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Jornal jan mar_2016_jpg

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  1. 1. lal: lAS NOSSOS DIAS 2016 1‘-’TR'ME3TRE ASSOCIACAO DE REFORMADOS PENSIONISTAS E IDOSOS DE CORROIOS
  2. 2. ASSOCIACAO DE REFORMADOS PENSIONISTAS E IDOSOS DE CORROIOS Lu 2 D E / no/ as . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . ..: srmrm/ u raoas__. _ . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... -2 mum no nw»£snvr. ... e.. ... .c. . mmmmmmm . ,..2..3 nzzzrxlomczz/ rue cawomfiic/ A) . ... . 2.. ... ,2.. ... .4 m/743.. .». .. . ... ... ... ... ... ... ... 2._. .2,5 cmvma. .. ... ... ... ... ... ... ... ... .. mo B/ OGRAFIA arowurr/ v7r . .._. ..m . ... ... ... ... ... --7 omossoo/ Mo/ A . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. -. a tmcmclo norm . ... ... ... ... ... ... ... . _. _..9 Antoous . ... ... ... ... ... ... .. ..2.. ...2..2.. ... ./o P455471/wos. W. . ... ... ... ... W11 mm DECORAI/ V0(D/ A aoslvmolwos) , .2., ... --. ..r EIVVEZ/ £'CIl| flVf0 aw swta/ now. .. . ... ... mu
  3. 3. w. SSDC| .~= .Cz= .O DE: 'Tl. l7OlTi l; :DOSlWEE‘lSlOlllS. l’n: DS E IDOSOS DECO Fonts‘ http: //clinicaepsicoIogia. com. br/ a-importancia-do-centro-de-convivencia-nos-vinculos-da-terceira-idade As rela<;6es humanas 550 um emaranhado de elos que vao se formando ao longo da vida e essas relacoes sao significativas no processo de envelhecimento, momento no qual o sujeito tem suas redes mais enfraquecidas. As relagoes sociais e os vinculos que os idosos estabelecem no decorrer da vida 550 formados pelo grupo familiar e por amizades na comunidade onde moram. Essas relagées dao lhe uma sensacao de pertenca e, esse fator, tem um aspeto fundamental para um envelhecimento com qualidade de vida. No processo de envelhecimento as Redes Afetivas e Sociais sao de grande relevéncia para se obter qualidade de vida e assim um envelhecimento ativo e saudével . "1l' ll OIOS SAUDE PARA TODOS Neste sentido, os grupos de convivéncia sao uma forma de interagao, inclusl-. io social e uma maneira de resgatar a autonomia, de viver com dignidade e dentro do ambito de ser e estar saudével. Na participagao em grupos de convivéncia os idosos tem a possibilidade de compartilhar suas angustias, tristezas, alegrias, afetos, saberes. Ter um grupo de referéncia propicia ao ldoso um suporte emocional e motivacéo para que este individuo tenha objetivos na sua vida e possa compartilhar alegrias, tristezas e conhecimentos. Os contatos sociais permitem engajamento social, que também é uma forma de vivenciar o desenvolvimento na idade adulta de maneira bem sucedida. I A IMPORTANCIA DA C0 NVIVENC l A NOS VlNCULOS DA TERCEIRA IDADE
  4. 4. ASSOCIACAO DE REFORMADOS PENSIONISTAS E IDOSOS DE CORROIOS Quivi Com origem chinesa, jé foi designado por “groselha da China". E cultivado nas regifies Entre Douro e Mlnho e Beira Litoral, onde ha’ condicoes climéticas favor: -iveis. Beneficios Nutricionais Teor elevado de flbra e minerals como célcio, ferro, magnésio e cobre. As inumeras sementes ajudam a estimular o trénsito intestinal. Escolher Bem Prefira sem manchas ou cortes, e sem a pele engelhada. Os mais claros sao os menos maduros. Dicas para conservar ° A temperatura ambiente: para amadurecer ' No frigorifico: entre 1 a 3 semanas ' Para amadurecer mais ra’pido: coloque-o 1 ou 2 dias num saco p| a'stico com magas, bananas ou péras, devido ao etileno que libertam. Como saborear Ao natural e em sobremesas e saladas. Ha alnda quem goste de acompanhé-lo com uma fatia de pao
  5. 5. 00 00 0 O9 . ~.. SSOCl. 'u. C,". O DE {TEE Ti . .'-DDS PE: ‘SIOH ill » E IDOSOS DE COTJTOIDS REFLEX/10 AINDA SOU A PESSOA QUE VOCES CONHECEM E AMAM. .. Desejo que os meus amigos e a minha familia compreendam e ”vivam" a minha realidade. Se eu achar que minha esposa (ou esposo) ainda vive ou se eu disser que estamos indo 5 casa de meus pais para jantar, deixem-me acreditar nestas coisas. Estou feliz pensando nisso. N50 quero que me tratem como uma crianga. Falem comigo como se fala com um adulto que sou. Alnda quero-me divertir com as coisas que sempre me divertiram. Ajudem-me a encontrar meios de me exercitar, ler, passear e visitar os meus amigos. Pegam-me para contar historias do meu passado. O0 00 60 N50 se sintam culpados se n5o puderem cuidar de mim 24 horas por dia, 7 dias da semana. N50 é vossa culpa e lembrem-se de que est5o a fazer o melhor que podem. Encontrem alguém que possa ajudar-vos ou escolham um outro lugar, bonito, para eu viver. Se eu tiver que ir para um lar, por favor venham visitar-me. N50 fiquem frustrados se eu trocar nomes, lugares e fatos. Respirem fundo. Lembrem-se de que n5o é culpa minha, é a deméncia que me torna confusa (0)- Se eu espalhar objetos ou roupa ajudem-me a recolocé-los nos seus devidos Iugares. ~2° N50 falem de mim a outras pessoas como se eu n5o estivesse presente, " N50 me excluam das festas e a ouvir. encontros familiares. 0 O procurem at Saibam que ainda gosto de receber abragos, beijinhos e apertos de m5o. °2° Se ficar agitada(o), descobriroque estaa incomodar. TEXTO ORlGlNAL DE l? .v‘vCHv'.9. ‘. '.'C‘vlNIEl? ‘_| N (BLDG DEMENTIA BY DAY) PUBUCADO EM . ‘l'_Zl-Z‘MER'S 9Z»". Dl'i{i3 ROOT-'. SE EU FICAR com DEMENCIA 4
  6. 6. ;xSSOC| .:aC. -20 DE EIEE E‘i. .i. -:DOS :3Ei*lSlOi‘7lS‘i'. r'. S E IDOSOS DE CORROIOS VISITAS Teatro de Fantoches pela UCC- "Sensibi| izat;5o: Cuidados com o frio” J . -» ‘ l , .'- ‘ 3 . '1 . , *' - . A . ‘ ‘ Wit, '2 « 2., _ u A ‘ , -' . _ -4. - ‘ i ‘L _ . . g ‘, ._1‘. _ f -. -. .. ‘- ‘ ~ ‘£a, _.‘ v . V‘! J 1-’ _ __, ._; -,, .§-. ’_ ‘(‘, ?~: * yr; .: , E ‘5§""E‘. “¢“. '4': ‘ I ~. :5‘ my/ ’.'<, ‘ / “ / I l ‘ -; , ‘. ,M. , ‘i - Apresentac5o visual do Ecossistema: Ponta dos Corvos pelo Professor Manuel Lima . .. l ' ‘ _a. ' ‘ V '2. ~ ‘_- _. E‘-. - ‘J. ’ r . I . ' X ""4. E . 2 l ‘ . 4‘ -3. | “ A ‘ ' 4 5 ‘ I ' ‘. D . »‘I‘. 'l‘i’ "'- 3" i - " El ‘r‘ -l ‘ | ~l X - "L 1-‘. " ‘ r if . ' "‘*"35"~. H ll? ’ z 8 "* I ; -‘ fin V. , 5%‘, ‘:1’ W . - iv‘! - 5‘ I‘ " . .2 /4 ‘.7 - " fr ' 3 ll : {L <
  7. 7. ;xSSOCl. r2C. -20 DE {TEE :7‘. ‘.. iw. DOS i‘Ei*lSlOi‘7|S‘l'. r'. S E IDOSOS DE COETEEIOIOS CARNAVAL , I‘ I Q I 4 J) . . ‘Ls. ’ Y x — ‘ ‘, . ‘ . . V ) _'__‘ ‘ i Q . ' ’ . ‘ V-2"‘/ .. ‘ I J‘ 4: X , -. .:-wk a ')+ r -t ‘ , . ‘ , ‘ __ 0-’ J l Participac5o no Desfile Carnavalesco _ , M das Escolas da Freguesia de Corroios ‘ A I " ' 3-‘_ i “ | _,": _;_ . » itil ‘ i K _ E. ._— __ , . i ‘ Dr. E‘, E E 3"-7‘ ' , E 4'§—r~, _, ; _L. --: as v . — CV! ’ ‘ '3 A . {M {.4 . .., A . -‘3‘. ';: ‘E ~‘: '.. .~, n ’ V’ - . .., ,‘-. s -l 0 W E’, .‘ . 1: I . f.| L7 _ r_ s‘ ' '. “‘i; ii , _ V" . . I , '-1‘ ‘gr «‘_, - v l ‘ rm ' ‘ . - _. 24‘ . -.| Baile de Carnaval no E “ l l l E” »_- 2 »/ {g . 5- L1‘ Centro de Dia da AURPIC
  8. 8. .: xSSC)Cl. ~.C. 'xO DE EIEE EC. H1008lEiEl"'SlOi‘llS‘l-. ".S E IDOSOS DE CODROIOS BIOGRAFIA DE UM UTENTE &¥ q_S)0wCld/ A D. ‘-‘ Alice nasceu em Santa Alvaia concelho de Oliveira do Hospital no ano de 1931. Comecou a trabalhar aos 7 anos guardando ovelhas e juntando couves. Estudou até 5 49 classe embora a professora aconselhasse o pai a que Alice continuasse a estudar. O pai considerou que Alice jé sabia ler e escrever e como tal n5o necessitava de mais estudos. Namorou alguns meses com o noivo que conheceu na sua terra natal e mais tarde teve dois filhos. D.9 Alice trabalhou em costura com o marido que tinha como profiss5o alfaiate. Atualmente insere-se na Resposta Social de Centro de Dia e participa com empenho em todas as atividades de cara'ter sociocultural e psicomotor.
  9. 9. 7'12’ la s it A A ‘.3 nib
  10. 10. ;xSSOCl. w.C. 'iO D. E l‘lEEO§‘i. .i. ':DOS :3Ei*lSlOi*7|S‘l'. r'. S E IDOSOS DE COKE-: lEE'0l()S EXERCITACAO MOTORA ‘E. ’ E E T, E; l _ ,7 . ‘I ‘ i ‘E. I F: ‘fl, ‘ JK ' Ev ; §’i; ’-{E l 1 E‘ D 3/ J; 'v"__. '4 I‘! 1 _~o , _ "" . *‘ l ' . ‘i~ —< ' A r . - 7-A . ..} - ll if ', ..‘ D. I _ J, . 4 E “El , ~~ ‘Q, l ‘J 1 : a I 4' E E : - _ 4<. ll_"_‘ A—
  11. 11. /xSSOCl. 'xC/ ‘.0 DE DEE’ IT. .; :DDS PEi"'SlOi"lS‘l'/ ~.S E IDOSOS DEC ITDDIOS ANEDOTAS Um casal de idosos resolve ir a um restaurante para comemorar os 65 anos de casamento. Dizem ao empregado qual o tipo de comemorag5o que est5o a fazer, e ele da-lhes um lugar rom5ntico para aproveitar o jantar. O velho diz: - Minha Rainha, onde queres sentar-te? — Aqui, diz a senhora de idade. - Minha princesa, queres um aperitivo para comecar? - Sim, um Porto, obrigada. - Meu anjo, o que vais comer? - Ela pediu a ementa e encomendou. - Meu Doce, que vinho queres? O empregado n5o podia acreditar nos seus ouvidos. A certa altura, a senhora vai 5 casa de banho, e o marido diz: - Vai, minha vida, fico 5 espera. O rapaz, surpreendido, pergunta ao velhinho: H5 quanto tempo o Senhor trata a sua esposa com palavras t5o bonitas? "Minha rainha, meu anjo, minha vida princesa', eu estou admirado. O velhinho olha para ele e responde: NAO CONSIGO LEMBRAR-ME DO NOME DELA! !l l0
  12. 12. ASSOCIACAO DE REFORMADOS PENSIONISTAS E IDOSOS DE CORROIOS PTAEOMANNPOABIA :9 O H "l (D > 3 H fl H U) H H 50 O 32 0 R O M A N O A C A R O C A H S H N Y R U B M U L H G B C K AMACOS ALEGRXA AMIZADE AMOR APRENDIZAGEM BEDO CARICIAS CARINPIO COMPARTILHAR COMPREENCAO CORACAO GJMPLICIDADE DESEJO DIDI ETERNAMENTE FIDELIDADE KELZEN MARINA MASSAGENS NAMOR0 PAIXAO SORRISOS UNIAO ll
  13. 13. .-'= .SSOC| ;:C. r‘. O DE l. ilElEEClE? lil. “‘. l)Oc iElEI"SlEll‘llSElE/ ‘.8 E IDOSOS DE CDDDDIOS PAINEL DECORATIVO l‘ ‘E ' ‘T "*lZ*‘= *”' ’* 'T'TTT . Ela El! 22; -1 li~"EE3i; ”.rI'E if » -; . _ . 3 ac» ; 2 a~ A . :) l- m. ' flu‘ , Q 3/ 7 r: _'. /-‘:4 . A- r . r ‘E’. U l. E in ‘~. .‘ » . - l , . ~ ‘ i°ru. == . ‘ '7, , . . -"" i, ‘. —¢“". '.! E/E — l “. '_1 -v / _-’ ’ ‘ * A . ./-‘xi / , ~ E ~’ -E- . /.4 l V’ ‘. ‘. ~— "‘ ‘ ‘I I '4 ’ : 2: . 5." i '- ‘ ' - ,4‘ ; ~ ‘3. . ‘ . " ,4 I . E . l ‘ l l I. . _, i 1 in , _ t 2- ; *=<? 2. DlA DOS "*2 -*2» NAMORADOS . "TEE E” l’“’-’ I, .*7</ ‘ I if I E H. ’ Ill, - I r r _ ,1”, _ I , ~ .1 x . .a 0. ll 6.’: .4 LE‘ z‘717;'—"—{Y ' T? ,. “ ' Z, ‘. I " ‘ ll ~—~-- w: .r“”"*_, . _’_ 7 ~. "- P E t__. ;§%* pg ~’ o l - . ‘ ' , 2-tr’ ‘ 1‘ 1 ‘ '. A ‘lg . I V‘). — ‘ E ‘gs 5). ,‘ E K " U ". ' - ‘A .3 ( _4r _‘; _; - A 2" . » ‘Ls ‘ "29 wt 1*” '§ " ~-- '51‘ E ’ — ' E‘ ; - - . ' , ' A . ‘V N _ r _/ f-_: *.. ’»‘. ‘i ‘ - ‘? ‘ . 7'. ‘‘_&. ‘W'‘’V . _ , K {’3 1‘ 4 if l : - . y I ‘ é. u { . 1‘ 4 ~ , — . '9 T. - *~-‘‘- ‘ A j ; "{*L1 ‘ 43 . _ i2
  14. 14. lxSSOCl; =.C;1.O DE EIEEOIT. .; =. DOS :7’E: "SlC)r'lS‘I}~. S E IDOSOS DE CODEIOIDS ENVELHECIMENTO BEM SUCEDIDO conceito: O conceito de ldoso ao longo dos séculos tem sofrido mutagoesz a imagem da pessoa idosa como fonte de sabedoria e por isso valorizada em determinadas épocas passou a ser encarada como inutil e dispendiosa nas sociedades mais recentes. No entanto com o surgimento da Idade Maior (fenomeno que nasce com o aumento da esperanga média de vida), essa imagem tende a esbater- se criando um grupo de individuos ativos praticantes de exercicio fisico, integrados socialmente, conhecedores dos seus direitos e deveres logo mais reivindicativos e exigentes. - . .¢~ «' . ' / 2' I . .4?) . D _‘ J ,3-“Er'. ._>1 I r . :-- *1- . ‘ii - Q _ ' ' )5 1‘ Ll FEE‘? l’. 1 < '4 ‘C . L . (xi . i‘l"'i Contexto: De acordo com os modelos preconizados pelos teoricos da psicologia, o envelhecimento é um processo inerente ao ser humano, processo esse que se inicia com o nascimento. Alguns v5o ainda mais longe e colocam o envelhecimento na fase da concei;5o. Com as mudancas demograficas, cientificas e sociais, este estagio tem vindo a prolongar-se, isto é, o aumento da esperanca média de vida deu origem a uma nova etapa: a Idade Maior. S50 muitas as variantes nesta fase da vida com precedentes que influenciam um envelhecimento bem ou mal sucedido: a saude, a educag5o, os hébitos de vida e as caracteristicas sociais s5o preditores da etapa final de cada ser humano. Resumidamente podemos caraterizar o envelhecimento bem~sucedido quando se aliam fatores como: satide, satisfag5o e bem-estar. SaL'ide: A medicina permite um maior controlo sobre as doengas cro'nicas, o saneamento ba'sico e a oferta de bens e servigos aumentam n50 so a fase de envelhecimento como permitem fazé—lo de forma positiva. Satisfa<;5o: Os relacionamentos sociais informais como a familia e amigos $50 a principal fonte de satisfag5o das pessoas idosas. Bem-Estar: Tendo uma atitude positiva com sentimentos de controlo pessoal de autoeficécia e resiliéncia completa-se o quadro de um envelhecimento bem- sucedido. l3
  15. 15. IDS DOSOS DE CDEDO / “.008 P-Ei"'SlOi"lS‘l)'~. S E / xSSOCl. 'xC. /‘.0 DE DEEEDIT. . MOTRICIDADE FINA 5.. l4
  16. 16. Visite o nosso Site: www. aurpic-pt. webnode. pt PUBLICACAO TRIMESTRAL EDICAO N9 9 MORADA- RUA A SOLDADO LUlS N92- 2855-154 CORROIOS TEL/ FAX’ 2l 253 46 i8 EMAlL- AURPlCié~SAPO. PT BLOG- HTTP/ /AURPlC. BLOGSPOT. COM

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