Jornalismo+literario[1]

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Jornalismo+literario[1]

  1. 1. JORNALISMO LITERÁRIO Prof. Ms. Eduardo Rocha
  2. 2. CONCEITO <ul><li>Especialização jornalística que utiliza as técnicas e a linguagem literária para relatar os fatos. </li></ul><ul><li>Também conhecido como literatura não-ficcional e literatura da realidade. </li></ul><ul><li>Enquadra-se no gênero que se classifica como Jornalismo Diversional , também chamado de “Jornalismo de Autor” . Jornalista dá aparência romanceada a um fato real. </li></ul>
  3. 3. MARCOS INICIAIS DA LITERATURA NO JORNALISMO <ul><li>Séculos XVIII e XIX na França e na Inglaterra quando escritores de prestígio começam a escrever para jornais e revistas, e até mesmo dirigi-los. </li></ul><ul><li>Folhetim como marco - era o principal instrumento desses escritores nos jornais. </li></ul>
  4. 4. CARACTERÍSTICAS DO JORNALISMO NORTE-AMERICANO <ul><li>Lead </li></ul><ul><li>pirâmide invertida </li></ul><ul><li>Factual </li></ul><ul><li>criação dos gêneros (matéria, manchete, artigo, reportagem) </li></ul><ul><li>divisão do trabalho (profissionalização) </li></ul>
  5. 5. CARACTERÍSTICAS DO JORNALISMO PRATICADO NA ÉPOCA: <ul><li>não profissional </li></ul><ul><li>não existia distinção entre jornalismo e literatura </li></ul><ul><li>opinativo (logo, menos factual) </li></ul><ul><li>ideológico (diferente do jornalismo norte-americano (factual)) </li></ul><ul><li>partidário </li></ul>
  6. 6. MARCOS INICIAIS DA LITERATURA NO JORNALISMO <ul><li>Originário do termo francês feuilleton , o folhetim não se referia inicialmente à publicação de romances. </li></ul><ul><li>Quando surgiu pela 1ª vez no Jornal des Débats, era um tipo de suplemento dedicado à crítica literária. A partir de 1830, com a eclosão de um jornalismo popular, pautado na venda de exemplares e seguindo a nova lógica capitalista, mudou seu conceito, passando a ser utilizado para a publicação de narrativas literárias de sucesso. </li></ul><ul><li>Um ótimo negócio para jornais, escritores e anunciantes. </li></ul><ul><li>CARACTERÍSTICAS DO FOLHETIM </li></ul>
  7. 7. MARCOS INICIAIS DA LITERATURA NO JORNALISMO <ul><li>QUANTO AO GÊNERO </li></ul><ul><li>O folhetim é uma narrativa em série, situado entre os gêneros prosa , e romance . </li></ul><ul><li>QUANTO AO FORMATO </li></ul><ul><li>Publicado de forma parcial e sequenciada em jornais e revistas </li></ul><ul><li>QUANTO À NARRATIVA </li></ul><ul><li>Ágil repleta de ações e com ganchos para a atenção do leitor </li></ul><ul><li>CARACTERÍSTICAS DO FOLHETIM </li></ul>
  8. 8. MARCOS INICIAIS DA LITERATURA NO JORNALISMO <ul><li>Grandes nomes da literatura mundial começaram nos folhetins: </li></ul><ul><li>- França: Honoré de Balzac, e Victor Hugo. </li></ul><ul><li>- Inglaterra: Charles Dickens e Walter Scott. </li></ul><ul><li>- Rússia: Dostoievski e Tolstoi. </li></ul><ul><li>- Brasil : Machado de Assis, José de Alencar, Joaquim Manoel de Macedo, Raul Pompéia, Aloísio de Azevedo, Euclides da Cunha, entre outros. </li></ul>
  9. 9. GRANDES NOMES DA LITERATURA MUNDIAL QUE COMEÇARAM NOS FOLHETINS: - <ul><li>* A Comédia Humana </li></ul><ul><li>(88 obras, incluindo “As </li></ul><ul><li>Ilusões Perdidas”) </li></ul><ul><li>* Mulher de Trinta Anos </li></ul><ul><li>BALZAC </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS OBRAS </li></ul>
  10. 10. GRANDES NOMES DA LITERATURA MUNDIAL QUE COMEÇARAM NOS FOLHETINS: <ul><li>* Nossa Senhora de Paris (O Corcunda de Notre-Dame) </li></ul><ul><li>* Os Miseráveis </li></ul><ul><li>VICTOR HUGO </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS OBRAS </li></ul>
  11. 11. GRANDES NOMES DA LITERATURA MUNDIAL QUE COMEÇARAM NOS FOLHETINS: <ul><li>* Oliver Twist </li></ul><ul><li>* Tempos Difíceis </li></ul><ul><li>CHARLES DICKENS </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS OBRAS </li></ul>
  12. 12. GRANDES NOMES DA LITERATURA MUNDIAL QUE COMEÇARAM NOS FOLHETINS: <ul><li>* Criador do verdadeiro “Romance Histórico” </li></ul><ul><li>*Os Menestréis da Fronteira Escocesa </li></ul><ul><li>* Ivanhoé </li></ul><ul><li>WALTER SCOTT </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS OBRAS </li></ul>
  13. 13. GRANDES NOMES DA LITERATURA MUNDIAL QUE COMEÇARAM NOS FOLHETINS: <ul><li>* Crime e Castigo </li></ul><ul><li>* Memórias da Casa dos Mortos </li></ul><ul><li>* O jogador </li></ul><ul><li>DOSTOIEVSKY </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS OBRAS </li></ul>
  14. 14. GRANDES NOMES DA LITERATURA MUNDIAL QUE COMEÇARAM NOS FOLHETINS: <ul><li>* Guerra e Paz (invasão napoleônica) </li></ul><ul><li>* Ana Karenina </li></ul><ul><li>TOLSTÓI </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS OBRAS </li></ul>
  15. 15. GRANDES NOMES DA LITERATURA NACIONAL QUE COMEÇARAM NOS FOLHETINS: <ul><li>* Dom Casmurro </li></ul><ul><li>* Memórias Póstumas de Brás Cubas </li></ul><ul><li>* Quincas Borba </li></ul><ul><li>MACHADO DE ASSIS </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS OBRAS </li></ul>
  16. 16. GRANDES NOMES DA LITERATURA NACIONAL QUE COMEÇARAM NOS FOLHETINS: <ul><li>* O Ateneu </li></ul><ul><li>RAUL POMPÉIA </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS OBRAS </li></ul>
  17. 17. GRANDES NOMES DA LITERATURA NACIONAL QUE COMEÇARAM NOS FOLHETINS: <ul><li>* Iracema </li></ul><ul><li>* Lucíola </li></ul><ul><li>* O Guarani </li></ul><ul><li>* Senhora </li></ul><ul><li>JOSÉ DE ALENCAR </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS OBRAS </li></ul>
  18. 18. GRANDES NOMES DA LITERATURA NACIONAL QUE COMEÇARAM NOS FOLHETINS: <ul><li>* O Cortiço </li></ul><ul><li>* O Mulato </li></ul><ul><li>* Casa de Pensão </li></ul><ul><li>ALUÍSIO AZEVEDO </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS OBRAS </li></ul>
  19. 19. GRANDES NOMES DA LITERATURA NACIONAL QUE COMEÇARAM NOS FOLHETINS: <ul><li>1º passo no país : </li></ul><ul><li>1852 - publica Memórias de um Sargento de Milícias , nas páginas do Correio Mercantil. </li></ul><ul><li>MANUEL ANTONIO DE ALMEIDA </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS OBRAS </li></ul>
  20. 20. GRANDES NOMES DA LITERATURA MUNDIAL QUE COMEÇARAM NOS FOLHETINS: <ul><li>* Os Sertões, publicado no jornal O Estado de São Paulo inicialmente sob a forma de uma série de reportagens e posteriormente editada em livro (1902) </li></ul><ul><li>EUCLIDES DA CUNHA </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS OBRAS </li></ul>
  21. 21. NASCIMENTO DO JORNALISMO LITERÁRIO <ul><li>Aos poucos o romance ficcional é deixado de lado nos jornais. Surge um tipo de jornalismo que conversa com a literatura em termos de linguagem, mas narra fatos reais . </li></ul><ul><li>Começa a ser trabalhado nas redações dos grandes jornais americanos , durante as décadas de 50 e 60. </li></ul><ul><li>Esta nova forma de escrever a noticia ficou conhecida como New Journalism (Novo Jornalismo) , a partir do ensaio “The New Journalism”, escrito por Tom Wolfe, em 1976 , um dos criadores do gênero. </li></ul><ul><li>Segundo Wolfe, o New Journalism não surge intencionalmente. Os jornalistas que começaram a escrever reportagens dessa forma diferenciada não tiveram a intenção de criar um novo jornalismo. </li></ul>
  22. 22. NASCIMENTO DO JORNALISMO LITERÁRIO <ul><li>Embora não tenha nascido de forma intencional, para Edvaldo Pereira Lima (um dos principais estudiosos brasileiros do gênero), esses jornalistas tiveram grande influência da literatura de ficção européia do século XIX , pertencente à escola do realismo social , que caracterizou-se pelas longas e detalhadas pesquisas de campo que os escritores faziam antes de escrever. </li></ul><ul><li>Antes de escrever um livro, o escritor inglês Charles Dickens, por exemplo, realizava extensas pesquisas sobre a linguagem, os tipos humanos e os costumes de pessoas pertencentes às classes marginalizadas. Já o francês Honoré de Balzac celebrizou-se pelo alto nível de detalhamento que conferia às suas descrições de ambientes. </li></ul>
  23. 23. NASCIMENTO DO JORNALISMO LITERÁRIO <ul><li>Edvaldo Pereira Lima defende que o New journalism americano foi a manifestação de um momento do Jornalismo Literário . Isso quer dizer que o Jornalismo Literário, enquanto forma de narrativa, de captação do real, já existia antes e continua existindo após o New Journalism. </li></ul>
  24. 24. NASCIMENTO DO JORNALISMO LITERÁRIO <ul><li>Gay Talese, um dos representantes dessa especialização, definiu esse tipo de jornalismo em entrevista, em 2000, ao Jornal do Brasil: </li></ul><ul><li>“ New journalism (ou narrative writing, que seja) quer dizer apenas escrever bem. É um texto literário que não é inventado, não é ficção, mas que é narrado como um conto, como uma sequência de filme. É como um enredo dramático digno de ser levado aos palcos e não apenas um amontoado de fatos, fácil de ser digerido.” </li></ul>
  25. 25. CARACTERÍSTICAS BÁSICAS <ul><li>Emprego de técnicas literárias; </li></ul><ul><li>Profunda observação; </li></ul><ul><li>Profunda pesquisa de campo; </li></ul><ul><li>Criatividade; </li></ul><ul><li>Grande caracterização dos personagens; </li></ul><ul><li>Ambientação do fato narrado; </li></ul><ul><li>Fuga das regras do texto jornalístico; convencional. </li></ul>
  26. 26. CARACTERÍSTICAS BÁSICAS <ul><li>inserção de diálogos (com travessão) </li></ul><ul><li>descrição minuciosa (lugares, feições, objetos) </li></ul><ul><li>descrição psicológica dos personagens (sentimentos, emoções) </li></ul>
  27. 27. CARACTERÍSTICAS BÁSICAS <ul><li>alternância de foco narrativo </li></ul><ul><li>Narrador Onisciente : O narrador conta a história como observador que sabe de tudo. Geralmente em terceira pessoa. </li></ul><ul><li>Narrador Onipresente – O narrador assume o papel de uma personagem, principal ou secundária. Geralmente na primeira pessoa. </li></ul><ul><li>Obs: não se deve confundir o autor com o narrador. O autor é quem cria a história, o narrador quem conta. </li></ul>
  28. 28. GRANDES NOMES <ul><li>Tom Wolfe: Em 1963 , Wolfe entrou em contato com a revista Esquire , tendo em mente a idéia de um artigo sobre a febre de carros customizados no sul da Califórnia . O editor da revista, Byron Dobell, sugeriu que Wolfe enviasse a ele suas anotações, para que ambos pudessem trabalhar juntos no artigo. </li></ul><ul><li>Wolfe escreveu para Dobell uma carta dizendo tudo que ele gostaria de dizer sobre o assunto, ignorando todas as convenções do jornalismo. </li></ul><ul><li>Dobell simplesmente removeu o trecho &quot;Caro sr. Byron&quot; de cima da carta e publicou-a na revista como se fosse um artigo. Esse texto é considerado um dos inauguradores do estilo. </li></ul><ul><li>- </li></ul>Tom Wolfe
  29. 29. GRANDES NOMES <ul><li>Gay Talese: autor de famosos livros reportagens e coletâneas como Fama e Anonimato; A Mulher do Próximo; Honrados Mafiosos; O Reino e o Poder </li></ul><ul><li>*** Fama e Anonimato: Batizada em sua primeira edição brasileira como Aos Olhos da Multidão, trata-se de uma coletânea de textos que Talese publicou, após os anos 60, sobre pessoas anônimas e famosas de Nova York em revistas como Esquire e The New Yorker. </li></ul><ul><li>-Entre os longos perfis de anônimos traçados estão os dos trabalhadores que, entre os anos de 1961 e 1964, ajudaram a construir a ponte Verrazano-Narrows , que liga os distritos de Brooklyn e State Island, em Nova York. Entre os personagens famosos retratados destaca-se o polêmico perfil de Frank Sinatra, intitulado “ Frank Sinatra está resfriado ”, construído com primor, mesmo sem que Talese tenha conseguido entrevistar Sinatra. </li></ul>Gay Talese
  30. 30. GRANDES NOMES <ul><li>Truman Capote: jornalismo investigativo feito com primor. Autor de livros como A Sangue Frio , de 1966, que relata o brutal assassinato de uma família na cidade de Holcomb , no Kansas (EUA) (a narrativa trata da idealização do crime à execução dos assassinos). </li></ul><ul><li>John Hersey: cobriu ambas as Guerras, escrevendo artigos para a Time, Life, e The New Yorker. Seu trabalho mais notável foi Hiroshima , para o The New Yorker, sobre os efeitos da bomba atômica naquela cidade japonesa em 06/08/1945. O artigo, centrado na história de seis vítimas do bombardeio , transformou-se depois em um livro. </li></ul>Truman Capote John Hersey
  31. 31. GRANDES NOMES <ul><li>John Reed: além de jornalista, era ativista político. Famoso pelo livro Dez dias que abalaram o Mundo , sobre a Revolução de Outubro, de 1917, em que os bolcheviques tomaram o poder na Rússia. Fez a cobertura dessa revolução in loco. É o único americano enterrado no Kremlin, uma homenagem pelo relato fiel que fez dos fatos. </li></ul><ul><li>Ainda que não tivesse vivenciado a Revolução, poderia escrever com propriedade pela pesquisa que fez sobre o tema. </li></ul><ul><li>Outros jornalistas literários de destaque: Joseph Mitchell e Norman Mailer </li></ul>John Reed
  32. 32. A VERTENTE GONZO <ul><li>Nasce do New Journalism, mas tem muitas singularidades. </li></ul><ul><li>Jornalistas dessa vertente, que surge por volta de 1966, aplicam técnicas ainda mais ousadas de captação de dados para contar um fato. Enquanto outros autores optavam por serem meras testemunhas da ação, George Plimpton, John Sack e Hunter S. Thompson preferiam participar dela, de modo a serem capazes de entender mais a fundo o assunto sobre o qual pretendiam escrever, além de proporcionar ao leitor uma maior proximidade com a experiência em si. </li></ul>
  33. 33. A VERTENTE GONZO <ul><li>Thompson, o fundador do novo estilo , autor do famoso Medo e Delírio em Las Vegas , viveu durante 18 meses entre os membros da gangue de motociclistas Hell's Angels , que resultou em uma grande reportagem em 1965 . Durante esse período, participou integralmente de todas atividades da gangue, inclusive de brigas e uso de drogas. </li></ul>Hunter Thompson
  34. 34. A VERTENTE GONZO <ul><li>No Jornalismo Gonzo o relato é assumidamente subjetivo, sem pretensões de fazer uma abordagem imparcial e de esconder convicções, medos, ideologias, paixões, opiniões e interesses do repórter que certamente influenciam qualquer material jornalístico. </li></ul><ul><li>O jornalista abandona qualquer pretensão de objetividade e se mistura profundamente com a ação , daí a narração poder estar em primeira pessoa. IMERSÃO E OSMOSE. </li></ul><ul><li>Outras características: ironia; linguagem despojada; banalidade nas pautas escolhidas; jornalismo como experiência pessoal, totalmente livre de regras. </li></ul>
  35. 35. MARCOS INICIAIS DO NOVO JORNALISMO NO BRASIL <ul><li>Revista Diretrizes : Joel Silveira, em 1943, publicou a reportagem “Grã-finos em São Paulo”. Resultado da observação direta do repórter, contato pessoal e entrevistas com fontes, a matéria desvendava a vida mundana da elite paulistana. Também se destaca por suas grandes coberturas sobre a II Guerra. </li></ul>
  36. 36. MARCOS INICIAIS DO NOVO JORNALISMO NO BRASIL <ul><li>Revista Realidade (1966-1976): considerada o principal veículo brasileiro de jornalismo literário. Abordagem criativa e ousada, com matérias em primeira pessoa, fotos que deixavam perceber a existência do fotógrafo e design gráfico pouco tradicional. </li></ul>
  37. 37. OUTROS GRANDES NOMES BRASILEIROS <ul><li>Euclides da Cunha </li></ul><ul><li>João do Rio </li></ul><ul><li>José Hamilton Ribeiro </li></ul><ul><li>Caco Barcellos </li></ul>
  38. 38. ALGUNS DOS VEÍCULOS ATUAIS QUE TRABALHAM ESTA ESPECIALIZAÇÃO <ul><li>Revista Caros Amigos </li></ul><ul><li>Revista Piauí </li></ul><ul><li>Portal jornalirismo </li></ul>
  39. 39. FONTES <ul><li>“ Páginas Ampliadas”, Edvaldo Pereira Lima </li></ul><ul><li>“ Jornalismo Literário”, Felipe Pena </li></ul>

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