INTRODUÇÃO À SEMIÓTICA 
SEMIÓTICA - o estudo dos signos. 
Conceituação 
Semiótica (do grego semeion = signo) = é a teoria ...
Ex. prego = objeto de junção mecânica (Brasil); lanche (Portugal); interjeição (=de nada!) (Itália) 
Tipos de Signo (segun...
Trata das singularidades do objeto; estuda suas sugestões e ao que a mensagem se refere. 
3) INTERPRETAÇÃO DA MENSAGEM 
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Introdução à semiótica

  1. 1. INTRODUÇÃO À SEMIÓTICA SEMIÓTICA - o estudo dos signos. Conceituação Semiótica (do grego semeion = signo) = é a teoria geral dos signos. Segundo Charles Sanders Pierce, signo é algo que representa alguma coisa dentro de um contexto específico. O signo tem o papel de mediador entre algo ausente e um intérprete presente. Pela articulação dos signos se dá a construção de sentidos. Semiose – trata-se do processo de geração de sentido de uma mensagem A principal utilidade da semiótica é possibilitar a análise da dimensão representativa dos objetos, processos ou fenômenos dentre as várias áreas do conhecimento humano. Alguns exemplos de signos: Fumaça – signo de fogo Aliança no dedo – signo de estado civil da pessoa Foto 3x4 – signo da pessoa fotografada Vaia – signo de desagrado Plim-plim da glogo – signo da entrada e saída para o intervalo comercial Polegar para cima – signo de aprovação Todo signo apresenta dois aspectos: Significante – aspecto semântico, ou inteligível. Ex. a palavra casa Significado – aspecto sensível do signo. A imagem que se cria de uma casa: barraco, mansão etc) Quando um significante possui dois ou mais significados, temos o fenômeno da polissemia.
  2. 2. Ex. prego = objeto de junção mecânica (Brasil); lanche (Portugal); interjeição (=de nada!) (Itália) Tipos de Signo (segundo Peirce) Como base elementar, temos termos três tipos de signos: • Ícone – quando o signo apresenta uma relação de semelhança entre significantes e significado. São exemplos de signos icônicos as fotografias, os desenhos, as representações gráficas, estátuas etc. Ex.: fotografia de um carro, escultura de uma mulher • Índice – quando o signo apresenta uma relação direta entre significante e significado. São exemplo de signos indiciais as informações que remetem a algo O índice tem como um traço principal a contigüidade (proximidade). Exemplo de signo indicial: a fumaça (indica que algo está ou esteve pegando fogo). Poça d´agua como índice de chuva • Símbolo – quando o signo apresenta uma relação convencional entre significante e significado. São as convenções sociais, bandeiras dos países etc Ex. placas de trânsito, verde como a cor da esperança CATEGORIAS UNIVERSAIS DO SIGNO Primeiridade – correspondem à percepção da ocorrência sígnica; são as possibilidades; é uma sensação fugaz; percepção das formas, dos sentidos. Exemplo: Chuva (percepção da água caindo) Secundidade - relação desta com seu significado; é o factual Exemplo: Chuva (está chovendo) Terceiridade - combinando os dois primeiros, diz respeito às simbologias e efeitos oriundos do signo. Exemplo: garoa, tempestade, temporal, chuva de verão ANÁLISE DE IMAGEM* Etapas de análise de uma imagem 1) A MENSAGEM EM SI MESMA É a descrição pura e sem julgamentos da peça; propõe a contemplação do objeto que nos levará a perceber quais signos estimulam nossos sentidos e como o fazem. 2) A REFERENCIALIDADE DA MENSAGEM
  3. 3. Trata das singularidades do objeto; estuda suas sugestões e ao que a mensagem se refere. 3) INTERPRETAÇÃO DA MENSAGEM Nos leva a um entendimento de como, em quem e para que os efeitos, raciocínios e lógicas são provocados.

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