Mobile devices
Apresentação
<ul><li>Quem sou eu? </li></ul>
<ul><li>O que é que eu faço aqui? </li></ul>
O perfil pessoal dos dispositivos móveis
 
 
 
 
 
 
Plataformas móveis de sucesso
 
 
 
O conceito de dispositivo móvel dilui-se
<ul><li>  </li></ul>
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Há menos sacrifício no consumo de tecnologia
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dispositivos que capturam informação do meio ambiente e do nosso dia-a-dia para nós
<ul><li>  </li></ul>
<ul><li>  </li></ul>
<ul><li>  </li></ul>
<ul><li>  </li></ul>
 
Mobile para tornar o software ubiquo
O próximo boom
<ul><li>  </li></ul>
<ul><li>  </li></ul>
<ul><li>  </li></ul>
Os dispositivos móveis adquirem identidade na Internet
 
 
Contactos <ul><li>E-mail </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>Redes sociais </li></ul><ul><li>Twitter: @ban...
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Apresentação dada no evento Dinners 2.0, no dia 8 de Julho de 2010 sobre dispositivos móveis. Veja as notas dos slides para ler o texto que acompanha os slides.

Publicada em: Tecnologia, Negócios
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  • Engenheiro Informático pela FEUP Arquitecto de software numa empresa ligada à saúde Assumido entusiasta do mobile Developer iPhone nos tempos livres
  • Venho falar sobre o estado actual da plataforma mobile, das suas limitações e das suas aspirações Não vou falar sobre iPhone vs Android mas sim lançar um olhar sobre um futuro que qualquer uma das plataformas actuais vai encontrar e que nos espera a todos
  • Os telemóveis são dos dispositivos mais pessoais que podemos ter e os smartphones são actualmente mais pessoais que os Personal Computers (o meu primeiro computador desktop, em 1997, corria a 233Mhz e o meu iPhone 3G corre a 400Mhz sendo que actualmente tenho mais poder de processamento a todo o momento comigo do que tinha na altura disponível).
  • Os telemóveis são dos dispositivos mais pessoais que podemos ter e os smartphones são actualmente mais pessoais que os Personal Computers (o meu primeiro computador desktop, em 1997, corria a 233Mhz e o meu iPhone 3G corre a 400Mhz sendo que actualmente tenho mais poder de processamento a todo o momento comigo do que tinha na altura disponível).
  • Os telemóveis são dos dispositivos mais pessoais que podemos ter e os smartphones são actualmente mais pessoais que os Personal Computers (o meu primeiro computador desktop, em 1997, corria a 233Mhz e o meu iPhone 3G corre a 400Mhz sendo que actualmente tenho mais poder de processamento a todo o momento comigo do que tinha na altura disponível).
  • Os dispositivos desta nova geração estão sempre connectados; permitem-nos ver consideráveis quantidades de informação com os seus ecrãs de grandes dimensões (se compararmos com a geração anterior); permitem-me interagir com a informação de várias formas devido à interface táctil que facilmente se adapta às aplicações; e estão  sempre  connosco (eu uso o meu iPhone como time tracker e iPod durante o dia todo)
  • Os dispositivos desta nova geração estão sempre connectados; permitem-nos ver consideráveis quantidades de informação com os seus ecrãs de grandes dimensões (se compararmos com a geração anterior); permitem-me interagir com a informação de várias formas devido à interface táctil que facilmente se adapta às aplicações; e estão  sempre  connosco (eu uso o meu iPhone como time tracker e iPod durante o dia todo)
  • O exemplo do Windows Phone 7, a ser lançado no final deste ano, demonstra o carácter pessoal destes dispositivos. Este novo sistema operativo tem uma série de hubs onde é concentrada informação relativa aos nossos contactos; aos jogos que jogamos; ao conteúdo multimédia que trazemos connosco; entre outros.
  • Neste exemplo vemos o hub das pessoas, os nossos contactos do telemóvel e das redes sociais a que pertencemos. Nesta área, navegavel hizontalmente, vemos as actualizações dos estados dos nossos contactos, as fotografias deles e as últimas mensagens ou e-mails trocados com estes.
  • Mas porquê só recentemente há este burburinho todo por causa das aplicações para telemóveis? Já temos telemóveis há 20 anos e pelo menos há 10 anos que se pode correr aplicações JAVA neles!
  • A verdade é que o modelo de negócio que as operadoras mantinham não era favorável à inovação. Estas mantinham grande controlo sobre as características dos telemóveis que eram lançados (restrições da infraestrutura) o que resultava numa enorme força sobre os fabricantes. Os contratos de exclusividade oferecidos por estas aos fabricantes que quisessem lançar um novo telemóvel obrigavam a uma quase automática fragmentação devido aos dispositivos necessários para satisfazer às diferentes necessidades e aos contratos de exclusividade que todas as elas exigiam.
  • Um novo modelo de negócio, avançado pela Apple em 2008 aquando do lançamento do iPhone 3G, oferecia um mercadopara distribuição das aplicações. O mercado, ao ser a única forma que os developers tinham para distribuir aplicações nativas para o iPhone, ganhou bastante adesão facilitando assim o esforço de promoção das aplicações. Conseguiu-se assim: diminuir bastante o tempo necessário para colocar uma aplicação no mercado; o dinheiro necessário para a sua promoção e distribuição; a necessidade de uma relação privilegiada com uma operadora; Aproximar os developers dos consumidores e das suas necessidades. A seguir seguiu-se o Android Market…
  • … e os mercados de aplicações para o WebOS da Palm, para a Blackberry e a OVI Store da Nokia, entre outras…
  • Quando hoje falamos em dispositivos móveis pensamos em telemóveis mas temos já os mobile internet devices e as tablet a aparecer e a consumir mercado
  • Archos
  • Dell Streak
  • iPod Touch
  • Protótipo de tablet da ASUS
  • JooJoo
  • Apple iPad
  • E o NOOK, que é um e-reader quase dedicado com um ecrã e-paper mas também com um lcd onde corre o sistema operativo Android
  • Mas porquê este fascínio sobre os consumidores?
  • Os dispositivos móveis actuais permitem estar menos isolados pois já não precisamos estar perto de um computador com ligação à internet para estarmos ligados nas redes sociais e de instant messaging
  • Dispositivos que se adaptam ao estilo pessoal
  • A televisão pode ter sido o HUB familiar durante muito tempo mas as novas gerações estão habituadas a controlar o conteúdo que consomem, a comentar e a partilhá-lo
  • A televisão pode ter sido o HUB familiar durante muito tempo mas as novas gerações estão habituadas a controlar o conteúdo que consomem, a comentar e a partilhá-lo O computador (mas não no formato com que o conhecemos) passa a tomar a dianteira como a plataforma de consumo de conteúdos da família onde cada um pode colaborar com os seus conteúdos
  • O Surface da Microsoft pode nunca vir a ser um produto de consumo no mercado doméstico mas é um conceito de como uma família pode deixar de estar concentrada numa televisão para voltar a estar à volta da mesa a manipular os seus conteúdos, a partilhar as fotografias tiradas durante o dia com o telemóvel, a jogar e a navegar na Internet de forma intuitiva e colaborativa
  • E não é só um caso de uso em casa. Pode ser feito num bar (acima: Las Vegas)
  • O dispositivo móvel pessoal pode não só permitir-nos trazer os conteúdos mas também tudo o que precisamos para iniciar um jogo em família, seja um jogo de Scrabble no iPad como um jogo de carros num computador ou consola ligada à televisão
  • Pode também ser tudo o que precisamos para interagir com os dispositivos electrónicos lá de casa
  • Abrindo caminho para novos modelos de uso da televisão como propõem a Google com o Google TV a ser lançado no final deste ano
  • Com cada vez mais sensores (câmera; acelerómetro; superfície sensível ao toque; microfone; GPS; bússula) e dispositivos de comunicação (altifalante; ecrã; bluetooth/Wi-Fi/3G; vibração) os telemóveis são capazes de capturar informação do nosso meio ambiente e de a comunicar se necessário Pode-se guardar informação como o nosso trajecto diário; o nosso peso; detectar o movimento do nosso braço em reabilitação fisioterapêutica; registar o crescimento de um sinal na pele; Podemos arquivar esta informação na &amp;quot;núvem&amp;quot; ou comunica-la a terceiros como um médico ou familiar; O dispositivo pode também imediatamente dar sugestões ao nosso percurso; aos hábitos de alimentação; etc.
  • Nike+; 
  • Sleep mate
  • Google Goggles;
  • Sixth Sense; O telemóvel deixa de necessitar de integrar todos estes sensores num único dispositivo e pode passar a comunicar com os sensores que trazemos connosco;
  • Este é um sistema de optometria desenvolvido no MIT que permite substituir o material necessário a um oftamologista para o diagnóstico por um telemóvel Android e uma lente de 20 dólares.
  • Estas são talvez as plataformas ideais para tornar o software que desenvolvemos ubiquo, podendo ser usado pelo consumidor em qualquer altura e em qualquer lugar. Para mim como developer é o expoente máximo de utilidade que um serviço criado por mim pode alcançar.
  • Actualmente um dos limites da tecnologia dos telemóveis é a duração das baterias; é devido a isto que é impraticável ter um dispositivo que registe cada passo nosso; que nos dá as notícias em alta voz pela manhã; que nos permita ver os nossos vídeos da MEO enquanto estamos no comboio para o trabalho; que troque impressões com os telemóveis que nos rodeiam; Um salto tecnológico nas baterias significará mais um salto no mercado da computação móvel, tornando o dispositivo ainda mais pessoal; Será uma oportunidade para novos serviços Hardware com mais capacidade Processadores actualmente são underclocked para consumirem menos bateria; Aplicações com feedback ao toque; Redes de comunicação orgânicas;
  • Os dispositivos móveis passam a poder ser usados com a nossa chave para tudo e até para efectuar pagamentos;
  • Passam a carregar informação que nos é pessoal e a substituir, por exemplo, os cartões de fidelidade (exemplo do serviço Cardmobili);
  • Podemos estar a jogar online no comboio à ida para o emprego;
  • Os dispositivos móveis tornam-se agentes de cada um de nós, perscrutando a web por conteúdo que gostamos; filtrando conteúdo que não gostamos; avisando os nossos amigos do que estamos a fazer; lembrando-nos das nossas tarefas e ajudando-nos nelas: O telemóvel pode-nos lembrar das coisas que tinhamos na dispensa quando saimos de casa (através de RFID) e dizer-nos o que nos faltava de acordo com o que é habitual comprarmos Siri; Slidescreen como uma boa interface para este uso; Telemóvel como hub corporal de dados, comunicação e armazenamento;
  • Os dispositivos móveis tornam-se agentes de cada um de nós, perscrutando a web por conteúdo que gostamos; filtrando conteúdo que não gostamos; avisando os nossos amigos do que estamos a fazer; lembrando-nos das nossas tarefas e ajudando-nos nelas: O telemóvel pode-nos lembrar das coisas que tinhamos na dispensa quando saimos de casa (através de RFID) e dizer-nos o que nos faltava de acordo com o que é habitual comprarmos Siri; Slidescreen como uma boa interface para este uso; Telemóvel como hub corporal de dados, comunicação e armazenamento;
  • Os dispositivos móveis tornam-se agentes de cada um de nós, perscrutando a web por conteúdo que gostamos; filtrando conteúdo que não gostamos; avisando os nossos amigos do que estamos a fazer; lembrando-nos das nossas tarefas e ajudando-nos nelas: O telemóvel pode-nos lembrar das coisas que tinhamos na dispensa quando saimos de casa (através de RFID) e dizer-nos o que nos faltava de acordo com o que é habitual comprarmos ou ajudar-nos numa tarefa como reservar bilhetes para o circo Siri; Slidescreen como uma boa interface para este uso; Telemóvel como hub corporal de dados, comunicação e armazenamento;
  • Este foi um vislumbre do futuro da computação móvel e é também uma fonte de ideias para novos serviços porque, como se quis demonstrar, as fórmulas não estão gastas e há ainda muitas oportunidades para novas ideias florescerem neste mercado
  • Mobile devices

    1. 1. Mobile devices
    2. 2. Apresentação
    3. 3. <ul><li>Quem sou eu? </li></ul>
    4. 4. <ul><li>O que é que eu faço aqui? </li></ul>
    5. 5. O perfil pessoal dos dispositivos móveis
    6. 12. Plataformas móveis de sucesso
    7. 16. O conceito de dispositivo móvel dilui-se
    8. 17. <ul><li>  </li></ul>
    9. 18. <ul><li>  </li></ul>
    10. 19. <ul><li>  </li></ul>
    11. 20. <ul><li>  </li></ul>
    12. 22. <ul><li>  </li></ul>
    13. 23. <ul><li>  </li></ul>
    14. 24. Há menos sacrifício no consumo de tecnologia
    15. 34. Dispositivos que capturam informação do meio ambiente e do nosso dia-a-dia para nós
    16. 35. <ul><li>  </li></ul>
    17. 36. <ul><li>  </li></ul>
    18. 37. <ul><li>  </li></ul>
    19. 38. <ul><li>  </li></ul>
    20. 40. Mobile para tornar o software ubiquo
    21. 41. O próximo boom
    22. 42. <ul><li>  </li></ul>
    23. 43. <ul><li>  </li></ul>
    24. 44. <ul><li>  </li></ul>
    25. 45. Os dispositivos móveis adquirem identidade na Internet
    26. 48. Contactos <ul><li>E-mail </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>Redes sociais </li></ul><ul><li>Twitter: @banaslee </li></ul><ul><li>LinkedIn: http://www.linkedin.com/in/fpoliveira </li></ul>

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