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Referências 
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Referências 
! GHEMAWAT, P. Competition and business strategy in historical perspective. Business 
history review, v. 76, ...
Referências 
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Referências 
! OCDE, (2011). ISIC Rev. 3 technology intensity definition. Disponível em: 
<http://www.oecd.org/sti/industr...
Referências 
! PORTER, Michael. Clusters and the new economics of competition. Harvard 
business review, nov.dez. 1998, p....
Referências 
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Anteprojeto de tese apresentado ao Grupo de Pesquisa http://isepeufpr.blogspot.com com o título Inovação como Fator Estratégico de Empresas Localizadas em Clusters Industriais de Alta Intensidade Tecnológica: uma análise multi-casos a partir da teoria das configurações

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Inovação como Fator Estratégico de Empresas Localizadas em Clusters Industriais de Alta Intensidade Tecnológica: uma análise multi-casos a partir da teoria das configurações

  1. 1. Universidade Federal do Paraná Programa de Pós graduação em Administração Doutorado em Administração Anteprojeto de Tese Inovação como Fator Estratégico de Empresas Localizadas em Clusters Industriais de Alta Intensidade Tecnológica: uma análise multi-casos a partir da teoria das configurações Doutorando: Marcos Ferasso Orientador: Prof. Dr. Fernando Antonio Prado Gimenez 1
  2. 2. Introdução ! Objetivo: ! Investigar a forma com que empresas localizadas em clusters industriais de alta intensidade tecnológica utilizam a inovação como um fator estratégico, à luz da teoria das configurações. 2
  3. 3. Introdução ! Inovação: ativo estratégico. ! Dificuldades na assimilação da inovação: !Empresa: Complexidade, velocidade, capacidade absortiva. !Ambiente: recursos, tecnologias, especialistas; forças competitivas. 3
  4. 4. Introdução ! Setores de alta intensidade tecnológica: !Recursos, tecnologias e especialistas extremamente específicos. !Indústria de elevado risco e custosa. 4
  5. 5. Introdução ! Clusters industriais: !Acesso a ativos tangíveis (Wernerfelt, Barney) e intangíveis (Carmeli). !Teece: ativos como fontes de vantagem competitiva. !Produção de inovações com maior rapidez. !Retorno dos investimentos. !Inovação como ativo estratégico. 5
  6. 6. Introdução ! Clusters industriais – conceito: !Aglomerações de empresas interdependentes, localizadas em um espaço geográfico, recebem suporte de uma infraestrutura institucional. !Proximidade geográfica e cognitiva. !Interações entre atores locais. 6
  7. 7. Introdução ! Compreensão das configurações de empresas em setores de alta intensidade tecnológica: !Khandwalla. !Miller e Mintzberg. 7
  8. 8. Meta-estudo ! Inovação & Estratégia & Empresas & Clusters de alta intensidade tecnológica & configurações: !Resultados até agora inexistentes. !Bases consultadas: Science Direct, ProQuest, Web of Knowledge, Periódicos CAPES. 8
  9. 9. Justificativa ! Contribuição teórica: !Forma com que a inovação é utilizada como fator estratégico por empresas de clusters. ! Contribuição prática: !Auxiliar empresas na identificação, manutenção e exploração de inovações como ativos estratégicos. 9
  10. 10. Justificativa ! Contribuição para políticas públicas: ! Direcionar estímulos aos clusters para obtenção de vantagens competitivas nacional e internacional. 10
  11. 11. Referencial Teórico ! Estratégia: Henderson (1989); Quinn, Mintzberg e James (1988); ! Vantagem competitiva: Porter (1996) ! Alocação de recursos: Ghemawat (2002). ! Inovação: Schumpeter (1985); Christensen (1999); Christensen et al (2004); Utterback e Acee (2005). 11
  12. 12. Referencial Teórico ! Coopetição e oportunismo: Grandori e Neri (1999); Williamson (1979). ! Clusters e os recursos: Dagnino e Padula (2002); Pedrozo e Hansen (2001); Marshall (1920); Porter (1989, 1998). ! Cluster e a inovação: Rosenfeld (1997); Engel e del- Palacio, 2009); Casper (2007); Debresson (1989). 12
  13. 13. Referencial Teórico ! Empreendedorismo em alta intensidade tecnológica: Kasabov (2013); Youli e Huiwei (2011); Fairline e Chatterji (2009); Guimarães e Azambuja (2010), Henderson e Clark (1990), Guimarães (2010); Ryan e Giblin (2012). ! Empreendedorismo estratégico por meio da inovação: Ireland e Webb (2007); Soriano e Huarng (2013). 13
  14. 14. Referencial Teórico ! Chatterki, Glaeser e Kerr (2013): !Apontaram subsídios para os elaboradores de políticas públicas (EUA), !Encorajar o empreendedorismo e a inovação por meio dos clusters industriais. !Resultados não foram analisados pela abordagem da configuração. 14
  15. 15. Método de Pesquisa ! Empresas de alta intensidade tecnológica: OCDE (2011). ! Setores: aeroespacial, fabricação de aviões, farmacêutico, manufatura de computadores, fabricação de equipamentos de comunicações, manufatura de equipamentos de precisão (Medicina). 15
  16. 16. Método de Pesquisa ! Diretores de empresas (Usunier et al., 1993). ! Empresas à serem melhor definidas. ! Comunidade Europeia: região mais inovadora do mundo (OCDE, 2009). 16
  17. 17. Método de Pesquisa 17
  18. 18. Método de Pesquisa 18
  19. 19. 19
  20. 20. 20
  21. 21. Método de Pesquisa ! Comunidade Europeia: 29,64% dos clusters mundiais (Cluster observatory, 2013). ! Multi-casos: triangulação de dados (Yin, 2005) e entrevistas. 21
  22. 22. Cronograma ! 2014: Disciplinas. ! 2015: Disciplinas, ensaio teórico, projeto de tese, solicitação de bolsa para estágio doutoral. ! 2016: Estágio doutoral – (à confirmar). ! Pesquisas de campo: França, Espanha, Itália, Polonia, Turquia e Alemanha. Estados Unidos. ! Análise de dados. ! 2017: Redação da tese. Defesa. 22
  23. 23. Referências ! BATHELT, H. Geographies of production: growth regimes in spatial perspective (II) – knowledge creation and growth in clusters. Progress in Human Geography, v. 29, 2005. ! BEAUDRY, Catherine, BRESCHI, Stefano. Are firms in clusters really more innovative? Economics of innovation and new technology, v. 12, n. 4, 2003, p. 325-342. ! CARMELI, A. High- and low-performance firms: do they have different profiles of perceived core intangible resources and business environment? Technovation, v. 21, 2001. ! CASTRO, Claudio de Moura. A prática da pesquisa. São Paulo: McGraw Hill, 1977. ! CHRISTENSEN, C. M. Innovation and the General Management. Boston: Irwin McGraw-Hill, 1999. 23
  24. 24. Referências ! CHRISTENSEN, C. M. Seeing What’s Next: using the theories of innovation to predict industry change. Boston: Harvard Business School Press, 2004. ! Cluster Observatory. Europe. Disponível em: <http://www.clusterobservatory.eu/ index.html#!view=regionalmapping;i=V11110;y=2011;r=NC10;rsl=0;rp=NC10;s=CC20- STND;sp=CC20-STND;p=map;ll=52.142163,25.748438;z=4>. Acesso em 24/Set./2013. ! COHEN, Wesley M.; LEVINTHAL, Daniel A. Absorptive capacity: a new perspective on learning and innovation. Administrative Science Quarterly, n. 35, 1990. ! DEBRESSON, Chris. Breeding innovation clusters: a source of dynamic development. World development, v. 17, n. 1, 1989, p. 1-16. ! FAIRLIE, R. W., CHATTERJI, A. High-technology entrepreneurship in silicon valley opportunities and opportunity costs. 2009. Rochester: Disponível em: <http:// search.proquest.com/docview/1095318110?accountid=26636>. Acesso em 24/09/2013. 24
  25. 25. Referências ! GHEMAWAT, P. Competition and business strategy in historical perspective. Business history review, v. 76, n. 1, 2002. ! GUIMARÃES, S. K. High-tech entrepreneurship in brazil in the knowledge intensive business services. 2010. Disponível em: <http://search.proquest.com/docview/ 754038672?accountid=26636>. Acesso em 24/09/2013. ! GUIMARÃES, S. M. K., AZAMBUJA, L. R. High-tech entrepreneurship in brazil: Economic conditions, political and cultural. Sociedade e Estado, 2010, v. 25 n. 1, 93-121. ! HENDERSON, B. D. The origin of strategy. Harvard business review, Nov./Dec., 1989. ! HENDERSON, R. M.; CLARK, K. B. Architectural innovation: the reconfiguration of existing product technologies and the failure of established firms. Administrative Science Quarterly, v. 35, 1990. 25
  26. 26. Referências ! KASABOV, Edward. Start-up difficulties in early-stage peripheral clusters: the case of IT in an emerging economy. Entrepreneurship theory & practice, (no prelo). 2013. ! KHANDWALLA, P. N. The desing of organizations. New York: Harcourt Brace Jovanovich, 1977. ! KRAMER, Jan-Philipp, MARINELLI, Elisabetta, IAMMARINO, Simona, DIEZ, Javier Revilla. Intangible assets as drivers of innovation: empirical evidence on multinational enterprises in German and UK regional systems of innovation. Technovation, v 31, 2011, p. 447-458. ! MARSHALL, A. Industry and trade. London: Macmillan, 1920. ! MILLER, D., MINTZBEG, H. The case for configuration. In: MORGAN, G. (org.). Beyond method: strategies for social research. New Delhi: Sage, 1985. 26
  27. 27. Referências ! OCDE, (2011). ISIC Rev. 3 technology intensity definition. Disponível em: <http://www.oecd.org/sti/industryandglobalisation/48350231.pdf>. Acesso em 19/Fev./2013. ! OCDE. Regional innovation mapper. 2009. Disponível em: <http:// oecdwash.org/innovationmapper/>. Acesso em 24/09/2013. ! PENROSE, E. The theory of the growth of the firm. New York: Oxford University Press, 1959. ! PORTER, M. What is strategy? Harvard business review, Nov./Dec., 1996. ! PORTER, Michael. A Vantagem Competitiva das Nações. Rio de Janeiro: Campus, 1989. 27
  28. 28. Referências ! PORTER, Michael. Clusters and the new economics of competition. Harvard business review, nov.dez. 1998, p. 77. ! PORTER, Michael. Competitive advantage: creating and sustaining superior performance. New York: Simon & Schuster Inc., 1985. ! QUINN, J. B., MINTZBERG, H., JAMES, R. M. The strategy concept. In: QUINN, J. B., MINTZBERG, H., JAMES, R. M. The strategy process: concepts, contexts and cases. Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice Hall, 1998, cap. 1. ! ROSENFELD, Stuart A. Bringing business clusters into the mainstream of economic development. European planning studies, v. 5, n. 1, 1997. ! SCHUMPETER, J.A. (1985). A teoria do desenvolvimento econômico. São Paulo: Abril. 28
  29. 29. Referências ! TEECE, David J. Strategies for managing knowledge assets: the role of firm structure and industrial context. Long Range Planning, v. 33, 2000. ! USUNIER, Jean-Claude; EASTERBY-SMITH, Mark; THORPE, Richard. Introduction à la Recherche en Gestion. Paris : Economica, 1993. ! UTTERBACK, J. M., ACEE, H. J. Disruptive technologies: an expanded view. International Journal of Innovation Management, 2005, v. 9, n. 1, p. 1-17. Imperial College Press [20 December 2007]. ! WERNERFELT, Birger. A resource-based view of the firm. Strategic Management Journal, v. 5, 2, 1984. ! WILLIAMSON, O. E. The mechanisms of governance. New York: Oxford University Press, 1996. ! YIN, R. Estudo de caso: planejamento e métodos. 3. ed., Porto Alegre : Bookman, 2005. 29

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