Aula Oriente Médio 29-10-2014

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Datashow sobre o tema Oriente Medio, Aula CUCA Manha de 29/10/2014

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Aula Oriente Médio 29-10-2014

  1. 1. Antonio Pessoa – 2233 ddee MMaaiioo ddee 22001122
  2. 2. • Localizado no sudoeste asiático, o Oriente Médio é hoje a zona mais conflagrada do globo. • Seu percurso histórico e sua situação geográfica fizeram da região uma das mais cobiçadas do planeta... ...seja pela importância cultural que adquiriu ao longo dos séculos devido ao seu valor religioso... ...seja pela importância econômica que veio lhe atribuir o petróleo. • A região é um verdadeiro nó geográfico entre os continentes: Ásia, África e Europa. • Zona de passagem terrestre, com o desenvolvimento do comércio marítimo tornou-se também ponto vital na ligação entre a Europa e a Índia, uma vez que está a meio caminho entre esses dois pontos – daí a designação “Oriente Médio” conferida pelos europeus.
  3. 3. • A maioria dos países do Oriente Médio é asiática • Mas há alguns dentre eles que se localizam no norte da África: Egito, Líbia, Sudão, Tunísia, Argélia, Marrocos, Saara Ocidental e Mauritânia.
  4. 4. • Há outro país que se localiza na “Ásia Menor” – a Turquia – ocupando um pequeno trecho do território europeu. • Os estreitos de Bósforo e Dardanelos separam a porção europeia da Turquia da porção asiática, ou seja, trata-se, tal qual a Rússia, de um país euro-asiático.
  5. 5. 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Milhões de Habitantes EGITO IRÃ TURQUIA ARGÉLIA IRAQUE MARROCOS SUDÃO AR.SAUDITA AFEGANISTÃO IÊMEN SÍRIA TUNÍSIA
  6. 6. • Analisando o mapa e a tabela anterior, constatamos a força populacional de países como o Egito, Turquia e Irã, que possuem mais de 70 milhões de habitantes cada um. O dobro do 4° colocado (Argélia). • Por serem mais populosos, estão mais sujeitos aos problemas comuns de países que precisam abranger todos os seus cidadãos na sociedade e no acesso à renda e aos serviços públicos de educação e saúde. • Observamos também uma população menor em países do Golfo Pérsico, como Bahrein, Catar, Kuwait e Omã. • Por serem menos populosos, seus cidadãos tem um potencial maior de acesso à renda e aos serviços públicos de educação e saúde. Ainda mais se levarmos em conta que essas nações citadas são fortes produtoras de petróleo. • Destaque para o Iraque que possui uma população maior que os demais vizinhos da Península Arábica, com destaque para a rica Arábia Saudita. • Israel possui 7 milhões de habitantes. A maioria de judeus emigrados da Europa e Rússia a partir da 2ª metade da década de 1940.
  7. 7. 800 700 600 500 400 300 200 100 0 Bilhões de Dólares TURQUIA AR.SAUDITA IRÃ EMIR.ÁRABES ISRAEL EGITO ARGÉLIA KUWAIT CATAR IRAQUE MARROCOS OMÃ
  8. 8. • Pela tabela e mapa das páginas anteriores observamos que Turquia e Irã também se situam entre os 3 primeiros do Oriente Médio também em tamanho da economia, tal como estão também entre os 3 primeiros em população. • Entre as 12 maiores economias do Oriente Médio surgem como destaque países com populações menores mas que estão na beira do Golfo Pérsico, e por isso são grandes produtores de petróleo: Arábia Saudita, Emirados Àrabes Unidos, Kuwait, Catar e Omã. • Israel aparece como a 5ª maior economia do Oriente Médio por sua grande industrialização e desenvolvimento de tecnologias. • Países mais populosos como Egito, Argélia, Iraque e Marrocos tem economias menores que alguns países bem menos populosos, como Israel e Emirados Àrabes Unidos. • A Arábia Saudita é a grande economia que ajuda a mover os países da Península Arábica.
  9. 9. 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Mil Dólares por habitante CATAR EMIR.ÁRABES KUWAIT ISRAEL OMÃ BAHREIN AR.SAUDITA TURQUIA LÍBANO IRÃ LÍBIA ARGÉLIA
  10. 10. • Pelo gráfico anterior podemos perceber nitidamente que os países com maior potencial de distribuição de renda através do PIB per capita são aqueles com saída para o Golfo Pérsico. • Sete países do Golfo Pérsico estão entre os 10 maiores PIB per capita do Oriente Médio: Catar, Emirados Àrabes Unidos, Kuwait, Omã, Bahrein, Arábia Saudita e Irã. • Isso se explica pela excessiva riqueza gerada pelo petróleo, pois todos são países com forte produção e exportação deste produto. • Israel aparece entre os 4 primeiros por conta da riqueza gerada pelas industrias de alta tecnologia do país, e pela maior proximidade comercial com a Europa e Estados Unidos. • Os populosos Turquia e Irã, que também são potências economicas regionais, também se situam entre os 10 primeiros em PIB per capita. • O Afeganistão tem o pior PIB per capita da região, é a segunda menor economia, e está entre os 10 primeiros em população. Gente demais para renda de menos, agravada pela situação de guerras e instabilidades internas que duram desde fins da década de 1970.
  11. 11. • O Oriente Médio é uma região repleta de pontos estratégicos, observe: • Canal de Suez • Bab-el-Mandeb • Golfo de Ácaba • Golfo de Áden • Golfo de Omã • Estreito de Ormuz • Golfo Pérsico • Chat-el-Arab • Em seguida veremos um por um.
  12. 12. • O Canal de Suez faz a ligação entre os mares Mediterrâneo e Vermelho. Entre as cidades de Porto Said (no litoral mediterrâneo) e Suez (no litoral do Mar Vermelho). • Construído no século XIX pelo arquiteto francês Ferdinand Lessepz, demandou mais de 1 milhão de trabalhadores nas obras e foi inaugurado em 1869. • Caiu posteriormente sob domínio britânico, pois foi construído de maneira conjunta entre o Egito e a França, mas a dívida externa egípcia forçou passar sua parte ao Reino Unido em 1882. • Em 1956 o Presidente do Egito, Gamal Abdel Nasser, nacionaliza o Canal de Suez, gerando uma crise e resposta militar conjunta de Reino Unido e França. A ONU condena a resposta militar, confirmando a nacionalização do canal, naquela que ficou conhecida como “Crise do Suez”. • Com o desenvolvimento da indústria naval, perdeu parte de sua importância, pois, nos dias de hoje não comporta navios de grande calado. • Atualmente cerca de 15 mil navios por ano atravessam o canal, o que equivale a 14% do transporte mundial de mercadorias.
  13. 13. • Bab-el-Mandeb significa “Portão das Lágrimas” em árabe. • É uma estreita passagem entre a Península Arábica e a África. • Faz a ligação entre o Mar Vermelho e o Golfo de Áden (Oceano Índico). • Tem grande importância na rota comercial marítima • Existe um projeto de ponte para ligar o Iêmen (Península Arábica) ao Djibuti (África), passando pelo Bab-el-Mandeb. A ponte terá 29 kms de extensão e deve ser inaugurada no começo da década de 2020.
  14. 14. • O Golfo de Àcaba também é conhecido como “Golfo de Aqaba” • É a única saída marítima de Israel e Jordânia para o sul, pelo Mar Vermelho, em direção ao Oceano Índico. • Por se situar entre a Península do Sinai (Egito) e a Península Arábica (Arábia Saudita), possuindo a única saída marítima de Israel ao Oceano Índico, o Golfo ganha importância geo-estratégica dependendo do grau de tensão nas relações entre esses países.
  15. 15. • O Golfo de Áden margeia o extremo sul da Península Arábica • É a principal saída para o Oceano Índico por aquelas nações que utilizam o Canal do Sinai • Seu nome provém da cidade de Áden, no Iêmen, que está no extremo sul da Península Arábica. • Nos últimos anos se intensificaram neste golfo os ataques de piratas do mar, ocorrendo vários casos de sequestros de embarcações. • A pirataria na região ocorre por conta da vizinha Somália, país na qual não há um governo nacional desde 1993 e está fragmentado por senhores-da-guerra em estados internos. • Por conta dessa instabilidade os piratas tem maior margem para agir livremente em águas somalis e internacionais no Golfo de Áden.
  16. 16. • A importância do Golfo de Omã reside na proximidade com o Golfo Pérsico. • É a saída para o Oceano Índico dos navios petroleiros que levam o petróleo do Golfo Pérsico para o resto do Mundo. • Por ser a saída do petróleo do golfo e ficar entre dois países que desenvolvem armas nucleares (Irã e Paquistão), o Golfo de Omã ganha importância geo-estratégica.
  17. 17. • O Estreito de Ormuz ganha importância por ser a “porta de entrada e saída” do Golfo Pérsico. • Pelo fato de sair do Golfo Pérsico uma grande quantidade de navios petroleiros que distribuirão petróleo para o resto do mundo, a passagem pelo Estreito de Ormuz ganha importância geo-estratégica. • O Estreito de Ormuz fica entre o sul do Irã e um exclave de Omã. Não pertence a nenhum país. • O Irã é o país que tem maior poderio para bloquear o acesso de embarcações pelo Estreito de Ormuz, embora nunca o tenha feito. O Estado iraniano alega que só o fará quando estiver ameaçado. • Já houve alguns incidentes diplomáticos entre o Irã e os Estados Unidos por conta de embarcações americanas que transitavam no Estreito de Ormuz, próximos a navios iranianos.
  18. 18. • O nome do Golfo Pérsico provém do antigo nome do Irã: Pérsia. • Este golfo é simplesmente o maior reduto petrolífero mundial. • Suas bacias sedimentares contém a maior reserva de petróleo do Planeta Terra, e os países que são banhados pelo seu litoral estão entre os maiores produtores mundiais de petróleo.
  19. 19. PAÍSES COM AS MAIORES RESERVAS DE PETRÓLEO DDOO MMUUNNDDOO ((22001100)) PPoossiiççããoo PPaaííss RReesseerrvvaa ((eemm bbiillhhõõeess ddee bbaarrrriiss)) 11°° VVeenneezzuueellaa 229966,,55 AAmméérriiccaa ddoo SSuull 22°° AArráábbiiaa SSaauuddiittaa 226644,,66 PPaaííss ddoo GGoollffoo PPéérrssiiccoo 33°° CCaannaaddáá 117755,,22 AAmméérriiccaa ddoo NNoorrttee 44°° IIrrãã 115500,,66 PPaaííss ddoo GGoollffoo PPéérrssiiccoo 55°° IIrraaqquuee 114433,,55 PPaaííss ddoo GGoollffoo PPéérrssiiccoo 66°° MMééxxiiccoo 113399,,00 AAmméérriiccaa ddoo NNoorrttee 77°° KKuuwwaaiitt 110044,,00 PPaaííss ddoo GGoollffoo PPéérrssiiccoo 88°° EEmmiirraaddooss ÁÁrraabbeess UUnniiddooss 9977,,88 PPaaííss ddoo GGoollffoo PPéérrssiiccoo 99°° RRúússssiiaa 7744,,22 EEuurráássiiaa 1100°° LLííbbiiaa 4477,,00 NNoorrttee ddaa ÁÁffrriiccaa 1166°° BBrraassiill 1144,,22 AAmméérriiccaa ddoo SSuull
  20. 20. • Também conhecido como Chatt-al-Arab, ou Shatt-al-Arab. • O Chat-el-Arab fica no encontro da foz dos rios Tigre e Eufrates com o Golfo Pérsico, entre a fronteira do Iraque com o Irã. • A área entre os rios Tigre e Eufrates é conhecido como “Mesopotâmia”, uma área fértil e importante na antiguidade, que hoje é parte do território do Iraque. • É um valioso lençol petrolífero, área importante da região do golfo. • Houve ferrenhas disputas territoriais e pelo direito de navegação entre o Irã e o Iraque durante a guerra que estes dois países travaram entre 1980 e 1988. • Chat-el-Arab pode ser traduzido como “Costa dos Árabes”.
  21. 21. • A geomorfologia do Oriente Médio é diversificada: há montanhas, planaltos, planícies e depressões. • Os planaltos áridos ocupam grande parte da paisagem. • Entre eles destacamos a Anatólia, na Turquia, o Planalto Iraniano, e o Planalto da Arábia. • Na franja setentrional (norte), o Oriente Médio é coberto por um conjunto montanhoso do cenozóico (até no máximo 65 milhões de anos atrás), que se estende desde o cáucaso, passando ao sul do Mar Cáspio e seguindo à zona montanhosa do Himalaia.
  22. 22. • Entre os rios Tigre e Eufrates (ambos no Iraque), está a fértil e pantanosa Mesopotâmia (expressão grega que significa “entre rios”). • É uma das raras áreas úmidas do Oriente Médio. • Já na foz do Rio Jordão, na fronteira entre Israel e a Jordânia, localiza-se a depressão do Mar Morto, uma grande fossa tectônica a 394 metros abaixo do nível do mar, cujas águas apresentam a mais alta taxa de salinidade do mundo. • Esse mar está fadado ao desaparecimento em alguns milhares de anos, uma vez que a evaporação intensa supera a drenagem, fenômeno agravado pelos diversos projetos de irrigação realizados por Israel com o propósito de viabilizar a agricultura no deserto.
  23. 23. • O clima é predominantemente árido e semi-árido. • A disposição geográfica, o relevo e a circulação atmosférica contribuem para a aridez do Oriente Médio. • Nessas condições climáticas, destacam-se as xerófilas (plantas que se adaptam à escassez de água), formações desérticas e estepes. Contudo, há exceções. • Na orla mediterrânea, há chuvas no inverno (Novembro-Abril). • No entanto, uma barreira montanhosa que acompanha latitudinalmente (“norte-sul”) a porção ocidental da Síria, do Líbano e de Israel inviabiliza a penetração de massas úmidas para o interior. • Outra “ilha” de umidade no Oriente Médio é a Mesopotâmia (Iraque); não que ocorram chuvas intensas na região, ao contrário, mas o derretimento de neve na cabeceira dos rios provoca inundações no baixo relevo iraquiano, tornando a área pantanosa. • A planície é extensa – tem 500 kms entre Bagdá e o Golfo Pérsico – e a oscilação do relevo é de apenas 40 metros de altitude.
  24. 24. • Como consequencia do clima, a rede hídrica é pobre. • Poucos são os rios volumosos no Oriente Médio e nem todos são perenes. • É comum a presença dos “wadis”, leitos secos de rios na qual correm águas apenas na época de chuvas. • Por conta disso, somados a fatores geopolíticos, são frequentes os desentendimentos políticos ou mesmo guerras pelo controle estratégico da água. • Podemos citar como exemplo disso desentendimentos entre Turquia e Síria, na cabeceira (nascente) do Rio Eufrates, ou a tensa relação entre Síria e Israel, devido aos mananciais próximas às Colinas de Golã (sudoeste da Síria, invadida por Israel em 1967), junto a fontes do Rio Jordão.
  25. 25. • Estes são os principais rios da região: Tigre, Eufrates e Jordão. • Os dois primeiros nascem na Turquia, cortam a Síria (Eufrates) e correm em sua maior parte dentro do Iraque. • O Rio Jordão fica entre Israel e Jordânia. • A tradicional irrigação é um dos recursos para minimizar os problemas da carência de água.
  26. 26. • O Oriente Médio é uma região de baixa densidade demográfica ee aass mmaaiioorreess ccoonncceennttrraaççõõeess ooccoorrrreemm pprróóxxiimmaass aaoo lliittoorraall.. • AAppeessaarr ddee nnããoo mmuuiittoo eexxtteennssaa,, aabbrriiggaa uummaa vvaarriieeddaaddee aacceennttuuaaddaa ddee eettnniiaass.. • OO ÁÁRRAABBEE éé oo eelleemmeennttoo ééttnniiccoo pprreeddoommiinnaannttee..
  27. 27. • O Oriente Médio é uma região de baixa densidade demográfica ee aass mmaaiioorreess ccoonncceennttrraaççõõeess ooccoorrrreemm pprróóxxiimmaass aaoo lliittoorraall.. • AAppeessaarr ddee nnããoo mmuuiittoo eexxtteennssaa,, aabbrriiggaa uummaa vvaarriieeddaaddee aacceennttuuaaddaa ddee eettnniiaass.. • OO ÁÁRRAABBEE éé oo eelleemmeennttoo ééttnniiccoo pprreeddoommiinnaannttee.. • SSããoo ppaaíísseess áárraabbeess nnaa ppaarrttee aassiiááttiiccaa:: SSíírriiaa,, LLííbbaannoo,, JJoorrddâânniiaa,, IIrraaqquuee,, AArráábbiiaa SSaauuddiittaa,, IIêêmmeenn,, OOmmãã,, EEmmiirraaddooss ÁÁrraabbeess UUnniiddooss,, CCaattaarr,, KKuuwwaaiitt ee BBaahhrreeiinn.. • SSããoo ppaaíísseess áárraabbeess nnoo nnoorrttee ddaa ÁÁffrriiccaa:: EEggiittoo,, SSuuddããoo,, LLííbbiiaa,, TTuunnííssiiaa,, AArrggéélliiaa,, MMaarrrrooccooss,, SSaaaarraa OOcciiddeennttaall ee MMaauurriittâânniiaa..
  28. 28. • O Oriente Médio é uma região de baixa densidade demográfica ee aass mmaaiioorreess ccoonncceennttrraaççõõeess ooccoorrrreemm pprróóxxiimmaass aaoo lliittoorraall.. • AAppeessaarr ddee nnããoo mmuuiittoo eexxtteennssaa,, aabbrriiggaa uummaa vvaarriieeddaaddee aacceennttuuaaddaa ddee eettnniiaass.. • OO ÁÁRRAABBEE éé oo eelleemmeennttoo ééttnniiccoo pprreeddoommiinnaannttee.. • SSããoo ppaaíísseess áárraabbeess nnaa ppaarrttee aassiiááttiiccaa:: SSíírriiaa,, LLííbbaannoo,, JJoorrddâânniiaa,, IIrraaqquuee,, AArráábbiiaa SSaauuddiittaa,, IIêêmmeenn,, OOmmãã,, EEmmiirraaddooss ÁÁrraabbeess UUnniiddooss,, CCaattaarr,, KKuuwwaaiitt ee BBaahhrreeiinn.. • SSããoo ppaaíísseess áárraabbeess nnoo nnoorrttee ddaa ÁÁffrriiccaa:: EEggiittoo,, SSuuddããoo,, LLííbbiiaa,, TTuunnííssiiaa,, AArrggéélliiaa,, MMaarrrrooccooss,, SSaaaarraa OOcciiddeennttaall ee MMaauurriittâânniiaa.. • VVaallee rreessssaallttaarr qquuee oo SSaaaarraa OOcciiddeennttaall nnããoo éé uumm ppaaííss iinnddeeppeennddeennttee.. FFooii ooccuuppaaddoo ppeelloo MMaarrrrooccooss nnaa ddééccaaddaa ddee 11996600 ee aassssiimm ppeerrmmaanneeccee aattéé hhoojjee,, mmaass sseemm rreeccoonnhheecciimmeennttoo iinntteerrnnaacciioonnaall nneemm ddaa iinnddeeppeennddêênncciiaa ((ccllaammaaddaa ppeelloo ggrruuppoo ““FFrreennttee PPoolliissáárriioo””)) nneemm ddaa ooccuuppaaççããoo mmaarrrrooqquuiinnaa.. • HHáá ddooiiss ppaaíísseess ““hhííbbrriiddooss”” nnoo lleessttee ddaa ÁÁffrriiccaa qquuee aallgguummaass ffoonntteess aalleeggaamm sseerr ppaaíísseess áárraabbeess:: DDjjiibbuuttii ee SSoommáálliiaa.. PPoorréémm ssuuaass ppooppuullaaççõõeess ssããoo ddee eettnniiaass ddaa ÁÁffrriiccaa ssuubb--ssaaaarriiaannaa ((nneeggrraa))..
  29. 29. • Irã e Turquia, apesar de certa confusão muitas vezes provocada pela mídia, NÃO SÃO ÁRABES! • O Irã é PERSA.
  30. 30. • Irã e Turquia, apesar de certa confusão muitas vezes provocada pela mídia, NÃO SÃO ÁRABES! • O Irã é PERSA. • A Turquia, obviamente, é habitada por TURCOS.
  31. 31. • Irã e Turquia, apesar de certa confusão muitas vezes provocada pela mídia, NÃO SÃO ÁRABES! • O Irã é PERSA. • A Turquia, obviamente, é habitada por TURCOS. • Cabe ressaltar que originalmente os turcos são originários das estepes do centro da Ásia, quase na fronteira com a China, e migraram para o Oriente Médio há cerca de 1000 anos, nômades que eram.
  32. 32. • Irã e Turquia, apesar de certa confusão muitas vezes provocada pela mídia, NÃO SÃO ÁRABES! • O Irã é PERSA. • A Turquia, obviamente, é habitada por TURCOS. • Cabe ressaltar que originalmente os turcos são originários das estepes do centro da Ásia, quase na fronteira com a China, e migraram para o Oriente Médio há cerca de 1000 anos, nômades que eram. • Os turcos serviram aos árabes na condição de escravos, mas posteriormente alcançaram o poder constituindo um longo reinado: o Império Otomano, vigente desde o Século XIII (13) até o Século XX (20), ao final da 1ª Guerra Mundial (1918). • De submissos e escravos, tornaram-se senhores dos árabes.
  33. 33. • Não contemplado com um Estado após a dissolução do Império Otomano, o povo CURDO habita um entroncamento montanhoso entre a Turquia, o Iraque, a Síria e o Irã. • Os curdos reivindicam a independência e o estabelecimento do Curdistão nessa área.
  34. 34. • Não contemplado com um Estado após a dissolução do Império Otomano, o povo CURDO habita um entroncamento montanhoso entre a Turquia, o Iraque, a Síria e o Irã. • Os curdos reivindicam a independência e o estabelecimento do Curdistão nessa área. • Israel é um país “sui generis”. Com um território habitado majoritariamente por árabes até o começo do século 20, recebeu grandes levas de JUDEUS trazidos da Europa para a Palestina, quando do “movimento sionista”. • Após a criação do Estado de Israel pela ONU em 1948, as imigrações continuaram e os judeus se tornaram maioria.
  35. 35. • Não contemplado com um Estado após a dissolução do Império Otomano, oo ppoovvoo CCUURRDDOO hhaabbiittaa uumm eennttrroonnccaammeennttoo mmoonnttaannhhoossoo eennttrree aa TTuurrqquuiiaa,, oo IIrraaqquuee,, aa SSíírriiaa ee oo IIrrãã.. • OOss ccuurrddooss rreeiivviinnddiiccaamm aa iinnddeeppeennddêênncciiaa ee oo eessttaabbeelleecciimmeennttoo ddoo CCuurrddiissttããoo nneessssaa áárreeaa.. • IIssrraaeell éé uumm ppaaííss ““ssuuii ggeenneerriiss””.. CCoomm uumm tteerrrriittóórriioo hhaabbiittaaddoo mmaajjoorriittaarriiaammeennttee ppoorr áárraabbeess aattéé oo ccoommeeççoo ddoo ssééccuulloo 2200,, rreecceebbeeuu ggrraannddeess lleevvaass ddee JJUUDDEEUUSS ttrraazziiddooss ddaa EEuurrooppaa ppaarraa aa PPaalleessttiinnaa,, qquuaannddoo ddoo ““mmoovviimmeennttoo ssiioonniissttaa””.. • AAppóóss aa ccrriiaaççããoo ddoo EEssttaaddoo ddee IIssrraaeell ppeellaa OONNUU eemm 11994488,, aass iimmiiggrraaççõõeess ccoonnttiinnuuaarraamm ee ooss jjuuddeeuuss ssee ttoorrnnaarraamm mmaaiioorriiaa.. • OOss TTUURRCCOOSS ssee aaffiirrmmaamm eeuurrooppeeuuss.. DDeevveemmooss ssaabbeerr,, nnoo eennttaannttoo,, qquuee hháá mmuuiittaass ddeerriivvaaççõõeess ttuurrccaass ddiissppeerrssaass ppeellaa ÁÁssiiaa cceennttrraall,, qquuee ffoorrmmaamm ppaaíísseess ccoommoo TTuurrccoommeenniissttããoo,, UUzzbbeeqquuiissttããoo,, QQuuiirrgguuiissttããoo,, TTaajjiiqquuiissttããoo ee CCaazzaaqquuiissttããoo,, ttooddaass eexx--rreeppúúbblliiccaass ddaa UUnniiããoo SSoovviiééttiiccaa..
  36. 36. • Há, portanto, junto ao Oriente Médio, vários povos: - Árabes
  37. 37. • Há, portanto, junto ao Oriente Médio, vários povos: - Árabes - Turcos
  38. 38. • Há, portanto, junto ao Oriente Médio, vários povos: - Árabes - Turcos - Persas
  39. 39. • Há, portanto, junto ao Oriente Médio, vários povos: - Árabes - Turcos - Persas - Judeus
  40. 40. • Há, portanto, junto ao Oriente Médio, vários povos: - Árabes - Turcos - Persas - Judeus - Curdos
  41. 41. • Os vários grupos étnicos muitas vezes têm a mesma religião. • Assim como a mesma etnia pode abrigar religiões diferentes. • Há árabes cristãos e árabes muçulmanos, por exemplo. • Enquanto os persas são, em sua grande maioria, muçulmanos. • Vale lembrar que os árabes que se estabeleceram no Brasil, principalmente em São Paulo, são cristãos originários do Líbano e da Síria.
  42. 42. • Berço das três maiores religiões monoteístas do mundo – Judaísmo, Cristianismo e Islamismo – a Palestina é designada como “Terra Santa”.
  43. 43. • Berço das três maiores religiões monoteístas do mundo – Judaísmo, Cristianismo e Islamismo – a Palestina é designada como “Terra Santa”. • Essas religiões têm muito em comum: - São monoteístas, crêem em um mesmo Deus
  44. 44. • Berço das três maiores religiões monoteístas do mundo – Judaísmo, Cristianismo e Islamismo – a Palestina é designada como “Terra Santa”. • Essas religiões têm muito em comum: - São monoteístas, crêem em um mesmo Deus - Seguem o mesmo Antigo Testamento.
  45. 45. • Berço das três maiores religiões monoteístas do mundo – JJuuddaaííssmmoo,, CCrriissttiiaanniissmmoo ee IIssllaammiissmmoo –– aa PPaalleessttiinnaa éé ddeessiiggnnaaddaa ccoommoo ““TTeerrrraa SSaannttaa””.. • EEssssaass rreelliiggiiõõeess ttêêmm mmuuiittoo eemm ccoommuumm:: -- SSããoo mmoonnootteeííssttaass,, ccrrêêeemm eemm uumm mmeessmmoo DDeeuuss -- SSeegguueemm oo mmeessmmoo AAnnttiiggoo TTeessttaammeennttoo.. • AAss iinntteerrpprreettaaççõõeess ddaa hhiissttóórriiaa bbííbblliiccaa,, ppoorréémm,, ssããoo ddiivveerrggeenntteess:: -- OOss JJuuddeeuuss nnããoo aaccrreeddiittaamm qquuee oo ““MMeessssiiaass”” jjáá tteennhhaa ssiiddoo eennvviiaaddoo àà TTeerrrraa..
  46. 46. • Berço das três maiores religiões monoteístas do mundo – JJuuddaaííssmmoo,, CCrriissttiiaanniissmmoo ee IIssllaammiissmmoo –– aa PPaalleessttiinnaa éé ddeessiiggnnaaddaa ccoommoo ““TTeerrrraa SSaannttaa””.. • EEssssaass rreelliiggiiõõeess ttêêmm mmuuiittoo eemm ccoommuumm:: -- SSããoo mmoonnootteeííssttaass,, ccrrêêeemm eemm uumm mmeessmmoo DDeeuuss -- SSeegguueemm oo mmeessmmoo AAnnttiiggoo TTeessttaammeennttoo.. • AAss iinntteerrpprreettaaççõõeess ddaa hhiissttóórriiaa bbííbblliiccaa,, ppoorréémm,, ssããoo ddiivveerrggeenntteess:: -- OOss JJuuddeeuuss nnããoo aaccrreeddiittaamm qquuee oo ““MMeessssiiaass”” jjáá tteennhhaa ssiiddoo eennvviiaaddoo àà TTeerrrraa.. -- PPaarraa ooss CCrriissttããooss,, JJeessuuss CCrriissttoo éé oo ffiillhhoo ddee DDeeuuss,, ee pprriinncciippaall pprrooffeettaa..
  47. 47. • Berço das três maiores religiões monoteístas do mundo – JJuuddaaííssmmoo,, CCrriissttiiaanniissmmoo ee IIssllaammiissmmoo –– aa PPaalleessttiinnaa éé ddeessiiggnnaaddaa ccoommoo ““TTeerrrraa SSaannttaa””.. • EEssssaass rreelliiggiiõõeess ttêêmm mmuuiittoo eemm ccoommuumm:: -- SSããoo mmoonnootteeííssttaass,, ccrrêêeemm eemm uumm mmeessmmoo DDeeuuss -- SSeegguueemm oo mmeessmmoo AAnnttiiggoo TTeessttaammeennttoo.. • AAss iinntteerrpprreettaaççõõeess ddaa hhiissttóórriiaa bbííbblliiccaa,, ppoorréémm,, ssããoo ddiivveerrggeenntteess:: -- OOss JJuuddeeuuss nnããoo aaccrreeddiittaamm qquuee oo ““MMeessssiiaass”” jjáá tteennhhaa ssiiddoo eennvviiaaddoo àà TTeerrrraa.. -- PPaarraa ooss CCrriissttããooss,, JJeessuuss CCrriissttoo éé oo ffiillhhoo ddee DDeeuuss,, ee pprriinncciippaall pprrooffeettaa.. -- OOss MMuuççuullmmaannooss –– sseegguuiiddoorreess ddoo IIssllãã –– rreeccoonnhheecceemm JJeessuuss ccoommoo uumm ddooss pprriinncciippaaiiss pprrooffeettaass,, mmaass nneeggaamm qquuee sseejjaa ffiillhhoo ddee DDeeuuss.. MMaaoomméé éé oo mmaaiiss iimmppoorrttaannttee pprrooffeettaa nnoo iissllaammiissmmoo ee,, ccoommoo JJeessuuss,, éé hhuummaannoo..
  48. 48. • Divergências à parte, a religião predominante no Oriente Médio é oo iissllaammiissmmoo,, mmaarrccaaddoo aaoo lloonnggoo ddee ssuuaa hhiissttóórriiaa ppoorr ffoorrttee sseeccttaarriissmmoo ((““iinnttoolleerrâânncciiaa””,, ““iinnttrraannssiiggêênncciiaa””,, ““nnããoo aabbeerrttoo aaoo ddiiáállooggoo””)) ee,, eemm ddeeccoorrrrêênncciiaa ddiissssoo,, ppoorr rraammiiffiiccaaççõõeess ddiivveerrssaass..
  49. 49. • Divergências à parte, a religião predominante no Oriente Médio é oo iissllaammiissmmoo,, mmaarrccaaddoo aaoo lloonnggoo ddee ssuuaa hhiissttóórriiaa ppoorr ffoorrttee sseeccttaarriissmmoo ((““iinnttoolleerrâânncciiaa””,, ““iinnttrraannssiiggêênncciiaa””,, ““nnããoo aabbeerrttoo aaoo ddiiáállooggoo””)) ee,, eemm ddeeccoorrrrêênncciiaa ddiissssoo,, ppoorr rraammiiffiiccaaççõõeess ddiivveerrssaass.. • AAss dduuaass pprriinncciippaaiiss ccoorrrreenntteess ddoo IIssllãã ssããoo oo ““ssuunniissmmoo”” ee oo ““xxiiiissmmoo””,, ggeerraannddoo ooss ttiippooss ““MMuuççuullmmaannoo SSuunniittaa”” ee ““MMuuççuullmmaannoo XXiiiittaa””,, rreessppeeccttiivvaammeennttee.. • OO ““ssuunniissmmoo”” éé aa ccoorrrreennttee iissllââmmiiccaa mmaaiiss sseegguuiiddaa,, mmaass oo ““xxiiiissmmoo”” éé pprreeddoommiinnaannttee nnoo IIrrãã,, ppoossssuuii mmaaiioorriiaa nnoo IIrraaqquuee ee BBaahhrreeiinn ee ccoonnssttiittuuii ffoorrttee mmiinnoorriiaa nnaa AArráábbiiaa SSaauuddiittaa ee LLííbbaannoo.. • AAss rraaíízzeess ddaa ddiivviissããoo iissllââmmiiccaa rreemmoonnttaamm àà mmoorrttee ddoo pprrooffeettaa MMaaoomméé nnoo aannoo 663322 dd..CC.. • CCoommoo eellee nnããoo ddeeiixxoouu ddeesscceennddeennttee vvaarrããoo nneemm ddiissccííppuulloo iinnddiiccaaddoo,, hhoouuvvee uummaa cciissããoo nnoo sseeiioo ddoo mmoovviimmeennttoo.. • OO eessccoollhhiiddoo ffooii AAbbuu BBaakkrr,, mmaass eessttee vviivveeuu ppoouuccoo ee,, ccoomm ssuuaa mmoorrttee,, ooss ““sseegguuiiddoorreess ddee AAllii”” ((““sshhiitttt’’AAllii”” oouu xxiiiittaa)) –– sseennddoo AAllii pprriimmoo ee ggeennrroo ddoo pprrooffeettaa MMaaoomméé –– qquueerriiaamm--nnoo llííddeerr,, mmaass eessttee ffooii pprreetteerriiddoo ppeerraannttee oouuttrrooss eessccoollhhiiddooss.. • DDaattaa ddaaíí aa cciissããoo eennttrree xxiiiittaass ee ssuunniittaass..
  50. 50. • Durante sua vida, o profeta Maomé (“Mohammad”, em árabe) patrocinou aa ccoonnvveerrssããoo ddooss ““iinnffiiééiiss”” aaoo iissllaammiissmmoo eemm ttooddaa aa ppeenníínnssuullaa aarráábbiiccaa,, ttoorrnnaannddoo--ssee llííddeerr rreelliiggiioossoo ee ppoollííttiiccoo iinnqquueessttiioonnáávveell,, ee ppaarrttiiuu ppaarraa aa ddiiffuussããoo ddoo IIssllãã,, ddaannddoo iinníícciioo àà eexxppaannssããoo mmuuççuullmmaannaa.. • TTeennddoo aa ““JJiihhaadd”” ((““rreessiissttêênncciiaa””,, nnããoo ““gguueerrrraa--ssaannttaa”” ccoommoo ssee ppeennssaa)) ccoommoo ffoonnttee iinnssppiirraaddoorraa,, sseeuuss ssuucceessssoorreess ((ccaalliiffaass)) ddeerraamm ccoonnttiinnuuiiddaaddee ààss ccoonnqquuiissttaass,, ddoommiinnaannddoo ttooddoo oo nnoorrttee ddaa ÁÁffrriiccaa,, ggrraannddee ppaarrttee ddaa ÀÀssiiaa ee,, dduurraannttee 88 ssééccuullooss,, aa PPeenníínnssuullaa IIbbéérriiccaa,, oonnddee aattuuaallmmeennttee ffiiccaamm PPoorrttuuggaall ee EEssppaannhhaa.. • OO cceennáárriioo ggeeooppoollííttiiccoo ddoo OOrriieennttee MMééddiioo sseemmpprree ffooii oorriieennttaaddoo ppeelloo aassppeeccttoo rreelliiggiioossoo,, ccoommppoonneennttee iinnddiissppeennssáávveell ppaarraa eenntteennddeerr aa bbeelliiccoossaa rreeggiiããoo.. • DDeevvee sseerr ddiittoo,, ccoonnttuuddoo,, qquuee mmuuiittaass vveezzeess aa rreelliiggiiããoo sseerrvviiuu ddee ssuubbtteerrffúúggiioo ppaarraa oo ddeesseennccaaddeeaammeennttoo ddee ddiissppuuttaass qquuee,, nnaa rreeaalliiddaaddee,, ddeeffeennddiiaamm oouuttrrooss iinntteerreesssseess..
  51. 51. • Como sabemos, o petróleo é a atividade de maior importância de todo o Oriente Médio. • O Golfo Pérsico detém a maior concentração petrolífera do mundo: em torno de 64% de toda a reserva mundial. • Assim, esse lugar torna-se algo frequente de distúrbios geopolíticos, uma vez que, muito cobiçado, é motivo de disputa tanto entre os regimes locais como, principalmente, pelas grandes potências mundiais. • Todos sabemos do envolvimento das potências no cenário geopolítico local. • Desconsiderar a importância petrolífera – assim como a religião – no cenário beligerante regional é desperdício de tempo se o que se pretende é compreender, analiticamente, o que se passa por lá. • Todavia, ressaltamos que nova zona petrolífera, próxima dalí, vem surgindo como futura área de tensão, e a movimentação das potências no intuito de resguardar posição estratégica já começou. • Trata-se da zona caspiana, nos contrafortes orientais do Cáucaso. (Azerbaijão).
  52. 52. 12 10 8 6 4 2 0 Milhões de habitantes Cairo (Egito) Istambul (Turquia) Teerã (Irã) Bagdá (Iraque) Cartum (Sudão) Riade (Arábia Saudita) Alexandria (Egito) Ancára (Turquia) Cabul (Afeganistão)

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