Superando a Pedagogia da Transmissão

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Superando a Pedagogia da Transmissão

  1. 1. Autora: Angela Fernandes de Melo Matrícula: 11112080040 - Paracambi Lucianara Rodrigues Adão Cerqueira Matrícula: 11212080061 - Magé SUPERANDO A PEDAGOGIA DA TRANSMISSÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIROUNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FUNDAÇÃO CICIERJ/ CONSÓRCIO CEDERJ/UABFUNDAÇÃO CICIERJ/ CONSÓRCIO CEDERJ/UAB CENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADESCENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES LICENCIATURA EM PEDAGOGIALICENCIATURA EM PEDAGOGIA POLO PARACAMBIPOLO PARACAMBI
  2. 2. Pedagogia daPedagogia da TransmissãoTransmissão
  3. 3. Quando se utiliza a Pedagogia da Transmissão, seja através das tradicionais aulas teóricas ou através da utilização dos mais modernos aparelhos eletrônicos, isto faz com que a experiência fundamental dos participantes seja apenas a de receber o que o “instrutor” lhe oferece, como se fosse uma “página em branco” onde as novas ideias e conceitos devem ser impressos. Infelizmente prevalece ainda hoje o modelo tradicional de educação baseado na transmissão para memorização, ou na distribuição de pacotes fechados de informações ditas “conhecimento”. “Paulo Freire, maior educador brasileiro, criticou intensamente esse modelo educacional. Ele dizia: a educação autêntica não se faz de A para B ou de A sobre B, mas de A com B. Porém, não é fácil sair desse paradigma da transmissão para a interatividade própria do digital, da internet, a não ser violentando a natureza comunicacional da nova mídia, repetindo o que faz na sala presencial”.
  4. 4. Pedagogia da Transmissão
  5. 5. No contexto da Pedagogia da Transmissão, a inovação é a arma principal, o uso das tecnologias quando aplicados de forma concisa, auxilia. No ambiente online o professor terá que modificar sua velha postura, inclusive para não subutilizar a disposição à interatividade própria do digital online. No lugar da memorização e da transmissão centradas no seu falar-ditar, o professor propõe a aprendizagem aos estudantes modelando os domínios do conhecimento como espaços abertos à navegação, manipulação, colaboração e criação. Ele propõe o conhecimento em teias (hipertexto) de ligações e de interações, permitindo que os alunos construam seus próprios mapas e conduzam suas explorações. Desta forma ele migra de apresentador que separa palco e plateia, emissor e espectador, passando a arquiteto de percursos, mobilizador das inteligências múltiplas e coletivas na experiência da cocriação do conhecimento. E o aluno, por sua vez, deixa a condição de mero espectador, e passa a ter autonomia para criar, modificar, construir sua aprendizagem.  
  6. 6. Hoje o aluno aprende mais com o controle remoto da TV, com o joystick do videogame e agora aprende com o mouse. Esse trajeto resulta em migração da recepção passiva, para uma nova recepção que evita acompanhar argumentos lineares que não permitem interferência, agregação, modificação. O professor precisa se dar conta de que isso significa emergência de uma atitude menos passiva diante da mensagem. E que essa atitude vem exigir uma nova sala de aula presencial ou online, onde transmissão e “decoreba” estejam fora de lugar. Inovação vem a ser a palavra chave no contexto da Pedagogia da Problematização, extinguindo a Pedagogia da Transmissão.
  7. 7. Reflexão é um atributo necessário ao professor, especialmente, quando aceita uma maneira de busca, de pesquisa, de avaliação, de aprimoramento permanente. Na pedagogia da problematização educar não é apenas instruir ou exercitar ou só transmitir conhecimentos, mas problematizar, criar oportunidades de aprendizagem que facilitem o conhecimento.
  8. 8. As modalidades de ensino e a flexibilização do modelo clássico de ensinar e aprender tem possibilitado que a educação alcance locais onde antes havia a escuridão educacional, além de tantos outros benefícios dessas mudanças. A construção do conhecimento, portanto, é ampliada, proporcionando ao aprendiz a oportunidade de interagir com diferentes culturas e conhecimentos, compartilhar saberes e conhecer a realidade de pessoas com influências sociais e econômicas distintas. Isso reflete no respeito às diferenças e na construção do conhecimento individual e coletivo mais contextualizado.
  9. 9. O processo de ensino aprendizagem na educação à distância requer um espaço interativo, confiável, onde a reciprocidade na construção do conhecimento é fundamental. Baseado na prática da “teoria da interatividade” de Vygotsky o professor e o aluno tem a oportunidade de aprender juntos. Esta interatividade cresce a partir do uso da internet , ou seja, o uso de salas de aulas on-line potencializa o aprendizado destacando a dinâmica em grupos que se concentra em seus conhecimentos dentro e fora das salas virtuais à partir de determinado tema. Tais atividades tornam-se um círculo dinâmico, valorizando uma nova educação à distância de qualidade interativa.
  10. 10. Utilização de recursos fora da sala de aula, transformam e dinamizam a Aprendizagem. Essa construção se dá de forma dialógica a partir das habilidades e competências construídas ao longo da vida e aperfeiçoadas a partir do processo ensino-aprendizagem, em aproximação à pedagogia defendida por Paulo Freire a partir de da ótica construtivista.
  11. 11. A pedagogia da problematização passa a ser agente de transformação, bem como a observação da realidade, visando a transformação individual e social do aluno, onde a realidade social é ponto de partida e de chegada, e o procedimento criativo de ação-reflexão sobre uma determinada aparência, ressaltada ou vivenciada, será traduzida em nova ação mais organizada, isso ajuda a transformar a realidade e capacita o cidadão a ter consciência de seus potenciais, além de conhecimento de seus direitos e deveres perante a sociedade. Ser capaz de realizar mudanças e traçar ideias e objetivos.
  12. 12. FIM

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