Filosofia para todos powerpoint nb

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filosofia para todos 1. Arte e Estética

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  1. 1. UNIVERSIDADE SÉNIOR DE SETÚBAL 2014/2015 PROF. ARLINDO MOTA
  2. 2. A FILOSOFIA E AS MULHERES
  3. 3. PENSAR PELA PRÓPRIA CABEÇA
  4. 4. FILOSOFIA: Linhas Cruzadas
  5. 5. RAMOS DA FILOSOFIA  Gnosiosologia (o conhecimento);  Lógica (O pensamento e o discurso racional);  Ontologia (O ser);  Metafísica (As causas e os princípios da realidade);  Epitemologia (O conhecimento científico);  Antropologia (O Homem e a Humanidade);  Cosmologia (O cosmos e o universo); Axiologia (Os valores);  Ética (O bem, a justiça e a moralidade);  Estética (O belo e a arte);  Religião (Deus e o sagrado)
  6. 6. QUEM SOMOS, DE ONDE VIEMOS, PARA ONDE VAMOS? Gaugin, 1897
  7. 7. A VERDADE Enquanto Pergunta  Durante anos e anos um jovem candidato à sabedoria suprema fazia-se iniciar pelo melhor mestre em espiritualidade. Quando os dois acharam ter alcançado o seu objectivo, fixaram um último encontro, antes de se separarem de forma definitiva. Antes do final deste encontro, o discípulo quis colocar-lhe uma última pergunta, primordial e final, ao seu iniciador. Obtida a autorização, formulou-a assim: Que é a verdade? Tens muito pouca experiência para aprendê-la, retorquiu o velho mestre. Vê o mundo, medita, não titubeies em construir e destruir obras caducas e vem novamente ver-me dentro de dez anos para que te responda à mais importante das perguntas.
  8. 8. A VERDADE Enquanto Pergunta2  Dez anos mais tarde o aprendiz (agora menos jovem) voltou a encontrar-se com o seu velho mestre (bastante envelhecido). Passearam durante longo tempo sem falar até que por fim se sentaram à beira de um lago. O aluno falou em primeiro lugar: Segui os teus ensinamentos iniciáticos, transmitiste-me tudo; depois percorri o mundo, meditei, sofri e envelheci, experimentei tudo; apenas me falta a tua resposta à minha pergunta absolutamente crucial; tinhas-me prometido: Que é a verdade? O já muito velho mestre olhou-o com uma simpatia profunda e respondeu-lhe em voz baixa: a verdade, o que é?  Kostas Axelos, Contos Filo-sóficos
  9. 9. A ARTE E A ESTÉTICA  No final da década de 1930, um quadro Cristo e os Discípulos em Emmaus foi atribuído a Vermeer, um artista do século XVII com o aval de Bredius, um crítico de arte holandês muito conceituado. O Museu Boyman em Roterdão comprou o quadro a um certo Han van Meegeren, afinal o autor da obra.  Primeiramente a obra foi unanimemente aclamada como uma obra notável de Vermeer. Quando finalmente foi declarado falso, a sua cotação baixou drasticamente e o seu valor estético posto em causa.  Que faz com que uma obra de arte seja considerada uma obra de arte?
  10. 10. CRISTO E OS DISCÍPULOS EM EMAÚS
  11. 11. A FONTE, Duchamp
  12. 12. ESTÉTICA – HISTÓRIA DA BELEZA
  13. 13. HISTÓRIA DA BELEZA Lucas Carnach, Vénus e Cupido, 1509
  14. 14. O ENIGMA DE HOJE o dilema do prisioneiro  Consideremos 2 prisioneiros amorais – isto é, pessoas que não regem os seus comportamentos por quaisquer considerações morais, mas apenas pelas suas vantagens e desvantagens pessoais. Foram ambos presos em celas separadas, acusados de um crime. São culpados mas os acusadores não têm como prová-lo sem que eles confessem, pelo que propõem o seguinte a cada um dos prisioneiros:  Se você denunciar o outro preso , fica livre e ele apanha dez anos de cadeia. Contudo, se o outro o denunciar a si, ambos cumprirão penas de cinco anos. Se nenhum denunciar o outro, só podemos
  15. 15. O Dilema do prisioneiro 2 Qual a atitude que será mais vantajosa? (recordemos que o pressuposto é o de ambos pensarem amoralmente, tendo em conta apenas o seu interesse próprio e que esta proposta foi feita também ao outro prisioneiro
  16. 16. COM FILOSOFIA NÃO HÁ ÁRVORES «Não basta abrir a janela Para ver os campos e o rio. Não é bastante não ser cego Para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma. Com filosofia não há árvores: há ideias apenas. Há só cada um de nós, como uma cave. Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora; E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse, Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.» Poemas de Alberto Caeiro (Heterónimo de Fernando Pessoa)
  17. 17. DU PAREIL AU MÊME…

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