Turismo S. Miguel

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Turismo S. Miguel

  1. 1. O Turismo na Ilha de São Miguel
  2. 2. Vila das Furnas Fonte: http://acoresum.no.sapo.pt/fotosmiguel.htm
  3. 3. Lagoa das Sete Cidades
  4. 4. Ilhéu de Vila Franca Praia Água D`Alto Fonte: http://acoresum.no.sapo.pt/fotosmiguel.htm
  5. 5. Fonte: http://acoresum.no.sapo.pt/fotosmiguel.htm
  6. 6. Manifestações Religiosas Fonte: http://acoresum.no.sapo.pt/fotosmiguel.htm Vera Medeiros, 16-05-1989
  7. 7. <ul><li>Cozido das Furnas Estufa de Ananás </li></ul>Fonte: http://acoresum.no.sapo.pt/fotosmiguel.htm
  8. 8. Evolução do Turismo nos Açores <ul><li>Nos séculos XVIII e XIX, os Açores eram mais conhecidos no estrangeiro que no próprio país </li></ul>Apoio à navegação Clima e solo bom
  9. 9. Evolução do Turismo nos Açores <ul><li>1860 </li></ul><ul><li>Posterior enfraquecimento devido ao desvio de rotas e ao desaparecimento dos baleeiros </li></ul><ul><li>Importância militar </li></ul>Primeiro Grupo de Turistas Organizado
  10. 10. Evolução do Turismo nos Açores <ul><li>Só em 1936 é possível voltar a falar em turismo de permanência nos Açores, com a inauguração do Hotel Terra Nostra </li></ul><ul><li>Elevados custos de transporte e a concorrência de outras paragens mantiveram os Açores distantes das rotas turísticas, até aos anos 70 </li></ul>
  11. 11. Evolução do Turismo nos Açores <ul><li>Na segunda metade do séc. XX os visitantes eram maioritariamente açoreanos residentes na América do Norte </li></ul><ul><li>A partir do final dos anos 70, as autoridades regionais interessaram-se pela actividade turística </li></ul>
  12. 12. Evolução do Turismo nos Açores <ul><li>Os anos 90 revelaram-se cruciais na estratégia a seguir, tendo as autoridades regionais encomendado diversos documentos </li></ul><ul><li>Apesar disto, somente no início do presente século é que surgem medidas para articular o sector público e o sector privado </li></ul>
  13. 13. Evolução do Turismo nos Açores <ul><li>2001 </li></ul><ul><li>Até 2005 </li></ul>+ 624 quartos = 1229 camas + 26 unidades de alojamento = 3609 camas <ul><li>Turismo em Espaço Rural </li></ul><ul><li>33 unidades, 295 camas </li></ul>
  14. 14. Evolução do Turismo nos Açores <ul><li>Os Açores terão, ao todo, em 2005, 160 unidades com 9367 camas </li></ul>
  15. 15. Evolução do Turismo nos Açores <ul><li>No Plano Regional de Médio Prazo 2001-2004 </li></ul><ul><li>cerca de 11% do capital financeiro será investido no desenvolvimento do Turismo </li></ul><ul><li>(32.900.709 Euros) </li></ul>
  16. 16. Evolução do Turismo nos Açores <ul><li>Para desenvolver o arquipélago procurar-se-á captar as clientelas de tipo institucional </li></ul><ul><li>(congressos, reuniões, etc.) </li></ul>
  17. 17. Perfil do turista <ul><li>Idade média: 35-44 anos </li></ul><ul><li>Origem. Portugal continental, América do Norte, Norte da Europa </li></ul><ul><li>Ocupação. Cientifica ou técnica, dirigente ou quadro superior </li></ul><ul><li>Formação académica: Nível superior (55,7%) e nível secundário (27,7%) </li></ul><ul><li>Motivo da viagem: Descanso e lazer </li></ul><ul><li>Informação e divulgação: Familiares e amigos </li></ul><ul><li>Características territoriais que influenciaram a escolha: Beleza natural; Ambiente calmo; Novidade e exotismo das ilhas </li></ul><ul><li>Duração média da estadia: 6/7 dias </li></ul><ul><li>Tipo de alojamento: Hotel (contudo aumentam formas de alojamento de Turismo rural) </li></ul><ul><li>Actividades mais frequentes: Provar a gastronomia; Visitar monumentos; passeios pedestres; frequentação de zonas balneares </li></ul><ul><li>Despesas/dia: 61€ (restaurantes e similares; compras) </li></ul><ul><li>80% dos turistas recomendariam a região a amigos e intentam voltar </li></ul>
  18. 18. Pontos fortes e pontos fracos na óptica do turista <ul><li>Pontos fortes: </li></ul><ul><li>Ambiente e cultura; </li></ul><ul><li>Transportes aéreos; </li></ul><ul><li>Serviços de restauração; </li></ul><ul><li>Pontos fracos: </li></ul><ul><li>Mobilidade interna; </li></ul><ul><li>Custos; </li></ul><ul><li>Ocupação de tempos livres; </li></ul>
  19. 19. Turismo em S. Miguel – Que futuro ? <ul><li>TURISMO RESPONSÁVEL </li></ul><ul><li>Gerido pela comunidade açoreana; </li></ul><ul><li>Empresas de pequena/média dimensão; </li></ul><ul><li>Contacto directo e entendimento entre turistas e autóctones; </li></ul><ul><li>Turismo “amigo” do Ambiente (desenvolvimento sustentável); </li></ul><ul><li>Autêntico e sustentado pelas potencialidades endógenas; </li></ul><ul><li>Estabelecimento de estratégias incisivas integradas, nos domínios do Ordenamento do Território, Ambiente e sectores económicos específicos da industria e do Turismo; </li></ul><ul><li>Forte identidade ecológica e cultural do território como montra para a actividade turística </li></ul>
  20. 20. Análise Swot <ul><li>Pontos Fortes </li></ul><ul><li>Do ponto de vista governamental: </li></ul><ul><li>Plano de Ordenamento Turístico e Plano Estratégico de Marketing; </li></ul><ul><li>Comparticipação do Governo Regional na construção e ampliação de estabelecimentos hoteleiros e outros meios de alojamento, como o Turismo Rural; </li></ul><ul><li>Parcerias e protocolos com diversas entidades no sentido de promover a Região; </li></ul><ul><li>Recusa do turismo de massas por parte da população; </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Apoio ao Turismo Rural, para o desenvolvimento dos meios rurais e valorização do património construído; </li></ul><ul><li>Aposta na captação do turismo nórdico; </li></ul><ul><li>Estratégia empresarial voltada para a natureza e preservação dos valores tradicionais; </li></ul><ul><li>O meio natural marcado pelas belezas naturais únicas, a hospitalidade da população residente, a tranquilidade e a paz social; </li></ul><ul><li>Condições climáticas; </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Localização Geográfica; </li></ul><ul><li>Existência de vários produtos turísticos; </li></ul><ul><li>Expansão do Grupo SATA. </li></ul><ul><li>Debilidades </li></ul><ul><li>Dimensão, dependência e isolamento; </li></ul><ul><li>Polarização de Ponta Delgada; </li></ul><ul><li>Condições climáticas; </li></ul><ul><li>Infraestruturas viárias e mobilidade interna; </li></ul><ul><li>Ainda fraca capacidade hoteleira; </li></ul><ul><li>Sazonalidade; </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Ausência de animação, infraestruturas de apoio ao turismo e carências a nível da ocupação dos tempos livres; </li></ul><ul><li>Falta de mão-de-obra especializada no turismo; </li></ul><ul><li>Custos elevados relacionados com a restauração e a hotelaria, desajustados à qualidade do serviço prestado; </li></ul><ul><li>Ausência dos pratos regionais nas ementas dos restaurantes e nas feiras gastronómicas; </li></ul><ul><li>Fraca aposta nas lojas de artesanato local e </li></ul>
  24. 24. dificuldade em encontrar produtos de origem local, que é acrescida dos preços elevados. <ul><li>Oportunidades </li></ul><ul><li>Novas rotas operadas pela SATA Internacional; </li></ul><ul><li>Turismo científico; </li></ul><ul><li>Abertura da Escola de Hotelaria e Turismo; </li></ul><ul><li>Captação do Turismo Sénior, do Turismo Nórdico e do Turismo de Congressos, de modo a combater a sazonalidade, estratégia partilhada quer pelas autoridades governamentais, quer pelos grupos empresariais; </li></ul>
  25. 25. <ul><li>Realização de eventos culturais; </li></ul><ul><li>Lançamento a concurso da empreitada de construção do Centro Cultural e de Congressos de Ponta Delgada no actual Teatro Micaelense; </li></ul><ul><li>Projecto de construção do cais de cruzeiros, que permite a reabilitação e qualificação de toda a frente marítima da Avenida Infante D. Henrique, que vai desde as portas da cidade até São Pedro, voltando Ponta Delgada para o mar e permitindo a criação de espaços de lazer e a construção do Pavilhão do Mar, que servirá de complemento ao Centro Cultural e de Congressos; </li></ul>
  26. 26. Ameaças <ul><li>Disparidade entre o aumento previsto da oferta no curto prazo e a evolução da procura, que poderá não o acompanhar; </li></ul><ul><li>A localização do Hotel Marina poderá ser o início do mau ordenamento turístico; </li></ul><ul><li>A aposta desmedida na actividade turística, num contexto de conjuntura internacional desfavorável, subalternizando o sector da Agricultura e das Pescas, de importância fundamental para o desenvolvimento </li></ul>
  27. 27. económico da Região, estando-se a concentrar, em vez de diversificar, a economia regional; <ul><li>Incremento do turismo de massas; </li></ul><ul><li>Construção do casino; </li></ul><ul><li>Renitência da população em relação ao turismo. </li></ul>

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