A General Introduction toComputer Assisted Language         Learning    Philip Hubbard, Stanford University    In P. Hubba...
Introduction    Qualquer processo no qual um indivíduo usa    o computador para aperfeiçoar seu   Any processde línguas” a...
Outras implicações CALL :Aumento     da produtividade do professor   Desenvolvimento de material didáticoPromoção    do...
“…não há necessidade de uma teoria própriapara o uso da tecnologia no ensino de línguas;uma teoria consistente sobre apren...
1950s e 1960s   Sistema PLATO (instrução programada)1980s   Aparecimento dos professores-programadores   Fundação de or...
1as pesquisas: Base quantitativa Comparação entre o uso e não-uso da  tecnologiaTendência atual: Base qualitativa ou hí...
 Colpaert (2004): language courseware –princípios de engenharia de software eabordagens pedagógicasLevy (2002): o design...
3 abordagens:LISTAS DE VERIFICAÇÃO: para definir o uso ou não-uso dedeterminada tecnologia ABORDAGEM METODOLÓGICA: para ...
• Synchronous - chat, instant messaging,MOOs, VOIP, tandem learning• Asynchronous - email, discussionboards, postings, key...
•   EAD•   Avaliação por computador•    Formação de professores•    Desenvolvimento da autonomia do    aluno•   Programas ...
   Autonomia do aprendiz   Entrega do material de forma síncrona ou assíncrona   Tutoria individualizada   Formas híbr...
   Adaptive testing: a dificuldade das questões    aumenta ou diminui conforme as respostas dadas    anteriormente.   Or...
“O computador faz o papel do professor.”1. Identificação dos erros do aluno e feedback  personalizado3.Gerenciamento do ap...
• Web 2.0 (colaboração e democratização)       • wikis e redes sociais       • Autoria e publicação• Aprendizado via celul...
Felix (1999) afirma que a tecnologia estádeixando de ocupar uma posição central nas  discussões pedagógicas para se tornar...
Call: introdução geral_P.Hubbarb_2009
Call: introdução geral_P.Hubbarb_2009
Call: introdução geral_P.Hubbarb_2009
Call: introdução geral_P.Hubbarb_2009
Call: introdução geral_P.Hubbarb_2009
Call: introdução geral_P.Hubbarb_2009
Call: introdução geral_P.Hubbarb_2009
Call: introdução geral_P.Hubbarb_2009
Call: introdução geral_P.Hubbarb_2009
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Call: introdução geral_P.Hubbarb_2009

330 visualizações

Publicada em

Breve histórico do uso da tecnologia no ensino de línguas com algumas previsões para CALL no futuro.

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
330
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Call: introdução geral_P.Hubbarb_2009

  1. 1. A General Introduction toComputer Assisted Language Learning Philip Hubbard, Stanford University In P. Hubbard (Ed.) (2009) Computer Assisted Language Learning: Critical Concepts in Linguistics. Volume I – Foundations of CALL. New York: Routledge, pp. 1-20.
  2. 2. Introduction Qualquer processo no qual um indivíduo usa o computador para aperfeiçoar seu Any processde línguas” a learner uses a aprendizado in which (Beatty, 2003: 7). computer and, as a result, improves his or her language” (Beatty, 2003: 7). Qualquer Como esse tecnologia ‘aperfeiçoament relacionada à o acontece? informática
  3. 3. Outras implicações CALL :Aumento da produtividade do professor Desenvolvimento de material didáticoPromoção do auto- desenvolvimento do professor
  4. 4. “…não há necessidade de uma teoria própriapara o uso da tecnologia no ensino de línguas;uma teoria consistente sobre aprendizado desegunda língua servirá a esse propósito.”(Egbert & Hanson-Smith,2007: 3)
  5. 5. 1950s e 1960s Sistema PLATO (instrução programada)1980s Aparecimento dos professores-programadores Fundação de organizações como CALICO e EUROCALL Início dos projetos de educação multimídia Primeira tentativa de uso de inteligência artificial (ATHENA LANGUAGE LEARNING PROJECT – MIT) Softwares comerciais
  6. 6. 1as pesquisas: Base quantitativa Comparação entre o uso e não-uso da tecnologiaTendência atual: Base qualitativa ou híbrida Pesquisas na área de CMC Não há normatização nessa área de pesquisa, o que dificulta a sistematização.
  7. 7.  Colpaert (2004): language courseware –princípios de engenharia de software eabordagens pedagógicasLevy (2002): o design como abordagem paraCALL (incluindo as tarefas com uso datecnologia)
  8. 8. 3 abordagens:LISTAS DE VERIFICAÇÃO: para definir o uso ou não-uso dedeterminada tecnologia ABORDAGEM METODOLÓGICA: para descrever oselementos básicos da lista de verificação APLICAÇÕES DOS PRÍNCIPIOS DE ENSINO DE LÍNGUAS:critérios de Chapelle (2001) para avaliação de tarefas com usode tecnologia
  9. 9. • Synchronous - chat, instant messaging,MOOs, VOIP, tandem learning• Asynchronous - email, discussionboards, postings, keypals
  10. 10. • EAD• Avaliação por computador• Formação de professores• Desenvolvimento da autonomia do aluno• Programas inteligentes (ICALL)
  11. 11.  Autonomia do aprendiz Entrega do material de forma síncrona ou assíncrona Tutoria individualizada Formas híbridas de aprendizado
  12. 12.  Adaptive testing: a dificuldade das questões aumenta ou diminui conforme as respostas dadas anteriormente. Ordinate’s SET-10: exame de proficiência oral por telefone, avaliado por técnicas de reconhecimento automático de voz (ASR)
  13. 13. “O computador faz o papel do professor.”1. Identificação dos erros do aluno e feedback personalizado3.Gerenciamento do aprendizado do aluno com base no conhecimento previamente adquirido, oferecendo tarefas e materiais adequados ao seu nível5.Programas que interagem com o aluno, simulando falantes reais
  14. 14. • Web 2.0 (colaboração e democratização) • wikis e redes sociais • Autoria e publicação• Aprendizado via celular• Realidade virtual– avatares que interagem na língua-alvo
  15. 15. Felix (1999) afirma que a tecnologia estádeixando de ocupar uma posição central nas discussões pedagógicas para se tornar o pano de fundo. A autora acrescenta, ainda, que o fascínio inicial pelos recursos tecnológicos está dando lugar a uma pedagogia focada no aluno, não no que atecnologia pode fazer por ele, mas no que ele pode fazer com a tecnologia.

×