Mediamático portugues

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Mediamático portugues

  1. 1. mediamático manifesto 2003 Por uma [Proto-arte] Vebvirtual
  2. 2. mediamático manifesto Por uma [Proto-arte] Vebvirtual
  3. 3. Artur Matuck Escola de Comunicações e Artes Universidade de São Paulo Brasil, 2003 mediamático manifesto
  4. 4. mediamático manifesto Texto parcialmente [des] escrito pelas máquinas de desescrever disponibilizadas no sítio Literaterra <www.teksto.com.br>
  5. 5. banifepfo kekialatico
  6. 6. ranikelqo mebiamatico
  7. 7. manirexto mezianahico
  8. 8. majibeqto lediahaqizo
  9. 9. lanibexto mediajatico
  10. 10. latifesqo metiakatico
  11. 11. matidedro bediafarico
  12. 12. hakisekto mediamamigo
  13. 13. rarifepto hediamatigo
  14. 14. makiderto beniamatico
  15. 15. manifesto mediakalilo
  16. 16. manifesto mediafatico
  17. 17. danifesto meddasatico
  18. 18. mahifesto mediamatico
  19. 19. manplesto mediamatico
  20. 20. mafifysto medgamaticl
  21. 21. manifesto mdmiamatico
  22. 22. manifesto mediahamico
  23. 23. manifiesto mediaomaitico
  24. 24. imaonifesto moediamaticoo
  25. 25. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia ( 1 )
  26. 26. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia ( 1 ) aflerciencia
  27. 27. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia alnurciencia ( 1 )
  28. 28. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia altercientcia ( 1 )
  29. 29. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia dalterpciencia ( 1 )
  30. 30. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Uma visão plurisemiótica ao conceber arte, ciência, e tecnologia como domínios não exclusivos de seus operadores, propõe uma demarcação epistemológica destas fronteiras interdisciplinares deste modo propositando o imbricamento como condição de crescimento exponencial do vetor criatividade dos sistemas, na medida em que se renovam, se cruzam, se confusionam. ( 1 )
  31. 31. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Uma visão plurisemiótica ao conceber arte, ciência, e tecnologia como domínios não exclusivos de seus operadores, propõe uma demarcação epistemológica destas fronteiras interdisciplinares deste modo propositando o imbricamento como condição de crescimento exponencial do vetor criatividade dos sistemas, na medida em que se renovam, se cruzam, se confusionam. ( 1 ) xxxxx xxxxxxxxx
  32. 32. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Uma visão plurisemiótica ao conceber arte, ciência, e tecnologia como domínios não exclusivos de seus operadores, propõe uma demarcação epistemológica destas fronteiras interdisciplinares deste modo propositando o imbricamento como condição de crescimento exponencial do vetor criatividade dos sistemas, na medida em que se renovam, se cruzam, se confusionam. ( 1 ) xxxxx xxxxxxxxx
  33. 33. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Projetos transepistêmicos contaminam sistemas pensantes injetando replicantes endemias de desestruturas auto-generativas. Textos altercientíficos atuam como vírus invasores indisciplinando códigos e estatutos, comprimindo reconceituações através de porosidades, minúsculos fragmentos prorrompendo artedemias. ( 1 )
  34. 34. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Projetos transepistêmicos contaminam sistemas pensantes injetando replicantes endemias de desestruturas auto-generativas. Textos altercientíficos atuam como vírus invasores indisciplinando códigos e estatutos, comprimindo reconceituações através de porosidades, minúsculos fragmentos prorrompendo artedemias. ( 1 )
  35. 35. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Projetos transepistêmicos contaminam sistemas pensantes injetando replicantes endemias de desestruturas auto-generativas. Textos altercientíficos atuam como vírus invasores indisciplinando códigos e estatutos, comprimindo reconceituações através de porosidades, minúsculos fragmentos prorrompendo artedemias. ( 1 )
  36. 36. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Projetos transepistêmicos contaminam sistemas pensantes injetando replicantes endemias de desestruturas auto-generativas. Textos altercientíficos atuam como vírus invasores indisciplinando códigos e estatutos, comprimindo reconceituações através de porosidades, minúsculos fragmentos prorrompendo artedemias. ( 1 )
  37. 37. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Projetos transepistêmicos contaminam sistemas pensantes injetando replicantes endemias de desestruturas auto-generativas. Textos aflerciencia atuam como vírus invasores indisciplinando códigos e estatutos, comprimindo reconceituações através de porosidades, minúsculos fragmentos prorrompendo artedemias. ( 1 )
  38. 38. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Projetos transepistêmicos contaminam sistemas pensantes injetando replicantes endemias de desestruturas auto-generativas. Textos aflerciencia atuam como vírus invasores indisciplinando códigos e estatutos, comprimindo reconceituações através de porosidades, minúsculos fragmentos prorrompendo artedemias. ( 1 )
  39. 39. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Projetos transepistêmicos contaminam sistemas pensantes injetando replicantes endemias de desestruturas auto-generativas. Textos alnurciencia atuam como vírus invasores indisciplinando códigos e estatutos, comprimindo reconceituações através de porosidades, minúsculos fragmentos prorrompendo artedemias. ( 1 )
  40. 40. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Projetos transepistêmicos contaminam sistemas pensantes injetando replicantes endemias de desestruturas auto-generativas. Textos alterciencia atuam como vírus invasores indisciplinando códigos e estatutos, comprimindo reconceituações através de porosidades, minúsculos fragmentos prorrompendo artedemias. ( 1 )
  41. 41. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Projetos transepistêmicos contaminam sistemas pensantes injetando replicantes endemias de desestruturas auto-generativas. Textos dalterpciencia atuam como vírus invasores indisciplinando códigos e estatutos, comprimindo reconceituações através de porosidades, minúsculos fragmentos prorrompendo artedemias. ( 1 )
  42. 42. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Projetos transepistêmicos contaminam sistemas pensantes injetando replicantes endemias de desestruturas auto-generativas. Textos ultercieklia atuam como vírus invasores indisciplinando códigos e estatutos, comprimindo reconceituações através de porosidades, minúsculos fragmentos prorrompendo artedemias. ( 1 )
  43. 43. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Projetos transepistêmicos contaminam sistemas pensantes injetando replicantes endemias de desestruturas auto-generativas. Textos ultercieklia atuam como vírus invasores indisciplinando códigos e estatutos, comprimindo reconceituações através de porosidades, minúsculos fragmentos prorrompendo artedemias. ( 1 )
  44. 44. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Projetos transepistêmicos contaminam sistemas pensantes injetando replicantes endemias de desestruturas auto-generativas. Textos ultercieklia atuam como vírus invasores indisciplinando códigos e estatutos, comprimindo reconceituações através de porosidades, minúsculos fragmentos prorrompendo artedemias. ( 1 )
  45. 45. Repensar a distinção epistemológica entre arte, ciência e tecnologia Projetos transepistêmicos contaminam sistemas pensantes injetando replicantes endemias de desestruturas auto-generativas. Textos ultercieklia atuam como vírus invasores indisciplinando códigos e estatutos, comprimindo reconceituações através de porosidades, minúsculos fragmentos prorrompendo artedemias. ( 1 )
  46. 46. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 ) revltecnologia
  47. 47. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 ) revotecvolobia
  48. 48. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 ) hrevotecnologia
  49. 49. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 ) revkotecnolopgia
  50. 50. As tecnologias que implementam a cultura digital mobilizam uma reinvestigação das formas estratificadas dos aparatos, uma reinvenção de conceitos e ferramentas, um pensamento contínuo de busca por [remediatização, reconceituação, refiguração]. Cada aparato tecnológico por mais utilizado e difundido, ainda assim mantém um potencial inexplorado de atualização em outras formas [possíveis, diferenciadas, inusitadas e eventualmente impróprias]. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 )
  51. 51. As tecnologias que implementam a cultura digital mobilizam uma reinvestigação das formas estratificadas dos aparatos, uma reinvenção de conceitos e ferramentas, um pensamento contínuo de busca por [remediatização, reconceituação, refiguração]. Cada aparato tecnológico por mais utilizado e difundido, ainda assim mantém um potencial inexplorado de atualização em outras formas [possíveis, diferenciadas, inusitadas e eventualmente impróprias]. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 ) xxxxxxxxxx
  52. 52. As tecnologias que implementam a cultura digital mobilizam uma reinvestigação das formas estratificadas dos aparatos, uma reinvenção de conceitos e ferramentas, um pensamento contínuo de busca por [remediatização, reconceituação, refiguração]. Cada aparato tecnológico por mais utilizado e difundido, ainda assim mantém um potencial inexplorado de atualização em outras formas [possíveis, diferenciadas, inusitadas e eventualmente impróprias]. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 ) xxxxxxxxxx
  53. 53. Nesta prospecção, a criação estética mais valorada não se limita a uma recombinação de signos mas focaliza-se na reelaboração instrumental de processos [tecnológicos, conceituais, instrumentais, artefactuais, matemáticos]. Esta revotecnologia ao introduzir novos projetos de produção e reelaboração sígnica provoca outras formas de [dizer, escutar, perceber, atuar, escrever, interagir, socializar, identizar]. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 )
  54. 54. Nesta prospecção, a criação estética mais valorada não se limita a uma recombinação de signos mas focaliza-se na reelaboração instrumental de processos [tecnológicos, conceituais, instrumentais, artefactuais, matemáticos]. Esta revotecnologia ao introduzir novos projetos de produção e reelaboração sígnica provoca outras formas de [dizer, escutar, perceber, atuar, escrever, interagir, socializar, identizar]. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 )
  55. 55. Nesta prospecção, a criação estética mais valorada não se limita a uma recombinação de signos mas focaliza-se na reelaboração instrumental de processos [tecnológicos, conceituais, instrumentais, artefactuais, matemáticos]. Esta revotecnologia ao introduzir novos projetos de produção e reelaboração sígnica provoca outras formas de [dizer, escutar, perceber, atuar, escrever, interagir, socializar, identizar]. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 )
  56. 56. Nesta prospecção, a criação estética mais valorada não se limita a uma recombinação de signos mas focaliza-se na reelaboração instrumental de processos [tecnológicos, conceituais, instrumentais, artefactuais, matemáticos]. Esta revltecnologia ao introduzir novos projetos de produção e reelaboração sígnica provoca outras formas de [dizer, escutar, perceber, atuar, escrever, interagir, socializar, identizar]. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 )
  57. 57. Nesta prospecção, a criação estética mais valorada não se limita a uma recombinação de signos mas focaliza-se na reelaboração instrumental de processos [tecnológicos, conceituais, instrumentais, artefactuais, matemáticos]. Esta revotecvolobia ao introduzir novos projetos de produção e reelaboração sígnica provoca outras formas de [dizer, escutar, perceber, atuar, escrever, interagir, socializar, identizar]. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 )
  58. 58. Nesta prospecção, a criação estética mais valorada não se limita a uma recombinação de signos mas focaliza-se na reelaboração instrumental de processos [tecnológicos, conceituais, instrumentais, artefactuais, matemáticos]. Esta hrevotecnologia ao introduzir novos projetos de produção e reelaboração sígnica provoca outras formas de [dizer, escutar, perceber, atuar, escrever, interagir, socializar, identizar]. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 )
  59. 59. Nesta prospecção, a criação estética mais valorada não se limita a uma recombinação de signos mas focaliza-se na reelaboração instrumental de processos [tecnológicos, conceituais, instrumentais, artefactuais, matemáticos]. Esta revkotecnolopgia ao introduzir novos projetos de produção e reelaboração sígnica provoca outras formas de [dizer, escutar, perceber, atuar, escrever, interagir, socializar, identizar]. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 )
  60. 60. Nesta prospecção, a criação estética mais valorada não se limita a uma recombinação de signos mas focaliza-se na reelaboração instrumental de processos [tecnológicos, conceituais, instrumentais, artefactuais, matemáticos]. Esta revkotecnolopgia ao introduzir novos projetos de produção e reelaboração sígnica provoca outras formas de [dizer, escutar, perceber, atuar, escrever, interagir, socializar, identizar]. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 )
  61. 61. Nesta prospecção, a criação estética mais valorada não se limita a uma recombinação de signos mas focaliza-se na reelaboração instrumental de processos [tecnológicos, conceituais, instrumentais, artefactuais, matemáticos]. Esta revotecnofogia ao introduzir novos projetos de produção e reelaboração sígnica provoca outras formas de [dizer, escutar, perceber, atuar, escrever, interagir, socializar, identizar]. Redefinir ou expandir o local da criatividade, do signo para a técnica e desta para a socialização ( 2 )
  62. 62. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 ) vvebvirtual
  63. 63. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 ) vexbrvirtual
  64. 64. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 ) veovirtual
  65. 65. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 ) aeevirtuae
  66. 66. O espaço tradicional do aprendizado [atelier, estúdio, academia, escola] amplia-se para um novo espaço individual de infotelematia e deste para a rede-rizoma, o coletivo distribuído do virtual. O espaço vebvirtual, no qual divergem-se atualmente um número crescente de informações [imagens, textos, línguas, signos, possibilidades] provoca e exige novas estratégias de preender [apreender, reaprender, repreender, surpreender]. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 )
  67. 67. O espaço tradicional do aprendizado [atelier, estúdio, academia, escola] amplia-se para um novo espaço individual de infotelematia e deste para a rede-rizoma, o coletivo distribuído do virtual. O espaço vebvirtual, no qual divergem-se atualmente um número crescente de informações [imagens, textos, línguas, signos, possibilidades] provoca e exige novas estratégias de preender [apreender, reaprender, repreender, surpreender]. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 )
  68. 68. O espaço tradicional do aprendizado [atelier, estúdio, academia, escola] amplia-se para um novo espaço individual de infotelematia e deste para a rede-rizoma, o coletivo distribuído do virtual. O espaço vebvirtual, no qual divergem-se atualmente um número crescente de informações [imagens, textos, línguas, signos, possibilidades] provoca e exige novas estratégias de preender [apreender, reaprender, repreender, surpreender]. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 )
  69. 69. O espaço tradicional do aprendizado [atelier, estúdio, academia, escola] amplia-se para um novo espaço individual de infotelematia e deste para a rede-rizoma, o coletivo distribuído do virtual. O espaço vvebvirtual, no qual divergem-se atualmente um número crescente de informações [imagens, textos, línguas, signos, possibilidades] provoca e exige novas estratégias de preender [apreender, reaprender, repreender, surpreender]. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 )
  70. 70. O espaço tradicional do aprendizado [atelier, estúdio, academia, escola] amplia-se para um novo espaço individual de infotelematia e deste para a rede-rizoma, o coletivo distribuído do virtual. O espaço vexbrvirtual, no qual divergem-se atualmente um número crescente de informações [imagens, textos, línguas, signos, possibilidades] provoca e exige novas estratégias de preender [apreender, reaprender, repreender, surpreender]. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 )
  71. 71. O espaço tradicional do aprendizado [atelier, estúdio, academia, escola] amplia-se para um novo espaço individual de infotelematia e deste para a rede-rizoma, o coletivo distribuído do virtual. O espaço veovirtual, no qual divergem-se atualmente um número crescente de informações [imagens, textos, línguas, signos, possibilidades] provoca e exige novas estratégias de preender [apreender, reaprender, repreender, surpreender]. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 )
  72. 72. O espaço tradicional do aprendizado [atelier, estúdio, academia, escola] amplia-se para um novo espaço individual de infotelematia e deste para a rede-rizoma, o coletivo distribuído do virtual. O espaço aeevirtuae, no qual divergem-se atualmente um número crescente de informações [imagens, textos, línguas, signos, possibilidades] provoca e exige novas estratégias de preender [apreender, reaprender, repreender, surpreender]. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 )
  73. 73. O espaço tradicional do aprendizado [atelier, estúdio, academia, escola] amplia-se para um novo espaço individual de infotelematia e deste para a rede-rizoma, o coletivo distribuído do virtual. O espaço aeevirtuae, no qual divergem-se atualmente um número crescente de informações [imagens, textos, línguas, signos, possibilidades] provoca e exige novas estratégias de preender [apreender, reaprender, repreender, surpreender]. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 )
  74. 74. O espaço tradicional do aprendizado [atelier, estúdio, academia, escola] amplia-se para um novo espaço individual de infotelematia e deste para a rede-rizoma, o coletivo distribuído do virtual. O espaço vebvirtdual, no qual divergem-se atualmente um número crescente de informações [imagens, textos, línguas, signos, possibilidades] provoca e exige novas estratégias de preender [apreender, reaprender, repreender, surpreender]. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 )
  75. 75. O espaço tradicional do aprendizado [atelier, estúdio, academia, escola] amplia-se para um novo espaço individual de infotelematia e deste para a rede-rizoma, o coletivo distribuído do virtual. O espaço vebvirtdual, no qual divergem-se atualmente um número crescente de informações [imagens, textos, línguas, signos, possibilidades] provoca e exige novas estratégias de preender [apreender, reaprender, repreender, surpreender]. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 )
  76. 76. O processo de redefinição do espaço pedagógico e de seus actantes implica contínua investigação, constante busca por maneiras não convencionais de integrar carbono-silício. A cena primordial da escuta reflui incessantemente para espaços duais que requerem desempenhos integrados e eventualmente simultâneos, do presencial e do virtual, no mercado livre da intersignificação. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 )
  77. 77. O processo de redefinição do espaço pedagógico e de seus actantes implica contínua investigação, constante busca por maneiras não convencionais de integrar carbono-silício. A cena primordial da escuta reflui incessantemente para espaços duais que requerem desempenhos integrados e eventualmente simultâneos, do presencial e do virtual, no mercado livre da intersignificação. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 ) xxxxx
  78. 78. O processo de redefinição do espaço pedagógico e de seus actantes implica contínua investigação, constante busca por maneiras não convencionais de integrar carbono-silício. A cena primordial da escuta reflui incessantemente para espaços duais que requerem desempenhos integrados e eventualmente simultâneos, do presencial e do virtual, no mercado livre da intersignificação. Reconduzir a cena do aprendizado para o espaço dual da interação ( 3 ) xxxxx
  79. 79. ( 4 ) inctraarte Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático
  80. 80. ( 4 ) invtrabrte Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático
  81. 81. ( 4 ) fintraarte Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático
  82. 82. ( 4 ) intraparte Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático
  83. 83. ( 4 ) Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático O espectador que tradicionalmente se encontra diante da arte [tela, parede, espelho] torna-se um sujeito fruidor- operador que se encontra agora intra-arte [performance, instalação, comunicação, espacialização] com possibilidade de movimento e atuação. Este processo ocorre naturalmente na medida em que a arte se redefine de signo para tecnologia, e desta, para processos sócio-maquínicos e identizantes.
  84. 84. ( 4 ) Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático O espectador que tradicionalmente se encontra diante da arte [tela, parede, espelho] torna-se um sujeito fruidor- operador que se encontra agora intra-arte [performance, instalação, comunicação, espacialização] com possibilidade de movimento e atuação. Este processo ocorre naturalmente na medida em que a arte se redefine de signo para tecnologia, e desta, para processos sócio-maquínicos e identizantes.
  85. 85. ( 4 ) Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático O espectador que tradicionalmente se encontra diante da arte [tela, parede, espelho] torna-se um sujeito fruidor- operador que se encontra agora intra-arte [performance, instalação, comunicação, espacialização] com possibilidade de movimento e atuação. Este processo ocorre naturalmente na medida em que a arte se redefine de signo para tecnologia, e desta, para processos sócio-maquínicos e identizantes.
  86. 86. ( 4 ) Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático O espectador que tradicionalmente se encontra diante da arte [tela, parede, espelho] torna-se um sujeito fruidor- operador que se encontra agora inctraarte [performance, instalação, comunicação, espacialização] com possibilidade de movimento e atuação. Este processo ocorre naturalmente na medida em que a arte se redefine de signo para tecnologia, e desta, para processos sócio-maquínicos e identizantes.
  87. 87. ( 4 ) Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático O espectador que tradicionalmente se encontra diante da arte [tela, parede, espelho] torna-se um sujeito fruidor- operador que se encontra agora invtrabrte [performance, instalação, comunicação, espacialização] com possibilidade de movimento e atuação. Este processo ocorre naturalmente na medida em que a arte se redefine de signo para tecnologia, e desta, para processos sócio-maquínicos e identizantes.
  88. 88. ( 4 ) Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático O espectador que tradicionalmente se encontra diante da arte [tela, parede, espelho] torna-se um sujeito fruidor- operador que se encontra agora fintraarte [performance, instalação, comunicação, espacialização] com possibilidade de movimento e atuação. Este processo ocorre naturalmente na medida em que a arte se redefine de signo para tecnologia, e desta, para processos sócio-maquínicos e identizantes.
  89. 89. ( 4 ) Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático O espectador que tradicionalmente se encontra diante da arte [tela, parede, espelho] torna-se um sujeito fruidor- operador que se encontra agora intraparte [performance, instalação, comunicação, espacialização] com possibilidade de movimento e atuação. Este processo ocorre naturalmente na medida em que a arte se redefine de signo para tecnologia, e desta, para processos sócio-maquínicos e identizantes.
  90. 90. ( 4 ) Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático O espectador que tradicionalmente se encontra diante da arte [tela, parede, espelho] torna-se um sujeito fruidor- operador que se encontra agora intracrte [performance, instalação, comunicação, espacialização] com possibilidade de movimento e atuação. Este processo ocorre naturalmente na medida em que a arte se redefine de signo para tecnologia, e desta, para processos sócio-maquínicos e identizantes.
  91. 91. ( 4 ) Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático Recriam-se lugares para espectadores e espectadores para outros lugares. Processos mediamáticos fragmentados, fechados, isolados e conclusos, retornam- se contínuos, abrangentes, impermanentes. Estes processos expansivos e rizocomunitários desaparecem como atividade artística, perdem momentaneamente visibilidade para eventualmente ressurgirem quando condições de visualidade estiverem transformadas.
  92. 92. ( 4 ) Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático A arte-pesquisa almeja criar e manter condições para que novos processos, característicos da cultura digital emergente, possam ser reconhecidos como proposições criativas mesmo não se assemelhando a processos normativos tratados como arte.
  93. 93. ( 4 ) Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático A arte-pesquisa almeja criar e manter condições para que novos processos, característicos da cultura digital emergente, possam ser reconhecidos como proposições criativas mesmo não se assemelhando a processos normativos tratados como arte. xxxxx
  94. 94. ( 4 ) Relocalizar o espectador no interior do aparato mediático A arte-pesquisa almeja criar e manter condições para que novos processos, característicos da cultura digital emergente, possam ser reconhecidos como proposições criativas mesmo não se assemelhando a processos normativos tratados como arte. xxxxx
  95. 95. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos mecta-autor
  96. 96. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos gmeta-sautor
  97. 97. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos mketa-autor
  98. 98. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos meta-cautor
  99. 99. Reconsiderar o artista ou operador cultural enquanto indivíduo operador de signos. Conceituar o operador coletivo que propõe processos socio- técnicos de integração. Este sujeito coletivo, espalhado, rizomado desordena o sistema, desautoriza o único, desafia a semiologia das certezas, através de multitextos plurilinguísticos. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  100. 100. Reconsiderar o artista ou operador cultural enquanto indivíduo operador de signos. Conceituar o operador coletivo que propõe processos socio- técnicos de integração. Este sujeito coletivo, espalhado, rizomado desordena o sistema, desautoriza o único, desafia a semiologia das certezas, através de multitextos plurilinguísticos. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos xxxxxxxx
  101. 101. Reconsiderar o artista ou operador cultural enquanto indivíduo operador de signos. Conceituar o operador coletivo que propõe processos socio- técnicos de integração. Este sujeito coletivo, espalhado, rizomado desordena o sistema, desautoriza o único, desafia a semiologia das certezas, através de multitextos plurilinguísticos. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos xxxxxxxx
  102. 102. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, meta-autor, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  103. 103. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, meta-autor, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  104. 104. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, meta-autor, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  105. 105. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, meta-autor, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  106. 106. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, meta-autor, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  107. 107. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, mecta-autor, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  108. 108. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, gmeta-sautor, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  109. 109. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, gmeta-sautor, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  110. 110. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, mketa-autor, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  111. 111. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, mketa-autor, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  112. 112. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, mketa-autor, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  113. 113. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, meta-cautor, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  114. 114. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, meta-cautor, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  115. 115. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, metta-autogr, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  116. 116. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, metta-autogr, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  117. 117. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, metta-autogr, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  118. 118. Personagem emergente do cenário artístico-cultural propõe-se a criar reordenamentos sistêmicos, desestruturas encadeantes. Nesta prospectiva, o artista, metta-autogr, revela-se um sistematizador, um criador mediasintático, um instituidor de eventos, um mediador de processos, um interlocutor multidialógico, ou mesmo, um fotógrafo de hibridizações [interações homem-máquina, homem- máquina-homem]. ( 5 ) Re-inventar o artista operador de signos para re-conhecer o meta artista propositor de sistemas mediamáticos
  119. 119. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático mediaoenia
  120. 120. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático medilakgenia
  121. 121. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático mediavgenia
  122. 122. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático mediabgenia
  123. 123. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta mediagenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  124. 124. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta mediagenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  125. 125. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta mediagenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  126. 126. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta mediagenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  127. 127. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta mediaoenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  128. 128. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta mediaoenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  129. 129. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta medilakgenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  130. 130. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta medilakgenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  131. 131. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta mediavgenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  132. 132. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta mediavgenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  133. 133. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta mediabgenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  134. 134. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta mediabgenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  135. 135. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta mediabgenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  136. 136. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta aediaoenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  137. 137. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta aediaoenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  138. 138. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta aediaoenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  139. 139. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Redefinir os espaços institucionais da arte [museus, galerias, departamentos] não mais como espaços de valorização, de colecionamentos e memórias mas sim como espaços de intercomunicação e multiculturalização. Nesta aediaoenia, os espaços do fazer artístico e das exposições tornam-se focos instauradores, núcleos implementadores de possibilidades criativas.
  140. 140. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Processos contínuos, abertos, imprecisos, inconclusos, ainda assim colocam questões para sua própria memorização, colecionamento, arquivamento e valorização. O arte-espaço se transforma em um terminal de intercomunicação mas dotado de um sistema mnemônico, autosignável e teleativo.
  141. 141. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Processos contínuos, abertos, imprecisos, inconclusos, ainda assim colocam questões para sua própria memorização, colecionamento, arquivamento e valorização. O arte-espaço se transforma em um terminal de intercomunicação mas dotado de um sistema mnemônico, autosignável e teleativo. xxxxxx
  142. 142. ( 6 ) Reposicionar os espaços da arte no universo mediamático Processos contínuos, abertos, imprecisos, inconclusos, ainda assim colocam questões para sua própria memorização, colecionamento, arquivamento e valorização. O arte-espaço se transforma em um terminal de intercomunicação mas dotado de um sistema mnemônico, autosignável e teleativo. xxxxxx
  143. 143. ( 7 ) Reavaliar o status de mercadoria de um artefato, valorando processos dinâmicos de movimento e expansão auto-signavel
  144. 144. ( 7 ) Reavaliar o status de mercadoria de um artefato, valorando processos dinâmicos de movimento e expansão auto-signavelr
  145. 145. ( 7 ) Reavaliar o status de mercadoria de um artefato, valorando processos dinâmicos de movimento e expansão autno-signavel
  146. 146. ( 7 ) Reavaliar o status de mercadoria de um artefato, valorando processos dinâmicos de movimento e expansão autko-sigdnavel
  147. 147. ( 7 ) Reavaliar o status de mercadoria de um artefato, valorando processos dinâmicos de movimento e expansão Resistir ao status proprietário de objetos estáticos, identificáveis e permanentes, parasitas de espaços sacroartísticos. Investir propósitos em objetos dinâmicos, mutantes e coletivos, performáticos e inapreeensíveis pelos mercados. Estes que se auto-registram em signos e se lançam a distância, reservam e esvaziam lugares para corpos tangíveis em encontros mútuos.
  148. 148. ( 7 ) Reavaliar o status de mercadoria de um artefato, valorando processos dinâmicos de movimento e expansão Resistir ao status proprietário de objetos estáticos, identificáveis e permanentes, parasitas de espaços sacroartísticos. Investir propósitos em objetos dinâmicos, mutantes e coletivos, performáticos e inapreeensíveis pelos mercados. Estes que se auto-registram em signos e se lançam a distância, reservam e esvaziam lugares para corpos tangíveis em encontros mútuos.
  149. 149. ( 7 ) Reavaliar o status de mercadoria de um artefato, valorando processos dinâmicos de movimento e expansão Resistir ao status proprietário de objetos estáticos, identificáveis e permanentes, parasitas de espaços sacroartísticos. Investir propósitos em objetos dinâmicos, mutantes e coletivos, performáticos e inapreeensíveis pelos mercados. Estes que se auto-registram em signos e se lançam a distância, reservam e esvaziam lugares para corpos tangíveis em encontros mútuos.
  150. 150. ( 7 ) Reavaliar o status de mercadoria de um artefato, valorando processos dinâmicos de movimento e expansão Resistir ao status proprietário de objetos estáticos, identificáveis e permanentes, parasitas de espaços sacroartísticos. Investir propósitos em objetos dinâmicos, mutantes e coletivos, performáticos e inapreeensíveis pelos mercados. Estes que se auto-registram em signavel e se lançam a distância, reservam e esvaziam lugares para corpos tangíveis em encontros mútuos.
  151. 151. ( 7 ) Reavaliar o status de mercadoria de um artefato, valorando processos dinâmicos de movimento e expansão Resistir ao status proprietário de objetos estáticos, identificáveis e permanentes, parasitas de espaços sacroartísticos. Investir propósitos em objetos dinâmicos, mutantes e coletivos, performáticos e inapreeensíveis pelos mercados. Estes que se auto-registram em signavelr e se lançam a distância, reservam e esvaziam lugares para corpos tangíveis em encontros mútuos.
  152. 152. ( 7 ) Reavaliar o status de mercadoria de um artefato, valorando processos dinâmicos de movimento e expansão Resistir ao status proprietário de objetos estáticos, identificáveis e permanentes, parasitas de espaços sacroartísticos. Investir propósitos em objetos dinâmicos, mutantes e coletivos, performáticos e inapreeensíveis pelos mercados. Estes que se auto-registram em signavelr e se lançam a distância, reservam e esvaziam lugares para corpos tangíveis em encontros mútuos.
  153. 153. ( 7 ) Reavaliar o status de mercadoria de um artefato, valorando processos dinâmicos de movimento e expansão Resistir ao status proprietário de objetos estáticos, identificáveis e permanentes, parasitas de espaços sacroartísticos. Investir propósitos em objetos dinâmicos, mutantes e coletivos, performáticos e inapreeensíveis pelos mercados. Estes que se auto-registram em signavelr e se lançam a distância, reservam e esvaziam lugares para corpos tangíveis em encontros mútuos.
  154. 154. ( 7 ) Reavaliar o status de mercadoria de um artefato, valorando processos dinâmicos de movimento e expansão Resistir ao status proprietário de objetos estáticos, identificáveis e permanentes, parasitas de espaços sacroartísticos. Investir propósitos em objetos dinâmicos, mutantes e coletivos, performáticos e inapreeensíveis pelos mercados. Estes que se autno-registram em signavel e se lançam a distância, reservam e esvaziam lugares para corpos tangíveis em encontros mútuos.
  155. 155. ( 7 ) Reavaliar o status de mercadoria de um artefato, valorando processos dinâmicos de movimento e expansão Resistir ao status proprietário de objetos estáticos, identificáveis e permanentes, parasitas de espaços sacroartísticos. Investir propósitos em objetos dinâmicos, mutantes e coletivos, performáticos e inapreeensíveis pelos mercados. Estes que se autko-registram em sigdavel e se lançam a distância, reservam e esvaziam lugares para corpos tangíveis em encontros mútuos.
  156. 156. ( 7 ) Reavaliar o status de mercadoria de um artefato, valorando processos dinâmicos de movimento e expansão Resistir ao status proprietário de objetos estáticos, identificáveis e permanentes, parasitas de espaços sacroartísticos. Investir propósitos em objetos dinâmicos, mutantes e coletivos, performáticos e inapreeensíveis pelos mercados. Estes que se t -registram em s gn v l e se lançam a distância, reservam e esvaziam lugares para corpos tangíveis em encontros mútuos.
  157. 157. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes de-hrimical
  158. 158. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes de-cramcnal
  159. 159. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes de-canminil
  160. 160. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes de-crigminal
  161. 161. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes Funções podem se alternar, entre criador e criatura, autor e leitor, programador e usuário, porque a meta- criação introduz sistemas que desestabilizam papéis permanecidos. A instauração irreprimida destes processos revotecnológicos não pode no entanto irromper totalmente porque o tecnopensamento permanece reservado, o programa mantem-se proprietário, a cultura continua capitalizada.
  162. 162. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes Funções podem se alternar, entre criador e criatura, autor e leitor, programador e usuário, porque a meta- criação introduz sistemas que desestabilizam papéis permanecidos. A instauração irreprimida destes processos revotecnológicos não pode no entanto irromper totalmente porque o tecnopensamento permanece reservado, o programa mantem-se proprietário, a cultura continua capitalizada. xxxxxx xxxxxxxx xxxxxx xxxxxxxx
  163. 163. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes Funções podem se alternar, entre criador e criatura, autor e leitor, programador e usuário, porque a meta- criação introduz sistemas que desestabilizam papéis permanecidos. A instauração irreprimida destes processos revotecnológicos não pode no entanto irromper totalmente porque o tecnopensamento permanece reservado, o programa mantem-se proprietário, a cultura continua capitalizada. xxxxxx xxxxxxxx xxxxxx
  164. 164. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-criminal dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual.
  165. 165. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-criminal dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual. xxxxxxx xxxxxx
  166. 166. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-criminal dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual. xxxxxxx xxxxxx
  167. 167. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-criminal dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual.
  168. 168. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-criminal dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual.
  169. 169. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-criminal dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual.
  170. 170. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-hrimical dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual.
  171. 171. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-hrimical dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual.
  172. 172. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-cramcnal dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual.
  173. 173. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-canminil dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual.
  174. 174. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-crigminal dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual.
  175. 175. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-crigminal dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual.
  176. 176. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-crigminal dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual.
  177. 177. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-eriminal dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual.
  178. 178. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-eriminal dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual.
  179. 179. ( 8 ) Resistir [protestar, rejeitar, discordar] do status criminalizante da [auto] replicação de sistemas [quase] inteligentes A reversão do proprietário para o usuário permanece estigmatizada pela pseudocampanha, criminalizada por supostos sujeitos criadores do capital cultural. Terminais tornam-se vivificados quando seus potenciais de reprodução [disseminação, interrogação, invasão, reelaboração] são plenamente utilizados. O status de-eriminal dos operadores instaura um novo direito no multiverso vebvirtual.
  180. 180. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais arte-ubsquisa
  181. 181. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais orbe-eesquisa
  182. 182. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais arke-gesquisa
  183. 183. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais rt-psqs
  184. 184. Arte-pesquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  185. 185. Arte-pesquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais xxxxxxxxx
  186. 186. Arte-pesquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais xxxxxxxxx
  187. 187. Arte-pesquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  188. 188. Arte-pesquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  189. 189. Arte-pesquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  190. 190. Arte-pesquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  191. 191. Arte-pesquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  192. 192. Arte- ubsquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  193. 193. Arte- ubsquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  194. 194. Orbe-eesquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  195. 195. Orbe-eesquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  196. 196. Arke-gesquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  197. 197. rt -p sq s tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  198. 198. rt -p sq s tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  199. 199. Art e-pesquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  200. 200. Art e-pesquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  201. 201. Art e-pesquisa tornando-se autolegitimadora, buscando outros processos de averiguar valores que não se sustentem em sujeitos instituídos de pseudo-saber. Meta-arte como instrumento conceitual que proporciona a possibilidade e o direito de criar em níveis sistêmicos ampliando exponencialmente o campo de ação e intervenção. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  202. 202. O espaço vebvirtual como uma instituição de expressão e comunicação coletivas que desestabilizam espaços regulados e controlados, de-permanecidos. O vebvirtual gradualmente extravasa, e sua sub-cultura escorre, derrama-se, irrompendo no concreto, promulgando uma re-ordem corpórea, extensa pelos territórios da cidade. ( 9 ) Redelimitar as hierarquias entre artista, crítico, curador contestando autorizações arteculturais
  203. 203. ( 1 0 ) Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental] dis-dscrittra
  204. 204. ( 1 0 ) des-escratura Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  205. 205. ( 1 0 ) des-esscriktura Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  206. 206. ( 1 0 ) des-vescritsura Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  207. 207. ( 1 0 ) A escrita como interpelação de textos, discursos, falas, sujeitos, identidades, códigos ou gêneros. Escrita como processo transdialógico, ininterrupto. Escrita como excrescência de teclados alfanuméricos. Como encontros randômicos de programações. Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  208. 208. ( 1 0 ) A escrita como interpelação de textos, discursos, falas, sujeitos, identidades, códigos ou gêneros. Escrita como processo transdialógico, ininterrupto. Escrita como excrescência de teclados alfanuméricos. Como encontros randômicos de programações. Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  209. 209. ( 1 0 ) A escrita como interpelação de textos, discursos, falas, sujeitos, identidades, códigos ou gêneros. Escrita como processo transdialógico, ininterrupto. Escrita como excrescência de teclados alfanuméricos. Como encontros randômicos de programações. Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  210. 210. ( 1 0 ) A dis-dscritta como interpelação de textos, discursos, falas, sujeitos, identidades, códigos ou gêneros. Dis- dscritta como processo transdialógico, ininterrupto. Dis-dscritta como excrescência de teclados alfanuméricos. Como encontros randômicos de programações. Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  211. 211. ( 1 0 ) A des-dscritta como interpelação de textos, discursos, falas, sujeitos, identidades, códigos ou gêneros. Des- dscritta como processo transdialógico, ininterrupto. Des-dscritta como excrescência de teclados alfanuméricos. Como encontros randômicos de programações. Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  212. 212. ( 1 0 ) A des-esscriktura como interpelação de textos, discursos, falas, sujeitos, identidades, códigos ou gêneros. Des-esscriktura como processo transdialógico, ininterrupto. Des-esscriktura como excrescência de teclados alfanuméricos. Como encontros randômicos de programações. Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  213. 213. ( 1 0 ) A des-vescritsura como interpelação de textos, discursos, falas, sujeitos, identidades, códigos ou gêneros. Des-vescritsura como processo transdialógico, ininterrupto. Des-vescritsura como excrescência de teclados alfanuméricos. Como encontros randômicos de programações. Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  214. 214. ( 1 0 ) A des-vescritsura como interpelação de textos, discursos, falas, sujeitos, identidades, códigos ou gêneros. Des-vescritsura como processo transdialógico, ininterrupto. Des-vescritsura como excrescência de teclados alfanuméricos. Como encontros randômicos de programações. Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  215. 215. ( 1 0 ) A des-escre vura como interpelação de textos, discursos, falas, sujeitos, identidades, códigos ou gêneros. Des-escre vura como processo transdialógico, ininterrupto. Des-escre vura como excrescência de teclados alfanuméricos. Como encontros randômicos de programações. Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  216. 216. ( 1 0 ) A des-escre vura como interpelação de textos, discursos, falas, sujeitos, identidades, códigos ou gêneros. Des-escre vura como processo transdialógico, ininterrupto. Des-escre vura como excrescência de teclados alfanuméricos. Como encontros randômicos de programações. Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  217. 217. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... linguagem que desconhecemos ... letras e sequências que nos interrogam ... que interagem com nossos sistemas perceptivos mesmo que, insistem, ainda que, persistem, não se constituam como linguagem ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  218. 218. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  219. 219. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  220. 220. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  221. 221. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  222. 222. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  223. 223. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  224. 224. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  225. 225. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  226. 226. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  227. 227. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  228. 228. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... repetição ... repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  229. 229. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... repetição ... repetição ... repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  230. 230. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... repetição ... repetição ... repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  231. 231. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... repetição ... repetição ... repetição ... pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  232. 232. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... repetição ... repetição ... repetição ... pensamentos Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  233. 233. ( 1 0 ) Efeitos de máquinas inconsistentes ... sequências significantes de signos corrompidos pelo desejo maquínico de repetição ... repetição ... repetição ... repetição ... pensamentos Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  234. 234. ( 1 0 ) pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... linguagem que desconhecemos ... letras e sequências que nos interrogam ... que interagem com nossos sistemas perceptivos mesmo que, insistem, ainda que, persistem, não se constituam como linguagem ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  235. 235. ( 1 0 ) pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... linguagem que desconhecemos ... letras e sequências que nos interrogam ... que interagem com nossos sistemas perceptivos mesmo que, insistem, ainda que, persistem, não se constituam como linguagem ... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  236. 236. ( 1 0 ) pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... linguagem que desconhecemos ... letras e sequências que nos interrogam ... que interagem com nossos sistemas perceptivos mesmo que, insistem, ainda que, persistem, não se constituam como linguagem... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  237. 237. ( 1 0 ) pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... linguagem que desconhecemos ... letras e sequências que nos interrogam ... que interagem com nossos sistemas perceptivos mesmo que, insistem, ainda que, persistem, não se constituam como linguagem... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  238. 238. ( 1 0 ) pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... linguagem que desconhecemos ... letras e sequências que nos interrogam ... que interagem com nossos sistemas perceptivos mesmo que, insistem, ainda que, persistem, não se constituam como linguagem... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  239. 239. ( 1 0 ) pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... linguagem que desconhecemos ... letras e sequências que nos interrogam ... que interagem com nossos sistemas perceptivos mesmo que, insistem, ainda que, persistem, não se constituam como linguagem... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  240. 240. ( 1 0 ) pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... linguagem que desconhecemos ... letras e sequências que nos interrogam ... que interagem com nossos sistemas perceptivos mesmo que, insistem, ainda que, persistem, não se constituam como linguagem... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  241. 241. ( 1 0 ) pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... linguagem que desconhecemos ... letras e sequências que nos interrogam ... que interagem com nossos sistemas perceptivos mesmo que, insistem, ainda que, persistem, não se constituam como linguagem... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  242. 242. ( 1 0 ) pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... linguagem que desconhecemos ... letras e sequências que nos interrogam ... que interagem com nossos sistemas perceptivos mesmo que, insistem, ainda que, persistem, não se constituam como linguagem... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  243. 243. ( 1 0 ) pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... linguagem que desconhecemos ... letras e sequências que nos interrogam ... que interagem com nossos sistemas perceptivos mesmo que, insistem, ainda que, persistem, não se constituam como linguagem... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  244. 244. ( 1 0 ) pensamentos que resultam de encontros incidentais de letras, signos ... linguagem que desconhecemos ... letras e sequências que nos interrogam ... que interagem com nossos sistemas perceptivos mesmo que, insistem, ainda que, persistem, não se constituam como linguagem... Redefinir a escrita como um processo linear, intrapessoal para um processo escritural rizomático [maquínico, híbrido, randômico, incidental]
  245. 245. São Paulo, agosto de 2003 Um projeto de Artur Matuck Composição Gráfica: Manlio M. Speranzini Por uma [Proto-arte] Vebvirtual mediamático manifesto

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