OPLAN PROJETO FINAL     ESPAÇO EXPOSITIVO-ESCULTURA E ARTE     UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA     FAUeD- DESIGN- ATÊLI...
1MEMORIAL
INTRODUÇÃOA exposição Plano, a superfície enquanto recurso expressivo, temcomo função mostrar a interação de obras artísti...
MEMORIAL JUSTIFICATIVOO projeto da exposição foi pensado a partir de outros trabalhosrealizados anteriormente na disciplin...
PROGRAMAA exposição está disposta de modo que quando o observador entra nolocal ele está em um hall onde há espaço para de...
O design gráfico de toda a exposição foi pensado em uma grandeharmonia de cores, abusando das diferentes tonalidades de ci...
2LOCALIZAÇÃO
IMPLANTAÇÃO              IMPLANTAÇÃO APROXIMADABLOCO VISTO DA RUABLOCO 5RA AO FUNDO 5RB   BLOCO 5RA AO LADO 5RB
3PROJETO
5                                  4                                                                       8              ...
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,02 mCORTE AA - ESC.: 1:100CORTE BB - ESC.: 1:100VISTA FRONTAL - ESC.: 1:100   VISTA POSTERIOR - ESC.: 1:100
PERSPECTIVAS
PERSPECTIVAS
PERSPECTIVAS
4DESIGN RÁFICO
4.1PAINÉISEXTERNOS
O                                             A SUPERFÍCIE                                      PLAN                      ...
VISTA LATERAL DIREITA- ESC.: 1:100VISTA LATERAL ESQUERDA- ESC.: 1:100DESIGN GRÁFICO APLICADO NA PARTE EXTERNA DO EDIFÍCIO
4.2PAINÉISINTERNOS
1                                      Five Plates, Two Poles - 1971                                            243, 84x54...
4                              Amarelo - 2002                                                                             ...
DESIGN GRÁFICO APLICADO NO INTERIOR
DESIGN GRÁFICO APLICADO NA LATERAL DIREITA
4.3PAINÉISINFORMATIVO
1                                                   2                                                                     ...
4                                                                5                                          6WALTERCIO CAL...
PAINÉIS INFORMATIVO DA EXPOSIÇÃO
PAINÉIS INFORMATIVO DA EXPOSIÇÃO
4.4PANFLETOS
1                                              2                                                                          ...
4.5PUBLICIDADE
OPLAN 15 A 19 DE ABRIL     EM UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA, BLOCO 5RB     A SUPERFÍCIE ENQUANTO RECURSO EXPRESSIVO  ...
5DETALHAMENTO
5.1PALETASCROMÁTICA
LEGENDA                        5% Cinza (C:0; M:0; Y:0; K:80) aplicado na tipografia do design gráfico.        EXPOSITIVO ...
LEGENDAGRÁFICO 5.1         10%     Cinza      (C:0;M:0;Y:0;K:80)       aplicado   em   tipografia   painel   explicativoDE...
5.2PAINÉISVEDAÇÃO
TEXTO EM SILK                        O                              A SUPERFÍCIE                       PLAN               ...
PAINEL LONA PLÁSTICA       2            s/ título, 1985 - Aço, 110 x 250 x 250 cm                    Coleção MAC/USPAMILCA...
5.3PAINÉISINFORMATIVO
TEXTO IMPRESSÃO NO VIDRO                                              VIDRO DE SEGURAÇA      BASE EM AÇOPERSPECTIVA EXPLOD...
5.4PLANOESCULTÓRICO
Planos Autoportantes em açocom espessura de 1cmcom pintura eletrostática.
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Apresentação projeto final atelie

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Apresentação projeto final atelie

  1. 1. OPLAN PROJETO FINAL ESPAÇO EXPOSITIVO-ESCULTURA E ARTE UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FAUeD- DESIGN- ATÊLIE PLÁSTICA- LUÍS EDUARDO ANA BEATRIZ- FIAMA KAUARI- LETICIA VASCONCELOS
  2. 2. 1MEMORIAL
  3. 3. INTRODUÇÃOA exposição Plano, a superfície enquanto recurso expressivo, temcomo função mostrar a interação de obras artísticas com planos, emnosso caso, inspirada no trabalho do escultor Franz Weissmann que écaracterizado pela substituição do volume pelo plano, ou melhor, pelavalorização do espaço e não da massa, além de utilizar diferentesformas, algumas identificadas como fios, cubos, diagonais, planos,fitas, entre outros. A partir disso, o espaço foi pensado para exporobras de grandes artistas, como Amilcar de Castro, Eduardo Sued,Hélio Oiticica, Franz Weissmann, Richard Serra e Waltercio Caldas.CONCEITOA exposição é constituída por elementos planares, que tendem adelimitar setores, e integrá-los aos objetos. Os planos utilizados sãotrabalhados com elementos da poética weissmanniana, onde a dobrae a torção são fundamentais.Partindo do construtivismo que prega por formas geométricas epuras o desconstrutivismo pega essa forma monta, remonta,desconstrói, transforma e, como os construtivistas, ainda considera asimplicidade de tais formas como sendo a essência de suas obras, apartir disso podemos dizer que os planos elaborados e projetadospara a exposição abrangem essa ideia. Isso se deve ao fato de que osplanos sofrem interferências de diversas maneiras, por serem planosdobráveis inspirados nas obras de Weissmann.Em outras palavras, seria como dizer que para sentir o que uma obrade arte, ou no nosso caso, a exposição quer realmente lhe transmitir,fosse preciso que os excessos fossem retirados e o essencial lhecausasse uma inquietação, despertando uma curiosidade, umavontade diferente de querer saber, descobrir.
  4. 4. MEMORIAL JUSTIFICATIVOO projeto da exposição foi pensado a partir de outros trabalhosrealizados anteriormente na disciplina de Ateliê - Plástica sobreplanos. Através de pesquisas foram estudados pintores, escultores,designers que tivessem suas obras relacionadas aos planos. A partirdisso, foi proposto a criação de um espaço de exposição com obrasdos artistas estudados interligados com planos.O livro The Art of Color and Design, de Maitland Graves foi essencialpara a compreensão de organização. Com ele foi possível pensar,estudar e projetar um espaço de acordo com os princípiosfundamentais da ordem visual: unidade, conflito e hierarquia.O conflito é um conflito estético ou uma tensão visual entre linhas,direções, formas, intervalos espaciais, texturas, que se opõem oucontrastam, usado como recurso para provocar interesse e estimularo espectador, ele também pode ser chamado de oposição, contrasteou variedade. A unidade já é a coesão, a integridade, questõesessenciais de uma composição, que nada mais é que um sinônimo.A busca da unidade requer que o conflito ou a tensão seja resolvidopelos príncipio da hierarquia e da síntese. Portanto, para quehouvesse a unidade foi utilizado planos direcionados, texturas etonalidades, que predominassem a composicão.No espaço expositivo, há uma repetição, nota-se cinco grandesplanos escultóricos abstratos, trabalhados na mesma tonalidade queatrae olhares dos observadores. Eles delimitam o espaço, alternandoem dimensões, mas essa alternância pode ser comprrendida como umritmo diferenciado ou uma repetição variada, embora sejam o mesmoelemento, não são idênticos. Essa repetição pode ser chamadatambém de repetição harmônica, e é usada em todas as formas dearte para produzir unidade e interesse visual.
  5. 5. PROGRAMAA exposição está disposta de modo que quando o observador entra nolocal ele está em um hall onde há espaço para debates,apresentações, projeções de vídeos sobre a mostra e um coffee break.Seguindo adiante ele já está no espaço propicio para a exposição dosartistas, que estão delimitados pelos planos e logo a esquerda dequem entra nesse ambiente encontra-se uma bancada emnanotecnologia para consulta digital.PROJETOA ideia do projeto busca a integração de planos com as obras de arteexpostas. A edificação, em formato retangular é completamenteaberta e acessível ao lado de dentro, além de ser visível por quasetodas as faces. É composto por um pavimento no térreo, disposto emum bloco estudantil com 512,24 m² de área construída. O partidoarquitetônico visa um espaço aberto, delimitado apenas por guarda-corpos.A partir disso foi pensado planos escultóricos autoportantes em aço,espessura de 1 cm, com pintura eletrostática na cor vermelha. Cincoesculturas com formas abstratas distintas, são diferentes dasesculturas tradicionais pelo fato que o processo utilizado para aconstrução é a dobra. São realizados em uma indústria deconformação e transportados para o espaço de exposição através decaminhões guincho, onde é feito a instalação. Estes planos tem ointuito de delimitar o espaço e interagir com a obra exposta.Seguindo o mesmo conceito, apenas dois dos planos escultóricos fogea regra, sendo um utilizado para consulta online e o outro para overnissage. O ultimo tem a função de através de sua bancada oferecere dar apoio ao coffe-break, receber projeção de vídeo e formar umespaço para debates, apresentações em geral. Nesse espaço tambémhá puffs em plástico rotomoldado.
  6. 6. O design gráfico de toda a exposição foi pensado em uma grandeharmonia de cores, abusando das diferentes tonalidades de cinzacontrastando com o vermelho e o branco, também utilizados. Ele estápresente nos painéis externos, feitos de lona plástica com texto emsilk, pensado dessa maneira, pelo fato estar exposta as mudançasclimatológicas, podendo ser visto por diversos ângulos e distâncias.Outro modelo usado para informação são planos de vidros deespessura 6mm com texto impresso no próprio vidro com apoio emuma base de aço cinza para camuflar com o piso.CONCLUSÃOO trabalho projetado com inspiração em Franz Weissmann buscaatravés dos planos delimitarem espaços, buscando separar as obrasdos artistas da mostra e apresentá-los de forma simples e coesa.
  7. 7. 2LOCALIZAÇÃO
  8. 8. IMPLANTAÇÃO IMPLANTAÇÃO APROXIMADABLOCO VISTO DA RUABLOCO 5RA AO FUNDO 5RB BLOCO 5RA AO LADO 5RB
  9. 9. 3PROJETO
  10. 10. 5 4 8 1 6 7 3 2 9 EXPOSIÇÃO 3.1 LEGENDAMAPEAMENTO 1- Espaço para apresentações e coffee break 6- Sem Titulo, 1999. Amilcar de Castro 2- Sem Titulo,1985. Eduardo Sued 7- To lift, 1967. Richard Serra 3- Bilateral,1960.Helio Oiticica 8- Quadrado em Torção no Espaço, 1985.Franz Weismann 4- Naipe, 2008. Waltercio Caldas 9- Consulta Online 5- Giotto suspirando,1998.Waltercio Caldas
  11. 11. B BA A PLANTA- ESC.: 1:100
  12. 12. ,02 mCORTE AA - ESC.: 1:100CORTE BB - ESC.: 1:100VISTA FRONTAL - ESC.: 1:100 VISTA POSTERIOR - ESC.: 1:100
  13. 13. PERSPECTIVAS
  14. 14. PERSPECTIVAS
  15. 15. PERSPECTIVAS
  16. 16. 4DESIGN RÁFICO
  17. 17. 4.1PAINÉISEXTERNOS
  18. 18. O A SUPERFÍCIE PLAN ENQUANTO RECURSO EXPRESSIVO ESCULTURA E ARTEDESIGN GRÁFICO APLICADO NO EXTERIOR
  19. 19. VISTA LATERAL DIREITA- ESC.: 1:100VISTA LATERAL ESQUERDA- ESC.: 1:100DESIGN GRÁFICO APLICADO NA PARTE EXTERNA DO EDIFÍCIO
  20. 20. 4.2PAINÉISINTERNOS
  21. 21. 1 Five Plates, Two Poles - 1971 243, 84x548x64x701,04 2 s/ título, 1985 - Aço, 110 x 250 x 250 cm Coleção MAC/USP 3 Janela em 3 pontos - 2000 FRANZ WEISMANNRICHARD SERRA AMILCAR DE CASRTO Sem título- Formas, 1987 Praça da Sé Aço e Pintura Automotiva Weitmar - 1984 Amílcar de Castro (8/6/1920- Participou de várias mostras E s c u l t o r n o r t e - a m e r i c a n o, considerado como um dos mais 22/11/2002) nasce em nacionais e internacionais de importantes pós-guerra. Executa Paraisópolis e estuda desenho e arte construtiva nos anos 60 a 80 trabalhos de grande escala de pintura no decorrer de oito e de outras coletivas no exterior, aço, mas já realizou obras com anos, de 1942 a 1950, em Belo como as Bienais de Veneza: diferentes tipos de materiais Horizonte. Começa a expor seus 32ª/1964 e 36ª/1972, esta com industriais como borracha, trabalhos em 1959, primeiro no Salas Especiais e grandes chumbo e lâmpadas. Artista Museu de Arte Moderna do Rio esculturas nos jardins; e a 11ª muito ligado aos escultores de Janeiro e, em seguida, no Bienal de Escultura ao Ar Livre minimalistas tais como Donald Belvedere da Sé, em Salvador. do Museu de Middelheim, em Judd, Robert Morris e Frank Em 1960, ganha o primeiro Stella. Conhecido também por Antuérpia, Bélgica. Figurou em prêmio na categoria escultura colocar em confronto a obra e o várias Bienais de São Paulo, com do 15º Salão do Museu de espaço público. Ainda Sala Especial, na 8ª/1965 e Belas-Artes de Belo Horizonte. adolescente trabalhava em suas Participa, no mesmo ano, da participação na Sala Especial férias numa siderúrgica onde teve Exposição Internacional de Arte “Em Busca da Essência”, na seu primeiro contato com o metal 19ª/1987. Obras sua figuram em Concreta, em Zurique, na Suíça. e com o trabalho em altas Museus, Instituições Culturais, A partir de então, adota o temperaturas. Filho de um coleções particulares, edifícios neoconcretismo e passa a criar espanhol e de uma russa, Serra se empresariais. Suas peças de formou em Inglês e pós-graduou as esculturas de ferro e aço recortados em formato grandes formatos podem ser em Arte na Universidade de Yale. Após voltar de uma temporada na geométrico que o tornam e n c o n t ra d a s e m e s p a ç o s Europa na segunda metade da conhecido. Escultor, desenhista públicos de várias cidades do década de 1960, Serra mergulha e diagramador mineiro. Um dos Brasil. na onda do minimalismo e da maiores expoentes do desconstrução. neoconcretismo.
  22. 22. 4 Amarelo - 2002 5 Serigrafia,2011 - 100x150 cm 6 B17 Bólide Vidro 5 , exta 1965 EDUARDO SUED 88 x 116 x 15 cm HELIO OITICICAWALTERCIO CALDAS Serigrafia,2005 - 67x72 cm Penetrável PN1 , 1960 Formato cego -1982 204 x 150 x 150 cm Paseo de las Américas, em Punta del Este Nasceu no Rio de Janeiro em (Rio de Janeiro – RJ 1925). Pintor, Hélio Oiticica (Rio de Janeiro - RJ 1946. No início dos anos 1960, gravador, ilustrador, desenhista e 1937 -1980). Artista performático, Waltércio Caldas se interessa professor. Gradua-se na Escola pintor e escultor. Inicia, com o pela arte e passa a freqüentar Nacional de Engenharia do Rio de irmão César Oiticica, estudos de exposições no Rio de Janeiro. Janeiro, em 1948. Entre 1950 e pintura e desenho com Ivan Serpa Estuda com Ivan Serpa, no 1951, trabalha como desenhista no no Museu de Arte Moderna do Rio escritório do arquiteto Oscar de Janeiro - MAM/RJ, em 1954. Museu de Arte Moderna do Rio de Niemeyer (1907). O artista não se Nesse ano, escreve seu primeiro Janeiro – MAM/RJ, a partir de vincula a nenhum movimento texto sobre artes plásticas; a partir 1964. Na década de 1970 editou mantendo-se alheio aos debates da daí o registro escrito de reflexões a revista Malasartes e lecionou época. Sua carreira teve uma breve sobre arte e sua produção torna-se artes e percepção visual no etapa pautada no figurativismo, um hábito. Abandona os trabalhos Instituto Villa-Lobos. Começou a mas logo se encaminha para bidimensionais e cria relevos expor em 1973. Nesta mesma abstração geométrica. Nos anos de espaciais, bólides, capas, década, fez algumas exposições 1970, aproxima-se das vertentes estandartes, tendas e penetráveis. individuais nos principais museus construtivas, desenvolvendo sua Em 1964, começa a fazer as do país. Na década de 1980, fez obra a partir da reflexão acerca de chamadas Manifestações exposições individuais nas mais Piet Mondrian e da Bauhaus. Entre Ambientais. Vive em Nova York na importantes galerias brasileiras. 1974 e 1980, ministra aulas de maior parte da década de 1970, Hoje é considerado um dos gravura em metal no Museu de Arte período no qual é bolsista da artistas de maior renome do Moderna do Rio de Janeiro - Fundação Guggenheim e participa Brasil, com exposições feitas em MAM/RJ da mostra Information, no Museum diversos países do mundo. of Modern Art – MoMA. Retorna ao Brasil em 1978.
  23. 23. DESIGN GRÁFICO APLICADO NO INTERIOR
  24. 24. DESIGN GRÁFICO APLICADO NA LATERAL DIREITA
  25. 25. 4.3PAINÉISINFORMATIVO
  26. 26. 1 2 3RICHARD SERRA AMILCAR DE CASRTO FRANZ WEISMANN TO LIFT - ANO 1967 91X200X152,4 CM, BORRACHA VULCANIZADA SEM TÍTULOE DOBRA EM AÇO1999 - ANO CORTEN QUADRADO EM TORÇÃO NO ESPAÇO ANO - 1985 / 200X160X220 CM, AÇO PINTADO 180X90X0,8 CM, CORTE MOMA, NOVA YORK CASA DE CULTURA LAURA ALVIM, IPANEMA - RIO DE JANEIRO CASA DE CULTURA LAURA ALVIM, IPANEMA - RIO DE JANEIRO
  27. 27. 4 5 6WALTERCIO CALDAS EDUARDO SUED HELIO OITICICA NAIPE - 2008 s/t -SOBRE TELA - 190X120 CM ACRÍLICO Díptico-1985 Bilateral-1960 63X 101 X 68, AÇO INOXIDAVEL E VIDRO EXPOSTA NA PINACOTECA DE SP - 8/02 A 7/04 DE 2013 LEILOADA EM 4 DE ABRIL DE 2011 ÓLEO POR FIOS DE NYLON - SUSPENSA SOBRE MADEIRA 130 X 100CM APROX.
  28. 28. PAINÉIS INFORMATIVO DA EXPOSIÇÃO
  29. 29. PAINÉIS INFORMATIVO DA EXPOSIÇÃO
  30. 30. 4.4PANFLETOS
  31. 31. 1 2 CASTRO SERRA PLANOPLANO A SUPERFÍCIE ENQUANTO RECURSO EXPRESSIVO A SUPERFÍCIE ENQUANTO RECURSO EXPRESSIVO ESCULTURA E ARTE ESCULTURA E ARTE 3 4 WEISMANN CALDASPLANO A SUPERFÍCIE PLANO ENQUANTO RECURSO EXPRESSIVO A SUPERFÍCIE ENQUANTO RECURSO EXPRESSIVO ESCULTURA E ARTE ESCULTURA E ARTE
  32. 32. 4.5PUBLICIDADE
  33. 33. OPLAN 15 A 19 DE ABRIL EM UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA, BLOCO 5RB A SUPERFÍCIE ENQUANTO RECURSO EXPRESSIVO ESCULTURA E ARTE
  34. 34. 5DETALHAMENTO
  35. 35. 5.1PALETASCROMÁTICA
  36. 36. LEGENDA 5% Cinza (C:0; M:0; Y:0; K:80) aplicado na tipografia do design gráfico. EXPOSITIVO 5.1 10% Branco (C:0; M:0; Y:0; K:0) aplicado na tipografia do design gráfico.SPAÇO 20% Cinza (ladrilho hidraúlico de cimento) aplicado no piso. 30% Cinza (C:0; M:0; Y:0; K:50) aplicado em painéis de vedação e no design gráfico. 35% Vermelho (tinta eletrostática KL 10-7002) aplicado aos planos autoportante e no design gráfico.
  37. 37. LEGENDAGRÁFICO 5.1 10% Cinza (C:0;M:0;Y:0;K:80) aplicado em tipografia painel explicativoDESIGN 10% Vermelho (C:18;M:100;Y:100;K:16) aplicado em palavras de destaque. 30% Branco (C:0; M:0; Y:0; K:0) aplicado no texto. 50% Cinza (C:0; M:0; Y:0; K:50) aplicado como fundo do design gráfico.
  38. 38. 5.2PAINÉISVEDAÇÃO
  39. 39. TEXTO EM SILK O A SUPERFÍCIE PLAN ENQUANTO RECURSO EXPRESSIVOPAINEL LONA PLÁSTICA ESCULTURA E ARTE
  40. 40. PAINEL LONA PLÁSTICA 2 s/ título, 1985 - Aço, 110 x 250 x 250 cm Coleção MAC/USPAMILCAR DE CASRTO Sem título- Praça da Sé TEXTO EM SILK
  41. 41. 5.3PAINÉISINFORMATIVO
  42. 42. TEXTO IMPRESSÃO NO VIDRO VIDRO DE SEGURAÇA BASE EM AÇOPERSPECTIVA EXPLODIDA E DETALHAMENTO PAINEL INFORMATIVO
  43. 43. 5.4PLANOESCULTÓRICO
  44. 44. Planos Autoportantes em açocom espessura de 1cmcom pintura eletrostática.

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