Curso análise de crédito (Slide)

3.844 visualizações

Publicada em

Curso análise de crédito (Slide)

Publicada em: Economia e finanças
  • Seja o primeiro a comentar

Curso análise de crédito (Slide)

  1. 1. Curso – Análise de Crédito
  2. 2. Bibliografia: Santos, José Odálio dos Análise de crédito : empresas, pessoas físicas, agronegócio e pecuária / José Odálio dos Santos – 5ª edição São Paulo – Atlas 2012
  3. 3. Curso Produtos de Crédito  Objetivo Geral Capacitar colaboradores para obter conhecimentos inerentes ao setor de crédito da cooperativa, desde as características dos produtos, passando pela análise e risco de crédito.  Proporcionar habilidade para que os colaboradores possam abordar o associado sem receios; Demonstrar técnicas e estratégias para aumento da Carteira de Crédito na Cooperativa
  4. 4. Avaliação de Crédito  O inicio de todo o relacionamento na área de crédito passa pela avaliação do crédito  Cadastro  Consultas a dados externos (referências)  Visitas na propriedade  Análise dos limites  Parecer do gerente do Pac  Parecer da analista de crédito  Decisão do comitê de crédito  Créditos pré-aprovados
  5. 5. Avaliação de Crédito ANÁLISE DE CRÉDITO “O crédito inclui duas noções fundamentais: Confiança, expressa na promessa de pagamento; e o tempo, que se refere ao período fixado entre a aquisição e a liquidação da dívida.” (SANTOS; 2000, p.15).  
  6. 6. Avaliação de Crédito Alguns fatores são fundamentais no crédito ou credibilidade que a instituição cooperativada desfruta perante seu quadro de associados; são eles: a) Comprometimento com os associados; b) Envolvimento com as comunidades; c) Facilidade para acesso aos produtos e serviços; d) Atendimento diferenciado; e) Taxas e tarifas em geral competitivas; f) Acesso mais fácil da população em relação ao sistema bancário convencional; g) Produtos e serviços moldados às necessidades dos cooperados
  7. 7. Avaliação de Crédito Os objetivos de uma análise de créditos são: Identificar e mensurar os riscos envolvidos na operação, evidenciar conclusões quanto à capacidade de pagamento do tomador e fazer recomendações relativas à melhor estruturação da operação e o tipo de empréstimo, levando-se em consideração as necessidades financeiras do tomador e os riscos inerentes à operação. Procurando atender seu principal objetivo que é ter o montante emprestado devolvido no prazo e juros acordados, com a rentabilidade desejada.
  8. 8. Avaliação de Crédito Na concessão de empréstimo, há três etapas distintas a percorrer: Análise retrospectiva: A avaliação do desempenho histórico do potencial tomador, identificando os maiores fatores de risco inerentes a sua atividade e quão satisfatoriamente estes riscos foram atenuados ou contornados no passado. Análise de tendência: A efetivação de uma segura projeção da condição financeira futura do tomador, associada à ponderação acerca de sua capacidade de suportar certo nível de endividamento.
  9. 9. Avaliação de Crédito Capacidade creditícia: Decorrente das duas etapas anteriores, tendo sido avaliado o atual grau de risco que o tomador potencial apresenta, bem como o provável grau de risco futuro, deve-se chegar a uma conclusão relativa a sua capacidade creditícia e, consequentemente, à estruturação de uma proposta de crédito, em que o empréstimo pleiteado possa ser amortizado em consonância com certo fluxo de caixa futuro, e em condições tais que seja sempre preservada a máxima proteção do emprestador contra eventuais perdas.
  10. 10. Avaliação de Crédito 5 Cs Caráter – Se refere ao histórico do requerente no cumprimento de obrigações passadas – financeiras, contratuais e morais. A história de pagamentos passados, assim como quaisquer processos legais em andamento ou já julgados contra o requerente, serão usados.Pontualidade, atrasos, renegociações, prejuízo, provisões. Capacidade – A capacidade do requerente de ressarcir o crédito pedido. Análises de demonstrações financeiras, com particular ênfase na liquidez e no endividamento, são usadas para avaliar a capacidade do requerente.
  11. 11. Avaliação de Crédito Capital – O capital é medido pela situação financeira do cliente, levando-se em consideração a composição (quantitativa e qualitativa) dos recursos, onde são aplicados e como são financiados. Fontes Balanço e Declarações I.R. Colateral (garantia real) – O montante de ativos que o requerente tem disponível para o uso em dar garantia ao crédito. Quanto maior for o montante de ativos disponíveis, maior a chance que uma empresa tem de reaver seus recursos se o requerente faltar com sua obrigação. Uma análise de balanço e avaliação do valor dos ativos do requerente, assim como quaisquer demandas legais levantadas contra os ativos do requerente, podem ser usadas para avaliar sua garantia real.
  12. 12. Avaliação de Crédito Condições – O cenário econômico empresarial atual, assim como quaisquer circunstâncias específicas afetando qualquer uma das partes com relação à transação de crédito. Fatores externos adversos ou sistemáticos deverão ser avaliados, tais como, inflação, taxas de juros, câmbio, crises externas, crises setoriais, entre outros. Os dois primeiros Cs, caráter e capacidade, em geral são mais usados numa análise de crédito, pois eles representam as exigências mais básicas para se estender o crédito. Os últimos três Cs – capital, colateral e condições – são importantes ao se estruturar o acordo de crédito e tomar a decisão final de crédito, a qual é também afetada pela experiência e o julgamento do analista de crédito.
  13. 13. Analise de crédito Pessoa Física Análise cadastral; Análise de idoneidade; Análise financeira; Análise de relacionamento; Análise patrimonial; Análise de sensibilidade; Análise do negócio;
  14. 14. Análise Cadastral – dados do cliente: Escolaridade; Estado civil; Idade; Endereço; Moradia ( própria ou alugada); Dependentes; Renda ( principal e complementar); Documentação em geral, CI,CPF – regularidade; Situação tributária junto a receita federal; Tempo no atual emprego ou atividade exercida. OBS: o Bacen exige que as I.F. possuam cadastro atualizado com cópia desta documentação.
  15. 15. Análise de Idoneidade Consiste no levantamento de informações, quanto à conduta e grau de idoneidade dos clientes no mercado de crédito. Para tanto se utiliza de informações internas e das consultas em Serasa, SPC etc. Se classificam em: Sem restritivos: nada que desabone Alertas – São apontamentos que não impedem a concessão de crédito, porém devem ser avaliados e acompanhados Ex : cheques devolvidos alínea 11
  16. 16. Análise de Idoneidade Restritivos: Existem informações desabonadoras, representadas por registros de atrasos, renegociações e transações liquidadas em prejuízos, e nível de risco. Impeditivos: São apontamentos que impedem a concessão de crédito, por motivo legal ou normativa. Exemplo: bloqueio de bens , falência, protestos, etc.  
  17. 17. Análise Financeira RENDIMENTOS As fontes de consulta são os contra cheques e declaração de imposto de renda, para os autônomos e profissionais liberais, um bom parâmetro é a soma dos depósitos mensais, para o agricultor deve-se calcular a área plantada pela produção e diminuir os custos envolvidos. Atentar para rendas extras do cônjuge e outras atividades,como gado, ovos, granjas etc. e para a periodicidade do recebimento, se mensal, anual etc.
  18. 18. BALANÇO PATRIMONIAL PESSOA FISICA ATIVO PASSIVO Ativo circulante Passivo circulante Saldo conta corrente Crediários Aplicações Empréstimos bancários Salários a receber Mensalidades Outras rendas a receber Aluguel, impostos etc. Longo Prazo Longo Prazo Idem acima Finc.imobiliários e veículos Imobilizado Patrimônio líquido Bens móveis Capital Bens imóveis Resultado acumulado Total do ativo Total do Passivo
  19. 19. Avaliação de Crédito DEMONSTRAÇÃO RESULTADO P. FÍSICA ATIVO Receita total Receita da atividade Profissional Outras receitas (juros aplicações,alugueis,pensão etc.) (-) Despesa Total Despesas básicas(alimentação,educação,moradia,transporte) Despesas tributárias Despesas financeiras Outras despesas = Resultado antes do imposto de renda (-) Imposto de renda = Resultado Líquido
  20. 20. ICRDO- Índice de comprometimento de renda com despesas onerosas O predomínio dos analistas, é de que, entre 70% a 80% da renda, é gasto com manutenção básica, e entre 20% e 30% poderiam ser comprometidos com despesas onerosas ICRDO= Valor das soma das prestações onerosas mensais --------------------------------------------------- Valor da renda mensal liquida 
  21. 21. ANÁLISE DE RELACIONAMENTO Baseia-se em informações extraídas do histórico de relacionamento do cliente com o credor e mercado de crédito. São coletados informações relacionadas aos financiamentos e limites de crédito( médias de empréstimos, índices de utilização, frequência de utilização,taxas, garantias e pontualidade) Observar no Serasa o número de consultas ao CPF O levantamento do números de consultas, em conjunto com a análise de informações e idoneidade pode evidenciar um deterioração da capacidade de pagamento.
  22. 22. ANÁLISE PATRIMONIAL A análise do aumento ou da deterioração da riqueza patrimonial de pessoas físicas fornecem informações importantes que podem possibilitar melhor determinação do risco de crédito. Reduções significativas da riqueza, demonstra que a pessoa não está conseguindo renda necessária para manter seus bens, forçando-a ao desinvestimento. Consequentemente passa a representar maior exposição de risco, principalmente quando passa a não dispor de patrimônio para vinculação a limites de créditos futuros
  23. 23. ANÁLISE DE SENSIBILIDADE O monitoramento da situação macroeconômica é fundamental para a adequada gestão de risco de crédito, uma vez que a ocorrência de fatores adversos pode prejudicar a capacidade de pagamento dos clientes. Exemplos: crises financeiras globais, desemprego, juros, modernização tecnológica, crises setoriais
  24. 24. ANÁLISE DO NEGÓCIO Quando as pessoas físicas têm sua rendas extraídas de atividade empresarial, liberal ou autônoma, os analistas devem coletar informações do negócio e de seus gestores. Além das informações já citadas, o analista deve conhecer detalhadamente o risco do negócio quanto a idade, administração, carteira de clientes, carteira de fornecedores, concorrência, riscos sistêmicos, situação contábil etc. 
  25. 25. Análise de crédito Pessoa Jurídica Análise cadastral; Análise de idoneidade; Análise financeira; Análise de relacionamento; Análise patrimonial; Análise de sensibilidade; Análise do negócio; Análise de ativos Intangíveis; Análise de grupos empresariais; Analise de políticas de sustentabilidade
  26. 26. Análise Cadastral PJ No processo de análise de crédito, a determinação do risco total deve considerar todas as informações relacionadas com a situação financeira da empresa e de seus administradores, uma vez que a análise conjunta dos dados possibilitará a tomada de decisões precisas 
  27. 27. Análise Cadastral PJ – Dados gerais mínimos que devem conter no cadastro Situação legal: Estatuto, Contrato social,CNPJ, Administradores, Procuradores; Localização das instalações administrativas e operacionais Situação tributária em todas as esferas Descrição da atividade operacional destacando os principais produtos e serviços Natureza dos imóveis ( próprios ou alugados) Carteira de clientes destacando o setor e a participação de cada um no valor do faturamento Carteira de fornecedores Relacionamento bancário, destacando os principais Bancos e respectivas modalidades, montantes,garantias etc
  28. 28. Análise de Idoneidade Consiste no levantamento de informações, quanto à conduta e grau de idoneidade dos clientes no mercado de crédito. Para tanto se utiliza de informações internas e das consultas em Serasa, SPC etc. Se classificam em: Sem restritivos: nada que desabone Alertas – São apontamentos que não impedem a concessão de crédito, porém devem ser avaliados e acompanhados Ex : cheques devolvidos alínea 11
  29. 29. Análise de Idoneidade Restritivos: Existem informações desabonadoras, representadas por registros de atrasos, renegociações e transações liquidadas em prejuízos, e nível de risco. Impeditivos: São apontamentos que impedem a concessão de crédito, por motivo legal ou normativa. Exemplo: bloqueio de bens , falência, protestos, etc.
  30. 30. ANÁLISE FINANCEIRA PJ A analise financeira da PJ deve-se basear em Balanços ou DIPJ e avaliar os seguintes índices: Liquidez Endividamento Imobilização Lucratividade Cobertura Rotatividade Rentabilidade
  31. 31. ANÁLISE DE RELACIONAMENTO Baseia-se em informações extraídas do histórico de relacionamento do cliente com o credor e mercado de crédito. São coletados informações relacionadas aos financiamentos e limites de crédito( médias de empréstimos, índices de utilização, frequência de utilização,taxas, garantias e pontualidade) Para os clientes com empréstimos acima de R$ 50.000,00 analisar o “rating” 
  32. 32. ANÁLISE PATRIMONIAL A análise do aumento ou da deterioração do patrimônio líquido fornecem informações importantes que podem possibilitar melhor determinação do risco de crédito. Prejuízos sucessivos podem levar à empresa à falência.
  33. 33. ANÁLISE DE SENSIBILIDADE O monitoramento da situação macroeconômica é fundamental para a adequada gestão de risco de crédito, uma vez que a ocorrência de fatores adversos pode prejudicar a capacidade de pagamento dos clientes. Exemplos: crises financeiras globais, desemprego, juros, modernização tecnológica, crises setoriais 
  34. 34. ANÁLISE DO NEGÓCIO Para os credores é imprescindível conhecer a quem pertence à empresa, a experiência dos proprietários, a idoneidade no mercado de crédito, sua situação financeira, o domínio da tecnologia, a atividade e seu ciclo operacional, as carteiras de clientes e fornecedores, a concorrência, os riscos sistemáticos, a capacidade da empresa na geração de receitas suficientes para cobertura dos gastos operacionais e financeiros 
  35. 35. ANÁLISE DO NEGÓCIO Fatores Internos de Risco Por fatores internos de risco entende-se aqueles voltados à falta de experiência, à incompetência e a desonestidade dos administradores no gerenciamento da atividade operacional da empresa. ( fatores controláveis) Estudo efetuado pela Dun & Bradstreet constatou que a causa principal de 89,9% das falências foi a inadequada gestão administrativa ( incompetência, inexperiência, negligência e desonestidade)
  36. 36. ANÁLISE DO NEGÓCIO Fatores Externos de Risco Por fatores externos de risco entende-se os eventos não controláveis , os quais afetam toda a conjuntura econômica. Exemplos, juros, cambio, recessão, falta de matéria prima, aumento de preço de petróleo etc. 
  37. 37. Análise de crédito Pessoa Jurídica ANÁLISE DOS ATIVOS INTANGÍVEIS Deve-se analisar a contribuição de itens não físicos na geração de fluxos de caixa operacionais. Fazem parte dos ativos intangíveis de uma empresa: Recursos humanos, clientes, patentes, marcas, direitos autorais, tecnologia, fundo de comércio adquirido etc. 
  38. 38. ANÁLISE DE GRUPO EMPRESARIAL Em casos de grupos empresariais, devem-se obter as demonstrações contábeis de cada unidade de negócio para realizar a análise dos resultados financeiros consolidados. Além disso, deve-se analisar detalhadamente o risco da atividade operacional de cada empresa do grupo, buscando identificar se existem vínculos operacionais, comerciais, financeiros(empréstimos) e de avais em contratos de crédito
  39. 39. ANÁLISE DE POLÍTICA SUSTENTABILIDADE Deve-se verificar se a empresa possui uma política formal de sustentabilidade e se, destina investimentos para beneficiar a comunidade e o meio ambiente onde está inserida 
  40. 40. Parâmetros para estabelecer o limite de crédito e o valor do financiamento Arbitragem sobre o valor médio das últimas compras ou financiamento; Percentual sobre a receita líquida média; prestação não pode comprometer mais de 30% da receita liquida. Percentual sobre o lucro líquido da empresa; Percentual sobre o patrimônio líquido 
  41. 41. VISITAS ÁS EMPRESAS A realização de visitas periódicas e não agendadas às instalações da empresa é um recurso fundamental nas fases de análise e do monitoramento do risco de crédito. Através das visitas, os analistas de créditos e gerentes comerciais, podem levar informações complementares e/ou esclarecer dúvidas gerais sobre a atividade operacional da empresa, como as descritas a seguir: 
  42. 42. DADOS A SEREM COLETADOS NAS VISITAS Acionistas/quotistas Quem são os principais controladores da empresa; Experiência dos proprietários do negócio; Causa das alterações no capital social; Sucessão administrativa Existência de plano de sucessão admnistrativa Identificação e idoneidade de sucessores Riscos Sistêmicos Quais o fatores externos de risco Quais medidas mitigadoras
  43. 43. DADOS A SEREM COLETADOS NAS VISITAS Número de funcionários Causa da redução ou aumento do quadro funcional; Qualificação e motivação dos recursos humanos Programas de desenvolvimento profissional; Benefícios oferecidos Rotatividade dos funcionários ( adm. e da produção) Instalações administrativas e produtivas Situação dos imóveis ( próprios e/ou alugados) Tecnologia utilizada
  44. 44. DADOS A SEREM COLETADOS NAS VISITAS Principais produtos Distribuição por natureza ( 1ª necessidade, 2ª , 3ª) Distribuição do faturamento por produto ou serviço Sazonalidade Descrição dos produtos mais rentáveis; Participação no mercado Distribuição geográfica Prazo médio dos estoques Causa de alteração no prazo médio dos estoques
  45. 45. DADOS A SEREM COLETADOS NAS VISITAS Principais clientes Situação da carteira em valores e concentração Concentração empresa privadas ou públicas Carteira de pedidos Prazo médio de recebimento Causa na alteração de prazo médio de recebimento Causa na melhora ou deterioração da inadimplência Percentual vendas a vista e a prazo Distribuição e abertura do faturamento por clientes estrangeiros 
  46. 46. DADOS A SEREM COLETADOS NAS VISITAS Principais fornecedores Situação da carteira em valores e concentração Identificação dos fornecedores (fontes de consultas) Prazo médio de pagamento Causa na alteração de prazo médio de pagamento Percentual de compras a vista e a prazo
  47. 47. Avaliação de Crédito ANÁLISE DE POLÍTICA SUSTENTABILIDADE Deve-se verificar se a empresa possui uma política forma de sustentabilidade e se, destina investimentos para beneficiar a comunidade e o meio ambiente onde está inserida 
  48. 48. DADOS A SEREM COLETADOS NAS VISITAS Concorrentes por linha de produtos Participação no mercado; Causas de conquista e perda de participação Capacidade Instalada Nível de ociosidade; e causas de aumento ou dim. Informações contábeis e financeiras Causa das alterações nos seguintes itens:liquidez, endividamento, imobilização, margens de lucro. Critérios adotados na projeção de resultados
  49. 49. DADOS A SEREM COLETADOS NAS VISITAS Endividamento bancário Valor, modalidade, garantias vinculadas, prazo de amortização, causas do aumento ou redução Investimentos realizados Previsão de novos investimentos, finalidade, montante, e forma de financiamento Empréstimos com empresas do grupo ou sócios Montante, finalidade, prazos de amortização 
  50. 50. DADOS A SEREM COLETADOS NAS VISITAS Informações do grupo empresarial Capital de giro, endividamento e lucratividade das principais empresas; Causas da alteração na situação financeira Alterações significativas( fusões, aquisições, vendas, desinvestimentos) Processos judiciais com empresa e sócios Causas Valor envolvido Previsão da conclusão
  51. 51. DADOS A SEREM COLETADOS NAS VISITAS Planejamento estratégico Principais ações estratégicas adotadas e resultados Ações estratégicas a implementar; Benefícios financeiros de novas ações estratégicas Forma de financiamento de novas ações estratégicas 
  52. 52. LIMITES PARA A PJ Pessoa Jurídica com Balanço ou DIPJ Para se definir limites para PJ com balanço , teremos de realizar a análise de Balanço, utilizando- se da planilha anexa.
  53. 53. GARANTIA PESSOAL - AVAL É uma garantia pessoal do pagamento de um título de crédito, dada por pessoa (física ou jurídica),que fica solidariamente responsável com o devedor pelo pagamento do crédito. Sendo o aval uma garantia pessoal em que não se destaca nenhum bem específico do garantidor e sim a totalidade de seu patrimônio, é importante que o avalista possua patrimônio livres de ônus suficiente para cobrir suas dívidas e as do devedor. Nos regimes de comunhão universal de bens e em comunhão parcial de bens , é obrigatória a assinatura do cônjuge no contrato, no caso de regime de separação de bens não há necessidade.
  54. 54. GARANTIA PESSOAL - FIANÇA É uma garantia pessoal, mediante a qual uma pessoa (fiador) garante no todo ou em parte, o cumprimento de obrigação que outra pessoa ( afiançado/devedor) assumiu com um concessor de financiamento (beneficiário). Para ser válida é necessária a assinatura do cônjuge,mesmo em regime de separação total de bens. Na fiança a execução é mais lenta que o aval pois o fiador tem o direito de exigir, que primeiramente sejam penhorados os bens do devedor.
  55. 55. GARANTIA REAL CAUÇÃO Caução de aplicações financeiras de renda Fixa: Conhecida no mercado como garantia autoliquidável, ou seja, a que representa a inexistência ou a menor exposição de risco aos credores. A formalização se dá através de contrato ou aditivo ao contrato da aplicação. 
  56. 56. GARANTIA REAL CAUÇÃO Caução de duplicatas: A caução de duplicatas se dá com a entrega das duplicatas ao credor, existem duas modalidades de caução de duplicatas, uma conhecida no mercado como conta garantida e outra conhecida como desconto de duplicatas. 
  57. 57. GARANTIA REAL CAUÇÃO Cuidados a serem observados na caução de duplicatas: Evitar concentração de sacados, verificar se as empresas sacadas são idôneas; conhecer o risco de crédito dos sacados, confirmar no sacado a veracidade da origem do título para evitar a ocorrência de duplicatas falsas, verificar se o prazo de vencimento das duplicatas é compatível com o prazo de vencimento da operação, verificar se as duplicatas são sacadas contra os principais clientes do proponente, receber as duplicatas devidamente endossadas por quem tenha suficientes poderes.
  58. 58. GARANTIA REAL ALIENAÇÃO F. A alienação fiduciária é a transferência da posse de um bem móvel ou imóvel do devedor ao credor para garantir o cumprimento de uma obrigação. Ocorre quando um comprador adquire um bem a crédito. O credor toma o próprio bem em garantia, de forma que o comprador, apesar de ficar impedido de negociar o bem com terceiros, pode dele usufruir.
  59. 59. GARANTIA REAL ALIENAÇÃO F. No Brasil, essa modalidade é comum na compra de veículos ou de imóveis. No caso de veículo, a alienação fica registrada no documento de posse deste; no de imóvel, é comum que a propriedade definitiva, atestada pela escritura, só seja transmitida após a liquidação da dívida. Em ambos os casos, o comprador fica impedido de negociar o bem antes da quitação da dívida, mas pode usufruir dele.
  60. 60. GARANTIA REAL Penhor Mercantil: Consiste na entrega ao credor de bem móvel, por um devedor ou por terceiros para garantir o cumprimento de dívidas, geralmente ocorre com estoques de produtos existentes ou a ser constituído.
  61. 61. GARANTIA REAL Hipoteca: É a vinculação de bens considerados imóveis pelo Código Civil para pagamento da dívida. São bens imóveis passiveis de hipoteca: terras, casas, prédios, apartamentos, sítios, lotes, navios e aviões. Um mesmo bem pode ser dado em hipoteca para várias operações de crédito e em favor de vários credores, caracterizando-se assim as hipotecas em 2º ou 3º grau.
  62. 62. GARANTIA REAL Penhor de warrant e conhecimento de depósito. Warrant e conhecimento e deposito são títulos de crédito emitidos por armazéns gerais e autorizados (alfandegados) e representativos de mercadorias neles depositadas. Esses títulos são emitidos juntos e, por isso, a mercadoria somente pode ser retirada dom armazém mediante a apresentação dos dois títulos. Para efeito de garantia, portanto, devem ser recebidos os dois títulos endossados
  63. 63. LIMITES PARA A PJ Pessoa Jurídica sem Balanço Comprometimento mensal máximo de: - 40% da média da receita líquida operacional comprovada dos últimos 12 meses, desde a proposição da operação; ou - 30% da média da receita líquida operacional comprovada dos últimos 12 meses, desde a proposição da operação, acrescidos de 30% do PL, para empresa recém constituída
  64. 64. Análise de Crédito para o agronegócio Para análise de crédito no agronegócio segue- se o mesmo ritual da analise de crédito para pessoa física, com ênfase na análise do negocio. A visita na propriedade é de grande importância para avaliar o zelo que o produtor tem para com sua propriedade, técnicas de plantio moderno e análise dos bens.
  65. 65. Processo de Cobrança Alertas de risco Restrições – atrasos , dev. cheques, protesto Pedidos prorrogações e renovações Frequentes saldos devedores na conta Diminuição da receita Relutância em facilitar visitas e prestar dados Repentina sucessão administrativa Repentina reversão de aplicador p/tomador Repentina desvinculação das garantias Dificuldade em obter créditos em outras inst. Vendas de ativos operacionais
  66. 66. Provisões de crédito Resolução 2682 Bacen Resolução 43 Sicoob. 
  67. 67.  Considera-se crime Art. 19. Obter, mediante fraude, financiamento em instituição financeira: Pena - Reclusão, de 2 (dois) a 6 (seis) anos, e multa. Parágrafo único. A pena é aumentada de 1/3 (um terço) se o crime é cometido em detrimento de instituição financeira oficial ou por ela credenciada para o repasse de financiamento. Art. 20. Aplicar, em finalidade diversa da prevista em lei ou contrato, recursos provenientes de financiamento concedido por instituição financeira oficial ou por instituição credenciada para repassá-lo: Pena - Reclusão, de 2 (dois) a 6 (seis) anos, e multa. Parágrafo único. Incorre na mesma pena quem, para o mesmo fim, sonega informação que devia prestar ou presta informação falsa. 
  68. 68. Considera-se crime Art. 31. Nos crimes previstos nesta lei e punidos com pena de reclusão, o réu não poderá prestar fiança, nem apelar antes de ser recolhido à prisão, ainda que primário e de bons antecedentes, se estiver configurada situação que autoriza a prisão preventiva
  69. 69. Créditos destinados a Pessoa Física Urbana  Cheque especial  Credito pessoal CDC  Crédito pessoal consignado folha  Financiamento automóveis e caminhões  Reforma de caminhões  Reforma e construção de imóveis  Financiamento bens de consumo  Procapcred  Antecipação do Imposto renda a restituir  Consignado INSS  Desconto de cheques
  70. 70. Características da Pessoa Física Urbana  PF ASSALARIADA  Verificar quanto tempo de emprego  Verificar situação civil ( atentar para união estável)  Confirmar endereço  Verificar existência de bens  Realizar consultas externas  Verificar o endividamento  Analisar capacidade de pagamento  Analisar renda do companheiro
  71. 71. Características da Pessoa Física Urbana  PF Autonomo ( pedreiro, eletrecista, salão de beleza, costureira )  Verificar quanto tempo de atividade  Verificar situação civil ( atentar para união estável)  Confirmar endereço  Verificar existência de bens  Realizar consultas externas  Verificar o endividamento  Analisar capacidade de pagamento  Analisar renda do companheiro
  72. 72. Características da Pessoa Física Urbana  PF Profissional liberal ( Médico, dentista, advogado, contador )  Verificar quanto tempo de atividade  Verificar situação civil ( atentar para união estável)  Confirmar endereço  Verificar existência de bens  Realizar consultas externas  Verificar o endividamento  Analisar capacidade de pagamento  Analisar renda do companheiro
  73. 73. Créditos destinados a Pessoa Física Rural Cheque especial  Cheque especial Plus  Financiamento automóveis e caminhões  Reforma de caminhões  Reforma e construção de imóveis  Financiamento bens de consumo  Procapcred  Pré- custeio  Custeio e investimento Rec. Próprios  Custeio e investimento Repasse  Descontos de cheques  Convênios Zenker, Budny
  74. 74. Créditos destinados a Pessoa Física Rural Cheque especial  Cheque especial Plus  Financiamento automóveis e caminhões  Reforma de caminhões  Reforma e construção de imóveis  Financiamento bens de consumo  Procapcred  Pré- custeio  Custeio e investimento Rec. Próprios  Custeio e investimento Repasse  Descontos de cheques  Convênios Zenker, Budny
  75. 75. Características da Pessoa Física Rural  Produtor Rural com Propriedade própria  Verificar quanto tempo de atividade  Verificar situação civil ( atentar para união estável)  Realizar visita à propriedade  Realizar atualização cadastral  Realizar consultas externas  Verificar o endividamento  Analisar capacidade de pagamento  Analisar renda , quais produtos planta, se possui renda mensal (leite,aves etc)
  76. 76. Características da Pessoa Física Rural  Produtor Rural sem Propriedade própria  Verificar quanto tempo de atividade  Verificar situação civil ( atentar para união estável)  Verificar a legitimidade do contrato de arrendamento, ver se está sindicalizado  Realizar atualização cadastral  Realizar consultas externas  Verificar o endividamento  Analisar capacidade de pagamento  Analisar renda , quais produtos planta,
  77. 77. Créditos destinados a Pessoa Jurídica  Cheque especial  Cheque especial Plus  Financiamento automóveis e caminhões  Capital de giro  Reforma e construção de imóveis  Financiamento bens de consumo  Procapcred  Conta garantida ( antecipação cobrança)  Crédito Rotativo  Descontos de cheques  Descontos de duplicatas
  78. 78. Características da Pessoa Jurídica  Verificar o porte da empresa e seu enquadramento tributário (real, presumido)  Verificar quanto tempo de atividade  Realizar visita à empresa, preencher a ficha de visitas completamente  Realizar atualização cadastral, ver quem tem poder de assinar  Realizar consultas externas  Verificar o endividamento  Analisar capacidade de pagamento  Analisar balanço, declaração CND etc.
  79. 79. Cheque especial PF assalariada  Limite 100% da renda líquida mensal  Verificar se já possui limite em outra IF.  Verificar se o salário é depositado na cooperativa  Verificar a utilização do limite na renovação  Prospecção Analisar relatório de movimentação das contas de PF e oferecer os limites. Oferecer os limite no ato da abertura da conta para os que possuem conta salário
  80. 80. Crédito Pessoal a PF assalariada  Limite da prestação mensal 30% da renda líquida mensal  Verificar se já possui empréstimo em outra IF.  Verificar se o salário é depositado na cooperativa  Prospecção Realizar visitas à empresas para divulgar a linha através de panfletagem direta aos funcionários
  81. 81. Credito pessoal consignado em folha  Limite 30% da renda líquida mensal  Verificar se já possui limite em outra IF.  Verificar se o salário é depositado na cooperativa  Verificar a utilização do limite na renovação  Prospecção Realizar visitas à empresas para realizar o convênio Panfletagem direta aos funcionários nas empresas
  82. 82. Financiamento de automóveis a PF assalariada  Limite 30% da renda líquida mensal  Verificar se já possui limite em outra IF.  Verificar se o salário é depositado na cooperativa  Certificar-se do estado de conservação do veículo  Prospecção Realizar visitas às revendas de veículos para divulgar o produto Panfletagem direta aos funcionários nas empresas
  83. 83. Reforma e construção a PF assalariada  Limite 30% da renda líquida mensal  Verificar se já possui limite em outra IF.  Verificar se o salário é depositado na cooperativa  Verificar se o imóvel está em nome do associado  Verificar se a loja possui convênio  Prospecção Realizar convênio com a lojas de material de construção Panfletagem direta aos funcionários nas empresas
  84. 84. Financiamento de bens de consumo a PF assalariada  Limite 30% da renda líquida mensal  Verificar se já possui limite em outra IF.  Verificar se o salário é depositado na cooperativa  Verificar se a loja possui convênio  Prospecção Realizar convênio com a lojas de material de informática e eletrodomésticos Panfletagem direta aos funcionários nas empresas
  85. 85. Antecipação do Imposto de renda a restituir PF assalariada  Limite 80% do imposto a restituir  Verificar a declaração do I.Renda  Prospecção Panfletagem direta aos funcionários nas empresas
  86. 86. Desconto de cheques a PF assalariada  Via de regra a PF assalariada não pode ter limite para desconto de cheques  Em casos excepcionais, de venda de algum bem, com cheques pré datados o fato deverá ser comprovado e submetido ao comitê de crédito  Prospecção Não prospectar
  87. 87. Cheque especial PF autonomo e profissional liberal  Limite 100% da renda líquida mensal  Verificar se já possui limite em outra IF.  A comprovação da renda se dá pelo volume de depósitos na cooperativa  Verificar a utilização do limite na renovação  Prospecção Analisar relatório de movimentação das contas de PF e oferecer os limites.
  88. 88. Crédito Pessoal a PF autonomo ou Profissional liberal  Limite da prestação mensal 30% da renda líquida mensal  Verificar se já possui empréstimo em outra IF.  A comprovação da renda se dá, pelo volume de depósitos na cooperativa  Prospecção Realizar reuniões nas entidades de classes para divulgar a linha de crédito
  89. 89. Financiamento de automóveis a PF autônomos e profissionais liberais  Limite 30% da renda líquida mensal  Verificar se já possui limite em outra IF.  A comprovação da renda se dá, pelo volume de depósitos na cooperativa  Certificar-se do estado de conservação do veículo  Prospecção Realizar visitas às revendas de veículos para divulgar o produto Realizar reuniões nas entidades de classes para divulgar a linha de crédito
  90. 90. Financiamento de caminhões e reforma a PF autonomos  Certificar-se se é motorista com experiência e onde irá atuar  Limite 30% da renda líquida mensal  Verificar se já possui limite em outra IF.  A comprovação da renda se dá, pelo volume de depósitos na cooperativa  Certificar-se do estado de conservação do veículo  Prospecção Divulgar a linha entre outros associados do mesmo ramo
  91. 91. Reforma e construção a PF autonomo e profissional liberal  Limite 30% da renda líquida mensal  Verificar se já possui limite em outra IF.  A comprovação da renda se dá, pelo volume de depósitos na cooperativa  Verificar se o imóvel está em nome do associado  Verificar se a loja possui convênio  Prospecção Realizar convênio com a lojas de material de construção Realizar reuniões nas entidades de classes para divulgar a linha de crédito
  92. 92. Financiamento de bens de consumo a autônomo e profissional liberal  Limite 30% da renda líquida mensal  Verificar se já possui limite em outra IF.  A comprovação da renda se dá, pelo volume de depósitos na cooperativa  Verificar se a loja possui convênio  Prospecção Realizar convênio com a lojas de material de informática e eletrodomésticos Panfletagem direta aos funcionários nas empresas
  93. 93. Antecipação do Imposto de renda a restituir PF autonomo e P.Liberal  Limite 80% do imposto a restituir  Verificar a declaração do I.Renda  Prospecção Divulgação entre os órgãos de classe
  94. 94. Desconto de cheques a PF autônomo e profissional liberal  Limite: 70% da média mensal dos últimos 3 meses de depósitos à vista mantidos na cooperativa  Cuidar com a origem dos cheques e concentração  Verificar liquidez  Prospecção Divulgar nas entidades de classe
  95. 95. Cheque especial PF Produtor Rural  Limite 100% da renda líquida mensal  Verificar se já possui limite em outra IF.  A comprovação da renda se dá pela análise da Produção Rural anual / 12 meses  Verificar a utilização do limite na renovação  Prospecção Analisar relatório de movimentação das contas de PF e oferecer os limites.
  96. 96. Crédito Pessoal a PF Produtor Rural  Limite 30% da renda líquida anual  Verificar se já possui empréstimo em outra IF.  A comprovação da renda se dá pela análise da Produção Rural anual / 12 meses  Prospecção Realizar reuniões nas entidades de classes para divulgar a linha de crédito
  97. 97. Financiamento de automóveis a PF Produtor Rural  Limite da parcela 30% da renda líquida anual , prazo máximo 3 anos  Verificar se já possui limite em outra IF.  A comprovação da renda se dá pela análise da Produção Rural anual / 12 meses  Certificar-se do estado de conservação do veículo  Prospecção Realizar visitas às revendas de veículos para divulgar o produto Realizar reuniões nas entidades de
  98. 98. Financiamento de caminhões e reforma a PF autônomos  Certificar-se se é motorista com experiência e onde irá atuar  Limite 30% da renda líquida mensal  Verificar se já possui limite em outra IF.  A comprovação da renda se dá, pelo volume de depósitos na cooperativa  Certificar-se do estado de conservação do veículo  Prospecção Divulgar a linha entre outros associados do mesmo ramo
  99. 99. Reforma e construção a PF autonomo e profissional liberal  Limite 30% da renda líquida mensal  Verificar se já possui limite em outra IF.  A comprovação da renda se dá, pelo volume de depósitos na cooperativa  Verificar se o imóvel está em nome do associado  Verificar se a loja possui convênio  Prospecção Realizar convênio com a lojas de material de construção Realizar reuniões nas entidades de classes para divulgar a linha de crédito
  100. 100. Financiamento de bens de consumo a autônomo e profissional liberal  Limite 30% da renda líquida mensal  Verificar se já possui limite em outra IF.  A comprovação da renda se dá, pelo volume de depósitos na cooperativa  Verificar se a loja possui convênio  Prospecção Realizar convênio com a lojas de material de informática e eletrodomésticos Panfletagem direta aos funcionários nas empresas
  101. 101. Antecipação do Imposto de renda a restituir PF autonomo e P.Liberal  Limite 80% do imposto a restituir  Verificar a declaração do I.Renda  Prospecção Divulgação entre os órgãos de classe
  102. 102. Desconto de cheques a PF autônomo e profissional liberal  Limite: 70% da média mensal dos últimos 3 meses de depósitos à vista mantidos na cooperativa  Cuidar com a origem dos cheques e concentração  Verificar liquidez  Prospecção Divulgar nas entidades de classe
  103. 103. Desconto de cheques a PF autônomo e profissional liberal  Limite: 70% da média mensal dos últimos 3 meses de depósitos à vista mantidos na cooperativa  Cuidar com a origem dos cheques e concentração  Verificar liquidez  Prospecção Divulgar nas entidades de classe
  104. 104. Cheque especial PJ  Prospecção Analisar relatório de movimentação das contas de PF e oferecer os limites. Oferecer os limite no ato da abertura da conta para os que já possuem limites em outros Bancos Oferecer cheque Plus para os clientes com bom saldo médio
  105. 105. Capital de Giro  O capital de giro se destina a financiar o ativo circulante da empresa, ou seja estoques e vendas à prazo.  Não fazer capital de giro para compra de imobilizado pois a empresa terá dificuldade de pagar.  Prospecção Realizar visitas à empresas para divulgar a linha através de panfletagem direta.
  106. 106. Financiamento de automóveis e caminhões  Analisar a real necessidade da empresa para os bens a serem financiados   Prospecção Realizar visitas às revendas de veículos para divulgar o produto Panfletagem direta nas empresas
  107. 107. Reforma e construção  Verificar se o imóvel está em nome da Empresa  Verificar se a loja possui convênio  Prospecção Realizar convênio com a lojas de material de construção Panfletagem direta nas empresas
  108. 108. Financiamento de bens de consumo  Analisar se o financiamento é para bem de consumo ou estoque ( ex. empresa de informática)   Prospecção Realizar convênio com a lojas de material de informática e eletrodomésticos Panfletagem direta nas empresas
  109. 109. Procapcred  Prospecção Oferecer juntamente com outra linha, demonstrar a vantagem do re-empréstimo do capital social a juros baixos
  110. 110. Conta garantida por recebíveis  A Conta garantida é semelhante ao desconto de duplicatas.  A empresa mantém na carteira de cobrança um valor em títulos, destes será disponibilizado 70% em sua conta corrente. A Conta aberta para este fim, não poderá receber movimentação alheia à operação  Prospecção Divulgar para todas a empresas que possuem o modulo de cobrança
  111. 111. Desconto de cheques a PJ  Verificar se os cheques apresentados efetivamente são de vendas de produtos da empresa. Verificar o índice de liquidez dos cheques  Prospecção Visitas à empresas para divulgação do produto
  112. 112. Desconto de duplicatas a PJ  O sistema de cobrança quita as duplicatas no momento da transferência de carteira , oferecer conta garantida. Verificar o índice de liquidez das duplicatas  Prospecção Visitas à empresas para divulgação do produto
  113. 113. Antecipação de recebíveis Cartão Master e Facisc PJ  Prospecção Visitas à empresas para divulgação do produto

×