HISTÓRICO DO TE  <ul><li>O Trabalho Educativo surge em 1996;  </li></ul><ul><li>Foi o resultado de proposições conjuntas d...
HISTÓRICO DO TE <ul><li>Em 1993, a LOAS aponta como serviços assistenciais ações voltadas para as necessidades básicas; </...
Objetivo Geral <ul><li>Desenvolver ações sócio-educativas voltadas ao adolescente, na faixa etária dos 14 aos 18 anos, em ...
Objetivos Específicos <ul><li>Contribuir com o desenvolvimento integral do Adolescente; </li></ul><ul><li>Favorecer o fort...
Objetivos Específicos <ul><li>Fazer prevalecer as atividades pedagógicas sobre as de aspectos produtivos; </li></ul><ul><l...
Público Alvo <ul><li>O ingresso dos adolescentes segue os </li></ul><ul><li>critérios  sociais de inclusão tais como: </li...
Público Alvo <ul><li>Adolescentes encaminhados pelo Conselho Tutelar, Ministério Público, Juizado da Infância, Programa Fa...
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Metodologia <ul><li>Sintonia e acompanhamento constante; </li></ul><ul><li>Oficina pedagógica variadas; </li></ul><ul><li>...
Educador Social   <ul><li>Entender-se como integrante do processo, com função articuladora e mediadora, a fim de contribui...
Papel do Educador Social <ul><li>Interrogar-se sobre o modo como partilha o poder e a democracia no grupo, compreendendo o...
Módulo BÁSICOS   <ul><li>Dimensão cultural;  </li></ul><ul><li>Valores de cidadania; </li></ul><ul><li>Auto-estima; </li><...
Modulo Específico <ul><li>Trabalhar aspectos específicos do conhecimento estudado; </li></ul><ul><li>Conhecimentos básicos...
Acompanhamento Direto e Indireto <ul><li>Acompanhamento escolar;  </li></ul><ul><li>Acompanhamento familiar;  </li></ul><u...
ETAPAS METODOLÓGICAS   <ul><li>Ingresso;   </li></ul><ul><li>Acolhimento;   </li></ul><ul><li>Conhecimento da situação ind...
PARTICIPAÇÃO E CONSTRUÇÃO COLETIVA <ul><li>Regras de funcionamento e convivência.   </li></ul>
DESLIGAMENTO <ul><li>O desligamento acontecerá a partir da avaliação de superação da vulnerabilidade que motivou o ingress...
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TE AICAS <ul><li>É um projeto da Fasc e tem convênio com a Aicas; </li></ul><ul><li>Iniciou-se em 2003 Corte e Costura </l...
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Desafios <ul><li>Necessidade de criar instrumentos/registro de trabalho (em fase de implementação) </li></ul><ul><li>Conju...
DESAFIOS <ul><li>Criar uma proposta para que  todos  os adolescentes  permaneçam no Trabalho Educativo até o fim; </li></u...
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  1. 1. HISTÓRICO DO TE <ul><li>O Trabalho Educativo surge em 1996; </li></ul><ul><li>Foi o resultado de proposições conjuntas de ONGs, FORTE e Sociedade Civil Organizada; </li></ul><ul><li>O Projeto do Trabalho Educativo no formato hoje realizado surge em Porto Alegre em 1999/2000; 2004. </li></ul>
  2. 2. HISTÓRICO DO TE <ul><li>Em 1993, a LOAS aponta como serviços assistenciais ações voltadas para as necessidades básicas; </li></ul><ul><li>Para a implantação do SUAS, a FASC, passa a mobilizar esforços no sentido de discutir e redimensionar sua atuação em conjunto com a sociedade civil. </li></ul>
  3. 3. Objetivo Geral <ul><li>Desenvolver ações sócio-educativas voltadas ao adolescente, na faixa etária dos 14 aos 18 anos, em situação de vulnerabilidade pessoal e social, com vistas a sua proteção integral e exercício de cidadania, onde o jovem se constitua em protagonista, capaz de transformar sua realidade construir seu projeto de vida. </li></ul>
  4. 4. Objetivos Específicos <ul><li>Contribuir com o desenvolvimento integral do Adolescente; </li></ul><ul><li>Favorecer o fortalecimento de vínculos familiares, interpessoais e sociais; </li></ul><ul><li>Incentivar o adolescente a sua permanência, ingresso, regresso na escola; </li></ul><ul><li>Constituir com os jovens alternativas de participação democrática, política e autônoma; </li></ul><ul><li>Oportunizar ao adolescente espaços lúdicos de criação, participação e protagonismo; </li></ul><ul><li>Proporcionar aos adolescentes a participação em oficinas pedagógicas de aprendizagem; </li></ul>
  5. 5. Objetivos Específicos <ul><li>Fazer prevalecer as atividades pedagógicas sobre as de aspectos produtivos; </li></ul><ul><li>Desenvolver ações pedagógicas estruturados em conhecimento: básico, específico e de gestão; </li></ul><ul><li>Subsidiar o adolescente com conhecimentos que contribuam para a construção de uma crítica qualitativa sobre sua vida, cultura e realidade; </li></ul><ul><li>Constituir um espaço educativo em que as ações nele desenvolvidas conduzam o adolescentes a sua emancipação e ao exercício da sua auto- estima; </li></ul><ul><li>Constituir espaço educativo voltado a preparação do adolescente para que este se aproxime do mundo do trabalho. </li></ul>
  6. 6. Público Alvo <ul><li>O ingresso dos adolescentes segue os </li></ul><ul><li>critérios sociais de inclusão tais como: </li></ul><ul><li>Adolescentes provenientes de famílias cuja a renda percapta seja de até ½ salário mínimo; </li></ul><ul><li>Adolescentes em situação de ameaça ou violação de direitos; </li></ul><ul><li>região de Abrangência do Centro Regional; </li></ul>
  7. 7. Público Alvo <ul><li>Adolescentes encaminhados pelo Conselho Tutelar, Ministério Público, Juizado da Infância, Programa Família, Educação Social de Rua , PEMSE, ABRIGOS, Escola e Comunidade; </li></ul><ul><li>Adolescentes na faixa etária compreendida entre 14 e 18 anos; </li></ul><ul><li>Adolescentes que pertencem a região de Abrangência do Centro Regional. </li></ul>
  8. 8. METODOLOGIA <ul><li>Oficinas diferenciada a escola; </li></ul><ul><li>Oficinas pedagógicas que caracterizam-se pela construção de conhecimento e conceitos e através destes, ações de desconstrução e re-construção dos mesmos de maneira lúdica, criativa, crítica, dialogada, com trocas de saberes, e interessante aos sujeitos envolvidos no processo de exercício da aprendizagem; </li></ul>
  9. 9. Metodologia <ul><li>Sintonia e acompanhamento constante; </li></ul><ul><li>Oficina pedagógica variadas; </li></ul><ul><li>Reuniões mensais; </li></ul><ul><li>Planejamento antecipado das atividades e em conjunto com os educandos. </li></ul>
  10. 10. Educador Social <ul><li>Entender-se como integrante do processo, com função articuladora e mediadora, a fim de contribuir com o(a) adolescente na construção da autonomia e protagonismo; </li></ul><ul><li>Organizar os espaços e tempos de acordo com as exigências do trabalho a ser executado; </li></ul><ul><li>Estar disponível e atento aos caminhos do grupo, escutando o que os(as) adolescentes sabem e necessitam expressar; </li></ul>
  11. 11. Papel do Educador Social <ul><li>Interrogar-se sobre o modo como partilha o poder e a democracia no grupo, compreendendo os(as) adolescentes como sujeitos competentes e capazes; </li></ul><ul><li>Participar de espaços educativos de formação continuada na perspectiva de sua evolução profissional, ampliando sua capacidade de estabelecer relações saudáveis, promotoras de desenvolvimento e emancipação, superando a mera execução de tarefas na construção de uma práxis; </li></ul><ul><li>Realizar estudos e pesquisas na área de apoio sócio-educativo, em articulação com a rede, produzindo conhecimento e elaborando propostas alternativas de atendimento à adolescência. </li></ul>
  12. 12. Módulo BÁSICOS <ul><li>Dimensão cultural; </li></ul><ul><li>Valores de cidadania; </li></ul><ul><li>Auto-estima; </li></ul><ul><li>Estima do grupo; </li></ul><ul><li>Construção de seu projeto de vida; </li></ul><ul><li>Oficinas culturais; </li></ul><ul><li>Oficinas pedagógicas; </li></ul><ul><li>Oficinas esportivas e desportivas. </li></ul>
  13. 13. Modulo Específico <ul><li>Trabalhar aspectos específicos do conhecimento estudado; </li></ul><ul><li>Conhecimentos básicos e de gestão; </li></ul><ul><li>Espaço que busca o interesse do sujeito; </li></ul><ul><li>Escolha e compra de tecidos e lãs, customização. </li></ul><ul><li>Informática???? </li></ul>
  14. 14. Acompanhamento Direto e Indireto <ul><li>Acompanhamento escolar; </li></ul><ul><li>Acompanhamento familiar; </li></ul><ul><li>Reunião com famílias; </li></ul><ul><li>Visitas Domiciliares; </li></ul><ul><li>Atendimentos individuais e familiares. </li></ul>
  15. 15. ETAPAS METODOLÓGICAS <ul><li>Ingresso; </li></ul><ul><li>Acolhimento; </li></ul><ul><li>Conhecimento da situação individual e familiar; </li></ul><ul><li>Acompanhamento ; </li></ul><ul><li>Vínculo. </li></ul>
  16. 16. PARTICIPAÇÃO E CONSTRUÇÃO COLETIVA <ul><li>Regras de funcionamento e convivência. </li></ul>
  17. 17. DESLIGAMENTO <ul><li>O desligamento acontecerá a partir da avaliação de superação da vulnerabilidade que motivou o ingresso; </li></ul><ul><li>Em caso de evasão do(a) adolescente, deverá haver contato com família, Conselho Tutelar, Escola, Ministério Público afim de avaliar a situação, a alternativa de permanência ou de desligamento com encaminhamento a outros serviços; </li></ul><ul><li>Quando o adolescente completar 18 anos. </li></ul>
  18. 18. ROTINAS E CRONOGRAMA DE AÇÃO <ul><li>5 dias da semana; </li></ul><ul><li>3(três) turnos semanais; </li></ul><ul><li>40% conhecimentos básicos, 40% conhecimento específicos e 20% conhecimento de gestão; </li></ul><ul><li>Nos outros 2(dois) dias deverão ser oferecidas atividades lúdicas, esportivas e culturas; </li></ul><ul><li>As atividades diárias envolvem alimentação </li></ul><ul><li>certificado de participação. </li></ul>
  19. 19. AVALIAÇÃO <ul><li>Reflexão transformadora em ação; </li></ul><ul><li>Reflexão permanente do educador; </li></ul><ul><li>É uma tarefa coletiva e não somente uma obrigação formal e burocrática; </li></ul><ul><li>Deve atender às necessidades e interesses dos diversos segmentos envolvidos na atividade avaliada. </li></ul>
  20. 20. TE AICAS <ul><li>É um projeto da Fasc e tem convênio com a Aicas; </li></ul><ul><li>Iniciou-se em 2003 Corte e Costura </li></ul><ul><li>2005 Malharia e Informática; </li></ul><ul><li>Equipe 2003 = Marcia, Carmem e Arilceia ; </li></ul><ul><li>Equipe 2004 Marcia, Lia e Arilceia; </li></ul><ul><li>Equipe 2005 = Arilceia (até junho), Adriana, Lia, Roberto, Fernanda; </li></ul><ul><li>Equipe 2006= Adriana, Lia, Roberto, Fernanda , Sergio, Daniela , Daniela D’elia; </li></ul><ul><li>Equipe 2007= Adriana, Lia, Fernanda , Daniela , Luciano e Alexandre; </li></ul><ul><li>Equipe 2008= Adriana, Lia, Daniela , Luciano, Fernanda e Roseni; </li></ul><ul><li>Equipe 2009= Adriana, Lia, Daniela , Fernanda (até maio) Roseni , Vinicius e Mírian; </li></ul><ul><li>Equipe 2010= Adriana, Lia, Roseni, Vinicius, Estácio e Camila. </li></ul>
  21. 21. PRESENÇA DA AICAS <ul><li>Capacitação mensal; </li></ul><ul><li>Reunião regional mensal;(2ª quinta feira do mês); </li></ul><ul><li>Mostra municipal (uma vez ao ano); </li></ul><ul><li>Mostra regional (uma vez ao ano); </li></ul><ul><li>Pastoral da criança (2006,2007,2008); </li></ul><ul><li>Fórum do TE- FORTE (4ª quinta feira do mês). </li></ul>
  22. 22. Desafios <ul><li>Necessidade de criar instrumentos/registro de trabalho (em fase de implementação) </li></ul><ul><li>Conjugar interesses do Forte e da Fasc: dimensão pedagógica e dimensão profissional do TE (capacitar os adolescentes para o mercado de trabalho); </li></ul><ul><li>Carga horária (encontros/comunicação/planejamento); </li></ul><ul><li>Conhecimento aprofundado do território (visitas domiciliares); </li></ul><ul><li>Poucas horas para educadores do Trabalho Educativo, tendo, por isso, rotatividade e, a maioria desses, necessitam ter dois empregos; </li></ul><ul><li>Trabalho educativo para o turno da manhã; </li></ul>
  23. 23. DESAFIOS <ul><li>Criar uma proposta para que todos os adolescentes permaneçam no Trabalho Educativo até o fim; </li></ul><ul><li>Realização das inscrições dos adolescentes em dezembro; </li></ul><ul><li>Comprar uma pia para o Trabalho Educativo no Núcleo da Mariano de Mattos. </li></ul>

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