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cultura popular brasileira, resgatando sua
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PEDRO MONTEIRO
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Filosofia e Educação
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Nascida no final dos anos 1950, paraibana, bibliotecária e
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filosofia na década de 1980 (UFRN), escrevia poesias e as
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compromisso inequívoco é o incentivo á leitura e
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Palavras
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(ou juntando tudo)
termos mais utilizados
Conhecimento Comunicação Cultura
TONS VITAIS
CURUTIÉ aponta dois dos aspectos mais interessantes da
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DIGA LÁ... O QUE VEM POR AÍ?
Ferramenta pedagógica para o desenvolvimento da leitura e
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 INTERNET E OS RECURSOS DE EDITORAÇÃO
 DISCUSSÕES POR E-MAILS, CHATS E TORNEIOS VIRTUAIS
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sociedade de leitores ágeis, diferenciados e ávidos
por informação
Cons...
Estudar não é um ato de consumir
ideias, mas de criá-las e recriá-las.
REFERÊNCIAS
ALBERTI, Verena. Manual de História oral. São Paulo:FGV. 2004. 234p.
ARS MORIENDI. Imagem de domínio público. Disponível e...
IMAGEM. Domínio público. Disponível em:
<http://static.tumblr.com/huqqyx4/mJnmsmh7s/xilogravura-png.png>
Acesso: 12 abr.20...
CULTURA DE CORDEL_A MULTIPLICIDADE E O SINGULAR
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Através da História, a região Nordeste do Brasil, constituída pelos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, caracteriza-se como um nascedouro das mais variadas riquezas culturais existentes e, dentro de tal contexto, encontra-se a literatura de cordel que, a partir da expansão europeia no Brasil, torna-se uma manifestação artístico-cultural de extrema significância para o povo brasileiro.

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CULTURA DE CORDEL_A MULTIPLICIDADE E O SINGULAR

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS XIX SEMINÁRIO DE PESQUISA REGINA OLÍVIA ALVES TOMAZ DO NASCIMENTO RITA DE CÁSSIA ALMEIDA RENATA PASSOS FILGUEIRA DE CARVALHO
  2. 2. Delineia a inserção da Literatura de cordel na cultura popular brasileira, resgatando sua trajetória da Europa até o Brasil e o avigoramento na região Nordeste. PARA COMEÇO DE CONVERSA...
  3. 3. Trata-se de estudo descritivo, exploratório, com abordagem qualitativa, utilizando como método a história oral de vida à luz de Meihy (2002), através de entrevistas realizadas com quatro colaboradores envolvidos profissionalmente com a Literatura de cordel. QUE CAMINHO PEGAMOS? um cantador repentista um filósofo dois bibliotecários
  4. 4.  Compreender o entrecruzamento da literatura de cordel e a narrativa de vida de profissionais em cenários diferenciados;  Caracterizar a literatura de cordel como parte da cultura popular brasileira;  Refletir sobre a multiplicidade de aspectos e a importância da literatura de cordel no contexto atual. O QUE QUEREMOS FAZER?
  5. 5. U M ‘ C A D I N H O D E H I S T Ó R I A
  6. 6. Portugal - a literatura espontânea recebeu o nome de folhas soltas ou volantes; Cego Baltazar Dias, primeiro folheteiro; Brasil, Nordeste, regionalização, adaptação e incentivo à leitura e a alfabetização.
  7. 7. ANTÔNIO GONÇALVES DE BARROS, O “PATATIVA DO ASSARÉ” PEDRO MONTEIRO ROUXINOL DO RINARÉ ARIEVALDO VIANA EVARISTO GERALDO DA SILVA KLÉVISSON VIANA SILVINO PIRAUÁ LEANDRO GOMES DE BARROS CORDEL DAS GENTES
  8. 8. DIZ QUE É ASSIM...
  9. 9.  China, século vi, obra SUTRA DAME  Técnica de carimbar o papel  O preto e talvez, a cor...  Capa dialoga com x linguagens  Significados implícitos e explícitos XILOGRAVURA
  10. 10. A A R TE D O B E M M O R RER Europa/sécul o x i v m a n uais c ó pia d e s a n tos e c e nas b í b l icas ( A l é m d e c a r tas d e b a r alho e i l u s tr ações e róticas, d i s t rib uída s n o s b o r déis...) OUTROS FINS...
  11. 11. Mede cerca de 10x16cm, apresentando 6, 8 ou 24 páginas O papel é barato, fino e de cor amarelada Geralmente, poemas em estrofes de seis versos cada
  12. 12. E JÁ QUE SOMOS CURIOSAS...
  13. 13. C om licença, pessoal O uçam sem reclamar R apidinho, fala diminuta D elícia de pesquisar E sta temática batuta L irismo do pensar D elimitar a proposta A s aprendizes aquilatam S abedoria é composta M otivadas neste instante E m sereno orientar N avegador pensamento I nduzido pelo olhar N a barca de Mestre Renata A Regina, bem sensata S inhá Rita a inventar
  14. 14. HISTÓRIA ORAL DE VIDA FALARES
  15. 15. [...] Entender o universo da memória, visto que ela é construída através de vivências pessoais, de acontecimentos na vida do indivíduo, apresentando como atributos principais, a seleção, construção, subjetividade, individual, coletivo, social, nacional e afetivo. (Meihy,2002) [...] Foco principal na história é o próprio indivíduo e pode ser definida como o relato de um narrador sobre sua existência e os achados poderão não constar em documentos de outra natureza, como acontecimentos não esclarecidos, experiências pessoais e impressões particulares. (Alberti,2005)
  16. 16. Música, prosa e poesia Filosofia e Educação Ciência da Informação COLABORADORES
  17. 17. Nascido ou estreado em 1947, no estado do Rio Grande do Norte, repentista desde 1986. Atualmente, apresenta-se nas casas noturnas e em locais frequentados por turistas. Em alguns momentos, sua voz embargou de emoção. Tom vital: [...] A troca de ritmos musicais e poéticos é uma marca registrada dos mestres populares. CURUTIÉ
  18. 18. Nascida no final dos anos 1950, paraibana, bibliotecária e professora universitária, coordena grupos de pesquisa sobre a temática do cordel. Em 2011, defendeu tese de doutorado sobre a análise temática da literatura de cordel, dividida em 27 classes, entre eles história, humor, feitiçaria, cidade e vida urbana, religião, romance, sexo, saúde, etc. Tom vital: [...] é crescente o interesse de estudantes e educadores de todo o Brasil pela Xilogravura e pela Literatura de Cordel. Tais manifestações da cultura popular têm influenciado sobremaneira o teatro, o cinema, a televisão, as artes visuais e a chamada literatura erudita. JAÇANÃ
  19. 19. Nascido no jardim do Seridó há 52 anos. Graduado em filosofia na década de 1980 (UFRN), escrevia poesias e as transformou em um livreto de cordel. Hoje, atua como professor do ensino médio, utilizando o cordel e a filosofia como formas de expressão. Tom vital: [...] Representa a mais antiga forma literária que chegou ao Brasil. Aqui no Nordeste o cordel transmitia, na oralidade ou mesmo no papel, as mais diversas ciências e fantasias. É a origem das cantigas e dos encantos de nossa gente. CABURÉ
  20. 20. Nascido na Bahia há quase 50 anos. Bibliotecário, seu compromisso inequívoco é o incentivo á leitura e especialmente, o resgate e a divulgação da literatura de cordel, que considera um dos recursos didáticos mais eficazes. Tom vital: [...] A literatura de Cordel consiste numa forma de conhecimento que produz conteúdos importantes para serem inseridos nos mais diversos contextos educacionais. Através de sua linguagem simples, o cordel versa sobre os mais variados temas, proporcionando uma leitura prazerosa. SURUCUÁ
  21. 21. Palavras ENTRECRUZAMENTO (ou juntando tudo)
  22. 22. termos mais utilizados Conhecimento Comunicação Cultura
  23. 23. TONS VITAIS CURUTIÉ aponta dois dos aspectos mais interessantes da literatura de cordel que é a musicalidade e a poesia, fundidas com maestria pelos cantadores, chamados aqui de “mestres”. Para JAÇANÃ, o cordel e também a xilogravura têm demonstrado poder de influência nos meios de comunicação e até mesmo quanto a literatura erudita. Reconhecido por CABURÉ como a origem da cultura popular, o cordel encanta e educa. A literatura de cordel, segundo SURUCUÁ, proporciona além do prazer da leitura, a possibilidade de contextualização do conhecimento, em outro formato.
  24. 24. DIGA LÁ... O QUE VEM POR AÍ?
  25. 25. Ferramenta pedagógica para o desenvolvimento da leitura e da escrita Popular x erudito Memória oral e escrita (memórias partilhadas) Porta voz do escritor, do leitor, de quem vier
  26. 26.  INTERNET E OS RECURSOS DE EDITORAÇÃO  DISCUSSÕES POR E-MAILS, CHATS E TORNEIOS VIRTUAIS  BOX "100 CORDÉIS HISTÓRICOS...” LANÇADO SETEMBRO/2008  PUBLICAÇÃO 41 AUTORES REPRESENTATIVOS  PESQUISA SORBONNE (FRANÇA) E UCLA (CALIFÓRNIA)
  27. 27. ABRAÃO BATISTA JOSÉ COSTA LEITE J. BORGES AMARO FRANCISCO JOSÉ LOURENÇO GILVAN SAMICO GALERIA BRASILIANA/SP ARTE CONTEMPORÂNEA
  28. 28. A QUEM INTERESSA...(RELEVÂNCIA)
  29. 29. Importância da disseminação do conhecimento para a sociedade de leitores ágeis, diferenciados e ávidos por informação Constatação de que as barreiras ou fronteiras entre cultura popular e cultura erudita são derrubadas pelo poder transformador da poesia, manifestação da beleza em palavras Educação transformadora Novos tempos, Leitores atentos, Outros olhares, novos desafios...
  30. 30. Estudar não é um ato de consumir ideias, mas de criá-las e recriá-las.
  31. 31. REFERÊNCIAS
  32. 32. ALBERTI, Verena. Manual de História oral. São Paulo:FGV. 2004. 234p. ARS MORIENDI. Imagem de domínio público. Disponível em: <http://4.bp.blogspot.com/_DUe3n1ypmvs/TC4zSHzTHI/AAAAAAAAAEQ/j67TIFGHAac/s1600/prjx042.j pg> Acesso: 16 fev.2014. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LITERATURA DE CORDEL. História do cordel. Rio de Janeiro: ABLC, 2005. Disponível em: < http://www.ablc.com.br/ocordel.html > Acesso em: 11 abr.2014. BELTRÃO, Luiz. Folkcomunicação: Um estudo dos agentes e dos meios populares de informação de fatos e expressão de idéias. 3.ed.Porto Alegre: EDIPUCRS, 2001. CARVALHO,GIlmar de; SANTANA, TIAGO. Patativa do Assaré - o sertão dentro de mim. Fortaleza: Tempo D'imagem. 2010. 144p. CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário de folclore brasileiro. 10. ed.. São Paulo: Ediouro, 2001. _________. Folclore do Brasil: pesquisas e notas. 3.Ed. Rio de Janeiro: Nova ortografia, 2012. 230p. GAUDÊNCIO, Sale Mário; SILVA, Eliane Ferreira da; NETA, Antônia de Freitas; BORBA, Maria do Socorro de Azevedo. A literatura de cordel como fonte informacional. Anais... XIV Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, Salvador, Bahia, 2006. GOELDI, Oswaldo. Domínio público. Disponível em: <http://1.bp.blogspot.com/_aicujdlMxLI/RebxKqZSHDI/AAAAAAAAAAY/VTHN9zQetAs/s400/goeldi_f_002.jpg> Acesso: 11 mar. 2014.
  33. 33. IMAGEM. Domínio público. Disponível em: <http://static.tumblr.com/huqqyx4/mJnmsmh7s/xilogravura-png.png> Acesso: 12 abr.2014. LOUREIRO,Clarice. A importância das capas na simbolização da literatura de cordel ao longo de sua história. Linguagens - Revista de Letras, Artes e Comunicação. Blumenau, v. 4, n. 3, p. 260-271, set./dez. 2010. Disponível em: <http://proxy.furb.br/ojs/index.php/linguagens/article/view/2900/1870> Acesso: 01 mar.2014. MACEDO, Rubenio. O reino encantado do cordel: a cultura popular na educação. Estados Unidos da América: Universidade do Texas,2008. 130p. MEIHY, José Carlos Sebe Bom. Manual de História oral. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2002, 248p. PEREIRA, Vanderléa Andrade; BARBOSA LIMA, Maria da Glória Soares. A pesquisa etnográfica: construções metodológicas de uma Investigação. Anais...VI Encontro de pesquisa em educação da UFPI. 2010. Disponível em: <http://www.ufpi.br/subsiteFiles/ppged/arquivos/files/VI.encontro.2010/GT_02_15_2010.pdf> Acesso: 26 fev.2014. VIANA, Arievaldo (org.). Acorda cordel da sala de aula. Fortaleza: Tupynanquim; Mossoró: Queima-Bucha, 2006. TINHORÃO, José Ramos. Cultura popular: temas e questões. 2.ed.São Paulo:Editora 34. 2001. p.264.

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