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<ul><li>Estabelecer percentual de gerentes que sejam servidores; </li></ul><ul><li>Gerentes devem cumprir metas e serem av...
<ul><li>Estímulo por meio de incentivos financeiros para as operadoras investirem na mudança de modelos; </li></ul><ul><li...
<ul><li>Maior integração entre as áreas, tanto interdiretorias, quanto entre as gerências de uma mesma diretoria; </li></u...
O Sentido do Outro <ul><li>Coordenadora: </li></ul><ul><li>Ana Suely Ferreira </li></ul><ul><li>Grupos envolvidos:   </li>...
 
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1o. Congresso dos Trabalhadores da Agência Nacional de Saúde Suplementar

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I CONTANS

  1. 2. <ul><li>Democracia, inclusão e cooperação foram as inspirações do I CONTANS . </li></ul><ul><li>Desde o início da organização do congresso esses princípios permearam as discussões que foram tijolo-a-tijolo construindo nosso evento. O ineditismo dessa iniciativa, no conjunto das agências reguladoras, mostra a capacidade dos trabalhadores da ANS no trabalho em equipe e na capacidade em debater, com profundidade, assuntos gerais e específicos que são afetos a nossa responsabilidade laboral. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li> Fundamental foi a parceria respeitosa com que a direção da Agência apoiou o Congresso, dando instrumentos que possibilitaram a realização do nosso sonho.  O apoio a nossa organização trabalhista fez a ASSETANS firmar-se no seio das organizações de trabalhadores das agências reguladoras, como vanguarda e modelo para outros eventos profissionais. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li> Não poderia deixar de mencionar a garra e o afinco da comissão organizadora que soube suplantar dificuldades momentâneas, com espírito público,  dedicando-se aos temas e palestras.  Tivemos também convidados que, entusiasmados, aceitaram o convite para transmitir conhecimento e conceitos para o conjunto da plenária. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li> Mas tudo isso somente se concretizou com a participação inclusiva e solidária dos trabalhadores da Agência, nos seus diversos vínculos, que abrilhantaram o Congresso, como já disse, inédito dentre as agências reguladoras. Agora, temos um conjunto de sugestões que serão oferecidas à direção da ANS, e o mais determinante, uma pauta de lutas legitimada pelo conjunto dos trabalhadores a ser defendida pela Associação. </li></ul><ul><li>Até o II CONTANS ! </li></ul><ul><li>Marcus Vinicius Seixas </li></ul><ul><li>Presidente da ASSETANS </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Além dos esforços que contribuíram para o sucesso na realização do I Contans, apostamos que o êxito deste evento deveu-se também às escolhas consensuadas entre os colaboradores durante sua construção. </li></ul><ul><li>Defendemos, por exemplo, que o Congresso deveria ser norteado pelos princípios de inclusão e democracia. Assim, definiu-se a necessidade de contextualizar os debates sobre saúde numa dimensão concreta, cotidiana. </li></ul><ul><li>Deste modo, temas como o cuidado, direitos humanos e o fortalecimento de uma cultura da paz e de humanização, retrataram claramente nossa posição quanto à defesa da promoção da saúde e do direito à vida, enquanto alicerces de um estado e de uma sociedade democrática. </li></ul><ul><li>Do mesmo modo, a ênfase na construção do diálogo e da participação contribuiu muito na arquitetura do evento, conferindo-lhe um arranjo centrado na diversificação de experiências profissionais e humanas, em diferentes saberes e vivências. Reafirmou-se, então, a máxima da qual compartilhamos: no campo da saúde “não se faz para ”, ao contrário, “deve-se fazer com ”. </li></ul><ul><li>Certamente foi este espírito de respeito ao outro que produziu um evento integrador, construído sobre consensos e sinergias, contemplando muito além dos interesses específicos dos trabalhadores. Avançamos rumo às diferentes dimensões com as quais a instituição se relaciona, resultando no fortalecimento do protagonismo dos trabalhadores da ANS e na qualificação de seu diálogo com a sociedade. </li></ul><ul><li>Maria José Miranda Igreja </li></ul><ul><li>Coordenação </li></ul><ul><li>Alexandre Spiguel Fernandes de Sant”Anna </li></ul><ul><li>Ana Suely Alves Ferreira </li></ul><ul><li>Aparecida Isabel Bressan </li></ul><ul><li>Heitor Franco Werneck </li></ul><ul><li>Isabel Oliveira Narino </li></ul><ul><li>Marcus Vinicius Seixas </li></ul><ul><li>Renata Nacif de Toledo Piza Marins </li></ul><ul><li>Sonia Maria Marinho de Souza </li></ul><ul><li>Teófilo Rodrigues </li></ul>Comissão Organizadora
  3. 4. &quot;Quando se confundem cidadão e consumidor, a educação, a moradia, a saúde, o lazer aparecem como conquistas pessoais e não como direitos sociais. Até mesmo a política passa a ser uma função do consumo. Essa segunda natureza vai tomando lugar sempre maior em cada indivíduo, o lugar do cidadão vai ficando menor, e até mesmo a vontade de se tornar cidadão por inteiro se reduz “. (Milton Santos) Painéis Representantes do governo, da sociedade civil, pesquisadores, estudiosos profissionais de saúde e sindicalistas participaram dos quatro painéis do Congresso, debatendo os temas relacionados às atividades e objetivos da ANS. Os modelos assistenciais presentes no Sistema Nacional de Saúde, particularmente aqueles praticados no segmento da saúde suplementar, foram descritos e analisados a partir dos pressupostos constitucionais que definem a saúde e a vida como direito cidadão. Conferiu-se, assim, papel suplementar ao segmento privado da saúde, devidamente subordinado à regulação e à fiscalização das atividades ofertadas. Ou seja, funções que demandam esforços de pactuação e diálogo permanentes por parte de todos os agentes envolvidos, sociedade, governo e os próprios entes regulados. Neste sentido, o debate sobre regulação e as relações entre as esferas pública e privada na saúde, ocupou dois painéis. Num deles foi dada ênfase à necessidade de participação, do controle social, na construção e aprimoramento do marco regulatório no Estado Brasileiro. No Painel seguinte, o debate ocorreu em torno da natureza e das especificidades da regulação brasileira no campo da saúde, suas contradições, desafios e perspectivas. Por último, foram apresentadas as questões relativas à gerência, qualificação e desenvolvimento dos trabalhadores da Agência, tanto da perspectiva institucional quanto da expectativa dos representantes sindicais. Constatou-se que a qualificação da ANS pressupõe um quadro funcional adequadamente remunerado e permanentemente treinado com inserção nos processos de trabalho.
  4. 5. GRUPOS TEMÁTICOS E ESTANDES <ul><li>Diversas atividades ocorreram de modo simultâneo em cinco estandes montados no Congresso. Com elas, buscamos integrar aos assuntos específicos da Agência, a complexidade de temas recorrentes na área da saúde como a intersetorialidade, a construção de redes de apoio e mutualidade. </li></ul><ul><li>Apostamos na construção de uma sociedade solidária, onde a compreensão acerca da promoção da saúde e da defesa da vida, integre uma ampla teia de debates e ações contemplando projetos nas áreas da educação, habitação, transportes, lazer, meio ambiente, segurança alimentar e nutricional e trabalho. </li></ul><ul><li>Por isso convocamos diversos colaboradores, como os voluntários do Instituto Nacional do Câncer, da Cruz Vermelha, o Projeto Cultural “Recordatório” e o Projeto “Humanização do Parto”, da Universidade Federal do Espírito Santo e da Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro. </li></ul><ul><li>Importante enfatizar que inauguramos um modelo de participação dos trabalhadores, através do qual, coletivamente, profissionais de distintas áreas de atuação se reuniram para analisarem processos de trabalho. </li></ul><ul><li>Estes trabalhadores debateram os principais temas pautados pela Instituição e pelos próprios servidores, distribuídos por cinco grupos nos quais estabeleceram diagnóstico, avaliações e sugestões. </li></ul>Atividades <ul><li>Grupos Temáticos </li></ul><ul><li>Interação com a Sociedade; </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>Condições de Trabalho; </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Modelos Assistenciais; </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Desenvolvimento e Qualificação de Recursos Humanos; </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Efetividade dos Processos de Trabalho da Agência Nacional de Saúde. </li></ul></ul></ul></ul>
  5. 6. <ul><li>Coordenador: </li></ul><ul><li>Teófilo Rodrigues </li></ul><ul><li>Relatora: </li></ul><ul><li>Jaqueline Alves Torres </li></ul>Interação com a Sociedade (1) <ul><li>Reestruturar o Disque ANS e promover ações de comunicação que possam dar visibilidade à ANS; </li></ul><ul><li>Consolidar pareceres e entendimentos das diretorias, publicizando-os; </li></ul><ul><li>Ampliar a relação interinstitucional com todos os segmentos que estabelecem interface com a ANS; </li></ul><ul><li>Implantar o Cartão Nacional de Saúde no Sistema de Saúde Suplementar, facilitando o processo de ressarcimento ao SUS e o CIH, viabilizando o conhecimento de fato das informações sobre a saúde suplementar; </li></ul><ul><li>Garantir a presença da ANS nos eventos de áreas relacionadas à regulação do setor de saúde suplementar; </li></ul><ul><li>Promover eventos integradores entre prestadores; </li></ul><ul><li>Garantir a participação da Ouvidoria em todos os eventos relacionados à ANS; </li></ul><ul><li>Estabelecer atualização permanente dos funcionários da ANS que interagem com o público externo; </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Coordenador: </li></ul><ul><li>Teófilo Rodrigues </li></ul><ul><li>Relatora: </li></ul><ul><li>Jaqueline Alves Torres </li></ul>Interação com a Sociedade (2) <ul><li>Tornar públicas as reuniões da Câmara de Saúde Suplementar, garantindo inclusive a participação como ouvintes, dos trabalhadores; </li></ul><ul><li>Melhora da estrutura, localização e ampliação das atividades dos NURAFs; </li></ul><ul><li>Afixar caixas de sugestões e reclamações nos Nurafs; </li></ul><ul><li>Desconstrução das “barreiras internas” que dificultam a comunicação intrainstitucional; </li></ul><ul><li>Elaboração de material para o público externo contendo informações sobre acessibilidade, direitos e deveres dos consumidores, etc; </li></ul><ul><li>Confecção do Manual do Usuário de Planos de Saúde, a ser distribuído pela operadora quando o beneficiário assinar o contrato; </li></ul><ul><li>Publicizar tramitação processual via internet, além das legislações de interesse do beneficiário. </li></ul><ul><li>Criação de fórum interno de debates; </li></ul><ul><li>Ampliar o “Espaço Aberto” para toda a ANS; </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Coordenador e relator: </li></ul><ul><li>Heitor Werneck </li></ul><ul><li>Participantes: </li></ul><ul><li>Aline Monte de Mesquita </li></ul><ul><li>Ana Paula Barbosa Gaspar Bezerra </li></ul><ul><li>Florinda dos Reis Leal </li></ul><ul><li>Júlio César Tinoco Alves </li></ul><ul><li>Roberto Luiz Pinel Dias </li></ul>Recursos Humanos – Condições de Trabalho <ul><li>Complementação por parte da ANS de direitos como: diárias e ressarcimento ao plano de saúde, com constituição de comissão para acompanhar o estudo e a proposição de valores; </li></ul><ul><li>Solicitação de treinamento e esclarecimentos quanto a riscos de acidentes de trabalho (brigada BB); </li></ul><ul><li>Contratação de empresa para remoção de urgências/emergências médicas; </li></ul><ul><li>Extensão dos serviços ofertados pela empresa de medicina do trabalho aos Nurafs; </li></ul><ul><li>Contratualização da creche do MS; </li></ul><ul><li>Composição de fórum para acompanhamento de questões relativas ao uso, preservação e determinação de critérios de utilização do patrimônio e de serviços da Agência. </li></ul>Tema orientador dos debates: “ O que o local de trabalho pode prover em termos de serviços, estrutura e ambiente?”
  8. 9. <ul><li>Divulgação na intrans do calendário anual de eventos; </li></ul><ul><li>Garantia de representação dos servidores de todos os NURAFs sem exclusão em virtude da graduação do servidor; </li></ul><ul><li>Definição de cargos e competências por áreas e por unidades de trabalho; </li></ul><ul><li>Resgate e fortalecimento das instâncias de estudo e pesquisa (Centro de Estudos da ANS); </li></ul><ul><li>Formulação e implementação da política de desenvolvimento e qualificação de recursos humanos; </li></ul><ul><li>Revisão do memo circular nº5 SEPLAF PRESI-ANS; </li></ul><ul><li>Informação em BS veiculado na Intrans sobre indicações de servidores quando forem desempenhar tarefas extras; </li></ul><ul><li>Desburocratização do fluxo de informações entre as diretorias; </li></ul><ul><li>Continuidade dos grupos de discussão pós-congresso; </li></ul><ul><li>Formação do banco de competências dos servidores; </li></ul><ul><li>Reformulação da avaliação individual para faixa de percentual, tal como a avaliação institucional. </li></ul><ul><li>Coordenadora: </li></ul><ul><li>Maria José Igreja </li></ul><ul><li>Relatoras: </li></ul><ul><li>Carla Godoy e Odaléia Ferreira </li></ul><ul><li>Participantes: </li></ul><ul><li>Agda Pelli </li></ul><ul><li>Clarisse Mendes </li></ul><ul><li>Daniele Pamplona </li></ul><ul><li>Dante Casanova </li></ul><ul><li>Graziela Soares </li></ul><ul><li>Isabel Narino </li></ul><ul><li>Julio Magalhães </li></ul><ul><li>Maria C.Soares </li></ul><ul><li>Paula Iorio </li></ul><ul><li>Vanessa Gomes </li></ul><ul><li>Vera Lúcia </li></ul>Recursos Humanos – Desenvolvimento e Qualificação
  9. 10. <ul><li>Capacitação dos NURAFs quanto ao TISS, Rede e normativos; </li></ul><ul><li>Micro-capacitação entre diretorias; </li></ul><ul><li>Ampliação do papel dos NURAFs, além da ação fiscalizatória reativa e revisão da missão institucional; </li></ul><ul><li>Informação para regulação priorizando a utilização de eventos sentinelas; </li></ul><ul><li>Fiscalização planejada deve ser elaborada em conjunto com o NURAF; </li></ul><ul><li>Dar a conhecer aos funcionários as metas e ações do planejamento da ANS, necessárias ao cumprimento do contrato de gestão (estabelecimento de metas por gerência/unidade); </li></ul><ul><li>Prestadores contratados para atendimento de urgência/emergência oferecendo todos os serviços e procedimentos para integralidade do atendimento ao beneficiário; </li></ul><ul><li>Revisão do conceito de reparação voluntária (RN 142), propondo seu cancelamento em alguns casos (negativa de cobertura em caso de descredenciamento da rede); </li></ul><ul><li>Coordenadora: </li></ul><ul><li>Aparecida Isabel Bressan </li></ul><ul><li>Relator: </li></ul><ul><li>André Luiz Pereira Duarte </li></ul><ul><li>Participantes: </li></ul><ul><li>Alessandra Silva Moura </li></ul><ul><li>Helena Saad </li></ul><ul><li>Maria da Conceição Alves Gomes </li></ul><ul><li>Mirian Carvalho Lopes </li></ul><ul><li>Ronaldo de Melo </li></ul><ul><li>Rosângela Ferreira de Biase </li></ul><ul><li>Alba Vitória de Monclair </li></ul>Efetividade dos Processos de Trabalho na ANS (1)
  10. 11. <ul><li>Melhorar a gestão da informação através da incorporação de servidores e trabalhadores na área de informática capacitados a interpretarem os processos de trabalhos da ANS; </li></ul><ul><li>Iniciativas que visem a integração dos vários sistemas de informação existentes; </li></ul><ul><li>Formação de multiplicadores regionais objetivando a implantação de melhorias no sistema fiscalizatório; </li></ul><ul><li>Criação de banco de dados contendo entendimentos, conclusões, decisões pareceres e demais normativos, possibilitando pesquisas dos fiscais; </li></ul><ul><li>Aumentar a velocidade do link, para melhoria do acesso às informações por parte dos NURAFs; </li></ul><ul><li>Criação de comissão ou GT composta por servidores de todas as diretorias objetivando a analise dos processos críticos (definir objetivos, planejar ações corretivas e acompanhar resultados alcançados); </li></ul><ul><li>Criação de comissão permanente de licitações; </li></ul><ul><li>Avaliação 360º, análise do perfil do cargo x competência dos servidores; </li></ul><ul><li>Coordenadora: </li></ul><ul><li>Aparecida Isabel Bressan </li></ul><ul><li>Relator: </li></ul><ul><li>André Luiz Pereira Duarte </li></ul><ul><li>Participantes: </li></ul><ul><li>Alessandra Silva Moura </li></ul><ul><li>Helena Saad </li></ul><ul><li>Maria da Conceição Alves Gomes </li></ul><ul><li>Mirian Carvalho Lopes </li></ul><ul><li>Ronaldo de Melo </li></ul><ul><li>Rosângela Ferreira de Biase </li></ul><ul><li>Alba Vitória de Monclair </li></ul>Efetividade dos Processos de Trabalho na ANS (2)
  11. 12. <ul><li>Estabelecer percentual de gerentes que sejam servidores; </li></ul><ul><li>Gerentes devem cumprir metas e serem avaliados; </li></ul><ul><li>Investimentos da ANS na formação de técnicos para gestão; </li></ul><ul><li>Fortalecimento e reestruturação da comunicação social dentro da Agência; </li></ul><ul><li>Formulação de política de comunicação social da Agência (intra e extra institucional); </li></ul><ul><li>Subordinação e coerência dos processos de trabalho à missão institucional e a função de cada profissional. </li></ul><ul><li>Revisão da Lei 9656/98 e dos processos administrativos, adequando-os e atualizando-os ao mercado; </li></ul><ul><li>Divulgar e promover a utilização do sistema “APA” para gerenciamento dos processos administrativos; </li></ul><ul><li>Publicizar a construção dos normativos atendendo também a consensos entre diretorias; </li></ul><ul><li>Coordenadora: </li></ul><ul><li>Aparecida Isabel Bressan </li></ul><ul><li>Relator: </li></ul><ul><li>André Luiz Pereira Duarte </li></ul><ul><li>Participantes: </li></ul><ul><li>Alessandra Silva Moura </li></ul><ul><li>Helena Saad </li></ul><ul><li>Maria da Conceição Alves Gomes </li></ul><ul><li>Mirian Carvalho Lopes </li></ul><ul><li>Ronaldo de Melo </li></ul><ul><li>Rosângela Ferreira de Biase </li></ul><ul><li>Alba Vitória de Monclair </li></ul>Efetividade dos Processos de Trabalho na ANS (3)
  12. 13. <ul><li>Estímulo por meio de incentivos financeiros para as operadoras investirem na mudança de modelos; </li></ul><ul><li>Mudança dos parâmetros para pontuação no Programa de Qualificação, incorporando parâmetros que considerem a implementação de programas de promoção da saúde e prevenção de doenças; </li></ul><ul><li>Tornar a ANS um catalisador da mudança na forma de remuneração dos prestdores de serviços, passando do pagamento por procedimentos para a remuneração pelo cuidado assistencial; </li></ul><ul><li>Realizar visitas técnicas com equipes conjuntas da DIPRO-DIFIS, aferindo se as operadoras estão cumprindo efetivamente os programas de prevenção propostos; </li></ul><ul><li>Aplicar os parâmetros baseados no modelo de atenção integral na avaliação da rede assistencial, tanto no momento do registro, quanto no do redimensionamento da rede credenciada, em um trabalho conjunto da GGTAPO-GGOP; </li></ul><ul><li>Coordenadora: </li></ul><ul><li>Ana Paula Silva Cavalcante </li></ul><ul><li>Relatoras: </li></ul><ul><li>Sônia Marinho </li></ul><ul><li>Ana Paula Silva Cavalcante </li></ul><ul><li>Participantes: </li></ul><ul><li>Maria Inês Pereira dos Santos </li></ul><ul><li>Jose Estevam Freitas </li></ul><ul><li>Thiago Erico Werneck </li></ul><ul><li>Luiz Gustavo Meira Gomes </li></ul><ul><li>Carina Alves Ferreira </li></ul><ul><li>Fernando Seixas Alves </li></ul><ul><li>Leila Rodrigues de Carvalho </li></ul><ul><li>Mario Cardoso Blois </li></ul>Modelos Assistenciais (1)
  13. 14. <ul><li>Maior integração entre as áreas, tanto interdiretorias, quanto entre as gerências de uma mesma diretoria; </li></ul><ul><li>As decisões e projetos das diversas gerências devem circular entre todos os trabalhadores da ANS; </li></ul><ul><li>As gerências de uma mesma diretoria devem contar com um espaço de maior interlocução, principalmente entre os técnicos, para que as informações circulem e o trabalho se torne mais sinérgico; </li></ul><ul><li>Os sistemas de informações da ANS devem ser partilhados por todas as gerências, de todas as diretorias, inclusive pelos NURAFs. Os sistemas devem estar integrados, proporcionando maior transparência e possibilitando uma participação mais coletiva; </li></ul><ul><li>A ANS deve se aproximar dos gestores do SUS, podendo ser a facilitadora de convênios público-privados entre gestores municipais do SUS e as operadoras de planos de saúde. </li></ul>Modelos Assistenciais (2) <ul><li>Coordenadora: </li></ul><ul><li>Ana Paula Silva Cavalcante </li></ul><ul><li>Relatoras: </li></ul><ul><li>Sônia Marinho </li></ul><ul><li>Ana Paula Silva Cavalcante </li></ul><ul><li>Participantes: </li></ul><ul><li>Maria Inês Pereira dos Santos </li></ul><ul><li>Jose Estevam Freitas </li></ul><ul><li>Thiago Erico Werneck </li></ul><ul><li>Luiz Gustavo Meira Gomes </li></ul><ul><li>Carina Alves Ferreira </li></ul><ul><li>Fernando Seixas Alves </li></ul><ul><li>Leila Rodrigues de Carvalho </li></ul><ul><li>Mario Cardoso Blois </li></ul>
  14. 15. O Sentido do Outro <ul><li>Coordenadora: </li></ul><ul><li>Ana Suely Ferreira </li></ul><ul><li>Grupos envolvidos: </li></ul><ul><li>Recordatório </li></ul><ul><li>Ação da Cidadania </li></ul><ul><li>Inca </li></ul><ul><li>Cruz Vermelha </li></ul><ul><li>IKEBANA Sangktsu </li></ul><ul><li>( Fundação Mokiti Okada) </li></ul>O Projeto “O Sentido do Outro”, realizado durante o I CONTANS, foi realizado pela ASSETANS com o apoio do Recordatório – Cultura, Educação e Artes. O objetivo foi desenvolver uma rede cuidante, composta por comerciantes, empresários, instituições e comunidade que tem no bairro da Lapa seu território comum. A criação da rede contribuirá para a melhoria da qualidade de vida de todos os sujeitos envolvidos através de ações diversas de responsabilidade social, tendo como base, o cuidado mútuo. CUIDAR significa olhar e ver, reconhecer, respeitar, sentir, agregar e multiplicar processos criativos.

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