Estética de si

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Trabalho escolar realizado por estudantes do ensino médio integrado ao técnico nas aula de Sociologia sobre o livro didático de Sílvio Gallo, Ética e Cidadania.

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Estética de si

  1. 1. ESTÉTICA DE SI Jeovana Ceresa Bruna Aparecida Tomazi Beatriz Caroline Rodrigues
  2. 2. I. Introdução Na Antiguidade Clássica, os gregos usavam uma bela imagem para descrever o ser humano: cada um de nós é semelhante a um pequeno barco que deve atravessar um oceano. Devemos realizar nossa travessia no tempo. Somos seres temporais: nascemos e vamos morrer. A consciência da morte nos remete a nossa condição temporal. A vida se constitui nesse movimento incessante que nos atravessa desde o nascimento
  3. 3. e continuará após nossa morte. Assim, a morte deve ser entendida como um acontecimento a mais nesse movimento que é a vida. Muitas vezes, as condições temporais são adversas para a travessia da vida: no oceano da vida, tempestades são constantes. Nosso desejo de viver é guiado pela possibilidade de alcançar a felicidade: cabe a nós fazer da vida uma obra de arte. Nossas escolhas nos fazem.
  4. 4. II. A ética como uma estética da existência A vida é o nosso mármore, devemos esculpi-lo, criar um estilo, uma forma de viver, um jeito de ser feliz e, assim, afirmar a beleza. Dar forma à vida é a tarefa ética que nos compete como seres humanos. Nisso, exercemos nossa condição de liberdade.
  5. 5. A moral é o sistema de valores que sustenta a vida humana. Esses valores sustentam a vida humana Esses valores são, assim, dados como “universais” Esses valores sempre existiram e sempre existirão: são válidos em qualquer época e lugar.
  6. 6. Nietzche O filósofo suspeitou que os conceitos de bem e mal possuíam uma “raiz” em comum. A moral é imposta por aqueles que possuem o poder de afirmação do bem e do mal.
  7. 7. O filósofo estabeleceu a distinção entre a moral dos fortes e dos fracos Os fortes determinam o bem, excluindo tudo o que representa o mal. Os fracos vêm a vida como uma fardo pesado, pois não são criativos. É vida é por eles considerada uma pena, um sacrifício.
  8. 8. III. O estilo e a singularidade de cada um Dar forma à vida é criar um estilo. Assim, para se transformar é necessário agir como artista: apoderar-se do estilo e inscrever seu desejo na matéria do mundo. Para conduzir o barco da vida, é preciso coragem e determinação. Viver não é uma tarefa fácil: exige um gesto de heroísmo.
  9. 9. Descrição: Anjo, uma representação do bem
  10. 10. Descrição: Lúcifer, um anjo caído Escultura de Guillaume Geefs (1848)
  11. 11. Descrição: Eros e Psiké, uma história de amor na mitologia grega
  12. 12. AGRADECEM Jeovana Ceresa Bruna Aparecida Tomazi Beatriz Caroline Rodrigues
  13. 13. Enquete 1. A vida é precisa? Existe ‘destino’? 2. Para que estamos aqui? Qual é nossa ‘missão’, se ela realmente existe? 3. Como podemos distinguir o bem do mal? 4. Antigamente, que símbolos eram tachados como ícones do mal? E do bem? E atualmente? A situação é a mesma? 5. Ciência e Religião: quem é o vilão e quem é o mocinho? As perguntas seguintes são de caráter pessoal.

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