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  1. 1. [Digite texto] Curso: EDUCAÇÃO AMBIENTAL Disciplina: INTERDISCIPLINARIDADE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES
  2. 2. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Coletânea de Práticas Interdisciplinares de Educação Ambiental 1-Dinâmica: Que tal reaprendermos a ouvir o nosso “coração”, nosso “grilo falante”? “Tsunami Pessoal” No final de 2004, presenciamos um acontecimento estarrecedor, mais precisamente em 26 de dezembro de 2004, um terremoto nas profundezas do oceano provocou um TSUNAMI. Uma enorme onda com uma força e uma velocidade espantosa, que lavou e levou casas, carros, barcos, famílias... Chegou assim sem avisar... não questionou se podia entrar... chegou arrebentando tudo, pouco importando quem estava pela frente; ricos ou pobres, executivos de grandes empresas, embaixadores, embaixatrizes, moradores da região ou estrangeiros, se estavam trabalhando ou curtindo merecidas férias... Simplesmente veio com uma força estarrecedora, devastadora, assustadora. E da mesma maneira que chegou se foi... deixando um rastro de dor. Mas a ajuda logo veio de todos os cantos do mundo, a solidariedade estava alerta, e fez-se mais uma vez presente, fazendo surgir em todos aquela força que não sabemos possuir , até que precisamos dela. Depois deste acontecimento, eu me peguei pensando em quantos “tsunamis pessoais” vivemos durante nossa existência, pode vir em forma de briga com os pais, em forma de troca de emprego, em forma de morte de algum parente, mudança de cidade, mudança de estado civil, por entrar ou sair da faculdade, filhos saindo de casa, dívidas, um novo amor... ou até vários destes fatores acontecendo simultaneamente. Quando nos percebemos, já estamos “arregaçando as mangas” e torcendo para que “a poeira assente” o mais rápido possível, para voltarmos a viver em paz até que outro acontecimento nos pegue de surpresa e comece tudo de novo. No entanto existem momentos em que a vida nos dá indícios de que o terremoto está por vir, e aí precisamos agir antes da devastação. Pois bem a natureza está nos avisando que não é possível viver sem lhe dar a devida Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  3. 3. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES atenção, nenhum animal selvagem morreu, eles puderam “prever” este acontecimento e se precaveram. Somos seres humanos, e temos dentro de nós esta intuição que os animais possuem; a diferença, é que não sabemos mais como ouvir a esta intuição. Desta forma o exercício que proponho hoje, é o seguinte: Que tal reaprendermos a ouvir o nosso “coração”, nosso “grilo falante”? Para começar, Entre em seu quarto apague a luz, sente-se no meio do quarto, feche os olhos, respire fundo, acalme-se... e tente lembrar de alguns itens de seu quarto com a sua localização EXATA (tipo, travesseiro em cima da cama, livro de capa vermelho em cima do criado mudo ao lado do abajur). Abra os olhos e verifique se acertou ou errou. Você pode optar por escrever as anotações ou não. Se acertar mais da metade, passe para a próxima etapa, se não refaça. Lembre-se que este é um exercício pessoal, ninguém vai cobrar resultados, você é quem vai percebê-los ou não. Agora, sente-se num jardim ou em uma praça, feche os olhos, respire, concentre-se, tente identificar cada ruído, de que lado ele vem, e o quê é. Confira. Assim, com o tempo, você vai aprendendo a se acalmar e deve começar a ouvir a sua voz interior, aquela mesma que nos diz que atitude devemos tomar antes, durante ou depois dos “tsunamis pessoais”. Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  4. 4. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES 2-DINÂMICA AUTÓGRAFOS O Autógrafo pode ser aplicado com crianças, adultos ou adolescentes, sem que se altere o conteúdo moral implícito em sua mensagem. É evidente que esse conteúdo não deve ser explicado pelo monitor e sim ser produto de ampla e muitas vezes longa discussão, após a aplicação da técnica. Seu fundamento moral vale-se do choque que provoca ao se verem seus integrantes plenamente mergulhados em uma competição egocêntrica que se opõe a um sentimento de solidariedade. Ao terminar a aplicação da técnica, os participantes percebem que intuitivamente entraram em choque competitivo, rejeitando um sentimento de solidariedade que afinal, é a mensagem mais forte de todo propósito de sensibilização. ANTUNES, C., Manual de Técnicas - de dinâmicas de grupo, de sensibilização e de ludopedagogia. 13ª edição, Petrópolis, Vozes 1998. BRAINSTORMING O Brainstorming ou tempestade cerebral, mais que uma técnica de dinâmica de grupo é uma atividade desenvolvida para explorar a potencialidade criativa do indivíduo, colocando-a a serviço de seus objetivos. Diversas vezes tentamos sua aplicação em Seminários para liderança, em treinamentos de professores ou mesmo em salas de aula e os resultados mostraram-se aparentemente positivos, ainda que a técnica não deva ser produzida sistematicamente. O Brainstorming não visa a fixação de um conteúdo desenvolvido ou que conste de um texto qualquer. O princípio no qual se apóia o Brainstorming é o de solicitar aos participantes que aparentemente idéias, as mais diversas e até mesmo descabidas, sobre um assunto qualquer colocado pelo monitor. Sua participação, durante a apresentação dessa idéias, será a de registrá-las, independente de qualquer juízo crítico sobre sua validade, e estimular a rápida sucessão de outras mais. Um exemplo proposto pelo próprio Osborn é aproveitar-se uma reunião de executivos, por exemplo, na área de publicidade e apresentar-lhes desafios aparentemente ilógicos como: - Qual a utilidade prática de uma lâmpada queimada? - Que outros empregos poderemos dar a um clipes? - Como nos valer da palavras (chuva) e da palavra (matagal) para promover a venda de óleos de bronzear? Colocando um desses problemas, cabe ao monitor, mais ou menos com um leilão, incentivar os participantes a apresentarem, em poucas palavras, as sua idéias e, eventualmente, associa-las a outras até que praticamente se esgote o manancial. Com inúmeras idéias expostas a registradas, deve então o monitor, com auxílio do grupo ir eliminando umas, aprimorando outras e assim chegar a um resultado prático. ANTUNES, C., Manual de Técnicas - de dinâmicas de grupo, de sensibilização e de ludopedagogia. 13ª edição, Petrópolis, Vozes 1998. Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  5. 5. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES 3-DINÂMICA JOGO DAS MÃOS Embora o Jogo das Mãos seja uma brincadeira inocente, um desafio inconseqüente, pode ser trabalhado como técnica de sensibilização na medida em que abre perspectivas muito amplas de diálogo para o grupo. Afinal sua chave é apoiada no fundamento oriental de que se dar às mãos implica numa arte que exige vontade determinação e assim o ato de segurar a mão, é puramente físico, enquanto que a idéia da doação envolve sentimentos de companheirismo mais profundo. Por essa razão é que o grupo, após algumas dificuldades iniciais, perceberá que chegará à solução de adotar uma estratégia. Assim não será difícil ao monitor mostrar que a solidariedade entre as pessoas de um grupo envolve também estratégias e somente os que estão dispostos e procurá-los poderão efetivamente solidificar seus sentimentos de companheirismo. É aplicável em qualquer faixa etária, dura menos de vinte minutos desde que se exclua um indeterminável tempo para discutí-lo e podem ser feito grupos numerosos. Desde que divididos em subgrupos de seis participantes. ANTUNES, C., Manual de Técnicas - de dinâmicas de grupo, de sensibilização e de ludopedagogia. 13ª edição, Petrópolis, Vozes 1998. 4-DINÂMICA RÓTULOS Faixa etária: acima de 10 anos Objetivo: Estimular e desenvolver a empatia e a aproximação interpessoal. Participantes: 05 a 07 Preparação: O educador deve confeccionar um conjunto de etiquetas gomadas para cada grupo. Essas etiquetas devem conter, com letras bem visíveis, as palavras: SOU SURDO(A) - GRITE / SOU PODEROSO(A) - RESPEITE / SOU ENGRAÇADO(A) - RIA / SOU SÁBIO(A) - ADMIRE / SOU PREPOTENTE - TENHA MEDO / SOU ANTIPÁTICO(A) - EVITE / SOU TÍMIDO(A) - AJUDE. Desenvolvimento: Formar grupos de 05 a 07 alunos e sugerir que, durante 04 (quatro) ou 05 (cinco) minutos, discutam um tema polêmico qualquer, proposto pelo educador. Avise que, entretanto, na testa de cada um dos integrantes do grupo será colada uma etiqueta (rótulo) e que o conteúdo da mesma deve ser levado em conta nas discussões, sem que seu possuidor, entretanto, saiba o significado. Com os rótulos nas testas, o grupo inicia a discussão que torna-se naturalmente inviável. Ao final do tempo, solicitar que os alunos exponham suas conclusões que é, entretanto, impossível. Após essa tentativa, os alunos devem retirar a etiqueta e debater as dificuldades que os muitos rótulos que recebemos impõem as relações mais profundas. A estratégia permite aprofundar os problemas de comunicação e relacionamento impostos pelos estereótipos e pelos preconceitos Dica: Antes que cada aluno retire sua etiqueta da testa, o educador pode perguntar a ele se sabe qual o rótulo que carrega." ANTUNES, Celso. Jogos para estimulação da múltiplas inteligências. 3ª edição, Petrópolis, Vozes, 1999. 5- DINÂMICA Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  6. 6. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES INTEGRAÇÃO DE GRUPO Objetivos: a) Criar no grupo, considerado hostil, um clima positivo. b) Integrar um grupo que resista ao treinamento. Tamanho do Grupo: Um número indeterminado de pessoas Tempo Exigido: Uma hora, aproximadamente. Material Utilizado: -> Um quadro-negro ou diversas cartolinas (1m x 0,50). -> Lápis ou caneta. -> Folhas um branco. Ambiente Físico: Uma sala ampla que acomode todas as pessoas. Processo: I. O animador, sentindo que os participantes do treinamento apresentam, na sua maioria, resistência ao curso, o que é facilmente observável, pelo comportamento ( por exemplo: no modo de agrupar- se, distante do animador), pede que formem subgrupos de três, com as pessoas mais próximas; II. A cada subgrupo será distribuída uma folha, na qual deverão responder à seguinte pergunta: "Como vocês se sentem em estar aqui ?" Solicita-se que cada subgrupo faça uma listagem de razões; III. A seguir o animador pedirá que cada subgrupo faça a leitura de sua listagem, que será escrita no quadro-negro ou na cartolina, caracterizando os pontos considerados positivos e negativos; IV. Usando os mesmos "trios", o animador pede para responder à segunda pergunta: "Como vocês se sentem com a minha presença aqui? "; V. Novamente as respostas serão lançadas no quadro-negro ou na cartolina, reealçando-se os pontos positivos e negativos; VI. Finalmente, o animador formula a terceira pergunta: "Como vocês se sentem em relação à pessoa que os mandou para o curso?", cujo resultado será lançado no quadro-negro ou cartolina, destacando novamente os aspectos positivos e negativos; VII. A seguir, forma-se o plenário para uma análise geral das respostas dadas às três perguntas. Geralmente pode-se observar que nas respostas à primeira pergunta predominam os aspectos negativos, e na segunda ou terceira aparecem mais os positivos, o que demonstra que houve mudança de clima no curso e maior integração. Atividades de Educação Ambiental/EA Sugestões de Atividades Atividade – Criando e recriando com palavras... 1. a) Levantar com os/as educandos/as uma listagem dos principais problemas ambientais locais, com alguns comentários sobre os mesmos, diagnosticando o grau de preocupação e esclarecimento dos mesmos; 1. b) Apresentar o quadro abaixo e propor o preenchimento com palavras, em grande grupo: Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  7. 7. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES (preencher com palavras associadas à:) Personagens Personagens Problemas “heróicos” de “vilões” de Elementos de Espaço Animais Plantas ambientais algum conto ou algum conto ou cenário lenda lenda Ex:Poluição; Cidade; Rato; Flores; Fada; Bruxa; Castelo; ... ... ... ... ... ... ... (Esta atividade foi realizada no quadro “negro”, podendo ser em um painel de papel pardo). 1. c) Depois de preenchido o quadro, dividir o grande grupo em pequenos grupos de no máximo 5 participantes e propor elaboração uma história utilizando 2 a 3 palavras de cada quadro. Tempo estimado para a atividade: 20 minutos, com tolerância... 1. d) Depois de concluída a história, trocar as histórias entre os grupos; 1. e) Cada grupo deverá representar a história, utilizando materiais que estão à disposição (sucata em geral) – tempo: 15 minutos; 1. f) Para fechamento, pedir que cada um relate o que foi trabalhado na atividade desenvolvida e o que sentiu em relação a ela. Atividade – Discutindo sobre o lixo 2. a) Formação de um grande grupo em círculo; 2. b) Exposição de lixo seco no meio do grande grupo (o lixo deverá ter materiais que se sub-agrupem e que contenham o mesmo número que os participantes, por exemplo: 5 tampas plásticas, 5 garrafas PET, 5 caixas de suco longa vida, 5 potes de vidro, 5 copos descartáveis). 2. c) A sala já deverá estar previamente preparada como descrito anteriormente; 2. d) Inicia-se a aula com um texto reflexivo sobre lixo, de escolha do/a professor/a, podendo ser uma notícia, artigo ou história sobre o assunto “Lixo”. Podemos fazer uso de uma boa música para o fundo da leitura. 2. e) Propor a observação do lixo que está à frente, no centro do grupo; 2. f) Cada participante é convidado a escolher um dos elementos do lixo; 2. g) Distribuição em grupos de acordo com o lixo escolhido – o grupo das tampinhas, o grupo das garrafas, etc... 2. h) Levantar as seguintes questões para análise em grupo: - Tempo de decomposição; - Impacto causado pela produção da embalagem; - Análise do rótulo da embalagem; - Qual o slogan do produto e apelo publicitário; Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  8. 8. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES - Qual seria a opção para a reutilização do material. 2. i) Apresentação das análises ao grande grupo. Atividade - Confecção de cartões com sucata: 3. a) Apresentar diversos tipos de lixo de papel e papelão: revistas, jornais, caixas de embalagens, caixas de papelão... 3. b) Cada participante escolhe materiais para elaborar um cartão ambiental utilizando técnicas sugeridas pelo/a professor/a: - Dobradura; - Recorte e colagem; - Rasgadura... 3. c) Confecção do cartão propriamente dita; 3. d) Exposição e relato da confecção do cartão ao grande grupo; Atividade - Confecção de carimbos de cordão com restos de madeira 4. a) Colocar à disposição dos/as educandos/as os materiais necessários para a confecção dos carimbos: tocos de madeira (que podem ser solicitados em madeireiras ou fábricas de molduras, móveis) e cordão de algodão ou lã (o cordão é melhor). 4. b) Apresentar alguns modelos de carimbos com formatos variados (estrela, árvore, sol, lua, etc.). 4. c.) Confecção dos carimbos propriamente ditos. 4. d) Confecção de um painel em grupos, utilizando os carimbos confeccionados. Atividade – Confecção de máscaras com massa de papel 5. a) Preparo da massa de papel para modelar: liquidificar o papel picado – para cada três punhados de papel picado, meio copo do liquidificador com água – bater e despejar em uma bacia e ir fazendo até ter bastante polpa. Espremer o excesso de água e adicionar uma colher de sopa de cola ou grude para cada “bolo” de massa de papel espremido e ir colocando em uma bacia. Quando tiver massa suficiente, é só começar a confeccionar a máscara. 5. b) Para confeccionar a máscara, fazer uma bola de papel jornal amassando várias folhas até formar uma esfera de forma ovalada. Sobre esta esfera, confeccionar a máscara. 5. c) Dias depois a máscara estará seca e poderá ser pintada, de preferência com tinta plástica ou acrílica. 5. d) Pode ser sugerida a confecção de potes, formas geométricas, além das máscaras, com os mesmos procedimentos. Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  9. 9. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Atividade – Confecção de um minhocário Materiais necessários para cada minhocário: Uma garrafa pet de 2 litros e uma menor de água mineral brita ou pedrinhas, terra, saco de lixo preto, minhocas. Procedimentos: Corte a garrafa pet tirando o bocal. No fundo da garrafa pet coloque brita (não há necessidade de furar o fundo da pet). Sobre a brita coloque a garrafa menor (com água e tampa) dentro da garrafa pet. Ao redor, despeje a terra e largue as minhocas. Após terminar, utilize um saco de lixo escuro para envolver a garrafa, pois as minhocas não são acostumadas com claridade. Não é necessário molhar, pois a garrafinha com água fornece umidade para a terra, a não ser que seja uma região de excessivo calor, molhe de vez em quando, podendo colocar alguns lixos orgânicos sobre a terra para alimento das minhocas. Depois de dias, ao tirar o saco de volta da garrafa poderemos observar os caminhos das minhocas bem definidos. Volte a cobris com o saco de lixo evitando a luz para as minhocas. Atividade – Confecção de mini-hortinhas com garrafas pet Materiais necessários: garrafas pet, tesoura, terra, mudinhas ou sementes. Procedimentos: Deite a garrafa pet e corte um dos lados da “barriga” da garrafa, sem atingir o fundo nem a boca da garrafa. Faça pequenos furinhos no fundo e coloque terra. Em seguida, plante as sementes ou as mudas e é só cultivar com cuidado. Como suporte podemos usar caixas de ovos para que não fiquem diretamente no chão e, de tempos em tempos, estes suportes poderão ser substituídos, pois podem apodrecer com a umidade que escorre do excesso da água pelos furinhos da garrafa. Atividade – Planejamento da EA integrado para Educação Infantil Exercício de estudo para o/a professor/a 8. a) Levantar a seguinte questão: Como globalizar a Educação Ambiental aos conteúdos curriculares e às atividades desenvolvidas rotineiramente na escola? Para professores da Educação Infantil poderemos apresentar alguns exemplos: Exemplo 1: Quando trabalhamos o tema TERRA, poderemos trabalhar noções de espaço, tamanho, cor, motricidade fina em atividades práticas com argila ou desenhos, plantio, observação, expressão oral, etc, realizando atividades que envolvam e desperte o interesse da criança sobre o assunto trabalhado. É importante disponibilizar materiais como livros e revistas para manuseio das crianças, onde podem encontrar gravuras referentes ao tema em questão. Exemplo 2: Quando trabalhamos o tema NATUREZA poderemos realizar atividades que desenvolvam noções de tamanho, forma, cor, espessura, sensibilidade - tato, olfato, visão, audição, paladar... 8. b) Atividade: Com base nestes exemplos, escolha um assunto e elabore um planejamento ou projeto para uma unidade de estudo (dependendo a denominação referente em sua escola) a ser trabalhado num período de uma a duas semanas, de forma a globalizar às diferentes áreas a serem trabalhadas na Educação Infantil. Atividade – Apresentação de sugestões sobre confecção de materiais diversos para Educação Infantil Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  10. 10. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Sugestões de materiais confeccionados pelo professor ou pelas crianças, para desenvolver atividades que possibilitem trabalhar as áreas (o ideal é trabalhar de forma interdisciplinar onde diversas áreas são envolvidas nas atividades - os exemplos são separados por área apenas por uma questão de classificação a qual estamos acostumados e habituados - ao mesmo tempo: afetiva, vivência em grupo, comunicação...): Afetiva: Confecção de cartões para datas comemorativas utilizando: caixas de leite ou suco e papelão de caixas enfeitando-os com cola e serragem, cola e palitinhos, colagem com papel de revista, colagem com retalhos de tecido, etc... Vivência em Grupo: Confecção de painéis sobre papel pardo utilizando colagens de gravuras, confecção de quebra-cabeças e jogos de memória, bolas de meia para brincadeiras de “ovo podre” ou “o limão entrou na roda...”. Comunicação: Confecção de microfones, confecção de fichas com gravuras grandes de pessoas realizando alguma tarefa, as quais as crianças deverão interpretar o que elas estão fazendo e imita-las... Movimento: Confecção de paus com fitas de papel ou de tecido, confecção de bambolês com pedaços de mangueira velha, confecção de pesos com garrafas descartáveis cheias de areia para realizar diversas atividades de educação Física, confecção de chocalhos e tambores com latas... Necessidades: Confecção de cartazes que apresentem as necessidades básicas dos seres vivos: alimentação, moradia, higiene. Criatividade: Atividades artísticas utilizando sucata: forrar potes com materiais variados, colagens em painéis, recorte de embalagens e montagem de álbum. Área Cognitiva: Atividades de observação de elementos naturais com registro após observação. Exemplo: observação de sementes germinando (utilizar sementes variadas que poderão ser plantadas em potes de embalagens); observação da vegetação da escola percebendo classificando quanto a grande/pequeno, alto/baixo, fino/grosso, liso/áspero - o registro oral ou gráfico destas observações é muito importante. Área Sensorial: Confecção de saquinhos de pano contendo objetos diferentes para brincar de descobrir - pelo tato - o que está no saquinho, confecção do livrinho do tato (várias fichas de papelão com elementos colados), realizar atividades de mímicas (imitando animais, profissões, atividades de higiene), colocar em potes alguns elementos com cheiro para as crianças descobrirem o que está no pote (pote com café, com vinagre, com ervas cheirosas). Área Espacial: Confecção de fitas com unidades de medidas (ex: 10 palmas da mão) e medir objetos diversos, medir crescimento de plantas com dedinhos, inventar mapas de tesouro (esconder algo no pátio do colégio e apresentar o mapa previamente preparado para as crianças procurarem o tesouro), contar quantos passos dados de um determinado lugar até outro, deitar no chão da sala e desenhar com giz o perfil da criança e da professora e medir... Área Temporal: Atividades que utilizem ontem, hoje e amanhã - Confecção de cartazes de como estava o tempo ontem, como está o tempo hoje e como as crianças acham que estará o tempo amanhã. Confecção de um calendário mensal para ser apresentado a cada início do mês. Observar a hora do relógio (confeccionado) quando as crianças entram em sala de aula e como está o relógio na hora em que saem (a professora o modifica). Área de Análise e de Síntese: Confecção de dobraduras simples e observar: “era assim e ficou assim”, confeccionar um cartaz de animais filhotes e outro de animais adultos observando como eram e como ficaram (pode ser com gravuras de crianças e de adultos) e fazer comparações. Confeccionar jogos com seqüência lógica classificando por tamanho, por fatos. Coletar sucata em geral e classificá-la quanto ao seu material: plástico, papel, papelão, etc. Figura fundo: Confecção de um painel contendo diversas gravuras e brincar de procurar um determinado elemento ou objeto. Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  11. 11. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Área Psico-Motora: Confeccionar jogos de memória, quebra-cabeças, realizar atividades de recorte, colagens, montagens em espaços predeterminados pela professora, confeccionar fichas com ordens esclarecidas às crianças e apresentá-las seqüencialmente para que as crianças executem (ex: fichas de bater palmas, bater o pé, piscar os olhos, emitir algum som pela boca, etc.). Esquema Corporal: Confeccionar um boneco com roupas velhas preenchendo-as com jornal, confeccionar máscaras de papel para a cabeça, confeccionar um grande quebra-cabeça com as partes do corpo. Brincar, de dois a dois, de espelho (o que um faz o outro imita). Motricidade Ampla: Realizar atividades de corrida, competições, rodas cantadas, utilizando objetos confeccionados com sucata: corrida com garrafas de peso leve (dependendo o tamanho da criança por pouco peso na garrafa) - jogos com bolas de meia. Motricidade Fina: Confeccionar contas com canudinhos e enfiar em cordões para fazer colares, rasgar e picar papel de revista colado-os em espaços pré-determinados, executar bordados com retalhos de lã em cartões perfurados pela professora. Atividade - sugestões de materiais didáticos gerais com sucata: Confecção do professor: - Fantoches com caixas, massa de papel jornal, bolas de jornal forradas com meia de nylon, pés de meias velhas. Os fantoches podem ser confeccionados utilizando os materiais já citados para formar a cabeça do personagem. Utiliza- se retalhos de tecido para o corpo dos fantoches. - Fantoches com vara utilizando copinhos de iogurte, sacos de papel, caixinhas. - Livros com cartolina usada ou papelão de caixas contendo: gravuras, números e respectivas quantidades, materiais naturais para tato (areia, folhas, raízes...), linhas e formas geométricas. Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  12. 12. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES - Brinquedos com caixas, garrafas plásticas, embalagens em geral - bilboquês, carrinhos, chocalhos, caixas enfeitadas. - Cartazes com cola (ou grude) com pó de café passado seco, areia, serragem. - Quebra-cabeças com gravuras de jornais ou revista. . - Jogo de boliche com bolas de meia e garrafas descartáveis. - Massinha de modelar caseira. - Maquetes de casas. - Pincéis com lã, corda, esponja, algodão, penas de galinha. - Televisão de caixa de papelão. - Quadrinhos "negros" para uso das crianças - é só pintar um retalho de chapa de eucatex com tinta preta ou verde. - Marionetes com a parte interna do rolo de papel higiênico. - Carimbos com madeira e cordão; e móbiles com elementos naturais. – Atividade criadora - Confeccionar brinquedos com sucata Disponibilizar para os/as educandos/as sucatas em geral (lixo seco limpo) bem como materiais básicos como cola, tesoura, arame, cordão, etc., e deixa-los livres para criarem brinquedos com sucata. Depois, realizar uma exposição. Um Conto: Como explicar o inexplicável - Um conto de Maria Cristina Zeballos de Sisto (Buenos Aires, março de 1995). Maria Cristina, advogada, certa vez deparou-se com uma pergunta de seu pequeno Frederico, de cinco anos que lhe questionou sobre o cheiro e a cor do rio que havia visto num passeio da escola. Como lhe responder a esta questão? Como lhe explicar que esse era um rio poluído? Como lhe explicar que pessoas como seus pais eram responsáveis pela contaminação do rio? Como lhe explicar que para fabricar seus sapatos se contaminam litros de água? Resolveu, então, criar um conto: Era uma vez, uma gota de água que morava numa grande e gorda nuvem, e se chamava GOTITA. Certo dia, lá do alto da nuvem GOTITA viu no alto de uma montanha, um fio de prata que descia e ficava cada vez maior e brilhava como o sol. Muito curiosa GOTITA perguntou a uma gota mais velha: - O que é aquilo tão lindo que desce do alto da montanha? A gota mais velha lhe respondeu que era a nascente de um rio que é formado por muitas outras gotas que vivem viajando e moram com muitos peixes e plantas aquáticas. - Quero ser rio também! Respondeu animadamente. Para sua sorte, naquele momento começou uma forte chuva e GOTITA embarcou de carona para conhecer aquela maravilha. Mergulhou fundo no rio e tudo era como a gota mais velha lhe havia dito. Ali as águas eram cristalinas e foi então que começou sua viagem. Logo se deparou com algumas mulheres lavadeiras às margens do rio. Elas despejavam no rio uma água espumante e cheirosa e aquela água também seguia o curso do rio, então, tratou de continuar sua viagem. Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  13. 13. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Na manhã seguinte encontrou um pescador que havia pescado um bagre bigodudo. Foi até a margem para ver o que iria acontecer com o bagre e deparou-se com muitas latas e potes plásticos no leito do rio. Aquilo já não era mais tão bonito... Seguiu sua viagem e a noite avistou muitas luzes que pareciam mil estrelas e sentiu a música de uma pequena cidade. Dois namorados diziam poesias quando ela passava, porém, em seguida lhe ocorreu algo muito desagradável: de um grosso tubo começou a sair um líquido marrom e de textura viscosa. Eram os dejetos de esgoto da cidade. Daí em diante as coisas mudaram. A viagem deixou de ser encantadora. O dono de um frigorífico sujou a água com sangue de um montão de animais e contaminou o rio com restos de tanino que saiam de seu curtume. No dia seguinte passou por uma usina que produzia energia para a cidade. Os que fabricam eletricidade utilizam a água do rio para esfriar as turbinas. Teve a sorte de conhecer uma turbina por dentro. Este último passeio a esquentou um pouquinho e alguns peixes morreram. Há poucas horas adiante dos deságües de uma fábrica juntaram-se umas substâncias que têm nomes muito difíceis e que são muito perigosas. Realmente os humanos não deixavam GOTITA em paz. Neste momento ela pensou: “Que complicado é ser rio”. Logo passou um barco cheio de troncos de árvores que perdia petróleo que ele usava como combustível. Este último acontecimento a perturbou um pouco mais. Nesta noite descobriu que as estrelas quase não se refletiam na água e logo chegou a capital. Em seus arredores vivia muita gente. A sujeira se amontoava nas margens e não se via ninguém, somente muito lixo e entre ele, pneus de automóveis habitados por muitos caracóis que transmitem aos humanos uma doença muito rara. Logo se deu conta que o leito do rio estava coberto por algo negro. Escutou um senhor que dizia que aquilo era petróleo. O andar do rio era cada vez mais lento. Um automóvel velho era morada de muitos ratos as margens do rio. O rio já não era mais puro e nem cantava o canto das cachoeiras. A GOTITA sentiu um odor muito forte. Uma mamãe disse ao seu filho que não podia nadar neste rio porque as águas estavam contaminadas e o contato com essa água era muito perigoso. Neste momento a GOTITA avistou uma professora com seus alunos. “Eles vão querer brincar comigo”, pensou a GOTITA, porém somente escutou a voz de Frederico perguntando: ”o que é isso que cheira tão mal?”. GOTITA encheu seu coração de pena e ela se sentiu muito leve, pois o sol começou a esquenta-la e a transformou novamente em nuvem. Suspirou de alívio, “Que susto”, exclamou “Estou limpa e de novo em casa”. Quando se preparava para descansar de sua longa viagem desde o começo, viu uma grande mancha negra que entrava no mar: esse era o rio da Prata. Assim Frederico aprendeu como os homens podem transformar a natureza. Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  14. 14. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES o Arranjos Arranjos florais Objetivo: Desenvolver habilidades para montagem de arranjos florais, aplicando técnicas e estilos que realce a beleza de cada espécie. Conteúdo: História da arte floral Noções básicas de conservação, ferramentas e acessórios Técnicas de corte, limpeza e sustentação Formas, cores e estilos Montagem de arranjos variados Arranjo com Peixe Betta Dicas para montagem de floricultura e estrutura para comercialização. - Arranjos com samambaias Objetivo: Desenvolver habilidades para montagem de arranjos florais, aplicando técnicas e estilos que realce a beleza de cada espécie. Conteúdo: História da arte floral Noções básicas de conservação, ferramentas e acessórios Técnicas de corte, limpeza e sustentação Formas, cores e estilos Montagem de arranjos variados Arranjo com Peixe Betta Dicas para montagem de floricultura e estrutura para comercialização. Bromélias Objetivo: Conhecer as diferentes espécies e aplicar as técnicas de cultivo e multiplicação em vasos, jardins ou viveiros. Conteúdo: História e características Aspectos econômicos e botânicos Técnicas de cultivo e multiplicação Controle de pragas e doenças O uso no paisagismo Cultivo em viveiros e comercialização. Ervas aromáticas Objetivo: Despertar interesse pelo aprendizado de técnicas de cultivo e utilização de plantas aromáticas e condimentares. Conteúdo: Conhecer as espécies vegetais Técnicas de multiplicação e plantio de mudas Preparação de canteiros Manutenção Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  15. 15. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Controle de pragas e doenças Processos de colheita, secagem, armazenamento e utilização. Horta orgânica Objetivo: Aplicar técnicas de jardinagem para o cultivo, utilização e comercialização de hortaliças e legumes sem uso de defensivos agrícolas. Conteúdo: Conhecimento e escolha das espécies: clima, luminosidade e solo Técnicas de multiplicação e plantio em sementeira e em solo Manutenção de hortas: adubação e regas Controle orgânico de pragas e doenças Montagem de viveiros ou estufas. Introdução ao paisagismo Objetivo: Orientar e capacitar os participantes para concepção e implantação de jardins, criando espaços harmoniosos e funcionais. Conteúdo: Pesquisa das tendências atuais do mercado Conceito de paisagismo, elementos arquitetônicos e vegetais História e estilos de jardins Fatores determinantes para elaboração de projetos paisagísticos Representação gráfica e elaboração de planta baixa Estudo de vegetação funcional e estética: critérios para escolha das espécies Planejamento, desenho de projeto e orçamento Normas de comercialização Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  16. 16. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Paisagismo de implantação, manutenção e reforma. Jardinagem Objetivo: Capacitar os participantes para o uso correto das técnicas de jardinagem, possibilitando a implantação e manutenção de jardins residenciais e comerciais. Conteúdo: A jardinagem e o meio ambiente Perfil e requisitos do profissional de jardinagem Noções de biologia e morfologia vegetal Conhecimento das espécies Preparo e análise de solo, plantio em vaso, jardineiras e jardins Métodos de multiplicação de vegetais Manutenção de jardins e gramados: adubação, rega e poda Controle de pragas e doenças Plantio de árvores Cultivo em viveiro. Mini-fonte Objetivo: Desenvolver técnicas variadas para montagem e comercialização de mini-fontes. Conteúdo: Fundamentos das fontes na decoração Montagem diferentes tipos de fontes Criatividade e acabamento como diferencial competitivo Formas de comercialização. Mini-jardim Objetivo: Aplicar técnicas de preparação e comercialização mini-jardins. Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  17. 17. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Conteúdo: Fundamentos Espécies vegetais adequadas para arranjos Montagem de modelos variados e manutenção Utilização criativa dos materiais e acabamento como um diferencial competitivo. Terrário Objetivo: Conhecer e aplicar técnicas para preparação e comercialização de terrários. Conteúdo: Fundamentos e História Espécies vegetais adequadas para os arranjos Montagem de modelos variados e manutenção Utilização criativa dos materiais e acabamento como um diferencial competitivo. Violetas africanas Objetivo: Conhecer as espécies e aplicar técnicas para o cultivo e multiplicação de violetas favorecendo sua comercialização e geração de renda. Conteúdo: Histórico e conhecimento da espécie Técnicas de multiplicação e de plantio Controle de pragas e doenças Manutenção e cuidados básicos Cultivo em viveiros e comercialização. Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  18. 18. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Mosquitérica Máquina mortífera Texto Gustavo Laredo Ilustração Francisco da Costa O 'equipamento', vamos batizá-lo assim, realmente funciona, como atestaram os pesquisadores, mas exige vigilância constante e renovação freqüente da água Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  19. 19. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES MATERIAL >>>1 garrafa PET de 1,5 ou dois litros; >>>1 tesoura; >>>1 lixa para madeira número 180; >>>1 rolo de fita isolante preta; >>>1 pedaço de microtule, conhecido também como véu de noiva, de 7 por 7 centímetros. Uma alternativa barata é usar microtule colorido ao invés do branco; >>>4 grãos de alpiste ou um pouco de ração para gatos. PASSO A PASSO 1>>> Retire a tampa da garrafa e, com cuidado, remova o anel do lacre sem quebrá-lo. Este será usado como componente da armadilha. 2>>>Corte a garrafa mais ou menos na altura onde ela começa a afinar para formar a boca. Para facilitar, amasse a garrafa até obter uma dobra, onde pode ser feito uma marca. Coloque a tesoura na marca e faça o corte, obtendo duas partes. 3>>>Lixe a parte interna do funil de cima para baixo até que ela fique áspera e fosca. Serão formados Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  20. 20. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES sulcos que irão permitir que a água do recipiente suba por capilaridade, aumentando o poder de evaporação da água. Essa parte da garrafa será a tampa da mosquitérica. 4>>>Dobre o pedaço de tule ao meio e cubra a boca do funil. Use o anel do lacre como presilha, encaixando-o com cuidado até que ele alcance a segunda volta da rosca. Apare o excedente da malha que ficou aparecendo. 5>>>Coloque os grãos de alpiste, arroz ou um pouco de ração para gato dentro do copo. 6>>>Vede com a fita isolante o funil e o recipiente. Encaixe o funil, com o bico para baixo, dentro do copo formado pela outra metade da garrafa. Vede as duas partes com a fita isolante preta. 7>>>Preencha com água metade do funil. Verifique o nível diariamente, repondo a água que evapora. Mais informações: Instituto de Microbiologia Prof. Paulo de Góes - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Cidade Universitária, Ilha do Fundão, Rio de Janeiro, RJ. Tel. (21) 2560-8344 Com menos de um real, pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro criam armadilha Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  21. 21. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES para eliminar o mosquito da dengue Texto Gustavo Laredo Ilustração Francisco da Costa Uma garrafa PET, quem diria, esta ajudando a combater o mosquito da dengue. Alguém pode até achar absurda a afirmação, uma vez que esse tipo de embalagem pode acumular água e servir de criadouro para o inseto. Mas não é esse o pensamento do professor Maulori Cabral e de outros pesquisadores do Instituto de Microbiologia da UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Baseados em uma mosquitoeira, um invento criado e patenteado pelos pesquisadores Antonio Gonçalves Pereira e Hermano Cezar Jango, eles fizeram a mosquitérica, ou seja, um modelo de mosquitoeira que custa menos de um real e é fácil de fazer. Segundo Cabral, o nome surgiu na mesma época em que os medicamentos genéricos começavam a se popularizar no país. A idéia do invento é detectar se há focos do Aedes aegypit nos arredores onde a armadilha é colocada. O funcionamento é muito simples. As fêmeas do mosquito são atraídas para a armadilha por causa da evaporação da água contida na garrafa. Elas depositam os ovos em locais secos. Ao reabastecer a mosquitérica com água, os ovos são encharcados e eclodem. No fundo do copo há alimento para que os filhotes se alimentem e cresçam. No entanto, ao chegar à forma adulta, os insetos não conseguem passar pela barreira feita com o microtule preso na boca da garrafa e acabam morrendo. "O mosquito não deposita o ovo em água limpa", orienta Cabral. Por isso, é necessário colocar matéria orgânica, que pode ser qualquer grão triturado: de alpiste, por exemplo, arroz ou até mesmo ração para gato. Maulori faz apenas uma ressalva: "As rações para cachorro não servem porque têm gordura. Esta substância fica na superfície da água e não permite que as larvas do mosquito respirem". A armadilha deve ser colocada em locais sombreados porque os mosquitos da dengue não suportam a luz. E para ver se a mosquitérica realmente capturou insetos da espécie, basta colocá-la em locais bastante iluminados. As larvas fogem e tentam se proteger no escuro. Segundo Cabral, ao contrário do fumacê habitual usado no combate, a mosquitérica atua durante todo o ciclo de desenvolvimento do mosquito da dengue, matando desde seu estágio larval até a fase adulta. Jogo de Educação Ambiental "PARE E PENSE"! Regras do Jogo "Pare e Pense!" Objetivo: incentivar a reflexão e a discussão sobre temáticas ambientais de forma lúdica. Faixa etária: a partir de 10 anos. Público: diferentes grupos de diferentes contextos. Se forem grupos grandes poderão ser feitos sub-grupos. Referências: o jogo: "Pare e Pense!" é uma adaptação do conhecido jogo "STOP", que é jogado com o auxílio de uma grade impressa com várias colunas para cada letra do alfabeto (com exceção das letras K, Y e W por serem pouco utilizadas em palavras da língua portuguesa). As colunas das letras do jogo "STOP" traziam: Nome, Cidade, Estado, Cor, Fruta, etc. Cada coluna do "Pare e Pense!" é relacionada a uma temática ambiental, e as palavras escritas para cada letra, nas colunas, deverão ser do contexto daquela temática para valer pontuação. Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  22. 22. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Material necessário: Cada jogador precisa de uma tabela e caneta ou lápis. Desenvolvimento: - Para iniciar a partida, um dos jogadores - a combinar pelo grupo - diz o "A" oralmente e prossegue recitando o abecedário mentalmente: B, C, D, E, ... e outro jogador - também previamente combinado -, em um determinado momento diz: "Pare e Pense!". A letra em que estava na seqüência mental é dita oralmente, e todos começam a preencher com palavras, as colunas daquela letra, assim que ela é pronunciada. - O primeiro que concluir todas as colunas - podendo deixar algumas em branco, caso não encontre palavra com aquela letra para associar à temática - diz: "Pare!". Neste momento, todos devem parar de escrever, e um por um começa a dizer suas palavras e justificar por que. O grupo decide se a palavra associada vale pontos ou não, uma vez que ela deve ter relação lógica e fundamentada a temática. - Cada palavra aceita, vale 10 pontos. Na última coluna vai a soma dos pontos. - O mesmo procedimento anterior é feito para nova rodada. Caso caia na mesma letra, o jogador deve iniciar o abecedário até que o "PARE" indique nova letra. Como são muitas letras e toma muito tempo preencher todo o quadro, o jogo pode ser interrompido e retomado em outro momento até que se complete a tabela das letras e temáticas. - Aqueles jogadores que deixaram colunas em branco podem preenchê-las posteriormente com palavras ditas pelos colegas, marcando uma estrelinha para indicar inclusão, após a rodada. - Ao final, somam-se os pontos totais e tem-se o vencedor. Ter ou não essa pontuação pode ser opção do grupo, pois a idéia é fazer muitas associações e discussões sobre as temáticas abordadas. - As regras devem ser previamente combinadas, pois a clareza é fundamental. Podem ser utilizados dicionários ou glossários de estudo antes das atividades. - As temáticas podem ser escolhidas pelo grupo ou pelo/a monitor/a da atividade. RECEITAS PARA VOCÊ: . ECONOMIZE, EVITANDO O DESPERDÍCIO. 22 Receitas RECEITAS ALTERNATIVAS ________________________________________________________________________ KRI-KRI DE LARANJA ( TANGERINA, LIMÃO ) ________________________________________________________________________ Ingredientes: cascas de laranja açúcar a gosto farelo de trigo torrado 2,00 colheres ( sopa ) MODO DE PREPARO: Cortar as cascas de laranja em tirinhas de meio centímetro. Trocar de água até perder o amargo. Colocar uma medida de cascas de laranja, bem enxutas, para 1/2 medida de açúcar. Levar ao fogo, mexendo sempre. Quando começar a engrossar a calda, acrescentar o farelo e continuar a mexer até açucarar. Guardar em latas. ________________________________________________________________________ DOCE DE CASCAS DE MAMÃO ________________________________________________________________________ Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  23. 23. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Ingredientes: cascas de mamões maduros 6,00 mamões bem lavados açúcar 3,50 xícaras MODO DE PREPARO: Deixe de molho na água as cascas dos mamões de um dia para outro. Pique-as, coloque-as numa panela e deixe ferver, acrescentando as cascas sempre que levantar fervura. troque a água a cada fervura. Na quarta vez, deixe cozinhar por dez minutos. Deixe esfriar, bata no liquidificador adicionando uma xícara ( chá ) de água e passe por peneira. Leve ao fogo com açúcar até dar o ponto ( quando desprender do fundo da panela). ________________________________________________________________________ DOCE DE CASCAS DE BANANA ________________________________________________________________________ Ingredientes: cascas de banana nanica ( lavadas e picadas ) 5,00 xícaras ( chá ) açúcar 5,00 xícaras ( chá ) MODO DE PREPARO: Cozinhe as cascas em pouca água até amolecerem. Retire do fogo, escorra, reserve a água e deixe esfriar. Bata as cascas e a água no liquidificador e passe por peneira grossa. Junte o açúcar e leve novamente ao fogo, mexendo sempre, até desprender do fundo da panela. _____________________________________________________________________ Assado de cascas, talos ou folhas _____________________________________________________________________ INGREDIENTES: 4 xícaras (chá) de cascas bem lavadas, picadas e cozidas. 2 colheres (sopa) de queijo ralado. 1 xícara (chá) de pão amanhecido molhado no leite. 1 cebola pequena picada. 1 colher de sopa de óleo. 2 ovos batidos. Cheiro verde e sal a gosto. MODO DE PREPARO: Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  24. 24. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Bata as cascas cozidas no liqüidificador ou passe por peneira. Coloque a pasta obtida numa tigela e misture o restante dos ingredientes. Unte um pirex com óleo ou margarina, despeje a massa e leve para assar até que esteja dourada. Sirva quente. Use para este prato, cascas de abóbora japonesa, ou chuchu, folhas de beterraba, cenoura, nabo, rabanete, etc.; ou talos de agrião, beterraba, couve, brócolis, etc.; refogados ou cozidos. ____________________________________________________________________ Bolinhos de talos folhas ou cascas _____________________________________________________________________ INGREDIENTES: 1 xícara (chá) de talos, folhas ou cascas bem lavadas e picadas. 2 ovos. 5 colheres (sopa) de farinha de trigo. ½ cebola picada. 2 colheres (sopa) de água. Sal a gosto. Óleo para fritar. MODO DE PREPARO: Bata bem o ovo e misture o restante dos ingredientes. Frite os bolinhos às colheradas em óleo quente. Escorra em papel absorvente. Prepare: com talos de acelga, couve, agrião, brócolis, couve-flor, etc.; folhas de cenoura, beterraba, nabo, rabanete etc.; ou cascas de chuchu. Obs.: No caso de talos de couve, couve-flor ou brócolis, recomenda-se dar uma pré fervura antes do preparo. Aproveite esta água do cozimento dos talos para outras preparações (arroz, sopa, etc.) ______________________________________________________________________ Paté de talos ______________________________________________________________________ RENDIMENTO: 10 porções INGREDIENTES: 3 colheres (sopa) de talos de beterraba. 3 colheres (sopa) de talos de espinafre. 1 copo americano de ricota ou maionese. Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  25. 25. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES MODO DE PREPARO: Bata os talos no liqüidificador com 1 colher (sopa) de ricota ou maionese. Misture a pasta obtida com o restante da ricota ou maionese. Conserve em geladeira. Sirva com pão, torrada ou bolacha salgada. ______________________________________________________________________ Panqueca de Espinafre ______________________________________________________________________ RENDIMENTO: 6 panquecas INGREDIENTES: 2 ovos batidos 1 colher (sopa) farinha de trigo. 1 colher (chá) de sal. 1 maço de espinafre limpo. MODO DE PREPARO: Cozinhe o espinafre. Depois de cozido e bem picado, misture todos os ingredientes. Frite em frigideira bem untada, usando ¼ de xícara (chá) de massa para cada panqueca, virando para que doure dos dois lados. ______________________________________________________________________ Lasanha de Repolho ______________________________________________________________________ RENDIMENTO: 8 porções. INGREDIENTES: 1 e ½ kg de repolho (1 unidade grande). ½ kg de carne moída. ½ kg de tomate bem maduro. 1 cebola média picada. 2 dentes de alho. 200 g de queijo muzzarela. 2 colheres (sopa) de óleo. 4 copos de água. Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  26. 26. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES MODO DE PREPARO: Refogue a carne moída com óleo, o alho, a cebola e o sal. Bata os tomates no liqüidificador com um copo de água e junte ao refogado de carne, deixando cozinhar por 10 minutos. À parte, separe as folhas de repolho, lave bem e mergulhe aos poucos em água fervente com sal até amolecerem. Em um pirex, intercale uma camada de folhas de repolho com o molho de carne até acabarem, Cubra com queijo e leve ao forno por 15 minutos. Sirva a seguir. ______________________________________________________________________ Tomates Recheados com sobras de arroz ________________________________________________________________________________ INGREDIENTES: 1 xícara (chá) de sobras de arroz 2 colher (sopa) de salsa picada 2 ovos cozidos 2 colheres (sopa) de queijo ralado 6 tomates grandes 10 azeitonas verdes MODO DE PREPARO Corte os tomates ao meio e retire a sementes. Misture o restante dos ingredientes e recheie os tomates. RENDIMENTO: 8 porções. PESO DA PORÇÃO: 70g VALOR CALÓRICO DA PORÇÃO: 99,6 calorias ______________________________________________________________________ Torta de agrião ______________________________________________________________________ RENDIMENTO: 8 porções. Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  27. 27. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES INGREDIENTES: 4 xícaras (chá) de agrião. 4 fatias de pão colocado de molho em 1/3 xícara (chá) de leite. 3 ovos. 4 colheres (sopa) de óleo. 4 colheres (sopa) de queijo ralado. 4 colheres (chá) de salsa. Orégano a gosto. Sal a gosto. 2 colheres (sopa) farinha de trigo. 2 colheres (sopa) de óleo. 1 xícara (chá) de leite. MODO DE PREPARO: Em uma panela misture a farinha e as 2 colheres (sopa) de óleo. Junte o leite fervendo, mexendo bem. Reserve. Pique bem o agrião, junte o pão e as gemas batidas, o óleo, queijo ralado, salsa, orégano e sal, as claras batidas em neve e o creme reservado. Coloque tudo em forma untada e leve ao forno por meia hora para assar. _______________________________________________________________ Bolinhos de talo de Agrião _______________________________________________________________ INGREDIENTES: - talos de agrião cortados em rodelinhas (o equivalente a meia xícara) - 2 ovos - 5 colheres (sopa) de farinha de trigo - meia cebola média - sal a gosto Modo de fazer: Misture todos os ingredientes numa tigela e frite em óleo quente, em pequenas porções de cada vez. Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  28. 28. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Rendimento: 10 bolinhos Valor Calórico Total: 331 kcal ___________________________________________________________________ Bolinhos de folha de Cenoura ___________________________________________________________________ INGREDIENTES: - 2 ovos - 6 colheres (sopa) de farinha de trigo - 1 e 1/2 xícara (chá de folhas de cenoura lavadas e picadas) Modo de fazer: Misture todos os ingredientes numa tigela e frite às colheradas em gordura quente. Rendimento: 10 bolinhos Valor Calórico Total: 287 kcal ______________________________________________________________________ Bolinhos de Talos de Brócolis ______________________________________________________________________ INGREDIENTES: - 2 xícaras (chá) de talos de brócolis cozido - 2 ovos - 1 cebola média picada - 1 colher (chá) de sal - 6 colheres (sopa) de farinha de trigo Modo de fazer Bata no liquidificador os talos cozidos juntamente com os ovos. Retire e misture aos ingredientes restantes. Frite às colheradas em óleo quente. Rendimento : 35 Bolinhas Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  29. 29. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Valor Calórico Total : 365 kcal _____________________________________________________________________ Bolo de Beterraba _____________________________________________________________________ INGREDIENTES: - 2 beterrabas bem vermelhas de tamanho médio - 2 colheres (sopa) de margarina - 2 e 1/2 xícaras (chá) de açúcar - 2 xícaras (chá) de farinha de trigo - 1 xícara (chá) de suco de laranja - 3 ovos - 1 colher (sopa) de fermento em pó - 2 colheres (sopa) de farinha de rosca - 1 pitada de sal Modo de Fazer : Cozinhe as beterrabas, depois descasque, corte em pedacinhos e bata no liquidificador com o suco de laranja e sal. Reserve. Peneire juntos a farinha de rosca, a farinha de trigo e o fermento. Bata em creme as gemas com a margarina, depois junte o açúcar aos poucos e, sempre batendo, vá adicionando a beterraba batida com o suco de laranja, a mistura de farinhas e fermento e, por último, adicione as 3 claras em neve e misture bem. Deite a massa em uma forma redonda e lisa, de buraco no centro, bem untada com margarina e polvilhada com farinha de trigo. Asse em forno moderado por aproximadamente 35 minutos. Depois de assado, (experimente com um palito - este bolo fica ligeiramente úmido) deixe esfriar e desenforme. Se desejar, enfeite com cenouras raladas ou laranjas cortadas em rodelas, caramelizadas. Rendimento ; 14 porções Valor Calórico Total : 3055 kcal OBS : Para saber o valor calórico de cada porção, deve-se dividir o valor calórico total pelo número de porções que o bolo rendeu. ______________________________________________________________________ Sopa de Talo de Couve ______________________________________________________________________ Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  30. 30. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES INGREDIENTES : - talos de um maço de couve - 2 batatas médias picadas - 1/2 cenoura média picada - 1 tablete de caldo de carne - 1 e 1/2 litro de água Modo de Fazer : Bata no liquidificador os talos de couve, com um pouco de água. Numa panela, coloque os talos triturados, as batatas, a cenoura, a água e leve ao fogo. Quando começar a ferver, juntar o caldo de carne e deixar até cozinhar todos os ingredientes. Rendimento : 4 porções Valor Calórico Total : 129 kcal ______________________________________________________________________ Doce de Casca de Melancia ______________________________________________________________________ INGREDIENTES: - 2 kg de casca de melancia - 1 e 1/2 kg de açúcar - 1 copo de água - cravo Modo de Fazer : Retire a casca verde da melancia, utilizando somente a polpa branca. Rale em ralador grosso e reserve. Faça uma calda com açúcar, água e cravo. Acrescente a casca de melancia ralada e deixe cozinhar até apurar. Rendimento : 25 porções Valor Calórico Total : 5775 kcal ______________________________________________________________________ Tira - Gosto de Casca de Batata Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  31. 31. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES ______________________________________________________________________ INGREDIENTES : - casca de batata - óleo para fritar e sal Modo de Fazer : Lave bem as cascas e frite em óleo quente até ficarem douradas e sequinhas. Tempere com sal e sirva. ______________________________________________________________________ Bolo de Cascas de Frutas ______________________________________________________________________ INGREDIENTES : - 2 ovos - 1 colher (sopa) de fermento em pó - 2 xícaras (chá) de caldo de cascas de frutas - 2 xícaras de açúcar - 2 xícaras de farinha de trigo Modo de Fazer : Bata as claras em neve, misture as gemas e continue batendo. Misture aos poucos o açúcar, depois a farinha de trigo, sem parar de mexer. Acrescente o fermento e 1 xícara (chá) de caldo de cascas de frutas. Misture bem e asse em forma untada, em forno moderado. Depois de assado, vire em um prato enquanto quente, fure com um garfo e despeje a outra xícara de caldo de cascas de frutas adoçada. Experimente preparar esta receita com cascas de maçã, pera, manga, goiaba, caqui, abacaxi, mamão, etc. ______________________________________________________________________ Pudim de Casca de Goiaba ______________________________________________________________________ INGREDIENTES : - 1 copo de suco de casca de goiaba - 1 copo de água - 2 colheres (sopa) bem cheia de maisena Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  32. 32. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES - 2 colheres (sopa) bem cheia de açúcar Modo de Fazer : Dissolva a maisena, junte os demais ingredientes e misture bem. Leve ao fogo mexendo até engrossar. Despeije em forma previamente umedecida e leve à geladeiral ______________________________________________________________________ Patê de Abacate ______________________________________________________________________ INGREDIENTES : - 1 abacate - orégano, limão, sal e molho de pimenta Preparo : Amasse um abacate e tempere com gotinhas de limão, sal a gosto, orégano e molho de pimenta. Misture tudo muito bem. Sirva com torradas. Rendimentos : 500g ou 25 porções Peso da Porção : 20g Valor Calórico da Porção : 31 kcal ______________________________________________________________________ Patê de Berinjela ______________________________________________________________________ INGREDIENTES : - 2 berinjelas com casca - 2 colheres (sopa) de óleo - 1 cebola picadinha - 2 tomates - 1 colher (chá) de queijo ralado (opcional) - 1 colher (sopa) de maisena Preparo : Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
  33. 33. Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES Cozinhe em água e sal as berinjelas com casca. Passe por peneira. Faça um refogado com óleo, cebola picadinha e tomates. Junte as berinjelas passadas por peneira e sal. Coloque o queijo ralado e engrosse com a maisena. Utilize este patê em biscoitos, torradas ou como recheio de sanduíches. ______________________________________________________________________ Bolo de Laranja com Casca ______________________________________________________________________ INGREDIENTES : - 2 laranjas médias - 3/4 xícara (chá) de óleo - 3 ovos - 2 xícaras (chá) de açúcar - 2 xícaras (chá) de farinha de trigo - 1 colher (sopa) de fermento em pó - gotas de baunilha Preparo : Corte as laranjas em quatro e retire somente as sementes. Bata no liquidificador as larnjas, o óleo, os ovos, o açúcar e a baunilha. Despeje esta mistura em uma vasilha e acrescente a farinha de trigo e o fermento, mexendo bem. Asse em assadeira untada. Se preferir, depois de assado e ainda quente despeje sobre ele o suco de duas laranjas adoçado com 2 colheres (sopa) de açúcar. Rendimento : 22 porções Peso da Porção : 55g Valor Calórico da Porção : 199.5 kcal Mais uma receita: Torta salgada com recheio de sobras de verduras e legumes Ingredientes para o recheio: • 4 folhas de couve-flor; • 4 folhas de nabo; • 4 folhas de beterraba; Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000 www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático. De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.

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