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Plataformas de Aprendizagem




       Parte Conceitual
Notas de
         Augusto de Franco
           & Nilton Lessa


Texto de Referência
FRANCO, A. & LESSA, N. (2012): Por que as
plataformas de aprendizagem não são boas (draft 1)
Visão de aprendizagem

           Há sempre uma
visão da aprendizagem pressuposta
       quando nos dedicamos
        a construir ambientes,
           gerar processos
 ou criar ferramentas educacionais.
A resposta implícita


 Há sempre uma resposta,
   muitas vezes implícita,
para a pergunta fundamental:

Como uma pessoa aprende?
Queremos uma resposta para o ensino

  Queremos saber como promover
   o processo de aprendizagem
     de pessoas que achamos
 que devem aprender alguma coisa
 que queremos que elas aprendam.
Perguntas que definem a visão


 Como uma pessoa aprende?
 Que fatores influenciam?
 Qual o papel da memória?
 Como ocorre a transferência?
Visões cognitivistas
          Visões behavioristas
                    Visões construtivistas




Dennett   Skinner    Piajet   Vygotsky   Papert
Visões conectivistas
                    Visões autopoeticas




 Siemens   Downes      Maturana   Varela
Visões cognitivistas
Capacidades

   de raciocínio

   de evocar e interpretar experiências

   de computar – codificar, armazenar, recuperar,
  derivar para reconstruir ou construir conteúdos
  (conhecimento)

   de resolver problemas
Visões behavioristas (conducionistas)
Capacidades

   de responder positivamente a estímulos e
  recompensas:
    à reprodução fiel de conteúdos pré-
    determinados
    ao bom desempenho em processos pré-
    desenhados
Visões construtivistas
Capacidades

   de ressignificar

   de remixar

   de atualizar

   de socializar

conteúdos e processos educativos (cognitivos)
Visões conectivistas
Capacidades

   de estabelecer conexões

   de reconhecer e interpretar padrões

   de abrir novos caminhos de apreensão e
  compartilhamento de conhecimentos e atitudes
  cognitivas
“Em 1986 75% dos
conhecimentos de que
necessitávamos para
trabalhar estavam em
nossa cabeça. Hoje nem
10%”. Hart Cross
Conectivismo é
    aprendizagem social em rede




“Conhecer significa estar posicionado em uma rede
de tal forma que se tenha fácil acesso ao que
necessitamos em diferentes contextos”. George
Siemens.
Entornos Pessoais de Aprendizagem

Aprendizagem é o processo de conectar nodos e
fontes de informação

A tarefa principal é nutrir e manter conexões para
facilitar a aprendizagem permanente

Entornos Pessoais de Aprendizagem (PLE): Um PLE
é a combinação híbrida de dispositivos, aplicações,
serviços e redes pessoais que empregamos para
adquirir de forma autônoma novas competências
para resolver problemas.
PLE




“Um PLE é projetado para estimular a aprendizagem
por meio da imersão em uma comunidade e não por
meio de uma apresentação de fatos...” Stephen
Downes
Exemplo de PLE..
Visões autopoeticas

Acoplamento estrutural (visão da comunicação de
Maturana & Varela)

“Hay aprendizaje cuando la conducta de
un organismo varía durante su ontogenia
(historia) de manera congruente con las
variaciones del medio, y lo hace
siguiendo un curso contingente a sus
interacciones en el” (Maturana)
Visões autopoeticas

Acoplamento estrutural (visão da comunicação de
Maturana & Varela)

“Biologicamente, não há informação transmitida na
comunicação. A comunicação ocorre toda vez em que há
coordenação comportamental em um domínio de
acoplamento estrutural. Tal conclusão só é chocante se
continuarmos adotando a metáfora mais corrente para a
comunicação, popularizada pelos meios de comunicação. É
a metáfora do tubo, segundo a qual a comunicação é algo
gerado em um ponto, levado por um condutor (ou tubo) e
entregue ao outro extremo receptor...”
Visões autopoeticas

Acoplamento estrutural (visão da comunicação de
Maturana & Varela)

“Portanto [segundo a crença geral] há algo que é
comunicado e transmitido integralmente pelo veículo. Daí
estarmos acostumados a falar da informação contida em
uma imagem, objeto ou na palavra impressa. Segundo
nossa análise, essa metáfora é fundamentalmente falsa,
porque supõe uma unidade não determinada
estruturalmente, em que as interações são instrutivas,
como se o que ocorre com um organismo em uma
interação fosse determinado pelo agente perturbador e não
por sua dinâmica estrutural...”
Visões autopoeticas

Acoplamento estrutural (visão da comunicação de
Maturana & Varela)

“No entanto, é evidente no próprio dia-a-dia que a
comunicação não ocorre assim: cada pessoa diz o que diz
e ouve o que ouve segundo sua própria determinação
estrutural. Da perspectiva de um observador, sempre há
ambiguidade em uma interação comunicativa. O fenômeno
da comunicação não depende do que se fornece, e sim do
que acontece com o receptor. E isso é muito diferente de
‘transmitir informação’.” Maturana & Varela (1984) em A
Árvore do Conhecimento.
Se A se comunica com B, significa que B muda com A, que muda
com B, que muda novamente com A, que muda outra vez com B... e
assim por diante, recorrentemente, como em uma coreografia. Mas
tudo isso “multiplicado” pelo número de nodos em interação, pois
que se trata sempre de um multiacoplamento.




            A                                    B
Visões interativistas
Visões interativistas
Quem aprende: o indivíduo ou a pessoa (o
emaranhado)?

Se assim como o processo que chamamos de vida, o
processo de interação que chamamos de convivência
social também implica acoplamento estrutural
(proporcionando sempre alguma aprendizagem aos
sujeitos envolvidos), o que devemos fazer (ou,
sobretudo, o que devemos não-fazer) para não
impedir ou dificultar essa aprendizagem que ocorrerá
de qualquer modo (desde que haja interação)?
“Diamantes não brilham por que os átomos que os
constituem brilham, mas devido ao modo como
estes átomos se agrupam em um determinado
padrão. O mais importante é frequentemente o
padrão e não as partes, e isto também acontece
com as pessoas”. Marc Buchanan (2007)
Visões interativistas
Toda livre-aprendizagem é

   criação (que é sempre co-criação) ou invenção
  (você só aprende verdadeiramente o que inventa)

   fruto da busca e da polinização (auto e alter
  didatismo)

   não há separação entre a produção (descoberta)
  e a recepção (ou assimilação) quando essas
  ações são compartilhadas
O que é fundamental em uma
   Plataforma de Aprendizagem?

1 - Que a aprendizagem seja fruto de relações entre
    humanos (pessoas) e não da relação do
    aprendente com a máquina, com o software, com
    o algoritmo

2 - Que as pessoas possam ter à sua disposição
    itinerários pedagógicos e formativos já traçados,
    mas que também possam criar seus próprios
    itinerários, sozinhas e em interação com outras
    pessoas
O que é fundamental em uma
   Plataforma de Aprendizagem?

3 - Que as pessoas possam interagir em um
    ambiente favorável à criação e não apenas à
    reprodução e que aprendam criando, como
    sujeitos ativos da construção de seus próprios
    conhecimentos e não apenas como objetos
    passivos de sistemas de ensinagem
    (transferência).
O que é fundamental em uma
   Plataforma de Aprendizagem?

Em suma, o fundamental é

  Que a plataforma seja, de fato, de aprendizagem
  livre e não uma plataforma predominantemente de
  ensino

  E, além disso, que a plataforma de aprendizagem
  possa – ela própria – aprender.
O que caracteriza uma
   Plataforma de Aprendizagem?

Variáveis

   Natureza predominante do didatismo
  (Heterodidatismo, Autodidatismo, Alterdidatismo)
   Graus de distribuição do ambiente de
  aprendizagem conformado (Número de Caminhos,
  Monofluxo, Mutifluxo)
   Níveis de interatividade que o ambiente enseja
  e estimula (Adesão, Participação, Interação)
O que NÃO É uma boa
   Plataforma de Aprendizagem?


Todos os sistemas

   Predominante heterodidatas
   Centralizados (mais centralizados do que
  distribuídos)
   Adesivos ou participativos (mas pouco
  interativos)
O que é necessário para uma boa
  Plataforma de Aprendizagem?


Que a plataforma

  1 | Seja multifluxo
  2 | Tenha funcionalidades que configurem uma
  topologia mais distribuída do que centralizada
  (plataforma de rede)
  3 | Parta do que a pessoa conectada pode desejar
  e não da oferta pré-desenhada
O que é necessário para uma boa
  Plataforma de Aprendizagem?


Que a plataforma

  4 | Tenha um design que contemple mecanismos e
  funcionalidades que compreendam a adesão e a
  participação, mas que atinjam a interação
  (adaptação mútua, imitação, colaboração)
  ensejando a manifestação dos fenômenos
  capazes de gerar auto-organização (clustering,
  swarming, cloning, crunching et coetera)
Plataforma Multifluxo
            ABERTA
               Entrada aberta
               Processo aberto
               Desfecho aberto
            DISTRIBUIDA
               Administradores
              não são professores
               Todos são
              aprendentes
               Não há meritocracia
               Não há oligarquias
              participativas
Funcionalidades transversais interativas

 CONVERSAÇÃO (como objeto de primeira ordem) |
 Uma pessoa pode sempre opinar e estabelecer um
 diálogo com outras pessoas sobre isso ou a partir
 disso

 FORK (bifurcação) | Uma pessoa pode modificar o
 que se lhe oferece criando sua própria versão
 (clonagem variacional autônoma)

 MOW (My Own Way) | Uma pessoa pode construir
 uma alternativa ao que se lhe oferece (livre criação
 de alternativas)
Desenhando funcionalidades

Se o que se quer é uma plataforma interativa, então
o design da plataforma deve contemplar mecanismos
e funcionalidades baseados em um gradiente de
interação.

Com a injeção de funções transversais de
Conversação, Fork e Mow, mesmo mecanismos de
plataformas posicionados em baixos níveis de
interação (de inspiração heterodidata) passam a
oferecer possibilidades de uso (ou ensejar
experiências) de matriz autodidata e alterdidata.
Experiência de Uso a partir do Desejo

                               Como a
O que a                      plataforma
pessoa                       responde?
deseja?
O que a pessoa deseja?


O que uma pessoa que se conecta a uma PA pode
desejar fazer?

   BUSCA (ou “Pesquisa”)

   DEMANDA ESPECÍFICA

   OFERTA (Compartilhamento)

   DESCOBERTA (ou Invenção)
Como a plataforma responde?


À BUSCA (ou “Pesquisa”)

   Oferece mecanismos de busca simples ou
  refinada

   Direciona a pessoa para um menu de processos
  e objetos (acervo pré-organizado)

   Expõe a busca à colaboração
Como a plataforma responde?


À DEMANDA ESPECÍFICA

   Direciona a pessoa para um processo ou objeto

   Promove o encontro da demanda com uma
  oferta já existente

   Expõe a demanda à colaboração
Como a plataforma responde?


À OFERTA (Compartilhamento)

   Integra a oferta em um menu de processos e
  objetos (acervo pré-definido e em construção)

   Promove o encontro da oferta com uma
  demanda já existente

   Expõe a oferta à colaboração
Como a plataforma responde?


À DESCOBERTA (Invenção)

   Expõe o desejo ou projeto à interação

   Enseja a formação de uma comunidade de
  pesquisa-aprendizagem-criação
Exemplos de novas funcionalidades

 Timeline
 Banco de Currículos
 Itinerários Formativos Individuais e PLE
 Sistemas de Auto-Avaliação
 Painéis de Demanda de Processos e Objetos
 Painéis de Oferta de Processos e Objetos
 Grupos de Estudo (Comunidades)
 Itinerários Formativos Coletivos
 Bolsas de Oferta X Demanda de Processos e Objetos
 Painel de Desejos e Projetos de Descoberta-Invenção
 Comunidades de Descoberta-Invenção (Co-Creation)
Como uma PA pode aprender?


Tudo que aprende

  Se modifica continuamente
  Se constrói permanentemente
  Se adapta tempestivamente
  Se organiza autonomamente
  E... interage livremente!
Somente redes podem aprender


Não há um mecanismo ou uma funcionalidade
específica capaz de produzir tal efeito.
É uma função de conjunto e não um efeito
voluntariamente produzido pela introdução de um
artifício.
Aprender significa que a plataforma tem que mudar,
não por iniciativa de seus administradores, mas com
o uso aleatório que fazem as pessoas conectadas
que nela interagem (configurando redes).
PA capazes de aprender serão
   programáveis pelos “usuários”

Programação de fluxos internos e externos

Reconfiguração da membrana

Abertura de novos caminhos
   Novas bifurcações
   Novos aglomeramentos
   Novos atratores (novos enxameamentos)
   Graus menores de separação (crunch)
Empowerfulness



Manifestações frequentes, intermitentes, da
fenomenologia da interação, significam que uma
inteligência coletiva já está se manifestando.

Se isso acontecer, a plataforma se modificará, a rigor
nunca será a mesma.

Porque estará aprendendo.
Para ler o draft 1 (abril 2012) clique

         http://goo.gl/56vrn

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Plataformas de Aprendizagem

  • 1. Plataformas de Aprendizagem Parte Conceitual
  • 2. Notas de Augusto de Franco & Nilton Lessa Texto de Referência FRANCO, A. & LESSA, N. (2012): Por que as plataformas de aprendizagem não são boas (draft 1)
  • 3. Visão de aprendizagem Há sempre uma visão da aprendizagem pressuposta quando nos dedicamos a construir ambientes, gerar processos ou criar ferramentas educacionais.
  • 4. A resposta implícita Há sempre uma resposta, muitas vezes implícita, para a pergunta fundamental: Como uma pessoa aprende?
  • 5. Queremos uma resposta para o ensino Queremos saber como promover o processo de aprendizagem de pessoas que achamos que devem aprender alguma coisa que queremos que elas aprendam.
  • 6. Perguntas que definem a visão  Como uma pessoa aprende?  Que fatores influenciam?  Qual o papel da memória?  Como ocorre a transferência?
  • 7. Visões cognitivistas Visões behavioristas Visões construtivistas Dennett Skinner Piajet Vygotsky Papert
  • 8. Visões conectivistas Visões autopoeticas Siemens Downes Maturana Varela
  • 9. Visões cognitivistas Capacidades  de raciocínio  de evocar e interpretar experiências  de computar – codificar, armazenar, recuperar, derivar para reconstruir ou construir conteúdos (conhecimento)  de resolver problemas
  • 10. Visões behavioristas (conducionistas) Capacidades  de responder positivamente a estímulos e recompensas: à reprodução fiel de conteúdos pré- determinados ao bom desempenho em processos pré- desenhados
  • 11. Visões construtivistas Capacidades  de ressignificar  de remixar  de atualizar  de socializar conteúdos e processos educativos (cognitivos)
  • 12. Visões conectivistas Capacidades  de estabelecer conexões  de reconhecer e interpretar padrões  de abrir novos caminhos de apreensão e compartilhamento de conhecimentos e atitudes cognitivas
  • 13. “Em 1986 75% dos conhecimentos de que necessitávamos para trabalhar estavam em nossa cabeça. Hoje nem 10%”. Hart Cross
  • 14. Conectivismo é aprendizagem social em rede “Conhecer significa estar posicionado em uma rede de tal forma que se tenha fácil acesso ao que necessitamos em diferentes contextos”. George Siemens.
  • 15.
  • 16. Entornos Pessoais de Aprendizagem Aprendizagem é o processo de conectar nodos e fontes de informação A tarefa principal é nutrir e manter conexões para facilitar a aprendizagem permanente Entornos Pessoais de Aprendizagem (PLE): Um PLE é a combinação híbrida de dispositivos, aplicações, serviços e redes pessoais que empregamos para adquirir de forma autônoma novas competências para resolver problemas.
  • 17.
  • 18.
  • 19. PLE “Um PLE é projetado para estimular a aprendizagem por meio da imersão em uma comunidade e não por meio de uma apresentação de fatos...” Stephen Downes
  • 21. Visões autopoeticas Acoplamento estrutural (visão da comunicação de Maturana & Varela) “Hay aprendizaje cuando la conducta de un organismo varía durante su ontogenia (historia) de manera congruente con las variaciones del medio, y lo hace siguiendo un curso contingente a sus interacciones en el” (Maturana)
  • 22. Visões autopoeticas Acoplamento estrutural (visão da comunicação de Maturana & Varela) “Biologicamente, não há informação transmitida na comunicação. A comunicação ocorre toda vez em que há coordenação comportamental em um domínio de acoplamento estrutural. Tal conclusão só é chocante se continuarmos adotando a metáfora mais corrente para a comunicação, popularizada pelos meios de comunicação. É a metáfora do tubo, segundo a qual a comunicação é algo gerado em um ponto, levado por um condutor (ou tubo) e entregue ao outro extremo receptor...”
  • 23. Visões autopoeticas Acoplamento estrutural (visão da comunicação de Maturana & Varela) “Portanto [segundo a crença geral] há algo que é comunicado e transmitido integralmente pelo veículo. Daí estarmos acostumados a falar da informação contida em uma imagem, objeto ou na palavra impressa. Segundo nossa análise, essa metáfora é fundamentalmente falsa, porque supõe uma unidade não determinada estruturalmente, em que as interações são instrutivas, como se o que ocorre com um organismo em uma interação fosse determinado pelo agente perturbador e não por sua dinâmica estrutural...”
  • 24. Visões autopoeticas Acoplamento estrutural (visão da comunicação de Maturana & Varela) “No entanto, é evidente no próprio dia-a-dia que a comunicação não ocorre assim: cada pessoa diz o que diz e ouve o que ouve segundo sua própria determinação estrutural. Da perspectiva de um observador, sempre há ambiguidade em uma interação comunicativa. O fenômeno da comunicação não depende do que se fornece, e sim do que acontece com o receptor. E isso é muito diferente de ‘transmitir informação’.” Maturana & Varela (1984) em A Árvore do Conhecimento.
  • 25. Se A se comunica com B, significa que B muda com A, que muda com B, que muda novamente com A, que muda outra vez com B... e assim por diante, recorrentemente, como em uma coreografia. Mas tudo isso “multiplicado” pelo número de nodos em interação, pois que se trata sempre de um multiacoplamento. A B
  • 27. Visões interativistas Quem aprende: o indivíduo ou a pessoa (o emaranhado)? Se assim como o processo que chamamos de vida, o processo de interação que chamamos de convivência social também implica acoplamento estrutural (proporcionando sempre alguma aprendizagem aos sujeitos envolvidos), o que devemos fazer (ou, sobretudo, o que devemos não-fazer) para não impedir ou dificultar essa aprendizagem que ocorrerá de qualquer modo (desde que haja interação)?
  • 28. “Diamantes não brilham por que os átomos que os constituem brilham, mas devido ao modo como estes átomos se agrupam em um determinado padrão. O mais importante é frequentemente o padrão e não as partes, e isto também acontece com as pessoas”. Marc Buchanan (2007)
  • 29. Visões interativistas Toda livre-aprendizagem é  criação (que é sempre co-criação) ou invenção (você só aprende verdadeiramente o que inventa)  fruto da busca e da polinização (auto e alter didatismo)  não há separação entre a produção (descoberta) e a recepção (ou assimilação) quando essas ações são compartilhadas
  • 30. O que é fundamental em uma Plataforma de Aprendizagem? 1 - Que a aprendizagem seja fruto de relações entre humanos (pessoas) e não da relação do aprendente com a máquina, com o software, com o algoritmo 2 - Que as pessoas possam ter à sua disposição itinerários pedagógicos e formativos já traçados, mas que também possam criar seus próprios itinerários, sozinhas e em interação com outras pessoas
  • 31. O que é fundamental em uma Plataforma de Aprendizagem? 3 - Que as pessoas possam interagir em um ambiente favorável à criação e não apenas à reprodução e que aprendam criando, como sujeitos ativos da construção de seus próprios conhecimentos e não apenas como objetos passivos de sistemas de ensinagem (transferência).
  • 32. O que é fundamental em uma Plataforma de Aprendizagem? Em suma, o fundamental é Que a plataforma seja, de fato, de aprendizagem livre e não uma plataforma predominantemente de ensino E, além disso, que a plataforma de aprendizagem possa – ela própria – aprender.
  • 33. O que caracteriza uma Plataforma de Aprendizagem? Variáveis  Natureza predominante do didatismo (Heterodidatismo, Autodidatismo, Alterdidatismo)  Graus de distribuição do ambiente de aprendizagem conformado (Número de Caminhos, Monofluxo, Mutifluxo)  Níveis de interatividade que o ambiente enseja e estimula (Adesão, Participação, Interação)
  • 34. O que NÃO É uma boa Plataforma de Aprendizagem? Todos os sistemas  Predominante heterodidatas  Centralizados (mais centralizados do que distribuídos)  Adesivos ou participativos (mas pouco interativos)
  • 35. O que é necessário para uma boa Plataforma de Aprendizagem? Que a plataforma 1 | Seja multifluxo 2 | Tenha funcionalidades que configurem uma topologia mais distribuída do que centralizada (plataforma de rede) 3 | Parta do que a pessoa conectada pode desejar e não da oferta pré-desenhada
  • 36. O que é necessário para uma boa Plataforma de Aprendizagem? Que a plataforma 4 | Tenha um design que contemple mecanismos e funcionalidades que compreendam a adesão e a participação, mas que atinjam a interação (adaptação mútua, imitação, colaboração) ensejando a manifestação dos fenômenos capazes de gerar auto-organização (clustering, swarming, cloning, crunching et coetera)
  • 37. Plataforma Multifluxo ABERTA  Entrada aberta  Processo aberto  Desfecho aberto DISTRIBUIDA  Administradores não são professores  Todos são aprendentes  Não há meritocracia  Não há oligarquias participativas
  • 38. Funcionalidades transversais interativas CONVERSAÇÃO (como objeto de primeira ordem) | Uma pessoa pode sempre opinar e estabelecer um diálogo com outras pessoas sobre isso ou a partir disso FORK (bifurcação) | Uma pessoa pode modificar o que se lhe oferece criando sua própria versão (clonagem variacional autônoma) MOW (My Own Way) | Uma pessoa pode construir uma alternativa ao que se lhe oferece (livre criação de alternativas)
  • 39. Desenhando funcionalidades Se o que se quer é uma plataforma interativa, então o design da plataforma deve contemplar mecanismos e funcionalidades baseados em um gradiente de interação. Com a injeção de funções transversais de Conversação, Fork e Mow, mesmo mecanismos de plataformas posicionados em baixos níveis de interação (de inspiração heterodidata) passam a oferecer possibilidades de uso (ou ensejar experiências) de matriz autodidata e alterdidata.
  • 40.
  • 41.
  • 42. Experiência de Uso a partir do Desejo Como a O que a plataforma pessoa responde? deseja?
  • 43. O que a pessoa deseja? O que uma pessoa que se conecta a uma PA pode desejar fazer?  BUSCA (ou “Pesquisa”)  DEMANDA ESPECÍFICA  OFERTA (Compartilhamento)  DESCOBERTA (ou Invenção)
  • 44. Como a plataforma responde? À BUSCA (ou “Pesquisa”)  Oferece mecanismos de busca simples ou refinada  Direciona a pessoa para um menu de processos e objetos (acervo pré-organizado)  Expõe a busca à colaboração
  • 45. Como a plataforma responde? À DEMANDA ESPECÍFICA  Direciona a pessoa para um processo ou objeto  Promove o encontro da demanda com uma oferta já existente  Expõe a demanda à colaboração
  • 46. Como a plataforma responde? À OFERTA (Compartilhamento)  Integra a oferta em um menu de processos e objetos (acervo pré-definido e em construção)  Promove o encontro da oferta com uma demanda já existente  Expõe a oferta à colaboração
  • 47. Como a plataforma responde? À DESCOBERTA (Invenção)  Expõe o desejo ou projeto à interação  Enseja a formação de uma comunidade de pesquisa-aprendizagem-criação
  • 48. Exemplos de novas funcionalidades  Timeline  Banco de Currículos  Itinerários Formativos Individuais e PLE  Sistemas de Auto-Avaliação  Painéis de Demanda de Processos e Objetos  Painéis de Oferta de Processos e Objetos  Grupos de Estudo (Comunidades)  Itinerários Formativos Coletivos  Bolsas de Oferta X Demanda de Processos e Objetos  Painel de Desejos e Projetos de Descoberta-Invenção  Comunidades de Descoberta-Invenção (Co-Creation)
  • 49. Como uma PA pode aprender? Tudo que aprende Se modifica continuamente Se constrói permanentemente Se adapta tempestivamente Se organiza autonomamente E... interage livremente!
  • 50. Somente redes podem aprender Não há um mecanismo ou uma funcionalidade específica capaz de produzir tal efeito. É uma função de conjunto e não um efeito voluntariamente produzido pela introdução de um artifício. Aprender significa que a plataforma tem que mudar, não por iniciativa de seus administradores, mas com o uso aleatório que fazem as pessoas conectadas que nela interagem (configurando redes).
  • 51. PA capazes de aprender serão programáveis pelos “usuários” Programação de fluxos internos e externos Reconfiguração da membrana Abertura de novos caminhos  Novas bifurcações  Novos aglomeramentos  Novos atratores (novos enxameamentos)  Graus menores de separação (crunch)
  • 52. Empowerfulness Manifestações frequentes, intermitentes, da fenomenologia da interação, significam que uma inteligência coletiva já está se manifestando. Se isso acontecer, a plataforma se modificará, a rigor nunca será a mesma. Porque estará aprendendo.
  • 53. Para ler o draft 1 (abril 2012) clique http://goo.gl/56vrn