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resgatar a prática da arte de contar estórias para as crianças, bem como, conscientizar a pais eeducadores da importância ...
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   Proporcionar às crianças da Educação Infantil e Ensino Fundamental do Colégio Fênix       Dourada o reconhecimento das...
enquadrar o mais possível dentro do que é esperado de nós, precisamos abrir mão de desejosegoístas, agressivos e anti-soci...
No entanto, é preciso lembrar que nenhuma estória ou conto sozinhos fará com que acriança desenvolva os sentimentos positi...
A importância da fantasia a caminho do pensamento racional       A mentalidade infantil repete alguns aspectos da mentalid...
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Através dos conflitos e dos problemas dos personagens, é possível organizar ospróprios conflitos. Além disso, é mais fácil...
tentar compensar a fantasia que não teve na infância, escapando para um mundo de fantasia.Mais tarde, quando adulto pode o...
Equipe-Ana Lydia Föestch Rubini: Deus-Aziza Föestch Rubini : Morte-Cibele Ferreira Sales: Sol-Claudiano Albuquerque Brunet...
Os preparativos       Confeccionando o figurino e o cenário:       Na sexta-feira dia 27/05/05 nos reunimos na casa da Môn...
A Formiguinha e a Neve                 Certa manhã de inverno,                  uma formiguinha saiu                 para ...
Mas o rato, que também ia fugindo do frio,             gritou de longe:          - Mais forte do que eu          é o gato ...
que derrete a neve,       desprende meu pezinho...             E o homem, sempre preocupado com seu trabalho,         Resp...
enchendo de flores os campos,                         enchendo de luz os caminhos!              E, vendo a formiguinha qua...
PARTE II: CRECHE JD UMUARAMA IIA IMPORTÂNCIA DO BRINCAR PARA O   DESENVOLVIMENTO INFANTIL             CUIABÁ              ...
A importância do brincar no desenvolvimento infantil          Defendido por grandes teóricos como Piaget, Vitgoski, Santo ...
As brincadeiras:       1ª: Pulando Corda:        Ao pular corda a criança está desenvolvendo sua coordenação motora, sua p...
Formação: crianças sentadas em círculo. Do lado de fora fica apenas uma criança queestará segurando uma bola.       Desenv...
5ª: Os cincos patinhos (Xuxa só pra baixinhos):       Ao cantar e fazer a coreografia dessa canção a criança tem a oportun...
Ao brincar de estátua a podemos trabalhar com as crianças a atenção, reação rápida,percepção visual e auditiva, além é cla...
nos dá a oportunidade de trabalhar diferentes tipos de movimentos (escalando, nadando, sependurando, pulando...).       9ª...
Cronograma:      EVENTOSContato com a instituição                   13/05Levantamento dos dados                11/05 a 15/...
Referências Bibliográficas:*BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro:Paz e Terra, 1980.*MALUF,...
AGRADECIMENTO      Em primeiro lugar agradecemos a Deus, nossa vida e esperança. Pois nãoseria possível estarmos aqui se E...
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  1. 1. FACULDADE AFIRMATIVOCOORDENAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTERAÇÃO TEORIA E PRÁTICA: EDUCAÇÃO LÚDICAORIENTADOR: PROF. JOSÉ OLIMPIO DOS SANTOS CUIABÁ /JUNHO/2005
  2. 2. FACULDADE AFIRMATIVOCOORDENAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIAINTERAÇÃO TEORIA E PRÁTICA: EDUCAÇÃO LÚDICA DISCENTES: CIBELE FERREIRA SALES CLAUDIANO ALBUQUERQUE BRUNET EDINILZA DA SILVA RUBINI ELIZABETE CÉGLIO FRITZEN GLAUCIA ROSA BITTENCOURT LEAL JOSILENE LOMBARDI DE MORAES MÔNICA DE FREITAS MORAES CUIABÁ /JUNHO/2005
  3. 3. FACULDADE AFIRMATIVOCOORDENAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIA Trabalho apresentado como requisito parcial da disciplina de Educação Lúdica do Curso de Pedagogia da Faculdade Afirmativo - 3º semestre, na evidência teoria/prática sob a regência do Prof. Doutor José Olimpio dos Santos CUIABÁ /JUNHO/2005
  4. 4. Projeto: Pedagogos em Cena O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores [e educadoras], antes de serem especialistas em ferramentas do saber,deviam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos.” Rubem Alves
  5. 5. Projeto Pedagogos em CenaElenco:Cibele Ferreira SalesClaudiano Albuquerque BrunetEdinilza da Silva RubiniElizabete Céglio FritzenGláucia Rosa Bittencourt LealJosilene Lombardi de MoraisMônica de Freitas Morais "Contar história é um ato de amor, alimento puro para as almas que acreditam no caminho que seus corações lhes segredam".
  6. 6. Projeto: Pedagogos em cena Tema: A importância das estórias infantis para o desenvolvimento da criançaIntrodução: As histórias infantis como forma de consciência de mundo É no encontro com qualquer forma de Literatura que os homens têm a oportunidade deampliar, transformar e enriquecer sua própria experiência de vida. Nesse sentido, a Literaturaapresenta-se não só como veículo de manifestação de cultura, mas também de ideologias. A Literatura Infantil, por iniciar o homem no mundo literário, é um instrumento paraa sensibilização da consciência, de expansão da capacidade e interesse de analisar o mundo. Aliteratura deve ser encarada, sempre, de modo global e complexo em sua ambigüidade epluralidade. Até bem pouco tempo, em nosso século, a Literatura Infantil era considerada como umgênero secundário, e vista pelo adulto como algo pueril (nivelada ao brinquedo) ou útil (formade entretenimento). A valorização da Literatura Infantil, como formadora de consciênciadentro da vida cultural das sociedades, é bem recente. As obras infantis abordam questões de nosso tempo e problemas universais, inerentesao ser humano. Quem não gosta de ouvir histórias? As histórias encantam crianças, adultos, velhos, enfim, a todos independentemente daidade. Diante da magia da literatura, nós somos envolvidos e seduzidos, assim, nos tornamosapaixonados e tocados por ela. Justificativa: Fundamentados nas teorias de grandes mestres da educação como Freud, Piaget,Vitgosky, Bettelheim, viemos propor o projeto “Pedagogos em Cena” com o intuito de
  7. 7. resgatar a prática da arte de contar estórias para as crianças, bem como, conscientizar a pais eeducadores da importância da literatura dentro do desenvolvimento infantil. Histórias infantis… Quem não se lembra de tê-las ouvido na infância? Podemoslembrar até dos sentimentos e emoções que cada história nos despertava… Com seus personagens maravilhosos, príncipes, fadas, duendes, bruxas, as históriasremetem as crianças a um mundo de sonhos e encantamento. As histórias infantis são um instrumento precioso, pois elas falam em uma linguagemque a criança pode entender. Mas, muito além de transmitir ás crianças os aspectos lúdicos, de sonhos e fantasias,as histórias infantis são também repletas de possibilidades de trabalho com as crianças,inclusive trazem impregnadas em si, valores sócio-culturais. Sabemos que para cada fase de desenvolvimento da criança, a literatura “age”,“penetra” de uma forma na mesma, colaborando para que a criança possa de situações por elavivenciadas. Hoje vivemos na era digital, no entanto, não devemos esquecer dos contos clássicosque seduziram crianças e pessoas do “passado”. Ao tratarem de questões universais e comuns a todos os seres humanos, os contos defadas contribuem para o autoconhecimento, a superação de conflitos inerentes ao crescimentoe podem também ser instrumentos para o desenvolvimento da auto-estima, do respeito pelasindividualidades, podem instrumentalizar a criança para conhecer e perceber suas sombras,seus medos e limitações, além de propiciar uma percepção otimista da vida. Além disso, apartir do contato com os contos, a criança se aproxima da literatura em geral, contribuindo,portanto, para sua formação enquanto leitor, ampliando também seus conhecimentos deleitura e escrita. Através da estrutura que se repete (problemas, conflitos e desfecho feliz) os contos defadas e estórias têm muito a contribuir na formação individual. Os contos de fadas e estórias utilizam uma linguagem simbólica, e essa linguagem faladiretamente ao inconsciente humano, por isso esse tipo de história é tão envolvente,encantadora e prazerosa.
  8. 8. Através dos contos de fadas e das estórias infantis é possível elaborar muitos conflitos,medos e ansiedades que angustiam a mente infantil. Isso acontece de acordo com o momentopsicológico pelo qual passa a criança, pois em função dele um conto será mais ou menossignificativo para ela. Através das estórias a criança pode viver nos personagens, lidando com diversossentimentos da sua forma, sem ser assistida, sem ser repreendida. Quando a criança “veste” a personagem, faz o mesmo caminho da brincadeira, ou seja,é uma atividade lúdica, que proporciona o contato com o simbólico. Com as proezas e experiências das personagens com quem se identificou, a criança naverdade “ensaia” atitudes frente a situações que poderão ou não acontecer na sua vida,fornecendo modelos de como se pode superar dificuldades. Segundo Freud a importância dos contos de fadas e estórias infantis para odesenvolvimento infantil é muito grande, por todo seu material simbólico, devendo estarpresente na vida da criança. O conto é a forma imaginária que os problemas humanos mais ou menos universaisalcançaram à medida que a história passou por gerações. (BETTELHEIM, 2000, p.74). Ouseja, ao ser recontado durante séculos, essas histórias foram sendo enriquecidas com asangústias peculiares do ser humano, e não de um ser humano em particular, mas sim de toda ahumanidade. Bettelhein defende que para uma estória enriquecer a vida de uma criança,estimulando-lhe a imaginação, deve relacionar-se com todos os aspectos da sua personalidade. Piaget (1998) diz que a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividadesintelectuais da criança, sendo, por isso, indispensável à prática educativa (Aguiar, 1977: 58).Objetivos:Objetivo Geral:  Produzir uma consciência junto aos educadores da importância que o ato de contar estórias tem no desenvolvimento infantil.Objetivo Especifico:
  9. 9.  Proporcionar às crianças da Educação Infantil e Ensino Fundamental do Colégio Fênix Dourada o reconhecimento das lições de moral que as estórias trazem.  Proporcionar um momento de descontração e diversão com as crianças do Colégio Fênix Dourada.  Despertar através do contato com as histórias infantis, o gosto pela literatura, visando assim a formação de adultos leitores.  Trabalhar junto ás crianças valores e sentimentos: como vida e morte, perda, amizade, poder de Deus.Fundamentação Teórica: A LITERATURA E A CRIANÇA A Necessidade Infantil de Fantasia: Por que os Contos Encantam Tanto? Um dos principais papéis dos pais e dos educadores é ajudar as crianças a seconhecerem cada vez mais e, conseqüentemente aos outros e ao mundo a sua volta também,ajudando-as a encontrarem significado na própria existência. Esse significado não adquirimos subitamente e nem vem junto com a maturidadecronológica. Esse significado é o que constitui a maturidade psicológica. Essa maturidade é um processo, ou seja, acontece dia-a-dia através das experiênciasque vivemos, conforme vamos nos conhecendo e conhecendo também as pessoas e o mundo ànossa volta. É papel dos pais e educadores ajudarem nesse processo, ou seja, ajudarem a criança aencontrar significado na sua existência e desenvolver sentimentos positivos, como a esperançae a autoconfiança, facilitando seu processo de individualização e de auto valorização, pois sóatravés deles podemos viver e superar obstáculos que inevitavelmente surgirão. Segundo Bettelheim (1988, p.15) a preocupação dos pais deveria ser em formar o filhode forma que ele cresça satisfeito consigo mesmo, sendo capaz de durante sua vida, enfrentaras dificuldades, sentindo-se seguro. No entanto, a psicanálise veio mostrar que as coisas não são assim tão simples quantopregava o behaviorismo. A psicanálise mostra que os seres humanos estão sempre acometidosde profundos conflitos internos. Isso acontece porque é muito diferente o que realmentesomos (nossa natureza humana) e o que devemos ser pelas convenções sociais. Para se
  10. 10. enquadrar o mais possível dentro do que é esperado de nós, precisamos abrir mão de desejosegoístas, agressivos e anti-sociais, que nos são inerentes, ressaltando os desejos tão legítimosquanto estes de ter ligações emocionais estreitas. Assim, exigimos de nós mesmos uma conduta perfeccionista, mostrando apenas o queseria nosso lado bom, luminoso, positivo. E reprimimos nossos impulsos de agressividade,sexualidade, desejos de vingança, etc. que corresponderia ao nosso lado sombrio, obscuro,negativo. Ou seja, esses “dois lados” do ser humano estão em constante conflito. Para que ao longo da vida, o indivíduo possa viver da melhor forma possível comesses conflitos as primeiras experiências da criança são de extrema relevância, devendo ser dequalidade e satisfatórias, pois são cruciais nesse processo. Através dessas primeirasexperiências é determinado principalmente o modo como o indivíduo vai sentir a vida, comovai perceber as relações com outros indivíduos e se vai se sentir aceito ou não pelos gruposonde vive. Segundo a psicanálise os primeiros anos são tão importantes porque serãodeterminantes na formação do inconsciente, que é o responsável pela interpretação de todanossa vida. E vale ressaltar que toda essa interpretação é determinada pelas primeirasexperiências do indivíduo e que a mente consciente é sempre dominada em alguns aspectospelo inconsciente. Como exemplo, podemos citar que com base em como foram as primeirasexperiências com os pais, o indivíduo interpreta também sua relação com o mundo e outrossujeitos. Pode sentir-se aprovado ou rejeitado a partir do que seu inconsciente lhe traz arespeito. O inconsciente também é o determinante para sentimentos de fracasso oupossibilidade de sucesso, a certeza de que é bom ou mau, digno ou não de amor, etc. Por isso, podemos concluir que o desenvolvimento da auto-estima, a percepçãopositiva de si mesmo, a percepção dos outros, a felicidade futura e a segurança para enfrentara vida, são em grande parte determinadas nesse período. Daí a extrema importância de os paise outros adultos ligados à criança passarem-lhe uma visão de aprovação em relação a ela, paraque possa ter uma visão positiva de si mesma e do mundo. O papel da literatura nos primeiros anos de vida Segundo Bettelheim (2000), a literatura pode ser um excelente instrumento para odesenvolvimento desse processo de auto conhecimento e auto aceitação, especialmente comas crianças pequenas.
  11. 11. No entanto, é preciso lembrar que nenhuma estória ou conto sozinhos fará com que acriança desenvolva os sentimentos positivos que citamos. É preciso que os pais e educadoresmostrem verdadeiramente confiança na criança e a ensinem a ter esperança no futuro. Os contos podem ser assim tão importantes e ricos porque não têm apenas a função dedivertir e distrair as crianças, mas têm também a dimensão pedagógica e psicológica deesclarecer e integrar os sentimentos e de elaborar inconscientemente os sonhos e as fantasiasinfantis. Assim, os contos têm uma função extremamente importante na constituição dapersonalidade do indivíduo, pois além de alimentar a imaginação e estimular as fantasias, oscontos de fadas refletem sobre as questões mais importantes da criança e contribuem para aconstrução de uma consciência mais madura, capaz de civilizar as pressões caóticas de seuinconsciente. Ao ouvi-los, cada criança aplica a seu modo e a seu mundo os conteúdos dos contos,pois esses são capazes de auxiliar a criança a colocar em ordem seus sentimentos, suasangústias. Quando uma criança pede para repetir muitas vezes a mesma estória está fazendojustamente isso: Introjetando a estória e organizando os sentimentos que esta veicula, estáorganizando seu superego. Por isso a importância dos contos estarem presentes na vida dacriança desde a fase anal (por volta dos dois anos), onde começa a se dar essa estruturação,embora o efeito benéfico dos contos atinja seu ápice um pouco mais tarde, por volta dos cincoanos. Os contos fascinam porque seus enredos falam de sentimentos comuns a todos nós,como ódio, inveja, ciúme, ambição, rejeição e frustração, mas de maneira simbólica e quepodem ser compreendidos e trabalhados pela criança através das emoções e da fantasia. Oscontos de fadas funcionam como instrumentos para a descoberta desses sentimentos dentrodela. Mergulhando nesse faz-de-conta, a criança dá vazão às próprias emoções, ensaia papéisdiversos. Uma criança pequena ainda não vê o mundo racionalmente, por isso, entende evaloriza mais o que a estória ou conto de fadas lhe diz do que qualquer explicação baseada emraciocínio lógico, feito por um adulto. Explicações realistas e racionais não fazem sentido para as crianças, isso ocorreporque elas ainda não têm um pensamento abstrato que seria capaz de dar conta dessasquestões, assim, só poderão mesmo vivenciar o mundo de forma subjetiva, formandoconceitos muito pessoais e somente sobre aquilo que experimenta, embora desde muito cedojá esteja cercada de questões profundas sobre si mesma.
  12. 12. A importância da fantasia a caminho do pensamento racional A mentalidade infantil repete alguns aspectos da mentalidade do homem primitivo, jáque ambos pensam por imagens e não por raciocínios. (Wallon, apud Jesualdo, 1982). O homem primitivo usava o maravilhoso para tecer explicações que necessitava diantedo mundo. Diante de fatos que o angustiava, o amedrontava, para não se sentir desamparadono mundo, criava explicações mágicas para “se proteger”. Por isso a criação dos mitos, comoforma de “explicar” o mundo. Explicação essa que não era baseada no pensamento lógico,mas sim na emoção e na afetividade. Dos quatro anos até a puberdade, o que a criança mais espera é que alguém lheapresente soluções para seus problemas. Essas soluções serão mais significativas para acriança se forem apresentadas por imagens simbólicas. A criança busca a certeza de que seusdilemas terão uma solução feliz. Para a busca de soluções, para o enfrentamento de problemas e dificuldades é precisoprimeiramente que o indivíduo encontre segurança dentro de si mesmo, só a partir daí é quepoderá sentir-se apto a seguir seus próprios caminhos. No entanto, ninguém trilha umcaminho partindo do nada. Modelos e sugestões são necessários. Com o conto de fadas, a criança facilmente se identifica com os personagens quetambém passam por dificuldades e que transmitem a mensagem de que é possível vencer. Daí a importância de que a criança tenha o direito assegurado de acreditar no“maravilhoso”, o direito alienável de ousar e o direito à imaginação livre. O maravilhosonessa fase é que vai lhe transmitir segurança. Segurança essa que ela ainda não possui por sisó. Fato que se dá também porque sua mente é um conjunto de impressões e imagensdesordenadas. Nesse conjunto encontram-se aspectos da realidade, mas essencialmente estãoaí elementos completamente fantasiosos. Pela imaturidade de seu pensamento, muitas coisasnão podem ser compreendidas por ela. Essas incompreensões são preenchidas pela fantasia.Esse processo ocorre em toda criança normal, a partir de um fato real (entendido ou não porela) nasce a fantasia. Além disso, seu raciocínio ainda não é totalmente controlado, por isso, assim quecomeça a pensar sobre uma situação e suas soluções, a isso se junta seus mais variadossentimentos: medo, ansiedade, amor, desejo, ódio, etc. Durante toda a vida a fantasia tem seu espaço, que obviamente deve ser maior nainfância. Sem fantasias para nos dar esperanças, não temos forças para enfrentar as
  13. 13. adversidades da vida. A infância é a época em que estas fantasias precisam ser nutridas(BETTELHEIM, 2000, p.152). Através da fantasia a criança compensa as pressões de sua vida real e também de seuinconsciente e estar privado dela pode acarretar graves conseqüências. Os contos, por serem otimistas e transmitirem uma mensagem de felicidade erealização, se aproximam da realidade das crianças e adolescentes, que buscam e necessitamde imagens simbólicas que reasseguram a existência de uma solução feliz para seusproblemas. A criança precisa de recursos interiores para entender e viver sua realidade, realidadeessa que é muito complexa para ela e que a faz ter os sentimentos mais diversos. Para pôr ordem nesses sentimentos, a criança precisa de ajuda, o que fará com quemais tarde ela consiga dar conta disso tudo sozinha. Todos que convivemos de alguma forma com crianças, com certeza presenciamoscenas em que, tomadas de um interesse enorme, ficam em silêncio para ouvirem uma estória.Diante desse interesse tão incomum, podemos concluir que no mínimo, as estórias falam aomundo da criança de forma muito íntima. As histórias atingem a criança a nível emocional e cognitivo. Durante uma história oindividuo se envolve em situações diferentes da que vive na realidade, experimentandoemoções e sentimentos que na verdade podem nem estar presentes na sua vida real. Através da personagem, de seus problemas, suas dificuldades, a criança consegueentender e visualizar seus próprios problemas. Bettelheim (2000) nos coloca que a criança precisa verdadeiramente de uma educaçãomoral. No entanto, essa educação só será eficaz se acontecer de forma implícita e sutil e nãoatravés de conceitos abstratos transmitidos pelos adultos. Ou seja, essa educação, essesconceitos devem ser significativos, ao nível de pensamento e raciocínio da criança, trazendosugestões de forma simbólica de como ela deve agir. Aí mais uma vez os contos de fadas sãoimportantes, pois trazem esse significado. Uma criança confia no que o conto de fadas dizporque a visão de mundo aí apresentada está de acordo com a sua (BETTELHEIM, 2000). Eestando de acordo com o nível de pensamento infantil, confronta a criança com as reaisdificuldades da vida: morte, perdas, envelhecimento, etc. Passam a mensagem implícita deque as dificuldades são normais na vida e que as outras pessoas também sentem o que elasente; seus medos, suas ansiedades e angústias são naturais. Relação conto X criança
  14. 14. Através dos conflitos e dos problemas dos personagens, é possível organizar ospróprios conflitos. Além disso, é mais fácil e muito menos assustador falar de problemas, masproblemas que não são seus. Quando se identifica com os personagens, a criança (como qualquer outro leitor) seprojeta neles. Acontece aí um “jogo de ficção”. Esse jogo só ocorre porque há um fascíniogrande sobre o ouvinte. Esse jogo faz com que a criança “viva” situações que poderão ou não acontecer comela, antecipando estratégias, testando soluções, pois nesse faz-de-conta o leitor ou ouvinte ésenhor absoluto da situação. Quando uma criança se identifica com o herói de uma estória ou de um conto, realizaatravés dessa identificação uma compensação do que não a satisfaz em sua realidade e em seupróprio corpo. Na sua fantasia pode mudar conforme queira (tornar-se mais poderosa, forte oubonita) e realizar as proezas que quiser. Essa fantasia, esse imaginar, ao contrário do que podeparecer, faz com que, ao voltar a realidade, a criança sinta-se mais satisfeita consigo mesma,tal como é. Esse mesmo processo ocorre com o próprio herói da história. Para vencer asdificuldades de seu caminho, ele usa sua força, poder, esperteza ou beleza fora do comum. Aofinal da história ele geralmente torna-se um mero mortal, ou seja, não mais seus atributosextraordinários são importantes, na grande maioria das histórias essas características não sãonem mais citadas. Fato que deixa implícito a satisfação do herói com seu corpo e suaidentidade, o que só é possível porque ele adquiriu segurança em si mesmo. Nesse contato com a história, a criança (como na brincadeira) entra em contato com osimbólico e transfere para o real, situações imaginárias, quando se “veste” do personagem. A criança pode viver nos personagens, viver o que mais atrai no livro, lidando comdiversos sentimentos da sua forma, sem ser assistida, sem ser repreendida. Mas mesmo assim,mantém-se conectada ao real, não perde a consciência do que é real e do que é ficção. Durante toda a vida o indivíduo “aprende” com os personagens dos contos e seusconflitos. Isso acontece porque ao ouvir ou ler uma estória, o indivíduo penetra realmentenum mundo de faz-de-conta. E sem dúvida, as estórias e os contos de fadas fazem issobrilhantemente, sendo antídotos mais eficientes contra as angústias e temores infantis,levando-a ao contato com a fantasia, essencial para o desenvolvimento emocional da criança. Quando uma criança tem acesso apenas a histórias realistas, que na verdade, são falsaspara partes importantes de sua realidade interna, ela pode acreditar que seu mundo interior,seus conflitos não são importantes para seus pais e mais tarde, na adolescência, por exemplo,
  15. 15. tentar compensar a fantasia que não teve na infância, escapando para um mundo de fantasia.Mais tarde, quando adulto pode ocorrer situação ainda mais grave: o rompimento severo etotal com a realidade. Assim, as crianças sadias são capazes de extrapolar (e muito) as fronteiras do mundoem que vivem, são capazes de fazer a passagem da fantasia para a realidade e encontram noscontos de fadas substrato suficiente para elaborar esta transposição. Toda criança precisa de fantasia, de mágica e acreditam nelas, com o tempo deixam deacreditar, com exceção das que foram muito decepcionadas com a realidade e nãoconseguiram confiar nas suas recompensas. Além disso, a criança tenta entender e organizar a realidade com base em seusesquemas, sua visão, ou seja, na verdade é uma organização fantasiosa da realidade, a partirdo que ela vê como real. Metodologia: Este projeto foi realizado no Colégio Fênix Dourada, situado na Rua F, Nº 100 –Parque Cuiabá – Cuiabá-MT, no dia 03 de junho do corrente ano. Através da dramatização do conto: “A formiguinha e a Neve”, trabalhamos com ascrianças temas como vida e morte e valores como amizade e poder de Deus. Desenvolvimento: No último dia 03 de Junho do corrente ano, nós alunos do curso de Pedagogiacolocamos em prática nosso projeto: “Pedagogos em Cena”. A escolha do texto... Optamos por trabalhar com a estória “A formiguinha e a Neve”, a qual compõe aColeção Clássicos Infantis, pois além de ser uma fábula da tradição popular, no desenrolar dotexto, nos deparamos com situações que questionam poder, perseverança e poder – valoresestes, fundamentais a serem discutidos com as crianças. Os personagens:
  16. 16. Equipe-Ana Lydia Föestch Rubini: Deus-Aziza Föestch Rubini : Morte-Cibele Ferreira Sales: Sol-Claudiano Albuquerque Brunet: Homem-Edinilza Da Silva Rubini : Formiguinha-Elizabete Céglio Fritzen: Rato-Glaúcia Rosa Bittencourt Leal: Gato-Josilene Lombardi de Morais: Muro-Mônica de Freitas Morais: Cachorro-Evelyn Föestch Rubini: sonoplasta-Nayara Souza Morais: narradora
  17. 17. Os preparativos Confeccionando o figurino e o cenário: Na sexta-feira dia 27/05/05 nos reunimos na casa da Mônica para a confecção dosfigurinos e do cenário do teatro. Edinilza e Gláucia tirando as medidas Edinilza nossa costureira Cibele, Josilene e Claudiano: Elizabete: Revisando o texto Mônica: Recortando Moldes Montando o espetáculo
  18. 18. A Formiguinha e a Neve Certa manhã de inverno, uma formiguinha saiu para seu trabalho diário. Já ia muito longe, à procura de alimento,quando um floco de neve caiu. Pim! E prendeu seu pezinho... Aflita, vendo que não podia livrar-se da neve e iria assim morrer de fome e de frio, voltou-se para o Sol e disse: - Oh, Sol, tu que és tão forte, derrete a neve e desprende meu pezinho... E o Sol, indiferente nas alturas, falou: - Mais forte do que eu é o muro que me tapa! Olhando então para o muro, a formiguinha pediu: - Oh, muro, tu que és tão forte, que tapas o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho... E o muro que nada vê e muito pouco fala respondeu apenas: - Mais forte do que eu é o rato que me rói! Voltando-se então para um ratinho que passava apressado, a formiguinha suplicou: - Oh, rato, tu que és tão forte, que róis o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho...
  19. 19. Mas o rato, que também ia fugindo do frio, gritou de longe: - Mais forte do que eu é o gato que me come!Já cansada, a formiguinha pediu ao gato: - Oh, gato, tu que és tão forte, que comes o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho... E o gato, sempre preguiçoso, disse bocejando: - Mais forte do que eu é o cão que me persegue! Aflita e chorosa, a pobre formiguinha pediu ao cão: - Oh, cão, tu que és tão forte, que persegues o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho... E o cão, que ia correndo atrás de uma raposa, respondeu sem parar: - Mais forte do que eu é o homem que me bate! Já quase sem forças, sentindo o coração gelado de frio, a formiguinha implorou ao homem: - Oh, homem, tu que és tão forte, que bates no cão, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol,
  20. 20. que derrete a neve, desprende meu pezinho... E o homem, sempre preocupado com seu trabalho, Respondeu apenas: - Mais forte do que eu é a morte que me mata! Trêmula de medo, olhando a morte que se aproximava, a pobre formiguinha suplicou: - Oh, morte, tu que és tão forte, que matas o homem, que bate no cão, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho... E a morte, impassível, respondeu: - Mais forte do que eu é Deus que me governa! Quase morrendo, a formiguinha rezou baixinho: - Meu Deus, tu que és tão forte, que governas a morte, que mata o homem, que bate no cão, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho... E Deus, então, que ouve todas as preces, sorriu.Estendeu a mão por cima das montanhas e ordenou que viesse a primavera! No mesmo instante, a primavera desceu sobre a Terra,
  21. 21. enchendo de flores os campos, enchendo de luz os caminhos! E, vendo a formiguinha quase morta, gelada pelo frio, tomou-a carinhosamente entre as mãos e levou-a para seu reino encantado, onde não há inverno, onde o Sol brilha sempre e onde os campos estão sempre cobertos de flores!“A vida é um espetáculo que não permite ensaios, por isso, chore, dance e viva antes que a cortina se feche...”.
  22. 22. PARTE II: CRECHE JD UMUARAMA IIA IMPORTÂNCIA DO BRINCAR PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL CUIABÁ 2005
  23. 23. A importância do brincar no desenvolvimento infantil Defendido por grandes teóricos como Piaget, Vitgoski, Santo agostinho o brincar émuito importante para o desenvolvimento infantil. Através do brincar a criança estáexperimentando o mundo, os movimentos e as reações, tendo assim elementos paradesenvolver atividades mais elaboradas no futuro. Através do simbólico jogo da brincadeira, a criança irá entender o mundo ao redor,testar habilidades físicas (correr, pular), funções sociais (ser o construtor, a enfermeira, asecretária), aprender as regras, colher os resultados positivos ou negativos dos seus feitos(ganhar, perder, cair), registrando o que deve ou não repetir nas próximas oportunidades (termais calma, não ser teimoso). A aprendizagem da linguagem e a habilidade motora de umacriança também são desenvolvidas durante o brincar. Hoje é comprovado que bebês que recebem estimulação de brinquedos, que permitamsua participação ativa através do seu manuseio, não apenas como observador, desenvolvemmais a inteligência e demonstra maior interesse pelo aprendizado. A brincadeira permite um extravasar dos sentimentos, auxilia na reflexão sobre asituação, criando várias alternativas de conduta para o desfecho mais satisfatório ao seudesejo. O ato de brincar com outras crianças favorece o entendimento de certos princípios davida, como o de colaboração, divisão, liderança, obediência às regras e competição. Portanto, as crianças tendo a oportunidade de brincar, estarão mais preparadasemocionalmente para controlar suas atitudes e emoções dentro do contexto social, obtendoassim melhores resultados gerais no desenrolar da sua vida. Desenvolvimento: No dia 13 de junho de 2005, estivemos na creche “Jardim Umuarama II, situada àRua 03 Q27 LT 30 Jardim Umuarama II, onde tivemos uma manhã de brincadeiras com ascrianças da turma de quatro anos. Fomos recepcionados pela diretora a Sra. Fátima Estevão Nascimento que nos deixouplenamente à vontade para brincar com as crianças.
  24. 24. As brincadeiras: 1ª: Pulando Corda: Ao pular corda a criança está desenvolvendo sua coordenação motora, sua percepçãovisual e auditiva, sua oralidade (pois ao pular canta) e equilíbrio. Segundo Hollmann e Hettinger, coordenação motora é a atuação conjunta do sistemanervoso central e da musculatura esquelética, na execução de um movimento. Para se expressar corporalmente e desenvolver sua coordenação motora a criançaprecisa de uma boa percepção auditiva, espaço-temporal, ter domínio do corpo, equilíbrio ecriatividade. 2ª: Corre Cutia:
  25. 25. Formação: crianças sentadas em círculo. Do lado de fora fica apenas uma criança queestará segurando uma bola. Desenvolvimento: A criança que está fora da roda começa a andar em torno doscolegas sentados em círculo, escolhe atrás de quem deixará a bola. Enquanto isso as criançascantam:“CORRE CUTIA, DE NOITE E DE DIA, DEBAIXO DA CAMA DE D. MARIA...” Objetivos: Estimular a rapidez, a coordenação motora, atenção, musicalidade.3ª: Morto – Vivo: Formação: Crianças em círculo. Desenvolvimento: O professor no centro do círculo para comandar a brincadeira.Quando o professor disser “vivo”, todos permanecem de pé. Ao dizer “morto”, todos seabaixam ou deitam. O professor vai repetindo as palavras mais rápido e em ordem alterada.Saí da brincadeira aquele que errar primeiro. Objetivos: Desenvolver habilidades motoras, estimular a atenção, concentração,percepção visual e audição. 4ª: Amarelinha: Ao brincar de amarelinha a criança desenvolve habilidades motoras, percepção visual,atenção, socialização, agilidade, estruturação espacial.
  26. 26. 5ª: Os cincos patinhos (Xuxa só pra baixinhos): Ao cantar e fazer a coreografia dessa canção a criança tem a oportunidade de trabalharsua atenção, coordenação motora, ritmo, musicalidade. Também é possível trabalhar numeraise valores de família e amizade. 6ª: Estátua:
  27. 27. Ao brincar de estátua a podemos trabalhar com as crianças a atenção, reação rápida,percepção visual e auditiva, além é claro de socializar e descontrair. 7ª: Dança da Cadeira: Formação: crianças em círculo ao redor de um conjunto de cadeiras. Deverá haveruma cadeira a menos do que o número total de crianças. Desenvolvimento: Ao iniciar uma música as crianças andam em torno das cadeiras.Quando a música parar as crianças deverão tentar sentar nas cadeiras. A criança que sobrarsem cadeira está fora da brincadeira. Objetivos: Trabalhar atenção, reações rápidas, percepção visual, habilidades motoras. 8ª: Eu agora vou passear (CD A casa do Zé): Ao trabalhar a música eu agora vou passear do cd “A casa do Zé” trabalhamos com ascrianças a musicalidade, o ritmo, as mímicas, a socialização e a descontração. Pois a música
  28. 28. nos dá a oportunidade de trabalhar diferentes tipos de movimentos (escalando, nadando, sependurando, pulando...). 9ª: Queimada: Formação: crianças no centro do pátio e duas crianças em lados opostos. Desenvolvimento: O objetivo do jogo é acertar a bola nas crianças que estão no meio.Se uma criança for “queimada” sai da brincadeira, já se essa criança conseguir pegar a bola,ela troca de lugar com quem está nas extremidades jogando a bola. Objetivo: trabalhar rapidez, habilidades motoras, socialização, percepção visual.10ª: O boneco pirulito – cd “A casa do ZÉ” Com essa canção é possível trabalhar ritmo, coordenação motora, as partes do corpo,musicalidade, atenção, percepção auditiva e visual.
  29. 29. Cronograma: EVENTOSContato com a instituição 13/05Levantamento dos dados 11/05 a 15/05 Ensaios 15/05 a 03/06 Confecção do Figurino 27/05/2005 Elaboração do projeto 27/05 a 03/06 Fundamentação teórica 15/05 a 27/05 Aplicação 03/06 e 13/06Socialização e entrega do 15/06relatório da execução do projeto
  30. 30. Referências Bibliográficas:*BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro:Paz e Terra, 1980.*MALUF, Ângela Cristina Munhoz. Brincadeiras para sala deaula.Petrópolis –RJ. Vozes:2004.*VALADARES, Solange e ARAÚJO, Rogéria. Educação Física doCotidiano Escolar. Editora FAPI LTDA. Belo Horizonte: 1999.* VYGOTSKI, L. S. A formação social da mente. (e-book).* PIAGET, JEAN.A formação do símbolo na criança: Imitação, jogo e Sonho Imagem eRepresentação. Tradução de ÁLVARO CABRAL e CHRISTIANO MONTEIRO. 3ª EdiçãoTítulo original:La Formation du Sembole chez lenfant imitation, Jeu et Rêve, image et ReprésentationTraduzido da terceira edição, publicada em 1964, por Editions Delachaux et Niestlé,Neuchâtel, Suíça.Copiright (c) 1964, (e-book).*www.aprendendoebrincando.com.br*www.aulalivre.com.br*www.novaescola.com.br*www.pedagogia.com*www.pedagogia.pro.br
  31. 31. AGRADECIMENTO Em primeiro lugar agradecemos a Deus, nossa vida e esperança. Pois nãoseria possível estarmos aqui se Ele não nos tivesse dado o dom da Vida. Aos nossos companheiros (as) pela compreensão em tantos momentos queprecisamos nos ausentar de nosso lar com a finalidade de produzir este trabalho. Aos nossos filhos, por termos deixado de partilhar momentos com eles detanta preocupação. Aos nossos professores que nos deram apoio necessário. Ao nosso professor Mestre Jose Olimpio dos Santos pelo incentivo e apoio aodesempenharmos tão importante trabalho. Enfim, a cada um da equipe que em todos os momentos estiveram lado alado lutando para que se tornasse possível esta trabalho.

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