AntóNio De Oliveira Salazar
Biografia De AntóNio De Oliveira Salazar
 
A guerra colonial portuguesa
A guerra colonial portuguesaA guerra colonial portuguesa
A guerra colonial portuguesa
 
Portugal após o 25 de abril
Portugal após o 25 de abrilPortugal após o 25 de abril
Portugal após o 25 de abril
 
Guerra colonial (1)
Guerra colonial (1)Guerra colonial (1)
Guerra colonial (1)
 
Ditadura Salazarista
Ditadura SalazaristaDitadura Salazarista
Ditadura Salazarista
 
A pide e a censura
A pide e a censuraA pide e a censura
A pide e a censura
 
PIDE/DGS
PIDE/DGSPIDE/DGS
PIDE/DGS
 
Pide
PidePide
Pide
 
Guerra Colonial Portuguesa
Guerra Colonial PortuguesaGuerra Colonial Portuguesa
Guerra Colonial Portuguesa
 
Do autoritarismo à democracia
Do autoritarismo à democraciaDo autoritarismo à democracia
Do autoritarismo à democracia
 
Historia a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumoHistoria a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumo
 
Agostinho neto2
Agostinho neto2Agostinho neto2
Agostinho neto2
 
Presidentes da República
Presidentes da RepúblicaPresidentes da República
Presidentes da República
 
Pide
PidePide
Pide
 
Amilcar cabral o heroi nacional-filosofia
Amilcar cabral   o heroi nacional-filosofiaAmilcar cabral   o heroi nacional-filosofia
Amilcar cabral o heroi nacional-filosofia
 

Semelhante a Marcelo Caetano, o revolucionário liberalização fracassada de Portugal

Renato 25 de abril
Renato 25 de abrilRenato 25 de abril
Renato 25 de abriliosi2012
 
Renato 25 de abril
Renato 25 de abrilRenato 25 de abril
Renato 25 de abriliosi2012
 
O 25 de abril
O 25 de abrilO 25 de abril
O 25 de abrilnani
 
Revolução democrática portuguesa
Revolução democrática portuguesaRevolução democrática portuguesa
Revolução democrática portuguesaAnaGomes40
 
Portugal:Do autoritarismo à democracia
Portugal:Do autoritarismo à democraciaPortugal:Do autoritarismo à democracia
Portugal:Do autoritarismo à democraciaJoão Costa
 
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02tiagomartinho95
 
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02tiagomartinho95
 
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02tiagomartinho95
 
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02tiagomartinho95
 
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02tiagomartinho95
 
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02tiagomartinho95
 
Salazar e o Estado Novo
Salazar e o Estado NovoSalazar e o Estado Novo
Salazar e o Estado NovoJorge Almeida
 
100 Anos Da Republica Jose Camacho
100 Anos Da Republica   Jose Camacho100 Anos Da Republica   Jose Camacho
100 Anos Da Republica Jose Camachojose
 
100 Anos Da Republica Jose Camacho
100 Anos Da Republica   Jose Camacho100 Anos Da Republica   Jose Camacho
100 Anos Da Republica Jose Camachojose
 
100 Anos Da Republica Jose Camacho
100 Anos Da Republica   Jose Camacho100 Anos Da Republica   Jose Camacho
100 Anos Da Republica Jose Camachojose
 

Semelhante a Marcelo Caetano, o revolucionário liberalização fracassada de Portugal (20)

Renato 25 de abril
Renato 25 de abrilRenato 25 de abril
Renato 25 de abril
 
Renato 25 de abril
Renato 25 de abrilRenato 25 de abril
Renato 25 de abril
 
O 25 de abril
O 25 de abrilO 25 de abril
O 25 de abril
 
Mihaela e bernardo
Mihaela e bernardoMihaela e bernardo
Mihaela e bernardo
 
25 de abril de 1974
25 de abril de 197425 de abril de 1974
25 de abril de 1974
 
Revolução democrática portuguesa
Revolução democrática portuguesaRevolução democrática portuguesa
Revolução democrática portuguesa
 
25 de Abril
25 de Abril25 de Abril
25 de Abril
 
Sara e jessica
Sara e jessicaSara e jessica
Sara e jessica
 
25 De Abril
25 De Abril25 De Abril
25 De Abril
 
Portugal:Do autoritarismo à democracia
Portugal:Do autoritarismo à democraciaPortugal:Do autoritarismo à democracia
Portugal:Do autoritarismo à democracia
 
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
 
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
 
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
 
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
 
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
 
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
Dtrabalhosdosalunos2008 09salazareoestadonovo-090423104627-phpapp02
 
Salazar e o Estado Novo
Salazar e o Estado NovoSalazar e o Estado Novo
Salazar e o Estado Novo
 
100 Anos Da Republica Jose Camacho
100 Anos Da Republica   Jose Camacho100 Anos Da Republica   Jose Camacho
100 Anos Da Republica Jose Camacho
 
100 Anos Da Republica Jose Camacho
100 Anos Da Republica   Jose Camacho100 Anos Da Republica   Jose Camacho
100 Anos Da Republica Jose Camacho
 
100 Anos Da Republica Jose Camacho
100 Anos Da Republica   Jose Camacho100 Anos Da Republica   Jose Camacho
100 Anos Da Republica Jose Camacho
 

Mais de berenvaz

ComplexNumber.ppt
ComplexNumber.pptComplexNumber.ppt
ComplexNumber.pptberenvaz
 
A arca do pief de mora
A arca do pief de moraA arca do pief de mora
A arca do pief de moraberenvaz
 
Capitães de abril
Capitães de abrilCapitães de abril
Capitães de abrilberenvaz
 
O 25 de abril...
O 25 de abril...O 25 de abril...
O 25 de abril...berenvaz
 
Terrorismo do séc. xxi
Terrorismo do séc. xxiTerrorismo do séc. xxi
Terrorismo do séc. xxiberenvaz
 
Parlamento europeu
Parlamento europeuParlamento europeu
Parlamento europeuberenvaz
 
Mikhail gorbatchev
Mikhail gorbatchevMikhail gorbatchev
Mikhail gorbatchevberenvaz
 
Yuri gagarin
Yuri gagarinYuri gagarin
Yuri gagarinberenvaz
 
Margaret thatcher
Margaret thatcherMargaret thatcher
Margaret thatcherberenvaz
 
Marthin luter k
Marthin luter kMarthin luter k
Marthin luter kberenvaz
 
Regicídio de 1908
Regicídio de 1908Regicídio de 1908
Regicídio de 1908berenvaz
 
Mestre david matos
Mestre david  matosMestre david  matos
Mestre david matosberenvaz
 
Francisco franco
Francisco francoFrancisco franco
Francisco francoberenvaz
 
Horta biológica bd
Horta biológica bdHorta biológica bd
Horta biológica bdberenvaz
 

Mais de berenvaz (20)

ComplexNumber.ppt
ComplexNumber.pptComplexNumber.ppt
ComplexNumber.ppt
 
A arca do pief de mora
A arca do pief de moraA arca do pief de mora
A arca do pief de mora
 
Capitães de abril
Capitães de abrilCapitães de abril
Capitães de abril
 
O 25 de abril...
O 25 de abril...O 25 de abril...
O 25 de abril...
 
Terrorismo do séc. xxi
Terrorismo do séc. xxiTerrorismo do séc. xxi
Terrorismo do séc. xxi
 
Parlamento europeu
Parlamento europeuParlamento europeu
Parlamento europeu
 
Pedro
PedroPedro
Pedro
 
Mikhail gorbatchev
Mikhail gorbatchevMikhail gorbatchev
Mikhail gorbatchev
 
Apartheid
ApartheidApartheid
Apartheid
 
Yuri gagarin
Yuri gagarinYuri gagarin
Yuri gagarin
 
Margaret thatcher
Margaret thatcherMargaret thatcher
Margaret thatcher
 
Marthin luter k
Marthin luter kMarthin luter k
Marthin luter k
 
Auschwitz
AuschwitzAuschwitz
Auschwitz
 
Treblinka
TreblinkaTreblinka
Treblinka
 
Regicídio de 1908
Regicídio de 1908Regicídio de 1908
Regicídio de 1908
 
Mestre david matos
Mestre david  matosMestre david  matos
Mestre david matos
 
Francisco franco
Francisco francoFrancisco franco
Francisco franco
 
Enola gay
Enola gayEnola gay
Enola gay
 
Auschwitz
AuschwitzAuschwitz
Auschwitz
 
Horta biológica bd
Horta biológica bdHorta biológica bd
Horta biológica bd
 

Marcelo Caetano, o revolucionário liberalização fracassada de Portugal

  • 1. MARCELO CAETANO Escola EB 2,3/S de Mora Professora: Vicência Magalhães Trabalho realizado por: Carlos Lopes Nº3 9ºB Sorri também
  • 2. BIOGRAFIA  Primeiro-ministro Portugal  Mandato- 27 de Setembro de 1968 – 25 de Abril de 1974  Antecessor(a)- António de Oliveira Salazar  Sucessor(a)- António de Spínola (presidente da Junta de Salvação Nacional)  Vida  Nascimento- 17 de Agosto de 1906  Lisboa, Portugal  Falecimento- 26 de outubro de 1980 (74 anos) Rio de Janeiro  Partido- União Nacional, depois Ação Nacional Popular  Profissão- Jurisconsulto e professor de Direito
  • 3. INTRODUÇÃO  Para este trabalhão que vai ser aqui mostrado, vou falar em pontos muito importantes na nossa história política, vou dar a conhecer( mesmo que tenha dito qual o tema de trabalho) o revoluçionador da liberalização de Portugal.
  • 4. O MARCELISMO LIBERALIZAÇÃO FRACASSADA:  Foi na sequência de uma queda que Salazar ficou incapacitado de continuar a governar e por isso foi substituído no cargo por Marcelo Caetano, em 1968.  O agora PM tentou uma “evolução na continuidade”, tentou desenvolver , simultaneamente, uma politica conservadora e renovadora, com o objetivo de assim obter um consenso nacional, iniciando o período da chamada “ primavera marcelista”. Das primeiras medidas do governo marcelista, destacam – se:  a diminuição da ação da censura e da atuação repressiva da polícia política;  O regresso de alguns exilados políticos;  a PIDE passou a chamar - se DGS( Direção -Geral de Segurança);  A censura designava – se agora por Exame Prévio;
  • 5. …  A política de Marcelo Caetano mostrou – se extremamente cautelosa, assim, como se disse anedoticamente e ele próprio comentou , fez sinal á esquerda significava ceder em alguns pontos menores e destituídos de perigo.  Com as eleições para a Assembleia Nacional, em 1969, os Portugueses ambicionavam eleições finalmente foi um conjunto de irregularidades que, mais uma vez, culminariam com a eleição de todos os deputados propostos pelo Governo.
  • 6. GOVERNO MARCELISTA Este recém – eleito governo marcelista promoveu algumas reformas:  No ensino, criou a escolaridade mínima obrigatória;  Alargou a Previdência aos trabalhadores rurais;  Impulsionou a abertura da economia portuguesa ao investimento estrangeiro.
  • 7. …  Perante estas dificuldades, o regime assistiu ao intensificar das lutas opositoras, nomeadamente a dos movimentos estudantis que, a par de outras contestações, culminavam com a revolução na madrugada do dia 25 de abril de 1974, com a instauração da democracia em Portugal.
  • 8. CONCLUSÃO  Como o trabalho já foi apresentado, e como não sei se vocês gostaram só há mais um slide.  Para vossa admiração não é um slide a dizer FIM, mas sim um vídeo.