BRASIL -BR – ELUL DE 5771 (Setembro de 2011)                        ANO II – 73ª Edição     “ Tudo se ilumina para aquele ...
PARASHÁ HASHAVÚA – “ki tavô”Parashat Ki Tavo (Devarim 26:1 - 29:8) inicia descrevendo a mitsvá anual aos fazendeiros de Is...
MENSAGEM DA PARASHÁTudo no coraçãopor Kevin RodbellO único breve toque de seu relógio digital anunciando a hora, 4:30 da t...
Da mesma forma, muitos judeus passam longas horas no trabalho, mas esta alocação de tempo dosprofissionais judeus não refl...
Rabi Moshê Feinstein explica que, na verdade, a família de levi jamais faria reivindicação tão audaciosa; éclaro que a Tor...
MIDRASHIMA mitsvá de bicurimOs primeiros frutos são trazidos das sete espécies pelas quais Êrets Yisrael é abençoada: trig...
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Somente um profundo amor para a mitsvá poderia converter o mandamento de "trazer os primeiros frutosao Bet Hamicdash" em u...
Todo judeu também deve separar o maasser sheni (o segundo dízimo), e comê-lo em Yerushalayim(Parashat Reê). Em alguns anos...
Enquanto os judeus separassem os dízimos, as frutas teriam sabor e aroma deliciosos e seriam suculentas;quando eles parass...
Bênçãos e advertênciasNa Parashá de Bechucotai, no livro de Vayikrá, D‟us prometeu bênçãos para Benê Yisrael por cumprirem...
Igualmente, nossos campos serão abençoados (pelo mérito do cumprimento das mitsvot associadas à agricultura –dando parte d...
A repreensão DivinaQuando Moshê começou a citar as palavras de repreensão, a Terra foi sacudida, os Céus tremeram, o Sol e...
– Fracasso e frustração– Exílio: Se as desgraças que ocorrerem na sua própria terra não os direcionarem de volta para D‟us...
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Periodico Halapid Nº 73 ANO I

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Periodico Halapid Nº 73 ANO I

  1. 1. BRASIL -BR – ELUL DE 5771 (Setembro de 2011) ANO II – 73ª Edição “ Tudo se ilumina para aquele que busca a luz” (Ben Rosh) HA–LAPID BRASIL IDEALIZADOR: Elias José Lourenço EDITOR:Tiago da Rocha Sales (Ia‟aqob Tsur) COLABORADOR: Rodolfo Luz Penteado (Yeshaiahu Zeev HaOr)COMUNICADO:O presente periódico visa dar continuidade à missão iniciada pelo Capitão Barros Bastos Z”L, que com afinco criou o “Ha -Lapid” de Porto –Pt.
  2. 2. PARASHÁ HASHAVÚA – “ki tavô”Parashat Ki Tavo (Devarim 26:1 - 29:8) inicia descrevendo a mitsvá anual aos fazendeiros de Israel para quetrouxessem seus bicurim, primeiros frutos, ao cohen no Templo, quando então o fazendeiro reconhece oimportante papel de D‟us na provisão de seu sustento.Após novamente exortar o povo judeu a permanecer fiel a D‟us, que os elegeu especificamente como Seu povoescolhido dentre todas as nações do mundo, Moshê ensina duas mitsvot especiais que eles deverão cumprir aoentrar na Terra de Israel para reafirmar seu compromisso com a Torá. Primeiro deverão escrever toda a Toráem doze grandes pedras, e então deverão recitar bênçãos e maldições no vale entre Monte Gerizim e MonteEival, as quais se aplicarão respectivamente àqueles que cumprem e àqueles que afrontam a Torá. Seguindo-se uma recontagem das maravilhosas bênçãos que D‟us concederá ao povo judeu por permanecer fiel, Moshêfaz uma assustadora profecia do que se abaterá sobre o povo judeu por não cumprir a Torá. Conhecido comoadmoestação, Moshê descreve com detalhes a horrível destruição que infelizmente acontecerá quando nosdesviarmos das mitsvot.A Porção da Torá conclui quando Moshê contempla em retrospecto os maravilhosos milagres que D‟usrealizou pelos quarenta anos anteriores, lembrando o povo da enorme dívida de gratidão que tem com D‟uspor Seu carinhoso amor.
  3. 3. MENSAGEM DA PARASHÁTudo no coraçãopor Kevin RodbellO único breve toque de seu relógio digital anunciando a hora, 4:30 da tarde, assustou e acordou Jon de seudevaneio. O copo de coca-cola escorregou da bandeja e caiu direto no chão. Espatifou-se contra os ladrilhosbrancos e pretos, espalhando vidro em todas as direções. O líquido escuro correu rapidamente sobre onzeazulejos, formando uma poça escorregadia de refrigerante próximo à mesa onde Jon estava servindo."Desculpe-me, senhor, sinto muito – não sei onde estava com a cabeça."Na verdade, Jon não estava se concentrando em equilibrar a bandeja. É claro que, enquanto seu rostoenrubescia, concentrou-se totalmente na situação do momento. Seu emprego de verão como garçoncomeçava às 9 da manhã e terminava às 5 da tarde. Geralmente, às 4h30, já estava ansioso para sair; hojenão era uma exceção. Embora suas mãos, olhos e ouvidos estivessem ocupados servindo suculentoshambúrgueres, batatas fritas engorduradas e refrigerantes gelados, a mente de Jon estava constantementevagando até o jogo de futebol que aconteceria naquela noite. O passatempo favorito de Jon. Gostava tantodo entusiasmo e camaradagem que visões de correr atrás de bolas altas enchiam sua mente sem cessar. Jonconcentrava-se nos lances do esporte, ao invés de servir refeições. Hoje ele enfrentava as conseqüências comum esfregão, em vez de assistir ao seu time jogar.Todos conhecem o sentimento de "minha mente está em outro lugar". Algumas coisas que consideramosmais importantes – seja pagar a conta de luz ou tirar umas merecidas férias – tendem a desviar nossaatenção do equilíbrio da bandeja ou seja o que for que estejamos fazendo. Em vez disso, as pessoas podempassar a maior parte do dia realizando tarefas necessárias que não são de primordial importância, comofica evidente quando devaneiam sobre outros assuntos. Jon, por exemplo, passa dois terços do tempo norestaurante, mas sua principal ocupação em termos de horas não indica o verdadeiro interesse de seucoração.
  4. 4. Da mesma forma, muitos judeus passam longas horas no trabalho, mas esta alocação de tempo dosprofissionais judeus não reflete o que deveria ser sua suprema aspiração na vida, a aspiração queexpressamos duas vezes ao dia quando lemos o Shemá. "Amarás D‟us com todo teu coração..." Apesar detodo o tempo que passamos realizando atividades aparentemente mundanas, o coração de um judeu naverdade anseia por crescer em Torá e construir um relacionamento com seu Criador.Rabi Moshê Feinstein destaca este conceito em uma declaração intrigante que Moshê faz ao povo judeu naporção desta semana da Torá: "Vocês viram tudo que D‟us fez perante seus olhos na terra do Egito…asgrandes provas que seus olhos viram, aqueles sinais, e grandes maravilhas. Porém o Eterno não lhes deu umcoração para conhecer as bondades de D‟us, e e olhos para ver, e ouvidos para ouvir, até os dias de hoje"(Devarim 29:1-3).Os judeus reclamaram em dez ocasiões diferentes sobre as condições inóspitas do deserto no qual D‟us oscolocara, mas jamais reconheceram todos os grandes milagres que D‟us realizou para eles no Egito e nodeserto durante os quarenta anos. D‟us provou constantemente Sua dedicação aos Filhos de Israel, mas elessempre responderam com rebelião e dissensão. Finalmente, naquele dia, ao final de sua jornada pelo deserto,Moshê percebeu que os judeus eram definitivamente dedicados a D‟us.Um acontecimento em particular alterou a opinião de Moshê sobre o povo judeu. No final de sua vida, Moshêcopiou toda a Torá e tentou dar o rolo à família de Levi; eles, mais que qualquer outra tribo, deviam dedicara vida a estudar e ensinar o precioso livro de D‟us ao povo judeu. Rashi relata que o restante do povo judeureuniu-se e disse a Moshê que eles também tinham estado presentes no Monte Sinai quando D‟us outorgou aTorá. Eles afirmaram que presentear este rolo especial da Torá aos Levitas poderia algum dia fazê-los dizerque a Torá fora dada exclusivamente a eles.
  5. 5. Rabi Moshê Feinstein explica que, na verdade, a família de levi jamais faria reivindicação tão audaciosa; éclaro que a Torá completa, mesmo as leis especificamente aplicadas aos levitas, foram dadas a todo o povojudeu. Ao contrário, as outras tribos suspeitaram de algo mais sutil. Os não-levitas, que deviam passar longashoras no trabalho para ganhar o sustento, temiam que os levitas, que tinham a oportunidade de passar o diainteiro mergulhados na Torá, exigiriam exclusividade nas áreas de ensinamento da Torá, e na resolução decomplicados problemas da Lei Judaica. Os não-levitas desejavam assegurar um lugar para si mesmos entre osespecialistas em Torá.Ao exigir um papel ativo na perpetuação da Torá, o povo judeu mostrou o enfoque em seu coração, ereassegurou a Moshê que tinham as corretas prioridades. Ter uma renda é certamente uma necessidade, masnão importa quanto esforço devotem a outras atividades, os judeus devem lembrar-se que a Torá e orelacionamento com D‟us permanecem sendo nosso verdadeiro objetivo de vida.(www.chabad.org.br)
  6. 6. MIDRASHIMA mitsvá de bicurimOs primeiros frutos são trazidos das sete espécies pelas quais Êrets Yisrael é abençoada: trigo, cevada, uva,figo, romã, azeitona e tâmara.Quando o proprietário de um campo nota que o primeiro fruto (de qualquer um dos tipos acimamencionados) começou a amadurecer em seu campo ou pomar, deve amarrar uma fita em volta dele paramarcá-lo como bicurim.Um dos benefícios da mitsvá é a de fortalecer o autocontrole da pessoa. É tentador degustar o primeiro frutomaduro de uma espécie que não estava disponível já há algum tempo. Em vez disso, nós somos obrigados anos refrearmos, e reservá-lo para D‟us.O dono do campo espera até que as várias espécies de frutos tenham amadurecido para levá-los ao BetHamicdash. Se ele calcula que as primeiras frutas irão apodrecer antes de começar sua jornada, ele devepreservá-las. Por exemplo, transformando os figos em figos secos e as uvas em passas. Apesar de que ele sóprecisa dar uma fruta como bicurim, quanto mais ele acrescentar, maior será sua mitsvá. Bicurim sãorecebidos anualmente pelos cohanim entre Shavuot e Chanucá.As frutas devem ser trazidas ao Bet Hamicdash em algum recipiente, como uma cesta, e preferivelmente, umaespécie em cada recipiente. Se todas elas precisam ser colocadas no mesmo recipiente, deve-se proceder daseguinte forma: a cevada por baixo, por cima dela o trigo, acima dele as azeitonas, as tâmaras, as romãs, efinalmente os figos por cima de tudo. Entre cada camada de fruta deve haver uma divisória, como folhas, e acamada de cima é circundada por cachos de uvas.
  7. 7. Como os bicurim eram trazidos para YerushalayimAs cidades de Êrets Yisrael eram agrupadas em distritos. Os habitantes de cada cidade de um mesmo distritose reuniam em um lugar e viajavam juntos para Yerushalayim para trazer os seus bicurim.A mitsvá era engrandecida quando realizada por toda a congregação. Os viajantes descansavam à noite emcéu aberto (evitando assim a possibilidade de ficarem impuros, pois alguém que estivesse numa casa quecontivesse um cadáver, suas primícias se tornariam impuras e portanto inaptas para serem trazidas ao BetHamicdash). De manhã, o líder anunciava: "Levantem-se, e vamos a Tsiyon, à casa do nosso D‟us!"Um boi, que mais tarde seria oferecido como oferenda, ia à frente da procissão; seus chifres cobertos comouro e uma grinalda de folhas de oliva enfeitava sua cabeça. Os viajantes recitavam (Salmos 122:1) "Euficava feliz quando me diziam: „Vamos à Casa de D‟us.‟" Flautistas proviam acompanhamento musical atéque a procissão alcançasse Yerushalayim. Os viajantes paravam nos portões para arranjar e decorar seusbicurim, enquanto avisavam que eles haviam chegado à cidade. Eles eram recebidos por vários cohanim(sacerdotes), leviyim (levitas) e tesoureiros do Bet Hamicdash, que saíam para cumprimentá-los. Ao entrar nacidade os viajantes proclamavam (Salmos 122:2) "Nossos pés estavam em seus portões, Yerushalayim.“Os trabalhadores de Yerushalayim paravam seu trabalho, levantavam-se e cumprimentavam os recém-chegados: "Nossos irmãos de tal cidade, sejam bem vindos!" (Eles assim honravam os cumpridores da mitsvá.Para demonstrar nosso respeito àqueles que estão cumprindo uma mitsvá, nós costumamos nos levantar,como por exemplo quando um bebê é trazido para o Berit Milá.)Os flautistas continuavam a tocar e os viajantes continuavam a recitar os versos dos Salmos até chegarem aoMonte do Templo. Aí todos, inclusive o próprio rei, colocavam suas cestas sobre os ombros e pessoalmenteapresentavam-nas ao cohen.
  8. 8. Quando a procissão entrava na Azará (o pátio do Bet Hamicdash) os leviyim cantavam: "Te louvarei, D‟us,por ter me erguido e não ter deixado meus inimigos regozijarem-se em mim."(Salmos 30:2).Os viajantes tinham anexado pombas aos lados de suas cestas e davam-nas para os cohanim, como oferenda.Com as cestas ainda em seus ombros, cada judeu recitava o verso (Deuteronômio 26:3): "Eu declaro hoje aD‟us, nosso D‟us, que eu vim à terra que D‟us prometeu aos nossos antepassados que a daria para nós." Eleassim reconhecia que D‟us manteve a Sua promessa para com os nossos antepassados, e que ele trouxe parao Bet Hamicdhash um presente de bicurim da sua porção de terra. Enquanto o proprietário segurava a alçada cesta, o cohen colocava suas mão sob esta, e juntos, eles erguiam a oferenda.Lendo a declaração de bicurimA fruta era colocada em frente ao altar (os bicurim eram colocados próximos do altar para simbolizar queeles não eram trazidos para o cohen, mas sim para D‟us, Que os dava de presente aos cohanim). E oproprietário recitava em hebraico o capítulo referente aos bicurim (Deuteronômio 26: 5 -10).Originalmente, aqueles que sabiam ler hebraico recitavam o texto sozinhos, e aqueles que não sabiam, umleitor realizava a mitsvá. Quando os sábios perceberam que os judeus não letrados abstinham-se de trazerbicurim ao Bet Hamicdash, pois tinham vergonha, eles instituíram que o texto fosse lido por um terceiro emqualquer caso. (Similarmente, em tempos passados a Torá era lida na sinagoga por aqueles que eramchamados para recitar a bênção. Já que algumas congregações não sabiam ler, foi instituído que a Torá deveser lida por um expert, comum a todos.)A Torá ordena ao proprietário dos bicurim para ler justamente esta porção da Torá porque ela descreve abondade de D‟us para com os judeus. O proprietário reconhece sua gratidão por tudo que D‟us fez por ele.
  9. 9. O texto relata os sofrimentos e as aflições do nosso povo, pois para apreciar as bênçãos deve ter em mente osinfortúnios do passado. Isso é o que se lê, enquanto se segura os bicurim (versículos encontrados na nossaparashá – Deuteronômio 26:5):"E ele (Yaacov) desceu ao Egito com pouca gente e lá tornou-se um povo poderoso e numeroso. E os egípciosnos maltrataram e nos afligiram e colocaram sobre nós trabalho duro. Nós gritamos para D‟us, D‟us dosnossos pais, e D‟us ouviu nossa voz, e viu nossa miséria, nossa labuta e nossa aflição. E D‟us nos tirou do Egitocom mão forte e braço estendido e com grande temor, com sinais e maravilhas. E Ele nos trouxe para estelugar, e nos deu esta terra, a terra onde jorram o leite e o mel."Já que eu reconheço que tudo o que possuo é graças à bondade de D‟us:"E agora, portanto, eu trouxe as primícias da terra que Tu, D‟us, me deste."Completada a leitura, os bicurim são erguidos uma segunda vez, o proprietário coloca-os ao lado do altar,prostra-se e deixa o Bet Hamicdash. Os bicurim eram distribuídos entre os cohanim que estavam em serviçono Templo Sagrado.Aquele que oferecia os bicurim deveria trazer oferendas e passar a noite em Yerushalayim antes de retornar asua casa. Esta mitsvá era chamada de liná, ou seja, pernoitar em Yerushalayim. Uma das razões parapernoitar lá é que D‟us queria que aquele que oferecia os bicurim, depois de ter comparecido ao BetHamicdash, absorvesse plenamente a santidade de Yerushalayim antes de retornar a seu lar, para que amitsvá tivesse um efeito duradouro sobre ele.A mitsvá de bicurim, as primícias, é um exemplo impressionante dos esforços que os judeus fazem paraembelezar as mitsvot.
  10. 10. Somente um profundo amor para a mitsvá poderia converter o mandamento de "trazer os primeiros frutosao Bet Hamicdash" em um glorioso procedimento – uma festiva procissão até Yerushalayim, o recital dasescrituras acompanhado de música, e a apresentação de cestas de frutos cuidadosamente arranjadas edecoradas para os cohanim.O midrash nos conta:A voz celestialDepois de o judeu ter cumprido a mitsvá de bicurim, uma voz celestial podia ser ouvida no Bet Hamicdash:"Que você tenha o mérito de trazer seus bicurim no próximo ano mais uma vez!"Similarmente, nossos sábios nos contam que dois anjos acompanham o judeu da sinagoga para casa na noitede Shabat – um anjo misericordioso e um anjo negativo. Se as velas de Shabat estão acesas, a mesa posta, ea casa preparada para honrar o Shabat, o anjo bom clama: "Que seja a vontade de D‟us que no próximoshabat seja a mesma coisa!" O anjo negativo vê-se obrigado a responder "Amen". Se, D‟us nos livre, a casanão está preparada para o Shabat, o anjo negativo clama: "Espero que no Shabat que vem seja a mesmacoisa!" E o anjo bom vê-se obrigado e responder "Amen".Sempre que um indivíduo cumpre uma mitsvá, ele cria um anjo que o ajuda a cumprir mais mitsvot.Separação do Maasser e revisão da ToráOs membros da tribo de Levi recebem alguns presentes de Benê Yisrael. Isso inclui terumá (doação) para ocohen e maasser (dízimo) para o levi.
  11. 11. Todo judeu também deve separar o maasser sheni (o segundo dízimo), e comê-lo em Yerushalayim(Parashat Reê). Em alguns anos, deve-se dar também o maasser ani, o dízimo para os pobres, no lugar domaasser sheni.Deve-se seguir algumas leis para cumprir a mitsvá adequadamente. Não se deve separar menos do que umdécimo da colheita da primavera, achando que poderá separar uma parte extra da colheita do outono. Nãose pode também comer o segundo dízimo quando se está enlutado por um parente morto que ainda nãotenha sido enterrado.Quem é que verifica se o indivíduo separou a quantidade adequada de cada tipo de maasser?Ninguém. A Torá ordena que a cada três anos, todo indivíduo deve verificar a si próprio, se ele separou asquantidades certas de maasser do seu produto. Se perceber que não, ele deve separar o maasser naquelahora e dá-lo para um levi.Deve-se também separar terumá e chalá (uma parte da massa) para o cohen. Se não separou o segundodízimo, ele deve fazê-lo naquele momento e trazê-lo para Yerushalayim. Assim também, se não tirou odízimo dos pobres quando tinha de fazê-lo, deve dá-lo agora para os necessitados.No último dia de Pêssach do quarto e do sétimo ano de cada ciclo de shemitá (ano sabático), o judeu deveproferir o vidui maasser (a confissão do dízimo), que atesta que ele cumpriu todas as leis de maasser. Isto oajuda a ser cuidadoso ao separar os dízimos corretamente. Depois da confissão, pede-se a D‟us que abençoeBenê Yisrael com chuva e produtos deliciosos:"Eu cumpri meus deveres; agora Tu, D‟us, cumpre a Tua parte: observe da residência da Tua santidade,dos Céus, e abençoe o Teu povo, Israel, e a terra que Tu nos deste assim como prometeste para os nossospais, uma terra onde as frutas são gordas como o leite e doces como o mel."
  12. 12. Enquanto os judeus separassem os dízimos, as frutas teriam sabor e aroma deliciosos e seriam suculentas;quando eles parassem, estas bênçãos cessariam. Por que esta declaração é chamada de "confissão", apesar denão mencionar nenhum pecado?Se Benê Yisrael não tivessem idolatrado o bezerro de ouro, o serviço Divino permaneceria como privilégio dosprimogênitos, e todas as casas judias poderiam ser um templo sagrado. Somente por causa da recaídaespiritual do povo tornou-se necessário retirar dízimos de casa para dá-los aos cohanim e leviyim. Por isso,nós confessamos.Revisão da ToráMoshê completou a revisão da Torá e o ensinamento das mitsvot. (O resto das parashiyot do livro de Devarimreferem-se a fortificar a observância da Torá: escrever a Torá em pedras ao atravessar o rio Jordão; um novopacto com Benê Yisrael; predições sobre o futuro; e admoestação para retornar a D‟us em tempos deangústia.Agora Moshê exortou Benê Yisrael: "Vocês receberam a Torá há quarenta anos no Monte Sinai, porém seusensinamentos devem ser todo dia novos e frescos para vocês como se fosse o primeiro dia que vocês osouviram. O objetivo do estudo da Torá é para saber a vontade de D‟us e para cumpri-la de todo o coração (enão mecanicamente)."Vocês proclamam diariamente a unicidade de D‟us através do versículo „Shemá Yisrael – ouça Yisrael.‟ "Emretorno, D‟us declara que vocês também são únicos: „E quem é como o teu povo, Israel, uma nação na Terra‟(Shemuel II 7:23)! "Ele lhes prometeu na outorga da Torá que vocês são Sua preciosa nação. Já que vocêsestudam Sua Torá e são uma nação sagrada, vocês serão reconhecidos como supremos por todas as nações eelas os louvarão.“ D‟us e o povo de Israel são inseparáveis.
  13. 13. Bênçãos e advertênciasNa Parashá de Bechucotai, no livro de Vayikrá, D‟us prometeu bênçãos para Benê Yisrael por cumprirem aTorá e punições – D‟us nos livre – por deixá-la.Moshê estava muito preocupado. Ele temia que depois de sua morte o povo judia trangredisse a Torá! Porisso, pediu a D‟us: "Posso dar aos judeus mais bênçãos e advertências?" D‟us concordou com o pedido deMoshê. Quando Moshê expressou estas bênçãos e advertências adicionais, o Ruach Hakodesh (Espírito deProfecia) pairou sobre ele. A maioria das punições que ele predisse ocorreram na época da destruição dosegundo Bet Hamicdash.Assim como explicado anteriormente, as bênçãos não são a recompensa final pelo cumprimento da Torá,assim como as maldições não são a punição final pela violação desta. Um pagamento completo pelas mitsvotserá dado somente no Mundo Vindouro. Até certo ponto, se o povo judeu cumpre a Torá plenamente, D‟us olivra de preocupações materiais e o abençoa com abundância para lhes dar a oportunidade de cumprir maismitsvot. Por outro lado, se negligenciam a Torá e as mitsvot, D‟us os pune com sofrimentos, que limitam suasoportunidades de cumprir mitsvot.As bênçãos e as maldições, então, indicam para o povo judeu se eles estão ou não seguindo o caminhocorreto. Se forem afligidos por uma ou mais maldições, eles devem reconhecer que o seu comportamentopossuí falhas e devem reparar seus caminhos.SucessoD‟us nos promete sucesso em nossos negócios na cidade (pelo mérito das mitsvot que nós cumprimos comomoradores urbanos – mitsvot como viver em uma sucá em sucot, afixar mezuzot em nossas portas, e cercarnossos terraços e tetos).
  14. 14. Igualmente, nossos campos serão abençoados (pelo mérito do cumprimento das mitsvot associadas à agricultura –dando parte da colheita para os levitas e necessitados).Ele abençoará nossas crianças, nossa produção e nossos animais."Abençoado serás em sua chegada, abençoado serás em sua saída!" Serás abençoado ao entrar na casa de estudos eao sair para os teus negócios. (D‟us promete abençoar o judeu que faz da sua "chegada à casa de estudos" i.e., oestudo da Torá, como o principal objetivo de sua vida.)Os Tefilin são como uma coroaOs tefilin na cabeça são uma coroa especial de D‟us. Quando um tsadic coloca os tefilin, os não judeus o temem poisele está carregando o nome de D‟us.Lemos na história de Purim que Mordechai tornou-se um ministro do rei. Deram-lhe cinco peças de roupa reais paravestir, e uma coroa para colocar em sua cabeça. Sobre a coroa, Mordechai colocou os tefilin. Quando os gentios viramos tefilin, tsentiram um temor e respeito intensos por Mordechai, dizendo um para o outro: "Ele está usando osímbolo de D‟us!"Nossos sábios nos contam sobre Rav Abin, que certa vez foi convocado para comparecer perante o imperador. Aofinal da audiência, Rav Abin deveria ter andado para trás, para não dar as suas costas para o imperador, como era ocostume naquele país. Em vez disso, Rav Abin virou-se e simplesmente foi andando. Ele não percebeu ter cometidoum crime imperdoável. O imperador estava para ordenar a execução do Rav Abin, quando de repente, viu duasfaixas de fogo saindo dos tefilin dele. "D‟us está com este homem!" – pensou o imperador, com um tremor. Ele nempensou em prendê-lo. O seguinte versículo havia se realizado com o Rav Abin: "As nações perceberão que vocêscarregam o nome de D‟us (nos tefilin), e elas os temerão.“ D‟us outorgará bênçãos extraordinárias sobre as suascrianças, animais e produção. Ele abrirá os Portões Celestiais de abundância e os regará com extraordináriabondade. Vocês serão capazes de emprestar dinheiro para os gentios, e não precisarão tomar nada emprestado. Vocêsserão altamente estimados pelas nações e não desprezados.As acima citadas são dadas sob condição de estrita aderência às mitsvot de D‟us, para que as estude e as cumpra.Alguns dos versículos acima mencionados fazem parte da oração semanal "Veyiten Lechá" recitada todo sábado ànoite após a Havdalá.
  15. 15. A repreensão DivinaQuando Moshê começou a citar as palavras de repreensão, a Terra foi sacudida, os Céus tremeram, o Sol e aLua escureceram, as estrelas perderam o seu brilho, os patriarcas choraram em seus túmulos, as criaturassilenciaram, e os galhos das árvores não mais oscilavam.Os patriarcas protestaram: "Como nossos filhos serão capazes de agüentar estas punições? Talvez elesperecerão, pois não terão méritos suficientes para protegê-los e ninguém rezará por eles!"Uma voz Celestial soou das Alturas: "Não temam, patriarcas dos judeus. O juramento que Eu fiz para vocêsnão será violado, e Eu os protegerei".Moshê explicou: "As maldições de D‟us só terão efeito se vocês não cumprirem Suas mitsvot (é sua escolha deevitar que elas se tornem realidade)."– A maldição pairará sobre os negócios, sobre a produção, sobre os filhos e os animais.– Confusão e doença– Seca e derrota– Pavor de doenças de pele e confusão mental, falta de conselhosA Torá prediz que se os judeus deixarem a Torá, eles serão como "cegos no escuro". Além de se sentirem(espiritualmente) perdidos e confusos, eles sentirão falta de alguém que poderia ajudá-los e guiá-los.
  16. 16. – Fracasso e frustração– Exílio: Se as desgraças que ocorrerem na sua própria terra não os direcionarem de volta para D‟us, vocêsserão por fim exilados.– Desolação da terra e degradação daqueles que continuam em Êrets Yisrael. Moshê então explicou que D‟uspune medida por medida:"Já que vocês não serviram D‟us, seu D‟us, com alegria e com júbilo do coração ao aproveitar o grandenúmero das Suas bênçãos, vocês devem, portanto, servir seus inimigos, os quais D‟us mandará contra vocês,com fome, sede, nus e com incontáveis necessidades."* Se vocês não quiserem servir a D‟us, vocês terão que servir a não-judeus.* Se vocês não quiserem contribuir para o Bet Hamicdash, terão que pagar tributos para o governo dosinimigos.* Se vocês não repararem as estradas para aqueles que viajam para o Bet Hamicdash, vocês terão quereparar as estradas para os reis.* Se vocês não servirem a D‟us com alegria em tempos de prosperidade, vocês terão que servi-Lo com fome enecessidades.– Um povo de um país distante sitiará Yerushalayim, e virão a fome e o sofrimento como resultado– O destino dos exilados se eles não cumprirem a ToráQue aqueles que estiverem exilados não acreditem que com a expulsão da terra, D‟us os livrou da obrigaçãode cumprir a Torá!– Dispersão global, medo do futuro, retorno ao Egito.(www.chabad.org.br)
  17. 17. Os primeiros a se arrependeremDe acordo com a tradição, foi em Rosh Hashaná que Cayin (Caim) assassinou seu irmão Hevel (Abel).Abel jazia imóvel na grama. Cayin percebeu que havia matado seu irmão. "O que farei com o corpo?"pensou ele, completamente perdido, pois jamais havia visto um cadáver antes, e não sabia o que fazer comele.Sons de pios altos e ferozes fizeram-no erguer os olhos. Viu dois corvos lutando sofregamente. Por fim, umdeles caiu ao solo e lá ficou, sem vida como seu irmão Hevel. O pássaro vitorioso começou a cavar umburaco no chão, com o bico e as garras. Rolou o corpo do pássaro morto até lá, cobrindo-o com terra eafastou-se voando.Cayin agora sabia o que fazer. Cavou um túmulo no solo e lá colocou o corpo do irmão, cobrindo-o comterra. "Devo fugir daqui," pensou ele. Ouviu então uma voz celestial: "Acha que pode fugir de Mim? Ondeestá seu irmão Hevel?"Cayin amedrontou-se. "Não sei," replicou ele. "Por acaso sou o guardião de meu irmão?""Seu tolo filho do homem", disse Dus novamente. "Não pode esconder coisa alguma de Mim!"O coração de Cayin estava repleto de remorso. Sentia-se profundamente triste pelo que fizera. "Meu pecadoé muito grave até mesmo para o perdão Divino?", gritou angustiado.Dus olhou para dentro do coração de Cayin, e viu que ele estava verdadeiramente arrependido. Dus disseentão: "Como você se arrependeu honestamente, com todo seu coração, aliviarei o seu castigo. Pouparei suavida, mas será um andarilho errante e sem descanso até o fim de seus dias; então você, também, morrerápelas mãos de um homem."Cayin iniciou sua caminhada. Seu pai Adam o viu. "Por que está tão triste, meu filho?", perguntou-lhe.Cayin contou o que havia acontecido.
  18. 18. "O poder do arrependimento é tão grande?", exclamou Adam. "É uma pena que eu não o soubesse antes."Adam então rezou a Dus para que o perdoasse pelo seu pecado de comer do fruto da árvore proibida.Orou com todo seu coração, e Dus aceitou seu arrependimento sincero e o perdoou.Cayin e Adam foram os primeiros a se arrepender, e foram perdoados - em Rosh Hashaná.
  19. 19. PEDIDOS –“refuát hanefesh urefuát hagúf”Pedimos que rezem pelo pronto restabelecimento de:
  20. 20. ANUNCIE AQUIVOCÊ DE CAMPINAS E REGIÃO QUE NÃO TEM ACESSO FÁCIL À ARTIGOS JUDAICOS TAIS COMO, LIVROS, TORÁ, VINHOS, VELAS, MEZUZÓT, PERGAMINHOS, CAMISETAS COM TEMAS JUDAICOS, E OUTROS ARTIGOS RELIGIOSOS, ESTÁ FUNCIONANDO EM CAMPINAS, NA RUA GENERAL OSÓRIO 698 1º PISO (PRÓXIMO AO MERCADÃO MUNICIPAL – REGIÃO CENTRAL DE CAMPINAS) A MAIS NOVA LOJA DE ARTIGOS JUDAICOS,“MORASHÁ”. É DO NOSSO AMIGO E COMPANHEIRO NA CAUSA ANUSSIM Shimon Melachim (Alecsandro Reis). PREÇOS ACESSÍVEIS!! CONFIRAM!! CHAZAK U’BARUCH E MAZAL TOV PELA INICIATIVA!!! CONTATOS: (19) 3232-8121 / 8154-2339
  21. 21. NOTÍCIAS O Artista e o RabinoSaindo do Muro das Lamentações, esperava por Roberto Carlos o Rabino Shmuel Rabinovich, a mais importante autoridade judaica da Cidade Velha, responsável por quase todos os lugares sagrados de Israel. Fato raro o Rabino estar no domingo à tarde no local, o que causou comoção nos judeus que por ali passavam e não conheciam a pessoa merecedora de tal distinção. Mas o Rabino sabia quem era Roberto Carlos e por isso foi ali, saindo de sua rotina de livros, estudos e educação para participar de um mundo fora da religião. O Rabino agradeceu pela presença do artista estar no Muro das Lamentações e deu-lhe uma benção dizendo que esperava que todas as graças por ele pedidas e o para as pessoas que desejou, fossem atendidas. E ainda contou que quando o Rei Salomão construiu o primeiro templo pediu a Deus que todas as preces e todas as orações de qualquer pessoa, judeus ou não, fossem ouvidas. Mas o que levou Roberto Carlos a encher os olhos de lágrimas foi ouvir que “poucas pessoas têm o dom de cantar, e quem tem o dom de cantar tem uma alma muito forte e com isso a sua voz pode alcançar os mundos mais próximos de Deus”. (Rua Judaica)
  22. 22. NOTÍCIAS Premiê de Israel comete gafe e dá Ariel Sharon como morto O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, cometeu uma gafe durante um discurso ao falar do ex- premiê Ariel Sharon, que está em coma desde 2006, como se ele já estivesse morto. Durante uma cerimônia para a filha do ministro do Interior, Eli Yishai, por ocasião de seu casamento, Netanyahu disse que o único líder israelense que conseguiu reformar a habitação nos últimos 50 anos foi Ariel Sharon, e completou: "Que sua memória seja abençoada".Ao perceber seu erro, Netanyahu se desculpou e desejou "longa vida" a Sharon, que foi seu antecessor no cargo. Em 2010 o ex-premiê foi transferido de um hospital em Tel Aviv para sua fazenda no Negev, sul de Israel, a pedido da família. A esposa de Sharon foi enterrada no local. Na ocasião, médicos disseram que Sharon permanecia em estado vegetativo mas em condição estável. (Rua Judaica)
  23. 23. - CULINÁRIA SEFARADI -LEICKERINGREDIENTES13 ovos (separe as gemas e as claras)3 copos (250 ml)de açúcar¾ de copo (250 ml) de água morna¾ de copo (250 ml) de óleo3 copos (250 ml) de farinha de trigo2 col. (chá) de vanilina2 col. (chá) de fermento em pó4 col. (sopa) de chocolate em póMODO DE PREPAROBata as gemas com o açúcar até ficar uma mistura esbranquiçada. Acrescente a água, o óleo e torne a bater.Adicione a farinha e a vanilina.Unte uma fôrma grande, de buraco no meio, e polvilhe de farinha de trigo.Bata as claras em neve e acrescente-as à massa (sem bater).Junte o fermento e misture delicadamente (com uma colher de pau) de cima para baixo, sem bater.Despeje metade da massa na fôrma.Adicione o chocolate em pó ao restante da massa, misture delicadamente e despeje na fôrma por cima damassa branca.Asse em forno moderado, preaquecido, até que, ao enfiar um palito, este saia seco e limpo.
  24. 24. A OBRA DO RESGATE PELO BRASILPossa Ha Kadosh Baruch Hu bendizer à todos vocês. SHABAT SHALOM PARA TODOS OS QUE RECEBEM E PRESTIGIAM O HA-LAPID BRASIL.
  25. 25. A OBRA DO RESGATE PELO BRASILFoi realizado mais um Kabalat Shabat na residência dos queridos Iranildo Lopes (Iaaqob) e Ana Lopes. Desfrutamos de uma verdadeira festa, com um banquete preparado pela referida família e todos daAssociação Sefaradita Beit Melech de Campinas. Na ocasião recebemos a visita da família do Srº Macedo (Iaaqob Elbaz) e do Srº Matitiahu. Também nos reunirmos a na manhã de Shabat e realizamos juntosMincha de Shabat. Possa Ha Kadosh Baruch Hu dar Saúde, Força e União à todos nós. Shabat Shalom à todos.
  26. 26. ANÚNCIOS INFORMAMOS AOS LEITORES, QUE SE ENCONTRA DISPONÍVEL UMA ÓTIMA FONTE DE PESQUISA E ESTUDOS, O SITE MEMORIAL BRASIL SEFARAD. O Memorial Brasil Sefarad nasceu como uma organização dedicada à pesquisa, divulgação e preservação da memória dos judeus sefarditas (judeus ibéricos) e de seus descendentes no Brasil. Mantido com recursos próprios e trabalho voluntário, o Memorial atua em 4 campos de ação: 1) pesquisa direta; 2) fomento à pesquisa - bolsas de pesquisa; 3) divulgação - através do site e de material impresso; 4) auxílio a comunidades de descendentes. Maiores informações no site: www.brasilsefarad.com/joomla/JÁ DEVERIA TER POSTADO HÁ MAIS TEMPO, MAS NUNCA É TARDE. SEGUE UM IMPORTANTÍSSIMO SITE ONDE ENCONTRAMOS TODOS OS PRODUTOS QUE SÃO AUTORIZADOS AO NOSSO CONSUMO E USO, COM AUTORIZAÇÃO DO BEIT DIN . http://www.bdk.com.br/default.aspx O PORTAL AMAZÔNIA JUDAICA ESTÁ DE VOLTA!!! NOVO SITE, NOVO VISUAL, MUITAS NOVIDADES, VENHA CONHECER E DESFRUTAR!!! ACESSEM: www.amazoniajudaica.org PRESENTEI AMIGOS E PARENTES COM A MAIS NOVA HAGADÁ DE PESSACH SEFARADI. ENTRE AGORA NO SITE!!!
  27. 27. HA –LAPID BRASILÉ um periódico semanal nascido na Associação Morashá Benei Ia‟aqob do Varjão, Brasília,tendo como idealizador o Srº Elias José Lourenço de Israel. É distribuído entre ascomunidades judaicas, instituições e amigos desta causa.Contatos, dúvidas e idéias: yaakovtsurbenovadiah@gmail.com ou yaakov@ha-lapidbrasil.com.brWeb: www.ha-lapidbrasil.com.br

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