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Arminda amrr intertextualidade

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Arminda amrr intertextualidade

  1. 1. Intertextualidade ppt adaptados
  2. 2. “O Ano da Morte de Ricardo Reis” Intertextualidade: José Saramago, leitor de Luís de Camões, Cesário Verde e Fernando Pessoa Intertextualidade “todos os caminhos portugueses vão dar a Camões” Luís de Camões Outras referências intertextuais Cesário Verde Fernando Pessoa
  3. 3. O Ano da Morte de Ricardo Reis Intertextualidade: José Saramago, leitor de Luís de Camões Outras Expressões, 12.º ano ▪ Camões enquanto símbolo da nação ▪ Os Lusíadas: inspiração e modelo literário ▪ O tom antiépico e a crise nacional ▪ A simbologia do Adamastor: os perigos e as ameaças, agora de caráter político
  4. 4. José Saramago, leitor de Luís de Camões A frase emblemática do romance, tanto no epigráfico da cena primeira – “Aqui o mar acaba e a terra principia” […] como na variante chave de ouro da narrativa – “Aqui, onde o mar se acabou e a terra espera.” –, marca de vez a mudança do olhar para a terra. É sintomático que o romance abra com uma viagem de retorno a Portugal, a de Ricardo Reis, por mares agora longamente navegados […], a bordo do Highland Brigade, um vapor inglês da Mala Real Britânica, o que desfaz definitivamente a possibilidade de evocação das naus gloriosas de outrora. SILVA, Teresa (1999). “Do labirinto textual ou da escrita como lugar de memória”, Colóquio Letras, nºs 150-151, p. 255 [com supressões] “Onde a terra se acaba e o mar começa” Os Lusíadas, Canto III “O Ano da Morte de Ricardo Reis” Intertextualidade: José Saramago, leitor de Luís de Camões, Cesário Verde e Fernando Pessoa
  5. 5. Intertextualidade Os Lusíadas e Ano da Morte de Ricardo Reis Eis aqui, quase cume da cabeça De Europa toda, o Reino Lusitano, Onde a terra se acaba e o mar começa, E onde Febo repousa no Oceano. Luís de Camões, Os Lusíadas, canto III Aqui o mar acaba e a terra principia. Chove sobre a cidade pálida, as águas do rio correm turvas de barro, há cheia nas lezírias. Um barco escuro sobe o fluxo soturno, é o Highland Brigade que vem atracar ao cais de Alcântara. (…) Então vamos, disse Fernando Pessoa, Vamos, disse Ricardo Reis. O Adamastor não se voltou para ver, parecia-lhe que desta vez ia ser capaz de dar o grande grito. Aqui, onde o mar se acabou e a terra espera. José Saramago, Ano da Morte de Ricardo Reis Prof. Arminda Gonçalves - ESAG
  6. 6. Onde a terra se acaba e o mar começa, Os Lusíadas, canto III Prof. Arminda Gonçalves - ESAG Cabo da Roca
  7. 7. Intertextualidade Os Lusíadas e Mensagem Eis aqui, quase cume da cabeça De Europa toda, o Reino Lusitano, Onde a terra se acaba e o mar começa, E onde Febo repousa no Oceano. Luís de Camões, Os Lusíadas, canto III O rosto com que fita é Portugal. Fernando Pessoa, Mensagem Prof. Arminda Gonçalves - ESAG
  8. 8. O Ano da Morte de Ricardo Reis Intertextualidade: José Saramago, leitor de Cesário Verde ▪ O carácter deambulatório ▪ O quotidiano físico e social da cidade ▪ A cidade como um espaço conotado com o aprisionamento e a tristeza ▪ A perceção sensorial da realidade ▪ A subversão da matéria épica
  9. 9. O Ano da Morte de Ricardo Reis Intertextualidade: José Saramago, leitor de Fernando Pessoa Outras Expressões, 12.º ano ▪ A poesia de Ricardo Reis (caracterização do protagonista) ▪ Os textos do ortónimo e dos restantes heterónimos (a “viagem literária” e as relações no seio da “família pessoana”) ▪ A poesia da Mensagem (valor simbólico)
  10. 10. Intertextualidade Não esquecer Saber+Português e app d'Os Maias  Saramago concilia Camões e Pessoa, que o não mencionou na Mensagem…  Pessoa tenta lembrar-se do poema da Mensagem dedicado a Camões e percebe que não existe… (p.??)
  11. 11. Jornais da época: O Século, Diário de Notícias… Bíblia Outras referências intertextuais Cantigas, provérbios e ditos populares Afirmações históricas famosas FUNÇÃO DAS ALUSÕES INTERTEXTUAIS Em geral, recriam ironicamente e em tom de paródia passagens conhecidas de textos da literatura portuguesa e da literatura de tradição oral (ex.: provérbios e ditos populares). The god of the labyrinth A referência ao escritor fictício Herbert Quain (recuperado de um conto da obra Ficções, de Jorge Luis Borges) congrega o universo da heteronímia pessoana e da própria ideia de ficção. A intercalação entre a realidade que Ricardo Reis lê nos jornais, no ano de 1936, e a recuperação da história policial de Borges simbolizam este aspeto labiríntico da fragmentação do sujeito poético. Temos, portanto, um jogo de espelhos, que reflete uma personagem inventada, num tempo histórico (1935/1936), que lê um livro de um escritor fictício, que surge numa obra real. “O Ano da Morte de Ricardo Reis” Intertextualidade: José Saramago, leitor de Luís de Camões, Cesário Verde e Fernando Pessoa
  12. 12. Ficções de José Luís Borges Análise da obra de Herbert Quain – duas primeiras páginas Não esquecer Saber+Português e app d'Os Maias

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