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Profa. Dra. Marlene Catarina de Oliveira Lopes MeloProfa. Dra. Marlene Catarina de Oliveira Lopes Melo
Diretora Geral da Faculdade Novos HorizontesDiretora Geral da Faculdade Novos Horizontes
Mestrado em Administração da Faculdade Novos HorizontesMestrado em Administração da Faculdade Novos Horizontes
Coordenadora do NURTEGCoordenadora do NURTEG
COMO CONSTRUIR UM PROJETO
PEDAGÓGICO QUE ALINHE AS
PRÁTICAS ÀS TENDÊNCIAS
I - Objetivos gerais do curso, contextualizados em
relação às suas inserções institucional, política,
geográfica e social;
II - Condições objetivas de oferta e a vocação do curso;
III - Cargas horárias das atividades didáticas e da
integralização do curso;
IV - Formas de realização da interdisciplinaridade;
V - Modos de integração entre teoria e prática;
VI - formas de avaliação do ensino e da aprendizagem;
DIRETRIZES CURRICULARES
VII - Modos de integração entre graduação e pós-graduação,
quando houver;
VIII - Incentivo à pesquisa, como necessário prolongamento
da atividade de ensino e como instrumento para a iniciação
científica;
IX - Concepção e composição das atividades de estágio
curricular supervisionado, suas diferentes formas e
condições de realização, observado o respectivo
regulamento;
X - Concepção e composição das atividades complementares;
XI - Inclusão opcional de trabalho de curso sob as
modalidades monografia, projeto de iniciação científica ou
projetos de atividades, centrados em área teórico-prática ou
de formação profissional, na forma como estabelecer o
regulamento próprio.
FORMAÇÃO ACADÊMICA
 Interdisciplinaridade
 Formação Continuada
Pontos importantes:
UNESCO
Pilares da Educação ao longo da vida
Fonte: (DELORS, 1996)
Conferencia Mundial sobre la Educación Superior
(Sede de la UNESCO, París, 5-8 de julio de 2009)
Instituições de ensino superior, através de suas funções principais
(pesquisa, ensino e serviços comunitários) estabelecidas no
contexto de autonomia institucional e liberdade acadêmica,
devem aumentar o foco INTERDISCIPLINAR e promover o
pensamento crítico e a cidadania ativa. Isso contribuiria para o
desenvolvimento sustentável, a paz, o bem estar e a realização
dos direitos humanos, incluindo a igualdade entre os sexos.
INTERDISCIPLINARIDADE
O espírito interdisciplinar da
Interdisciplinaridade
“A interdisciplinaridade impõe-se como um tema da
época [...] Todos invocam em seu favor e ninguém
se arriscaria a se pronunciar contra ela”.
(GUSDORF, 1995, p. 7)
Intercâmbio mútuo e integração recíproca entre várias ciências.
Esta cooperação tem como resultado um enriquecimento
recíproco (PIAGET, 1972).
Cooperação de várias disciplinas científicas no exame de um
mesmo e único objeto (MARION, 1978).
 Integração interna e conceitual que rompe a estrutura de cada
disciplina para construir uma axiomática nova e comum a todas
elas com o fim de dar uma visão unitária de um setor do saber
(PALMADE, 1979).
Transferência de problemática, conceitos e métodos de uma
disciplina para outra (THOM, 1990).
Interdisciplinaridade é a intensa troca entre os especialistas e
pela integração das disciplinas em um mesmo projeto de
pesquisa. Logo a interdisciplinaridade pode ser compreendida
como sendo um ato de troca de reciprocidade entre as áreas do
conhecimento (FAZENDA, 1998).
Interdisciplinaridade
Merece menção um primeiro conceito de interdisciplinaridade,
elaborado em 1985 para um colóquio internacional organizado
pela UNESCO, com o tema “La interdisciplinaried em la
enseñanza general”, segundo o qual,
[...] dado que el concepto de interdisciplinaried se sitúa
em el plano epistemológico, puede considerarse que se
refiere a la cooperación de las disciplinas diversas, que
contribuyen a uma realización comúm y que, mediante su
asociación, contribuyen a hacer surgir y progresar nuevos
conocimentos (UNESCO, 1986, p. 5)
A interdisciplinaridade se dá na construção coletiva exigindo,
principalmente, paciência e tempo para o florescimento da
consciência interdisciplinar.
A interdisciplinaridade não é qualquer coisa que nós tenhamos
que fazer. É qualquer coisa que se está a fazer quer nós queiramos
ou não.
A IES não é apenas uma escola, mas sendo escola, ela tem que
preparar para a interdisciplinaridade. Ela tem que perceber as
transformações epistemológicas em curso e, de alguma maneira,
ir ao seu encontro (POMBO, 2005).
 Sem interesse real por aquilo que o outro tem para dizer não se
faz interdisciplinaridade. Só há interdisciplinaridade se somos
capazes de partilhar o nosso pequeno domínio do saber, se temos
a coragem necessária para abandonar o conforto da nossa
linguagem técnica para nos aventurarmos num domínio que é de
todos e de que ninguém é proprietário exclusivo (POMBO, 2005).
 Flexibilização curricular
 Atualização de conteúdos
 O aprender a aprender
 A inter e a intradisciplinaridade
 A integração da teoria e da prática
 As atividades de extensão
ARTICULANDO OS PRINCÍPIOS PEDAGÓGICOS
INSTITUCIONAIS E O PROJETO PEDAGÓGICO
PRINCÍPIOS
AÇÃO
 As competências
 Programa de Avaliação Institucional
 Flexibilização curricular
baseia-se no entendimento de que o processo de aprendizagem
extrapola as atividades centradas basicamente em disciplinas
pré-definidas e de que o aluno deve ter um certo grau de
liberdade para definir seu curso.
 Relativas ao conteúdo
 Relativas à integralização de créditos
PRINCÍPIOS
 Atualização de conteúdos
* Prioridade de conteúdos que privilegiem a ciência em geral, a formação
específica de cada curso, a ética, a cidadania e a solidariedade;
* Legislação Federal em vigor para as Instituições de Ensino Superior;
* Legislações específicas expedidas pelo Conselho Nacional de Educação,
MEC, Órgãos de Classe e outras instituições que tratem de assuntos
específicos de cada curso superior;
* Contexto macro-econômico, político, social e tecnológico, tendo em vista
que tais contextos influenciarão diretamente a formação profissional
exigindo conteúdos mais adaptados à realidade;
* Disciplinas Optativas nos cursos para atualização de conteúdos e
flexibilizar a formação dos alunos conforme sua área de interesse.
 O aprender a aprender
A partir dos “feedbacks” constantes dados pelo processo
avaliativo, o aluno é estimulado a “aprender a aprender”,
ou seja, a fazer uma ligação entre os conteúdos
ministrados, os trabalhos interdisciplinares desenvolvidos e
outras atividades, ressaltando o aspecto crítico e reflexivo
do discente, além do suporte para a formação continuada.
A inter e a intradisciplinaridade
1° Semestre – O Contexto do Trabalho na Literatura
2° Semestre – Gerente/Gerência
3° Semestre – Responsabilidade Social Empresarial
4° Semestre – Empreendedorismo
5° Semestre – Projeto de Empresa
6° Semestre – Mudanças e Inovações Organizacionais
 Projeto Interdisciplinar
A PRÁTICA
A integração da teoria e da prática
a) Estágio Supervisionado Curricular
b) Trabalho de Curso
c) Estágio Extracurricular
d) Visita Técnica
e) Métodos didáticos pedagógicos
f) Projeto Interdisciplinar
A integração da teoria e da prática ocorre pelo:
As atividades de extensão
As atividades de extensão tem por objetivo fundamental a
integração entre escola, comunidade e demais grupos sociais.
Por meio de congressos, seminários e debates, valoriza-se a
extensão e acolhe propostas multidisciplinares, temas de
vanguarda e atividades de promoção cultural nas diversas áreas.
Coerente com esse princípio, são estimulados e desenvolvidos
os programas na área Social.
As competências
1. Competência cognitiva/conhecimento
2. Competência funcional
3. Competência comportamental ou pessoal
4. Competência ética
As competências que orientam a formação do aluno são:
A AÇÃO
 Programa de Avaliação Institucional
* Avaliação dos cursos;
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* Avaliação pelos egressos;
* Avaliação feita pelo pessoal técnico-administrativo;
* Avaliação feita pelo pessoal docente;
* Avaliação das atividades de pesquisa;
* Avaliação das atividades de extensão;
* Avaliação do planejamento e gestão da Faculdade;
* Fóruns de debates, simpósios e/ou seminários.
Programa de Avaliação Institucional – PAI é executado em
diversas etapas e integrado pelos seguintes componentes:
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Construindo um projeto pedagógico interdisciplinar

  • 1. Profa. Dra. Marlene Catarina de Oliveira Lopes MeloProfa. Dra. Marlene Catarina de Oliveira Lopes Melo Diretora Geral da Faculdade Novos HorizontesDiretora Geral da Faculdade Novos Horizontes Mestrado em Administração da Faculdade Novos HorizontesMestrado em Administração da Faculdade Novos Horizontes Coordenadora do NURTEGCoordenadora do NURTEG COMO CONSTRUIR UM PROJETO PEDAGÓGICO QUE ALINHE AS PRÁTICAS ÀS TENDÊNCIAS
  • 2. I - Objetivos gerais do curso, contextualizados em relação às suas inserções institucional, política, geográfica e social; II - Condições objetivas de oferta e a vocação do curso; III - Cargas horárias das atividades didáticas e da integralização do curso; IV - Formas de realização da interdisciplinaridade; V - Modos de integração entre teoria e prática; VI - formas de avaliação do ensino e da aprendizagem; DIRETRIZES CURRICULARES
  • 3. VII - Modos de integração entre graduação e pós-graduação, quando houver; VIII - Incentivo à pesquisa, como necessário prolongamento da atividade de ensino e como instrumento para a iniciação científica; IX - Concepção e composição das atividades de estágio curricular supervisionado, suas diferentes formas e condições de realização, observado o respectivo regulamento; X - Concepção e composição das atividades complementares; XI - Inclusão opcional de trabalho de curso sob as modalidades monografia, projeto de iniciação científica ou projetos de atividades, centrados em área teórico-prática ou de formação profissional, na forma como estabelecer o regulamento próprio.
  • 4. FORMAÇÃO ACADÊMICA  Interdisciplinaridade  Formação Continuada Pontos importantes:
  • 5. UNESCO Pilares da Educação ao longo da vida Fonte: (DELORS, 1996)
  • 6. Conferencia Mundial sobre la Educación Superior (Sede de la UNESCO, París, 5-8 de julio de 2009) Instituições de ensino superior, através de suas funções principais (pesquisa, ensino e serviços comunitários) estabelecidas no contexto de autonomia institucional e liberdade acadêmica, devem aumentar o foco INTERDISCIPLINAR e promover o pensamento crítico e a cidadania ativa. Isso contribuiria para o desenvolvimento sustentável, a paz, o bem estar e a realização dos direitos humanos, incluindo a igualdade entre os sexos.
  • 8. O espírito interdisciplinar da Interdisciplinaridade “A interdisciplinaridade impõe-se como um tema da época [...] Todos invocam em seu favor e ninguém se arriscaria a se pronunciar contra ela”. (GUSDORF, 1995, p. 7)
  • 9. Intercâmbio mútuo e integração recíproca entre várias ciências. Esta cooperação tem como resultado um enriquecimento recíproco (PIAGET, 1972). Cooperação de várias disciplinas científicas no exame de um mesmo e único objeto (MARION, 1978).  Integração interna e conceitual que rompe a estrutura de cada disciplina para construir uma axiomática nova e comum a todas elas com o fim de dar uma visão unitária de um setor do saber (PALMADE, 1979). Transferência de problemática, conceitos e métodos de uma disciplina para outra (THOM, 1990). Interdisciplinaridade é a intensa troca entre os especialistas e pela integração das disciplinas em um mesmo projeto de pesquisa. Logo a interdisciplinaridade pode ser compreendida como sendo um ato de troca de reciprocidade entre as áreas do conhecimento (FAZENDA, 1998).
  • 10. Interdisciplinaridade Merece menção um primeiro conceito de interdisciplinaridade, elaborado em 1985 para um colóquio internacional organizado pela UNESCO, com o tema “La interdisciplinaried em la enseñanza general”, segundo o qual, [...] dado que el concepto de interdisciplinaried se sitúa em el plano epistemológico, puede considerarse que se refiere a la cooperación de las disciplinas diversas, que contribuyen a uma realización comúm y que, mediante su asociación, contribuyen a hacer surgir y progresar nuevos conocimentos (UNESCO, 1986, p. 5)
  • 11. A interdisciplinaridade se dá na construção coletiva exigindo, principalmente, paciência e tempo para o florescimento da consciência interdisciplinar. A interdisciplinaridade não é qualquer coisa que nós tenhamos que fazer. É qualquer coisa que se está a fazer quer nós queiramos ou não. A IES não é apenas uma escola, mas sendo escola, ela tem que preparar para a interdisciplinaridade. Ela tem que perceber as transformações epistemológicas em curso e, de alguma maneira, ir ao seu encontro (POMBO, 2005).  Sem interesse real por aquilo que o outro tem para dizer não se faz interdisciplinaridade. Só há interdisciplinaridade se somos capazes de partilhar o nosso pequeno domínio do saber, se temos a coragem necessária para abandonar o conforto da nossa linguagem técnica para nos aventurarmos num domínio que é de todos e de que ninguém é proprietário exclusivo (POMBO, 2005).
  • 12.  Flexibilização curricular  Atualização de conteúdos  O aprender a aprender  A inter e a intradisciplinaridade  A integração da teoria e da prática  As atividades de extensão ARTICULANDO OS PRINCÍPIOS PEDAGÓGICOS INSTITUCIONAIS E O PROJETO PEDAGÓGICO PRINCÍPIOS AÇÃO  As competências  Programa de Avaliação Institucional
  • 13.  Flexibilização curricular baseia-se no entendimento de que o processo de aprendizagem extrapola as atividades centradas basicamente em disciplinas pré-definidas e de que o aluno deve ter um certo grau de liberdade para definir seu curso.  Relativas ao conteúdo  Relativas à integralização de créditos PRINCÍPIOS
  • 14.  Atualização de conteúdos * Prioridade de conteúdos que privilegiem a ciência em geral, a formação específica de cada curso, a ética, a cidadania e a solidariedade; * Legislação Federal em vigor para as Instituições de Ensino Superior; * Legislações específicas expedidas pelo Conselho Nacional de Educação, MEC, Órgãos de Classe e outras instituições que tratem de assuntos específicos de cada curso superior; * Contexto macro-econômico, político, social e tecnológico, tendo em vista que tais contextos influenciarão diretamente a formação profissional exigindo conteúdos mais adaptados à realidade; * Disciplinas Optativas nos cursos para atualização de conteúdos e flexibilizar a formação dos alunos conforme sua área de interesse.
  • 15.  O aprender a aprender A partir dos “feedbacks” constantes dados pelo processo avaliativo, o aluno é estimulado a “aprender a aprender”, ou seja, a fazer uma ligação entre os conteúdos ministrados, os trabalhos interdisciplinares desenvolvidos e outras atividades, ressaltando o aspecto crítico e reflexivo do discente, além do suporte para a formação continuada.
  • 16. A inter e a intradisciplinaridade 1° Semestre – O Contexto do Trabalho na Literatura 2° Semestre – Gerente/Gerência 3° Semestre – Responsabilidade Social Empresarial 4° Semestre – Empreendedorismo 5° Semestre – Projeto de Empresa 6° Semestre – Mudanças e Inovações Organizacionais  Projeto Interdisciplinar A PRÁTICA
  • 17. A integração da teoria e da prática a) Estágio Supervisionado Curricular b) Trabalho de Curso c) Estágio Extracurricular d) Visita Técnica e) Métodos didáticos pedagógicos f) Projeto Interdisciplinar A integração da teoria e da prática ocorre pelo:
  • 18. As atividades de extensão As atividades de extensão tem por objetivo fundamental a integração entre escola, comunidade e demais grupos sociais. Por meio de congressos, seminários e debates, valoriza-se a extensão e acolhe propostas multidisciplinares, temas de vanguarda e atividades de promoção cultural nas diversas áreas. Coerente com esse princípio, são estimulados e desenvolvidos os programas na área Social.
  • 19. As competências 1. Competência cognitiva/conhecimento 2. Competência funcional 3. Competência comportamental ou pessoal 4. Competência ética As competências que orientam a formação do aluno são: A AÇÃO
  • 20.  Programa de Avaliação Institucional * Avaliação dos cursos; * Avaliação do corpo docente; * Avaliação do corpo discente; * Avaliação pelos egressos; * Avaliação feita pelo pessoal técnico-administrativo; * Avaliação feita pelo pessoal docente; * Avaliação das atividades de pesquisa; * Avaliação das atividades de extensão; * Avaliação do planejamento e gestão da Faculdade; * Fóruns de debates, simpósios e/ou seminários. Programa de Avaliação Institucional – PAI é executado em diversas etapas e integrado pelos seguintes componentes: