Saúde do Trabalhador:

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Saúde do Trabalhador:

  1. 1. Equipe: Ádila Vaz Adriano Almeida Árquisa Sousa Tayane Praxedes
  2. 2. <ul><li>O trabalho altera à saúde mental e comportamental das pessoas, a partir do contexto de trabalho em interação com o corpo e o aparato psíquico; </li></ul><ul><li>Atividades desenvolvidas no trabalho afeta o biológico e o psíquico, devido as presentes condições de trabalho oferecida à ele para execução de tarefas; </li></ul><ul><li>O trabalho pode ser positivo ou negativo; </li></ul><ul><li>Comunicação: Entre trabalhador chefe Saúde mental. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Jornada de trabalho longas; </li></ul><ul><li>Falta de pausas; </li></ul><ul><li>Ritmos intensos; </li></ul><ul><li>Refeição de curta duração e má qualidade; </li></ul><ul><li>Pressão de supervisores ou chefias; </li></ul><ul><li>Submissão do trabalhador ao ritmo das máquinas. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Síndrome do esgotamento profissional: </li></ul><ul><li>Relacionadas aos altos níveis de concentração, atenção e pressão exercida pela supervisão do trabalho, provocando tensão, fadiga e esgotamento profissional. </li></ul><ul><li>Síndromes psíquicas pós-traumáticas: </li></ul><ul><li>Experiência vivida pelo trabalhador, diante de acidentes de trabalho que envolve risco de vida ou que ameaçam a integridade física. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>CONCEITO: Trata-se de uma síndrome crônica e progressiva. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>ETIOLOGIA :Pode está ligado a doenças que atinjam o cérebro. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>FATOR EPIDEMIOLÓGICO: Alguns casos de demência são causados pelos efeitos de exposição ocupacional à substâncias tóxicas. </li></ul><ul><li>QUADRO CLÍNICO: Baseia-se na decadência das funções cognitivas. </li></ul><ul><li>FORMA DE TRATAMENTO: </li></ul><ul><li>Realizado através de suporte médico. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>HISTÓRICO: </li></ul><ul><li>HIPÓCRATES (460-366 a.c.) </li></ul><ul><li>O termo delirium deriva do latim “Delirare”, que significa literalmente, “estar fora do lugar”. </li></ul><ul><li>A palavra delirium foi introduzida no século I d.c por Celsus: Agitação e sonolência excessiva. </li></ul><ul><li>Século XIX: Significado ambíguo </li></ul><ul><li>Século XVII, o médico anatomista e fisiologista Thomas Willis dissertou sobre a etiologia e a patogênese do delirium. </li></ul><ul><li>Estabeleceu relações causais como a ingestão alcoólica excessiva, com a intoxicação por Mandracke, hemorragias, quadro histéricos (LEIPOWSKY, 1990b apud WACKER, 2005). </li></ul>
  9. 9. <ul><li>É uma síndrome caracterizada por degradação do nível de consciência, com distúrbio da orientação (no tempo e no espaço) e da atenção, associada ao comprometimento geral das funções. </li></ul><ul><li>FATOR EPIDEMIOLÓGICO: </li></ul><ul><li>Exposição ocupacional às substâncias químicas: </li></ul><ul><li>Monóxido de carbono (CO), dissulfeto de hidrogênio (H 2 S), sulfeto de carbono, manganês, mercúrio, chumbo, arsênio e em situações quando há o trauma crânio-encefálico </li></ul>
  10. 10. <ul><li>GARIMPEIRO METALÚRGICO </li></ul><ul><li>Fonte: internet </li></ul>PROFISSIONAIS MAIS SUSEPTIVEL AO DELIRIUM
  11. 11. PROFISSIONAIS MAIS SUSEPTIVEL AO DELIRIUM <ul><li>Cortador de cana Carpinteiro </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Fonte: internet </li></ul>
  13. 13. <ul><li>EM RELAÇÃO AOS SINAIS E SINTOMAS OBSERVA-SE: </li></ul><ul><li>Cognição: </li></ul><ul><li>Consciência; </li></ul><ul><li>Atenção; </li></ul><ul><li>Desorientação; </li></ul><ul><li>Linguagem; </li></ul><ul><li>Memória; </li></ul><ul><li>Função executiva. </li></ul>QUADRO CLÍNICO
  14. 14. <ul><li>Sintomas psicóticos: </li></ul><ul><li>Delírio; </li></ul><ul><li>Percepções alteradas. </li></ul><ul><li>Distúrbios do sono: </li></ul><ul><li>Ciclo sono-vígilia: </li></ul><ul><li>Distúrbios psicomotores: </li></ul><ul><li>Agitação, disfagia, tremores, ataxia, quedas e convulsões. </li></ul><ul><li>Distúrbios afetivos: </li></ul><ul><li>Disforia </li></ul><ul><li>Outros distúrbios : </li></ul><ul><li>Taquicardia, midríase, febre, sudorese, constipação ou diarréia. </li></ul>
  15. 15. OCORRÊNCIA DE ANTECESSORES <ul><li>DIMINUIÇÃO DA CONCENTRAÇÃO; </li></ul><ul><li>ANSIEDADE; </li></ul><ul><li>IRRITABILIDADE; </li></ul><ul><li>AGITAÇÃO; </li></ul><ul><li>HIPERSENSIBILIDADE À ESTÍMULOS OU PESADELO. </li></ul><ul><li>(WACKER et al, 2005) </li></ul>
  16. 16. DIAGNÓSTICO <ul><li>CLINÍCO: </li></ul><ul><li>Baseado na observação cautelosa do paciente e na valorização dos dados fornecidos pela família, companheiros do trabalho e pela equipe de saúde que presta a assistência ao paciente. </li></ul>
  17. 17. FORMA DE TRATAMENTO <ul><li>É CONSIDERADO UMA EMERGÊNCIA MÉDICA; </li></ul><ul><li>Duas abordagens estão envolvidas no tratamento ao delirium: </li></ul><ul><li>A identificação e o tratamento do fator precipitante; </li></ul><ul><li>Controle dos sintomas. </li></ul><ul><li>TRATAMENTO FARMACOLÓGICO: </li></ul><ul><li>É necessário em casos em que há insônia e sintomas psicóticos. </li></ul><ul><li>Neurolépticos são as drogas de escolha médica. </li></ul><ul><li>Haloperidol </li></ul>
  18. 18. Transtorno Cognitivo Leve <ul><li>CONCEITO: Transtorno cognitivo leve caracteriza-se por alterações da memória, da orientação, da capacidade de aprendizado e redução da capacidade de concentração em tarefas prolongadas. </li></ul>
  19. 19. Fatores de Risco <ul><li>Exposição ocupacional às substâncias químicas tóxicas e agentes físicos: </li></ul><ul><li>Brometo de metila; </li></ul><ul><li>Chumbo e seus compostos tóxicos; </li></ul><ul><li>Manganês e seus compostos tóxicos; </li></ul><ul><li>Mercúrio e seus compostos tóxicos; </li></ul><ul><li>Sulfeto de carbono ; </li></ul><ul><li>Outros solventes orgânicos neurotóxicos; </li></ul><ul><li>Níveis elevados de ruído. </li></ul>
  20. 20. Quadro clínico e diagnóstico <ul><li>É um declínio no desempenho cognitivo, que inclui queixas de comprometimento da memória, dificuldades de aprendizado ou de concentração; </li></ul><ul><li>Testes psicológicos objetivos podem ser úteis; </li></ul><ul><li>O diagnóstico diferencial com as síndromes pós-encefalítica e pós-traumática pode ser feito a partir da etiologia e da menor amplitude dos sintomas, geralmente mais leves e de mais curta duração. </li></ul>
  21. 21. Tratamento <ul><li>A principal medida terapêutica é o afastamento do paciente do trabalho; </li></ul><ul><li>As conduções médica, psicológica e social do caso incluem o tratamento farmacológico e sintomático; </li></ul><ul><li>Dependendo do grau de disfunção e/ou lesão, pode-se avaliar a utilidade da reabilitação neuropsicológica do paciente e da reabilitação profissional. </li></ul>
  22. 22. Prevenção <ul><li>Observar atividades e locais de trabalho onde possa existir substâncias químicas, agentes físicos e/ou biológicos; </li></ul><ul><li>Identificação dos problemas ou danos potenciais decorrente da exposição aos fatores de risco identificados; </li></ul><ul><li>Identificação e proposição de medidas para eliminação ou controle da exposição; </li></ul><ul><li>Educação e informação aos trabalhadores e empregadores. </li></ul>
  23. 24. Suspeita ou confirmada a relação da doença com o trabalho, deve-se: <ul><li>Informar ao trabalhador; </li></ul><ul><li>Examinar os expostos, visando a identificar outros casos; </li></ul><ul><li>Notificar o caso aos sistemas de informação em saúde (epidemiológica, sanitária e/ou de saúde do trabalhador), por meio dos instrumentos próprios, à DRT/MTE e ao sindicato da categoria; </li></ul><ul><li>Providenciar a emissão da CAT, caso o trabalhador seja segurado pelo SAT da Previdência Social; </li></ul><ul><li>Orientar o empregador para que adote os recursos técnicos e gerenciais adequados para eliminação ou controle dos fatores de risco. </li></ul>
  24. 25. Educação em Saúde <ul><li>Enclausuramento de processos e isolamento de setores; </li></ul><ul><li>Normas de higiene e segurança rigorosos, incluindo sistemas de exaustão e ventilação; </li></ul><ul><li>Monitoramento sistemático das concentrações no ar ambiente; </li></ul><ul><li>Adoção de normas de organização do trabalho; </li></ul><ul><li>Medidas de limpeza; </li></ul><ul><li>Fornecimento de EPI; </li></ul><ul><li>Requer a ação de uma equipe multiprofissional. </li></ul>
  25. 26. Sistematização da Assistência de Enfermagem <ul><li>Histórico: Dados diretos e indiretos </li></ul><ul><li>Diagnóstico: Análise e interpretação </li></ul><ul><li>Planejamento; </li></ul><ul><li>Implementação; </li></ul><ul><li>Evolução. </li></ul>
  26. 27. REFERÊNCIA <ul><li>MINISTÉRIO DA SAÚDE DO BRASIL; ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE NO BRASIL. Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde / organizado por Elizabeth Costa Dias ; colaboradores Idelberto Muniz Almeida et al. – Brasília: Ministério da Saúde do Brasil, 2001. </li></ul><ul><li>WACKER, Priscilla; NUNES, Paula V.; FORLENZA, Orestes V.Delirium: uma perspectiva histórica. Rev. psiquiatr. clín . ,  São Paulo,  v. 32,  n. 3, June  2005 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-60832005000300001&lng=en&nrm=iso>. access on  04  Nov.  2010.  doi: 10.1590/S0101-60832005000300001. </li></ul><ul><li>TANNURE, M. C.; GONÇALVES, A. M. P. SAE Sistematização da Assistência de Enfermagem: Guia Prático. Rio de Janeiro: Guanabara, 2009. </li></ul>
  27. 28. <ul><li>OBRIGADO! </li></ul>

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