9/10/2009

E a vida continua
O que será do amanhã

Antonio Fernando Navarro
afnavarro@terra.com.br ; navarro@vm.uff.br

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9/10/2009

Muitos se
questionam o
porque do começo
de algumas das
tragédias que nos
afetam. O porque? È
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9/10/2009

Quando deixamos de
fazer algo hoje
acumulamos
responsabilidades
para o amanhã.
Se não existir o
amanhã a heranç...
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As marcas da
poluição parecem
feridas abertas na
superfície do nosso
planeta. Muitas
dessas feridas, que
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Apresentam-se considerações a respeito da questão meio ambiente - ambiente natural, e as ações necessárias à sua preservação.

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E a vida continua o que será do amanhã

  1. 1. 9/10/2009 E a vida continua O que será do amanhã Antonio Fernando Navarro afnavarro@terra.com.br ; navarro@vm.uff.br A miséria humana não respeita os da sua raça e nem mesmo a natureza. Para mudarmos precisamos começar a a reescrever nossos conceitos. O muito pouco que deixamos de fazer se avoluma quando pensamos no global. Se não começarmos já o resultado poderá ser catastrófico para quem nos sucederá. A pior das violências não é aquela que mostramos aos outros, mas sim aquela que guardamos em nós, aquela que sentimos por dentro e que as vezes deixamos transparecer em fúria desmedida. Um Ser Humano violento não respeita a sí mesmo e nem aos outros. Cuidar da natureza é um exercício do controle de nossa violência. É o pensar no amanhã. Mas naquele amanhã com futuro e não apenas, como um passado. 1
  2. 2. 9/10/2009 Muitos se questionam o porque do começo de algumas das tragédias que nos afetam. O porque? È por que deixamos de fazer algo importante, não só para os outros, como também para nós. As mensagens e os pedidos de socorro de nosso pequeno mundo estão por aí. O pior é que não conseguimos entendê-las à tempo. O que será do amanhã se não conseguimos reconhecer o hoje? 2
  3. 3. 9/10/2009 Quando deixamos de fazer algo hoje acumulamos responsabilidades para o amanhã. Se não existir o amanhã a herança que deixamos, boa ou má, será repassada e talvez sem muita chance de ser reparada para os outros. Existem os baús das coisas que queremos e não sabemos como e nem quando utilizálas e o baú das coisas que não queremos hoje, mas só as guardamos para não perdê-las de vez. O acúmulo um dia aparece e ficamos sem saber o que fazer. Contra a violência humana a natureza também reage, algumas vezes de modo estranho. São as algas que proliferam, as bactérias que tomam conta e a vida, não continua .... 3
  4. 4. 9/10/2009 As marcas da poluição parecem feridas abertas na superfície do nosso planeta. Muitas dessas feridas, que seriam cicatrizadas pela própria natureza o Homem não as deixa, piorando ainda mais a “doença” do Planeta. Viver com o que deixamos é a sina de muitos. Faz parte da miséria humana. Só que a forma como nos desfazemos daquilo que não nos atende mais, ou com as sobras do que deixamos prá lá, passa a ser um problema dos mais sérios, se não houver “os miseráveis” que sobrevivam disso. Os grossos rolos de fumaça não significam somente o progresso. Levam junto a esse sinal a destruição do que está à volta. As altas chaminés levam mais para o alto um pouco de tudo aquilo que não presta. Quando isso tudo se assenta sobre o solo deixa impressa a marca da destruição. 4

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