SlideShare uma empresa Scribd logo

Relatório de física 3 lei de ohm

Relatório de física 3 lei de ohm

1 de 5
Baixar para ler offline
INTRODUÇÃO
A Lei de Ohm trata da relação entre tensão
e corrente em um condutor ideal. Esta
relação afirma que a diferença de potencial
(voltagem) através de um condutor ideal é
proporcional à corrente através do mesmo.
A constante de proporcionalidade de
equação é chamada de resistência.
Um material que obedece a lei de Ohm é
chamado de ôhmico ou linear, porque a
diferença de potencial através dela varia
linearmente com a corrente. Embora os
conhecimentos sobre eletricidade tenham
sido ampliados, a Lei de Ohm continua
sendo uma lei básica da eletricidade e
eletrônica, por isso conhecê-la é
fundamental para o estudo e compreensão
dos circuitos eletroeletrônicos e logicamente
suas aplicações para uma qualidade de vida
para a sociedade.
OBJETIVO
Empregar um circuito elétrico com intuito de
familiarização; assim como estudos
envolvendo a lei de Ohm para a verificação
de linearidade entre a voltagem e corrente.
Abordagem de diferentes arranjos;
diferentes configurações de resistência,
voltímetro e amperímetro; com o intuito de
medições de corrente, voltagem e
resistência com calculo dos seus devidos
erros de medidas.
TEORIA
A corrente em um condutor é impelida por
um campo elétrico E em seu interior, que
exerce uma força q.E sobre as cargas
livres. Em equilíbrio eletrostático, o campo
elétrico é zero no interior do condutor.
Porém, quando uma corrente elétrica passa
neste condutor, ele não estará mais em
equilíbrio eletrostático, logo, as cargas
migram pelo condutor, impelidas pelo
campo elétrico. Logo, o campo elétrico
possui a mesma orientação da corrente.
A relação entre a diferença de potencial e a
corrente é chamada de resistência de um
segmento. Logo, este segmento é chamado
resistor.
R =
A unidade da resistência elétrica no SI, volt
por ampère, é denominada ohm (Ω).
Para muitos materiais, a resistência não
depende da queda de potencial ou da
corrente. Os materiais com essa
característica, dentre os quais muitos dos
metais, são denominados materiais
ôhmicos. Para os materiais ôhmicos, a
queda de tensão entre as extremidades de
segmento de condutor é proporcional à
corrente
V=IR, R constante
Lei de Ohm
Guilherme Bettio Braga *
* Departamento de Ciências Exatas, Universidade Federal de São João del Rei CEP
36301-160, São João del Rei/MG, Brasil
Através da lei de Ohm que diz respeito à relação entre corrente, tensão e
resistência foram realizadas nesse experimento medidas de resistência e de
associação de resistores. Foram utilizados resistores de 10 e 100 para
circuitos em série e de 50 e 100 para os circuitos em paralelo e também em
série. De acordo com as medidas feitas e os cálculos realizados foram produzidos
gráficos de voltagem versus corrente que se aproximaram de uma reta.
Para os materiais não-ôhmicos, a
resistência depende da corrente I, logo a
tensão V é proporcional a I. Analisando
gráficos do potencial V em função da
corrente I para materiais ôhmicos é possível
afirmar que a relação é linear. Já gráficos
para materiais não-ôhmicos a relação é não
linear. A lei de Ohm não é uma lei
fundamental da natureza, como a lei de
Newton ou as leis da termodinâmica, mas
representa a descrição empírica de uma
propriedade pertinente a muitos materiais.
O carbono, que apresenta uma resistividade
relativamente alta, é utilizado nos resistores
encontrados em equipamentos eletrônicos.
Os resistores são em geral, vendidos
comercialmente com faixas coloridas que
indicam o valor de sua resistência. O código
para a interpretação dessas cores é
fornecido na Figura 1.
Figura 1. Código de cores para os
resistores.
Dois ou mais resistores estão em série
quando são posicionados de forma que a
extremidade do primeiro se ligue a
extremidade do segundo, até o último
resistor e de forma que passe por eles a
mesma corrente. Neste tipo de combinação
de resistores, a queda de potencial entre os
dois resistores é igual à soma das quedas
de potencial entre os resistores
individualmente:
V = I(Ri + Rj + ...+ Rn)
Logo, a resistência equivalente é igual à
soma das resistências individuais:
Requiv = Ri + Rj + ... + Rn
O que caracteriza uma combinação em
paralelo é que todos os resistores
conectados estão sujeitos à mesma
diferença de potencial entre seus terminais,
sendo eles ligados por fios condutores
presos em suas extremidades, de modo que
os resistores sejam paralelos. O
funcionamento deste tipo de combinação
faz com que a corrente se divida pelo
número de resistores associados como, por
exemplo, se dividiria ao meio no caso de
dois resistores combinados paralelamente,
sendo que cada resistor recebe a metade
da corrente inicial. Isto é:
I = Ii + Ij
A resistência equivalente para resistores em
paralelo é aquela na qual a corrente total I
requer a mesma queda de potencial V:
Requivalente = V / I
e pode ser calculado por:
= + + ... +
METODOLOGIA EXPERIMENTAL
Material necessário:
 1 fonte de tensão contínua;
 1 multímetro
 1 miliamperímetro;
 3 resistores: 100, 100 e 50 Ω;
 1 painel para as ligações;
 cabos para as conexões;
Procedimento:
Medida de uma Resistência
Realizou-se a montagem do circuito de
acordo com a Figura 2, abaixo.
Posteriormente à montagem, escolheu-se
um resistor de 100 Ω como valor nominal
para Rx. Em seguida, deixaram-se todos os
instrumentos na escala de menor
sensibilidade e alimentou-se o circuito com
a fonte, aumentando lentamente a sua
tensão e observando os ponteiros tanto do
miliamperímetro como do multímetro.
Quando o miliamperímetro atingiu o maior
valor de sua escala, fez-se a leitura dos dois
instrumentos, anotando-se todos os valores
observados.
Figura 2. Diagrama do circuito elétrico
sugerido.
Exatamente após o procedimento citado
acima, reduziu-se, gradativamente, a tensão
da fonte, medindo cerca de 10 conjuntos de
pontos (U; I) uniformemente distribuídos,
registrando-se os resultados obtidos nas
Tabelas 1, 2, 3 e 4. Após as medidas feitas,
seus respectivos desvios padrão foram
calculados e também se registrou o fator de
escala usado para cada instrumento de
medida.
Um gráfico da tensão U x I foi montado,
contendo todos os valores medidos e as
respectivas “barras de erro”. Observou-se o
comportamento dos pontos registrados
quando se muda de escala dos
instrumentos. Após o feitio do gráfico e sua
análise, verificou-se a sua linearização e
calculou-se a resistência Rx ± ΔRx,
correspondente ao resistor medido. O
procedimento foi repetido para o resistor de
50 Ω.
Medida de Associação de Resistores
Os três resistores (100, 100 e 50 Ω) foram
conectados em série no painel de ligações.
Comparou-se o valor encontrado a partir do
gráfico U x I deste experimento com os
valores calculados teoricamente para Req. O
mesmo procedimento foi realizado, porém
os resistores foram conectados em paralelo.
RESULTADOS
Por meio da verificação da Lei de Ohm
primeiramente para o resistor de 100 Ω, em
seguida para o de 50 Ω, posteriormente
para os três resistores (50, 100 e 100Ω) em
paralelo e logo após para os mesmos três
só que organizados em série, tornou-se
possível construir as Tabelas 1, 2, 3 e 4 e
as Figuras 3, 4, 5 e 6.
Tabela 1. Valores de tensão (U) e corrente (I)
para o resistor de 100 Ω.
U / V ±1 I / A ±0,001
2,00 0,010
4,50 0,030
7,10 0,050
9,50 0,070
12,1 0,10
14,5 0,12
17,0 0,13
20,2 0,15
28,0 0,17
28,8 0,19
Tabela 2.Valores de tensão (U) e corrente
(I) para o resistor de 50 Ω.
U / V±1 I / A±0,001
2,0 0,10
4,0 0,20
8,0 0,31
11 0,44
16 0,53
19 0,64
23 0,78
25 0,83
29 0,92
32 1,0
Tabela 3. Valores de tensão (U) e corrente
(I) para a associação em série dos três
resistores.
U / V±1 I / A±0,001
13,0 0,010
19,1 0,010
28,0 0,010
37,7 0,011
51,7 0,012
83,2 0,013
93,7 0,015
114,5 0,017
Tabela 4. Valores de tensão (U) e corrente
(I) para a associação em paralelo dos três
resistores.
U / V±1 I / A±0,001
12,2 0,040
14,7 0,050
16,8 0,060
18,8 0,070
20,7 0,080
23,8 0,090
24,7 0,11
26,8 0,12
Fazendo uso dos valores de U e I obtidos foi
possível calcular, graficamente, o valor da
resistência para o resistor de 100 Ω, de 50
Ω, para a associação dos três resistores
associados em série e em paralelo. Os
resultados foram expressos de acordo com
o coeficiente angular das retas juntamente
com seus erros (indicados pelas barras de
erro na curva). Com software origin 8 foi
possível o cálculo da propagação de erros.
A fórmula utilizada foi:
U = R x I  R = = Coeficiente angular
0,00 0,05 0,10 0,15 0,20
0
5
10
15
20
25
30
U/V
I / A
U = R.I
Coef ang = R= 149 +/- 10
Figura 3. Equação de reta para o resistor
de 100 Ω.
Com isso tem-se : R = 149 ±10 Ω
O valor informado pelo fabricante foi uma
resistência de 100 Ω.
0,0 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0
0
5
10
15
20
25
30
35
U = R.I
Coef ang = R= 33,6 +/- 0,8
U/V
I / A
Figura 4. Equação de reta para o resistor
de 50 Ω.
Com isso tem-se : R = 33,8 ±0,8 Ω
O valor informado pelo fabricante foi uma
resistência de 50 Ω.
0,005 0,010 0,015 0,020 0,025 0,030 0,035 0,040
0
20
40
60
80
100
120
U = R.I
Coef ang = R= 432 +/- 30
U/V
I / A
Figura 5. Equação de reta para resistores
em série.
Com isso tem-se: R = 432 ±30 Ω
Como os resistores estão associados em
série, o valor teórico da resistência
equivalente (Req) é :
Requiv = Ri + Rj + ... + Rn
Com isso Req = 100 + 100 + 50 = 250 Ω
0,04 0,06 0,08 0,10 0,12
10
12
14
16
18
20
22
24
26
28
30
U = R.I
Coef ang = R= 179 +/- 12
U/V
I / A
Figura 6. Equação de reta para resistores
em paralelo.
Com isso tem-se: R = 179 ±12 Ω
Como os resistores estão associados em
paralelo, o valor teórico da resistência
equivalente (Req) é :
= + + ... +
Req = 25 Ω
Com base nos dados obtidos pelos gráficos
das figuras 3, 4, 5 e 6 da Lei de Ohm, é
possível afirmar que seus resultados foram
muito distantes do valor de resistência
fornecido pelo fabricante e obtido a partir
das equações de resistência equivalente.
Tal afirmação se deve a várias fontes de
erros, tais como a imprecisão do
miliamperímetro e do voltímetro e erro dos
analistas.
CONCLUSÃO
Diante dos resultados obtidos pode-se
concluir que foi possível verificar a
linearidade entre tensão e corrente e
consequentemente obtenção valores de
resistência por meio do coeficiente angular.
Porém devidos aos erros sistemáticos e/ou
aleatórios, os valores encontrados para as
resistências utilizadas no experimento não
concordaram com os informado pelo
fabricante.
REFERÊNCIAS
TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física,
eletricidade e magnetismo, ótica, Rio de
Janeiro: LTC, 5ª ed., vol. 2, 2006. p. 14
TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física,
eletricidade e magnetismo, ótica, Rio de
Janeiro: LTC, 5ª ed., vol. 2, 2006. p.75-78
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J.
Fundamentos de física 3,. Rio de Janeiro:
LTC, 5ª ed., vol. 3, 2008. p.25-48

Recomendados

Relatório de carga e descarga de capacitores
Relatório de carga e descarga de capacitoresRelatório de carga e descarga de capacitores
Relatório de carga e descarga de capacitoresAnderson Totimura
 
Física 2 relatório Circuito RC
Física 2  relatório Circuito RCFísica 2  relatório Circuito RC
Física 2 relatório Circuito RCSabrina Fermano
 
Relatório pêndulo simples turma t5
Relatório pêndulo simples   turma t5Relatório pêndulo simples   turma t5
Relatório pêndulo simples turma t5Roberto Leao
 
Mecanica exercicios resolvidos
Mecanica exercicios resolvidosMecanica exercicios resolvidos
Mecanica exercicios resolvidoswedson Oliveira
 
Relatório de física resistência e resistividade
Relatório de física   resistência e resistividadeRelatório de física   resistência e resistividade
Relatório de física resistência e resistividadeVictor Said
 
Relatório lei de hooke turma t5
Relatório lei de hooke   turma t5Relatório lei de hooke   turma t5
Relatório lei de hooke turma t5Roberto Leao
 
Aula 4. balanço de massa com reação química
Aula 4. balanço de massa com reação químicaAula 4. balanço de massa com reação química
Aula 4. balanço de massa com reação químicaLéyah Matheus
 
Aula 14: O poço de potencial infinito
Aula 14: O poço de potencial infinitoAula 14: O poço de potencial infinito
Aula 14: O poço de potencial infinitoAdriano Silva
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Fluidos problemas resolvidos e propostos
Fluidos problemas resolvidos e propostosFluidos problemas resolvidos e propostos
Fluidos problemas resolvidos e propostosValdineilao Lao
 
Aula 10: Exercícios
Aula 10: ExercíciosAula 10: Exercícios
Aula 10: ExercíciosAdriano Silva
 
Resolução da lista de exercícios 1 complementos de rm-7
Resolução da lista de exercícios 1  complementos de rm-7Resolução da lista de exercícios 1  complementos de rm-7
Resolução da lista de exercícios 1 complementos de rm-7Eduardo Spech
 
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: PREPARO DE SOLUÇÃO
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: PREPARO DE SOLUÇÃORELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: PREPARO DE SOLUÇÃO
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: PREPARO DE SOLUÇÃOEzequias Guimaraes
 
Relatório de física sobre a lei de hooke
Relatório de física sobre a lei de hookeRelatório de física sobre a lei de hooke
Relatório de física sobre a lei de hookeKarine D'Assunção
 
Relatório de Física - Atuação Eletrostática
Relatório de Física - Atuação EletrostáticaRelatório de Física - Atuação Eletrostática
Relatório de Física - Atuação EletrostáticaVictor Said
 
Resistência dos materiais - Exercícios Resolvidos
Resistência dos materiais - Exercícios ResolvidosResistência dos materiais - Exercícios Resolvidos
Resistência dos materiais - Exercícios ResolvidosMoreira1972
 
01 relatório de laboratório nº 02 movimento uniforme (protected) (1)
01 relatório de laboratório nº 02   movimento uniforme (protected) (1)01 relatório de laboratório nº 02   movimento uniforme (protected) (1)
01 relatório de laboratório nº 02 movimento uniforme (protected) (1)Fernanda Souza
 
Relatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do Vinagre
Relatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do VinagreRelatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do Vinagre
Relatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do VinagreDhion Meyg Fernandes
 
Quimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES
Quimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO  E PADRONIZAÇÃO  DE SOLUÇÕESQuimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO  E PADRONIZAÇÃO  DE SOLUÇÕES
Quimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕESJessica Amaral
 
Relatório aceleração da gravidade queda livre
Relatório aceleração da gravidade   queda livreRelatório aceleração da gravidade   queda livre
Relatório aceleração da gravidade queda livreThaís Franco
 
Apostila de mecânica aplicada
Apostila de mecânica aplicadaApostila de mecânica aplicada
Apostila de mecânica aplicadaCaio Cesar Cardoso
 
Relatório transformadores elétricos
Relatório transformadores elétricosRelatório transformadores elétricos
Relatório transformadores elétricosVictor Said
 
Aula 13 balanço de massa - prof. nelson (area 1) - 29.04.11
Aula 13   balanço de massa - prof. nelson (area 1) - 29.04.11Aula 13   balanço de massa - prof. nelson (area 1) - 29.04.11
Aula 13 balanço de massa - prof. nelson (area 1) - 29.04.11Nelson Virgilio Carvalho Filho
 

Mais procurados (20)

Fluidos problemas resolvidos e propostos
Fluidos problemas resolvidos e propostosFluidos problemas resolvidos e propostos
Fluidos problemas resolvidos e propostos
 
Rm exerc resolvidos
Rm exerc resolvidosRm exerc resolvidos
Rm exerc resolvidos
 
Aula 10: Exercícios
Aula 10: ExercíciosAula 10: Exercícios
Aula 10: Exercícios
 
Resolução da lista de exercícios 1 complementos de rm-7
Resolução da lista de exercícios 1  complementos de rm-7Resolução da lista de exercícios 1  complementos de rm-7
Resolução da lista de exercícios 1 complementos de rm-7
 
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: PREPARO DE SOLUÇÃO
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: PREPARO DE SOLUÇÃORELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: PREPARO DE SOLUÇÃO
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: PREPARO DE SOLUÇÃO
 
Relatório de física sobre a lei de hooke
Relatório de física sobre a lei de hookeRelatório de física sobre a lei de hooke
Relatório de física sobre a lei de hooke
 
Aula 4 vetores
Aula 4  vetoresAula 4  vetores
Aula 4 vetores
 
Relatório de Física - Atuação Eletrostática
Relatório de Física - Atuação EletrostáticaRelatório de Física - Atuação Eletrostática
Relatório de Física - Atuação Eletrostática
 
Resistência dos materiais - Exercícios Resolvidos
Resistência dos materiais - Exercícios ResolvidosResistência dos materiais - Exercícios Resolvidos
Resistência dos materiais - Exercícios Resolvidos
 
Teste de Chama
Teste de ChamaTeste de Chama
Teste de Chama
 
Leis de ohm
Leis de ohmLeis de ohm
Leis de ohm
 
01 relatório de laboratório nº 02 movimento uniforme (protected) (1)
01 relatório de laboratório nº 02   movimento uniforme (protected) (1)01 relatório de laboratório nº 02   movimento uniforme (protected) (1)
01 relatório de laboratório nº 02 movimento uniforme (protected) (1)
 
Relatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do Vinagre
Relatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do VinagreRelatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do Vinagre
Relatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do Vinagre
 
Pêndulo físico
Pêndulo físicoPêndulo físico
Pêndulo físico
 
Quimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES
Quimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO  E PADRONIZAÇÃO  DE SOLUÇÕESQuimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO  E PADRONIZAÇÃO  DE SOLUÇÕES
Quimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES
 
Relatório aceleração da gravidade queda livre
Relatório aceleração da gravidade   queda livreRelatório aceleração da gravidade   queda livre
Relatório aceleração da gravidade queda livre
 
Apostila de mecânica aplicada
Apostila de mecânica aplicadaApostila de mecânica aplicada
Apostila de mecânica aplicada
 
Relatorio de fisica.
Relatorio de fisica.Relatorio de fisica.
Relatorio de fisica.
 
Relatório transformadores elétricos
Relatório transformadores elétricosRelatório transformadores elétricos
Relatório transformadores elétricos
 
Aula 13 balanço de massa - prof. nelson (area 1) - 29.04.11
Aula 13   balanço de massa - prof. nelson (area 1) - 29.04.11Aula 13   balanço de massa - prof. nelson (area 1) - 29.04.11
Aula 13 balanço de massa - prof. nelson (area 1) - 29.04.11
 

Destaque

Caminho metodológico experimentação
Caminho metodológico experimentaçãoCaminho metodológico experimentação
Caminho metodológico experimentaçãoValmir Heckler
 
Alcatel-Lucent KS24351L3
Alcatel-Lucent KS24351L3Alcatel-Lucent KS24351L3
Alcatel-Lucent KS24351L3savomir
 
Better Metal BHH-1K-24DP
Better Metal BHH-1K-24DPBetter Metal BHH-1K-24DP
Better Metal BHH-1K-24DPsavomir
 
Actividad 4 unidad_3_alex_barreto
Actividad 4 unidad_3_alex_barretoActividad 4 unidad_3_alex_barreto
Actividad 4 unidad_3_alex_barretoAlex Barreto
 
Apenas passe adiante
Apenas passe adianteApenas passe adiante
Apenas passe adianteArmin Caldas
 
Telecom Solutions 090-45210-01
Telecom Solutions 090-45210-01Telecom Solutions 090-45210-01
Telecom Solutions 090-45210-01savomir
 
Joan J. Mirhan Resume
Joan J. Mirhan ResumeJoan J. Mirhan Resume
Joan J. Mirhan ResumeJown Mirhan
 
Argus 018-574-20
Argus 018-574-20Argus 018-574-20
Argus 018-574-20savomir
 
ELLANAR FILMS | Creative Agency
ELLANAR FILMS | Creative AgencyELLANAR FILMS | Creative Agency
ELLANAR FILMS | Creative AgencyEllanar Films
 
Mapa conceptual xp bairon jose burbano muñoz
Mapa conceptual xp bairon jose burbano muñozMapa conceptual xp bairon jose burbano muñoz
Mapa conceptual xp bairon jose burbano muñozjcrecords
 
Statistik tugas 2 ardhian
Statistik tugas 2 ardhianStatistik tugas 2 ardhian
Statistik tugas 2 ardhianardhian zahroni
 

Destaque (16)

Aula 03 as fases da lua
Aula 03 as fases da luaAula 03 as fases da lua
Aula 03 as fases da lua
 
Caminho metodológico experimentação
Caminho metodológico experimentaçãoCaminho metodológico experimentação
Caminho metodológico experimentação
 
Humanbecoming
HumanbecomingHumanbecoming
Humanbecoming
 
Alcatel-Lucent KS24351L3
Alcatel-Lucent KS24351L3Alcatel-Lucent KS24351L3
Alcatel-Lucent KS24351L3
 
Better Metal BHH-1K-24DP
Better Metal BHH-1K-24DPBetter Metal BHH-1K-24DP
Better Metal BHH-1K-24DP
 
Actividad 4 unidad_3_alex_barreto
Actividad 4 unidad_3_alex_barretoActividad 4 unidad_3_alex_barreto
Actividad 4 unidad_3_alex_barreto
 
Нестатеве розмноження.
Нестатеве розмноження.Нестатеве розмноження.
Нестатеве розмноження.
 
Apenas passe adiante
Apenas passe adianteApenas passe adiante
Apenas passe adiante
 
Telecom Solutions 090-45210-01
Telecom Solutions 090-45210-01Telecom Solutions 090-45210-01
Telecom Solutions 090-45210-01
 
Joan J. Mirhan Resume
Joan J. Mirhan ResumeJoan J. Mirhan Resume
Joan J. Mirhan Resume
 
Argus 018-574-20
Argus 018-574-20Argus 018-574-20
Argus 018-574-20
 
General Catalogue---Dafang Crane
General Catalogue---Dafang CraneGeneral Catalogue---Dafang Crane
General Catalogue---Dafang Crane
 
ELLANAR FILMS | Creative Agency
ELLANAR FILMS | Creative AgencyELLANAR FILMS | Creative Agency
ELLANAR FILMS | Creative Agency
 
Mapa conceptual xp bairon jose burbano muñoz
Mapa conceptual xp bairon jose burbano muñozMapa conceptual xp bairon jose burbano muñoz
Mapa conceptual xp bairon jose burbano muñoz
 
Statistik tugas 2 ardhian
Statistik tugas 2 ardhianStatistik tugas 2 ardhian
Statistik tugas 2 ardhian
 
Vtex day: inovação + Foco no consumidor
Vtex day: inovação + Foco no consumidorVtex day: inovação + Foco no consumidor
Vtex day: inovação + Foco no consumidor
 

Semelhante a Relatório de física 3 lei de ohm

Semelhante a Relatório de física 3 lei de ohm (20)

Lei(3)
Lei(3)Lei(3)
Lei(3)
 
Associação de resistores
Associação de resistoresAssociação de resistores
Associação de resistores
 
IPP UFSC Nocoes basicas de circuitos eletricos.pdf
IPP UFSC Nocoes basicas de circuitos eletricos.pdfIPP UFSC Nocoes basicas de circuitos eletricos.pdf
IPP UFSC Nocoes basicas de circuitos eletricos.pdf
 
Corrente aula2
Corrente aula2Corrente aula2
Corrente aula2
 
Corrente aula2
Corrente aula2Corrente aula2
Corrente aula2
 
www.aulasdefisicaapoio.com - Física - Eletrodinâmica
www.aulasdefisicaapoio.com - Física -  Eletrodinâmica www.aulasdefisicaapoio.com - Física -  Eletrodinâmica
www.aulasdefisicaapoio.com - Física - Eletrodinâmica
 
Leis de Ohm
Leis de OhmLeis de Ohm
Leis de Ohm
 
Eletrotécnica - Básico
Eletrotécnica - BásicoEletrotécnica - Básico
Eletrotécnica - Básico
 
Física b relátório 1
Física b   relátório 1Física b   relátório 1
Física b relátório 1
 
Practica nº 11Medição de Grandezas Eléctricas..docx
Practica nº 11Medição de Grandezas Eléctricas..docxPractica nº 11Medição de Grandezas Eléctricas..docx
Practica nº 11Medição de Grandezas Eléctricas..docx
 
Tabela lei de_ohms
Tabela lei de_ohmsTabela lei de_ohms
Tabela lei de_ohms
 
Tabela lei-de ohm
Tabela lei-de ohmTabela lei-de ohm
Tabela lei-de ohm
 
www.TutoresNaWebCom.Br - Física - Eletrodinâmica
www.TutoresNaWebCom.Br - Física -  Eletrodinâmica www.TutoresNaWebCom.Br - Física -  Eletrodinâmica
www.TutoresNaWebCom.Br - Física - Eletrodinâmica
 
Eletricidadebasica senai
Eletricidadebasica senaiEletricidadebasica senai
Eletricidadebasica senai
 
Eletricidadebasica
EletricidadebasicaEletricidadebasica
Eletricidadebasica
 
Eletricidade básica
Eletricidade básicaEletricidade básica
Eletricidade básica
 
Laboatorios de fisica 3
Laboatorios de fisica 3Laboatorios de fisica 3
Laboatorios de fisica 3
 
Apostila de eletricidade básica
Apostila de eletricidade básica Apostila de eletricidade básica
Apostila de eletricidade básica
 
Apostila ete
Apostila eteApostila ete
Apostila ete
 
Eletrodinâmica
EletrodinâmicaEletrodinâmica
Eletrodinâmica
 

Último

2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;azulassessoriaacadem3
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...azulassessoriaacadem3
 
ATIVIDADE 1 - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
ATIVIDADE 1 - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024ATIVIDADE 1 - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
ATIVIDADE 1 - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024excellenceeducaciona
 
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...azulassessoriaacadem3
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...excellenceeducaciona
 
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...apoioacademicoead
 
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...azulassessoriaacadem3
 
5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...
5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...
5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...azulassessoriaacadem3
 
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...azulassessoriaacadem3
 
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...azulassessoriaacadem3
 
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...azulassessoriaacadem3
 
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...excellenceeducaciona
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...azulassessoriaacadem3
 
1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...
1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...
1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...azulassessoriaacadem3
 
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.azulassessoriaacadem3
 
3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...
3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...
3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...azulassessoriaacadem3
 
CRUZADINA E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docx
CRUZADINA  E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docxCRUZADINA  E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docx
CRUZADINA E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docxJean Carlos Nunes Paixão
 
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...azulassessoriaacadem3
 
Atividade O homem mais rico da Babilônia.pdf
Atividade O homem mais rico da Babilônia.pdfAtividade O homem mais rico da Babilônia.pdf
Atividade O homem mais rico da Babilônia.pdfRuannSolza
 

Último (20)

2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
 
ATIVIDADE 1 - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
ATIVIDADE 1 - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024ATIVIDADE 1 - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
ATIVIDADE 1 - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
 
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
 
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
 
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
 
5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...
5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...
5. ​Agora suponha que esse mesmo aluno é do sexo feminino, você irá utilizar ...
 
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
 
GABARITO CRUZADINHA PATRIM E FONTES.docx
GABARITO CRUZADINHA PATRIM E FONTES.docxGABARITO CRUZADINHA PATRIM E FONTES.docx
GABARITO CRUZADINHA PATRIM E FONTES.docx
 
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
 
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
 
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
 
1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...
1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...
1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...
 
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
 
3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...
3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...
3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...
 
CRUZADINA E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docx
CRUZADINA  E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docxCRUZADINA  E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docx
CRUZADINA E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docx
 
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
 
Atividade O homem mais rico da Babilônia.pdf
Atividade O homem mais rico da Babilônia.pdfAtividade O homem mais rico da Babilônia.pdf
Atividade O homem mais rico da Babilônia.pdf
 

Relatório de física 3 lei de ohm

  • 1. INTRODUÇÃO A Lei de Ohm trata da relação entre tensão e corrente em um condutor ideal. Esta relação afirma que a diferença de potencial (voltagem) através de um condutor ideal é proporcional à corrente através do mesmo. A constante de proporcionalidade de equação é chamada de resistência. Um material que obedece a lei de Ohm é chamado de ôhmico ou linear, porque a diferença de potencial através dela varia linearmente com a corrente. Embora os conhecimentos sobre eletricidade tenham sido ampliados, a Lei de Ohm continua sendo uma lei básica da eletricidade e eletrônica, por isso conhecê-la é fundamental para o estudo e compreensão dos circuitos eletroeletrônicos e logicamente suas aplicações para uma qualidade de vida para a sociedade. OBJETIVO Empregar um circuito elétrico com intuito de familiarização; assim como estudos envolvendo a lei de Ohm para a verificação de linearidade entre a voltagem e corrente. Abordagem de diferentes arranjos; diferentes configurações de resistência, voltímetro e amperímetro; com o intuito de medições de corrente, voltagem e resistência com calculo dos seus devidos erros de medidas. TEORIA A corrente em um condutor é impelida por um campo elétrico E em seu interior, que exerce uma força q.E sobre as cargas livres. Em equilíbrio eletrostático, o campo elétrico é zero no interior do condutor. Porém, quando uma corrente elétrica passa neste condutor, ele não estará mais em equilíbrio eletrostático, logo, as cargas migram pelo condutor, impelidas pelo campo elétrico. Logo, o campo elétrico possui a mesma orientação da corrente. A relação entre a diferença de potencial e a corrente é chamada de resistência de um segmento. Logo, este segmento é chamado resistor. R = A unidade da resistência elétrica no SI, volt por ampère, é denominada ohm (Ω). Para muitos materiais, a resistência não depende da queda de potencial ou da corrente. Os materiais com essa característica, dentre os quais muitos dos metais, são denominados materiais ôhmicos. Para os materiais ôhmicos, a queda de tensão entre as extremidades de segmento de condutor é proporcional à corrente V=IR, R constante Lei de Ohm Guilherme Bettio Braga * * Departamento de Ciências Exatas, Universidade Federal de São João del Rei CEP 36301-160, São João del Rei/MG, Brasil Através da lei de Ohm que diz respeito à relação entre corrente, tensão e resistência foram realizadas nesse experimento medidas de resistência e de associação de resistores. Foram utilizados resistores de 10 e 100 para circuitos em série e de 50 e 100 para os circuitos em paralelo e também em série. De acordo com as medidas feitas e os cálculos realizados foram produzidos gráficos de voltagem versus corrente que se aproximaram de uma reta.
  • 2. Para os materiais não-ôhmicos, a resistência depende da corrente I, logo a tensão V é proporcional a I. Analisando gráficos do potencial V em função da corrente I para materiais ôhmicos é possível afirmar que a relação é linear. Já gráficos para materiais não-ôhmicos a relação é não linear. A lei de Ohm não é uma lei fundamental da natureza, como a lei de Newton ou as leis da termodinâmica, mas representa a descrição empírica de uma propriedade pertinente a muitos materiais. O carbono, que apresenta uma resistividade relativamente alta, é utilizado nos resistores encontrados em equipamentos eletrônicos. Os resistores são em geral, vendidos comercialmente com faixas coloridas que indicam o valor de sua resistência. O código para a interpretação dessas cores é fornecido na Figura 1. Figura 1. Código de cores para os resistores. Dois ou mais resistores estão em série quando são posicionados de forma que a extremidade do primeiro se ligue a extremidade do segundo, até o último resistor e de forma que passe por eles a mesma corrente. Neste tipo de combinação de resistores, a queda de potencial entre os dois resistores é igual à soma das quedas de potencial entre os resistores individualmente: V = I(Ri + Rj + ...+ Rn) Logo, a resistência equivalente é igual à soma das resistências individuais: Requiv = Ri + Rj + ... + Rn O que caracteriza uma combinação em paralelo é que todos os resistores conectados estão sujeitos à mesma diferença de potencial entre seus terminais, sendo eles ligados por fios condutores presos em suas extremidades, de modo que os resistores sejam paralelos. O funcionamento deste tipo de combinação faz com que a corrente se divida pelo número de resistores associados como, por exemplo, se dividiria ao meio no caso de dois resistores combinados paralelamente, sendo que cada resistor recebe a metade da corrente inicial. Isto é: I = Ii + Ij A resistência equivalente para resistores em paralelo é aquela na qual a corrente total I requer a mesma queda de potencial V: Requivalente = V / I e pode ser calculado por: = + + ... + METODOLOGIA EXPERIMENTAL Material necessário:  1 fonte de tensão contínua;  1 multímetro  1 miliamperímetro;  3 resistores: 100, 100 e 50 Ω;
  • 3.  1 painel para as ligações;  cabos para as conexões; Procedimento: Medida de uma Resistência Realizou-se a montagem do circuito de acordo com a Figura 2, abaixo. Posteriormente à montagem, escolheu-se um resistor de 100 Ω como valor nominal para Rx. Em seguida, deixaram-se todos os instrumentos na escala de menor sensibilidade e alimentou-se o circuito com a fonte, aumentando lentamente a sua tensão e observando os ponteiros tanto do miliamperímetro como do multímetro. Quando o miliamperímetro atingiu o maior valor de sua escala, fez-se a leitura dos dois instrumentos, anotando-se todos os valores observados. Figura 2. Diagrama do circuito elétrico sugerido. Exatamente após o procedimento citado acima, reduziu-se, gradativamente, a tensão da fonte, medindo cerca de 10 conjuntos de pontos (U; I) uniformemente distribuídos, registrando-se os resultados obtidos nas Tabelas 1, 2, 3 e 4. Após as medidas feitas, seus respectivos desvios padrão foram calculados e também se registrou o fator de escala usado para cada instrumento de medida. Um gráfico da tensão U x I foi montado, contendo todos os valores medidos e as respectivas “barras de erro”. Observou-se o comportamento dos pontos registrados quando se muda de escala dos instrumentos. Após o feitio do gráfico e sua análise, verificou-se a sua linearização e calculou-se a resistência Rx ± ΔRx, correspondente ao resistor medido. O procedimento foi repetido para o resistor de 50 Ω. Medida de Associação de Resistores Os três resistores (100, 100 e 50 Ω) foram conectados em série no painel de ligações. Comparou-se o valor encontrado a partir do gráfico U x I deste experimento com os valores calculados teoricamente para Req. O mesmo procedimento foi realizado, porém os resistores foram conectados em paralelo. RESULTADOS Por meio da verificação da Lei de Ohm primeiramente para o resistor de 100 Ω, em seguida para o de 50 Ω, posteriormente para os três resistores (50, 100 e 100Ω) em paralelo e logo após para os mesmos três só que organizados em série, tornou-se possível construir as Tabelas 1, 2, 3 e 4 e as Figuras 3, 4, 5 e 6. Tabela 1. Valores de tensão (U) e corrente (I) para o resistor de 100 Ω. U / V ±1 I / A ±0,001 2,00 0,010 4,50 0,030 7,10 0,050 9,50 0,070 12,1 0,10 14,5 0,12 17,0 0,13 20,2 0,15 28,0 0,17 28,8 0,19
  • 4. Tabela 2.Valores de tensão (U) e corrente (I) para o resistor de 50 Ω. U / V±1 I / A±0,001 2,0 0,10 4,0 0,20 8,0 0,31 11 0,44 16 0,53 19 0,64 23 0,78 25 0,83 29 0,92 32 1,0 Tabela 3. Valores de tensão (U) e corrente (I) para a associação em série dos três resistores. U / V±1 I / A±0,001 13,0 0,010 19,1 0,010 28,0 0,010 37,7 0,011 51,7 0,012 83,2 0,013 93,7 0,015 114,5 0,017 Tabela 4. Valores de tensão (U) e corrente (I) para a associação em paralelo dos três resistores. U / V±1 I / A±0,001 12,2 0,040 14,7 0,050 16,8 0,060 18,8 0,070 20,7 0,080 23,8 0,090 24,7 0,11 26,8 0,12 Fazendo uso dos valores de U e I obtidos foi possível calcular, graficamente, o valor da resistência para o resistor de 100 Ω, de 50 Ω, para a associação dos três resistores associados em série e em paralelo. Os resultados foram expressos de acordo com o coeficiente angular das retas juntamente com seus erros (indicados pelas barras de erro na curva). Com software origin 8 foi possível o cálculo da propagação de erros. A fórmula utilizada foi: U = R x I  R = = Coeficiente angular 0,00 0,05 0,10 0,15 0,20 0 5 10 15 20 25 30 U/V I / A U = R.I Coef ang = R= 149 +/- 10 Figura 3. Equação de reta para o resistor de 100 Ω. Com isso tem-se : R = 149 ±10 Ω O valor informado pelo fabricante foi uma resistência de 100 Ω. 0,0 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 0 5 10 15 20 25 30 35 U = R.I Coef ang = R= 33,6 +/- 0,8 U/V I / A Figura 4. Equação de reta para o resistor de 50 Ω. Com isso tem-se : R = 33,8 ±0,8 Ω O valor informado pelo fabricante foi uma resistência de 50 Ω.
  • 5. 0,005 0,010 0,015 0,020 0,025 0,030 0,035 0,040 0 20 40 60 80 100 120 U = R.I Coef ang = R= 432 +/- 30 U/V I / A Figura 5. Equação de reta para resistores em série. Com isso tem-se: R = 432 ±30 Ω Como os resistores estão associados em série, o valor teórico da resistência equivalente (Req) é : Requiv = Ri + Rj + ... + Rn Com isso Req = 100 + 100 + 50 = 250 Ω 0,04 0,06 0,08 0,10 0,12 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28 30 U = R.I Coef ang = R= 179 +/- 12 U/V I / A Figura 6. Equação de reta para resistores em paralelo. Com isso tem-se: R = 179 ±12 Ω Como os resistores estão associados em paralelo, o valor teórico da resistência equivalente (Req) é : = + + ... + Req = 25 Ω Com base nos dados obtidos pelos gráficos das figuras 3, 4, 5 e 6 da Lei de Ohm, é possível afirmar que seus resultados foram muito distantes do valor de resistência fornecido pelo fabricante e obtido a partir das equações de resistência equivalente. Tal afirmação se deve a várias fontes de erros, tais como a imprecisão do miliamperímetro e do voltímetro e erro dos analistas. CONCLUSÃO Diante dos resultados obtidos pode-se concluir que foi possível verificar a linearidade entre tensão e corrente e consequentemente obtenção valores de resistência por meio do coeficiente angular. Porém devidos aos erros sistemáticos e/ou aleatórios, os valores encontrados para as resistências utilizadas no experimento não concordaram com os informado pelo fabricante. REFERÊNCIAS TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física, eletricidade e magnetismo, ótica, Rio de Janeiro: LTC, 5ª ed., vol. 2, 2006. p. 14 TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física, eletricidade e magnetismo, ótica, Rio de Janeiro: LTC, 5ª ed., vol. 2, 2006. p.75-78 HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de física 3,. Rio de Janeiro: LTC, 5ª ed., vol. 3, 2008. p.25-48