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Teoria Musical
Aula 1
Introdução:
• Música é a arte dos sons, combinados de acordo com as variações de
altura, proporcionados segundo a sua duração e ordenados sob as leis
da estética. (Maria Luisa de Mattos Priolli)
• São três elementos fundamentais que compõem a música:
1. Melodia
2. Ritmo
3. Harmonia
Melodia: Consiste na sucessão dos sons formando
sentido musical.
Rítimo: É o movimento dos sons regulados pela sua
maior ou menor duração.
Harmonia: Consiste na execução de vários sons
ouvidos ao mesmo tempo, observadas as leis que
regem os agrupamentos de sons simultâneos.
• 1. Notas
• Os sons musicais são representados graficamente por sinais
denominados notas; e à escrita da música dá-se o nome de notação
musical
• As notas são 7: dó-ré-mi-fá-sol-lá-si.
• 2. Escala
• Quando essas 7 notas são ouvidas sucessivamente formam uma série
de sons à qual se dá o nome de escala.
• Se a escala segue sua ordem natural (dó-ré-mi-fá-sol-lá-si) temos uma
escala ascendente; seguindo em ordem inversa (si-lá-sol-fá-mi-ré-dó)
temos uma escala descendente.
• A pauta, entretanto, não é suficiente para conter todos os sons
musicais. Por esse motivo, usam-se linhas chamadas suplementares
superiores ou suplementares inferiores colocadas, respectivamente,
acima e abaixo da pauta. Também são usados os espaços formados
entre as linhas suplementares.
• As linhas e espaços suplementares são contados de baixo para cima
quando superiores e de cima para baixo quando inferiores. O número
de linhas e espaços suplementares não é limitado, porém, não é
comum usar mais que 5.
• A clave de sol é escrita na 2ª linha.
• A clave de fá é escrita na 4a linha (e raramente na 3a).
• A clave de dó é escrita na 1a, 2a, 3a e 4a linha.
• Cada clave dá seu nome à nota escrita em sua linha. Depois de
termos definido uma nota podemos achar as outras contando dela
para cima ou para baixo.
Claves mais utilizadas
Clave de Sol 2º linha
Clave de Fá na 4º Linha
Teoria Musical
Aula 2
Figuras e Valores
• Nem todas as notas tem a mesma duração.
• Para representar as várias durações dos Sons Musicais as notas são
escritas sob formas diferentes.
• Essas diversas formas das Notas são chamadas figuras ou valores.
• São estas as figuras mais usadas.
Estas Figuras representam o som e são chamadas de Valores, ou ainda, figuras de som.
Pausa
• Pausas são figuras que representam a duração do silêncio entre os sons, alguns
tratadistas dão às pausas a denominações de figuras negativas ou valores
negativos. Mas não há um consenso já que as pausas têm função rítmica e
estética no sentido musical.
• A figura da pausa é, na construção Musical, tão significativa quanto a figura de
som
• Cada figura de som tem sua respectiva pausa que lhe corresponde ao tempo de
Duração
Divisão proporcional dos Valores
• A semibreve é a nota de maior duração e tomada como uma unidade na
divisão proporcional dos valores; assim sendo a semibreve é a única
figura que compreende todas as outras.
Quando se escreve duas ou mais colcheias, semicolcheias, fusas ou semifusas
Teoria Musical
Aula 3
Relembrando as figuras e seus valores
Qualquer figura vale o dobro da seguinte e a
metade da anterior.
Exemplo:
4 2 1
Compassos:
• As figuras que representam o valor das notas têm duração
indeterminada, isto é, não têm valor fixo. Para que as figuras tenham
um valor determinado na duração do som esse valor é previamente
convencionado, e é a esse espaço de duração que se dá o nome de
tempo.
4 2 1 0,5
• Os tempos são agrupados em porções iguais, de dois em dois, de três
em três ou de quatro em quatro, constituindo unidades métricas às
quais se dá o nome de compasso.
• Os compassos de 2 tempos são chamados binários.
• Os compassos de 3 tempos são chamados ternários
• Os compassos de 4 tempos são chamados quaternários .
Cada grupo de tempos, isto é, cada compasso, é separado do
seguinte por uma linha vertical travessão.
• Na terminação de um trecho musical usa-se colocar dois travessões
denominados: travessão duplo (ou travessão dobrado) ou pausa final
(se a terminação fôr absoluta, isto é na finalização do trecho) .
• Em qualquer compasso a figura que preenche um tempo chama-se
unidade de tempo; e a figura que preenche um compasso chama-se
unidade de compasso. Os compassos se dividem em duas categorias:
simples e compostos. São representados por uma fração ordinária
colocada no princípio da pauta, depois da clave.
Compassos simples
• Compassos simples são aqueles cuja unidade de tempo é
representada por uma figura divisível por 2.
• O numerador determina o número de tempos do compasso. Os
algarismos que servem para numerador dos compassos simples são: 2
(para o binário), 3 (para o ternário) e 4 (para o quaternário) . o
denominador indica a figura que representa a unidade de tempo.
• Vejamos um compasso indicado da seguinte forma:
• Deduz-se o seguinte: nesta fração 2/4 o numerador (2) indica o
número de tempos, logo, trata-se de um compasso de 2 tempos, isto
é, binário. O denominador (4) determina para unidade de tempo a
figura que representa a 4.3 parte da semibreve, ou seja, a semínima
QUADRO DE TODOS OS COMPASSOS SIMPLES
COM SUAS UNIDADES DE TEMPO E COMPASSO
• COMPASSOS BINÁRIOS
• COMPASS0S TERNÁRIOS
• COMPASSOS QUATERNÁRIOS
Não se assustem!
Os compassos simples mais usados são aqueles cujas frações têm para
denominador os números 4 e 8 (2/4, 3/4, 4/4, 2/8, 3/8 e 4/8).
E também o 2/2
• Marcar um compasso é indicar a divisão dos tempos por meio de
movimentos executados, geralmente, com as mãos.
Leitura Rítmica
Vamos dobrar a duração do som.
Vamos dobrar mais uma vez.
Em um único pulso, podemos também ter mais
que um som sucessivo.
Juntando todas as informações aprendidas até agora.
Teoria Musical
Aula 4
Relembrando as figuras e seus valores
• Marcar um compasso é indicar a divisão dos tempos por meio de
movimentos executados, geralmente, com as mãos.
LIGADURA - PONTO DE AUMENTO
• A ligadura é uma linha curva (), que se estiver colocada . sobre ou sob
dois ou mais sons da mesma entonação, indica que os sons ligadas não
devem ser repetidos; isto é, somente o primeiro som é emitido, os
demais serão apenas uma prolongação do primeiro. Esta prolongação
terá a duração das figuras ligadas.
• Quando a ligadura vem colocada por cima ou por baixo de sons de
entoação diferente, seu efeito é meramente de execução
instrumental ou vocal, determinando que entre o primeiro e o último
som compreendidos dentro da ligadura não deve haver interrupção e
sim, que tais sons se executam ligadamente (conforme demonstração
do professor).
Ponto de aumento
• Um ponto colocado à direita de uma figura serve para aumentar a
metade do valor de duração dessa figura. É por isso chamado ponto
de aumento.
• No exemplo abaixo a mínima pontuada está valendo uma mínima e
mais uma semínima (metade da mínima), uma vez que o ponto serve
para aumentar a metade do valor da figura. Logo,
• Dois ou mais pontos podem ser colocados à direita da nota ou da
pausa, tendo neste caso, o primeiro, o valor já conhecido e os
seguintes, cada qual a metade do valor do antecedente.
• Os valores positivos (notas) pontuados podem ser substituídos por
valores ligados, como vimos nos exemplos a seguir:
• As pausas também podem ser pontuadas.
Vamos Praticar?
Leitura
Treino Rítmico com semibreve
Teoria Musical
Aula 5
TONS E SEMITONS NATURAIS
(ESCALA DIATÔNICÀ DE Dó - SUA FORMAÇÃO E SEUS GRAUS)
Semitom é menor intervalo, entre dois sons, que o ouvido pode
perceber e classificar.
Tom é o intervalo, entre dois sons, formado por dois semitons.
Escala diatônica é a sucessão de 8 sons conjuntos respeitando o
intervalo de tom ou de semitom de um para outro.
• Os tons e semitons contidos na escala diatônica são chamados
naturais .
• A cada uma das notas da escala, de acordo com a sua função na
própria escala, dá-se o nome de grau.
• Tem a escala diatônica, por conseguinte, 8 graus, sendo o VIII grau a
repetição do I.
• Os graus da escala são assim denominados.
• A escala díatôníca é formada por 5 tons e 2 semitons .
• Os semitons são encontrados:
Do III grau para o IV.
Do VII para o VIII.
• Os tons são encontrados:
Do I grau para o lI,
Do II grau para o III,
Do IV grau para o V,
Do V grau para o VI,
Do VI grau para o VII.
• O I grau (tônica) é o mais importante da escala.
• Todos os demais graus tem com ele afinidade absoluta.
• É o I grau (tônica) que dá seu nome à escala e que a termina de um
modo completo, sem nada deixar a desejar.
• Vejamos a seguinte escala:
• Temos aí a nota Dó em função de tônica.
• Esta escala é, portanto, chamada escala de Dó, ou ainda escala no
tom de Dó.
• Depois da tônica, as notas de maior importância são a dominante (V
grau) e a subdominante (IV grau) .
• Os graus da escala também se classificam como conjuntos ou
disjuntos .
Escala Diatônica no Piano
• São conjuntos quando sucessivos. de acordo com sua relação de
altura.
• São disjuntos quando entre ambos vem intercalado um ou mais
graus.
ACENTO MÉTRICO
• Os tempos dos compassos obedecem a diversas acentuações, isto é,
umas fortes, outras fracas .
• Essas acentuações constituem o acento métrico. É por meio do
acento métrico que podemos reconhecer pelo ouvido, se o compasso
é binário, ternário ou quaternário. O acento métrico obedece à
seguinte ordem
Teoria Musical
Aula 6
ALTERAÇÕES
• SINAIS DE ALTERAÇÃO DE ENTONAÇÃO.
PENSANDO EM UMA ESCADA COM 12 DEGRAUS
QUE INICIA E TERMINA EM “DO”.
PENSANDO EM UMA ESCADA COM 12 DEGRAUS
QUE INICIA E TERMINA EM “DO”.
VEJA como são organizadas as notas na
“escada”, note como entre as Notas MI e
FA e entre SI e DO não há degraus vazios
VEJA como são organizadas as notas na
“escada”, note como entre as Notas MI e
FA e entre SI e DO não há degraus vazios
Então fica 5 espaços
Vazios, referentes as 5
notas acidentadas
Então fica 5 espaços
Vazios, referentes as 5
notas acidentadas
1
Então fica 5 espaços
Vazios, referentes as 5
notas acidentadas
1
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Então fica 5 espaços
Vazios, referentes as 5
notas acidentadas
1
2
3
Então fica 5 espaços
Vazios, referentes as 5
notas acidentadas
1
2
3
4
Então fica 5 espaços
Vazios, referentes as 5
notas acidentadas
1
5
2
3
4
Os acidentes se encontram do 1º grau para 2º,
do 2º grau para o 3º , do 4º grau para o 5º, grau
do 5º grau para o 6º , do 6º grau para o 7º
1
5
2
3
4
1º
2º
4º
5º
3º
8º
6º
7º
1º
Escala cromática ascendente (#)
DO#, RE#, FA#, SOL# e LA#
Escala cromática ascendente (#)
DO#, RE#, FA#, SOL# e LA#
DO#
Escala cromática ascendente (#)
DO#, RE#, FA#, SOL# e LA#
DO#
RE#
Escala cromática ascendente (#)
DO#, RE#, FA#, SOL# e LA#
DO#
RE#
FA#
Escala cromática ascendente (#)
DO#, RE#, FA#, SOL# e LA#
DO#
RE#
FA#
SOL#
Escala cromática ascendente (#)
DO#, RE#, FA#, SOL# e LA#
DO#
RE#
FA#
SOL#
LA#
Escala cromática descendente (b)
SIb, LAb, SOLb, Mib, REb
SIb
Escala cromática descendente (b)
SIb, LAb, SOLb, Mib, REb
SIb
Escala cromática descendente (b)
SIb, LAb, SOLb, Mib, REb
LAb
SIb
Escala cromática descendente (b)
SIb, LAb, SOLb, Mib, REb
LAb
SOLb
SIb
Escala cromática descendente (b)
SIb, LAb, SOLb, Mib, REb
LAb
SOLb
MIb
SIb
Escala cromática descendente (b)
SIb, LAb, SOLb, Mib, REb
LAb
SOLb
MIb
REb
TOM
TOM
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S/TOM
S/TOM
FORMAÇÃO DA ESCALA DE “RE”
RE
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FORMAÇÃO DA ESCALA DE “RE”
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FORMAÇÃO DA ESCALA DE “RE”
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FORMAÇÃO DA ESCALA DE “RE”
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FORMAÇÃO DA ESCALA DE “RE”
RE
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TOM
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S/TOM
FORMAÇÃO DA ESCALA DE “RE”
RE
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SOL
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TOM
TOM
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TOM
S/TOM
S/TOM
FORMAÇÃO DA ESCALA DE “RE”
RE
RE
MI
FA#
SOL
LA
SI
DO#
RE#
FA
SOL#
LA#
DO
ATÉ A PRÓXIMA AULA!
SEMITOM CROMATICO E DIATÔNICO
(FORMAÇÃO DO TOM)
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Apostila iniciacao musical
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Teoria Musical Básica Aulas 1 e 2

  • 2. Introdução: • Música é a arte dos sons, combinados de acordo com as variações de altura, proporcionados segundo a sua duração e ordenados sob as leis da estética. (Maria Luisa de Mattos Priolli) • São três elementos fundamentais que compõem a música: 1. Melodia 2. Ritmo 3. Harmonia
  • 3. Melodia: Consiste na sucessão dos sons formando sentido musical. Rítimo: É o movimento dos sons regulados pela sua maior ou menor duração. Harmonia: Consiste na execução de vários sons ouvidos ao mesmo tempo, observadas as leis que regem os agrupamentos de sons simultâneos.
  • 4. • 1. Notas • Os sons musicais são representados graficamente por sinais denominados notas; e à escrita da música dá-se o nome de notação musical • As notas são 7: dó-ré-mi-fá-sol-lá-si. • 2. Escala • Quando essas 7 notas são ouvidas sucessivamente formam uma série de sons à qual se dá o nome de escala. • Se a escala segue sua ordem natural (dó-ré-mi-fá-sol-lá-si) temos uma escala ascendente; seguindo em ordem inversa (si-lá-sol-fá-mi-ré-dó) temos uma escala descendente.
  • 5.
  • 6. • A pauta, entretanto, não é suficiente para conter todos os sons musicais. Por esse motivo, usam-se linhas chamadas suplementares superiores ou suplementares inferiores colocadas, respectivamente, acima e abaixo da pauta. Também são usados os espaços formados entre as linhas suplementares. • As linhas e espaços suplementares são contados de baixo para cima quando superiores e de cima para baixo quando inferiores. O número de linhas e espaços suplementares não é limitado, porém, não é comum usar mais que 5.
  • 7.
  • 8. • A clave de sol é escrita na 2ª linha. • A clave de fá é escrita na 4a linha (e raramente na 3a). • A clave de dó é escrita na 1a, 2a, 3a e 4a linha. • Cada clave dá seu nome à nota escrita em sua linha. Depois de termos definido uma nota podemos achar as outras contando dela para cima ou para baixo.
  • 10. Clave de Sol 2º linha
  • 11. Clave de Fá na 4º Linha
  • 13. Figuras e Valores • Nem todas as notas tem a mesma duração. • Para representar as várias durações dos Sons Musicais as notas são escritas sob formas diferentes. • Essas diversas formas das Notas são chamadas figuras ou valores. • São estas as figuras mais usadas. Estas Figuras representam o som e são chamadas de Valores, ou ainda, figuras de som.
  • 14. Pausa • Pausas são figuras que representam a duração do silêncio entre os sons, alguns tratadistas dão às pausas a denominações de figuras negativas ou valores negativos. Mas não há um consenso já que as pausas têm função rítmica e estética no sentido musical. • A figura da pausa é, na construção Musical, tão significativa quanto a figura de som • Cada figura de som tem sua respectiva pausa que lhe corresponde ao tempo de Duração
  • 15. Divisão proporcional dos Valores • A semibreve é a nota de maior duração e tomada como uma unidade na divisão proporcional dos valores; assim sendo a semibreve é a única figura que compreende todas as outras.
  • 16.
  • 17.
  • 18. Quando se escreve duas ou mais colcheias, semicolcheias, fusas ou semifusas
  • 20. Relembrando as figuras e seus valores
  • 21. Qualquer figura vale o dobro da seguinte e a metade da anterior.
  • 23. Compassos: • As figuras que representam o valor das notas têm duração indeterminada, isto é, não têm valor fixo. Para que as figuras tenham um valor determinado na duração do som esse valor é previamente convencionado, e é a esse espaço de duração que se dá o nome de tempo. 4 2 1 0,5
  • 24. • Os tempos são agrupados em porções iguais, de dois em dois, de três em três ou de quatro em quatro, constituindo unidades métricas às quais se dá o nome de compasso. • Os compassos de 2 tempos são chamados binários. • Os compassos de 3 tempos são chamados ternários • Os compassos de 4 tempos são chamados quaternários . Cada grupo de tempos, isto é, cada compasso, é separado do seguinte por uma linha vertical travessão.
  • 25. • Na terminação de um trecho musical usa-se colocar dois travessões denominados: travessão duplo (ou travessão dobrado) ou pausa final (se a terminação fôr absoluta, isto é na finalização do trecho) .
  • 26. • Em qualquer compasso a figura que preenche um tempo chama-se unidade de tempo; e a figura que preenche um compasso chama-se unidade de compasso. Os compassos se dividem em duas categorias: simples e compostos. São representados por uma fração ordinária colocada no princípio da pauta, depois da clave.
  • 27. Compassos simples • Compassos simples são aqueles cuja unidade de tempo é representada por uma figura divisível por 2. • O numerador determina o número de tempos do compasso. Os algarismos que servem para numerador dos compassos simples são: 2 (para o binário), 3 (para o ternário) e 4 (para o quaternário) . o denominador indica a figura que representa a unidade de tempo.
  • 28. • Vejamos um compasso indicado da seguinte forma:
  • 29. • Deduz-se o seguinte: nesta fração 2/4 o numerador (2) indica o número de tempos, logo, trata-se de um compasso de 2 tempos, isto é, binário. O denominador (4) determina para unidade de tempo a figura que representa a 4.3 parte da semibreve, ou seja, a semínima
  • 30. QUADRO DE TODOS OS COMPASSOS SIMPLES COM SUAS UNIDADES DE TEMPO E COMPASSO • COMPASSOS BINÁRIOS
  • 33. Não se assustem! Os compassos simples mais usados são aqueles cujas frações têm para denominador os números 4 e 8 (2/4, 3/4, 4/4, 2/8, 3/8 e 4/8). E também o 2/2
  • 34. • Marcar um compasso é indicar a divisão dos tempos por meio de movimentos executados, geralmente, com as mãos.
  • 36.
  • 37. Vamos dobrar a duração do som.
  • 38.
  • 39. Vamos dobrar mais uma vez.
  • 40. Em um único pulso, podemos também ter mais que um som sucessivo.
  • 41.
  • 42. Juntando todas as informações aprendidas até agora.
  • 44. Relembrando as figuras e seus valores
  • 45. • Marcar um compasso é indicar a divisão dos tempos por meio de movimentos executados, geralmente, com as mãos.
  • 46. LIGADURA - PONTO DE AUMENTO • A ligadura é uma linha curva (), que se estiver colocada . sobre ou sob dois ou mais sons da mesma entonação, indica que os sons ligadas não devem ser repetidos; isto é, somente o primeiro som é emitido, os demais serão apenas uma prolongação do primeiro. Esta prolongação terá a duração das figuras ligadas.
  • 47. • Quando a ligadura vem colocada por cima ou por baixo de sons de entoação diferente, seu efeito é meramente de execução instrumental ou vocal, determinando que entre o primeiro e o último som compreendidos dentro da ligadura não deve haver interrupção e sim, que tais sons se executam ligadamente (conforme demonstração do professor).
  • 48. Ponto de aumento • Um ponto colocado à direita de uma figura serve para aumentar a metade do valor de duração dessa figura. É por isso chamado ponto de aumento. • No exemplo abaixo a mínima pontuada está valendo uma mínima e mais uma semínima (metade da mínima), uma vez que o ponto serve para aumentar a metade do valor da figura. Logo,
  • 49. • Dois ou mais pontos podem ser colocados à direita da nota ou da pausa, tendo neste caso, o primeiro, o valor já conhecido e os seguintes, cada qual a metade do valor do antecedente. • Os valores positivos (notas) pontuados podem ser substituídos por valores ligados, como vimos nos exemplos a seguir: • As pausas também podem ser pontuadas.
  • 50.
  • 53.
  • 54. Treino Rítmico com semibreve
  • 55.
  • 56.
  • 58. TONS E SEMITONS NATURAIS (ESCALA DIATÔNICÀ DE Dó - SUA FORMAÇÃO E SEUS GRAUS) Semitom é menor intervalo, entre dois sons, que o ouvido pode perceber e classificar. Tom é o intervalo, entre dois sons, formado por dois semitons. Escala diatônica é a sucessão de 8 sons conjuntos respeitando o intervalo de tom ou de semitom de um para outro.
  • 59. • Os tons e semitons contidos na escala diatônica são chamados naturais . • A cada uma das notas da escala, de acordo com a sua função na própria escala, dá-se o nome de grau. • Tem a escala diatônica, por conseguinte, 8 graus, sendo o VIII grau a repetição do I. • Os graus da escala são assim denominados.
  • 60. • A escala díatôníca é formada por 5 tons e 2 semitons . • Os semitons são encontrados: Do III grau para o IV. Do VII para o VIII. • Os tons são encontrados: Do I grau para o lI, Do II grau para o III, Do IV grau para o V, Do V grau para o VI, Do VI grau para o VII.
  • 61. • O I grau (tônica) é o mais importante da escala. • Todos os demais graus tem com ele afinidade absoluta. • É o I grau (tônica) que dá seu nome à escala e que a termina de um modo completo, sem nada deixar a desejar.
  • 62. • Vejamos a seguinte escala: • Temos aí a nota Dó em função de tônica. • Esta escala é, portanto, chamada escala de Dó, ou ainda escala no tom de Dó. • Depois da tônica, as notas de maior importância são a dominante (V grau) e a subdominante (IV grau) . • Os graus da escala também se classificam como conjuntos ou disjuntos .
  • 64. • São conjuntos quando sucessivos. de acordo com sua relação de altura. • São disjuntos quando entre ambos vem intercalado um ou mais graus.
  • 65. ACENTO MÉTRICO • Os tempos dos compassos obedecem a diversas acentuações, isto é, umas fortes, outras fracas . • Essas acentuações constituem o acento métrico. É por meio do acento métrico que podemos reconhecer pelo ouvido, se o compasso é binário, ternário ou quaternário. O acento métrico obedece à seguinte ordem
  • 66.
  • 68. ALTERAÇÕES • SINAIS DE ALTERAÇÃO DE ENTONAÇÃO.
  • 69. PENSANDO EM UMA ESCADA COM 12 DEGRAUS QUE INICIA E TERMINA EM “DO”.
  • 70. PENSANDO EM UMA ESCADA COM 12 DEGRAUS QUE INICIA E TERMINA EM “DO”.
  • 71. VEJA como são organizadas as notas na “escada”, note como entre as Notas MI e FA e entre SI e DO não há degraus vazios
  • 72. VEJA como são organizadas as notas na “escada”, note como entre as Notas MI e FA e entre SI e DO não há degraus vazios
  • 73. Então fica 5 espaços Vazios, referentes as 5 notas acidentadas
  • 74. Então fica 5 espaços Vazios, referentes as 5 notas acidentadas 1
  • 75. Então fica 5 espaços Vazios, referentes as 5 notas acidentadas 1 2
  • 76. Então fica 5 espaços Vazios, referentes as 5 notas acidentadas 1 2 3
  • 77. Então fica 5 espaços Vazios, referentes as 5 notas acidentadas 1 2 3 4
  • 78. Então fica 5 espaços Vazios, referentes as 5 notas acidentadas 1 5 2 3 4
  • 79. Os acidentes se encontram do 1º grau para 2º, do 2º grau para o 3º , do 4º grau para o 5º, grau do 5º grau para o 6º , do 6º grau para o 7º 1 5 2 3 4 1º 2º 4º 5º 3º 8º 6º 7º 1º
  • 80. Escala cromática ascendente (#) DO#, RE#, FA#, SOL# e LA#
  • 81. Escala cromática ascendente (#) DO#, RE#, FA#, SOL# e LA# DO#
  • 82. Escala cromática ascendente (#) DO#, RE#, FA#, SOL# e LA# DO# RE#
  • 83. Escala cromática ascendente (#) DO#, RE#, FA#, SOL# e LA# DO# RE# FA#
  • 84. Escala cromática ascendente (#) DO#, RE#, FA#, SOL# e LA# DO# RE# FA# SOL#
  • 85. Escala cromática ascendente (#) DO#, RE#, FA#, SOL# e LA# DO# RE# FA# SOL# LA#
  • 86. Escala cromática descendente (b) SIb, LAb, SOLb, Mib, REb
  • 87. SIb Escala cromática descendente (b) SIb, LAb, SOLb, Mib, REb
  • 88. SIb Escala cromática descendente (b) SIb, LAb, SOLb, Mib, REb LAb
  • 89. SIb Escala cromática descendente (b) SIb, LAb, SOLb, Mib, REb LAb SOLb
  • 90. SIb Escala cromática descendente (b) SIb, LAb, SOLb, Mib, REb LAb SOLb MIb
  • 91. SIb Escala cromática descendente (b) SIb, LAb, SOLb, Mib, REb LAb SOLb MIb REb
  • 92.
  • 93.
  • 94.
  • 99. TOM TOM TOM TOM TOM S/TOM S/TOM FORMAÇÃO DA ESCALA DE “RE” RE RE MI FA# SOL LA
  • 100. TOM TOM TOM TOM TOM S/TOM S/TOM FORMAÇÃO DA ESCALA DE “RE” RE RE MI FA# SOL LA SI
  • 101. TOM TOM TOM TOM TOM S/TOM S/TOM FORMAÇÃO DA ESCALA DE “RE” RE RE MI FA# SOL LA SI DO#
  • 102. TOM TOM TOM TOM TOM S/TOM S/TOM FORMAÇÃO DA ESCALA DE “RE” RE RE MI FA# SOL LA SI DO# RE# FA SOL# LA# DO
  • 103. ATÉ A PRÓXIMA AULA!
  • 104.
  • 105.
  • 106.
  • 107. SEMITOM CROMATICO E DIATÔNICO (FORMAÇÃO DO TOM)