HISTÓRIA DA ARTE - Revisão 01

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HISTÓRIA DA ARTE - revisão 01

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    1. 1. HISTÓRIA DA ARTE REvISão 01
    2. 2. “ Nossa! Esse menino sóvive fazendo arte!” TRAVESSURA “Ronaldinho Gaúcho tem a arte do futebol.” HABILIDADE “Essa sua pintura lembra a arte de Van Gogh!” ESTILO “Que massa, seu vestido está uma verdadeira arte!” BELEZA “Aquilo é uma obra de arte!” CRIAÇÃO ESTÉTICA
    3. 3. Arte: toda criação humana com valores estéticos (beleza, harmonia, equilíbrio) que sintetiza as emoções de um artista, sua história, seus sentimentos, sua cultura, sua visão de mundo, seu contexto.
    4. 4. As transformações do mundo através da arte entre 26 000 e 24 000 anos sua datação ficaria entre 150- 50 a.C (1885) (1997) Venus de Lespugne Venus de Miló Toalete de Venus - Rodin Mulher grávida – Ron Mueck
    5. 5. TIPOLOGIA: ARTES CÊNICAS: são as artes do movimento, da ação, da cena. Exemplos: teatro, dança, circo, cinema, t. de bonecos... ARTES MUSICAIS: são as que articulam o som e o silêncio, tais como o canto, a música cantada ou instrumental, a ópera... ARTES VISUAIS: corespondem as que articulam com imagens e formas plásticas, entre elas o desenho, a pintura, a escultura, a gravura, a arquitetura, a fotografia... LITERATURA: envolvem as criações que usam como suporte a palavra, a saber: contos, poesias, crônicas, biografias...
    6. 6. ARTES A arte é uma forma de conhecimento humano, tal como as religiões, as ciências e a filosofia. Ao auxiliar o ser humano a conhecer seus mais elevados ideais, ela auxilia o exercício da virtude. A virtude, elevado ao mais alto patamar é a própria redenção do ser humano – é o afastamento definitivo da vida medíocre e vazia. A interação com a arte se dá necessariamente pelos sentidos, mas o efeito provocado não se restringe ao que empiricamente se verifica, uma vez que há diálogo com as experiências e habilidades cognitivas do indivíduo.
    7. 7. PRÉ-HISTÓRIA
    8. 8. Divisão da Pré-História: Paleolítico – PALEOLÍTICO INFERIOR • aproximadamente 5.000.000 a 25.000 a.C.; • primeiros hominídios; • caça e coleta; • controle do fogo; e • instrumentos de pedra e pedra lascada, madeira e ossos: facas, machados. – PALEOLÍTICO SUPERIOR • instrumentos de marfim, ossos, madeira e pedra: machado, arco e flecha, lançador de dardos, anzol e linha; e • desenvolvimento da pintura e da escultura. • Neolítico – NEOLÍTICO • aproximadamente 10.000 a 5.000 a.C. • instrumentos de pedra polida, enxada e tear; • início do cultivo dos campos; • artesanato: cerâmica e tecidos; • construção de pedra; e • primeiros arquitetos do mundo. – IDADE DOS METAIS • aproximadamente 5.000 a 3.500 a.C. • aparecimento de metalurgia; • aparecimento das cidades; • invenção da roda; • invenção da escrita; e • arado de bois.
    9. 9. Consideramos como arte pré-histórica todas as manifestações que se desenvolveram antes do surgimento das primeiras civilizações e portanto antes da escrita. No entanto isso pressupõe uma grande variedade de produção, por povos diferentes, em locais diferentes, mas com algumas características comuns. No entanto isso pressupõe uma grande variedade de produção, por povos diferentes, em locais diferentes, mas com algumas características comuns.
    10. 10. • As manifestações artísticas mais antigas foram encontradas na Europa, em especial na Espanha, sul da França e sul da Itália e datam de aproximadamente de 25.000 a.C., portanto no período paleolítico. • Na França encontramos o maior número de obras pré-históricas e até hoje em bom estado de conservação, como as cavernas de Altamira, Lascaux e Castilho.
    11. 11. Bison — Caverna de Altamira A caverna se localiza ao norte da Espanha. Foi descoberta por Marcelino Sanz de Sautuola (1831– 1888), quando explorava as cavernas com sua filha, Maria, que percebeu os desenhos de “bois” pintados na parede.
    12. 12. Pintura na Caverna de Lascaux, França Descoberta em 1940 por 4 jovens, as pinturas datam de, aproximadamente 17.800 anos atrás.
    13. 13. O homem pré histórico tinha como principal temática em seus trabalhos pictográficos a representação de animais e é se alimentando deles que garantia sua subsistência. A caça é antes de tudo um ritual, e sua importância é demonstrada pela enorme quantidade e variedade de expressões a ela referentes através das pinturas rupestres. A temática mais utilizada na pré-história eram os relacionados com a caça. Portanto a teoria mais plausível quanto ao objetivo destas pinturas, baseada em estudos de sociedades mais recentes de caçadores-coletores, é que as pinturas foram feitas por xamãs. O xamã é tido como um profundo conhecedor da natureza humana, tanto na parte física quanto psíquica. Assim eles se retiravam para as cavernas, onde entrariam em estado de transe e pintariam, então, imagens de suas visões, talvez com alguma intenção de extrair força das paredes da caverna para eles mesmos uma espécie de ritual mágico religioso a fim de assegurar uma caçada bem sucedida.
    14. 14. A pintura pré-histórica recebeu o nome de arte rupestre ou parietal pelo fato de ter se desenvolvido quase que exclusivamente em paredes de pedra, no interior de cavernas e grutas. PINTURA
    15. 15. A primeira característica da Arte é o pragmatismo, ou seja, a arte produzida possuía uma utilidade, material, cotidiana ou mágico-religiosa.
    16. 16. A princípio retratavam cenas envolvendo principalmente animais, homens e mulheres e caçadas, existindo ainda a pintura de símbolos, com significado ainda desconhecido. Essa fase inicial é marcada pela utilização principalmente do preto e do vermelho e é considerada portanto como naturalista.
    17. 17. ESCULTURA
    18. 18. A escultura da pré-história corresponde à chamada arte móvel e abrange tanto os objetos religiosos e artísticos quanto os utensílios. Os temas são animais e figuras humanas. Os gêneros desenvolvidos foram a estatueta e a gravação, tanto em pedras calcárias quanto em argila ou madeira queimada.
    19. 19. Escultura Conhecidas como “Venus esteotopígicas” denominação dada por parte do corpo cientifico que acredita que elas correspondiam a um ideal de beleza do homem pré- histórico. são estatuetas esculpidas em: ossos, madeira, pedra, marfim, metais, entre outros. Essas figuras femininas eram estilizadas, com formas acentuadas. Acredita-se que o artista talvez quisesse ressaltar as características da fertilidade feminina: por isso acentuava-lhes os volumes.
    20. 20. As figuras femininas foram mais numerosas, sem dúvida à sua clara relação com o culto à fecundidade e mostram uma desproporção deliberada entre os genitais e as demais partes do corpo. Essas estatuetas são conhecidas entre os especialistas como Vênus. Entre elas, as mais famosas são a Vênus de Lespugne, na França, e a Vênus de Willendorf, na Áustria.
    21. 21. Vênus de Willendorf Hoje também conhecida como Mulher de Willendorf, é uma estatueta com 11,1 cm de altura representando estilisticamente uma mulher. Descoberta no sítio arqueológico do paleolítico situado perto de Willendorf, na Áustria, em 1908, pelo arqueólogo Josef Szombathy. Está esculpida em calcário, material que não existe na região, e colorido com ocre vermelho. Calcula-se que tem entre 22000 à 24 000 anos.
    22. 22. Petroglifos Também conhecidos como gravuras rupestres são manifestações que consiste em deferir na superfície rochosa instrumentos mais duros como pontas de pedras e outros materiais preparados para gravar imagens. Quanto a temática são imagens geometrizadas e representações simbólicas, geralmente associadas, que registram fatos e mitos Petróglifo perto do rio Columbia, Petróglifos no Vale do Encanto, Washington, (EUA) (Chile)
    23. 23. FERRAMENTAS
    24. 24. Vênus de Willendorf Escultura do período Paleolítico Superior (~ 15.000 a.C.)
    25. 25. Vaso com alça. Estilo Late Kansu, China 1º milênio a.C.
    26. 26. Urna funerária. Kansu Yang- shao, China Cerca de 2.500 a.C
    27. 27. A Dama e o Corne Encontrada em Lausell, França
    28. 28. Máscara sorridente, um exemplo verdadeiramente incrível de Arte Pré-histórica esculpida sobre uma superfície triangular usando técnicas identificadas em trabalhos encontrados no norte da Venezuela e em certas ilhas do Caribe. Mascará - América
    29. 29. Moai – Ilha de Páscoa, Pacífico Ilha vulcânica pertence ao Chile, Rano Raraku. Recebeu o nome pois foi encontrada por uma expedição Européia em 1722 em um domingo de Páscoa. Os moai mediam em torno de 5 metros de altura e 15 toneladas. Algumas estátuas possuiam cerca de 10 metros de altura e chega a pesar 270 toneladas.
    30. 30. Arte da Antiguidade A termo arte antiga refere-se à arte desenvolvida pelas civilizações antigas após a descoberta da escrita e que se estende até à queda do império romano do ocidente, em 476 d.C., aquando das invasões bárbaras.
    31. 31. Motivação e objetivos • A arte do antigo Egito serve acima de tudo para objetivos políticos e religiosos. Para compreender a que nível se expressam estes objetivos é necessário ter em mente a figura do soberano absoluto, o faraó. Ele é o representante de deus na Terra e é este seu aspecto divino que vai guiar profundamente a manifestação artística. • Deste modo a arte representa, exalta e homenageia constantemente o faraó e as diversas divindades da mitologia egípcia, sendo aplicada principalmente a peças ou espaços relacionados com o culto dos mortos, isto porque a transição da vida à morte é vista, antecipada e preparada como um momento de passagem da vida terrena à vida após a morte, à vida eterna e suprema. • O faraó é imortal e todos seus familiares e altos representantes da sociedade têm o privilégio de poder também ter acesso à outra vida. Os túmulos são, por isto, os marcos mais representativos da arte egípcia. Ali eram depositados a múmia (corpo físico que acolhe posteriormente a alma, ka) e todos os bens físicos do quotidiano que lhe serão necessários à existência após a morte.
    32. 32. Tribunal de Ósiris Livro dos Mortos, papiro.
    33. 33. • CARACTERÍSTICAS • Religiosidade • Crença nos deuses • Vida após a morte – mais importante do que a terrena • Colossais obras de arte – render glórias e eternizar esses espíritos após a morte. • A estática de suas figuras, a regularidade geométrica e a profunda observação da natureza foram características de toda a arte egípcia.
    34. 34. A arte egípcia era monumental e de grande beleza e está ligada à religião, ou seja, ao culto dos deuses e dos mortos.
    35. 35. Os deuses As pessoas no Antigo Egito acreditavam na existência de seres superiores e eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. Esses normalmente possuíam características de animais e também uma junção entre características animais e humanas. Os faraós egípcios criam na idéia de que também eram deuses e que possuíam poderes mágicos havia inúmeros deuses cultuados no Egito. A - Horus, filho de Osíris, intimamente ligada deus do céu com o rei. B - Set inimigo, de Hórus e Osíris, deus das tempestades. C - Thoth, o deus da lua e deus da escrita, contagem e sabedoria. D - Khnum, o deus carneiro e seus homens que formas kas na roda Sua oleiro. E - Hathor, deusa do amor, nascimento e morte. F - Sobek, o deus crocodilo, Senhor do Faiyum. G - Rá, o deus do sol na histórica muitas formas.
    36. 36. Arquitetura A crença na imortalidade levou os egípcios a construírem imponentes túmulos: As Pirâmides
    37. 37. Túmulos Os primeiros foram escavados no solo e protegidos por uma construção de tijolos de terra seca :a mastaba. Esta elevava-se por cima da câmara funerária, decorada com cenas da vida do defunto, na qual ficava a urna do faraó ou de um grande senhor.
    38. 38. Pirâmides As pirâmides são construções destinadas aos mortos, e estão espalhadas por todo mundo, no Egito as primeiras pirâmides eram conhecidas como mastabas e tinham um formato em degraus, as pirâmides mais famosas do mundo são as de Gizé, Keóps e Miquerinos ambas localizadas na regigao conhecida hoje como Cairo. Gizé é a maior das três sua altura original era de 146,6 metros, mas atualmente é de 137,16 m pois falta parte do seu topo e o Revestimento .O nome pirâmides vem do grego pyra = fogo Midas = medida, simbolizando que a pirâmide deveria ter a forma de um raio solar.
    39. 39. O arquiteto Imotep , em 2650 a.C construiu uma pirâmide em pedra para o Faraó de Djoser. Era uma sobreposição de mastabas, ou pirâmide de degraus.
    40. 40. As pirâmides mais célebres ficam, no planalto de Guizé : Khufu (Quéops), a do seu filho Khafré (Quéfren) e a do seu neto Menkaur (Miquerinos). Junto desta pirâmide localiza-se a grande esfinge, talhada na rocha.
    41. 41. Pirâmides de Gizé, Egito Estas três majestosas pirâmides foram construídas como tumbas reais para os reis Kufu (ou Quéops), Quéfren, e Menkaure (ou Miquerinos) - pai, filho e neto. A maior delas, com 147 m de altura (49 andares), é chamada Grande Pirâmide, e foi construída cerca de 2.550 a.C. para Kufu, no auge do antigo reinado do Egito.
    42. 42. As pirâmides eram sempre construídas na margem esquerda do Nilo e geralmente perto deste para facilitar o transporte dos materiais. Os arquitetos, os sacerdotes, astrónomos e geómetras, delimitavam o local propício que os operários iriam aplanar.
    43. 43. A esfinge de Gizé fica neste complexo. É a maior de todas do Egito. Tem 73 metros de comprimento e 20 de altura. Foi talhada directamente na rocha, no reinado de Khafré. O seu rosto tem os traços do faraó, toucado com menés e simboliza a força e a potência. Guarda a entrada da sepultura do rei.
    44. 44. O processo de mumificação Mumificação é o nome do processo aprimorado pelos egípcios em que se retiram os principais órgãos, além do cérebro do cadáver, dificultando assim a sua decomposição. Geralmente, os corpos são colocados em sarcófagos e envoltos por faixas de algodão ou linho. Após o processo ser concluído são chamadas de múmias. Embalsamando o corpo Parte 1 Primeiro, o corpo era levado para um local conhecido como 'ibu' ou o 'lugar da purificação'. Lá os embalsamadores lavavam o corpo com essências aromáticas, e com água do Nilo. Uma haste comprida em forma de anzol era usada para fisgar o cérebro e puxá-lo através do nariz.
    45. 45. Parte 2 Embalsamado e removia os órgãos internos. Isso era importante porque essas partes do corpo são as primeiras a entrar em decomposição. O coração – reconhecido como o centro da inteligência e força da vida – era mantido no lugar mas o cérebro era retirado através do nariz e jogado fora. – No passado, os órgãos internos eram armazenados em jarras canópicas. Em seguida, o corpo era empacotado e coberto com natro, um tipo de sal, e largado para desidratar durante 40 dias. Após esse período era empacotado com linho ensopado de resina, natro e essências aromáticas e as cavidades do corpo eram tampadas. Finalmente, ele era coberto de resina e enfaixado, com os sacerdotes colocando amuletos entre as camadas. Todo o processo – acompanhado de orações e encantamentos – levava cerca de 70 dias mas preservava os corpos durante milhares de anos.
    46. 46. Parte 3 DADO CURIOSO ~ Egípcios comuns não eram mumificados, mas enterrados em sepulturas, onde as condições do deserto quente e seco mumificavam os corpos naturalmente. O corpo era empacotado e coberto com natro, um tipo de sal, e largado para desidratar durante 40 dias. Os órgãos remanescentes eram armazenados em jarras canópicas, para serem sepultados junto com a múmia. Parte 4 Após 40 dias o corpo era lavado com água do Nilo. Depois era coberto com óleos aromáticos para manter a pele elástica.
    47. 47. Parte 5 Os órgãos internos desidratados eram enrolados em linho e recolocados na múmia. O corpo também era recoberto com serragem e folhas secas. Parte 6 No passado, os órgãos internos retirados das múmias eram armazenados em jarras canópicas.
    48. 48. A múmia estava encerrada em vários sarcófagos, uns dentro dos outros. O último era de ouro maciço, pesando 110 quilos. O rosto de Tutankhamon estava coberto com uma lindíssima máscara de ouro, pasta de vidro e lápis-lazúli. Tutankamon
    49. 49. A escrita Hieróglifo é um termo que junta duas palavras gregas: ερός (ἱ hierós) "sagrado", e γλύφειν (glýphein) "escrita". Apenas os sacerdotes, membros da realeza, altos cargos, e escribas conheciam a arte de ler e escrever esses sinais "sagrados" Desvendando os Hieróglifos egípcios A expedição militar e científica que o imperador Napoleão realizou ao Egito trouxe consigo, entre outras inúmeras antiguidades, uma pedra encontrada em agosto de 1799 por soldados franceses que trabalhavam sob as ordens de um oficial chamado Bouchard. Na luta contra ingleses e turcos, eles estavam restaurando e preparando os alicerces para ampliação de um antigo forte medieval, posteriormente chamado de Forte de São Juliano, nas proximidades da cidade egípcia de Rachid (que significa Roseta, em árabe), localizada à beira do braço oeste do Nilo, perto de Alexandria, junto ao mar. Dois anos depois, pelo Tratado de Alexandria, o achado foi cedido aos ingleses e hoje se encontra no Museu Britânico de Londres.
    50. 50. ESCULTURA
    51. 51. Templo de Ramsés II em Abu Simbel
    52. 52. Abou Simbel, Templo de Ramsés.
    53. 53. Esculturas
    54. 54. Toda a escultura egípcia obedece à lei da frontalidade
    55. 55. O BAIXO RELEVO A arte egípcia emprega o baixo relevo normal no qual se escava o fundo à volta das figuras e o baixo relevo escavado. Os egípcios observaram que num país, onde a luminosidade é intensa os pormenores do baixo relevo normal sobressaíam mal.
    56. 56. • Ptolomeu entre duas deusas • Setoiu I e Hórus (baixo relevo escavado de Abydos)
    57. 57. PINTURA
    58. 58. Grande parte da pintura egípcia encontra-se nas paredes dos túmulos. Representam aspectos da vida quotidiana ou cenas religiosas Obedece a regras fixas: a cabeça , as pernas e os pés aparecem de perfil; o olho e o tronco de frente – é a lei da frontalidade.
    59. 59. Característica A Lei da Frontalidade funda- se no princípio de valorizar o aspecto que mais caracteriza cada elemento do corpo humano. Desenhado de perfil, o rosto é mostrado ao máximo. De frente, se resume a uma oval. No rosto de perfil, o olho é representado de frente, por ser este seu aspecto mais característico e revelador. O tórax também apresenta-se de frente, e as pernas e os pés, onde apenas se vê o dedo grande, são vistos de perfil.
    60. 60. AS ARTES DECORATIVAS
    61. 61. Nas artes decorativas destaca-se o trabalho de ourivesaria, como comprovam as inúmeras peças encontradas nos túmulos.
    62. 62. DIVERSÕES Música e dança
    63. 63. A ARTE GREGA
    64. 64. • Enquanto a arte egípcia é uma arte ligada ao espírito, a arte grega liga-se à razão. A arte grega é focada na busca do prazer pelo homem, ao contrário do que era praticado nas civilizações da Antiguidade Oriental, os gregos buscavam o Antropocentrismo, ou seja todas as respostas são buscadas no homem e não na fé. • São as principais características da arte grega: o racionalismo; a valorização do belo; do corpo humano e também de cenas da mitologia.
    65. 65. A arte grega atingiu o seu maior desenvolvimento no período entre os séculos V e IV a.C. – o chamado período clássico. As principais características da arte deste período são as seguintes: •Harmonia •Equilíbrio •Proporção
    66. 66. ARQUITETURA GREGA Estava muito ligada à vida religiosa: •Construíam-se teatros – em honra de Dionísio.
    67. 67. •Construíam-se estádios – em honra de vários deuses, como Zeus (no Santuário de Olímpia) e Apolo (no Santuário de Delfos). Estádio de Olímpia Estádio de Delfos
    68. 68. •Construíam-se templos – em honra dos vários deuses adorados pelos gregos. Parténon (dedicado a Atena) Templo de Zeus Olímpico
    69. 69. PARTES CONSTITUINTES DE UM TEMPLO Partes constituintes de um templo Na estrutura dos templos, podemos identificar vários elementos:
    70. 70. ORDENS OU ESTILOS Os gregos criaram três modelos de construção, aos quais chamaram ordens. A ordem dórica é a mais simples e mais antiga, caracterizando-se pelo capitel liso e pelo facto de a coluna não ter base. Templo de Agrigento
    71. 71. A ordem jônica é considerada a mais elegante. O seu capitel é formado por uma espécie de “caracóis”, a que se dá o nome de volutas. A coluna é mais fina e tem base. Templo de Atena Niké
    72. 72. A ordem coríntia é muito parecida com a ordem jónica. A diferença está no capitel, que aqui apresenta uma decoração a lembrar folhas de acanto (uma planta decorativa). Templo de Zeus Olímpico
    73. 73. DÓRICO JÔNICO CORÍNTIO Dórico Jônico Coríntio
    74. 74. Acrópolis de Atenas
    75. 75. Partenon
    76. 76. escultura É formada quer por estátuas, quer por relevos. Estátua do período arcaico Estátua do período clássico (Atena) Relevo do Parténon (luta contra os persas)
    77. 77. Praticamente todas as obras têm relação com a religião, mas em todas elas predomina a figura humana. Os principais temas são: a representação de deuses; representação de atletas; representação de cenas da mitologia… Estátua de Artemisa O discóbolo Relevo do Parténon (luta dos gregos contra as amazonas)
    78. 78. CARACTERÍSTICAS DA ESCULTURA: •Naturalismo ou representação fiel da Natureza e do corpo humano; •Ideia de movimento (quer do corpo, quer das roupas); •Perfeição na representação do corpo humano; •Serenidade, pois as figuras não revelam qualquer sentimento na sua expressão; •Harmonia, pois existe proporção entre as várias partes do corpo. Doríforo (proporções do corpo humano)
    79. 79. ESCULTURA A estatuária grega representa os mais altos padrões já atingidos pelo homem. Na escultura, o antropomorfismo - esculturas de formas humanas - foi insuperável. As estátuas adquiriram, além do equilíbrio e perfeição das formas, o movimento. No Período Arcaico os gregos começaram a esculpir, em mármores, grandes figuras de homens. Primeiramente aparecem esculturas simétricas, em rigorosa posição frontal, com o peso do corpo igualmente distribuído sobre as duas pernas. Esse tipo de estátua é chamado Kouros (palavra grega: homem jovem).
    80. 80. No Período Clássico passou-se a procurar movimento nas estátuas, para isto, se começou a usar o bronze que era mais resistente do que o mármore, podendo fixar o movimento sem se quebrar. Surge o nu feminino, pois no período arcaico, as figuras de mulher eram esculpidas sempre vestidas. Imagem - kritios
    81. 81. Período Helenístico podemos observar o crescente naturalismo: os seres humanos não eram representados apenas de acordo com a idade e a personalidade, mas também segundo as emoções e o estado de espírito de um momento. O grande desafio e a grande conquista da escultura do período helenístico foi a representação não de uma figura apenas, mas de grupos de figuras que mantivessem a sugestão de mobilidade e fossem bonitos de todos os ângulos que pudessem ser observados. Imagem - Lacoonte e os filhos
    82. 82. pintura Sabe-se que os gregos pintavam as fachadas dos seus templos de cores alegres e garridas. É provável também que fizessem pinturas nas paredes das suas casas como aconteceu nos tempos mais antigos da civilização grega, na ilha de Creta (Palácio de Cnossos). Pintura numa parede do Palácio de CnossosReconstituição do Parténon
    83. 83. Mas os únicos casos do período clássico (séc. V a.C.) que chegaram aos nossos dias foram os vasos de cerâmica. Aqui destacam-se vários períodos diferentes: •Numa fase mais antiga, decoravam as peças de cerâmica com motivos geométricos.
    84. 84. Nos sécs. V e IV a.C., os gregos pintavam já figuras humanas perfeitas nas suas peças de cerâmica. Essas figuras podiam ser: •A negro sobre o fundo vermelho do barro; •A vermelho sobre um fundo preto.
    85. 85. Temas da pintura grega: •Cenas da mitologia Cerâmica de figuras vermelhas (Aquiles e Pátroclo – cena da guerra de Tróia - Ilíada) Cerâmica de figuras vermelhas (Hades e Cerbero)
    86. 86. •Cenas da vida quotidiana. Cerâmica de figuras vermelhas (duas jovens ouvem um tocador de cítara) Cerâmica de figuras negras (mulheres a tecer no gineceu)
    87. 87. •Cenas relacionadas com os Jogos Olímpicos ou outras competições desportivas. Cerâmica de figuras negras (corrida de carros) Cerâmica de figuras negras (discóbolo) Cerâmica de figuras negras (corridas pedestres)
    88. 88. Representação de um banquete pintado em um vaso
    89. 89. ARTE EM ROMA
    90. 90. A formação cultural dos romanos foi influenciada principalmente por gregos e etruscos, que ocuparam diferentes regiões da península itálica entre os séculos XII e VI a.C. e contribuíram para que Roma se tornasse o centro de um vasto império. Pantheon (interior) Pantheon (vista aérea)
    91. 91. Um dos legados culturais mais importantes deixados pelos etruscos aos romanos foi o uso do arco e da abóboda nas construções. Arco de Constantino 312-315 d.C. Roma Abóboda: Cobertura arqueada, côncava internamente, em geral construídas com pedras ou tijolos apoiados uns nos outros de modo a suportar o próprio peso e os pesos externos.
    92. 92. O Arco foi uma conquista que permitiu ampliar o vão entre uma coluna e outra. O Aqueduto de Le Pont du Gard, na França. É uma das mais representativas obras da construção civil romana
    93. 93. Os romanos costumavam construir seus templos num plano mais elevado, de modo que a entrada só era alcançada por uma escadaria, construída diante da fachada principal. Templo de Fortuna Virilis em Roma 100a.C Templo de Antoninus & Faustina
    94. 94. Graças ao uso de arcos e abóbadas, herdados dos etruscos, os romanos construíram edifícios sobretudo anfiteatros. COLISEU
    95. 95. Anfiteatro: Coliseu
    96. 96. Exterior do Teatro Marcelus Anfiteatro significa teatro com acento dos dois lados do palco. Na Roma antiga, era o espaço oval ou circular destinado a espetáculos públicos, combates de feras, jogos ou representações teatrais.
    97. 97. OS GLADIADORES
    98. 98. Os gladiadores eram lutadores que participavam de torneios de luta na Roma Antiga. De origem escrava, estes homens eram treinados para estes combates, que serviam de entretenimento para os habitantes de Roma e das províncias.
    99. 99. Um homem podia se tornar um gladiador de tres maneiras:  Por ser condenado a morte ou trabalhos forçados.  Por ser um escravo castigado por seu dono.  Por ser um homem livre que renunciava a seus direitos de cidadão, por carecer de recursos econômicos.
    100. 100. Termas • Constituídas de ginásio, piscina, pórticos e jardins, as termas eram o centro social de Roma. As mais famosas são as termas de Caracala que, além de casas de banho, eram centro de reuniões sociais e esportes.
    101. 101. Termas • Termas romanas em Bath (palavra inglesa para banhos), Inglaterra. E ruínas de Termas na cidade de Roma.
    102. 102. Pintura A maior parte das pinturas romanas que conhecemos hoje provém das cidades de Pompéia e Herculano, que foram soterradas pela erupção do Vesúvio em 79 a.C. Pompéia
    103. 103. Pompéia
    104. 104. Pompéia
    105. 105. Pompéia
    106. 106. Mosaicos Romanos
    107. 107. Mosaicos Romanos
    108. 108. Mosaicos Romanos
    109. 109. Tanto na pintura como no mosaico, os artistas romanos, ora de maneira rústica mas alegre, ora de maneira segura e brilhante, souberam misturar realismo com imaginação, e suas obras souberam ocupar grandes espaços nas construções, complementando ricamente na arquitetura.
    110. 110. ESCULTURA • Os romanos eram grandes admiradores da arte grega, mas por temperamento, eram muito diferentes dos gregos. Por serem realistas e práticos, suas esculturas são uma representação fiel das pessoas e não a de um ideal de beleza humana, como fizeram os gregos. • Retratavam os imperadores e os homens da sociedade. Mais realista que idealista, a estatuária romana teve seu maior êxito nos retratos.
    111. 111. Esculturas Copias Romanas de esculturas gregas.
    112. 112. Grego Romano
    113. 113. Estatua de Trajano, Imperador Romano 98 a 117 d.C Esculturas
    114. 114. Marco Aurélio – Imperador 170 d.C – Bronze
    115. 115. Esculturas - Bustos
    116. 116. Esculturas - Bustos
    117. 117. Esculturas –Relevo Narrativo Representam de forma realística,em perfeitos detalhes, relatos de acontecimentos. Tinham preocupação em dar ilusão espacial.
    118. 118. ARTE CRISTÃ PRIMITIVA
    119. 119. CRISTIANISMO PRIMITIVO Por arte cristã primitiva, ou arte paleocristã, deve-se entender, muito mais que um “estilo”, um período histórico, que abrange os primeiros cinco séculos do surgimento do cristianismo, em que observamos todas as formas de arte nele produzidas pelos primeiros cristãos para o seu próprio povo.
    120. 120.  Quando o cristianismo é perseguido no Império Romano, os cristãos se refugiam nas catacumbas(túmulos subterrâneos) para a realização de seus cultos.Servindo a fé, Criam uma arte própria,feita sobretudo, de símbolos.
    121. 121. NERO: proíbe o cristianismo e por sua vez, persegue os cristãos, que manifestavam a sua fé em locais mais afastados. CATACUMBAS: galerias subterrâneas, onde eram enterrados os mortos e onde os cristãos puderam manifestar a sua fé, desenhando símbolos referentes a vida de Cristo. Catacumbas de São Calisto.
    122. 122. Catacumbas cristãs, Roma A arquitetura paleocristã foi simples e caracterizada pela simbologia das passagens da Bíblia. Destacamos numa primeira fase catacumbas e cemitérios subterrâneos em Roma para celebração de cultos cristãos.
    123. 123. A pintura paleo-cristã é bastante escassa e totalmente simbólica. Restaram alguns afrescos, encontrados nos muros das catacumbas; seus temas eram sempre baseados no Cristianismo, podiam representar orações, figuras humanas e de animais, símbolos cristãos e passagens dos Evangelhos e cenas típicas da vida religiosa da época.
    124. 124. ARTE CRISTÃ PRIMITIVA Cristo e os apóstolos. Catacumba de Santa Domitilla. O Orante. Catacumba de Priscila.
    125. 125. • A cruz ‑ símbolo do sacrifício de Cristo; • A palma ‑ símbolo do martírio; Inicialmente as pinturas representavam os símbolos cristãos
    126. 126. • A âncora símbolo da‑ salvação; • O peixe ‑ símbolo preferido dos cristãos, pois as letras da palavra peixe em grego (ichtys) coincidem com a letra inicial de cada uma das palvras da expressão “Iesous Christos, Theou Yios, Soter”, que significa: “Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador”.
    127. 127. Mais tarde, as pinturas evoluíram e passaram a representar cenas do antigo e novo testamento. O Bom Pastor. Catacumba de Santa Priscila.
    128. 128. ARTE CRISTÃ PRIMITIVA • Em 313, Constantino permite o Cristianismo. • Em 391, Teodósio o oficializa, tornando-o a religião oficial do Império.
    129. 129. IMAGENS
    130. 130. A Virgem e o Menino entre São Teodoro e São Jorge
    131. 131. Catacumba de Comodilla
    132. 132. Catacumba de São Marcellino e Peter
    133. 133. O Bom Pastor, centro do Teto do “Velatio” Cubículo – Catacumba de Priscila
    134. 134. Arte Gótica Prof. Bidu
    135. 135. ARTE GÓTICA Catedral de Notre-Dame. Paris .1163 No século XII, entre os anos 1150 e 1500, A vida no campo da lugar a cidade, com o aparecimento da burguesia tem-se início uma economia fundamentada no comércio. A arquitetura predominante ainda é a românica, mas em meados do século XII mas já começaram a aparecer as primeiras mudanças que irá conduzir a uma mudança profunda na arquitetura.
    136. 136. A arte gótica, estilo artístico desenvolvido na Europa Ocidental, está diretamente ligada ao contexto histórico da época de sua criação. No fim da Idade Média, o velho continente se deparou com o renascimento comercial, a decadência do feudalismo, o êxodo rural e, juntamente com tudo isso, uma série de mudanças de caráter ideológico, filosófico e religioso.
    137. 137. • A arquitetura, em comunhão com a religião, vai formar o eixo de maior relevo deste movimento e vai cunhar profundamente todo o desenvolvimento estético.
    138. 138. Características Arquitetura  Na arquitetura: Vários portais nas construções, ao invés de apenas um como na arte romântica; o uso da abóbada de nervuras; o uso do arco ogival e os pilares de apoio, que faziam com que as paredes pudessem ser mais finas; e o surgimento dos vitrais coloridos, filtrando a luz externa
    139. 139.  Características gerais  Verticalismo dos edifícios;  Paredes mais leves e finas;  Contrafortes em menor número;  Janelas predominantes;  Torres ornadas por rosáceas;  Utilização do arco de volta quebrada;  Consolidação dos arcos feita por abóbadas de arcos cruzados ou de ogivas;  Nas torres os telhados são em forma de pirâmide.
    140. 140. ABOBADA  A abóbada é uma cobertura côncava. Caracteriza-se por um tecto arqueado, usualmente constituído por pedras aparelhadas, tijolos ou betão. É um elemento pesado e que gera vários impulsos, em diversas direcções, que devem ser equilibrados ou apoiados. Assim, enquanto que as forças verticais se distribuem pelas paredes ou pelos arcos e pilares, os impulsos horizontais são contidos através do uso de contrafortes ou arcobotantes.
    141. 141. ARCOBOTANTE  O arcobotante (ou botaréu) é uma construção em forma de meio arco, erguida na parte exterior dos edifícios românicos e góticos para apoiar as paredes e repartir o peso das paredes e colunas só assim se conseguiu aumentar as alturas das edificações dando forma (beleza), função (estrutura) com a técnica da época.
    142. 142. VITRAL  O vitral originou-se no Oriente por volta do século X, tendo florescido na Europa durante a Idade Média. Amplamente utilizados na ornamentação de igrejas e catedrais, o efeito da luz solar que por eles penetrava, conferia uma maior imponência e espiritualidade ao ambiente, efeito reforçado pelas imagens retratadas, em sua maioria cenas religiosas.
    143. 143.  Os vitrais são elementos arquitectónicos constituídos por pedaços de vidro, geralmente coloridos, combinados para formar desenhos.
    144. 144. ROSÁCEA A rosácea é um elemento arquitectónico ornamental usado no seu auge em catedrais durante o período gótico. Dentro do eixo condutor deste período artístico, a rosácea transmite, através da luz e da cor, o contato com a espiritualidade e a ascensão ao sagrado
    145. 145. Igreja do Colagiado de São Pedro em Westmisnter
    146. 146. Convento de Santa Maria da Vitória - Mosteiro da Batalha PORTUGAL
    147. 147. Catedral de Notre-Dame de Paris
    148. 148. Catedral de Chartres - FRANÇA
    149. 149. Iluminura da Bíblia Morgan, c. 1240, Expulsão dos Israelitas de Ai.
    150. 150. ARTE NEOGOTICA NO BRASIL  Edificações góticas autênticas não existem no Brasil, mas o revivalismo neogótico popularizou-se a partir do reinado de D. Pedro II. Uma das igrejas neogóticas brasileiras mais antigas é a Catedral de Petrópolis, começada em 1884 mas só concluída em 1925, que abriga os túmulos do Imperador e sua família. Outro exemplo precoce é a Igreja do Santuário do Caraça, em Minas Gerais, reconstruída em estilo neogótico entre 1860 e 1885. No Rio de Janeiro, o pitoresco Palácio da Ilha Fiscal foi construído entre 1881 e 1889 sobre uma ilha na Baía da Guanabara.  A Catedral da Sé de São Paulo (1913-1954), a Catedral de Santos (1909-1967), a Catedral de Belo Horizonte (começada em 1913) e a Catedral Metropolitana de Fortaleza (1938-1978)são exemplos de edifícios neogóticos tardios. O neomanuelino (variante portuguesa do neogótico) está representado no Brasil em edifícios como o Real Gabinete Português de Leitura (1880- 1887), no Rio de Janeiro, e o Centro Português de Santos (1898- 1901).
    151. 151. Catedral de São Pedro de Alcântara - Petrópolis
    152. 152. Catedral Metropolitana de São Paulo ou Catedral da Sé
    153. 153. Catedral de Santos
    154. 154. Catedral Metropolitana de Fortaleza
    155. 155. Catedral da Nossa Senhora da Boa Viagem Local: Belo Horizonte, MG
    156. 156. IGREJA DO BOM DESPACHO – CUIABÁ

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