DISTÚRBIOS ORAIS E ESOFÁGICOS

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DISTÚRBIOS ORAIS E ESOFÁGICOS

  1. 1. Tema: Tratamento de Pacientes com Distúrbios Esofágicos e Gastrintestinais 1
  2. 2. REFLUXO GASTROESOFÁGICO 2
  3. 3. HÉRNIA DE HIATO 3
  4. 4. É a abertura no diafragma através da qual o esôfago atravessa, torna-se dilatada e, parte da porção superior do estomago tende a mover-se para cima, para dentro da porção inferior do tórax. Existem dois tipos de hérnia de hiato: Hérnia de Hiato Axial; Hérnia de Hiato Paraesofágica. CONCEITO: 4
  5. 5. HÉRNIA DE HIATO: 5
  6. 6. TRATAMENTO:  O tratamento de uma hérnia axial inclui alimentações pequenas e frequentes, as quais podem passar facilmente através do esôfago;  A cirurgia está indicada em cerca de 15 % dos pacientes;  Os tratamentos médico e cirúrgico de uma hérnia paraesofágica são similares àquele para o refluxo gastroesofágico. 6
  7. 7. CIRURGIA: 7
  8. 8. GASTROSTOMIA 8
  9. 9. CONCEITO:  A gastrostomia é um procedimento cirúrgico para criar uma abertura no estômago com o propósito de administrar alimento e líquidos.  Diferentes tipos de alimentações por gastrostomias podem ser usadas: a Stamm (temporária e permanente), Janeway (permanente) e gastrostomia endoscópica percutânea (temporária). 9
  10. 10. TRATAMENTO DE ENFERMAGEM  O primeiro alimento líquido é administrado logo após a cirurgia, geralmente constituído em água e 10% de glicose. Inicialmente são fornecidos apenas 30 a 60 ml de cada vez, mas essa quantidade é aumentada gradualmente. No segundo dia, de 180 a 240 ml podem ser dados de uma só vez, se essa quantidade for tolerada e não houver vazamentos de líquidos ao redor da sonda. Água e leite podem ser administrados após 24 horas, através de uma gastrostomia permanente. Líquidos altamente calóricos são adicionados gradativamente. 10
  11. 11. ÚLCERA PÉPTICA 11
  12. 12. HISTÓRICO; DIAGNÓSTICO; PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM: Aliviando a Dor; Reduzindo a Ansiedade; Mantendo um Estado Nutricional Ótimo; Monitorando e Tratando uma Hemorragia em Potencial. 12
  13. 13. Cirurgia Gástrica 13
  14. 14. PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM:  Reduzindo a ansiedade e aumentando o conhecimento. 14
  15. 15. OBSTÁCULOS PARA UMA NUTRIÇÃO ADEQUADA: Refluxo Biliar:  Remoção do piloro;  Agentes que se ligam como a colestiramina (Questran), gel de hidróxido de alumínio ou metoclopramida hidroclorídrica (Reglan), tem sido usados com algum sucesso. 15
  16. 16. SÍNDROME DO ESVAZIAMENTO RÁPIDO:  A passagem do alimento do retalho do estômago para o jejuno é muito rápida;  Os primeiros sinais incluem a sensação de plenitude gástrica, fraqueza, sensação de desmaio, tonturas, palpitação, diaforese, dormência nas mãos e diarreia;  Os sintomas vasomotores que ocorrem 10 a 90 minutos após alimentar-se são, manifestados por palidez, perspiração, palpitações, dor de cabeça e sensação de calor, tonturas e, até mesmo sonolência. 16
  17. 17. DEFICIÊNCIAS VITAMÍNICAS E MINERAIS:  Má absorção de ferro orgânico.  Posição na hora da alimentação; 20 a 30 min deitado;  Líquidos;  A gordura pode ser dada conforme tolerada, mas a ingesta de carboidratos deveria ser mantida baixa. Sacarose e glicose são evitados;  Antiespasmódicos;  Refeições menores e mais frequentes;  Alimentos;  Suplementos dietéticos de vitaminas e triglicerídeos do canal médio ou injeções de vitaminas B12 e ferro podem ser prescritos. AUTOTRATAMENTO DIETÉTICO: 17
  18. 18. APENDICITE 18
  19. 19. CONCEITO:  É a inflamação do apêndice vermiforme produzida por uma obstrução da luz intestinal por infecção, estenose, massa fecal, corpo estranho ou tumor. 19
  20. 20. AVALIAÇÃO DE ENFERMAGEM:  Obter o histórico para localização e extensão da dor;  Auscultar quanto à presença de sons intestinais; o peristaltismo pode estar presente ou diminuído;  Na palpação do abdômen, avaliar quanto à hipersensibilidade em qualquer ponto do quadrante inferior direito, mas frequentemente localizado sobre o ponto de McBurney (ponto imediatamente abaixo do ponto médio da linha entre o umbigo e a crista ilíaca no lado direito). Avaliar quanto à hipersensibilidade de rebote no quadrante inferior direito, bem como o rebote referido quando palpar o quadrante inferior esquerdo;  Avaliar quanto ao sinal de psoas positivo, fazendo com que o paciente tente levantar a coxa direita contra a pressão de sua mão colocada sobre o joelho direito. A inflamação do músculo psoas na apendicite aguda aumentará a dor abdominal com essa manobra;  Avaliar quanto ao sinal positivo do obturador, flexionando o quadril e o joelho direito do paciente e girando a perna para dentro. A dor hipogástrica com essa manobra indica inflamação do músculo obturador. 20
  21. 21. DOENÇA DIVERTICULAR 21
  22. 22. CONCEITO:  Afecção causada pela presença no órgão de divertículos (bolsa ou dilatação sacular da parede do cólon) falsos. 22
  23. 23. TRATAMENTO DE ENFERMAGEM: De acordo com a prescrição, são administrados os analgésicos (p. ex.: meperidina), para aliviar a dor da diverticulite, e os agentes antiespasmódicos, para diminuir o espasmo intestinal. O enfermeiro avalia quanto aos seguintes sinais de perfuração:  Dor abdominal aumentada e hipersensibilidade acompanhada por rigidez abdominal.  Contagem de leucócitos elevada.  Velocidade de hemossedimentação elevada.  Temperatura aumentada.  Taquicardia.  Hipotensão.  A perfuração é uma emergência cirúrgica. 23
  24. 24.  No cuidado domiciliar e comunitário, como os pacientes, os membros de sua família e seus cuidadores tendem a focalizar as questões e necessidades mais óbvias, o enfermeiro lembra ao paciente e à família a importância de continuar a promoção da saúde e as práticas de triagem. 24
  25. 25. ILEOSTOMIA 25
  26. 26. CONCEITO:  É uma abertura criada cirurgicamente entre o íleo do intestino delgado e a parede abdominal a fim de permitir a eliminação fecal. 26
  27. 27. TRATAMENTO PRÉ-OPERATÓRIO/CUIDADOS DE ENFERMAGEM. TRATAMENTO PÓS-OPERATÓRIO/CUIDADOS DE ENFERMAGEM. DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM:  Educando o Paciente;  Promovendo uma autoimagem positiva;  Reduzindo a ansiedade. 27
  28. 28. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:  NETTINA, Sandra M. Brunner Prática de Enfermagem. 7a Ed. Vol. 1. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2003.  SMELTZER, Suzane C. BARE, Brenda G. Brunner & Suddarth Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 10 a Ed. Vol. 1 Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2004. 28

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