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PARASHÁ HASHAVÚA – “matot”Moshé transmitiu aos chefes das Tribos, as ordens do Eterno. Se um homem fizer uma promessa ao T...
Por sua vez, uma parte foi separada para os Cohanim e outra para os Leviim. Os guerreiros queregressavam, agradecidos por ...
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MIDRASHIMAnulação de promessasA última parashá terminou com as leis das sacrifícios de Yom Tov, e esta começa com as leis ...
ValidadeAntes da idade de bar ou bat-mitsvá, não é preciso ir ao Bet Din se alguém fez uma promessa descuidada daqual se a...
David cumpriu sua promessa. Quando visitou o profeta Shemuel, estudou com ele os versículos que falam dalocalização do Bet...
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O fim de Bil’amAntes que qualquer soldado judeu pudesse pegá-lo, Bil’am ergueu os braços. Com seus poderes de tum’á,transp...
Repreendeu os generais: "Como puderam deixar estas mulheres vivas? Elas incitaram os judeus a pecar eprovocaram uma peste ...
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Gad e Reuven abriram mão de viver em um país de kedushá (Santidade). O lado leste do Jordão não possui omesmo nível de san...
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Periodico Semana Halapid Edição 68

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Periodico Semanal HaLapid Ed. 68 Ano I
Ia'aqob Tsur
Perashah Matot

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Periodico Semana Halapid Edição 68

  1. 1. BRASIL -BR – TAMUZ DE 5771 (Julho de 2011) ANO II – 68ª Edição “ Tudo se ilumina para aquele que busca a luz” (Ben Rosh) HA–LAPID BRASIL IDEALIZADOR: Elias José Lourenço EDITOR:Tiago da Rocha Sales (Ia’aqob Tsur) COLABORADOR: Rodolfo Luz Penteado (Yeshaiahu Zeev HaOr)COMUNICADO:O presente periódico visa dar continuidade à missão iniciada pelo Capitão Barros Bastos Z”L, que com afinco criou o “Ha -Lapid” de Porto –Pt.
  2. 2. PARASHÁ HASHAVÚA – “matot”Moshé transmitiu aos chefes das Tribos, as ordens do Eterno. Se um homem fizer uma promessa ao TodoPoderoso, ou se se comprometera com um juramento, não poderá profanar a sua palavra. Todo aquele que seexpressou ou jurou, deverá cumprir. Entretanto, esta regra geral era restrita nos casos de uma promessa feitapor uma mulher sob a jurisdição do pai do esposo. Assim, uma mulher jovem e solteira que vivia na casa dopai ou uma mulher que estava a ponto de casar-se ou que já o tinha realizado, não estava obrigada a cumprira sua promessa se o pai ou o esposo (segundo o caso), não aprovasse. Esta reprovação devia ser expressa nomesmo dia em que se tinha conhecido a promessa ou de outro modo acartaria com a culpa pelo seucumprimento. As promessas de uma viúva ou divorciada criavam também uma obrigação.A parashá continua a relatar o ataque aos midianitas que foi levado a cabo por doze mil guerreros israelitas,mil de cada tribo. Foram acompanhados por Pinchas, que levou consigo as vasilhas sagradas e as trombetaspara chamar para a batalha. Durante a guerra foi morto o midianita varão, incluso os cinco reis de Midian eBilam Ben Beor. Os vencedores tomaram as mulheres, os meninos, o gado e outros haveres dos midianistascomo despojo. Mas entretanto, Moshé admoestou-nos por haver deixado com vida as mulheres que causarama praga sobre os Filhos de Israel.Os soldados, impurificaram-se pelo seu contato com os mortos e receberam ordens para permanecerem forado acampamento durante sete dias a fim de submeter-se à cerimónia de purificação. Todas as suas vestes eutensílios foram limpos de acordo com as regras estabelecidas por Elazar, o Cohén Gadol. Os objectoscapturados foram assim repartidos em partes iguais entre aqueles que participaram na guerra, por um lado eo resto por outro.
  3. 3. Por sua vez, uma parte foi separada para os Cohanim e outra para os Leviim. Os guerreiros queregressavam, agradecidos por não terem caído na batalha, fizeram uma oferta voluntária ao Mishkán,constituída por elementos de ouro.A Torá também menciona que as tribos de Reuvén e Gad possuíam grandes rebanhos de gado e pediamautorização a Moshé para se estabelecerem na terra de Guilad, a Este do rio Jordão. A princípio Moshénão aceitou este plano. Ele temia que se estas tribos ficassem atrás durante a conquista de Canaã, as outrastribos poderiam desanimar. Entretanto, quando os reuvenitas e gatitas explicaram que tinham a intençãode cruzar o rio Jordão e lutar com a restante Congregação enquanto que as suas famílias permaneceriamem Guilad. Moshé mudou de opinião e indicou a Yehoshua que se certificasse de que essa promessa foracumprida. De outro modo, estas tribos perderiam o direito a toda a reclamação sobre o seu assentamentoem Guilad.MENSAGEM DA PARASHÁDuas porções atrás, ao final da Parashá Balac, uma praga terrível e destruidora assolou os filhos de Israel,devido aos pecados instigados por nossos inimigos, os Moavitas e Medianitas.Na mesma porção, toda nossa existência foi também perigosamente ameaçada por um hábil e poderosofeiticeiro não-judeu, Bilam, que foi contratado pelas forças conjuntas de Median e Moav para amaldiçoar opovo judeu, esperando torná-lo uma vítima indefesa para seus selvagens inimigos. Mesmo assim, na porçãodesta semana, quando Dus decide que chegou a hora de vingar a honra de Israel e destruir seus inimigos,Ele ordena a Moshê que destrua apenas os medianitas, permitindo que os moavitas escapem ilesos.Por que os medianitas foram escolhidos para a destruição, enquanto que os moavitas, que lideraram aextrema intrusão, foram poupados?Para responder esta questão, Rashi explica que os moavitas agiram puramente por razões de auto-defesacontra um inimigo avultado e potente em suas fronteiras, enquanto que os medianitas haviam se engajadoem uma disputa que não lhes dizia respeito, pois não foram ameaçados pelos judeus por viverem longe darota para a Terra de Israel. Foi pela ação de ódio infundado dos medianitas que Dus quis vingança.
  4. 4. Rashi explica que tal ódio e envolvimento nas disputas de outro povo é especialmente perigosaespiritualmente porque mesmo quando as partes chegam a um acordo, o ódio daquele que está de fora dadisputa conservará seu vigor pois, afinal, não era baseado em coisa alguma.Esta mensagem é especialmente fundamental para nossa geração, para quem ódio infundado é um de nossosmaiores erros e desafios. O Talmud (Tratado Yoma 9b) exorta-nos que no caso do insuportável pecado deódio fútil e infundado para com um irmão judeu, a esposa e o filho de quem odeia morrerá, Dus não opermita. Rashi explica que esta punição é midá kneged midá, pois assim como a pessoa falhou em amar opróximo, aqueles que ama serão tirados de seu convívio. Portanto, devemos enxergar este pecado de ódioinjustificado como um assassino impiedoso, e combatê-lo com fervor.Rabi Yechiel Weinberg relata uma conversa que teve com o Alter de Slabodka. Certo dia, o Alter estavafalando sobre as "Três Semanas", o período de luto pela destruição dos Templos. Resumindo, ele explicouque a razão para a instituição deste período de luto foi despertar-nos de nossa rotina de pecado e incitar-nosao arrependimento, para que possamos nos tornar merecedores da reconstrução do Templo. A destruição doPrimeiro Templo foi devida ao envolvimento do povo judeu em assassinato, idolatria e relacionamentosimorais, e mesmo assim o exílio durou apenas setenta anos. O Segundo Templo, por outro lado, apesar doenvolvimento dos judeus na Torá e boas ações, foi arrasado principalmente por causa do pecado ameaçadordo ódio infundado, e infelizmente ainda não merecemos vê-lo reconstruído."Fique atento," ordena o Alter, "esta influência sinistra ainda espreita entre nós, e infelizmente não temos onível de boas ações e Torá que envolveu nossos antepassados." " Honestamente,"pergunta ele, "quantos de nós, ao ver um colega elevado a uma posição de honra que acreditamos ser nossapor merecimento, não fervemos face a tão horrível insulto, e imaginamos porque nossos amigos nãocorreram a defender nossa honra? E mesmo assim, quantos de nós simplesmente passam pelos impulsos eleis deste período sem agir sobre sua mensagem essencial – erradicar o ódio injustificado de nosso coração?"Devemos instilar esta mensagem dentro de nós, arrepender-nos de nossos pecados cometidos, e aprendermosa praticar o amor injustificado.Quando conseguirmos isso, e com a ajuda de Dus, o Templo será reconstruído.Que seja brevemente em nossos dias. (www.chabad.org.br)SHABAT SHALOM!!
  5. 5. MIDRASHIMAnulação de promessasA última parashá terminou com as leis das sacrifícios de Yom Tov, e esta começa com as leis sobre promessas.A justaposição ensina que quem promete oferecer um sacrifício está obrigado a cumprir sua promessa noYom Tov vindouro, quando visitar o Bet Hamicdash. Às vezes achamos que as palavras que dizemos não sãoimportantes. Afinal, não podemos vê-las ou tocá-las, por isso parecem que não deixam marcas.A Torá nos ensina o contrário. Palavras são importantes, e um judeu deve sempre ser cuidadoso com aspalavras que usa. Deveria ser especialmente cauteloso sobre fazer promessas, porque será responsável porcumpri-la. A pessoa jamais deve fazer um juramento descuidadamente. Aquele que os faz sem a devidaatenção e mais tarde falha em cumpri-los, é comparado ao indivíduo que pega uma espada para golpear a simesmo; está propenso a ferir-se.É uma boa idéia, quando dizemos que cumpriremos uma mitsvá, adicionar as palavras: "bli neder – não éuma promessa." Se alguém declara: "Amanhã pretendo visitar meu amigo doente," ou, "Darei R$ 100,00para tsedacá," deveria completar: "bli neder" para evitar que torne-se uma promessa.Se alguém faz um juramento ou promessa e então percepe que será muito difícil cumpri-los, pode dirigir-se aum talmid chacham, perito em halachá (Lei Judaica), ou a três leigos. Eles poderão absolvê-lo, com base emsua declaração que quando fez a promessa, não estava plenamente consciente de todas suas implicações. Setivesse percebido todas as dificuldades de mantê-la, não teria agido desta forma. Por isso, a promessa foi umerro de sua parte. Explica os detalhes de sua promessa ao juiz (ou juízes) que então determina se ascircunstâncias permitem que seja absolvido. Se o juiz encontra um pormenor que o incomode do qual apessoa não tenha se apercebido quando fez a promessa, pode absolvê-la."Teria feito esta promessa se soubesse que mais tarde se arrependeria?" pergunta-lhe o juiz."Não," responde a pessoa que fez a promessa."Mutar lecha - você está livre dela", declara o juiz.Isto se chama em hebraico "Hatarat Nedarim", anulação das promessas.
  6. 6. ValidadeAntes da idade de bar ou bat-mitsvá, não é preciso ir ao Bet Din se alguém fez uma promessa descuidada daqual se arrepende. Estas promessas não têm validade.Mesmo assim, é uma boa idéia treinar a criança a não fazer promessas.Quando podem ser feitasHá algumas situações em que nossos sábios recomendam que se faça promessas. Por exemplo, se uma pessoaencontra-s em extremo perigo ou desgosto, D’us não o permita, pode prometer dar tsedacá ou cumpriralguma mitsvá na esperança de que D’us a salve.Exemplos de pessoas renomadas que fizeram promessas e seus motivos:Chana – Na época posterior aos juízes, havia uma mulher justa chamada Chana. Não tinha filhos. Sempre queseu marido viajava ao Mishcan em Yerushalayim, ela o acompanhava. Lá, rezava a D’us, implorando-Lhe quelhe desse filhos.Quando Chana completou dez anos que estava casada, fez uma promessa a D’us: "Se Tu me deres um filho,não o guardarei para mim mesma, mas ele Te servirá por toda a vida."Chana teve um menino, a quem chamou de Shemuel. Ela manteve a promessa. Levou Shemuel ao CohenGadol no Mishcan, quando ele estava com dois anos de idade e havia acabado de amamentá-lo."Eis aqui o filho pelo qual rezei a D’us," disse. "Deixe-o ficar aqui e servi-lo."Desde então, Chana via seu filho apenas uma vez ao ano quando ia ao Mishcan em Yerushalayim. O meninocresceu e tornou-se o famoso profeta Shemuel, líder de Benê Yisrael.O Rei David – David não tinha desejo maior que o de construir o Bet Hamicdash para D’us. Fez umapromessa: "Não dormirei mais que o absolutamente necessário até que encontre o lugar apropriado paraconstruir a Casa de D’us."
  7. 7. David cumpriu sua promessa. Quando visitou o profeta Shemuel, estudou com ele os versículos que falam dalocalização do Bet Hamicdash. Após passar muito tempo estudando, o Rei David concluiu que D’us queriaque o Bet Hamicdash fosse construído numa colina na cidade de Jerusalém.David Hamelech manteve sua promessa. Tinha esperança de que lhe seria permitido construir o BetHamicdash. Mas primeiro tinha que livrar a nação judaica dos inimigos ao seu redor. Passou muitos anosenvolvido nestas guerras, até que finalmente a paz chegou para os judeus."Agora," pensou David, "está na hora de construir o Bet Hamicdash! Como posso viver em um lindopalácio, enquanto a Shechiná de D’us mora numa tenda?"A arca de D’us ainda estava no Mishcan, uma tenda, assim como havia estado quando Benê Yisraelcaminhava pelo deserto.Naquela noite, D’us enviou um profeta para contar ao Rei David: "D’us não quer que você construa o BetHamicdash. Seu filho Salomão o construirá. Você não é a pessoa certa para construir o Bet Hamicdash,porque derramou tanto sangue durante as guerras que travou com seus inimigos."Isto deixou David preocupado."D’us," pediu ele, "sou culpado por ter lutado em tantas guerras?""Não tema, David," D’us assegurou-lhe. "Você derramou sangue apenas em nome dos céus. A Meus olhos,suas batalhas valem tanto como se você tivesse feito oferendas no altar.""Então, por que não tenho permissão para construir o Bet Hamicdash?" perguntou David.D’us replicou: "Um Bet Hamicdash construído por você seria tão sagrado que Eu jamais poderia destruí-lo.""Ótimo," disse David. "Deixe que permaneça para sempre.“D’us explicou: "Sei que no futuro os judeus cometerão pecados. Ou Eu os destruirei, ou destruirei o BetHamicdash, deixando-os sobreviver. Se você construir o Bet Hamicdash, jamais poderei destruí-lo. Terei queaniquilar os judeus em vez disso."O Rei David então entendeu que não poderia realizar seu sonho de construir uma Morada para D’us. Assimmesmo, devotou o resto da vida a conseguir ouro, prata e os outros materiais necessários para a construçãodo Bet Hamicdash. Seus esforços foram tão grandes que D’us considerou como se ele tivesse de fato oconstruído!
  8. 8. Outra maneira de cancelar uma promessaAprendemos há pouco que somente um talmid chacham ou Bet Din podem cancelar a promessa de alguém seencontrarem para isso uma razão válida.A Torá nos ensina uma outra maneira de cancelar uma promessa: Se um pai escutar a filha de doze anos, oudoze anos e meio, fazer uma promessa que ele não aprove, pode dizer: "Sua promessa é inválida." Istocancela a promessa.Um pai pode anular a promessa da filha apenas até o pôr-do-sol do dia em que ele a ouve. Se esperar alémdisso, será tarde demais.Um marido também pode cancelar algumas das promessas de sua esposa. Ele deve também fazê-lo no mesmodia em que a escutou. Se esperar até depois do pôr-do-sol, ela é obrigada cumprir a promessa.A guerraMoshê ordenou a Pinechas: "Quando for para a guerra, leve a arca onde estão colocados os luchot quebrados.[Benê Yisrael possuiam duas arcas: uma continha as tábuas e permanecia no Mishcan. A segunda guardava astábuas quebradas e era levada para as guerras]. Pegue também o tsits, a faixa sagrada do cohen gadol."Quando o exército dos judeus aproximou-se de Midyan, os soldados viram um mensageiro se aproximandodeles. Era ninguém menos que Bil’am, o mágico.O malvado soubera que seu conselho perverso tinha causado uma peste entre o povo de Israel. Estava indo aMidyan para exigir de Balac que o pagasse, por ter ocasionado a morte de 24.000 judeus.Quando Bil’am ouviu que Benê Yisrael estava avançando para Midyan, correu em sua direção paradesencorajá-los de atacar. "Acreditam realmente que seu pequeno exército de 12.000 soldados tem algumachance de derrotar o forte exército midianita?" zombou ele. "Nem tentem, pois serão todos mortos!“Os soldados judeus continuaram marchando, indiferentes à zombaria de Bil’am.Pinchas e os generais deram o sinal de atacar. Bil’am percebeu que estava em perigo.
  9. 9. O fim de Bil’amAntes que qualquer soldado judeu pudesse pegá-lo, Bil’am ergueu os braços. Com seus poderes de tum’á,transportou-se pelo ar, alto demais para que uma flecha pudesse atingi-lo.Quando percebeu que os cinco príncipes midianitas também estavam em perigo, rapidamente ensinou-os avoar através de magia. Todos levantaram vôo.Pinechas viu como Bil’am voava mais e mais alto. Gritou para os soldados: "Algum de vocês pode voaratrás dele e apanhá-lo?"Um homem da tribo de Dan, Tzelaya, elevou-se voando, e apanhou Bil’am.Tão logo Bil’am percebeu que estava sendo perseguido, mudou de direção. Acelerou para cima como umaflecha, desaparecendo da vista. Tzelaya ficou desapontado, pois era incapaz de segui-lo.Agora o próprio Pinechas resolveu agir. Localizou Bil’am e seguiu-o. Pinechas virou o tsits na direção deBil’am. Isto fez com que Bil’am caísse; a santidade do tsits era maior que os poderes mágicos de Bil’am.Pinchas prendeu Bil’am e levou-o a Moshê no Bet Din. Foi condenado à morte.O corpo de Bil’am não foi enterrado. Apodreceu e transformou-se em serpentes venenosas. D’us o puniumesmo após a morte, por suas más ações.Pinechas também trouxe para baixo os cinco príncipes de Midyan, levantando o tsits em sua direção. Forammortos por soldados judeus. Os judeus mataram os homens midianitas e fizeram prisioneiras as mulheres ecrianças.Nem um único judeu pereceu na guerra. Era verdadeiramente um milagre, pois o inimigo era maisnumeroso e muito mais forte. D’us tinha protegido cada soldado judeu, porque cada um deles era um tsadic.O retorno do exército e as leis de kehilimOs soldados judeus voltaram com uma grande quantidade de despojos – ouro, prata, recipientes, roupas eanimais. Levaram as mulheres e crianças medianitas ao acampamento judaico, como prisioneiros. Moshê,que se aproximara com Elazar para encontrar o exército, viu os prisioneiros e ficou irado.
  10. 10. Repreendeu os generais: "Como puderam deixar estas mulheres vivas? Elas incitaram os judeus a pecar eprovocaram uma peste que matou 24.000 judeus!"Moshê ordenou que as mulheres midianitas fossem assassinadas.Os soldados que voltavam da batalha haviam tocado nos corpos dos mortos. Por isso, estavam impuros.Receberam a ordem: "Não entrem no pátio do Mishcan (o acampamento da Shechiná) por sete dias. Nesseínterim, purifiquem-se com água misturada às cinzas de uma vaca vermelha.“Hag’alat kelimEntre os despojos dos midianitas havia panelas, potes e outros tipos de vasilhas. Haviam sido usados pelosmidianitas para comida não-casher. Como os judeus poderiam usá-los?O filho de Aharon, El’azar, ensinou o povo as leis aplicadas à estas vasilhas.El’azar ensinou: "Se um judeu quiser usar uma vasilha que foi utilizada previamente para comida quente enão-casher, deve primeiro casherizá-la." É possível casherizar vasilhas feitas de todos os tipos de metal(prata, ouro, cobre e assim por diante), mas não louça. Se vasilhas de louça foram usadas para comidaquente e não-casher, um judeu jamais poderá usá-la.Como se "casheriza" um utensílio?Primeiro, deve ser completamente lavada, até que esteja livre de toda sujeira. É colocada então numcaldeirão com água fervente. Imergir a vasilha em água fervente a casheriza. Entretanto, se for um objetousado diretamente sobre o fogo, como uma grelha ou espeto para assar carne, deve ser colocada no fogopara tornar-se casher.TeviláEl’azar ensinou também: "Todas as panelas de metal, travessas, xícaras, copos ou talheres que foramfabricados por um não-judeu ou comprados dele, devem ser mergulhados num micvê. Isto faz com que outensílio mude de um estado original para um de kedushá (santidade)."
  11. 11. Nossos sábios decretam que vasilhas de vidro também necessitam de imersão num micvê. Por isso, sempreque comprarmos utensílios, devemos mergulhá-los num micvê antes de usá-los.Os despojos de guerra são divididosOs soldados, após a guerra, deram uma porção aos cohanim, e Benê Yisrael aos levitas. Por isso, D’usordenou a Moshê: "Divida os despojos entre os soldados e o restante de Benê Yisrael."Tanto os soldados como Benê Yisrael mais tarde deram uma parte de sua cota aos cohanim e aos levitas.A terra e as tribos de Gad e ReuvenBenê Yisrael possuía terra a leste do Rio Jordão, após conquistar os poderosos reinos de Sichon e Og. Astribos de Gad e Reuven possuíam grandes rebanhos de ovelhas. Estas tribos enviaram mensagens a Moshê,solicitando: "Por favor, deixe-nos assentar aqui, à margem leste do Rio Jordão, em vez de cruzá-lo até EretsYisrael. Os campos aqui são largos e abertos. Serão excelentes para pastagens de ovelhas."Moshê, sabemos que não nos levará até Erets Yisrael. Você morrerá do lado leste do Rio Jordão. Deixe-nosficar aqui, também."Ouvindo este pedido, Moshê sentiu-se infeliz. Respondeu: "Vocês são duas tribos fortes. Se ficarem a leste doRio Jordão, Benê Yisrael pensará que vocês estão temerosos de lutar com os canaanitas. Isto os desencorajaráde conquistar o país. Podem também pensar que Erets Yisrael não é especial se vocês não desejam um pedaçoda terra. Estão repetindo o pecado dos espiões! Como eles, estão desencorajando benê Yisrael de conquistaarErets Yisrael!“Os emissários de Gad e Reuven responderam: "Não permaneceremos aqui enquanto Benê Yisrael luta com oscanaanitas. Deixe-nos construir abrigos para nossos rebanhos e cidades para nossas famílias. Deixaremosnossas mulheres e crianças neste lado do Jordão enquanto nós – os homens – marcharemos com vocês atéErets Yisrael para lutar. Estamos preparados para marchar à frente do exército. Permaneceremos não apenasaté que a guerra tenha fim, mas até que a terra seja dividida entre Benê Yisrael."
  12. 12. Quando Moshê ouviu estas palavras, concordou. Disse-lhes: "Construa cidades para suas famílias e abrigospara os rebanhos a leste do Rio Jordão."Moshê primeiro mencionou as cidades para o povo e somente então, os animais. Benê Gad e Benê Reuventinham posto o gado em primeiro lugar. Moshê insinuou a eles que estavam pensando mais sobre o rebanhoque sobre os seres humanos.Moshê continuou: "Se vocês mantiverem sua palavra e ajudar Benê Yisrael a lutar até que a conquista sejaefetuada, receberão suas porções a leste do Rio Jordão. Mas se quebrarem sua promessa, não receberãonenhuma terra a leste do Jordão.Não temam perder, ao ajudar Benê Yisrael. Serão mais rico do que se tivessem permanecido a leste doJordão durante a conquista de Erets Canaã."Quando Moshê concedeu o território a Gad e Reuven, percebeu que era grande demais apenas para as duastribos. Por isso procurou outra tribo para morar com eles. Escolheu metade da tribo de Menashê.Por quê?Dessa maneira, D’us acertou com Menashê um antigo débito.Menashê, filho de Yossef, (e fundador da tribo que leva seu nome) fez com que os seus tios (e fundadores dasdemais tribos) rasgassem suas vestes.No livro de Bereshit, na parashá de Mikets, a Torá nos relata como Menashê, incógnito, e a mando de seupai, perseguiu as tribos para exigir de volta a taça de Yossef, então o vice-rei do Egito, supostamente"roubada" por eles. Desesperados por serem acusados falsamente pelo roubo, rasgaram suas vestes.Portanto, a porção da tribo de Menashê na Terra Santa foi dividida. Metade de sua herança estava em EretsYisrael e a outra metade na margem leste do Jordão.As tribos de Gad e Reuven estavam certas ao requisitar terra a leste do Rio Jordão?Quando as duas tribos requisitaram terra a leste do Jordão, cometeram um erro. Pensaram que não haveriapasto suficiente para seu rebanho em Erets Yisrael. Isso não era verdade. D’us criou Erets Yisrael de formatal que fosse grande o suficiente para o povo judeu e seus pertences. Poderia ter "esticado" Erets Yisraelpara incluir estas duas tribos e seus rebanhos.
  13. 13. Gad e Reuven abriram mão de viver em um país de kedushá (Santidade). O lado leste do Jordão não possui omesmo nível de santidade que Erets Yisrael. A Shechiná não repousa lá, e o Bet Hamicdash não pode serconstruído naquele local.Estas tribos se separaram do restante de Benê Yisrael. No outro lado do Jordão, havia o perigo de queabandonassem a Torá e imitassem as nações que os rodeavam. De fato, a tribo de Menashe percebeu isso.As duas tribos e meia mantiveram sua palavra. Eles e seus descendentes seguiram a Torá. Para os diassantificados, viajavam ao Bet Hamicdash em Jerusalém. Entretanto, como viviam tão afastados do restantede Benê Yisrael, seu cumprimento da Torá tornou-se mais fraco que o da maioria dos judeus vivendo emErets Yisrael. Quando mais tarde a nação judaica pecou e foi levada ao exílio, estas tribos foram exiladas emprimeiro lugar.Dos fatos sucedidos às duas tribos e meia, aprendemos como é importante associar-se com judeusverdadeiramente cumpridores de Torá.Todos nós somos influenciados pelos que nos cercam. Se estivermos próximos a judeus que são Benê Torá,nos fortalecemos e crescemos em nossa observância da Torá.SHABAT SHALOM!!!(www.chabad.org.br)
  14. 14. AS TRÊS SEMANAS17 de TamuzO dia 17 de Tamuz é marcado por tristeza e luto; um dia de jejum e introspecção para o povo judeu. Marca odia em que os romanos romperam as muralhas de Jerusalém para darem início à destruição do SegundoTemplo, no ano 70 EC. Nesta mesma data Moshê quebrou as tábuas ao ver o povo judeu adorando o bezerrode ouro. Este ano de 5771 (2011) o jejum foi no dia 19 de Julho, terça-feira.As três semanas: 17 de Tamuz a 9 de AvAs três semanas mais tristes de nosso calendáriovão do dia 17 de Tamuz até 9 de Av -Tishá BeAv. Sãomarcadas por um período de luto pela destruição do Templo Sagrado, e o conseqüente exílio físico edeslocamento espiritual - no qual ainda nos encontramos: a galut.É chamado de ben hametsarim - "entre os apertos", baseado no versículo (Echá 1:3) que declara: "Todos seusperseguidores alcançaram-na dentro dos apertos." Os Sábios (Echá Rabá 1) explicam que dentro dosapertos refere-se a dias de aflição que ocorreram no período entre 17 de Tamuz e 9 de Av. Neste período,muitas calamidades se abateram sobre o povo judeu através das gerações. Foi durante este período, dentrodos apertos, que tanto o primeiro quanto o segundo Templos foram destruídos. Este período foi portantoestabelecido como um tempo de luto pela destruição dos Santuários. Durante esta época, diminuímos aextensão de nosso júbilo. Casamentos não são realizados, abstemo-nos de ouvir música, dançar, fazer viagensrecreativas, e de cortar os cabelos ou barbear. Segundo o costume sefaradita, que é baseado na opinião de BetYossef, cortes de cabelo são permitidos até a semana na qual Tishá Beav realmente cai.
  15. 15. Costuma-se não recitar a bênção Shehecheyanu neste período. Dessa maneira, não vestimos roupas novas ouingerimos frutas que ainda não tenham sido comidas nesta estação, para que não tenhamos que recitarShehecheyanu. Entretanto, quando confrontados com uma oportunidade de cumprir uma mitsvá que passará- como por exemplo, uma circuncisão ou um pidyon haben - então é feita a bênção. Da mesma forma, se umafruta nova estiver disponível neste período de três semanas e talvez não esteja depois, Shehecheyanu érecitada. Como é costumeiro permitir que seja recitada a bênção no Shabat, é preferível guardar a nova frutaaté o Shabat. Uma mulher grávida que tenha vontade de comer a fruta, porém, ou uma pessoa doente quenecessita dela para sua saúde, pode recitar Shehecheyanu durante as três semanas.Costuma-se ser ainda mais cuidadoso que normalmente ao se evitar situações perigosas. Pessoas devotasseparam um período de tempo para reflexão e luto pela destruição de ambos os Templos. Em algumascomunidades costuma-se recitar o Ticun Chatsot mesmo ao meio dia. (www.chabad.org.br)
  16. 16. A MANEIRA CORRETA DE DOARO Sábio Shelomô escreveu: “Quando você doa a um pobre, está emprestando a Dus.” Isso porque Dusrepassa todos os fundos de caridade – junto com belos juros – aqui, neste mundo. Segundo o Profeta Malachi,Dus até nos desafia, dizendo: “Experimente e veja.”Fazendo da Maneira CertaA forma mais elevada de tsedacá (caridade) é prover a auto-suficiência. Estender um empréstimo a um amigo,permitindo que ele entre num projeto de negócios; ajudar um conhecido a encontrar um emprego ou trazê-lopara a empresa de sua família.Ninguém deveria ter de pagar com sua dignidade pela ajuda de outro. É por isso que é melhor doaranonimamente. Da mesma forma, dê antes que lhe seja pedido. Poupe o sujeito do constrangimento de ter deimplorar.E o principal ingrediente: dê com um sorriso e calor genuíno. Como você dá, ensinaram os sábios, é maisimportante de quanto você dá!A Hora Certa de Fazê-loSempre é a hora certa de doar. Porém determinados tempos são mais auspiciosos que outros.Coloque umas moedas na pushke (caixa de caridade) antes de suas preces. Provenha a outros e Dus proverápara você.Mulheres e meninas devem fazer o mesmo antes de acender velas de Shabat e Yom Tov– antes de recepcionaros dias mais sagrados do calendário.É uma antiga tradição prometer dinheiro para tsedacá em mérito das almas dos entes queridos quando serecita Yizkor. Na morada celestial, eles não podem cumprir mitsvot, portanto cabe a nós fazê-lo por eles.
  17. 17. O Resultado de doarQuando Dus criou o mundo, Ele nos deixou a tarefa de injetá-lo com espiritualidade e significado. Nadaatinge esta meta como a tsedacá. Faça tsedacá, e todo o esforço usado para conseguir aquele dinheiroduramente adquirido assume um novo significado, servindo a mais do que uma necessidade egoísta. É porisso que nossos sábios nos dizem: “Grande é a caridade, pois apressa a Redenção!”(www.chabad.org.br)
  18. 18. CASAMENTO PERFEITO“Seus caminhos são caminhos agradáveis, e todas as suas trilhas são de paz.” Mishlê 3:17“A Torá foi dada somente para trazer paz ao mundo.” MaimônidesExige Esforços – Não Há Exceções!Os casais mostrados nos filmes de Hollywood estabeleceram um padrão muito elevado. Todos nós temosuma imagem mental de marido e mulher que se adoram, que foram feitos exatamente um para o outro.Neste casal idílico cada um entende instintivamente os sentimentos do outro, e o romance jamais arrefece.Todos já ouvimos falar que “a vida não é como nos filmes ou nos romances” e reconhecemos a verdadedessa declaração, porém ainda alimentamos a esperança de que talvez possamos ser uma exceção a essaregra…A realidade é que sim, existem almas gêmeas, marido e mulher que foram feitos um para o outro; porém sóisso não garante um casamento suave.Nenhum casamento jamais sobreviveu somente com paixão e amor. A errônea presunção de que isso possaacontecer infelizmente tem destruído muitos casamentos que poderiam ser salvos. Manter um casamentoharmonioso e bem-sucedido envolve esforço, comprometimento e dedicação
  19. 19. Segundo o Talmud, quarenta dias antes de uma criança nascer, uma voz celestial anuncia a identidade de suaalma gêmea. Embora as almas desses casais predestinados sejam eminentemente compatíveis, isso nãosignifica que seus temperamentos e hábitos combinem. O casamento envolve um esforço constante paraassegurar que os lados físico e emocional do casal sejam tão harmoniosos quanto suas almas – que segundo aCabalá, são na verdade duas metades de uma grande alma.Os problemas conjugais são especialmente comuns nos primeiros dias após o casamento. No início docasamento, os cônjuges descobrem para sua grande surpresa que os adoráveis anjos que eles desposaram sãona verdade seres humanos com falhas e fraquezas. A percepção de que este é um fenômeno normal, e umprocesso pelo qual todo casal passa e que pode ser resolvido, é animador. Muitos, muitos casais que passarampor essas dificuldades iniciais no casamento compreenderam a “vida real” e conseguiram manterrelacionamentos exemplares e amorosos.As prateleiras de qualquer biblioteca ou livraria estão lotadas de livros dedicados a resolver problemas deharmonia conjugal; muitos deles contendo sugestões e teorias úteis. Nas linhas a seguir tentaremos daralgumas ideias inspiradas em fontes da Torá.O Esforço Vale a PenaA Torá confere a maior importância à manutenção de relacionamentos amorosos pacíficos entre marido emulher. Nenhum esforço é poupado na tentativa de atingir essa meta. Nas palavras do Talmud, “Notável é apaz entre marido e mulher. Pois a Torá diz que [a fim de – esperamos – trazer paz entre um marido e suaesposa 1 o nome de Dus que é escrito em santidade deveria ser apagado em águas [amargas].” 2Outro bom exemplo da alta prioridade conferida a preservar a paz conjugal: sinceridade e integridade,normalmente consideradas como sendo valores invioláveis, são suspensos em prol de assegurar a paz entreum casal. O próprio Dus estabeleceu este precedente.
  20. 20. Quando Sarah foi informada de que ela e Avraham seriam abençoados com um filho apesar da idadeavançada, ela exclamou incrédula: “mas meu marido é velho!” Quando subsequentemente Dus repetiu suaspalavras a Avraham Ele com tato mudou as palavras para “e eu sou velha!”!3Nossos Sábios dizem que o divórcio de um casal faz o próprio Altar no Templo Sagrado chorar. O Altar éum símbolo nacional que proporcionava expiação a todos de Israel. O choro metafórico do Altar ilustra quequando um casal não pode resolver suas diferenças, é mais que um problema pessoal; é uma tragédianacional.O Importante é a AtitudeQuando um casal encontra turbulência durante a sua viagem de vida a dois, o ingrediente chave pararesolver os problemas e voltar à viagem traquila é sua atitude para com o desafio que lhes é apresentado.Uma determinação absoluta de fazer o casamento funcionar é vital.Por que a determinação? Por que não tomar uma atitude de “vamos esperar para ver” – se as coisasfuncionarem, ótimo; caso contrário, sempre há outras pessoas solteiras disponíveis no mercado.A visão judaica sobre o casamento esclarece essa questão. Marido e mulher não são duas entidadesseparadas; como foi mencionado acima, são duas metades de um todo. Assim, se um cônjuge estádemonstrando comportamento irritante ou grosseiro, não é somente problema seu – é um problema acompartilhado por ambos – um desafio deles.É da natureza humana julgar os outros. Enxergar as falhas de caráter e defeitos do outro nos distancia dapessoa ofensora. A deficiência da outra pessoa é óbvia. Isso não se aplica, porém, às nossas próprias falhas.Nosso amor e carinho por nós mesmos é incondicional e inabalável; não deixamos de amar a nós mesmos sóporque estamos aborrecidos ou incomodados por ter feito algo tolo ou impensado. Pensar sobre as nossaspróprias deficiências não nos faz perder a autoestima; apenas nos faz procurar maneiras de melhorar. Oaspecto deficiente não é óbvio, aquilo que vemos é um desafio que deve ser superado; uma oportunidade deaperfeiçoamento.
  21. 21. É exatamente assim que deveríamos enxergar as falhas do nosso cônjuge. 4 Os erros do companheirodeveriam gerar um sentimento de empatia e a determinação de fazer todo o possível para ajudar a pessoamais importante na nossa vida a ser quem pode e deseja ser.O casamento vem com obstáculos – e às vezes com montanhas, e por vezes com obstáculos que parecem sermontanhas… Mas Dus não nos apresenta desafios que não estejamos equipados para lidar. Desde quetomemos a atitude de que isto é problema nosso, esses obstáculos são desafios superáveis,não impedimentos.Passos PráticosNão há duas pessoas iguais. Cada pessoa é produto de uma combinação de genes, experiências passadas,talentos e potenciais únicos. Assim um relacionamento – que por definição envolve mais de uma pessoa – ésempre uma proposição capciosa; envolve duas pessoas que estão dispostas a aceitar diferenças de opinião etemperamento. Embora isso seja verdade em qualquer relacionamento, a necessidade de aceitar diferençasse torna mais premente quando o relacionamento é abrangente, como o casamento. Acrescente a isso asdiferenças naturais entre os gêneros, e fica óbvio que fazer um casamento funcionar exige sensibilidade esabedoria.Sim, manter um casamento feliz dá trabalho, mas é isso que torna o relacionamento tão significativo e tãobonito. Faz aflorar as mais nobres das qualidades humanas –o desejo de transcender o próprio ser natural econcentrar-se num bem maior. A capacidade de dar é um dos maiores dons que recebemos. A capacidade deenxergar o quadro geral é a chave para um casamento feliz.Quais assuntos não são negociáveis, e quais são menos irritantes?Uma avaliação honesta revelará que a maioria dos problemas que são causa de contenção e discórdia érelativamente pouco relevante. O comprometimento e a capacidade de permanecer concentrado nosassuntos importantes pode solucionar a esmagadora maioria dos “problemas”.Separe um tempo para trabalhar em prol de seu casamento. Uma segunda lua-de-mel, se possível, é sempreuma boa ideia.
  22. 22. Às vezes, no entanto, o fosso que separa marido e mulher é grande demais para ser transposto com suaspróprias forças. Nenhum deles consegue entender as necessidades do outro. A essa altura, é necessário oenvolvimento de um terceiro. O ideal é que o árbitro seja um rabino qualificado, uma rebetsin, ou outrapessoa que possua valores de Torá. Sem dúvida, às vezes esta pessoa vai sentir que os problemaslevantados precisam do envolvimento de um terapeuta profissional,e neste caso, a preferência deve serdada a um terapeuta devotado aos ideiais judaicos.O Envolvimento AlheioQual deveria ser a nossa reação quando um amigo ou parente está passando por problemas conjugais?A Torá nos fornece um brilhante exemplo a seguir. Aharon, o Sumo Sacerdote, é descrito como alguémque “buscava a paz”, um conselheiro matrimonial por excelência. Apesar de suas responsabilidades noSantuário e sua posição de prestígio como Sumo Sacerdote de Israel, ele visitava pessoalmetne os casaisque estavam passando por dificuldades conjugais. Tentava dissuadi-los do divórcio, explicando a eles asconsequências drásticas de tal ação, consequências que não podem ser vistas de antemão.Ele também tinha outra tática que costumava usar para aproximar pessoas em conflito. Abordava umadas partes e relatava o quanto o outro estava arrependido. “Ele deseja tanto consertar o relacionamento,mas não tem a coragem de fazê-lo!” Aharon então procurava o outro parceiro e repetia as mesmaspalavras… Na primeira vez que se reencontravam os dois se abraçavam colocando fim às hostilidades.Ora, se alguma dessas táticas irá funcionar num caso em particular depende das circunstânciasespecíficas envolvidas. A lição, porém, é clara – é nossa responsabilidade fazer tudo que estiver ao nossoalcance para consertar um relacionamento.Infelizmente, tantos casamentos são destruídos por familiares ou amigos bem intencionados queoferecem conselhos úteis. Eles “se preocupam” tanto e não podem tolerar ver seus entes queridospasando por tanto sofrimento, portanto aconselham a cair fora. Sofrem junto com seu amigo ou parentee assim reforçam seus sentimentos de amargura.Por mais difícil que seja, não estamos sendo amigos quando tomamos lados. Estamos na verdadecausando danos irreversíveis! Se não temos a dizer nada que possa beneficiar o relacionamento, entãodevemos manter silêncio.
  23. 23. [A exceção a essa regra é num exemplo em que abuso está envolvido. Neste caso, é uma mitsvá libertar ocônjuge abusado de um ambiente prejudicial. No entanto, antes de intervir, deve-se tomar muito cuidadopara ter certeza de que é realmente uma situação abusiva. Se houver dúvida, fale com seu rabino – ou outrapessoa sábia com experiência na área – e deixe que ele ou ela, de maneira imparcial, tome uma decisão.]Considerações EspirituaisAlém das medidas práticas acima mencionadas, há passos espirituais que podem ser tomados para melhorara harmonia conjugal. Torá e mitsvot são os condutores para bênçãos Divinas; bênçãos que podemcertamente ajudar a navegar com sucesso pelas águas freqüentemente revoltas do casamento. Um larbaseado em valores judaicos, estudo de Torá e cumprimento das mitsvot é um receptáculo digno parabênçãos do Alto.Nossos Sábios ensinam que um casamento não é apenas um relacionamento de um homem e uma mulher,mas que deve também incluir a Dus. Uma alusão a isto é que a palavra hebraica para homem, ish, é amesma que a palavra hebraica para mulher, isha, com exceção de uma letra em cada palavra. A palavra parahomem tem um “yud” e a palavra para mulher tem um “hei”, que são as duas letras que representam onome de Dus. As letras que eles têm em comum escrevem aish, fogo. A ideia é que um homem e uma mulherjuntos são como um fogo. Podem ser intensos, apaixonados, mas aquele fogo também pode queimar e sedissipar. O que faz do fogo uma chama eterna que ilumina e aquece é aquele que tem Dus no seu centro.Falando praticamente, também, um lar que é devotado a um ideal mais elevado possui automaticamente umaqualidade unificadora. Eleva seus ocupantes a um nivel de altruísmo que é necessário para resolver conflitos– ou evitá-los, o que é melhor.Existem também algumas mitsvot orientadas para o lar que têm um grande impacto sobre a harmoniaconjugal.
  24. 24. Pureza FamiliarO fluxo contínuo de bênçãos sobre um lar judaico depende basicamente do cumprimento das leis da PurezaFamiliar. Um casal cujo relacionamento está passando por tempos difíceis deveria pensar em cumprir as leisda Pureza Familiar em seu casamento. Um casal já observante dessas leis deveria considerar fazer um cursode renovação sobre o assunto. Com o tempo, detalhes vitais podem ser esquecidos ou deixados de lado.Praticamente, também, as leis da Pureza Familiar impedem que o relacionamento entre marido e mulher setorne murcho e monótono. A separação física ordenada pela lei da Torá permite que o casal renove seuromance e paixão numa base mensal. Mesmo sem os benefícios espirituais oferecidos pela Pureza Familiar,recomeçar o relacionamento com uma “mini lua-de-mel” a cada mês é uma ótima maneira de manter o amore a harmonia conjugal.Mezuzot casher proporcionam bênçãos e proteção para todos os ocupantes da casa. No evento de conflitoconjugal é aconselheavel assegurar que uma mezuzá casher esteja afixada em cada batente da casa. Se este jáé o caso, peça a um escriba para verificar as mezuzot para certificar-se que ainda estão casher. Colocar tefilintodo dia também é um poderoso transmissor de bênção. Eles, também, devem ser entregues a um escriba parauma inspeção minuciosa.CaridadeQuando somos bons com os outros, Dus é bom para nós. As horas mais propícias para fazer caridade é tododia antes da prece, e momentos antes de acender as velas do Shabat e das Festas Judaicas.Relacionamentos Prévios RompidosÉ declarado nos livros sagrados que às vezes o conflito conjugal pode ser uma consequência derelacionamentos anteriores que terminaram com sentimentos residuais amargos. Marido e mulher devemexplorar sua história pessoal – houve talvez um noivado rompido ou um divórcio que deixou a outra parte sesentindo enganada ou magoada? Se for este o caso, a pessoa ofendida deveria ser localizada e é precisoapresentar um sincero pedido de desculpas juntamente com um pedido de perdão.
  25. 25. PEDIDOS –“refuát hanefesh urefuát hagúf”Pedimos que rezem pelo pronto restabelecimento de:Margarida Dias da Silva
  26. 26. ANUNCIE AQUIVOCÊ DE CAMPINAS E REGIÃO QUE NÃO TEM ACESSO FÁCIL À ARTIGOS JUDAICOS TAIS COMO, LIVROS, TORÁ, VINHOS, VELAS, MEZUZÓT, PERGAMINHOS, CAMISETAS COM TEMAS JUDAICOS, E OUTROS ARTIGOS RELIGIOSOS, ESTÁ FUNCIONANDO EM CAMPINAS, NA RUA GENERAL OSÓRIO 698 1º PISO (PRÓXIMO AO MERCADÃO MUNICIPAL – REGIÃO CENTRAL DE CAMPINAS) A MAIS NOVA LOJA DE ARTIGOS JUDAICOS,“MORASHÁ”. É DO NOSSO AMIGO E COMPANHEIRO NA CAUSA ANUSSIM Shimon Melachim (Alecsandro Reis). PREÇOS ACESSÍVEIS!! CONFIRAM!! CHAZAK U’BARUCH E MAZAL TOV PELA INICIATIVA!!! CONTATOS: (19) 3232-8121 / 8154-2339
  27. 27. NOTÍCIASUma companhia israelenses emergente, de alta tecnologia, MicroPointing, desenvolveu o menor mouse para computador do mundo. Sua superfície é de apenas 1 milimetro quadrado, comparado com os 35 milímetros dos atualmente no mercado. A descoberta abre uma nova gama de usos para celulares, controles remotos, tecnologia médica, jogos e todos os tipos de artefatos eletrônicos. A empresa dirigida por Ailon Tamir tem apenas 3 empregados, mas o interesse das empresas multinacionais mudará este panorama em curto prazo. Imaginem, por exemplo, um mouse de um milímetro como controle remoto para a sua TV, em lugar do atual desenho de “tablete”. Isto será possível com esta nova tecnologia, que também pode serincorporada em superfícies redondas. Além de muito menor, o novo mouse é muito mais barato dos que os tradicionais, consumindo menos energia.(Rua Judaica)
  28. 28. NOTÍCIASPesquisa agora divulgada mostra alarmantes números com relação ao pensamento palestino. Seis em cada dez palestinos rejeita a solução de dois estados, enquanto 73% dos 1010 entrevistados na Cisjordânia e Gaza concordam com o objetivo do Hamas de “matar judeus escondidos atrás de pedras ou árvores”.Rua Judaica)
  29. 29. - CULINÁRIA SEFARADI -PÃO PITAINGREDIENTES- 1 colher (sopa) de fermento seco- 1 colher (sopa) de sal- 2 colheres (sopa) de mel- 600 a 700 ml de água morna- 700 a 800 gramas de farinha de trigoMODO DE PREPARO1. Misture bem o fermento, o mel e 1/2 xícara de água morna e deixe em um local abafado por cerca de 10minutos.2. Em outra tigela, coloque a farinha, adicione a mistura do fermento e o sal, mais duas xícaras de águamorna. Misture.3. Em uma superfície enfarinhada, trabalhe a massa durante 10 a 15 minutos. Se necessário, acrescente maisfarinha.4. Coloque a massa em um recipiente levemente untado com óleo e deixe em local abafado até dobrar detamanho.5. Divida a massa em 12 porções iguais, enrolando cada uma no formato de uma bola e, em seguida, em discosde 13 centímetros de diâmetro.6. Coloque os discos em tabuleiros untados, cubra-os com papel-filme e deixe crescer por 10 minutos.7. Leve ao forno bem quente até que a parte de baixo fique dourada.Dica: O Pita é essencial na culinária israelense e está presente, sobretudo, em grande parte das refeições quese faz de pé, na rua. O que quer que se coloque dentro de um Pita, torna-o uma refeição.
  30. 30. HUMOR JUDÁICO – KAKAKAKA... É PIADA... NÃO LEVEM TÃO À SÉRIO GENTE !!! KAKAAKAKDeitado em seu leito de morte, Salim chama o seu filho mais velho, tira umantigo relógio do bolso com dificuldade e diz: - Filho... Está vendo este relógio aqui? - Sim, papai... - responde o filho, com lágrimas nos olhos. - Ele era do meu bisavô! - continuou o pai - Depois ele foi passado para o meu avô... depois para o meu pai... depois para mim... e agora chegou a sua vez... Quer comprar?
  31. 31. A OBRA DO RESGATE PELO BRASIL Registramos aqui o contato dos nossos ilustres leitores, Tiago Prado Teixeira de Campinas- SP,Gideno Santos do Ceará, mas residindo em São Paulo – Sp. Possa Ha Kadosh Baruch Hu bendizer à todos vocês. SHABAT SHALOM PARA TODOS!!!!
  32. 32. A OBRA DO RESGATE PELO BRASILFoi realizado mais um Kabalat Shabat na residência dos queridos Iranildo Lopes (Yaacov) e Ana Lopes. Desfrutamos de uma verdadeira festa, com um banquete preparado pela referida família e todos da Associação Sefaradita Beit Melech de Campinas. Também nos reunirmos a na manhã de Shabat. Celebramos Shacharit, passamos a tarde estudando e ao final celebramos a Havdaláh. Na terça feria tivemos estudo de Ética e Cultura judaica e na quarta-feira estudamos a Parashá da semana. Possa Ha Kadosh Baruch Hu dar Saúde, Força e União à todos nós. Shabat Shalom à todos.
  33. 33. 1ª FESTA BENEFICENTESERÁ REALIZADO NO PRÓXIMO DIA 23 DE JULHO APÓS AS 20 HORAS, O PRIMEIRO EVENTO BENEFICENTE DA ASSOCIAÇÃO SEFARDITA BEITMELECH DE CAMPINAS. O EVENTO CONTARÁ COM MÚSICAS, VENDA DE REFRIGERANTE E CERVEJA, ESPETINHO E PASTEL. A ORGANIZAÇÃODESTE EVENTO ESTÁ POR CONTA DA COMISSÃO DE EVENTOS E FESTAS DA ASSOCIAÇÃO. QUE HASHEM CONTINUE DANDO FORÇA E VIGOR ÀTODOS PARA QUE OUTROS EVENTOS SEJAM REALIZADOS . MAZAL TOV PARA TODOS!!!
  34. 34. ANÚNCIOS INFORMAMOS AOS LEITORES, QUE SE ENCONTRA DISPONÍVEL UMA ÓTIMA FONTE DE PESQUISA E ESTUDOS, O SITE MEMORIAL BRASIL SEFARAD. O Memorial Brasil Sefarad nasceu como uma organização dedicada à pesquisa, divulgação e preservação da memória dos judeus sefarditas (judeus ibéricos) e de seus descendentes no Brasil. Mantido com recursos próprios e trabalho voluntário, o Memorial atua em 4 campos de ação: 1) pesquisa direta; 2) fomento à pesquisa - bolsas de pesquisa; 3) divulgação - através do site e de material impresso; 4) auxílio a comunidades de descendentes. Maiores informações no site: www.brasilsefarad.com/joomla/JÁ DEVERIA TER POSTADO HÁ MAIS TEMPO, MAS NUNCA É TARDE. SEGUE UM IMPORTANTÍSSIMO SITE ONDE ENCONTRAMOS TODOS OS PRODUTOS QUE SÃO AUTORIZADOS AO NOSSO CONSUMO E USO, COM AUTORIZAÇÃO DO BEIT DIN . http://www.bdk.com.br/default.aspx O PORTAL AMAZÔNIA JUDAICA ESTÁ DE VOLTA!!! NOVO SITE, NOVO VISUAL, MUITAS NOVIDADES, VENHA CONHECER E DESFRUTAR!!! ACESSEM: www.amazoniajudaica.org PRESENTEI AMIGOS E PARENTES COM A MAIS NOVA HAGADÁ DE PESSACH SEFARADI. ENTRE AGORA NO SITE!!!
  35. 35. HA –LAPID BRASILÉ um periódico semanal nascido na Associação Morashá Benei Ia’aqob do Varjão, Brasília,tendo como idealizador o Srº Elias José Lourenço de Israel. É distribuído entre ascomunidades judaicas, instituições e amigos desta causa.Contatos, dúvidas e idéias: yaakovtsurbenovadiah@gmail.com ou yaakov@ha-lapidbrasil.com.brWeb: www.ha-lapidbrasil.com.br

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