Estudos literários na era do digital - Sandra Boto

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Sandra Boto - Estudos Literários na era digital: Ordenar o caos
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Tema: Leitura Digital.
Universidade do Algarve - 10 de maio 2016

Publicada em: Educação
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Estudos literários na era do digital - Sandra Boto

  1. 1. Ordenar o caos Sandra Boto 10/05/2016
  2. 2. * “Y esta posibilidad de abrir nuevos modelos comerciales tendrá que ir de la mano de propuestas de nuevas modalidades textuales: frente al texto, a ese complejo universo tan sólo formado por la escritura, que ha impuesto como modelo de transmisión el libro impreso (desde el siglo XVI, no se olvide), donde el lector no puede interactuar con el mismo, ahora es necesario seguir indagando y ofreciendo nuevos productos textuales en formato digital. Y no nos referimos tanto al desarrollo de nuevos modelos de textualidad, todavía en una primera fase de experimentación, como a los materiales con que se pueden enriquecer las novedades editoriales que quieren ofrecerse en el nuevo mercado editorial que posibilita la tecnología digital, donde se fomenten otros modelos de comunicación entre el autor, el texto y el lector, donde se potencie la interactividad del lector y su posible comunicación con el autor, etc.” (José Manuel Lucía Megías, Elogio del texto digital, 2012, p. 74)
  3. 3. * *“Todos queremos saber que decía Aristóteles, pero el saber es arduo y ocupa lugar. Sería un error suprimir el libro de papel: objeto acabado con una forma tan específica como significativa, y de un autor por lo común identificado. La red de redes debe convivir con los otros formatos textuales. La forma es parte del mensaje, y su eliminación conduce a lo informe, lo deforme o la desinformación”. (António Barnés, Elogio del libro de papel, 2014, p.22) *“Las posibilidades que abre Internet al saber humano son enormes. Pero las posibilidades por sí solas no son suficientes. Internet ofrece un universo cognoscible, pero el ser humano es el que conoce, el cognoscente.” (Op. cit, p. 55)
  4. 4. * Projecto Gutenberg http://www.gutenberg.org/wiki/PT_Principal * Google Books * http://books.google.com/ * Europeana http://www.europeana.eu/ * Wikisource * http://wikisource.org/wiki/Main_Page * Bibliotecas Digitais e repositórios, exs: * Les Bibliotèques Virtuelles Humanistes: http://www.bvh.univ-tours.fr/ * BND: http://purl.pt/index/geral/PT/index.html * Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes: * http://www.cervantesvirtual.com/ * Repositório Científico de Acesso Aberto Nacional: http://www.rcaap.pt/
  5. 5. Philos (amor, carinho) + logos (palavra, razão)
  6. 6. *“Digital Humanities is a quickly evolving interdisciplinar activity that not only transfers to digital media but also radically extends the potential uses and impacts on texts, cultural objects and other data.” (Paris O’Donnel, apud Maria Filomena Gonçalves e Ana Paula Banza, “In Limine”, In Património Textual e Humanidades Digitais. Da Antiga à Nova Filologia, p.5) *“Cada vez mais especializado e menos tangível, o livro, no universo hoje conhecido como Digital Humanities – DH (Humanidades Digitais – HD), perde a sua materialidade física para adquirir uma dimensão virtual, e o texto, por sua vez, passa a ser objecto de novas práticas não só na reprodução mas também em termos de leitura e, ainda, de investigação.” (Maria Filomena Gonçalves e Ana Paula Banza, “In Limine”, In Património Textual e Humanidades Digitais. Da Antiga à Nova Filologia , p. 4)
  7. 7. * * “The Rossetti Archive”: http://www.rossettiarchive.org/index.html * “Arquivo Pessoa”: http://arquivopessoa.net/textos * “The Blake Archive”: http://www.blakearchive.org/ * “Arxiu de Folklore”: http://arxiufolk.arxiudefolklore.cat/ * “The Waste Land”, T. S. Eliot (aplicação para iPad à venda na Apple Store) * “Projeto LdoD”: https://projetoldod.wordpress.com/ * “Escritoras: Women writers in portuguese before 1900”: http://escritoras-em-portugues.eu/1446822572-HOMEPT * “Romanceiro.pt”: http://www.romanceiro.pt
  8. 8. * Filologia digital *Voyant: http://voyant-tools.org/ *CATMA: http://www.catma.de/ *Juxta: http://juxtacommons.org/ *TextGrid: https://textgrid.de/ *TEI: http://www.tei-c.org/index.xml
  9. 9. * . A materialidade em questão: “(…) it is precisely because these [electronic] technologies transcend the material limitations of the book that they will have trouble assuming its role. A book doesn’t simply contain the inscription of a text, it is the inscription.” (Nunberg, apud Kathryn Sutherland, “Being critical: paper-based editing and the digital environment”, Text Editing, Print and the Digital World, Farnham, England, 2009, p. 21) . A interactividade do digital e os seus limites na edição de texto (o papel do editor na organização da informação): “Can we really go forward into an age of digital editing with a model that suggests that each user is (or wants to be) her own editor?” (Sutherland, op. cit., p. 19) . A carência de teoria do texto digital: “Leaving aside the operations on texts performed by computational stylisticians and linguists, it is true to say that, in the main, digital texts are still serving only as surrogates for printed texts and indeed are often delivered, by preference, in that form. Existing methods of research are tacitly assumed. This is partly because the inherited consensus on what texts are and how they function has not changed with the technology.” (Paul Eggert apud Sutherland, op. cit., p. 22) . Servirá o texto literário digital o propósito de angariar mais leitores ou promover o interesse pelo seu estudo?
  10. 10. *

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