SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 46
Baixar para ler offline
PONTO DE CULTURA O  Ponto de Cultura  é a ação prioritária do  Programa Cultura Viva  e articula todas as demais ações do Programa Cultura Viva. Iniciativas desenvolvidas pela sociedade civil, que firmaram convênio com o Ministério da Cultura (MinC), por meio de seleção por editais públicos, tornam-se Pontos de Cultura e ficam responsáveis por  articular  e  impulsionar as ações que já existem nas comunidades . Atualmente, existem mais de  650 Pontos de Cultura  espalhados pelo país e, diante do desenvolvimento do Programa, o MinC decidiu criar mecanismos de articulação entre os diversos Pontos, as Redes de Pontos de Cultura e os Pontões de Cultura. O Ponto de Cultura não tem um modelo único, nem de instalações físicas, nem de programação ou atividade. Um aspecto comum a todos é a  transversalidade da cultura  e a  gestão compartilhada  entre poder público e a comunidade. Para se tornar um Ponto de Cultura é preciso participar da seleção por meio de edital público – até hoje a Secretaria de Programas e Projetos Culturais do MinC, que coordena o Programa Cultura Viva, já emitiu quatro editais.
MOVIMENTO PELO DIREITO À MORADIA O Movimento Pelo Direito à Moradia (MDM) surge de uma orientação da Federação das Associações Comunitárias do Estado de São Paulo – FACESP, que como entidade filiada a Confederação Nacional das Associações de Moradores – CONAM, conseguiu conhecer as experiências de diversos movimentos comunitários na área habitacional, procurando construir uma forma mais organizada de mobilização de massas e que fortalecesse o movimento comunitário de São Paulo.   O MDM tem como conceito, que luta pelo direito à moradia é muito mais amplo que a conquista de uma casa para morar, passa pelo o acesso à educação de qualidade para todos, pelo saneamento básico de qualidade, por uma saúde publica e pelo acesso à cultura, lazer e transporte público, como forma de melhorar as condições de vida do povo.
SARAU DO BINHO O Sarau do Binho é um ponto de encontro de vários artistas e grupos. Reúne escritores, músicos, cantores e outros artistas que se encontram para compartilhar a arte e a poesia. As pessoas levam seus conhecimentos, leituras e criações e na troca, produzem novas coisas.  Muitos projetos utilizam o Sarau do Binho como espaço de realização, levando apresentações de teatro, dança, música e poesia, exposições, exibição de vídeos e lançamento de publicações, o que possibilita a circulação do que está sendo produzido na periferia.
PONTO DE CULTURA MORARTE O Sarau do Binho é um ponto de encontro de vários artistas e grupos. Reúne escritores, músicos, cantores e outros artistas que se encontram para compartilhar a arte e a poesia. As pessoas levam seus conhecimentos, leituras e criações e na troca, produzem novas coisas.  Muitos projetos utilizam o Sarau do Binho como espaço de realização, levando apresentações de teatro, dança, música e poesia, exposições, exibição de vídeos e lançamento de publicações, o que possibilita a circulação do que está sendo produzido na periferia.
A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
MONA LISA Joan C. Gratz
A FOTOGRAFIA
Janela da Alma João Jardim – Valter Carvalho
A FOTOGRAFIA ,[object Object]
A FOTOGRAFIA
A FOTOGRAFIA
A FOTOGRAFIA ,[object Object]
A FILMADORA
Os Irmãos Lumière Trem chegando na estação – Empregados deixando a Fábrica Lumière
Georges Méliès e David Griffith George Méliès  nasceu em 1861, na França, e é considerado o pai do cinema arte, pois acaba optando por um cinema que, para aquele contexto, abusava dos recursos visuais advindos de sua experiência como ilusionista. Méliès começou a valorizar o cenário, o figurino, a maquiagem e a trucagem, da qual é considerado precursor. “George Méliès pode ser considerado o criador do cinema como espetáculo, lançando as bases da expressão artística do cinema”.  Porém Méliès não permaneceu sozinho em sua busca pelo cinema arte. O norte-americano David W. Griffith , criador da linguagem cinematográfica, foi o primeiro a utilizar o close, a montagem paralela, o suspense e o movimento de câmera, visto que Méliès, por exemplo, fixava a câmera, filmando num plano geral, ou seja, uma peça teatral filmada. David Wark Griffith ( 1875  —  1948 ) foi um realizador de  cinema   norte-americano , um dos maiores do início da  cinematografia , introdutor de inovações profundas na forma de fazer cinema, considerado o  criador da  linguagem cinematográfica . Antes de chegar ao cinema, trabalhou como  jornalista  e balconista em  lojas  e  livrarias . Griffith iniciou-se no cinema em  1908 , com os chamados curta-metragens, que duravam entre 15 e 18 minutos. Tendo realizado cerca de 450 filmes entre  1908  e  1913 . É o primeiro a utilizar dramaticamente o  close , a  montagem paralela , o  suspense  e os movimentos de  câmara .
A viagem da Lua Georges Méliès
Georges Méliès e David Griffith George Méliès  nasceu em 1861, na França, e é considerado o pai do cinema arte, pois acaba optando por um cinema que, para aquele contexto, abusava dos recursos visuais advindos de sua experiência como ilusionista. Méliès começou a valorizar o cenário, o figurino, a maquiagem e a trucagem, da qual é considerado precursor. “George Méliès pode ser considerado o criador do cinema como espetáculo, lançando as bases da expressão artística do cinema”.  Porém Méliès não permaneceu sozinho em sua busca pelo cinema arte. O norte-americano David W. Griffith , criador da linguagem cinematográfica, foi o primeiro a utilizar o close, a montagem paralela, o suspense e o movimento de câmera, visto que Méliès, por exemplo, fixava a câmera, filmando num plano geral, ou seja, uma peça teatral filmada. David Wark Griffith ( 1875  —  1948 ) foi um realizador de  cinema   norte-americano , um dos maiores do início da  cinematografia , introdutor de inovações profundas na forma de fazer cinema, considerado o  criador da  linguagem cinematográfica . Antes de chegar ao cinema, trabalhou como  jornalista  e balconista em  lojas  e  livrarias . Griffith iniciou-se no cinema em  1908 , com os chamados curta-metragens, que duravam entre 15 e 18 minutos. Tendo realizado cerca de 450 filmes entre  1908  e  1913 . É o primeiro a utilizar dramaticamente o  close , a  montagem paralela , o  suspense  e os movimentos de  câmara .
CHARLES CHAPLIN Chaplin abusou do cinema mudo, tendo em vista sua expressividade facial e corporal. Filmes como  Tempos Modernos  (1936) e  O Grande Ditador  (1940) dão a medida dessa mescla que tanto encantou e encanta o público. As experiências cinematográficas ao longo século XX, foram muitas, e em muitos países, produções de qualidade desenharam as nuances do cinema mundial nesse século.
Tempos Modernos  (1936)  O Grande Ditador (1940)
EISENSTEIN Na  Rússia  se destacou o cineasta  Serguei Eisenstein  que criou uma nova técnica de  montagem , chamada montagem intelectual ou dialéctica. Seu filme de maior destaque foi  “ The Battleship Potemkin ”  (ou br:  “O Encouraçado Potemkin” , pt:  “O Couraçado Potemkin” ) de  1925 .
Potemkin
Contra a montagem do cinema clássico narrativo e contra as teorias de Kulechov e Pudovkin, Eisenstein vai propor a “montagem figurativa” Uma montagem que segue o raciocínio, que compara e defini significações claras. Uma montagem que interrompe o fluxo de acontecimentos e marca a intervenção do sujeito do discurso através da inserção de planos que destroem a continuidade do espaço diegético, que se transforma em parte integrante da exposição de uma idéia. Na verdade, a montagem proposta por Eisenstein não busca apenas a continuidade narrativa ou a representação de uma cena, mas a significação dessa cena que pode ser reforçada pela montagem figurativa. Assim, segundo Xavier (1984, p. 109) “A síntese produzida por tal montagem faz com que o cinema passe da ‘esfera da ação’ para a ‘esfera da significância, do entendimento’”
A ERA DO SOM Até então já haviam sido feitos experimentos com som mas com problemas de sincronização e amplificação. Em  1926 , a  Warner Brothers  introduziu o sistema de som Vitaphone (gravação de som sobre um disco) até que em  1927 , a  Warner  lançou o filme  “The Jazz Singer” ,  um musical que pela primeira vez na história do cinema possuia alguns dialogos e cantorias sincronizados aliados a partes totalmente sem som; então em  1928  o filme  “The Lights of New York”  ,(também da  Warner ), se tornaria o primeiro filme com som totalmente sincronizado. O som gravado no disco do sistema Vitaphone foi logo sendo substituído por outro sistema como o Movietone da  Fox , DeForest Phonofilm e Photophone da RCA com sistema de som no próprio filme.
O Cantor de Jazz
ALFRED  HITCHCOCK No final de  1929 , o cinema de Hollywood já era quase totalmente falado. No resto do mundo, por razões economicas, a transição do mudo para o falado foi feito mais lentamente. Neste mesmo ano já lançado grandes filmes falados como  “Blackmail”  de  Alfred Hitchcock
Trailer Janela Indiscreta
Na Itália foi criada a  Cinecittà  por ordem de Mussolini em  1937 . Na  América Latina  se destacaram o mexicano  Cantinflas  e a luso-brasileira Carmem Miranda.  Carmem Miranda  estreou no filme  “Alô, Alô Carnaval”  de  1936  mas conseguiria sucesso internacional na década seguinte atuando em Hollywood. Na  Itália  nascia o  Neo-realismo  como reação ao cinema facista do regime de Mussolini, e buscava a máxima naturalidade, com atores não profissionais, iluminação natural e com uma forte crítica social. Se considera inaugurado o gênero com  “Roma, cidade aberta”  (de  1945 ), ainda que se considera como seu maior representante  “Ladrão de bicicletas” de  Vittorio de Sica .
ORSON WELLES Cidadão Kane
No final da década de 50 surgia na  França  o maravilhoso  nouvelle vague  donde se destacaram  Claude Chabrol ,  Jean-Luc Godard  ( “O Acossado” ) e  François Truffaut  ( “Os Imcompreendidos” ).   Na França, a  nouvelle vague  em 1957 se opõe ao cinema acadêmico realizado até então, criando o cinema de autor que, ao contrário do neo-realismo italiano, preocupava-se com questões existenciais. São grandes representantes desse movimento Jean-Luc Godard, com sua obra herege  Je vous salue Marie , de 1985 e François Truffaut, com  Fareinheit  451 (1966).   Já n os anos 60 o  sistema Hollywood  começou a entrar em declínio. Muitas produções passaram a ser feitas em Pinewood Studios na  Inglaterra  e Cinecittà na  Itália  ficando fora de Hollywood .  “Mary Poppins”  de  1964  da Walt Disney Productions,  “My Fair Lady”  também de 64 e  “The Sound of Music”  (br: A noviça rebelde — pt: Música no coração) de  1965  estão entre os filmes mais rentáveis da década. Iniciado pelo diretor  John Cassavetes , o cinema americano passou a tomar novos rumos com a produção independente com orçamento reduzido. Na França o destaque ficou para  “Jules e Jim”  de  1962  (br:  “Uma mulher para dois”  do diretor François Truffaut).   Na Itália foi o filme  “La dolce Vita”  de  Federico Fellini  de  1960 . Na Inglaterra o destaque ficou para o início da série de filmes de  007  com o filme  “Dr.No”  em  1962 . Na América Latina o maior destaque ficou por conta da  Argentina  e do diretor  Fernando Solanas .
A LINGUAGEM ,[object Object],[object Object]
Um Homem com uma câmera Vertov
Baraka
ARGUMENTO ,[object Object]
CINEMA BRASILEIRO ,[object Object],[object Object],[object Object]
CINEMA NOVO ,[object Object]
MARANHÃO 66
OS TIPOS DE CINEMA ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
OS TIPOS DE CINEMA ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
ZÉ DA CACHORRA

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados (20)

Evolução do Cinema
Evolução do CinemaEvolução do Cinema
Evolução do Cinema
 
Cinema
CinemaCinema
Cinema
 
história_cinema
história_cinemahistória_cinema
história_cinema
 
Origem cinema
Origem cinemaOrigem cinema
Origem cinema
 
Historia do cinema
Historia do cinema Historia do cinema
Historia do cinema
 
CINEMA - Parte 2 (Desenvolvimento e indústria)
CINEMA - Parte 2 (Desenvolvimento e indústria)CINEMA - Parte 2 (Desenvolvimento e indústria)
CINEMA - Parte 2 (Desenvolvimento e indústria)
 
A origem do cinema
A origem do cinemaA origem do cinema
A origem do cinema
 
A Era do Cinema mudo
A Era do Cinema mudoA Era do Cinema mudo
A Era do Cinema mudo
 
História do cinema blog
História do cinema blogHistória do cinema blog
História do cinema blog
 
Setima Arte
Setima ArteSetima Arte
Setima Arte
 
Cinema 2c16 2012
Cinema 2c16 2012Cinema 2c16 2012
Cinema 2c16 2012
 
Cinema, filosofia e sociedade.pptx
Cinema, filosofia e sociedade.pptx   Cinema, filosofia e sociedade.pptx
Cinema, filosofia e sociedade.pptx
 
Cinema de portugal
Cinema de portugalCinema de portugal
Cinema de portugal
 
Atividade de arte Historia do cinema
Atividade de arte Historia do cinemaAtividade de arte Historia do cinema
Atividade de arte Historia do cinema
 
Antes do cinema
Antes do cinemaAntes do cinema
Antes do cinema
 
Introdução à fotografia, cinema e design
Introdução à fotografia, cinema e designIntrodução à fotografia, cinema e design
Introdução à fotografia, cinema e design
 
Melies
MeliesMelies
Melies
 
Eav 5 terror e suspense 2
Eav 5   terror e suspense 2Eav 5   terror e suspense 2
Eav 5 terror e suspense 2
 
A história do cinema
A história do cinemaA história do cinema
A história do cinema
 
Cinema.atualizado agora
Cinema.atualizado agoraCinema.atualizado agora
Cinema.atualizado agora
 

Destaque

Material da formação para e com os oficineiros do Pontão de Cultura São leopoldo
Material da formação para e com os oficineiros do Pontão de Cultura São leopoldoMaterial da formação para e com os oficineiros do Pontão de Cultura São leopoldo
Material da formação para e com os oficineiros do Pontão de Cultura São leopoldocomeia
 
ANÁLISE DE COLEÇÃO - TRITON
ANÁLISE DE COLEÇÃO - TRITONANÁLISE DE COLEÇÃO - TRITON
ANÁLISE DE COLEÇÃO - TRITONOdair Tuono
 
Estructura externa de la tragedia griega.
Estructura externa de la tragedia griega.Estructura externa de la tragedia griega.
Estructura externa de la tragedia griega.Luana González
 
TIME LINE SHAPES
TIME LINE SHAPESTIME LINE SHAPES
TIME LINE SHAPESOdair Tuono
 
AVATAR - TOY ART
AVATAR - TOY ARTAVATAR - TOY ART
AVATAR - TOY ARTOdair Tuono
 
BRASIL - SÉCULO XX
BRASIL - SÉCULO XXBRASIL - SÉCULO XX
BRASIL - SÉCULO XXOdair Tuono
 
MODA - SÉCULO XX
MODA - SÉCULO XXMODA - SÉCULO XX
MODA - SÉCULO XXOdair Tuono
 
Historia del teatro
Historia del teatroHistoria del teatro
Historia del teatroinicial4jfk
 
Teatro através dos tempos- Webquest
Teatro através dos tempos- WebquestTeatro através dos tempos- Webquest
Teatro através dos tempos- Webquestjessybelo
 
MITOLOGIA CRIATIVA
MITOLOGIA CRIATIVAMITOLOGIA CRIATIVA
MITOLOGIA CRIATIVAOdair Tuono
 
SÉCULO XX - ANOS 70 AOS FINAL DO ANOS 90.
SÉCULO XX - ANOS 70 AOS FINAL DO ANOS 90.SÉCULO XX - ANOS 70 AOS FINAL DO ANOS 90.
SÉCULO XX - ANOS 70 AOS FINAL DO ANOS 90.Odair Tuono
 
INDUMENTÁRIA - CONCEITOS E EVOLUÇÃO v.02
INDUMENTÁRIA - CONCEITOS E EVOLUÇÃO v.02INDUMENTÁRIA - CONCEITOS E EVOLUÇÃO v.02
INDUMENTÁRIA - CONCEITOS E EVOLUÇÃO v.02Odair Tuono
 
SÉCULO XX - ANOS 20 A 40
SÉCULO XX - ANOS 20 A 40SÉCULO XX - ANOS 20 A 40
SÉCULO XX - ANOS 20 A 40Odair Tuono
 
REGISTROS TEMÁTICOS
REGISTROS TEMÁTICOSREGISTROS TEMÁTICOS
REGISTROS TEMÁTICOSOdair Tuono
 
Idade Moderna - Novas Descobertas
Idade Moderna - Novas DescobertasIdade Moderna - Novas Descobertas
Idade Moderna - Novas DescobertasOdair Tuono
 

Destaque (20)

Material da formação para e com os oficineiros do Pontão de Cultura São leopoldo
Material da formação para e com os oficineiros do Pontão de Cultura São leopoldoMaterial da formação para e com os oficineiros do Pontão de Cultura São leopoldo
Material da formação para e com os oficineiros do Pontão de Cultura São leopoldo
 
BOOK DREAM
BOOK DREAMBOOK DREAM
BOOK DREAM
 
ANÁLISE DE COLEÇÃO - TRITON
ANÁLISE DE COLEÇÃO - TRITONANÁLISE DE COLEÇÃO - TRITON
ANÁLISE DE COLEÇÃO - TRITON
 
Estructura externa de la tragedia griega.
Estructura externa de la tragedia griega.Estructura externa de la tragedia griega.
Estructura externa de la tragedia griega.
 
TIME LINE SHAPES
TIME LINE SHAPESTIME LINE SHAPES
TIME LINE SHAPES
 
AVATAR - TOY ART
AVATAR - TOY ARTAVATAR - TOY ART
AVATAR - TOY ART
 
SEMANAS DE MODA
SEMANAS DE MODASEMANAS DE MODA
SEMANAS DE MODA
 
BRASIL - SÉCULO XX
BRASIL - SÉCULO XXBRASIL - SÉCULO XX
BRASIL - SÉCULO XX
 
MODA - SÉCULO XX
MODA - SÉCULO XXMODA - SÉCULO XX
MODA - SÉCULO XX
 
Historia del teatro
Historia del teatroHistoria del teatro
Historia del teatro
 
MODA E MÍDIA
MODA E MÍDIAMODA E MÍDIA
MODA E MÍDIA
 
Teatro através dos tempos- Webquest
Teatro através dos tempos- WebquestTeatro através dos tempos- Webquest
Teatro através dos tempos- Webquest
 
MITOLOGIA CRIATIVA
MITOLOGIA CRIATIVAMITOLOGIA CRIATIVA
MITOLOGIA CRIATIVA
 
SÉCULO XX - ANOS 70 AOS FINAL DO ANOS 90.
SÉCULO XX - ANOS 70 AOS FINAL DO ANOS 90.SÉCULO XX - ANOS 70 AOS FINAL DO ANOS 90.
SÉCULO XX - ANOS 70 AOS FINAL DO ANOS 90.
 
Caracteristicas do Cinema
Caracteristicas do CinemaCaracteristicas do Cinema
Caracteristicas do Cinema
 
INDUMENTÁRIA - CONCEITOS E EVOLUÇÃO v.02
INDUMENTÁRIA - CONCEITOS E EVOLUÇÃO v.02INDUMENTÁRIA - CONCEITOS E EVOLUÇÃO v.02
INDUMENTÁRIA - CONCEITOS E EVOLUÇÃO v.02
 
SÉCULO XX - ANOS 20 A 40
SÉCULO XX - ANOS 20 A 40SÉCULO XX - ANOS 20 A 40
SÉCULO XX - ANOS 20 A 40
 
REGISTROS TEMÁTICOS
REGISTROS TEMÁTICOSREGISTROS TEMÁTICOS
REGISTROS TEMÁTICOS
 
Idade Moderna - Novas Descobertas
Idade Moderna - Novas DescobertasIdade Moderna - Novas Descobertas
Idade Moderna - Novas Descobertas
 
FUTURE FASHION
FUTURE FASHIONFUTURE FASHION
FUTURE FASHION
 

Semelhante a PONTO DE CULTURA E AÇÕES PRIORITÁRIAS DO PROGRAMA CULTURA VIVA

cinema-130929154716-phpapp01.pdf
cinema-130929154716-phpapp01.pdfcinema-130929154716-phpapp01.pdf
cinema-130929154716-phpapp01.pdfWeslleyDias8
 
Cinema transform(ação) ppt1 introdução.pptx
Cinema transform(ação) ppt1 introdução.pptxCinema transform(ação) ppt1 introdução.pptx
Cinema transform(ação) ppt1 introdução.pptxCarolinaMagalhes54
 
cinemamudo-150112180744-conversion-gate02.pdf
cinemamudo-150112180744-conversion-gate02.pdfcinemamudo-150112180744-conversion-gate02.pdf
cinemamudo-150112180744-conversion-gate02.pdfWeslleyDias8
 
Luz-câmera-ação.pptx
Luz-câmera-ação.pptxLuz-câmera-ação.pptx
Luz-câmera-ação.pptxGianotedeBrito
 
A sétima arte e os irmãos lumiére
A sétima arte e os irmãos lumiéreA sétima arte e os irmãos lumiére
A sétima arte e os irmãos lumiérekanina211
 
CAP 3. Cinema e o registro do movimento 2021.pptx
CAP 3. Cinema e o registro do movimento 2021.pptxCAP 3. Cinema e o registro do movimento 2021.pptx
CAP 3. Cinema e o registro do movimento 2021.pptxTATE9
 
Componente Curricular Eletiva HUMANASEDUCAODIGITAL.pdf
Componente Curricular Eletiva HUMANASEDUCAODIGITAL.pdfComponente Curricular Eletiva HUMANASEDUCAODIGITAL.pdf
Componente Curricular Eletiva HUMANASEDUCAODIGITAL.pdfPauloPaulo83
 
Pesquisa de autor
Pesquisa de autorPesquisa de autor
Pesquisa de autorfabiosigre
 
Pesquisa de autor
Pesquisa de autorPesquisa de autor
Pesquisa de autorfabiosigre
 
Pesquisa de autor
Pesquisa de autorPesquisa de autor
Pesquisa de autorfabiosigre
 
Caderno educativo expo andy warhol
Caderno educativo expo andy warholCaderno educativo expo andy warhol
Caderno educativo expo andy warhololapassadp
 
Mcs o cinema, c daniel e vero
Mcs   o cinema, c daniel e veroMcs   o cinema, c daniel e vero
Mcs o cinema, c daniel e veroJosé Palma
 
O desenvolvimento cultural e científico parte 1
O desenvolvimento cultural e científico parte 1O desenvolvimento cultural e científico parte 1
O desenvolvimento cultural e científico parte 1Carla Teixeira
 
O Cinema de Animação Nacional: O trânsito entre experiências cinematográficas...
O Cinema de Animação Nacional: O trânsito entre experiências cinematográficas...O Cinema de Animação Nacional: O trânsito entre experiências cinematográficas...
O Cinema de Animação Nacional: O trânsito entre experiências cinematográficas...Daniela Israel
 

Semelhante a PONTO DE CULTURA E AÇÕES PRIORITÁRIAS DO PROGRAMA CULTURA VIVA (20)

cinema-130929154716-phpapp01.pdf
cinema-130929154716-phpapp01.pdfcinema-130929154716-phpapp01.pdf
cinema-130929154716-phpapp01.pdf
 
Cinema transform(ação) ppt1 introdução.pptx
Cinema transform(ação) ppt1 introdução.pptxCinema transform(ação) ppt1 introdução.pptx
Cinema transform(ação) ppt1 introdução.pptx
 
Eav aula 2 c
Eav aula 2 cEav aula 2 c
Eav aula 2 c
 
curso de animacao 2d Senac-George Alberto
curso de animacao 2d Senac-George Albertocurso de animacao 2d Senac-George Alberto
curso de animacao 2d Senac-George Alberto
 
cinemamudo-150112180744-conversion-gate02.pdf
cinemamudo-150112180744-conversion-gate02.pdfcinemamudo-150112180744-conversion-gate02.pdf
cinemamudo-150112180744-conversion-gate02.pdf
 
Luz-câmera-ação.pptx
Luz-câmera-ação.pptxLuz-câmera-ação.pptx
Luz-câmera-ação.pptx
 
A sétima arte e os irmãos lumiére
A sétima arte e os irmãos lumiéreA sétima arte e os irmãos lumiére
A sétima arte e os irmãos lumiére
 
CAP 3. Cinema e o registro do movimento 2021.pptx
CAP 3. Cinema e o registro do movimento 2021.pptxCAP 3. Cinema e o registro do movimento 2021.pptx
CAP 3. Cinema e o registro do movimento 2021.pptx
 
Componente Curricular Eletiva HUMANASEDUCAODIGITAL.pdf
Componente Curricular Eletiva HUMANASEDUCAODIGITAL.pdfComponente Curricular Eletiva HUMANASEDUCAODIGITAL.pdf
Componente Curricular Eletiva HUMANASEDUCAODIGITAL.pdf
 
Seminario animacao
Seminario animacaoSeminario animacao
Seminario animacao
 
Pesquisa de autor
Pesquisa de autorPesquisa de autor
Pesquisa de autor
 
Hitchcock
HitchcockHitchcock
Hitchcock
 
Pesquisa de autor
Pesquisa de autorPesquisa de autor
Pesquisa de autor
 
Pesquisa de autor
Pesquisa de autorPesquisa de autor
Pesquisa de autor
 
Caderno educativo expo andy warhol
Caderno educativo expo andy warholCaderno educativo expo andy warhol
Caderno educativo expo andy warhol
 
Mcs o cinema, c daniel e vero
Mcs   o cinema, c daniel e veroMcs   o cinema, c daniel e vero
Mcs o cinema, c daniel e vero
 
O desenvolvimento cultural e científico parte 1
O desenvolvimento cultural e científico parte 1O desenvolvimento cultural e científico parte 1
O desenvolvimento cultural e científico parte 1
 
Jori ivens
Jori ivensJori ivens
Jori ivens
 
O Cinema de Animação Nacional: O trânsito entre experiências cinematográficas...
O Cinema de Animação Nacional: O trânsito entre experiências cinematográficas...O Cinema de Animação Nacional: O trânsito entre experiências cinematográficas...
O Cinema de Animação Nacional: O trânsito entre experiências cinematográficas...
 
Dziga vertov
Dziga vertovDziga vertov
Dziga vertov
 

Mais de atovirtual

Roteiro de apresentação A Greve
Roteiro de apresentação A GreveRoteiro de apresentação A Greve
Roteiro de apresentação A Greveatovirtual
 
Correspondencia poetica
Correspondencia poeticaCorrespondencia poetica
Correspondencia poeticaatovirtual
 
Correspondencia Poética
Correspondencia PoéticaCorrespondencia Poética
Correspondencia Poéticaatovirtual
 
Planejamento núcleos bloco do beco
Planejamento núcleos  bloco do becoPlanejamento núcleos  bloco do beco
Planejamento núcleos bloco do becoatovirtual
 
Produção oficina
Produção oficinaProdução oficina
Produção oficinaatovirtual
 
Oficina de roteiro
Oficina de roteiroOficina de roteiro
Oficina de roteiroatovirtual
 
Donde Miras Venezuela
Donde Miras VenezuelaDonde Miras Venezuela
Donde Miras Venezuelaatovirtual
 
Caminhada Cultural
Caminhada CulturalCaminhada Cultural
Caminhada Culturalatovirtual
 

Mais de atovirtual (9)

Roteiro de apresentação A Greve
Roteiro de apresentação A GreveRoteiro de apresentação A Greve
Roteiro de apresentação A Greve
 
Correspondencia poetica
Correspondencia poeticaCorrespondencia poetica
Correspondencia poetica
 
Correspondencia Poética
Correspondencia PoéticaCorrespondencia Poética
Correspondencia Poética
 
Planejamento núcleos bloco do beco
Planejamento núcleos  bloco do becoPlanejamento núcleos  bloco do beco
Planejamento núcleos bloco do beco
 
Produção oficina
Produção oficinaProdução oficina
Produção oficina
 
Oficina de roteiro
Oficina de roteiroOficina de roteiro
Oficina de roteiro
 
Donde Miras
Donde MirasDonde Miras
Donde Miras
 
Donde Miras Venezuela
Donde Miras VenezuelaDonde Miras Venezuela
Donde Miras Venezuela
 
Caminhada Cultural
Caminhada CulturalCaminhada Cultural
Caminhada Cultural
 

Último

v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãodanielagracia9
 
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURACRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURADouglasVasconcelosMa
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
Apreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaApreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaeliana862656
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxHenriqueLuciano2
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfQueleLiberato
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLaseVasconcelos1
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxJMTCS
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
As variações do uso da palavra "como" no texto
As variações do uso da palavra "como" no  textoAs variações do uso da palavra "como" no  texto
As variações do uso da palavra "como" no textoMariaPauladeSouzaTur
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxAntonioVieira539017
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfTIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfmarialuciadasilva17
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullyingMary Alvarenga
 
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETOProjeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETODouglasVasconcelosMa
 
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxRevolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxHlioMachado1
 

Último (20)

v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetização
 
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURACRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
Apreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaApreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escrita
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
As variações do uso da palavra "como" no texto
As variações do uso da palavra "como" no  textoAs variações do uso da palavra "como" no  texto
As variações do uso da palavra "como" no texto
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfTIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
 
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETOProjeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
 
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxRevolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
 

PONTO DE CULTURA E AÇÕES PRIORITÁRIAS DO PROGRAMA CULTURA VIVA

  • 1. PONTO DE CULTURA O Ponto de Cultura é a ação prioritária do Programa Cultura Viva e articula todas as demais ações do Programa Cultura Viva. Iniciativas desenvolvidas pela sociedade civil, que firmaram convênio com o Ministério da Cultura (MinC), por meio de seleção por editais públicos, tornam-se Pontos de Cultura e ficam responsáveis por articular e impulsionar as ações que já existem nas comunidades . Atualmente, existem mais de 650 Pontos de Cultura espalhados pelo país e, diante do desenvolvimento do Programa, o MinC decidiu criar mecanismos de articulação entre os diversos Pontos, as Redes de Pontos de Cultura e os Pontões de Cultura. O Ponto de Cultura não tem um modelo único, nem de instalações físicas, nem de programação ou atividade. Um aspecto comum a todos é a transversalidade da cultura e a gestão compartilhada entre poder público e a comunidade. Para se tornar um Ponto de Cultura é preciso participar da seleção por meio de edital público – até hoje a Secretaria de Programas e Projetos Culturais do MinC, que coordena o Programa Cultura Viva, já emitiu quatro editais.
  • 2. MOVIMENTO PELO DIREITO À MORADIA O Movimento Pelo Direito à Moradia (MDM) surge de uma orientação da Federação das Associações Comunitárias do Estado de São Paulo – FACESP, que como entidade filiada a Confederação Nacional das Associações de Moradores – CONAM, conseguiu conhecer as experiências de diversos movimentos comunitários na área habitacional, procurando construir uma forma mais organizada de mobilização de massas e que fortalecesse o movimento comunitário de São Paulo.   O MDM tem como conceito, que luta pelo direito à moradia é muito mais amplo que a conquista de uma casa para morar, passa pelo o acesso à educação de qualidade para todos, pelo saneamento básico de qualidade, por uma saúde publica e pelo acesso à cultura, lazer e transporte público, como forma de melhorar as condições de vida do povo.
  • 3. SARAU DO BINHO O Sarau do Binho é um ponto de encontro de vários artistas e grupos. Reúne escritores, músicos, cantores e outros artistas que se encontram para compartilhar a arte e a poesia. As pessoas levam seus conhecimentos, leituras e criações e na troca, produzem novas coisas. Muitos projetos utilizam o Sarau do Binho como espaço de realização, levando apresentações de teatro, dança, música e poesia, exposições, exibição de vídeos e lançamento de publicações, o que possibilita a circulação do que está sendo produzido na periferia.
  • 4. PONTO DE CULTURA MORARTE O Sarau do Binho é um ponto de encontro de vários artistas e grupos. Reúne escritores, músicos, cantores e outros artistas que se encontram para compartilhar a arte e a poesia. As pessoas levam seus conhecimentos, leituras e criações e na troca, produzem novas coisas. Muitos projetos utilizam o Sarau do Binho como espaço de realização, levando apresentações de teatro, dança, música e poesia, exposições, exibição de vídeos e lançamento de publicações, o que possibilita a circulação do que está sendo produzido na periferia.
  • 5. A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
  • 6. A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
  • 7. A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
  • 8. A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
  • 9. A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
  • 10. A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
  • 11. A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
  • 12. A PINTURA E A REPRESENTAÇÃO
  • 13. MONA LISA Joan C. Gratz
  • 15. Janela da Alma João Jardim – Valter Carvalho
  • 16.
  • 19.
  • 21. Os Irmãos Lumière Trem chegando na estação – Empregados deixando a Fábrica Lumière
  • 22. Georges Méliès e David Griffith George Méliès nasceu em 1861, na França, e é considerado o pai do cinema arte, pois acaba optando por um cinema que, para aquele contexto, abusava dos recursos visuais advindos de sua experiência como ilusionista. Méliès começou a valorizar o cenário, o figurino, a maquiagem e a trucagem, da qual é considerado precursor. “George Méliès pode ser considerado o criador do cinema como espetáculo, lançando as bases da expressão artística do cinema”. Porém Méliès não permaneceu sozinho em sua busca pelo cinema arte. O norte-americano David W. Griffith , criador da linguagem cinematográfica, foi o primeiro a utilizar o close, a montagem paralela, o suspense e o movimento de câmera, visto que Méliès, por exemplo, fixava a câmera, filmando num plano geral, ou seja, uma peça teatral filmada. David Wark Griffith ( 1875 — 1948 ) foi um realizador de cinema norte-americano , um dos maiores do início da cinematografia , introdutor de inovações profundas na forma de fazer cinema, considerado o criador da linguagem cinematográfica . Antes de chegar ao cinema, trabalhou como jornalista e balconista em lojas e livrarias . Griffith iniciou-se no cinema em 1908 , com os chamados curta-metragens, que duravam entre 15 e 18 minutos. Tendo realizado cerca de 450 filmes entre 1908 e 1913 . É o primeiro a utilizar dramaticamente o close , a montagem paralela , o suspense e os movimentos de câmara .
  • 23. A viagem da Lua Georges Méliès
  • 24. Georges Méliès e David Griffith George Méliès nasceu em 1861, na França, e é considerado o pai do cinema arte, pois acaba optando por um cinema que, para aquele contexto, abusava dos recursos visuais advindos de sua experiência como ilusionista. Méliès começou a valorizar o cenário, o figurino, a maquiagem e a trucagem, da qual é considerado precursor. “George Méliès pode ser considerado o criador do cinema como espetáculo, lançando as bases da expressão artística do cinema”. Porém Méliès não permaneceu sozinho em sua busca pelo cinema arte. O norte-americano David W. Griffith , criador da linguagem cinematográfica, foi o primeiro a utilizar o close, a montagem paralela, o suspense e o movimento de câmera, visto que Méliès, por exemplo, fixava a câmera, filmando num plano geral, ou seja, uma peça teatral filmada. David Wark Griffith ( 1875 — 1948 ) foi um realizador de cinema norte-americano , um dos maiores do início da cinematografia , introdutor de inovações profundas na forma de fazer cinema, considerado o criador da linguagem cinematográfica . Antes de chegar ao cinema, trabalhou como jornalista e balconista em lojas e livrarias . Griffith iniciou-se no cinema em 1908 , com os chamados curta-metragens, que duravam entre 15 e 18 minutos. Tendo realizado cerca de 450 filmes entre 1908 e 1913 . É o primeiro a utilizar dramaticamente o close , a montagem paralela , o suspense e os movimentos de câmara .
  • 25. CHARLES CHAPLIN Chaplin abusou do cinema mudo, tendo em vista sua expressividade facial e corporal. Filmes como Tempos Modernos (1936) e O Grande Ditador (1940) dão a medida dessa mescla que tanto encantou e encanta o público. As experiências cinematográficas ao longo século XX, foram muitas, e em muitos países, produções de qualidade desenharam as nuances do cinema mundial nesse século.
  • 26. Tempos Modernos (1936) O Grande Ditador (1940)
  • 27. EISENSTEIN Na Rússia se destacou o cineasta Serguei Eisenstein que criou uma nova técnica de montagem , chamada montagem intelectual ou dialéctica. Seu filme de maior destaque foi “ The Battleship Potemkin ” (ou br: “O Encouraçado Potemkin” , pt: “O Couraçado Potemkin” ) de 1925 .
  • 29. Contra a montagem do cinema clássico narrativo e contra as teorias de Kulechov e Pudovkin, Eisenstein vai propor a “montagem figurativa” Uma montagem que segue o raciocínio, que compara e defini significações claras. Uma montagem que interrompe o fluxo de acontecimentos e marca a intervenção do sujeito do discurso através da inserção de planos que destroem a continuidade do espaço diegético, que se transforma em parte integrante da exposição de uma idéia. Na verdade, a montagem proposta por Eisenstein não busca apenas a continuidade narrativa ou a representação de uma cena, mas a significação dessa cena que pode ser reforçada pela montagem figurativa. Assim, segundo Xavier (1984, p. 109) “A síntese produzida por tal montagem faz com que o cinema passe da ‘esfera da ação’ para a ‘esfera da significância, do entendimento’”
  • 30. A ERA DO SOM Até então já haviam sido feitos experimentos com som mas com problemas de sincronização e amplificação. Em 1926 , a Warner Brothers introduziu o sistema de som Vitaphone (gravação de som sobre um disco) até que em 1927 , a Warner lançou o filme “The Jazz Singer” , um musical que pela primeira vez na história do cinema possuia alguns dialogos e cantorias sincronizados aliados a partes totalmente sem som; então em 1928 o filme “The Lights of New York” ,(também da Warner ), se tornaria o primeiro filme com som totalmente sincronizado. O som gravado no disco do sistema Vitaphone foi logo sendo substituído por outro sistema como o Movietone da Fox , DeForest Phonofilm e Photophone da RCA com sistema de som no próprio filme.
  • 31. O Cantor de Jazz
  • 32. ALFRED HITCHCOCK No final de 1929 , o cinema de Hollywood já era quase totalmente falado. No resto do mundo, por razões economicas, a transição do mudo para o falado foi feito mais lentamente. Neste mesmo ano já lançado grandes filmes falados como “Blackmail” de Alfred Hitchcock
  • 34. Na Itália foi criada a Cinecittà por ordem de Mussolini em 1937 . Na América Latina se destacaram o mexicano Cantinflas e a luso-brasileira Carmem Miranda. Carmem Miranda estreou no filme “Alô, Alô Carnaval” de 1936 mas conseguiria sucesso internacional na década seguinte atuando em Hollywood. Na Itália nascia o Neo-realismo como reação ao cinema facista do regime de Mussolini, e buscava a máxima naturalidade, com atores não profissionais, iluminação natural e com uma forte crítica social. Se considera inaugurado o gênero com “Roma, cidade aberta” (de 1945 ), ainda que se considera como seu maior representante “Ladrão de bicicletas” de Vittorio de Sica .
  • 36. No final da década de 50 surgia na França o maravilhoso nouvelle vague donde se destacaram Claude Chabrol , Jean-Luc Godard ( “O Acossado” ) e François Truffaut ( “Os Imcompreendidos” ).   Na França, a nouvelle vague em 1957 se opõe ao cinema acadêmico realizado até então, criando o cinema de autor que, ao contrário do neo-realismo italiano, preocupava-se com questões existenciais. São grandes representantes desse movimento Jean-Luc Godard, com sua obra herege Je vous salue Marie , de 1985 e François Truffaut, com Fareinheit 451 (1966).   Já n os anos 60 o sistema Hollywood começou a entrar em declínio. Muitas produções passaram a ser feitas em Pinewood Studios na Inglaterra e Cinecittà na Itália ficando fora de Hollywood . “Mary Poppins” de 1964 da Walt Disney Productions, “My Fair Lady” também de 64 e “The Sound of Music” (br: A noviça rebelde — pt: Música no coração) de 1965 estão entre os filmes mais rentáveis da década. Iniciado pelo diretor John Cassavetes , o cinema americano passou a tomar novos rumos com a produção independente com orçamento reduzido. Na França o destaque ficou para “Jules e Jim” de 1962 (br: “Uma mulher para dois” do diretor François Truffaut). Na Itália foi o filme “La dolce Vita” de Federico Fellini de 1960 . Na Inglaterra o destaque ficou para o início da série de filmes de 007 com o filme “Dr.No” em 1962 . Na América Latina o maior destaque ficou por conta da Argentina e do diretor Fernando Solanas .
  • 37.
  • 38. Um Homem com uma câmera Vertov
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 44.
  • 45.