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NOTA INTRODUTÓRIA

Em outras épocas da história da Humanidade registaram-se
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Quadro1 – Fases da actividade gripal definidas pela OMS

Fases ou Períodos               ...
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MÉTODOS

A metodologia a utilizar permite alertar para a saúde,
melhorar     o conhecimen...
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CONSELHEIRO

Julieta Serra

(Coordenadora da Saúde Escolar)



GESTÃO DE SERVIÇOS E MATER...
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2 – Funcionária refeitório e sala de convívio dos alunos

1- Funcionária por cada três sa...
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com gripe;

• O contacto com os Encarregados de Educação, no caso de
suspeita de alunos c...
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A assistente operativa responsável pelo serviço de apoio à
docência assegura se os funcio...
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IDENTIFICAÇÃO DAS MEDIDAS DE MANUTENÇÃO DA

ACTIVIDADE ESCOLAR EM SITUAÇÃO DE CRISE

A ev...
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2- Limpeza da escola

• Reposição de stoks de produtos de higiene com fornecedores
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Medidas de Prevenção e Controlo da Gripe

ACTIVIDADES

1. Informaçã...
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1. características do vírus, modo de transmissão e
medidas para a sua minimização

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4. apresentação do plano de contingência da escola

- Nesta actividade será, ainda, descr...
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aluno – caso fora do contexto de sala de aula




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 Os professores Directores de Turma serão, ainda, informados
que no âmbito do plano dever...
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Ao longo das duas primeiras semanas de aulas serão
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(C) Introduzir-se-á a venda de lenços de papel e álcool a
70º na papelaria, e manter-se-ã...
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  1. 1. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 1
  2. 2. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A 1. NOTA INTRODUTÓRIA 2. FINALIDADE 3. PÚBLICO - ALVO OUTROS PÚBLICOS 4. MÉTODOS 5. EQUIPA OPERATIVA 6. CADEIA DE COMANDO E CONTROLO 7. IDENTIFICAÇÃO DAS MEDIDAS DE MANUTENÇÃO DA 8. ACTIVIDADE ESCOLAR EM SITUAÇÃO DE CRISE 9. PLANO DE INTERVENÇÃO 10. ACTIVIDADES 11. AVALIAÇÃO 12. CRONOGRAMA 13. ORÇAMENTO 14. LISTA DE VERIFICAÇÃO DO PLANO DE CONTINGÊNCIA (DGS) 15. ANEXO A 16. GRELHAS DE OBSERVAÇÃO/ QUESTIONÀRIO 17. ANEXO B 18. CARTAZES A COLOCAR NAS SALAS DE AULA E LOCAIS ESTRATÉGICOS 19. BIBLIOGRAFIA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 2
  3. 3. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A NOTA INTRODUTÓRIA Em outras épocas da história da Humanidade registaram-se pandemias de gripe, as últimas ocorreram no séc. XX. Em 1918, a Gripe Espanhola provocou a morte entre 20 a 50 milhões de pessoas. Em 1968, a gripe de Hong Kong espalhou medo e terror pelo mundo, e fez um milhão de vítimas fatais. Em 1957, chegaram a morrer dois milhões de pessoas – principalmente idosos e crianças – vítimas da gripe asiática. Apesar da evolução verificada ao longo dos anos no sentido de uma melhoria das condições sociais e de tratamento, hoje completamente diferentes, a história mostra-nos que é necessário agir com rapidez e eficiência de modo a minimizar o impacto que este novo vírus poderá provocar na saúde das populações. Este novo agente, resulta de uma combinação de um vírus humano, aviário e suíno e, como para todos os vírus pandémicos, a população humana tem pouca ou nenhuma imunidade sendo assim altamente patogénico adquirindo capacidade de se transmitir eficaz e continuadamente entre seres humanos. Assim, é importante intervir no sentido de diminuir a probabilidade de contágio. O vírus transmite-se de pessoa para pessoa através de gotículas libertadas quando se fala, tosse ou espirra. Os contactos mais próximos (a menos de 1 metro) com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. O vírus da gripe pode sobreviver durante várias horas nas superfícies (DGS) e, por isso, é importante mantê-las limpas[dado que o contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada depositadas em superfícies de utilização pública – como por exemplo as maçanetas das portas ou em outros materiais, como os lápis ou cadernos. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 3
  4. 4. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A As escolas são espaços prioritários para a implementação de planos de contingência para a pandemia de gripe, uma vez que pelas suas características, são locais ideais para a disseminação do vírus. São áreas onde se encontram muitas pessoas em simultâneo e cujo funcionamento implica a interacção em grupos, em salas fechadas, onde a partilha de objectos é uma constante e em situações de proximidade. Plano de contingência gripe A Na preparação das escolas para a pandemia dever-se-ão ter em conta, para além do seu espaço físico, outras actividades relacionadas com as escolares, nomeadamente o transporte para a escola. Esta intervenção deve passar por formação adequada a todos os profissionais existentes nas escolas, funcionários docentes e não docentes, e a todos os alunos, para que estes saibam agir e proteger-se face à ameaça, quer na escola quer em outros ambientes por eles frequentados. A formação deve insistir principalmente na prática de hábitos de higiene saudáveis, como por exemplo, a simples lavagem das mãos. Ao preparar os alunos e restante comunidade escolar, estes actuarão como veículo de transmissão dos conhecimentos apreendidos, ensinando e alertando outros públicos, entre os quais, os seus familiares e amigos sobre os modos de agir face à gripe. No actual contexto da fase 5-6 da pandemia de Gripe A (H1N1)V e segundo as entidades reguladoras da saúde, é urgente a implementação de planos de contingência nos diversos sectores da sociedade. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 4
  5. 5. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A Quadro1 – Fases da actividade gripal definidas pela OMS Fases ou Períodos Descrição Fases 1-3 Infecção predominantemente em animais; Casos raros Fase 4 Transmissão de pessoa a pessoa sustentada Fases 5-6 Infecção Humana disseminada Período pós onda pandémica Ocorrência possível de casos novos ou recorrentes Período pós pandémico Actividade gripal ao nível sazonal Com vista a minimizar os efeitos da gripe pandémica e a permitir, tão breve quanto possível, o restabelecimento das actividades normais, os planos de contingência das escolas deverão ser adaptados às suas realidades e em concordância com as orientações da DGS. FINALIDADE Diminuir os efeitos gerais da pandemia. PÚBLICO - ALVO População docente, não docente, e discente da escola. OUTROS PÚBLICOS Família dos alunos AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 5
  6. 6. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A MÉTODOS A metodologia a utilizar permite alertar para a saúde, melhorar o conhecimento e favorecer mudanças comportamentais e sociais, capacitando o individuo para a tomada de decisões que minimizem o risco de disseminação da infecção. Assim, o plano de contingência inclui comunicações orais e escritas ao público alvo, treino de competências, alterações ao regulamento e adopção de medidas ambientais. EQUIPA OPERATIVA A equipa operativa será aquela que fará a articulação entre a escola e osserviços de saúde e deverá ser composta por um representante de cada classe. De acordo com as orientações da Direcção Geral de Saúde o coordenador desta equipa deverá ser um membro pertencente ao órgão de gestão da escola senão o representante máximo da instituição.No Agrupamento de Escolas D. Dinis – Odivelas, a equipa operativa organiza-se do seguinte modo: COORDENAÃO DO PLANO Ana Gralheiro (Directora) Rosa Anjos (Sub-Directora) Isabel Teixeira + Paula Martins (Coordenadoras dos Estabelecimentos do 1º CEB) Ana Marques (Coordenadora do JI) AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 6
  7. 7. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A CONSELHEIRO Julieta Serra (Coordenadora da Saúde Escolar) GESTÃO DE SERVIÇOS E MATERIAIS Carla Faria (Adjunto da Direcção Executiva) António Pereira (Adjunto da Direcção Executiva) Carlos Neves (Adjunto da Direcção Executiva) Helena Fernandes (Chefe dos S.A) NÚCLEOS DE APOIO APOIO GERAL Julieta Serra (Coordenadora Saúde Escolar) APOIO – ALUNOS e PESSOAL DOCENTE Emília Pedrosa (Chefe do Pessoal Auxiliar) 1 a 2 Funcionárias por Bloco 1- Funcionária Balneários AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 7
  8. 8. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A 2 – Funcionária refeitório e sala de convívio dos alunos 1- Funcionária por cada três salas do 1º CEB 1- Funcionária por cada sala do J.I. APOIO – PESSOAL NÃO DOCENTE Directora Helena Fernandes Emília Pedrosa 3 Funcionárias destacadas para o efeito CADEIA DE COMANDO E CONTROLO A Cadeia de Comando e Controlo define a liderança e coordenação em situação de pandemia de gripe. Ela tem autoridade para tomar decisões e actuar em conformidade a todos os níveis de intervenção. A seguir indicam-se os papeis dos responsáveis de cada sector que, na ausência dos mesmos, deverão ser desempenhados pelos respectivos substitutos sob supervisão do coordenador da Saúde Escolar. O Director é responsável pela implementação e coordenação do plano de contingência. Diligencia: • Garantir a normalidade, na medida do possível, das actividades lectivas; • O contacto com a linha 24 (808 24 24 24) no caso de suspeita de alunos AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 8
  9. 9. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A com gripe; • O contacto com os Encarregados de Educação, no caso de suspeita de alunos com gripe; • A implementação das medidas que o Delegado de Saúde vier a aconselhar; • O contacto com a DRELVT em caso de elevado absentismo,e implementação das directivas emanadas por este organismo; • Definir medidas alternativas de fornecimento de refeições aos alunos carenciados, no caso de encerramento da cantina; • Ordenar o fecho da escola, de acordo com as recomendações das entidades competentes. Os Adjuntos responsáveis pela gestão de serviços e materiais coordenam os serviços de apoio à docência, cantina e sector dos materiais. A Coordenadora da Educação para a Saúde monitoriza o cumprimento do plano, implementa o plano de prevenção e elabora relatório mensal a entregar ao Coordenador da Equipa Operativa (Director do Agrupamento). Mantém contacto com o elemento de apoio do centro de saúde. Apresenta o plano de contingência, organiza e implementa a formação aos funcionários (docentes e não docentes). A chefe dos serviços administrativos identifica as actividades prioritárias no seu sector e organiza o serviço em conformidade. Monitoriza as faltas ao serviço dos funcionários docentes e não docentes e mantém o coordenador da equipa operativa informado do número de faltas por motivo de gripe. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 9
  10. 10. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A A assistente operativa responsável pelo serviço de apoio à docência assegura se os funcionários cumprem as medidas de higiene definidas no plano, bem como o acompanhamento dos alunos à sala de isolamento, em estreita ligação com a responsável pela gestão de serviços e materiais O responsável pela cantina faz a substituição dos funcionários do respectivo sector, e assegura-se, junto dos diversos fornecedores, da continuidade do fornecimento dos géneros alimentares, em estreita ligação com a responsável pela gestão de serviços e materiais. A assistente operativa responsável pelos materiais/despensa mantém os stocks dos produtos de higiene em quantidade suficiente para fazer face às novas exigências e mantém informada a directora adjunta responsável pela gestão de serviços e materiais das necessidades do sector. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 10
  11. 11. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A IDENTIFICAÇÃO DAS MEDIDAS DE MANUTENÇÃO DA ACTIVIDADE ESCOLAR EM SITUAÇÃO DE CRISE A evolução da pandemia é imprevisível, mas as entidades de saúde antevêem que possam ser afectadas parcelas significativas da população, provocando rupturas consideráveis nos domínios social e económico. É de prever que surjam casos de Gripe A entre os profissionais podendo conduzir a uma situação de elevado absentismo. Neste caso, dever-se-ão implementar medidas que visem assegurar os serviços mínimos para garantir as actividades essenciais da escola. 1 – Actividades lectivas e acompanhamento dos alunos na escola • Promoção da realização de actividades lectivas através da plataforma moodle / email. • Criação de um grupo de trabalho, dentro da equipa do plano tecnológico, para dinamização de actividades na plataforma moodle, apoio e incentivo à sua utilização pelos professores. Este grupo divulgará semanalmente o relatório de actividades das diferentes disciplinas moodle. • Criação de bolsas de actividades, por disciplina, para aulas de substituição. • Reorganização de horários. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 11
  12. 12. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A 2- Limpeza da escola • Reposição de stoks de produtos de higiene com fornecedores alternativos já identificados. • Reorganização de turnos. • Estabelecimento de eventual parceria com a autarquia. 3- Serviços administrativos • Definição das actividades prioritárias. • Redução do número de horas de atendimento ao público. • Atendimento ao público apenas por telefone ou por email. 4- Fornecimento de refeições • Reposição de stocks de bens alimentares e de produtos de higiene com fornecedores alternativos, já identificados. • Em situações inesperadas, disponibilização de sopa e sandes no bufete. • Mobilização dos funcionários do bar para a cantina, fechando ou reduzindo os serviços de bar. Neste caso, os alunos deverão trazer lanche de casa. • Estabelecimento de eventuais parcerias com as escolas próximas ou com a autarquia. Criação de uma bolsa de voluntários, profissionais reformados e/ou encarregados de educação, para diminuir o impacto do absentismo dos funcionários no funcionamento da escola. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 12
  13. 13. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A PLANO DE INTERVENÇÃO Medidas de Prevenção e Controlo da Gripe ACTIVIDADES 1. Informação e capacitação (A) Enviar PowerPoint informativo e texto de apoio, por email, a todos os funcionários (docentes e não docentes), bem como o contacto do professor coordenador da educação para a saúde, para eventuais esclarecimentos de dúvidas. (B) Distribuir cartazes por todas as salas de aula, portaria, sala dos professores, sala do aluno, cantina, secretaria e direcção. Os cartazes deverão ser trocados quinzenalmente (em sistema rotativo). (C) Colocar folhetos informativos na sala dos professores e na secretaria no inicio do ano lectivo, repetindo a medida caso sejam publicados novos folhetos, e repondo sempre que necessário. (D) Colar junto a todos os lavatórios da escola cartazes com a demonstração da técnica de higienização das mãos. (E) Disponibilizar, no site da escola, informação actualizada e links a fontes de obtenção de informação precisa sobre a pandemia e prevenção da gripe. (F) Disponibilizar espaços para colocação de dúvidas, tais como: email, plataforma moodle, site da escola. (G) Acção de formação para funcionários (docentes / não docentes), emreunião geral, abordando os seguintes conteúdos: AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 13
  14. 14. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A 1. características do vírus, modo de transmissão e medidas para a sua minimização - etiqueta respiratória: demonstração e relevância da colocação do lenço de papel no caixote do lixo; da utilização de um lenço de papel ao tossir; da utilização do antebraço para cobrir a boca ao tossir e espirrar, na ausência de lenço de papel. - lavagem das mãos: demonstração e treino da técnica; importância da frequência da lavagem. - importância da zona T como pontos de entrada fácil do vírus. - arejamento das salas: sua importância; como e quando fazer. - partilha do material: considerar o material partilhado como um modo de transmissão e consequentemente desencorajar a partilha. 2. sintomas da gripe 3. informação das medidas a tomar pelo funcionário com suspeita ou com gripe - O dever de ficar em casa, durante 7 dias ou até alta clínica, segundoos critérios, a saber: Febre de inicio súbito (temperatura > ou = a 38º C), ou história de febre e pelo menos um dos seguintes sintomas: Tosse, cefaleias, mialgias, artralgias, odinofagia, rinorreia, vómitos ou diarreia; AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 14
  15. 15. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A 4. apresentação do plano de contingência da escola - Nesta actividade será, ainda, descrito e demonstrado o algoritmo a seguir perante um eventual caso: aluno-caso em contexto de sala de aula • AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 15
  16. 16. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A aluno – caso fora do contexto de sala de aula funcionário (docente / não docente) - caso AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 16
  17. 17. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A Os professores Directores de Turma serão, ainda, informados que no âmbito do plano deverão: - Manter os alunos informados sobre a gripe e nomeadamente, do plano de contingência da escola - apresentar o powerpoint, entretanto fornecido pela Coordenadora da Educação para a Saúde, e transmitir os conhecimentos adquiridos durante a formação aos seus alunos; - averiguar, durante a primeira semana de aulas, o número de alunos que tem possibilidade de aceder à internet a partir de casa, bem como fazer o levantamento dos discentes que estão dependentes da refeição da cantina. - divulgar o plano de contingência aos Encarregados de Educação; - Apresentação aos pais das potencialidades plataforma moodle como ferramenta de garantia de actividade escolar em caso de encerramento escolar. - Criação de espaços de reflexão, junto dos alunos e encarregados de educação de modo a encorajar a criação de grupos de apoio que se ajudem, por exemplo, no transporte para a escola e guarda das crianças em caso de encerramento - manter o Coordenador do Plano de Contingência informado sobre os casos de alunos ausentes por motivo de gripe. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 17
  18. 18. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A (H) Simulacro Ao longo das duas primeiras semanas de aulas serão efectuadas simulações da situação aluno-caso, em contexto de aula, com verificação do cumprimento do algoritmo. No total serão efectuadas 28 observações com a distribuição de 4 simulacros por bloco. Descrição do simulacro: O professor coordenador da educação para a saúde desloca- se a uma sala de aula, e informa o professor presente que o aluno número 5 tem sintomatologia gripal. Durante todo o processo então desencadeado, o professor coordenador da educação para a saúde verifica o cumprimento do algoritmo. Posteriormente, após a realização de todos os simulacros, é elaborado um relatório para divulgação das acções realizadas de acordo com o preconizado e os pontos a melhorar. 2. Medidas de Higiene do Ambiente Escolar (A) Avaliação das necessidades de material (equipamento de lavagem/secagem das mãos) (B) Colocação e manutenção dos kits prevenção nas salas, biblioteca, secretaria, direcção, reprografia, sala de professores, cantina, ginásio e sala de isolamento e outros espaços. Kit salas: 2 máscaras cirúrgicas, toalhetes de papel, álcool sanitário a 70ºC Kit sala de isolamento: 6 máscaras cirúrgicas, toalhetes de papel, álcool sanitário a 70ºC, termómetro. Kit bloco: 6 máscaras cirúrgicas, toalhetes de papel, álcool sanitário a 70ºC. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 18
  19. 19. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A (C) Introduzir-se-á a venda de lenços de papel e álcool a 70º na papelaria, e manter-se-ão os stocks em quantidade suficiente por forma a fazer face às novas exigências, facilitando o seu acesso a todo a comunidade educativa (prever rupturas de stoks). (D) Colocação e manutenção de dispensadores de desinfectante (solução alcoólica) nos seguintes locais: salas de informática; biblioteca; bar; sala de professores; secretaria; recepção da direcção; sala de isolamento. (E) Alterações ao nível das práticas de higiene No que diz respeito à higiene das instalações é necessário introduzir as seguintes alterações: - esvaziar os caixotes de lixo das salas de aula à hora de almoço e ao final do dia; - desinfectar as maçanetas das portas e dos corrimãos à hora de almoço e final do dia; - Arejar as salas de aula e todos os locais fechados nos quais existam aberturas para o exterior, abrindo portas e janelas durante aproximadamente 2 minutos. Nas salas de aula o arejamento deve ser efectuado ao iniciar e ao terminar a aula, nos restantes recintos o mesmo deve ser promovido, pelo menos, de hora a hora. - Efectuar a limpeza/desinfecção das casas de banho após todos os intervalos. - Efectuar a limpeza/desinfecção da sala de isolamento após cada caso (com registo em impresso próprio colocado para o efeitona sala). AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 19
  20. 20. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A Relativamente à higiene pessoal: -- impor a obrigatoriedade de lavagem das mãos na cantina (controlado por funcionário) - desinfecção das mãos com álcool-gel colocad nas salas de aula (controlado pelo professor) e da Biblioteca (controlado pela funcionária). - Limpeza dos teclados e dos tampos das mesas pelos alunos, com álcool e toalhetes de papel, no início e final de cada aula. 3. Medidas de isolamento e distanciamento social Não admissão na escola de crianças ou profissionais com temperatura igual, ou superior a 38º ou outros sinais/sintomas de gripe Sala de Isolamento A sala de isolamento é a actual sala de primeiros socorros, da Escola sede. Nas restantes escolas do Agrupamento serão as salas do pessoal auxiliar, por falta de outros espaços. No final de cada utilização da sala de isolamento, uma auxiliar comunica ao chefe dos funcionários que deve providenciar a limpeza / desinfecção da mesma. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 20
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  22. 22. PLANO DE CONTINGÊNGIA – GRIPE A AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS – ODIVELAS – GRIPE A – PLANO CONTINGÊNCIA Página 22

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