Antônio Amorim

18

Ética, Regulamentação e
Análise do Perfil do Investidor
(10%-15%)

www.antonioamorim.com
antonio@anton...
Antônio Amorim

19

2.1.1 – Princípio de Integridade
“Fornecer serviços profissionais com integridade.”

O Profissional CF...
Antônio Amorim

20

2.1.3 – Princípios de Competência
www.antonioamorim.com
antonio@antonioamorim.com

“Manter e desenvolv...
Antônio Amorim

21

2.1.5 – Princípio da Conduta Profissional
“Agir com postura profissional exemplar”

A conduta profissi...
Antônio Amorim

22

2.1.7 – Princípio da Diligência
“Fornecer serviços profissionais de forma diligente”

A diligência exi...
04/06/2013

23

2.2 – Códigos de Regulação e
Melhores Práticas da ANBIMA

www.antonioamorim.com
antonio@antonioamorim.com
...
04/06/2013

24

2.2.1.2. Princípios gerais
www.antonioamorim.com
antonio@antonioamorim.com

2.2.1.3. Prospecto. Informaçõe...
04/06/2013

25

•
•
•
•
•
•

Risco de mercado
Risco de Crédito
Risco de Liquidez
Risco do uso de derivativos
Riscos Especí...
04/06/2013

26

2.2.1.4. Publicidade e divulgação de material técnico dos
fundos de investimento

www.antonioamorim.com
an...
04/06/2013

27

www.antonioamorim.com
antonio@antonioamorim.com

2.2.1.4.2. Dos avisos obrigatórios

www.antonioamorim.com...
04/06/2013

28
2.2.1.4.3. Divulgação de rentabilidade, rendimento e comparações

www.antonioamorim.com
antonio@antonioamor...
04/06/2013

29

2.2.1.5. Marcação a Mercado – MaM – Consultar o Código
para fundos de investimento e Diretrizes de Marcaçã...
04/06/2013

30
Distribuição de Fundos de Investimento

www.antonioamorim.com
antonio@antonioamorim.com

2.2.1.7. Dever de ...
05/06/2013

31

2.3 – Prevenção Contra a Lavagem
de Dinheiro

www.antonioamorim.com
antonio@antonioamorim.com

2.3.1 – Con...
05/06/2013

32
Fases da Lavagem de Dinheiro:

1. Colocação – “Fase inicial, o objetivo é fazer o dinheiro
proveniente de u...
05/06/2013

33

2.3.2.2 Identificação e registros de operações
As instituições financeiras:
I - identificarão seus cliente...
05/06/2013

34

2.3.4 – Responsabilidades administrativas e legais.
Entidades e pessoas físicas sujeitas à lei e a
regulam...
05/06/2013

35

2.4 – Ética na Venda

www.antonioamorim.com
antonio@antonioamorim.com

Vender com ética é focar no relacio...
05/06/2013

36

2.5 – Análise do Perfil do Investidor
(API)
Questionário de uso obrigatório pelas instituições associadas ...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Apostila Anbima CPA 10 - Módulo 2 - Ética, Regulamentação e Análise do Perfil do Investidor

8.557 visualizações

Publicada em

Acompanhe as aulas em www.cpa10gratis.com através do PDF que reproduz as lâminas de aula. Material essencial para quem deseja uma boa performance na CPA 10.

Publicada em: Educação
  • Seja o primeiro a comentar

Apostila Anbima CPA 10 - Módulo 2 - Ética, Regulamentação e Análise do Perfil do Investidor

  1. 1. Antônio Amorim 18 Ética, Regulamentação e Análise do Perfil do Investidor (10%-15%) www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 2.1. Princípios Éticos de acordo com Código de Ética e Responsabilidade Profissional do IBCPF – Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros atualizado em Dezembro/2010. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 18 1
  2. 2. Antônio Amorim 19 2.1.1 – Princípio de Integridade “Fornecer serviços profissionais com integridade.” O Profissional CFP® ocupa uma posição de confiança dos clientes e a fonte primordial dessa confiança é a honestidade, isenção e transparência do profissional de planejamento financeiro pessoal. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 2.1.2 – Princípio de Objetividade “Fornecer serviços profissionais de forma objetiva.” O Profissional CFP® deve buscar atender as necessidades e objetivos do cliente dentro do escopo do serviço acordado, de forma pragmática, isenta, clara e transparente. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 19 2
  3. 3. Antônio Amorim 20 2.1.3 – Princípios de Competência www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com “Manter e desenvolver as habilidades e os conhecimentos necessários para fornecer serviços profissionais de forma competente.” Competência exige atingir e manter um nível adequado de habilidades, capacidades e conhecimentos para o fornecimento de serviços profissionais de planejamento financeiro pessoal. Inclui, também, a sabedoria e maturidade para conhecer as suas limitações e as situações em que a consulta a, ou o encaminhamento para, outro(s) profissional(is) for apropriada. Competência exige que o Profissional CFP® tenha um comprometimento com sua educação continuada e aperfeiçoamento profissional. 2.1.4 – Princípio de Confidencialidade “Proteger a confidencialidade de todas as informações dos clientes” Confidencialidade exige do planejador financeiro CFP® a guarda e proteção das informações dos clientes, de forma a permitir acesso prudente apenas às pessoas autorizadas. Um relacionamento de confiança com o cliente só pode ser construído sob o entendimento de que as informações serão tratadas de forma discreta e segura e não serão reveladas inadequadamente. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 20 3
  4. 4. Antônio Amorim 21 2.1.5 – Princípio da Conduta Profissional “Agir com postura profissional exemplar” A conduta profissional exige comportar-se com dignidade, agindo com respeito para com os clientes e outros profissionais, em conformidade com as regras, regulamentações e os requisitos profissionais adequados. A conduta profissional requer também que o planejador financeiro CFP® aprimore e mantenha a imagem pública das Marcas, do Profissional CFP® e o compromisso destes em bem servir. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 2.1.6 – Princípio da Probidade “Ser justo e imparcial nos relacionamentos profissionais” A probidade exige do Profissional CFP® manter com os clientes uma relação profissional íntegra, revelando e gerenciando possíveis conflitos de interesse. Envolve compatibilizar os próprios sentimentos, preconceitos e desejos, de forma a alcançar um equilíbrio entre os interesses conflitantes. A probidade é tratar os outros da mesma maneira que gostaríamos de ser tratados. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 21 4
  5. 5. Antônio Amorim 22 2.1.7 – Princípio da Diligência “Fornecer serviços profissionais de forma diligente” A diligência exige do planejador financeiro CFP® atender aos compromissos profissionais com zelo, dedicação e rigor, cuidando adequadamente do planejamento e execução de serviços profissionais nas condições acordadas. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 22 5
  6. 6. 04/06/2013 23 2.2 – Códigos de Regulação e Melhores Práticas da ANBIMA www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 2.2.1 – Código Anbima de Regulação e Melhores Práticas para os Fundos de Investimentos 2.2.1.1. Propósito e Abrangência www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 23 1
  7. 7. 04/06/2013 24 2.2.1.2. Princípios gerais www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 2.2.1.3. Prospecto. Informações relevantes e obrigatórias: informações do fundo, objetivo de investimento; política de investimento; fatores de risco, Selo ANBIMA. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 24 2
  8. 8. 04/06/2013 25 • • • • • • Risco de mercado Risco de Crédito Risco de Liquidez Risco do uso de derivativos Riscos Específicos No caso dos FIDCs uma série de outros riscos www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com Informações relevantes e obrigatórias: Selo ANBIMA www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 25 3
  9. 9. 04/06/2013 26 2.2.1.4. Publicidade e divulgação de material técnico dos fundos de investimento www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 2.2.1.4.1. Melhores Práticas www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 26 4
  10. 10. 04/06/2013 27 www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 2.2.1.4.2. Dos avisos obrigatórios www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 27 5
  11. 11. 04/06/2013 28 2.2.1.4.3. Divulgação de rentabilidade, rendimento e comparações www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 2.2.1.4.4. Das qualificações * As qualificações possuem regras rígidas em relação as fontes de informação, as ressalvas e os prazos de uso das mesmas. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 28 6
  12. 12. 04/06/2013 29 2.2.1.5. Marcação a Mercado – MaM – Consultar o Código para fundos de investimento e Diretrizes de Marcação a Mercado, disponível no site da ANBIMA. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 2.2.1.6. Serviços: Administração, Gestão e Distribuição de Fundos de Investimento Administração Gestão 29 7
  13. 13. 04/06/2013 30 Distribuição de Fundos de Investimento www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 2.2.1.7. Dever de verificar a adequação dos investimentos recomendados (Suitability) www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 30 8
  14. 14. 05/06/2013 31 2.3 – Prevenção Contra a Lavagem de Dinheiro www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 2.3.1 – Conceito de lavagem de dinheiro. Legislação Conceito: Lei 9613/98 – Alterada pela lei 12.683/12 CAPÍTULO I Dos Crimes de "Lavagem" ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores Art. 1o Ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 31 1
  15. 15. 05/06/2013 32 Fases da Lavagem de Dinheiro: 1. Colocação – “Fase inicial, o objetivo é fazer o dinheiro proveniente de uma atividade ilegal passar pelo caixa” 2. Ocultação – “Fase em que os criminosos dificultar a identificação da origem”, exemplo a realização de inúmeras transferências. 3. Integração – Fase final, quando dinheiro volta com aparência de “limpo”. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 2.3.2 Clientes/ Investidores 2.3.2.1 – Ações preventivas: princípios do “conheça seu cliente” 2.3.2.1.1. Função do cadastro e implicações de um cadastro desatualizado e análise da capacidade financeira do cliente A principal forma de evitar a lavagem de dinheiro é conhecendo o cliente, principalmente através de informações obtidas através do cadastro. Caso o cliente se negue a fornecer as informações requeridas, a instituição não deve aceitá-lo como cliente. A função do cadastro é identificar as características de cada cliente, um cadastro consistente e atualizado permitirá que o profissional e a instituição financeira identifique operações suspeitas. 2.3.2.1.2. O princípio “conheça seu cliente” como forma de proteção da instituição financeira e do profissional O dever do profissional e da instituição financeira é o de identificar e comunicar as operações suspeitas, fazendo isso ambos estarão protegidos de qualquer penalidade civil ou administrativa caso tal operação seja classificada como crime de lavagem de dinheiro. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 32 2
  16. 16. 05/06/2013 33 2.3.2.2 Identificação e registros de operações As instituições financeiras: I - identificarão seus clientes e manterão cadastro atualizado; II - manterão registro de toda transação em moeda nacional ou estrangeira que ultrapassar limite fixado pela autoridade competente III - deverão adotar políticas, procedimentos e controles internos, compatíveis com seu porte e volume de operações, que lhes permitam atender ao disposto neste artigo IV - deverão cadastrar-se e manter seu cadastro atualizado no órgão regulador ou fiscalizador e, na falta deste, no Coaf. V - deverão atender às requisições formuladas pelo Coaf na periodicidade, forma e condições por ele estabelecidas. O sistema de registro deve permitir a identificação: I - das operações que, realizadas com uma mesma pessoa, conglomerado financeiro ou grupo, em um mesmo mês calendário, superem, por instituição ou entidade, em seu conjunto, o valor de R$10.000,00 (dez mil reais); II - das operações que, por sua habitualidade, valor ou forma, configurem artifício que objetive burlar os mecanismos de identificação, controle e registro. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 2.3.3 – Operações Suspeitas 2.3.3.1 - Caracterização www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com A caracterização de operações suspeitas possui diversas facetas mas a principal delas é movimentação de recursos incompatível com a renda ou patrimônio do agente econômico. 2.3.3.2 – Obrigatoriedade de comunicação e controle – instituições, empresas e autoridades competentes 33 3
  17. 17. 05/06/2013 34 2.3.4 – Responsabilidades administrativas e legais. Entidades e pessoas físicas sujeitas à lei e a regulamentação / Art. 12. Às pessoas referidas no art. 9º, bem como aos administradores das pessoas jurídicas, que deixem de cumprir as obrigações previstas serão aplicadas, cumulativamente ou não, pelas autoridades competentes, as seguintes sanções: I - advertência; II - multa pecuniária variável não superior: a) ao dobro do valor da operação; b) ao dobro do lucro real obtido ou que presumivelmente seria obtido pela realização da operação; ou c) ao valor de R$ 20.000.000,00 (vinte milhões de reais); III - inabilitação temporária, pelo prazo de até dez anos, para o exercício do cargo de administrador das pessoas jurídicas referidas no art. 9º; IV - cassação ou suspensão da autorização para o exercício de atividade, operação ou funcionamento. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 2.3.5. Crime de lavagem de dinheiro 2.3.5.1 Responsabilidades e co-responsabilidades Pena: reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos, e multa. § 1o Incorre na mesma pena quem, para ocultar ou dissimular a utilização de bens, direitos ou valores provenientes de infração penal: I - os converte em ativos lícitos; II - os adquire, recebe, troca, negocia, dá ou recebe em garantia, guarda, tem em depósito, movimenta ou transfere; III - importa ou exporta bens com valores não correspondentes aos verdadeiros. 2o Incorre, ainda, na mesma pena quem: I - utiliza, na atividade econômica ou financeira, bens, direitos ou valores provenientes de infração penal; II - participa de grupo, associação ou escritório tendo conhecimento de que sua atividade principal ou secundária é dirigida à prática de crimes previstos nesta Lei. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 34 4
  18. 18. 05/06/2013 35 2.4 – Ética na Venda www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com Vender com ética é focar no relacionamento de longo prazo com o cliente. Deixar de passar informações e restrições importantes sobre o produto ao cliente pode ajudar ao distribuidor a bater suas metas de curto prazo, no entanto quebram a confiança do cliente para com a instituição, prejudicando o relacionamento futuro. 2.4.1 – Venda Casada: conceito A resolução 2878 do CMN diz “É vedada a contratação de quaisquer operações condicionadas ou vinculadas à realização de outras operações ou à aquisição de outros bens e serviços”. A vedação também se aplica a promoções e artifícios que impliquem em um aumento artificial dos preços e taxas de juros. Em operações que exigirem contração adicional de produto ou serviço, o direito de escolher a instituição onde realizará esta segunda operação. 2.4.2 – Restrições do investidor: idade, horizonte de investimento, conhecimento do produto e tolerância ao risco IDADE – Devido a um horizonte de tempo mais curto, quanto mais elevada a idade, menor deve ser a exposição ao risco do investidor. HORIZONTE DE TEMPO – Deve-se evitar correr riscos em operações com resgate curto prazo, uma vez que não existe tempo hábil para recuperação das perdas, operações com prazos mais elásticos podem ser expostas a riscos mais elevados. CONHECIMENTO DO PRODUTO – Deve-se evitar recomendar produtos de investimentos para clientes que desconhecem os riscos envolvidos na operação. TOLERÂNCIA AO RISCO – Cada investidor possui um perfil de risco diferente, deve-se evitar recomendar produtos de risco mais elevado para perfis mais conservadores, para facilitar a adequação as instituições dispõem de ferramentas de Análise do Perfil do Investidor (API). www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 35 1
  19. 19. 05/06/2013 36 2.5 – Análise do Perfil do Investidor (API) Questionário de uso obrigatório pelas instituições associadas a ANBIMA que normalmente possui entre 6 e 10 questões dirigidas ao investidor com o objetivo de traçar o seu perfil. Existem três perfis básicos: CONSERVADOR, MODERADO E AGRESSIVO. Esses perfis são utilizados tanto na classificação dos investidores como na classificação dos produtos. O principal objetivo do API é evitar que investidores com menor tolerância ao risco façam investimentos em produtos mais arriscados. Ex: Investidor MODERADO decide investir em um Fundo de Ações Alavancado, classificado como AGRESSIVO. Não existe restrições para que Investidores de Perfis mais agressivos/arrojados façam investimentos em produtos conservadores. www.antonioamorim.com antonio@antonioamorim.com 36 1

×