PROBLEMAS E
DELITOS NA
TERCEIRA IDADE
O idoso como atuante, não vítima.
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POPULAÇÃO IDOSA NO BRASIL
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pesquisas, o Brasil em 2...
“Sabe-se hoje, que há uma relação direta entre
exclusão social e violência. A violência é
subproduto da exclusão social, e...
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CONSTANTES, TEM-SE:
 Homicídio
 Lesão corporal
 Mortes violentas
 Furto
 Rou...
PROBLEMAS REAIS NA TERCEIRA IDADE
Quanto às criminalidades, tem-se alguns fatores
relacionados a estes dados:
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ALCOOLISMO
ALCOOLISMO
Você já viu campanhas contra o alcoolismo para
jovens? Provavelmente, muitas. E com relação a
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CONSEQUÊNCIAS DO ÁLCOOL NA
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DEPENDÊNCIA
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DEPENDÊNCIA QUÍMICA - FUMO
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PEDOFILIA
PEDOFILIA
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PEDOFILIA
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PEDOFILIA NO BRASIL
No Brasil, mesmo que já seja considerada uma
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PEDOFILIA – CÓDIGO PENAL
Art. 217-A. Ter conjunção carnal ou praticar outro ato
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PEDOFILIA - ATUAÇÃO
Apesar de compreenderem que estão agindo fora da lei,
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CRIMINALIDADE NA
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CRIMINALIDADE
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Em países que já possuem uma transição
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PORQUE OS IDOSOS DO JAPÃO ESTÃO
ROUBANDO TANTO?
Em 2010 foi registrado 175 casos de homicídios
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Concluímos que os problemas anteriormente
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EQUIPE:
ARIANE CARVALHO
ELANE CRISTINA
FERNANDA VITAL
LUÍS FERNANDO MARQUES
MARINALVA MELO
MÔNICA LIMA
PROF.:
RODRIGO MORA...
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 Revista Espaço Acadêmico, Ano III Nº 24.
 http://www.espacoacademico.com.br/024/24cppaul
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Nem todos possuem a fase da terceira idade marcada por fragilidade. A criminalidade também está presente nesta faixa etária.

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  1. 1. PROBLEMAS E DELITOS NA TERCEIRA IDADE O idoso como atuante, não vítima.
  2. 2. INTRODUÇÃO – CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO IDOSA NO BRASIL Atualmente, é comum afirmar que, segundo as pesquisas, o Brasil em 2020 será o 6º país com a maior população de idosos do planeta. Estatisticamente: 33 milhões de idosos no Brasil, ou seja, 14% da população total. Com o crescimento da população idosa no Brasil prevê- se um aumento dos índices de criminalidade contra esse grupo, denominado minoria. Acredita-se também, que diante das escassas condições econômicas, as questões relativas aos proventos da previdência social, descaso da sociedade para as condições de vida do ancião, poderão elevar as taxas de violência em que atuem como agente e não mais como vítima.
  3. 3. “Sabe-se hoje, que há uma relação direta entre exclusão social e violência. A violência é subproduto da exclusão social, e exclusão social não significa miséria.”
  4. 4. DOS CRIMES GERAIS RELACIONADOS NOS DADOS CONSTANTES, TEM-SE:  Homicídio  Lesão corporal  Mortes violentas  Furto  Roubo  Roubo seguido de morte (latrocínio)  Extorsão mediante seqüestro  Estupro  Atentado violento ao pudor
  5. 5. PROBLEMAS REAIS NA TERCEIRA IDADE Quanto às criminalidades, tem-se alguns fatores relacionados a estes dados:  Alcoolismo  Dependência química  Pedofilia  Criminalidade na terceira idade
  6. 6. ALCOOLISMO
  7. 7. ALCOOLISMO Você já viu campanhas contra o alcoolismo para jovens? Provavelmente, muitas. E com relação a uma campanha para alertar os idosos sobre o perigo que o estrago representa para a sua saúde? É quase certo que nenhuma. Esta falsa premissa de que o alcool é um tema preocupante apenas para a juventude e não para os idosos pode estar provocando uma epidemia silenciosa entre esse segmento da população.
  8. 8. ALCOOLISMO – PROBLEMAS NA TERCEIRA IDADE Entre 2 a 3% dos alcoólatras tem mais de 65 anos. Se bem em alguns casos o alcoolismo é resultado de uma longa história de abuso, na maioria deles é uma forma de escapar de uma realidade difícil de assumir, como o medo da morte, a solidão, a ansiedade gerada pela sensação de dependência, a tristeza pelas perdas, a falta de adaptação a aposentadoria, as frustrações das mais variadas causas assumem grande importância sendo fatores que devem ser encarados com muito respeito e compreensão.
  9. 9. ALCOOLISMO - MANIFESTAÇÕES Suas manifestações caracterizam por dificuldades no andar, por confusão e por negligencia consigo mesmo. Acentua a falta de memória, pode haver mudança de humor com excitação seguida de depressão e agressividade, podendo se confundir com demência, além de causar o isolamento social.
  10. 10. CONSEQUÊNCIAS DO ÁLCOOL NA TERCEIRA IDADE As conseqüências em longo prazo do consumo de álcool são muitas, afetando o organismo de diversas formas:  Diminuição dos valores de ácido fólico, ferro e niacina, favorece a aparição de anemias, lesões cutâneas e diarréias.  Afetam o esôfago (inflamação e câncer), o estomago (inflamação e úlceras), o fígado (hepatites, cirroses e câncer) e o pâncreas (pancreatite, baixos valores de açúcar no sangue e câncer).
  11. 11. CONSEQUÊNCIAS DO ÁLCOOL NA TERCEIRA IDADE  Confusão, coordenação reduzida, limitações de memória de curto prazo, deteriorização dos nervos que controlam os movimentos dos braços e das pernas, psicose e acidentes cerebrovasculares.  Arritmias, insuficiência cardíaca, hipertensão arterial e arteriosclerose.
  12. 12. DEPENDÊNCIA QUÍMICA
  13. 13. DEPENDÊNCIA QUÍMICA - FUMO Assim como o alcoolismo, o fumo está bastante presente na sociedade. Entre os idosos, esta realidade também não é diferente. O cigarro tem acarretado diversos problemas entre as pessoas fumantes, assim como as não fumantes. É comprovado que, os não fumantes que vivem em ambiente de poluição por tabaco ou convivem com pessoas que fumam constantemente, podem estar mais propensas a desenvolverem um câncer de pulmão do que o próprio fumante.
  14. 14. DEPENDÊNCIA QUÍMICA Querendo manter o pique da juventude a todo custo, há quem na maturidade utilize excessivamente antidepressivos, remédio contra impotência, hormônio do crescimento - um grande risco a saúde. Ainda que o álcool e fumo sejam os vilões número um de abuso de drogas na terceira idade, há casos de dependência de medicamentos, principalmente ansiolíticos.
  15. 15. DEPENDÊNCIA QUÍMICA Usados sem indicação médica e adquirido no mercado negro, o que nem sempre garante sua procedência e qualidade, os remédios para impotência (PÍLULA AZUL) são um elemento novo na cartela de substância que provocam dependência nos mais velhos. “Já há casos de relatos de violência sexual dos homens idosos contra mulheres, netos e familiares, por causa do uso indiscriminado desses medicamentos,” aponta o farmacêutico Rubens Bendlin da (SES).
  16. 16. DEPENDÊNCIA – “FÓRMULA MÁGICA” Para quem acredita que há uma „formula mágica‟ para envelhecer com saúde: Existe uma „pílula‟ que ajuda a emagrecer, aumenta a massa muscular, afasta a depressão, previne a ansiedade, diminui o colesterol, controla a hipertensão arterial e ainda é „gratuita‟: O nome dela é atividade física.
  17. 17. PEDOFILIA
  18. 18. PEDOFILIA Em diversos tempos e culturas ocorreram e ocorrem casamentos e relacionamentos sexuais, afetivos ou não, entre pessoas mais velhas e crianças. Em comunidades Hindus e mulçumanas, o casamento de homens com meninas de até quatro anos de idade são tidos como prática cultural, embora choquem o mundo Ocidental.
  19. 19. PEDOFILIA O problema é que, pertencendo ou não à realidade cultural de uma sociedade, a prática sexual da pedofilia vem causando do longo das eras sérios abalos no psiquico das crianças que são vitimas dessa forma e tais vitimas não estão isentas de traumas mesmo quando o contexto é cultural.
  20. 20. PEDOFILIA NO BRASIL No Brasil, mesmo que já seja considerada uma prática criminosa, a pedofilia continua ocorrendo à larga, em primeiro lugar por conta da exploração da pobreza, especialmente, na região nordestina do pais onde as meninas, as mulheres e os rapazes são facilmente trocados por moedas.
  21. 21. PEDOFILIA – CÓDIGO PENAL Art. 217-A. Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos: Pena – reclusão, de 8 (oito) a 15 (quinze) anos. § 1o - Incorre na mesma pena quem pratica as ações descritas no caput com alguém que, por enfermidade ou deficiência mental, não tem o necessário discernimento para a prática do ato, ou que, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência. § 2o - (VETADO) § 3o - Se da conduta resulta lesão corporal de natureza grave: Pena – reclusão, de 10 (dez) a 20 (vinte) anos. § 4o - Se da conduta resulta morte: Pena – reclusão, de 12 (doze) a 30 (trinta) anos.
  22. 22. PEDOFILIA - ATUAÇÃO Apesar de compreenderem que estão agindo fora da lei, os molestadores de crianças racionalizam seu comportamento, convencendo-se de que não estão cometendo nenhum crime e de que seu comportamento é aceitável. O molestador de crianças convence a si mesmo de que a criança quer se relacionar sexualmente com ele, projetando nela os pensamentos e sentimentos que ele quer que ela tenha sobre ele, e se convence de que seu comportamento abusivo não causa estragos nem é prejudicial.
  23. 23. CRIMINALIDADE NA TERCEIRA IDADE
  24. 24. CRIMINALIDADE Motivos dos roubos, citados por alguns idosos condenados: 1. Motivados mais pela solidão do que por necessidade; 2. Sentimentos de isolamento; 3. Desmotivação na vida e frustração; 4. Por viverem sozinhos; 5. Por não ter ninguém, nem amigos.
  25. 25. CRIMINALIDADE – PORQUE OS IDOSOS DO JAPÃO ESTÃO ROUBANDO TANTO? Em países que já possuem uma transição demográfica completa, a criminalidade é ainda maior. No Japão, o número de casos de furto de lojas por pessoas com mais de 65 anos aumentou. O furto de lojas, é, normalmente um ato relacionado à delinquência juvenil. No entanto, o número de infrações do tipo cometidas por pessoas entre 14 e 19 anos está em declínio. Em 2007, houve 30 mil casos de furtos a lojas cometidos por pessoas nessa faixa-etária, contra 40 mil em 2000.
  26. 26. PORQUE OS IDOSOS DO JAPÃO ESTÃO ROUBANDO TANTO? Em 2010 foi registrado 175 casos de homicídios cometidos por idosos acima de 65 anos no Japão. Segundo a Agência Nacional de Polícia, os motivos dos homicídios cometidos por idosos são: “raiva” com 41%, “cansado dos cuidados e tratamentos” com 17% e “ódio” com 16%. A maioria dos casos, cerca de 70%, ocorreu dentro das famílias.
  27. 27. Concluímos que os problemas anteriormente discutidos estão intimamente ligados ao aumento da população idosa. Portanto, é preciso que em nosso país, que está inserido nesse processo de transição demográfica, crie políticas de atenção ao idoso para evitar que tais situações não ocorram de forma descontrolada em um futuro não muito distante.
  28. 28. EQUIPE: ARIANE CARVALHO ELANE CRISTINA FERNANDA VITAL LUÍS FERNANDO MARQUES MARINALVA MELO MÔNICA LIMA PROF.: RODRIGO MORAES SAÚDE DO IDOSO ENFERMAGEM - 4º PERÍODO
  29. 29. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  Revista Espaço Acadêmico, Ano III Nº 24.  http://www.espacoacademico.com.br/024/24cppaul o.htm  Fonte: elmundosalud.com – 25 de setembro de 2003  Núcleo de psiquiatria e psicologia Forense (Neifor), Instituto de psiquiatria do Hospital das Clinicas; Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).  http://www.poderdasmaos.com/site/?p=Drogas_e_T erceira_Idade09234

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