UNL - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Geografia e Planeamento Regional / PRU II Apresentação Oral ...
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1. Apresentação do concelho de OEIRAS <ul><li>LOCALIZAÇÃO: margem Norte do Rio Tejo e rodeado pelos concelhos de Cascais a...
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4. Dinâmicas Demográficas Variações Populacionais por Freguesias de 1981, 1991
Variações Populacionais por Freguesias  ( 2001)
4.1. Dinâmicas Migratórias    Em meados da  década de 80 , 36% da população provinha de outros concelhos do distrito de L...
<ul><li>     Taxa de actividade:  de 27,3 %  (1970), passou para 49,6 %  (1991)   Quadro nº 2- Evolução da Estrutura do E...
5.2. Empresas    E mpresas com maior importância, quer a nível volume de vendas, quer a nível de presença, estão ligadas ...
6. Caracterização Urbanística <ul><li>   Anos 50/60:   Proliferação de Bairros de génese ilegal impulsionada pelo êxodo r...
6.1. Equipamentos e infra-estruturas    OEIRAS  comporta níveis de atendimento em infra-estruturas de saneamento básico e...
6.2. Parque Habitacional
6.3. Património Histórico e outros locais de interesse   <ul><li>Palácio dos Marqueses de Pombal/ </li></ul><ul><li>Edifíc...
6.4. Rede Viária e Transportes      A rede viária principal do Concelho é constituída por cerca de 56 km de estradas naci...
7. Diagnóstico <ul><li>POTENCIALIDADES </li></ul><ul><li>Grande projecção do Concelho através da criação de uma imagem mod...
FRAGILIDADES <ul><ul><ul><li>Dependência de Oeiras a Lisboa face ao emprego; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Congestio...
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Trabalho Oeiras

  1. 1. UNL - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Geografia e Planeamento Regional / PRU II Apresentação Oral CARACTERIZAÇÃO SOCIAL, ECONÓMICA E URBANÍSTICA DO CONCELHO DE OEIRAS Inês Ventura Paula Gonçalves Sofia Pacheco Vera Medeiros Lisboa, FCSH, 20 de Maio de 2002.
  2. 2. <ul><li>Resumo da Apresentação Oral: </li></ul><ul><li>Apresentação do Concelho de OEIRAS; </li></ul><ul><li>Caracterização Física ( clima, a morfologia, a aptidão dos solos); </li></ul><ul><li>Evolução Histórica; </li></ul><ul><li>Dinâmicas Demográficas (movimentos migratórios e dinâmicas demográficas); </li></ul><ul><li>Caracterização Económica ( sectores de actividade, empresas e tipo de funções instaladas) </li></ul><ul><li>Caracterização Urbanística (equipamentos e infra-estruturas, parque habitacional, património histórico, requalificação urbanística dos núcleos históricos, rede viária de transportes) </li></ul><ul><li>Diagnóstico </li></ul><ul><li>Análise SWOT </li></ul>
  3. 3. 1. Apresentação do concelho de OEIRAS <ul><li>LOCALIZAÇÃO: margem Norte do Rio Tejo e rodeado pelos concelhos de Cascais a poente, Sintra e Amadora a norte e Lisboa a nascente </li></ul><ul><li>ÁREA: 46 Km 2 </li></ul><ul><li>POPULAÇÃO RESIDENTE: 162 124 habitantes (2001) </li></ul>Fonte: www.globalsoft.pt/joeiras/
  4. 4. 2. Caracterização Física <ul><li>CLIMA: posição atlântica amenidade climática </li></ul><ul><li>Temperatura média anual: entre 15 e 17.5 ºC </li></ul><ul><li>Humidade relativa do ar: 80%, como seria de esperar numa área costeira. </li></ul><ul><li>A ocorrência de precipitação anual : 75/100 dias por ano </li></ul><ul><li>MORFOLOGIA e APTIDÃO DOS SOLOS : Concelho coberto por manto basáltico, sendo rico em férteis solos de sequeiro . 1100 ha de solos classificados (classes A e B). Predomínio de baixas elevações. </li></ul><ul><li>3. Evolução Histórica </li></ul><ul><li>Início do Séc. XX: destino de eleição para as classes mais abastadas que se deslocavam às praias para banhos do mar. </li></ul><ul><li>Anos 60: cidade-dormitório de Lisboa </li></ul><ul><li>Anos 80: de subúrbio, passa a ser um município dinâmico, integrado na AML. </li></ul>
  5. 5. 4. Dinâmicas Demográficas Variações Populacionais por Freguesias de 1981, 1991
  6. 6. Variações Populacionais por Freguesias ( 2001)
  7. 7. 4.1. Dinâmicas Migratórias  Em meados da década de 80 , 36% da população provinha de outros concelhos do distrito de Lisboa;  1985 : 16 015 entradas de imigrantes provenientes de outros concelhos  2001 : 53 939 estrangeiros provenientes da EU, PALOP e outras origens 4.2. Estrutura Etária  De uma estrutura em regime de forte natalidade e mortalidade, passou-se para uma mortalidade reduzida ( 8%0 ) e natalidade ( 11%0 ) em acentuado declínio. Pirâmides Etárias de: OEIRAS RLVT
  8. 8. <ul><li>  Taxa de actividade: de 27,3 % (1970), passou para 49,6 % (1991) Quadro nº 2- Evolução da Estrutura do Emprego no Concelho de Oeiras e na AML (%) Sector de Oeiras AML Actividade 1970 1981 1991 1970 1981 1991 Primário 1.2 0.9 0.5 5.1 3 0.2 Secundário 35.6 28.6 22.6 34.1 35.4 28.3 Terciário 63.2 70.5 76.9 59.6 61.6 70  Taxa de desemprego: de 2,6 % (1981), passou para 3,1% (1991)  Activos residentes no concelho : de 44,7% (1981), passou para 46,2% (1999)  61% dos postos de trabalho industriais existentes em 1987 eram ocupados por não residentes 5.1. Caracterização dos sectores de actividade Sector Primário: apesar dos bons solos agrícolas, existência de agricultura de subsistência. Sector Secundário: redução de importância; recuperação de indústrias por actividades do terciário superior. Sector Terciário: forte expansão dos serviços (TAGUS PARQUE, ARQUIPARQUE...) e turismo. </li></ul>5. Caracterização Económica
  9. 9. 5.2. Empresas  E mpresas com maior importância, quer a nível volume de vendas, quer a nível de presença, estão ligadas aos ramos do Comércio por Grosso e Retalho, Actividades Imobiliárias, Alugueres e Serviços. Tagus Parque: um centro empresarial, de investigação e ensino  Predomínio das PME’s: Empresas com menos de 5 trabalhadores: 60% Entre 5 e 99 trabalhadores: 20% Entre 100 e 499: 2% Mais de 500: 0.3%
  10. 10. 6. Caracterização Urbanística <ul><li> Anos 50/60: Proliferação de Bairros de génese ilegal impulsionada pelo êxodo rural. </li></ul><ul><li> Últimos anos: OEIRAS, como concelho dormitório </li></ul><ul><li> 2002: segundo concelho com maior densidade populacional de toda a AML: 3 386 hab/Km 2 . </li></ul><ul><li> Surgimento de segundas habitações </li></ul><ul><li> Recuperação de bairros clandestinos </li></ul><ul><li> G rande aposta na qualificação urbana: espaços verdes e reabilitação das áreas históricas </li></ul>Reabilitação dos centros históricos Aposta nos espaços verdes
  11. 11. 6.1. Equipamentos e infra-estruturas  OEIRAS comporta níveis de atendimento em infra-estruturas de saneamento básico e uma rede de abastecimento domiciliário de água superiores à média nacional e próximos da cobertura total dos seus habitantes, dada a sua localização metropolitana.  Índice de C onforto: entre 91 a 100% Índice de Conforto na AML
  12. 12. 6.2. Parque Habitacional
  13. 13. 6.3. Património Histórico e outros locais de interesse <ul><li>Palácio dos Marqueses de Pombal/ </li></ul><ul><li>Edifício-Sede da Câmara Municipal </li></ul>Igreja Matriz Torre do Bugio Aquário Vasco da Gama
  14. 14. 6.4. Rede Viária e Transportes  A rede viária principal do Concelho é constituída por cerca de 56 km de estradas nacionais, 32 km de estradas municipais e 13 km de caminhos municipais
  15. 15. 7. Diagnóstico <ul><li>POTENCIALIDADES </li></ul><ul><li>Grande projecção do Concelho através da criação de uma imagem moderna e dinâmica; </li></ul><ul><li>Criação de espaços verdes, equipamentos e infra-estruturas de apoio às áreas residenciais; </li></ul><ul><li>Difusão cultural e tecnológica proporcionada pelo Tagus Parque; </li></ul><ul><li>Criação de inúmeras infra-estruturas do terciário superior, permitindo o aumento de postos de emprego neste sector; </li></ul><ul><li>Crescentes acessibilidades a Lisboa, </li></ul><ul><li>Melhorias nos transportes públicos; </li></ul><ul><li>Criação e ampliação de áreas de qualidade paisagística e ambiental; </li></ul><ul><li>Proximidade a Lisboa e os benefícios daí resultantes, nomeadamente económicos; </li></ul><ul><li>Reabilitação dos Centros Históricos; </li></ul><ul><li>Política de erradicação de bairros clandestinos; </li></ul><ul><li>Predomínio da população no sector terciário superior; </li></ul><ul><li>Grande investimento na cultura; </li></ul><ul><li>77.5% da população é potencialmente activa; </li></ul><ul><li>Grandes potencialidades turísticas </li></ul>
  16. 16. FRAGILIDADES <ul><ul><ul><li>Dependência de Oeiras a Lisboa face ao emprego; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Congestionamentos de tráfego, dada a utilização excessiva do automóvel particular. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alastramento da urbanização ilegal; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ocupação desordenada do território; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Dependência face ao abastecimento de água; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Elevada percentagem de habitação clandestina e barracas em zonas degradadas; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Elevado preço das casa, que dificulta o acesso aos casais jovens; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Concentração dos estabelecimentos industriais próximos das margens dos rios – descuido ambiental </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Redução da área de floresta; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Desigual distribuição de equipamentos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Decréscimo populacional; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Envelhecimento populacional; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Insuficiente oferta de alojamento turístico; </li></ul></ul></ul>
  17. 17. OEIRAS: UM CONCELHO DE FUTURO

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