Trabalho de Graduação Interdiciplinar
AN8DG - 2013
Amanda Coelho
Barbara Matos El Zein
Marco Aurélio de Sousa Santos
Centr...
“Dedicamos esse projeto a todos que possuem dentro de si, a vontade de
ver o skateboard como um esporte altamente difundid...
Sumário
Introdução ..................................................................................................................
Site ........................................................................................................................
Relatório de pesquisa do trabalho de graduação interdisci-
plinar apresentado ao Centro Universitário Belas Artes de
São P...
INTRODUÇÃO
O tema escolhido para esse projeto foi a reconcepção de uma
marca já existente e presente no mercado. Para assumir esse
po...
O SURGIMENTO DO SKATE
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O SURGIMENTO
Para um melhor entendimento, a tradução de Skateboard é
patins numa prancha, porém no Brasil ficou conheci...
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ANOS 60
No início era chamado sidewalk surfing, ou seja, surf de calçada,
e rapidamente se espalhou por todo os Estados...
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ANOS 70
A primeira evolução foi a invenção da inclinação no tail inventado
por Larry Stevenson para melhorar o equilíbr...
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ANOS 80
O Skate na década de 80 foi caracterizado por uma explosão
de rampas de madeira feitas pelos próprios skatistas...
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ANOS 90
Nesta década o Skate tomou seu rumo atual na direção do
profissionalismo do esporte, os equipamentos melhores e...
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ANO 2000
Diferente de outras viradas de décadas o Mercado do Skate
não entra em crise, ao contrário, fica mais forte, p...
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ANO 2010
O Skate está solidificado e popularizado como nunca teve,
muito divulgado na TV seja pela transmissão de campe...
Skateboard no Brasil
No meio de década de 1960, o skate chegava ao Brasil
através de surfistas norte-americanos.
No início...
Década de 1990 e anos 2000, a evolução do skate x
verde amarelo
Na década de 1990, a modalidade street se tornava
uma das ...
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Curiosidades:
O primeiro skate fabricado e comercializado em série foi o
Roller Derby em 1959.
O primeiro campeonato de Sk...
Drop Dead
Drop Dead
“Nascida do sonho de ver o skate como um esporte altamente difundido
e valorizado em todos os aspectos, a Drop D...
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A Drop Dead possuia um logo simples, com a letra “D” cen-
tralizada em um círculo, representava a volta que os skatista...
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Propaganda publicada em meados da década de 90.
Após alguns anos, uma forma elíptica envolvendo o logo foi
adicionada, ...
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Revista: Tribo Skate #26
Ano de publicação: 1997
No ano de 1997 a marca sofre novamente um redesign, agora
sem o uso da...
Quem é a Drop Dead hoje:
Atualmente o logo continua em sua versão monocromática,
sofrendo alterações apenas na letra “D” a...
Comunicação
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O PROJETO
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O PROJETO
Público-alvo:
Ambos os sexos; 16 a 21 possíveis consumidores, 21 a 33
consumidores, 33 a 45 deixando de consu...
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tanciam os consumidores. Por isso vemos a necessidade de
reformulação de toda a linguagem da marca. Somente uma
identid...
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Análise SWOT:
Pontos fortes:
	 • A Drop Dead possui uma boa equipe, que trabalha
unida para o desenvolvimento da marca....
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este (48%), seguidos da região Sul (21%), Nordeste (18%) e
Centro Oeste/Norte (14%), sendo que 52% estão nas capitais
e...
Painel Semântico
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Estilo
Caráter de uma produção artística.
Hábito, prática, praxe, costume.
Modo de vida; procedimento,
atitude, maneira...
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Inovador
Que, ou o que inova, propõe ou faz
inovações.
Justificativa: O conceito inova-
dor foi agregado através da
nov...
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Confiança
Sentimento de segurança, de cer-
teza, tranquilidade, sossego.
Justificativa: O conceito confi-
ança foi agre...
A Marca
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Sketches
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Estudos
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Estudos
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Versão Final
A Loja Conceito
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Loja Conceito:
Atualmente a Drop Dead não possuí uma loja conceito/ física,
baseado nisso desenvolvemos uma proposta em...
PRODUTOS
SHAPES / DECKS
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A posição do logo na lixa indica as bases tail e nose, para maiores
informações, consulte a pagina 27.
A parte superior do...
Camisetas
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SITE
SITE
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Manual de Identidade Visual
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Conceito:
A representação gráfica do inovador é dada pelo ícone da letra “D”.
Essa forma concentra o equilíbrio entre u...
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MARCA
Desenho da marca
A marca é o elemento central de uma identidade visual. Quando
bem utilizada, torna-se o item pri...
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Assinaturas
Existem três configurações possíveis para a utilização da mar-
ca: vertical, logotipo isolado e horizontal....
83
Construção
O desenho da marca se constitui a partir das relações entre
seus elementos: as distâncias e os alinhamentos ...
84
Dimensionamento mínimo
Para garantir a reprodução legível da marca, foi estabeleci-
da a redução máxima para cada uma d...
85
Área de Proteção
A área de proteção objetiva preservar a visibilidade e leitura
da marca, evitando a aproximação excess...
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Cromias institucionais
As cores possuem grande importância na identificação visual
de uma marca e sua utilização de for...
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Versão monocromática
A marca possui uma versão monocromática que con-
tém um arejamento entre seus elementos, permitind...
88
Fundos coloridos	
Fundos claros
Para permitir uma maior flexibilidade na aplicação da marca, é possível
aplicá-la com a...
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Fundos coloridos	
Fundos escuros
Para aplicações em fundo escuro, deve-se optar por uma versão mono-
cromática, respeit...
90
Versão em retícula de preto
Quando houver restrições de uso para impressão em retícula de preto,
a marca deve ser aplic...
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Fundos fotográficos
As aplicações em fundos fotográficos são permitidas, desde que
sua visualização não seja prejudicad...
92
Versão em outline
A versão em outline, também conhecida como linhas ou contorno, é
recomendada para uso em papel de fax...
93
Padronagem
Padrão com a marca
Ao reproduzir uma malha gráfica com a aplicação repetida da
marca, recomenda-se deixar um...
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Deslocamento 50 % horizontal
95
Deslocamento 50 % vertical
96
Padrão com grafismo
97
Usos Proibidos
A marca Drop Dead não deve ser alterada, seja nas suas
cores, diagramação ou proporções nem tão pouco se...
98
Papelaria Básica
Cartão de visita
Formato: 54 x 86mm
Cartão impresso em off-set em papel couché fosco, 250 g/m2
99
Pasta	
Formato: 220 x 310 mm 	
Impresso aberto em off-set 	
As medidas do diagrama construtivo a baixo encontra-se em
m...
100
Papel Carta
Normas de Digitação
Os textos devem ser digitados em caixa alta e baixa
( maiuscula e minusculas) e alinha...
101
Papelaria Básica
Papel carta 
Formato: A4 ( 210 x 297mm)
102
DROP DEAD
Rua Domingos Agostim 91 - Vila Azevedo
São Paulo SP - 03306 010 - Fone. 2090 7400
www.dropdead.com.br
16 34
...
103
Complementos
Frota:
Carro
Traseira: Marca aplicada alinhada à esquerda.
Lateral: Marca aplicada na porta alinhada com ...
104
Frota:
Utilitario
Frontal: Marca aplicada centralizada na parte superior
Traseira: Marca aplicada centralizada na part...
105
Frota:
Caminhão
Frontal: Marca aplicada centralizada na parte superior
Traseira: Marca paliada alinhada a esquerda.
La...
Aplicações da marca
Poster
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Crachá
Poster
109
Cartão de visita
110
Fachada da Loja Conceito
111
Referências
113
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- LIVRO: Almanaque dos Esportes, Editora Europa, 2009.
- LIVRO: A História dos Esportes, Or...
Considerações Finais
Identificamos que o mercado e a cultura do skate está em expansão,
principalmente em grandes áreas metropolitanas, como na...
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Amanda Coelho
Barbara Matos
Marco Aurélio de Sousa Santos
AN8DG - 2013
Centro Universitario Belas Artes de São Paulo
Drop Dead - Uma autêntica empresa de skate.
Drop Dead - Uma autêntica empresa de skate.
Drop Dead - Uma autêntica empresa de skate.
Drop Dead - Uma autêntica empresa de skate.
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Drop Dead - Uma autêntica empresa de skate.

  1. 1. Trabalho de Graduação Interdiciplinar AN8DG - 2013 Amanda Coelho Barbara Matos El Zein Marco Aurélio de Sousa Santos Centro Universitario Belas Artes de São Paulo
  2. 2. “Dedicamos esse projeto a todos que possuem dentro de si, a vontade de ver o skateboard como um esporte altamente difundido de maneira que não haja discriminação pelo esporte e por seus praticantes, e também para aqueles que possuem o mínimo que seja da paixão pelo esporte, pela cultura ou pela vibração proporcionada todos esses anos sobre qua- tro rodas, que para muitos ainda se mantém na categoria diversão.”
  3. 3. Sumário
  4. 4. Introdução ..............................................................................................................................................................................................................................13 O Surgimento do Skate .........................................................................................................................................................................................................16 Anos 60 ....................................................................................................................................................................................................................................18 Anos 70 ................................................................................................................................................................................................................................... 19 Anos 80 ................................................................................................................................................................................................................................... 20 Anos 90 ................................................................................................................................................................................................................................... 21 Ano 2000 ................................................................................................................................................................................................................................ 22 Ano 2010 ................................................................................................................................................................................................................................ 23 O Skateboard no Brasil ........................................................................................................................................................................................................... 24 Curiosidade ............................................................................................................................................................................................................................. 27 Drop Dead .............................................................................................................................................................................................................................. 29 Evolução do Logo ................................................................................................................................................................................................................... 31 Quem é a Drop Dead .............................................................................................................................................................................................................. 34 O Projeto ................................................................................................................................................................................................................................ 37 Plano Estratégico .................................................................................................................................................................................................................... 41 Desenvolvimento do projeto ................................................................................................................................................................................................... 41 Painel Semântico .................................................................................................................................................................................................................. 43 Marca ..................................................................................................................................................................................................................................... 48 Sketches ................................................................................................................................................................................................................................. 49 Estudos ................................................................................................................................................................................................................................... 51 Versão Final ............................................................................................................................................................................................................................ 53 Loja Conceito ........................................................................................................................................................................................................................ 55 3D ........................................................................................................................................................................................................................................... 56 Produtos ................................................................................................................................................................................................................................ 62 Shapes/ Decks ........................................................................................................................................................................................................................ 63 Camisetas ............................................................................................................................................................................................................................... 66 Sumário
  5. 5. Site ......................................................................................................................................................................................................................... 73 Manual de Identidade Visual ............................................................................................................................................................................... 78 Conceito ................................................................................................................................................................................................................. 79 Marca ..................................................................................................................................................................................................................... 80 Assinaturas ............................................................................................................................................................................................................ 81 Construção ............................................................................................................................................................................................................. 82 Dimensionamento .................................................................................................................................................................................................. 83 Área de Proteção ................................................................................................................................................................................................... 84 Crômias .................................................................................................................................................................................................................. 85 Fundos e Aplicações .............................................................................................................................................................................................. 87 Versão Outline e Patterns ...................................................................................................................................................................................... 91 Usos proibidos ....................................................................................................................................................................................................... 96 Papelaria Básica .................................................................................................................................................................................................... 97 Complementos (Frota) ......................................................................................................................................................................................... 102 Aplicações da Marca .......................................................................................................................................................................................... 106 Referências .......................................................................................................................................................................................................... 111 Considerações Finais ......................................................................................................................................................................................... 114
  6. 6. Relatório de pesquisa do trabalho de graduação interdisci- plinar apresentado ao Centro Universitário Belas Artes de São Paulo como exigência parcial para obtenção do título de bacharel em Design Gráfico sob a orientação dos professores Luiz Bagno e Sobral.
  7. 7. INTRODUÇÃO
  8. 8. O tema escolhido para esse projeto foi a reconcepção de uma marca já existente e presente no mercado. Para assumir esse posto de pesquisa escolhemos uma marca clássica do cenário esportivo: a loja de artigos para skate, roupas e derivados do “urban lifestyle”, Drop Dead. Atualmente estamos assistindo um crescimento do interesse de públicos de vários níveis sociais à valorização “da cultura e da arte de rua”. Queremos saber como podemos atrair esse público existente para um nome com potencial do mercado nacional. Para isso iremos resgatar as raízes dessa cultura urbana e detectar como ela atualmente tornou parte dessa complexa indústria que é o mercado de consumo e da moda. O que fez com que as pessoas se sentissem parte do universo do skate e quisessem se definir com isso
  9. 9. O SURGIMENTO DO SKATE
  10. 10. 18 O SURGIMENTO Para um melhor entendimento, a tradução de Skateboard é patins numa prancha, porém no Brasil ficou conhecido como skate. Não sabe ao certo como e quando o skate surgiu, mas foi nos Estados Unidos num processo ao longo da primeira metade do século 20, talvez derivando dos rollers scooters, uma espé- cie de patinete fabricados a partir de 1900. No final dos anos 50 quando não havia ondas no litoral da Califórnia, surfitsas tentavam imitar as manobras de surf us- ando rodas e eixos montados em pranchas de madeira.
  11. 11. 19 ANOS 60 No início era chamado sidewalk surfing, ou seja, surf de calçada, e rapidamente se espalhou por todo os Estados Unidos. A moda pegou e no início da década de 60 aconteceu o primeiro estou- ro do Skate como novo esporte, em 1963 o sidewalk surfing, já praticado por um grande número de adolescentes, tinha criado identidade, com suas próprias manobras e assim ganhou seu nome definitivo: Skateboard. O Skate na década de 60 era completamente ligado ao surf e in- fluenciado por ele e certo dia: Uma extensão da praia no asfalto, foi neste momento que nasceu o skate vertical! Um projeto diferente de piscina com transição, durante a grande seca na Califórnia as piscinas foram esvaziadas e os surfistas/ skatistas descobriram que dava para se divertir andando de skate nas paredes, que lembravam as transições das ondas de surf.
  12. 12. 20 ANOS 70 A primeira evolução foi a invenção da inclinação no tail inventado por Larry Stevenson para melhorar o equilíbrio e as manobras, porém o grande acontecimento da década foi a invenção da roda de poliuretano em 1972 o que revolucionou o skate. Antigamente as rodas eram feitas de ferro e mais tarde de baque- lite, um tipo de plástico duro, ambas muito escorregadiças e in- seguras, dificultando a realização de manobras. O inventor desta nova tecnologia foi o engenheiro químico e surf- ista Frank Nashworthy fazendo este material dar origem as ver- dadeiras e até hoje utilizadas rodas de skate., essa invenção deu ao skate um enorme impulso para que ele definitivamente se consolidasse como um esporte popular. Outro “boom” aconteceu criando o início do Skate mod- erno, com as modalidades Slalom, Downhill, Free- style e Vertical, devido a crescente quantidade de prati- cantes, surgiram diversos locais específicos para a prática do Skate, os chamados skate parks, a maioria particular. São realizados o primeiro áereo (Frontside Air) por Tony Alva em 1977, o primeiro ollie (Frontside Ollie) em pistas por Allan Gelfand em 1978 e o primeiro looping pelo profissional norte americano Duane Peters em 1979, manobras que modernizariam o skate, entretanto devido aos inúmeros acidentes acontecidos nos skate parks e aos altos valores pagos de indenizações e seguros, mui- tos locais fecharam e a procura diminuiu drasticamente, o que trouxe um colapso ao Mercado do Skate, fechamento de mui- tas empresas e perda de patrocínio de quase todos os skatistas profissionais. No final desta época o Skate criou identidade própria se ligando mais a contra-cultura que nascia na época, a New Wave e o Punk, tornando-o um esporte rebelde.
  13. 13. 21 ANOS 80 O Skate na década de 80 foi caracterizado por uma explosão de rampas de madeira feitas pelos próprios skatistas em ruas, praças e quintais de casa devido à crise existente, a criação de tecnologia para os equipamentos e inovações no período fazia com que os equipamentos de skate sofressem inovações em curtos períodos de tempo, além dos equipamentos, o esti- lo e a cara do skate também sofria inovações, em 1982 Rod- ney Mullen inventa o ollie no chão, o que influenciaria tanto o Freestyle quanto o Street, levando a criação de centenas de manobras derivadas, a partir deste ponto, o street começou a ser praticado em terrenos até então virgens para o skate, com as manobras em corrimão, paredes e escadas. Em 1984 Stacy Peralta e George Powell lançam o primeiro vídeo de uma equipe de Skate chamado de The Bones Bri- gade Video Show, revolucionado o Mercado. Os anos 80 foram caracterizados pela mistura da influência do Punk que lentamente foi substituída pela cultura urbana, com ênfase no Hip Hop., no final da década as calçadas largas eram o ápice e o Street começou a dominar o Skate com a queda do Vertical, contudo mais uma vez o Skate passou por uma crise afastando muitos praticantes, o que criou a teoria do “ciclo dos 10 anos”.
  14. 14. 22 ANOS 90 Nesta década o Skate tomou seu rumo atual na direção do profissionalismo do esporte, os equipamentos melhores e mais leves davam suporte a um Skate mais técnico com ma- nobras grandes e poderosas. Em 1995 a ESPN criou os X-Games e começou a limpar a imagem do skate como esporte rebelde, e a WCS (World Cup of Skateboarding) se consolidou com o Circuito Mundial, foi o primeiro grande passo para colocar o skate no “mainstream” e mais uma vez popularizá-lo. No final de 1999 é lançado o jogo de videogame Tony Hawk’s Pro Skater que tornaria o jogo da modalidade mais vendido e popular do mundo.
  15. 15. 23 ANO 2000 Diferente de outras viradas de décadas o Mercado do Skate não entra em crise, ao contrário, fica mais forte, profissional e estruturado ,aconteceram shows ou grandes competições de Skate pelos Estados Unidos como X-Games, Dew Tour, Gravi- ty Games, Tony Hawk Gigantesc Tour, Maloof Money Cup com transmissão ao vivo pelas principais redes de TV do mundo e premiações milionárias. Em 2002 Danny Way inventa a Mega Rampa durante um pro- grama ‘pay per view’ de TV nos Estados Unidos, levando o Skate Vertical para patamares nunca antes vistos. Skatistas/artistas expõem em galerias de arte pelo mundo (Mark Gozales, Ed Templeton, etc.) e escrevem livros (Michael Brook, Sean Mortimer, Jim Phillips, Rodney Mullen, Tony Hawk, Sean Cliver, etc), skatistas participam de publicidade de mar- cas fora do universo do Skate (Omar Hassan para a Ford e Bob Burnquist para Toyota), skatistas viram atores de Cinema (Jason Lee, Bam Margera) e de TV (Steve Berra, Rob Dyrdek, Ryan Sheckler) ou até diretores de cinema (Spike Jonze no “Eu quero ser John Malkovich”, Stacy Peralta no “Z-boys and Dogtown” e Harmony Corine em “Kids” e “Ken Park”). Skate mais uma vez é tema de filmes e documentários como Z-boys and Dogtown, Stocked: Rise and Fall of Gator, Who Cares: The Duane Peters Story, Ken Park, Lords of Dogtown, Paranoid Park, Grind, Wassup Rockers, Deck Dogz etc. É criado o Go Skateboarding Day em 2004 pela International Association of Skateboard Companies (IASC), uma data para comemoraroDiaMundialdoSkatepraticandoeconfraternizando.
  16. 16. 24 ANO 2010 O Skate está solidificado e popularizado como nunca teve, muito divulgado na TV seja pela transmissão de campeonatos ou por propagandas de muitas empresas fora do Mercado, melhor aceito pela sociedade, tendo suas demandas atendi- das pelo poder público através de construção de skate parks e criação de uma política pública própria. Em 2010 é criado pelo skatista profissional Rob Dyrdek o Street League Skateboarding, uma competição internacio- nal somente para convidados com premiações milionárias e transmissão ao vivo pela TV e internet.
  17. 17. Skateboard no Brasil No meio de década de 1960, o skate chegava ao Brasil através de surfistas norte-americanos. No início, o skate era escrito ao pé da letra, ou seja, era esqueite (foto acima da revista Esqueite), porém, com o passar do tempo, imperou o padrão norte-americano que é skate. O esporte aqui no país foi realmente dar o salto de qual- idade na década de 1970. No final do ano de 1974, foi realizado no Brasil, o primeiro campeonato de skate, no Primeiro Clube Federal, no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, foi inaugurada a primeira pista de skate do Brasil e da América Latina (foto acima), na praça Ricardo Xavier da Silveira, em Nova Iguaçu, também no estado carioca. Em outubro de 1975, na Quinta da Boa Vista, também no Rio de Janeiro, foi realizado o primeiro grande campe- onato de skate. Em 1976, começaram a aparecer as primeiras skate- parks (pistas de skates). Neste mesmo ano, o skatista carioca, Flavio Badenes (foto acima) conquistava o título do campeonato realizado no Primeiro Clube Federal. Após este ano, o skate teve um declínio, porém voltaria com tudo na década de 1980. Década de 1980, o ressurgimento do Skate no Brasil A década de 1980 foi muito importante para o skate bra- sileiro. Muitos acontecimentos ocorreram e isso faz com que o skate no Brasil desse um grande salto. Em 1982, começava a disputa do Campeonato Brasileiro de Skate do Bowl, no Itaguará Country Club (foto acima), em Guaratinguetá, São Paulo que durou de 1982 a 1987 com mais de 380 competidores participando em diver- sas modalidades. Em 1985, era realizado o campeonato brasileiro do Itaguará e contou com a presença do norte americano Tony Alva (foto abaixo) e Dave Ducan. Além disso, neste evento houve a inauguração da revista Overall (foto aci- ma). Em 1986, a delegação brasileira de skate participou do Campeonato Mundial no Canadá. Além disto, a equipe brasileira de skate foi à Alemanha participar da etapa principal do mundial de skate, na cidade de Munster, conquistando um quarto lugar na categoria profissional com o skatista conhecido como o japonês voador, Lin- coln Dyo Ueba (foto abaixo). Já em 1988 houve a realização do Sea Club – Overall, em São Paulo. Este evento contou com a apresentação do “pelé” do skate, Tony Hawk (então campeão mundial) e Lance Montain. Neste mesmo ano também aconteceu a 1ª Copa Itaú, no Rio de Janeiro, que contou com a pre- sença de profissionais norte americanos com Mark Ga- tor, Joe Jonson, Ken Park e Mike Alba. No final de década de 1980 foram ainda realizadas com- petições importantes como em São Paulo, o circuito Al- ternativa Rock Skate e nas cidades do nordeste brasileiro como em Salvador, na Bahia e Recife, em Pernambuco, o que deu uma grande alavanca para o crescimento do skate daquela região. 25
  18. 18. Década de 1990 e anos 2000, a evolução do skate x verde amarelo Na década de 1990, a modalidade street se tornava uma das mais fortes, pois os skatistas não tinham que depender de pistas para andar. Além disto, as mano- bras também evoluíram e ficaram bem mais diversifica- das. Os shapes ganharam nose (veja em Skate – O esporte) e uma nova forma. Os trucks ficaram mais leves e as rodas menores, o que facilitou muito para realizar as manobras. Nesta época, muitos canais de Televisão, revistas e sites, começaram a divulgar o esporte. Isto influenciou no crescimento do esporte. No ano de 1997, o skatista brasileiro, Robert Dean da Silva, o famoso Bob Burquist (foto acima), foi eleito o melhor deste ano em todo o mundo. Já no ano 2000, foi criada a Confederação Brasileira de Skate (CBSk) e com isso houve a construção de cen- tenas de pistas de skate pelo Brasil. Neste ano, uma pesquisa da Data Folha constatou que no Brasil havia mais de 2,7 milhões de praticantes do skate. De acordo com a própria Confederação Brasileira de Skate, hoje, o Brasil conta com mais de 300 competi- dores profissionais e cerca de 10 mil categorias de base. Atletas Brasileiros mais conhecidos e campeões mun- diais Atualmente, o Brasil conta com grandes nomes no cenário do skate mudial. A apresentação do skate brasileiro veio em 1995, com Rodrigo “Digo” Menezes (foto acima), campeão mundial da modalidade vertical. Em 2000, Bob Burnquist, na categoria vertical e Carlos Andrade, “O Piolho” (foto acima), na categoria street, foram campeões mundiais. Em 2002, Rodil de Araújo Júnior, “O Ferrugem” (foto aci- ma), conquistava na categoria street, o título mundial da modalidade. Em 2003, Sandro Dias, “O Mineirinho” (foto acima), começava a sua jornada de títulos mundiais. Neste ano, ele conquistava o título mundial da categoria vertical. No ano de 2004, Mineirinho conquistava o bi mundial na categoria vertical e Rodil de Araújo, “O Ferrugem”, con- quistava também o seu bi mundial na categoria street. Em 2005, 2006 e 2007, Mineirinho ainda faturaria o pen- tacampeonato mundial na categoria vertical. No ano de 2006, a skatista Karen Jones (foto acima) con- quistava o título mundial no feminino, na categoria verti- cal. No ano de 2008, Bob Burnquist (foto acima) conquistava na categoria vertical, mais um campeonato mundial, nos X-Games disputado no Rio de Janeiro. Bob também con- quistou vários títulos na categoria megarampa, que você pode conferir no “Skate – O esporte” sobre esta modali- dade. 26
  19. 19. 27
  20. 20. Curiosidades: O primeiro skate fabricado e comercializado em série foi o Roller Derby em 1959. O primeiro campeonato de Skate aconteceu em Hermosa Beach, Califórnia, em 1963, vencido por Larry Stevenson. A primeira revista especializada em Skate no mundo foi a The Quarterly Skateboarder lançada em 1964 nos Estados Unidos. Como escolher o seu shape: É essencial ter um shape adaptado para o seu estilo. É claro que é possível girar até um longboard, mas, não é mais fácil. Portanto, você deve sempre buscar shapes para o jeito que você anda de skate. Comecemos pelas côncaves. Côncaves são aquelas ''voltinhas'' do skate, no início do tail* e do nose**, e aquela que segue pelo shape inteiro. A côncave serve para o shape girar, logo, você que curte dar vários flips de diferentes modos, há maiores vantagens em pegar shapes de largura média e côncaves bem acentuadas. Caso você curta umas la- deiras ou um vertical, não há necessidade de utilizar côncaves ou shape com muito nose. Basta ter um shape mais largo e pouco maior. Para aqueles que utilizam todas as bases, um double deck*** é ótimo, com nose e tail do mesmo tamanho e côncaves evidentes. Procure analisar bem o shape quando o escolher, por exemplo, para saber o tamanho do tail e nose utilize sua mão. Para acreditar na ''firmeza'' do shape, dê leves batidas com ele no chão, prestando atenção no barulho, se passa uma impressão confiável Verifique a largura, quantas lâminas ele tem. Aconselho que você esteja sempre atualizado com os shapes, sabendo o que as marcas lançaram, os testes pelos quais ele passou, o material dele. Existem marcas como a Cisco que inovam muito a tecnologias de shapes, fizeram de bamboo, fizeram aquelas lâminas diferentes, e isso valoriza o shape e traz um novo mundo de facilidades no role. Pelo menos eu, costumo deixar de tentar manobra para não quebrar, mas, se estou com um shape bom, a preocu- pação é quase nula. Eu também recomendo que coloque a própria lixa, existem tutoriais na internet. Caso você a coloque, você raspa com pedaços de lixa em cima, para decidir o quanto de ''aderência'' você quer deixar. Por último, nunca mesmo, escolha seu shape pelo desenho. *Tail: Curvatura localizada na extremidade inferior do shape, para manobras na base do praticante. **Nose: Curvatura localizada na extremidade superior do shape, para manobras com base invertida **Double Deck: Shape que possuí tail e nose de mesma curvatura. 28
  21. 21. Drop Dead
  22. 22. Drop Dead “Nascida do sonho de ver o skate como um esporte altamente difundido e valorizado em todos os aspectos, a Drop Dead é uma autêntica empre- sa de skate. Desde de sua criação em 1991.”
  23. 23. 32 A Drop Dead possuia um logo simples, com a letra “D” cen- tralizada em um círculo, representava a volta que os skatistas davam nas pistas de skate. Tipografia simples com serifa e em caixa-alta, sempre man- tendo o predomínio do preto em suas propagandas da época. Evolução do Logo
  24. 24. 33 Propaganda publicada em meados da década de 90. Após alguns anos, uma forma elíptica envolvendo o logo foi adicionada, a cor branca escolhida como cor complementar e tipografia sem serifa, porém, ainda em caixa-alta.
  25. 25. 34 Revista: Tribo Skate #26 Ano de publicação: 1997 No ano de 1997 a marca sofre novamente um redesign, agora sem o uso das cores preto e branco, tendo o amarelo como cor secundária e o azul marinho como cor principal Após alguns anos, a Drop Dead voltou a aplicar a versão monocromática de seu logo.
  26. 26. Quem é a Drop Dead hoje: Atualmente o logo continua em sua versão monocromática, sofrendo alterações apenas na letra “D” ao centro da elipse. Seu logotipo se tornou mais simples e o uso de caixa-alta mantém um nível de simplicidade alcançada. Nas redes socias predomina o uso do preto e branco, tendo o amarelo como cor complementar. Quanto ao site, o uso de imagens em baixa qualidade, catálo- go desorganizado; confuso e banners mal elaborados torna-o pouco atraente para seus visitantes. 35
  27. 27. Comunicação 36
  28. 28. O PROJETO
  29. 29. 39 O PROJETO Público-alvo: Ambos os sexos; 16 a 21 possíveis consumidores, 21 a 33 consumidores, 33 a 45 deixando de consumir; Localização Geográfica: Todo estado de São Paulo; Classes alta, média-al- ta e média; Solteiros ou casados; Estudantes, recém-forma- dos, cursando o ensino superior; Influências culturais/ ambi- entais: Vivem a cultura metropolitana, possuem estilo de vida agitado e buscam tendências de estilo, músicas e produtos. Hábitos/ atitudes: Buscam através do skate manter a forma praticando um es- porte, relaxar praticando um hobbie e o principal motivo: di- versão. Concorrência: Como concorrentes direto, selecionamos duas marcas princi- pais, sendo elas a Öus (5 anos de mercado) e Urgh!(31 anos de mercado) Apesar de fortes concorrentes diretos, a maior concorrência encontra-se nos concorrentes indiretos, den- tre muitos selecionamos três concorrentes indiretos: RVCA, VANS e Element. Ambas as marcas fabricam produtos no segmento têxtil, equi- pamentos skateboard e atuam em eventos do gênero. Contextualização; definição de proposta e justificativa: O skate, apesar de atualmente ser altamente difundido na cul- tura brasileira, ainda encontra-se muito distante das grandes marcas internacionais do mercado. Por não chegar nem per- to de alcançar em qualidade e imagem as marcas gringas, as marcas nacionais perdem muito do valor, e consequente- mente ficam para atrás no consumo do mercado nacional. Existem certos consumidores que ditam as tendências desse mercado, os verdadeiros radicais e skatistas. Eles são segui dos por milhares de outros que também se identificam com essa atitude, mesmo que esses segundos consumi- dores derivados conheçam pouco ou nada das estruturas simbólicas e históricas da cultura do skate. Visando nesse consumidor principal, o que dita o que há de melhor no estilo, queremos um material que cumpra as exigências desse indivíduos e chamem sua atenção. Acreditamos ter como um facilitador uma das característi- cas da memória do consumidor brasileiro, os skatistas brasileiros conhecem e valorizam o que é produzido na- cionalmente. Mesmo que não achem que as marcas bra- sileiras sejam as melhores, eles conhecem as principais existentes do mercado, principalmente por elas patroc- inarem muitos eventos que eles participam. Por isso a tradição da Drop Dead nesse nosso mercado será um ponto a ser explorado. Nessa abertura que já temos pelo conhecimento do mer- cado iremos inserir um novo posicionamento de uma vel- ha conhecida. Reformulada, enxuta e atraente a nova Drop Dead promete incorporar um mercado de consumo de produtos nacionais que se sinta satisfeito com o que produzido no próprio país. Produtos que seguem o val- or da realidade brasileira e continuem fazendo parte da história do esporte por aqui. A grande distância do mercado internacional com o mer- cado nacional uma dos maiores problemas da atual mar- ca Dropead para conquistar um mercado existente. Esse descumprimento das exigências de qualidade em comparação com o mercado externo precisa ser encara- do com delicadeza, pois é um dos fatores que mais dis-
  30. 30. 40 tanciam os consumidores. Por isso vemos a necessidade de reformulação de toda a linguagem da marca. Somente uma identidade bem montada traria novidade e força suficiente para atrair a atenção desse consumidor metropolitano, tão an- tenado. A área de atuação da Drop Dead também precisa ser revista. A marca nasceu no Sul, berço de grande parte desse específ- ico mercado nacional. Apesar de patrocinar eventos em todo o país, sua área de atuação continua sendo somente no sul do país (Curitiba, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Ao ignorar áreas importantíssimas de consumo do país ela está reduzindo muito do que poderia acobertar. Um outro problema observado é que não há atualização de catálogos de produtos, o mesmo ocorre com o sistema de loja on-line. O investimento adequado à publicidade da marca já foi há muito tempo deixado de lado. Todos esses são pontos extremamente básicos para manter um público interessado e fiel à marca. Levantamento e análise de referências: VANS Atualmente a VANS comercializa sua gama de produtos vol- tada para o segmento de moda esportiva, que além dos tênis, inclui roupas e acessórios no estilo streetwear, através de 280 lojas próprias, revendedores autorizados e lojas multimarcas em mais de 90 países ao redor do mundo. A identidade visual da marca passou apenas por uma modifi- cação ao longo dos anos, quando ganhou uma tipografia de letra mais larga, forte e cantos arredondados, além de perder a apóstrofe. A marca também usa diferentes identidades visuais para suas linhas de produtos, como por exemplo, os calçados para skate, acompanhados do selo tradicional “Vans Off the Wall”. Element Fundada no ano de 1992, em Irvine, Califórnia, Element Skateboards, é uma das marcas mais conhecidas no mundo do skate. Possui um vasto leque de tábuas insól- itas, de alta qualidade, assim como trucks, rolamentos e rodas. Mas a marca não se fixou apenas nos skates e nas rodas: roupas, bonés, calçados e outros acessórios, também fazem parte do segredo do seu sucesso. Além de terem difundido as suas lojas pelo o mun- do, também é possível fazer compras online. Öus Os acontecimentos ao longo da marca Latex , serviu de KnowHow para Rafael Narciso que era skatista profission- al, ao construir a Öus, pois nessa história veio o elemento mais importante para o tênis, o solado de latéx extraido da seringueira. Independente de ser uma marca nacional, os tênis não são baratos no ponto de venda (skateshops e boardshops),a faixa de preços é igual a concorrência norte-americana. A Öus conta com inovação e conceito, o que talvez seja o elemento principal para um crescimento tão veloz, além de estar muito preocupada com a sustabilidade do plane- ta terra . Mídias: Redes sociais, lojas físicas, lojas on-line, e-commerces, lojas itinerantes, loja conceito, rádio, internet, televisão e mídias off-line (revistas, flyers, jornais, cartazes public- itários entre outras peças desenvolvidas através de solic- itação de briefing).
  31. 31. 41 Análise SWOT: Pontos fortes: • A Drop Dead possui uma boa equipe, que trabalha unida para o desenvolvimento da marca. Todos conhecem a missão da Drop Dead. • A Drop Dead possui capital para cada investir em ações de marketing • Não depende de capital exterior • Todo o orçamento vem de reinvestimento dos recurso obtidos nos negócios locais • Não possui capital emprestado de bancos • A Drop Dead possui parceiros fortes,como a Santa Cruz e Independent. • Está sempre inovando as tecnologias nas pistas de skate • 20 anos de mercado • Inova em tecnologia • Influente no Sul do Brasil • Patrocina eventos e Atletas • Contribui para difunção do esporte no país Pontos Fracos: • Não há atualizações de redes sociais • Não há inovação no catálogo de produtos • Site desorganizado • Muitos funcionários acabam deixando a empresa.Não há um planejamento para promover continuidade. • Existe poucos funcionários que praticam skate, embora não é primordial para estabelecer uma relação com a cultura e mercado o qual os produtos Drop Dead se destina, é primordi- al saber como age e o que o seu consumidor necessita. • Falta funcionários no setor de marketing, equipe fica atarefada. • Pouco investimento na linha feminina • Pouco investimento em longboards • Não é muito presente no sudeste do pais • Não há foco em algum tipo de coleção periódica • Não investe em propaganda off-line Ameaças: • Marcas internacionais cada vez mais presentes no mercado • Possibilidade compra de produtos importados em crescimento • Inovação da concorrência nos produtos, catálo- gos e ações de marketing • Concentração dos praticantes do esporte no sud- este do país • Marcas novas aparecendo com mais força no mercado • Comunicação com o cliente via internet se fortifi- cando • Politicas governamentais contra a prática • Crises financeiras • Mercado de produtos internacionais e nacionais Oportunidades: • Crescimento do número de praticantes • Aumento da prática de longboard • Busca do sexo feminino por produtos do segmen- to skateboard • Crescimento do esporte • Influência da mídia no skate • Aposta nos atletas brasileiros • Projetos ecológicos • Marketing digital • Oportunidade no sudeste do pais (As maiores concentrações de praticantes estão no Sud-
  32. 32. 42 este (48%), seguidos da região Sul (21%), Nordeste (18%) e Centro Oeste/Norte (14%), sendo que 52% estão nas capitais e regiões metropolitanas e 48% no interior. Na concentração de praticantes os maiores aumentos foram no Sul com 5% e no Sudeste com 3%.) Plano Estratégico O skate se tornou cultura pop. E sabe porque? Cada vez mais o público se identifica com as grandes metrópoles em que estão inseridos. Mesmo aqueles que não vivem nelas sabem que elas são que ditam as tendências, e querem segui-las para se sentirem inclusos e mais por dentro. O urbano faz parte da alma do skate, ele é a prancha das calçadas e do asfalto. Trata-se de um esporte, mas além disso se tornou uma arte e símbolo. Os diversos grupos que adotaram o skate como um estilo de vida querem algo a mais. Isso se tornou parte da identidade ju- venil em nossa década. Atualmente, mesmo aqueles que não praticam, querem ter o visual despojado dos skatistas, porque eles propões algo diferente do que eles estão acostumados. Os meninos querem colocar bonés, bermudas e camisetas de marcas que envolvam a cultura street. As meninas também, descobriram nisso uma nova forma de se identificarem, que não é tão delicado e regrado como costumam ser as fórmulas do feminino. Quem se identifica com o street se sente algo trangressor, algo liberto por ter conhecimento da sua diferença. Assistindo esse interesse da juventude (e adultos, que têm poder aquisitivo, e que sabemos que se misturam com esse público na modernidade) vimos o crescimento de marcas desse estilo. Decidimos então reviver um dinossauro dessa cultura no Brasil, a marca Drop Dead. Desenvolvimento do Projeto Decidimos criar uma linguagem que se tornasse carac- terística da marca. Assim formaríamos uma identidade própria, e permitiríamos ao público criar uma memória di- reta à Drop Dead. Utilizamos os materiais que mais têm espaço e permitem a produção de traço e imagem para isso: camisetas e shapes. Acreditamos ser importante para o nosso públi- co a produção imagética e artística da cultura street. Por isso solucionamos com ilustrações, todas com temáticas e representações pertinentes a esse universo.
  33. 33. Painel Semântico
  34. 34. 45 Estilo Caráter de uma produção artística. Hábito, prática, praxe, costume. Modo de vida; procedimento, atitude, maneira de ser. Justificativa: O conceito estilo foi agregado devido aos diversos estilos gerados pela cultura skate- board. Cores - Tons pastéis - Rosa - Roxo - Azul - Amarelo Tipografias - Tipografias Caligráficas - Tipografias Artisticas - Bold - Ornamentais - Com serifa C:18 M:51 Y:0 K:0 R:203 G:142 B:190 C: 34 M:85 Y:0 K:0 R:178 G:65 B:145 C:0 M:40 Y:74 K:0 R:250 G:167 B:87 C:0 M:52 Y:88 K:6 R:247 G:145 B:55 C: 0 M:15 Y: 92 K:0 R:149 G:55 B:58 C: 1 M:10 Y: 48 K:0 R:253 G:225 B:150 C: 62 M:0 Y: 1 K: 0 R:82 G:195 B: 240 C: 33 M:0 Y:1 K: 0 R:163 G:222 B: 246 Formas cúbicas e sem ornamentos Drop Dead Drop Dead Drop Dead Drop DeadDrop Dead Drop Dead Drop Dead Drop Dead Drop Dead
  35. 35. 46 Inovador Que, ou o que inova, propõe ou faz inovações. Justificativa: O conceito inova- dor foi agregado através da nova linguagem gerada para a marca. Drop Dead Drop Dead Drop Dead Formas - Geometricas - triangulo - pentagono - hexagono - losango Tipografias - Sem serifa - Leve - Tecnológicas - Caixa baixa Cores - Vermelho bordô - Dourado - Prata - Amarelo - Azul Marinho Drop Dead Drop Dead Drop Dead Drop Dead Drop Dead Drop Dead Drop Dead Drop Dead PANTONE 10101 C PANTONE 10100 C C: 33 M:0 Y:1 K: 0 R:163 G:222 B: 246 C: 23 M: 0 Y: 65 K: 0 R:213 G:223 B: 119 PANTONE 8120 C Dourado 100C:0 M:0 Y:0 K: R:255 G:255 B:255
  36. 36. 47 Confiança Sentimento de segurança, de cer- teza, tranquilidade, sossego. Justificativa: O conceito confi- ança foi agregado através de um estudo do painel imagéti- co e cartela de cores, conclu- indo-se que as cores azul e cinza transmitem o sentimento de confiança, de acordo com estudos do neuro-design. Drop Dead Drop Dead Drop Dead Formas - Geometricas - triangulo - pentagono Tipografias - Com serifa - Leve - Sem srifa/leve Cores - Preto - Dourado - Prata - Cinza - Azul Drop Dead Drop Dead Drop Dead Drop DeadDrop Dead Drop Dead Drop Dead Drop Dead PANTONE 10100 C C: 0 M:0 Y: 1 K: 100 C: 62 M:0 Y: 1 K: 0 R:82 G:195 B: 240 C: 0 M:0 Y: 1 K: 80 R:82 G:195 B: 240 Dourado
  37. 37. A Marca
  38. 38. 50 Sketches
  39. 39. 51
  40. 40. 52 Estudos
  41. 41. 53 Estudos
  42. 42. 54 Versão Final
  43. 43. A Loja Conceito
  44. 44. 57 Loja Conceito: Atualmente a Drop Dead não possuí uma loja conceito/ física, baseado nisso desenvolvemos uma proposta em software 3D contendo uma simulação de arquitetura e design da loja. Os conceitos atribuidos a nova identidade da marca são trans- mitidos na loja através de peças decorativas e iluminação dif- erenciada, o que agrega conforto e confiabilidade ao ambi- ente. Fortes elementos gráficos do universo do skateboard, como um mini-ramp, estão inseridos ao ambiente, porém de acordo com as leis vigentes, questões de segurança e restrições le- gais é correto afirmar que a presença do mini-ramp no ambi- ente é apenas simbólica e estética.
  45. 45. PRODUTOS
  46. 46. SHAPES / DECKS 64
  47. 47. 65
  48. 48. A posição do logo na lixa indica as bases tail e nose, para maiores informações, consulte a pagina 27. A parte superior do logo, quando aplicado na lixa, indica a base nose. A parte inferior do logo, quando aplicado na lixa, indica a base tail. 66
  49. 49. Camisetas 67
  50. 50. 68
  51. 51. 69
  52. 52. 70
  53. 53. 71
  54. 54. 72
  55. 55. SITE
  56. 56. SITE 75
  57. 57. 76
  58. 58. 77
  59. 59. Manual de Identidade Visual
  60. 60. 80 Conceito: A representação gráfica do inovador é dada pelo ícone da letra “D”. Essa forma concentra o equilíbrio entre uma construção simples e a genialidade e leveza do resultado: trata-se de uma decida em uma pista de skate buscando liberdade no esporte. A junção de setas direcionadas para baixo que convergem para o mesmo ponto, criando a forma de uma pista de skate representa uma trajetória — o movimento que impulsiona em direção a pista de skate. Palavras - Chave Confiança Inovador Estilo
  61. 61. 81 MARCA Desenho da marca A marca é o elemento central de uma identidade visual. Quando bem utilizada, torna-se o item primário para o reconhecimento de qualquer produto no menor tempo de leitura e espaço. A assinatura principal é formada pela união de símbolo mais logotipo. Prioritariamente, ela deve ser aplicada nas cores insti- tucionais sobre fundo branco, respeitando sempre as proporções e os alinhamentos entre todos os elementos que constituem a marca. o o Logotipo Simbolo
  62. 62. 82 Assinaturas Existem três configurações possíveis para a utilização da mar- ca: vertical, logotipo isolado e horizontal.A assinatura vertical é prioritária e deve ter predominância nas aplicações. A utilização do logotipo isolado é permitida em algumas peças gráficas, como aplicação em lombada ou rodapé de revistas. Contudo, a aplicação deve ser cautelosa para que não haja descaracterização da marca. Para a construção de novos layouts, a assinatura horizontal deverá ser utilizada apenas em casos em que não houver possibilidade de uso da assinatura vertical (faixas sem a altura necessária, lombada de revistas etc.). Vertical Logotipo Horizontal
  63. 63. 83 Construção O desenho da marca se constitui a partir das relações entre seus elementos: as distâncias e os alinhamentos estabelecidos proporcionam uma sensação visual de equilíbrio, harmonia e estabilidade. Os diagramas a seguir possibilitam a visualização da geometria da marca e a malha quadriculada estabelece as proporções entre os elementos. Não é permitido redesenhar a marca. Os arquivos digitais, com todas as versões permitidas, podem ser encontrados nas unidades. 7,0 cm 11,0 cm
  64. 64. 84 Dimensionamento mínimo Para garantir a reprodução legível da marca, foi estabeleci- da a redução máxima para cada uma de suas assinaturas. Deve-se respeitar a proporção entre os elementos de cada assinatura, não podendo haver nenhum tipo de alteração nas respectivas formas e espaçamentos para não comprometer a legibilidade. Para aplicações em relevo seco, deve-se utilizar a marca em sua verão monocromática. 20 mm 30 mm 10 mm 20 mm 10 mm
  65. 65. 85 Área de Proteção A área de proteção objetiva preservar a visibilidade e leitura da marca, evitando a aproximação excessiva de outros ele- mentos. Portanto, nenhuma informação ou elemento gráfico (textos, outras assinaturas etc.) podem ultrapassar o espaço delimitado pela linha. O módulo X equivale à largura da letra “D”, e a área de proteção é definida e obtida por 2X. = 2X = 2X
  66. 66. 86 Cromias institucionais As cores possuem grande importância na identificação visual de uma marca e sua utilização de forma estratégica otimiza o reconhecimento por parte do público. A Drop Dead possui duas cromias institucionais, que devem ser utilizadas em todos os veículos de comunicação. A relação abaixo apresenta as especificações técnicas nas principais escalas para impressão e reprodução digital: Pan- tone, CMYK, RGB e Hexacromia. escala pantone: escala europa: c59% M0% Y0% K0% cor luz: r70 G119 b244 Web Safe: #46c7F4 escala pantone: escala europa: c0% M0% Y0% K80% cor luz: r88 G88 b91 Web Safe: #58585b 86
  67. 67. 87 Versão monocromática A marca possui uma versão monocromática que con- tém um arejamento entre seus elementos, permitindo uma boa leitura e o correto reconhecimento da marca. Nessas situações, a marca deve ser aplicada exclusiva- mente nas cores preta (versão positiva) ou branca (versão negativa), pois qualquer outra cromia pode comprometer a caracterização da identidade visual. versão prata Escala Pantone Prata 877 Esta é a versão para ser usada em apli- cações especiais
  68. 68. 88 Fundos coloridos Fundos claros Para permitir uma maior flexibilidade na aplicação da marca, é possível aplicá-la com as cores originais sobre fundos homogêneos e claros até uma porcentagem equivalente a 10% da saturação total da cor. fundo = 10% ciano fundo = 10% magenta fundo = 10% amarelo fundo = 10% preto
  69. 69. 89 Fundos coloridos Fundos escuros Para aplicações em fundo escuro, deve-se optar por uma versão mono- cromática, respeitando critérios de contraste e legibilidade.
  70. 70. 90 Versão em retícula de preto Quando houver restrições de uso para impressão em retícula de preto, a marca deve ser aplicada sobre fundo branco com a seguinte configu- ração: Para fundos em tonalidades de cinza, deve-se optar por uma versão monocromática, de acordo com a tabela de legibilidade apresentada abaixo: K 50% K 80% K 100% 10% 60% 20% 70% 30% 80% 40% 90% 50% 100%
  71. 71. 91 Fundos fotográficos As aplicações em fundos fotográficos são permitidas, desde que sua visualização não seja prejudicada, obedecendo aos seguintes critérios de utilização: • a marca deve ser aplicada sobre uma área de cor homogênea da imagem; • o respiro definido na Área de Proteção deve ser respeitado, de forma que objetos figurativos ou quaisquer elementos que cham- em a atenção não tenham uma aproximação excessiva da marca; • as mesmas diretrizes para aplicação sobre fundos coloridos (claros e escuros) devem ser adotadas, considerando como cor de fundo as cromias contidas na área de inserção da marca; • a escolha da imagem fotográfica deve ser adequada aos princípios e valores da Drop Dead. Exemplos
  72. 72. 92 Versão em outline A versão em outline, também conhecida como linhas ou contorno, é recomendada para uso em papel de fax e aplicações de bordado, con- forme o modelo a seguir: Redução máxima em outline: 30mm
  73. 73. 93 Padronagem Padrão com a marca Ao reproduzir uma malha gráfica com a aplicação repetida da marca, recomenda-se deixar um espacejamento arejado. Considerando a medida X da Área de Proteção, o afastamen- to entre as marcas deve ser igual ou maior que essa distância, confome demonstrado nos padrões abaixo. = 2X
  74. 74. 94 Deslocamento 50 % horizontal
  75. 75. 95 Deslocamento 50 % vertical
  76. 76. 96 Padrão com grafismo
  77. 77. 97 Usos Proibidos A marca Drop Dead não deve ser alterada, seja nas suas cores, diagramação ou proporções nem tão pouco ser sobre ou subposta por elementos gráficos, linhas etc. Abaixo, alguns exemplos de erros que não podem ocorrer. Certifique-se de que a marca seja reproduzida com fidelidade. No inverter as cores Não distorcer Não utilizar outras cores Não rotacionar os elementos Não aplicar linha de contorno Não usar a versão monocro- matica em azul ou cinza Drop Dead Não alterar a tipografia Não usar a versão outline em cinza Drop Dead Não mudar a proporção dos elementos Não usar a versão outline em azul Drop Dead Não aplicar sobre cores heterogeneas Não aplicar sobre imagens heterogeneas
  78. 78. 98 Papelaria Básica Cartão de visita Formato: 54 x 86mm Cartão impresso em off-set em papel couché fosco, 250 g/m2
  79. 79. 99 Pasta Formato: 220 x 310 mm Impresso aberto em off-set As medidas do diagrama construtivo a baixo encontra-se em milimetros.
  80. 80. 100 Papel Carta Normas de Digitação Os textos devem ser digitados em caixa alta e baixa ( maiuscula e minusculas) e alinhados somente pela esquerda. Entre paragrafos, deve-se utilizar espaço duplo. As medidas do diagrama construtivo ao lado encon- tra-se em milimetros. DROP DEAD.
  81. 81. 101 Papelaria Básica Papel carta Formato: A4 ( 210 x 297mm)
  82. 82. 102 DROP DEAD Rua Domingos Agostim 91 - Vila Azevedo São Paulo SP - 03306 010 - Fone. 2090 7400 www.dropdead.com.br 16 34 14 25 16 14 20 DROP DEAD Rua Domingos Agostim 91 - Vila Azevedo São Paulo SP - 03306 010 - Fone. 2090 7400 www.dropdead.com.br 14 12 17 15 8 15 Envelope Saco Formato: 230x325mm - fechado 360x465m - aberto Impresso aberto em off-set 3x0 cores em alta alvura 120gm As medidas do diagrama construtivo ao lado encontra-se em milimetros Envelope de oficio Formato: 114x230mm - fechado 240x244m - aberto Impresso aberto em off-set 3x0 cores em alta alvura 120gm As medidas do diagrama construtivo ao lado encontra-se em milimetros
  83. 83. 103 Complementos Frota: Carro Traseira: Marca aplicada alinhada à esquerda. Lateral: Marca aplicada na porta alinhada com o espelho ret- rovisor . As películas devén ser definidas por aproximação visual às cores padrão. O grafismo e aplicação do símbolo deve seguir aproximação visual do diagrama ao lado.
  84. 84. 104 Frota: Utilitario Frontal: Marca aplicada centralizada na parte superior Traseira: Marca aplicada centralizada na parte superior Lateral: o grafismo e aplicação do símbolo deve seguir a aproximação visual do diagrama a baixo
  85. 85. 105 Frota: Caminhão Frontal: Marca aplicada centralizada na parte superior Traseira: Marca paliada alinhada a esquerda. Lateral: O grafismo e aplicação do símbolo deve seguir aprox- imação visual do diagrama a baixo
  86. 86. Aplicações da marca
  87. 87. Poster 108 Crachá
  88. 88. Poster 109
  89. 89. Cartão de visita 110
  90. 90. Fachada da Loja Conceito 111
  91. 91. Referências
  92. 92. 113 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS - LIVRO: Almanaque dos Esportes, Editora Europa, 2009. - LIVRO: A História dos Esportes, Orlando Duarte, 4ª ed. Editora Senac, SP, 2004. - SITE: Confederação Brasileira de Skate - http://www.cbsk.com.br/ - SITE: Federação Catarinense de Skate - http://www.fcskt.com.br/
  93. 93. Considerações Finais
  94. 94. Identificamos que o mercado e a cultura do skate está em expansão, principalmente em grandes áreas metropolitanas, como na região no sudeste do país. Ainda de acordo com a análise da situação da marca pudemos concluir que a Drop Dead sofre carência de conteúdo e mudanças em diversas áreas. Tendo esse diagnóstico, enxergamos a abertura e os pontos as serem trabalhados, e visa- mos agregar uma nova identidade à marca através de uma nova linguagem e um novo posicionamento. De acordo com relatórios e análises de cenário, reunimos uma série de objetivos que poderiam ser soluções para o laudo, e decidimos investir na opção que se mostrou mais promissora para cativar um maior e mais tananan público. A realização do reposicionamento foi aplicada através de uma linguagem voltada especialmente para o público interessado e formador de estilo residente no estado de São Paulo. Através dessa subregião específica, somamos resultados definin- do e traduzindo os signos visuais, atividades e identificações de um público-alvo. Encontramos assim a desenvoltura de uma nova linguagem agregada à nova Drop Dead. A Drop Dead se tornou mais clean, mesmo se tratando de uma marca de grande abrangência de produtos, muitos com sistemas complexos de comunicação. Assim podemos fazer com que a mar- ca acompanhe seu bens mais preciosos, sua produção, sem que se choque com ela. A solução de produtos mais complexos e com- pletos faz parte do cumprimento de requisitos desse público espe- cífico, que valoriza e gosta de estar vestindo arte. Aplicamos essa propriedade comportamental dentro de uma nova linguagem de traço, se tornando uma outra característica da marca. Concluímos que com sua nova identidade definida, a Drop Dead expandirá seu mercado, e se reestruturará no primeiramente no mercado nacional do skateboard, e em breve se equiparando a outras marcas do ramo do mundo todo.
  95. 95. 118 Amanda Coelho Barbara Matos Marco Aurélio de Sousa Santos AN8DG - 2013 Centro Universitario Belas Artes de São Paulo

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