GIARDIA LAMBLIA 
(GIARDÍASE) 
PELO: 
NOME : ARMANDO GASPAR 
NRE : 2013 04 02 014 
DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM 
FACULDADE DE...
PREFÁCIO 
Em primeiro de todas as coisas, como todos somos crêntes de um Fé Religioso, agradeç à Deus todo poderosos, porq...
ÍNDICE 
PREFÁCIO ……………………………………………...………………………… ii 
ÍNDICE …………………………………………………..………………………… iii 
CAPÍTULO I – INTRODUÇÃO ……...
CAPÍTULO I 
INTRODUÇÃO 
1.1 Antecedência 
A Giardia foi descoberta em 1681, por Anton Van Leeuwenhoek quando examinava as ...
Em 2007, segundo a OMS, revelam prevalência de parasitas intestinais de 56,7%. Neste experimento, Giardia intestinalis est...
1.2 Objectivos 
Este trabalho tem o objetivo de fazer uma revisão bibliográfica devido à importância que esta doença repre...
CAPÍTULO II 
GIARDÍASE 
2.1. Etiologia 
A Giardia Lamblia é um protozoário que possui duas formas (Figura 1), uma 
forma c...
Apresentam 20 micrómetros de comprimento e 10 μm de largura, forma de 
pêra e são móveis, possuindo quatro pares de flagel...
2.2. Epideomologia 
A prevalência da Giárdia apresenta índices variáveis, dependendo da localização geográfica, do método ...
células inflamatórias e uma obliteração das vilosidades normais, a area total da 
absorção do intestine significamente dim...
CAPÍTULO III 
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO 
3.1. Diagnóstico 
O método da padrão para o diagnóstico da giardíase é o exame dir...
Os cistos podem ser observados no exame microscópico óptico (FAUST et al., 2001). O teste é realizado, de acordo com Heyma...
fontes de infecção, ingerir vegetais cozidos e lavar bem e desinfetar verduras cruas, hygiene pessoal e namanipulação dos ...
CAPÍTULO IV 
ENCERRAMENTO 
4.1. Conclusão 
A Giardia é um pequeno protozoário parasita do intestino delgado e, algumas vez...
4.2. Sugestões e críticas 
Este trabalho é apenas baseada na copia dos artigos da portal de educação e com nenhuma confirm...
REFERÊNCIAS 
 www.editorafaef.com.br/giardíase-felina-revisão-de-literatura ano IX– Número 16–Janeiro de 2011 – Periódico...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Sobre Gíardia lamblia e seus tipos por Armando Gaspar

320 visualizações

Publicada em

Sobre Gíardia lamblia e seus tipos por Armando Gaspar

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
320
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
6
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Sobre Gíardia lamblia e seus tipos por Armando Gaspar

  1. 1. GIARDIA LAMBLIA (GIARDÍASE) PELO: NOME : ARMANDO GASPAR NRE : 2013 04 02 014 DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM FACULDADE DE MEDICINA E CIÊNCIAS DE SAÚDE UNIVERSIDADE NACIONAL TIMOR LOROSA’E DÍLI 2014
  2. 2. PREFÁCIO Em primeiro de todas as coisas, como todos somos crêntes de um Fé Religioso, agradeç à Deus todo poderosos, porque, por sua presença e sua capacidade intelectual que nos Foi dado antes, que somos capazes de escrever este trabalho com sucesso. Também não esqueço de agradecer ao professor da material da Microbiologia e Parasitologia SR. Alvaro Godinho, porque com esse trabalho pode aumentar o meu conhecimentos sobre a Gíardia Lamblia e as mesmas doenças causadas por Gíardia Lamblia ou Giardíase, relacionados com os nossos estudos para a determinação do diagnóstico para os pacientes. Sejamos sucessos para construir um bom futuro do nosso país que é saudável e livre de todas as doenças infecto-contagiosas principalmente a Giadíase e uma boa assistência aos clientes. Díli, 07 de julho de 2014 Editor da Monográfia
  3. 3. ÍNDICE PREFÁCIO ……………………………………………...………………………… ii ÍNDICE …………………………………………………..………………………… iii CAPÍTULO I – INTRODUÇÃO ……………………………………….................. 1 1.1 Antecedência ………………………………………………………...………....... 1 1.2 Objectivos …………………………………………………………………..…… 3 CAPÍTULO II – GIARDÍASE ………………………………………….………… 4 2.1 Etiologia …………………………………………………………….…………… 4 2.2 Epideomologia ……………………………………………………...…………… 6 2.3 Patologia ………………………………………………….……………...……… 6 2.4 Sinais E Sintomas Clínicos ……………………………………………….……... 7 CAPÍTULO III – DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO ………………………… 8 3.1. Diagnóstico ………………………………...…………………………………… 8 3.2. Prevenção E Tratamento ……………………...………………………………… 9 CAPÍTULO IV – ENCERRAMENTO …………..……………………………… 11 4.1. Conclusão …………………………………………………...………………… 11 4.2. Sugestões E Críticas …………………………………………..……………… 12 REFERÊNCIAS ………………………………………………...…………………13
  4. 4. CAPÍTULO I INTRODUÇÃO 1.1 Antecedência A Giardia foi descoberta em 1681, por Anton Van Leeuwenhoek quando examinava as suas próprias fezes diarreicas sob o microscópio. O parasita foi descrito novamente em 1859, pelo médico tcheco Vilém Dusan Lambl, o qual o denominou Cercomas intestinalis. Em 1915, a equipe do zoólogo Charles Stiles criou o nome Giardia lamblia, para homenagear as pesquisas do biólogo francês Alfred Mathieu Giard e Vilém Dusan Lambl. Atualmente, a Giardia lamblia também recebe as denominaçõs de G. intestinalis, G. duodenalis ou Lamblia intestinalis. A Giardia é um pequeno protozoário parasita do intestino delgado e, algumas vezes, do intestino grosso que pode causar diarreia aguda e/ou crônica, ocasionalmente má formação e, raramente, êmese ou Giardíase. Os Protozoários do gênero Giardia lamblia são parasitas flagelados que habitam no trato de gastrointestinal de uma ampla variedade de espécies de invertebrados, listados entre os patógenos gastrointestinais mais importantes na Clínica Médica de Pequenos Animais.
  5. 5. Em 2007, segundo a OMS, revelam prevalência de parasitas intestinais de 56,7%. Neste experimento, Giardia intestinalis estava presente em 2,32% dos animais. Municípios como o de Jacareí, no estado de São Paulo, em trabalho de Mendes et al, o que chamou a atenção foi o achado de Balantidium spp., em 20% dos casos. Em Timor-leste, em 2008 foi realizado uma pesquisa por Ministeiro de Saúde atravez da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa e Escola Superior da Cruz Vermelha Portuguesa, com o resultado relatado que a Giardiase “Giardia Lamblia” foi o triceiro caso maior em Timor-Leste seguindo a Entamoeba Histolical dispar. No Parasitas Intestinais Média 1. B. Hominis 53,3% 2. E. Histolitical Dispar 11,4% 3. G. Lamblia 5,8% 4. Outras Parasitas 29,5% Total 100% A metodologia utilizada foi analisado por teste de ELISA e imunoblot quanto a anticorpos contraa glicoproteinas especificas para a neurocisticercose.
  6. 6. 1.2 Objectivos Este trabalho tem o objetivo de fazer uma revisão bibliográfica devido à importância que esta doença representa para os felinos, a fim de proporcionar os pacientes infectados o tratamento adequado, otimizando desta maneira seu prognóstico. Este trabalho também tem por objectivo para conhecer e compreender bem uma das doenças intestinais, isto é Giardíase que causada por Gíardia Lamblia. E este trabalho também tem por objectivo para preencher alguns critérios guiados por professor da matéria para a avaliação no exame do fim-de- semestral
  7. 7. CAPÍTULO II GIARDÍASE 2.1. Etiologia A Giardia Lamblia é um protozoário que possui duas formas (Figura 1), uma forma cística (Figura 2), que é eliminada nas fezes que pode sobreviver durante meses no ambiente e é infecciosa para outros animais. Estes cistos são arredondados, com dois ou quatro núcleos, quatro corpos parabasais, quatro axonemas e com parede celular grossa e imóveis. A forma de trofozoíta (Figura 3), que se desenvolve no intestino delgado a partir de cistos ingeridos e causa sinais clínicos. Figura 1. Foto das diferenças morfológicas entre Giardia lamblia cística e Giardia lamblia trofozoíta Figura 2. Foto da morfologia da espécie Giardia lamblia na forma cística Figura 3. Foto da morfologia da espécie Giardia lamblia na forma trofozoíta
  8. 8. Apresentam 20 micrómetros de comprimento e 10 μm de largura, forma de pêra e são móveis, possuindo quatro pares de flagelos (anterior, posterior, ventral e caudal) e dois núcleos, dois corpos parabasais, e ainda dois axonemas cada um. O ciclo de vida é simples (Figura 4), os trofozoítas são as formas ativas no hospedeiro, sendo que a forma infectante são os cistos, multiplicando-se no intestino. Os trofozoítas têm proteínas de adesão às células da mucosa e geralmente não são arrastados com as fezes. Alguns trofozoítas transformam-se em cistos, que são formas resistentes mas inativas, que são arrastadas e excretadas com as fezes. No exterior, os cistos resistem por semanas a meses. Se forem ingeridos por algum animal, são ativados durante a passagem pelo seu estômago e transformam-se em trofozoítas. Figura 4: Ciclos biológicos da Giardia. mostrando autoinfecção em humanos
  9. 9. 2.2. Epideomologia A prevalência da Giárdia apresenta índices variáveis, dependendo da localização geográfica, do método utilizado para o diagnóstico e da população estudada. Há maior sensibilidade de animais menores de um ano de idade do que adultos, sugerindo o desenvolvimento de certo grau de resistência com o aumento da idade. Os felinos de rua ou aqueles densamente abrigados estão mais expostos, devido ao maior contato com água, alimentos e fezes de animais ou de pessoas contaminadas. A giárdia é adquirida via ingestão de fezes contaminadas, ou de alimento ou água contaminada. Não existe migração extra-intestinal e nem ocorre infecções transplacentárias e transmamárias. Uma vez ingeridos, os cistos de Giárdia podem ser eliminados nas fezes 5 a 16 dias mais tarde, podendo permanecer subsistentes na água de rios ou de lagos por até 84 dias. 2.3. Patologia-Mecanismos De Infecção Os sinais da destruição em virtude da má absorção podem ocorrer como resultado da infecção prolongada e extensiva. Nesses casosos microorganismos podem literalmente cobrir a superfície da mucosa do intestino Delgado, pois causando um infiltrado sub-mucosal das
  10. 10. células inflamatórias e uma obliteração das vilosidades normais, a area total da absorção do intestine significamente diminuida. Em especial, a má absorção de gorduras pode levar a fezes gorduras e fétidas; a diarreia associada à não absorção de ácidos graxos no lume, a deficiência na absorção de vitaminas solúveis em gorduras tais como vitaminas A, K D e E, assim causando a parda do peso. 2.4. Sinais e Sintomas Clínicos Os sinais e sintomas clínicos são diarreia (Figura 5) do intestino delgado, ocasionalmente diarreia do intestino grosso ou intestinal mista, esteatorreia, borborigmo e perda de peso. Raramente a infecção é grave, porém pode causar desidratação, letargia e anorexia. A infecção também pode ser assintomática. Os achados do exame físico podem ser normais ou revelar evidência de diarreia, desidratação e perda de peso. A Giárdia também pode acompanhar outras doenças intestinais; nesse caso, os sinais clínicos refletem o processo patológico subjacente. Figura 5. Foto de diarreia causada por Giardia
  11. 11. CAPÍTULO III DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO 3.1. Diagnóstico O método da padrão para o diagnóstico da giardíase é o exame directo das fezes ou de material do duodeno obtido por aspiração. O diagnóstico clínico é feito pela história de diarréia prolongada, sem muco, pus ou sangue, com perda ponderal, intolerância à lactose e pela história epidemiológica. O diagnóstico laboratorial é feito pela identificação de cistos ou trofozoítos no exame direto de fezes ou identificação de trofozoítos no fluído duodenal, obtido através de aspiração. A detecção de antígenos pode ser realizada pelo ELISA, com confirmação diagnóstica. Em raras ocasiões, poderá ser realizada biópsia duodenal, com identificação de trofozoítos É possível a detecção dos antígenos da Giardia lamblia em espécimes fecais, utilizando-se o ensaio munoenzimático (ELISA). A detecção de anticorpos anti-giárdia no soro tem pouca contribuição para o diagnóstico. Detecção de antígenos fecais por PCR em fezes também poderá ser realizado, mas é uma técnica de custo mais elevado, embora seu valor vem se tornando cada vez mais acessível.
  12. 12. Os cistos podem ser observados no exame microscópico óptico (FAUST et al., 2001). O teste é realizado, de acordo com Heymans (2000), da seguinte maneira: misturar cerca de 2 g de fezes com 15 mL de solução de sulfato de zinco a 33%, passar a mistura por um coador de chá ou gaze de algodão para um tubo, completar o tubo com mais sulfato de zinco, centrifugar a 1500 rpm durante 5 minutos, deixar que uma lamínula fique em contato com o menisco no tubo durante 4 a 5 minutos, aplicar a lamínula sobre uma lâmina de microscopia e examinar em busca de cistos. Esse teste identifica cerca de 77% (um exame) e 96% (3 exames) dos gatos infectados. 3.2. Prevenção E Tratamento Aos indivíduos que practicam caminho ou acampamento podem evitar episódios desagradaveis de diarreia, fervendo filtrando a água que bebem ou tratando-a com quantida de suficiêntes de Cloro e Iodo. Ferver as águas com uma temperature até 200 oC, lavar bem os alimentos que se consume em cru, lavar bem os vegetais antes de preparar com águas potáveis. Para o controle da doença, além das medidas gerais de educação em saúde e saneamento, são importantes às medidas específicas: evitar as possíveis
  13. 13. fontes de infecção, ingerir vegetais cozidos e lavar bem e desinfetar verduras cruas, hygiene pessoal e namanipulação dos alimentos. O tratamento da forma não complicada pode ser feito com levamisol, albendazol, mebendazol, pamoato de pirante louivermectina. Como medidas de controledeve-se enfatizar a necessidade de medidas de higienepessoal como lavar as mãos após a utilização do banheiro, filtração da água potável e instalações sanitárias adequadas. O tratamento pode ser realizado com secnidazol, tinidazol, metronidazol, furazolidona, nimorazol, paromomicina, albendazol e nitazoxanida.
  14. 14. CAPÍTULO IV ENCERRAMENTO 4.1. Conclusão A Giardia é um pequeno protozoário parasita do intestino delgado e, algumas vezes, do intestino grosso que pode causar diarreia aguda e/ou crônica, ocasionalmente má formação e, raramente, êmese. É adquirida via ingestão de fezes contaminadas, ou de alimento ou água contaminada. Possui duas formas: cística e trofozoíta, que se desenvolve no intestino delgado de cistos ingeridos e que causa sinais clínicos; como diarreia, esteatorreia, borborigmo e perda de peso. Raramente a infecção é grave e causa desidratação, letargia e anorexia, ou pode ser assintomática. Os achados do exame físico podem revelar evidência de diarreia, desidratação e perda de peso. Possui importância zoonótica. O diagnóstico primário pode ser realizado através da flotação fecal em sulfato de zinco ou pelo esfregaço direto em salina. Como diagnóstico auxiliar há testes como o ELISA, Aspirado duodenal ou resposta ao febendazol. O tratamento clínico pode ser a administração via oral de febendazol, metronidazol ou albendazol. O prognóstico é excelente, embora os cistos possam persistir no ambiente, levando a reinfecção. O controle e a profilaxia ocorre através da restrição do animal ao acesso à rua, fornecimento de água de boa qualidade e vermifugação.
  15. 15. 4.2. Sugestões e críticas Este trabalho é apenas baseada na copia dos artigos da portal de educação e com nenhuma confirmação ciêntifica ou pesquisas por este grupo para o tópico relatado, isto é apenas um trabalho para aumentar conhecimentos individuais sobre o tópico refere e, é um critério de avaliação da material Microbiologia E Parasitológia. Se houve alguns casos necessaries para completar este trabalho, falhanço na linguangem e inestruturação de trabalho, esperamos por vossa sugestões para melhorar bem no futuro.
  16. 16. REFERÊNCIAS  www.editorafaef.com.br/giardíase-felina-revisão-de-literatura ano IX– Número 16–Janeiro de 2011 – Periódicos Semestral  www.faef.edu.br/giardíase-felina-revisão-de-literatura, ano IX–Número 16–Janeiro de 2011 – Periódicos Semestral  Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária é uma publicação semestral da Faculdade de Medicina veterinária e Zootecnia de Garça – FAMED/FAEF e Editora FAEF, mantidas pela Associação Cultural e Educacional de Garça ACEG. Ano IX – Número 16 – Janeiro de 2011 – Periódicos Semestral. NB: Todas essas referencias são apenas por um portal ou seja têm portais iguais  Livro de actas do 1o congresso das ciências da saúde de Timor-Leste em dezembro 2008 por Ministeiro da Saúde e Instituto de Ciências de Saúde Timor-Leste

×